Sinal de implosão?
16 Março, 2011
Almerindo Marques abandona Estradas de Portugal
Ele era dos gestores públicos mais conceituados. Algo de muito grave aconteceu para ter atirado com a toalha ao chão.
30 comentários
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Almerindo Marques abandona Estradas de Portugal
Ele era dos gestores públicos mais conceituados. Algo de muito grave aconteceu para ter atirado com a toalha ao chão.
Tera a ver com os descontos que a EP tera d fazer aid camionistas?
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Por definição não há gestores públicos conceituados. Vivem numa redoma protegida.
E quando se começar a ver que não há dinheiro para tapar buracos das Empresas Publicas falidas…
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Isto tem a ver com os gastos para a inauguração da CRIL, prevista para Abril. O JSPS (Socas para os amigos) exige uma grande festa mas não a quer pagar…
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Foi engolido pelo buraco financeiro.
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implosão?
não!
só ratos…
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São eles a abandonar o navio. (os ratos)
A história das dívidas a começar por esta criaçao EP está ainda a começar.
Vai-se cer o mesmo em tudo quanto é PPP.
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Teixeira dos Santos Prepara o Pânico nos Cidadãos e nos Bancos com a “Poupança Automática”
“Pode ser através de um produto financeiro, por exemplo através do banco. Sempre que o ordenado cai na conta, parte vai directamente para uma conta poupança. Isso é um mecanismo de poupança automática”, explicou o ministro.»
O que vale é que a comunicação social anda tão ocupada a noticiar o IVA do Volkswagen Golf que nem divulga a frase louca do ministro. É isto: ou nós ou o caos.
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Bom, sempre é melhor poupança automática do que impostos automáticos. Pelo menos da primeira jaez teremos alguma confiança de vir a reaver esse dinheiro.
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Ao que eles estão a recorrer!!!
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Eu com o dinheiro dos contribuintes também posso passar por um «gestor topo de gama», como são a maoria dos nossos liberais tugas…
Ainda estou para ver um «liberal», politica e ideologicamente falando, que não trabalhe no Estado, nas empresas públicas, nas universidades, nas fundações, nos partidos, nas autarquias, nos partidos, and so on…
São todos muito competentes, enquanto há dinheiro, e quando este não é o deles!…
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“… dos gestores públicos mais conceituados…”.
Conceituado ? OK, mas seria interessante mostrar o ” conceituado” gerindo durante uns anitos uma empresa privada, mas daquelas que estão completamente fora da órbita do Estado. Depois sim. Veríamos se vale alguma coisinha.
Com o Estado a pagar as facturas e os recibos de vencimento do pessoal, além dos financiamentos a fundo perdido, as facilidades na burocracia, e até nos requesitos legais, não se trata de conceituada Gestão. Trata-se sim, apenas, de “almoços (banquetes) grátis”.
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JS dixit:
“OK, mas seria interessante mostrar o ” conceituado” gerindo durante uns anitos uma empresa privada, mas daquelas que estão completamente fora da órbita do Estado”
Almerindo Marques foi presidente do Barclays, durante alguns anos.
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“Algo de muito grave aconteceu para ter atirado com a toalha ao chão.”
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“Bateu com a porta” ou “Saiu de mansinho”?
Não sei, mas o que ele não fez foi “atirar a toalha ao chão”.
Esta expressão está aqui mal aplicada. Quem atira a toalha ao chão é o treinador, para proteger o seu pupilo de levar mais pancada. Almerindo é aqui o pupilo.
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Ele amuou porque as portagens baixaram. Sócrates também amua porque o PSD não o quer deixar ir tirar dinheiro a velhinhos reformados. Os socialistas são muito de amuos, pelos vistos. Guterres também amuou ao ponto de se ir embora. Já não é sem tempo que Sócrates lhe siga as pisadas.
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Tem uma biografia um pouco melhor que Armando Vara:
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Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Almerindo da Silva Marques (Caranguejeira, 20 de Dezembro de 1939) é um gestor português.
Frequentou a Escola Industrial e Comercial de Leiria e ingressou no Banco da Agricultura, em 1963. Pouco depois entrou no Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras, onde se licenciou em Finanças, em 1969. No Banco da Agricultura chegou a secretário-geral do Conselho de Administração, sendo saneado após o 25 de Abril de 1974. Em 1974 aderiu ao Partido Socialista, vindo a exercer o cargo de secretário de Estado da Administração Escolar do I Governo Constitucional, de Mário Soares. Foi deputado à Assembleia da República, eleito pelo Círculo de Leiria, entre 1983 e 1985.
Em 1985 ingressa no Banco Espírito Santo, participando, logo de seguida, na criação da Sociedade Gestora da Rede Multibanco, de que foi presidente, até 1986. Presidiu ao Conselho de Administração do Banco Fonsecas & Burnay, entre 1986 e 1989, e daí saiu para assumir funções como administrador-delegado do Barclays em Portugal, até 1997. Foi vogal do Conselho de Administração da Caixa Geral de Depósitos, entre 1998 e 2002, do Banco Nacional Ultramarino, de 1999 a 2002, assumindo em paralelo, a presidência do Conselho de Administração da Sogrupo (Grupo CGD). Em 2002 é nomeado presidente da Rádio e Televisão de Portugal, incumbido para a reestruturação financeira daquela empresa do Estado. Em 2007 foi nomeado por Mário Lino, então ministro das Obras Públicas, para a presidência da Estradas de Portugal, onde se mantém.
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Há uns tempos atrás foi notícia uma carta sua ao Governo onde denunciava o estado financeiro pré-calamitoso da EP … na altura deu que falar porque era suposto essa missiva ser sigilosa …
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ié, estamos em presença de um gestor bancário – não é caro jcd? – que passou pela RTP e que se saiba não terá saído do buraco. Na EP não consta que tenha feito algo a não ser fazer papel da Calimero.
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“Pode ser através de um produto financeiro, por exemplo através do banco. Sempre que o ordenado cai na conta, parte vai directamente para uma conta poupança. Isso é um mecanismo de poupança automática”, explicou o ministro.»
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Eu quero voltar a receber em cash!
A ser roubado que seja por minha culpa .
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JCD. ok, obg. Nada de pessoal. A pretexto do caso vertente abordava o abuso -com elogiosos superlatívos- do termo “Gestor” no ambiente Estado.
Uma sucursal do Barclays …? Óptimo. Mas veremos. ASM terá, por certo, outras, muitas, ocasiões de provar o seu conceituado valor, ou não.
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Se esses tipos tentarem fazer isso é altura de acabar com o regime.
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Gestor público conceituado? Em que sentido?
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Dá-me ideia que a parte objecto da “poupança automática” ficará impedida de movimentação por uns tempos.Por outras palavras, deve servir para emprestar ao Estado a um juro mísero já se vê.
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Que eu saiba a antiga JAE, também tinha muitos conceituados.
Com a roubalheira até lhe mudaram o nome para EP.
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Entretanto o que mudou foram as moscas.
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Não deixa de ser pertinente a seguinte notícia do Expresso:
http://aeiou.expresso.pt/o-gestor-que-mais-colaborou-na-face-oculta=f638112
Cumps.
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Arlindo da Costa:
“Ainda estou para ver um «liberal», politica e ideologicamente falando, que não trabalhe no Estado, nas empresas públicas, nas universidades, nas fundações, nos partidos, nas autarquias, nos partidos, and so on…”
Totalmente de acordo, embora a frase também pudesse ser escrita assim:
“Ainda estou para ver um «socialista», politica e ideologicamente falando, que não trabalhe no Estado, nas empresas públicas, nas universidades, nas fundações, nos partidos, nas autarquias, nos partidos, and so on…”
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jpfg,
Acertou na mouche.
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Em 1974 aderiu ao Partido Socialista? Ah!, então é mesmo conceituado!…
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Realmente, é dos “mais conceituados”: basta referir que, na RTP, deixou um buraco de largos milhões de euros.
Assim, também eu.
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Pi-Erre
Posted 17 Março, 2011 at 09:26 | Permalink
Em 1974 aderiu ao Partido Socialista? Ah!, então é mesmo conceituado!…
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Digo mais: conceituadíssimo . . .
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2.000 milhões de divida fora das Contas do Estado … só truques que o FMI vai ver
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Irá para ministro?
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