Será que vem para o Estoril?
10 Março, 2011
Um emissário do líder líbio Muammar Khadafi encontrou-se hoje, em Lisboa, com o chefe da diplomacia portuguesa, Luís Amado, confirmou ao PÚBLICO a porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros. Duante anos Portugal acolheu reis e presidentes depostos. Fixavam-se no Estoril e por lá andavam até que a política ou a morte os levassem. Quiçá Khadafi seja o próximo a instalar-se naqueles paragens. Espero apenas que desista de montar tenda e opte, como os seus antecessores, por um hotel ou uma casa. Sempre era outra coisa.
7 comentários
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Fazendo jus aos milhares de milhões que a Libia e a família Kadafi têm investidos no Reino Unido e na Itália é muito mais provável que lhe seja concedido asilo politico em Portofino ou na costa da Cornualha.
É tudo uma questão de «pilim», e como a Grã-Bretanha está completamente falida, certamente que não vai deixar fugir este ilustrissimo «investidor».
Ou será que a Velha Albion vai «passar à esquerda» todos esses milhares de milhões, como já fez durante toda a sua velha história de saque, pirataria e rapinagem?
Ficamos todos à espera dos doutos pareceres dos nossos «liberais» tugas com escritório aberto na Praça do Comércio…
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Aí está a D. Helena mais uma vez com a sua linguagem viperina.
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Tudo bem, mas as pessoas eram bem diferentes: Juan de Bourbon, o rei da Itália, o czar da Bulgária, o rei da Roménia. Não me diga que os acha comparáveis ao sr. Kadhafi. Na verdade, descemos muito!
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Caro Nuno, esqueceu-se do sanguinário Nino Vieira… ou talvez não.
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Helena, não é nada disso.
A visita está relacionada com a zona de exclusão aérea que será discutida na reunião da NATO.
Mais uma vez a diplomacia portuguesa fará de “encarregada de negócios” dos nossos credores.
É triste.
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Há uns dois anos “estagiou” no AllLgarve um déspota e gatuno ex-presidente dum país africano, cujo nome sinceramente não recordo.
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O local e o clima mais apropriado para Gaddafi é (também) o AllLgarve.
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Sobre a vinda, ontem, dum emissário do amigo de Sócrates, tem (oficialmente) a ver com sanções, zona de exclusão aérea.
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Afinal os “lideres” revolucionários que tinham feito mais bem aos seus países que os ditadores tem como estes fortunas de milhares de milhões “investidos” no “ocidente”.
Eles eram líderes enquanto supostamente punham bombas em aviões, atiravam-se em retóricas contra os américas, expulsavam e matavam os pretos do seu próprio país, compravam armas á extinta urss. Tudo era “esquecido” pela malfazeja esquerditóide arlindista para o elogio do paranoico morfinodependente.
Bastou o rapaz acocorar-se e pagar as indeminizações aos familiares dos fuzilados em aviões, tentar comprar umas coisitas ao “ocidente”, “investir” ums milhares de milhões nele para passar de líder a ditador.
Isto se ele se refugiar ou for acolhido por qualquer paísocidental
Caso contrário continuará a ser um grande “líder””.
Chama-se a isso esquizofrenia esquerdista.
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