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Belos tempos

28 Março, 2011

O socialismo acabou quando acabou o dinheiro dos outros. Agora nem emprestado. Mas há sempre gente apanhada em contra-pé. Pessoas que são lentas a interiorizar que acabou a festa. É o caso dos peticionários que desejam que as despesas de saúde com animais sejam dedutíveis no IRS. Noutros tempos a petição seria acolhida pelos partidos. O PSD agendá-la-ia para o Dia do Cão e defenderia um sistema de deduções fiscais. O PS seria contra as deduções fiscais, mas defenderia a inclusão da saúde animal no SNS. Belos tempos.

27 comentários leave one →
  1. Carlos Dias's avatar
    Carlos Dias permalink
    28 Março, 2011 13:04

    Pelo andar da carruagem ainda vamos ver os animais de estimação a descontarem para a S.S.

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  2. Gonçalo's avatar
    28 Março, 2011 13:07

    A qualidade de vida dos Portugueses vai descer ainda mais.

    Mas essa é uma das consequências do que andamos a fazer nas últimas dezenas de anos. E não do que aconteceu na semana passada…

    Estivemos decénios a viver acima das nossas possibilidades, distribuindo o que temos e o que não temos. E o que não tínhamos, pedíamos emprestado.
    Chegou a altura de pagar. De descer à realidade. E esta, está bem lá em baixo. Abaixo de onde estamos hoje, mesmo depois de vários PECs.

    Essa queda está destinada e vai acontecer.
    E ficou garantida, tornando-se incontornável, há anos atrás, quando o socialismo e Sócrates enveredaram pela manutenção da política (suicida) de esquerda. Pedindo emprestado – e cada vez mais – para suportar as despesas públicas…

    Com ou sem FMI, vamos cair (primeiro) para, só depois, poder começar a pensar na forma como voltar a crescer. Mas, se estamos num nível de vida de 120 (só produzindo 100), vamos ter que cair para os 70 (pois, os 100 que produzimos vão descer para os 90 e destes, uma grande parte ficará destinada ao pagamento das dívidas acumuladas).

    Sócrates vai tentar fazer “parar o tempo” da sua responsabilidade em Março de 2011.
    Será essa a base para a campanha eleitoral.
    Caberá ao PSD demonstrar que não se consegue parar uma avalanche a meia encosta…

    Como compatibilizar essa demonstração com o facto da mesma revelar uma situação incomportável para o País e para a Moeda Única, face aos mercados, é o próximo problema.

    Na Irlanda, diz-se que o FMI e a sua acção não travou a queda da produtividade, da economia, do emprego e do nível de vida. E usa-se esse exemplo para pintar mais negra a possibilidade de termos, por cá o FMI.

    Infelizmente, a queda de todos aqueles indicadores acontecerão por cá. E são o resultado das governações que tivemos nos últimos anos. Não da crise internacional. Apesar desta ter criado a escassez de liquidez, a nível mundial, que obrigou os investidores a escolher onde aplicar o seu dinheiro. E a encarecer o mesmo onde as contas públicas estavam menos bem geridas.

    E tudo isso respeitou aos portugueses e não ao FMI. O FMI vem apenas garantir que esse regresso à realidade, essa vinda à Terra é feita com uma rede de segurança: o dinheiro que evita a bancarrota do País.

    Passos Coelho não vai fazer parar a avalanche a meia encosta. Mas terá de garantir que, depois de tudo amainar, a direcção a tomar seja aquela que possa ser realista e sustentada, a fim de que, depois dos ciclos de Guterres e Sócrates que, sucessivamente, nos levam a situações “pantanosas”, não virá um terceiros, novamente, a sustentar políticas socialistas que não nos levam a lugar nenhum, que não sejam os pântanos que conhecemos.
    O problema passará pela própria democracia. Permitirá a saída desta espiral?
    http://existenciasustentada.blogspot.com/2011/01/17-democracia.html?utm_source=BP_recent

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  3. Pinto's avatar
    Pinto permalink
    28 Março, 2011 13:10

    Mas nos clubes de futebol ainda não passou a maluqueira e a extravagância

    http://www.youtube.com/watch?v=t03a8WP75cQ

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  4. campos de minas's avatar
    28 Março, 2011 13:12

    belos tempos! pessoalmente tenho mais pena dos animais que dos bancos, bancos que hoje em dia são lixo-veja-se o bcp um nível acima de lixo!

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  5. Piscoiso's avatar
    28 Março, 2011 13:20

    Já agora escolas públicas para ensino de cães.

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  6. Francisco Colaço's avatar
    Francisco Colaço permalink
    28 Março, 2011 13:35

    Com o número da camelos, burros e animais cornudos deste país, e ainda tendo em conta o grande polvo que se governa e diz nos governar, penso que a saúde de todas estas bestas é um caso de saúde pública. Temos que pensar bem esta petição, e para além disso queremos deduzir à colecta as compras dos livros «O Menino de Ouro do PS» e os editados pela Afundação Soares.

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  7. Francisco Colaço's avatar
    Francisco Colaço permalink
    28 Março, 2011 13:36

    Piscoiso,
    .
    E novas oportunidades para os cães que não conseguirem ser treinados à primeira.

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  8. pedro's avatar
    pedro permalink
    28 Março, 2011 13:36

    aparecem sempre uns maduros a circularem em sentido contário nas estradas de sentido único. Isto é cómico se não fosse trágico! a propaganda socretina deu nisto!

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  9. Francisco Colaço's avatar
    Francisco Colaço permalink
    28 Março, 2011 13:39

    Gonçalo,
    .
    O povo de Portugal gosta muito do canto da sereia Sócrates, que o leva para a perdição com doces notas. Sinceramente, começo a pensar que este povo disputa a proposição de existir vida inteligente neste planeta.
    .
    Será que os Xuxas andam a meter qualquer coisa na água?

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  10. James's avatar
    28 Março, 2011 13:39

    Essa conviha-me, mas não tenho sequer «lata» para falar dela.

    Abaixo os meus dois últimos, na realidade o cinzento (Argos) morreu há 2 anos, resta-me o branco (Antheos).
    São galgos ingleses criados originalmente por operários, no sentido em que ‘greyhounds’ ou ‘irish wolfhounds’ ou ‘borzois’ são muito maiores e a “manutenção” é muito mais cara…(whippets, intraduzível)

    Se os quiserem ver, é aki:

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  11. oscar vaz's avatar
    oscar vaz permalink
    28 Março, 2011 13:49

    A situação insustentável, o défice crónico estrutural, começou com Cavaco e expandiu com Guterres e Sócrates. Três grandes coveiros muito apreciados pelos eleitores.

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  12. Bulimunda's avatar
    Bulimunda permalink
    28 Março, 2011 13:55

    O grande investimento em legislação sobre educação..CARTOON….


    O PECADO ORIGINAL DA POLÍTICA MONETÁRIA

    Como qualquer doutrina da salvação, a teologia económica neoliberal também não pode deixar de produzir os seus dogmáticos ortodoxos. O lema é: os princípios contra os factos. O presidente do Bundesbank, Axel Weber, é mais um caso actual de apóstolo da respeitabilidade conservadora a lançar a toalha ao chão. Weber, ainda há pouco apontado como o candidato preferido da chanceler Angela Merkel para substituir Trichet na presidência do BCE, afastou-se da sua patrocinadora em discordância sobre a política monetária. Sendo membro da mesma Igreja económica, Merkel tende a preferir o pragmatismo aos dogmas. Weber é tido por guardião estritamente fiel do dinheiro, contra a política de flexibilização do BCE e contra uma “união de transferências” que pretende tapar os buracos do endividamento sem fim. A sua firmeza tem apenas o defeito estético de confundir causa e efeito. Não foi uma política monetária laxista que provocou a crise, pelo contrário, foi a crise que obrigou a uma política monetária laxista. O pecado original do neo-liberalismo ocorreu já com o ex-presidente da Reserva Federal americana, Alan Greenspan, em resposta à crise das Dotcom de 2001. Desde 2008, também o BCE passou à emissão monetária excessiva, contra a sabedoria de sua própria bíblia. O adiamento da crise assim conseguido ameaça transformar-se numa inflação incontrolável, como é dos livros. Mas, se tivesse sido aplicada a verdade da bíblia de Weber, então o euro já teria ido ao ar há muito tempo. Merkel gostaria de controlar a crise da dívida por meio de negociatas políticas. O fundo de resgate do euro vai ser expandido drasticamente, contrariamente às anteriores declarações de intenções. Em contrapartida planeia-se um vago “Pacto para a Competitividade”. Subjacente a isto esconde-se o problema de que os deficits que atingiram o limite mais não são do que o reverso dos excedentes de exportação alemães. Uma redução regular da dívida iria quebrar essas exportações unilaterais, colocando simultaneamente em dificuldades os grandes bancos alemães e franceses, que estão assentes em montanhas de títulos classificados como lixo dos países deficitários. Assim, a política de inflação parece ser um mal menor. Os dogmáticos da teologia económica têm razão contra os pragmáticos e vice-versa. É por isso que também vão cair juntos.
    E
    Robert Kurz

    O PECADO ORIGINAL DA POLÍTICA MONETÁRIA

    Como qualquer doutrina da salvação, a teologia económica neoliberal também não pode deixar de produzir os seus dogmáticos ortodoxos. O lema é: os princípios contra os factos. O presidente do Bundesbank, Axel Weber, é mais um caso actual de apóstolo da respeitabilidade conservadora a lançar a toalha ao chão. Weber, ainda há pouco apontado como o candidato preferido da chanceler Angela Merkel para substituir Trichet na presidência do BCE, afastou-se da sua patrocinadora em discordância sobre a política monetária. Sendo membro da mesma Igreja económica, Merkel tende a preferir o pragmatismo aos dogmas. Weber é tido por guardião estritamente fiel do dinheiro, contra a política de flexibilização do BCE e contra uma “união de transferências” que pretende tapar os buracos do endividamento sem fim. A sua firmeza tem apenas o defeito estético de confundir causa e efeito. Não foi uma política monetária laxista que provocou a crise, pelo contrário, foi a crise que obrigou a uma política monetária laxista. O pecado original do neo-liberalismo ocorreu já com o ex-presidente da Reserva Federal americana, Alan Greenspan, em resposta à crise das Dotcom de 2001. Desde 2008, também o BCE passou à emissão monetária excessiva, contra a sabedoria de sua própria bíblia. O adiamento da crise assim conseguido ameaça transformar-se numa inflação incontrolável, como é dos livros. Mas, se tivesse sido aplicada a verdade da bíblia de Weber, então o euro já teria ido ao ar há muito tempo. Merkel gostaria de controlar a crise da dívida por meio de negociatas políticas. O fundo de resgate do euro vai ser expandido drasticamente, contrariamente às anteriores declarações de intenções. Em contrapartida planeia-se um vago “Pacto para a Competitividade”. Subjacente a isto esconde-se o problema de que os deficits que atingiram o limite mais não são do que o reverso dos excedentes de exportação alemães. Uma redução regular da dívida iria quebrar essas exportações unilaterais, colocando simultaneamente em dificuldades os grandes bancos alemães e franceses, que estão assentes em montanhas de títulos classificados como lixo dos países deficitários. Assim, a política de inflação parece ser um mal menor. Os dogmáticos da teologia económica têm razão contra os pragmáticos e vice-versa. É por isso que também vão cair juntos.

    TOCAM EM PONTOS CHAVE -ESTES TEXTOS ..PODE-SE DISCORDAR OU NÃO MAS É RACIONAL O QUE AQUI É DITO..PELO MENOS PAR UM LEIGO..

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  13. AB's avatar
    28 Março, 2011 13:55

    Axioma aplicável:
    Quem trata os animais como pessoas… trata as pessoas como animais.

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  14. Bulimunda's avatar
    Bulimunda permalink
    28 Março, 2011 14:01

    DESCULPEM O 2º TEXTO ERA ESTE..
    Robert Kurz

    A BOMBA INFLACIONÁRIA

    A crise continua a ser considerada superada e garante-se um crescimento exuberante da economia mundial, que em breve até há-de ultrapassar o nível pré-crise. No entanto manifesta-se, não propriamente com pezinhos de lã, um aumento sensível da inflação, que parece tomar o lugar do surto deflacionário da grande quebra. Entre os grandes suportes de esperança da conjuntura económica mundial, Índia e China, a taxa de inflação ultrapassou nos últimos meses a marca dos 5 por cento e os preços dos alimentos subiram 15 por cento (Índia) e 12 por cento (China). Em qualquer dos casos, têm tido pouco efeito os sucessivos aumentos das taxas de juro, que agora estão 5 por cento ou mais acima das europeias e norte-americanas. Uma subida semelhante da taxa de inflação se pode observar em muitas regiões periféricas do mundo. Também na zona euro a subida dos preços atingiu 2,4 por cento em Janeiro, saindo fora do objectivo oficial. A mesma tendência nos EUA provoca lá, ao que parece, apenas indiferença.

    O que não há muito tempo seria considerado alarmante, pelo menos na União Europeia, é agora também aqui minimizado. Tanto o presidente do BCE, Jean-Claude Trichet, como o CEO do Deutsche Bank, Ackermann, consideraram a subida de preços a nível mundial como um fenómeno “normal” nesta conjuntura de alta e que a baixa de preços ocorrerá por si só com o ciclo económico. Eles caem aqui num erro elementar. Um aumento geral de preços apenas cíclico, a partir de um surto de procura regular, devido a maiores lucros e salários com base na valorização real do capital, é um fenómeno de mercado puro e não tem nada a ver com o valor do dinheiro. O caso é completamente diferente quando o consumo público e o dinheiro do banco central aquecem artificialmente a economia. Há uma enorme diferença entre a procura crescer, porque a economia recupera por si só, ou a economia recuperar, porque se cria por decreto governamental procura irregular do ponto de vista capitalista. Neste último caso, o aumento geral de preços resulta da desvalorização do próprio dinheiro. Esta é a inflação verdadeira, e é com ela que estamos confrontados agora.

    Na verdade, os Estados e os seus bancos emissores criaram dinheiro de crédito numa escala sem precedentes históricos, para suster a crise económica mundial. Só nos EUA, no prazo de dois anos e por diversas vias, foram infiltrados mais de quatro biliões de dólares na economia. Por toda a parte o dinheiro da política de juros baixos ou nulos jorra como duma fonte sobre o sistema bancário comercial, que é autorizado a apresentar como “garantia” activos tóxicos. Além disso, a Reserva Federal dos EUA, Fed, há bastante tempo que vem comprando em massa títulos do tesouro americano, porque os asiáticos estão a desprezar cada vez mais esses papéis tornados duvidosos. O BCE ensaia o mesmo jogo com títulos da dívida pública dos países com deficit na zona euro, a fim de salvar a moeda única. Ao contrário do anunciado, não se tem conseguido voltar a absorver essa liquidez através de sociedades de refinanciamento. Enquanto o fluxo de dinheiro apenas refinancia dívidas ou faz subir as cotações das bolsas, a inflação é limitada. Mas, na medida em que se atinge o objectivo do exercício, ou seja, criar procura a partir do nada, segue-se inevitavelmente a desvalorização acelerada do dinheiro. É sinal de ignorância negar este contexto e inventar histórias sobre um crescimento auto-sustentável. A bomba inflacionária vai dissolver no ar o crescimento aparente, tal como antes a bomba deflacionária.

    Original DER INFLATIONÄRE SPRENGSATZ in http://www.exit-online.org. Publicado em Neues Deutschland, 07.02.2011

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  15. Bulimunda's avatar
  16. tina's avatar
    tina permalink
    28 Março, 2011 14:03

    “A situação insustentável, o défice crónico estrutural, começou com Cavaco e expandiu com Guterres e Sócrates.”
    .
    Bons velhos tempos de Cavco Silva em que o PIB per capita de Portugal estava entre os 20 países mais ricos do mundo. Vieram os socialistas e já nem nos 30 estamos. SOCIALISMO = BURRADA.

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  17. José Pinto Basto's avatar
    José Pinto Basto permalink
    28 Março, 2011 14:11

    Governo esconde negócio.
    Assembleia da República denuncia 130 milhões de euros em projectos nas minas de Aljustrel.
    Ministro da Economia, Vieira da Silva, socialista, diz que o negócio está protegido “pelo princípio da confidencialidade”…mais um buraco, dos muitos do queijo.

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  18. Me's avatar
    28 Março, 2011 14:15

    o mais incrível é que haja pessoas que pensem que a malta tem obrigação de contribuir para os seus animaizinhos de estimação.
    será que quando levar a barbie ao hospital das bonecas tb poderei deduzir?

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  19. Arlindo da Costa's avatar
    Arlindo da Costa permalink
    28 Março, 2011 14:34

    Amanhã vou à repartição de finanças da minha área, com os meus dois Rotweillers, «tirar» os respectivos NIFs, pois a partir deste ano é obrigatório o nrº do contribuinte para os nossos dependentes.
    Antes deduzir encargos com os meus cães do que entregar os meus impostos para cobrir os roubos da «cãozoada» (c/ algumas “coelhas” à mistura) do BPN!

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  20. Gonçalo's avatar
    28 Março, 2011 14:40

    Blimunda
    É essa mentira do crescimento que tomou conta dos países desenvolvidos.
    Estes, já cresceram demais, em relação ao que é – economicamente possível – no nosso Planeta.
    Agora, chegou o momento do ajuste. Há gente demais no Mundo e a maioria (também) quer ver o seu nível de vida crescer um bocadinho…
    Este ajuste passa por uma queda. Uns vão descer sustentadamente. Outros vão cair de muito alto…
    Mas que todos vão cair, está mais do que garantido.
    Qualquer tipo de “crescimento” sustentado poderá acontecer, DEPOIS desse ajuste. E esse ajuste será significativo. A partir lá de baixo, então poderemos direccionar as coisas para a sustentadibilidade. Dificilmente para o crescimento…
    http://existenciasustentada.blogspot.com/2010/11/6-desenvolvimento.html?utm_source=BP_recent

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  21. José Pinto Basto's avatar
    José Pinto Basto permalink
    28 Março, 2011 14:46

    O dinheiro dos outros não acabou, esse, nunca acaba, o que vai acabando é o socialismo de alguns, por falta de sustentabilidade própria.
    Que ninguém se iluda, os donos da “massa” são claros, quem manda são eles.

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  22. Francisco Colaço's avatar
    Francisco Colaço permalink
    28 Março, 2011 14:58

    Arlindo,
    .
    Se esses dependentes animais derem direito a deduções no IRS, deixe os seus cães terem uma quantidade saudável de pulgas e carraças. Sempre poupa mais algun.

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  23. Francisco Colaço's avatar
    Francisco Colaço permalink
    28 Março, 2011 15:23

    Outro que não sabe escrever… Meu caro, deixe ensiná-lo: é Colaço com um «o».
    .
    No tempo da outra senhora haveriam de levar muita reguadazinha.

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  24. oscar vaz's avatar
    oscar vaz permalink
    28 Março, 2011 15:46

    Tina, o PIB pode aumentar muito e a insustentabilidade tambem. Cavaco achou que iamos viver dos serviços, acho criminoso dar cabo da agricultura e pescas a troco de que euros for. A nova progressão dos funcionários públicos e as PPPs foram uma desgraça, quando ele devia saber que isto é o reino dos direitos adquiridos. Claro que a insustentabilidade estrutural não ia aparecer naquela conjuntura. Realmente um governante de vistas curtas.

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  25. jcd's avatar
    28 Março, 2011 15:46

    Tenho dois cães e um pássaro. Tem que haver uma tabela de deduções em função do número de animais. Podiam até somar os animais aos filhos e equiparar…

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  26. Piscoiso's avatar
    28 Março, 2011 17:07

    Ontem andava uma mosca na sala de jantar.
    Também conta?

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  27. Francisco Colaço's avatar
    Francisco Colaço permalink
    28 Março, 2011 17:45

    Com sorte, poderemos também tirar alguma coisa pelas bactérias do iogurte.

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