E se os meninos deixassem em paz o sítio do costume e fossem brincar para outro lado?*
No início deste mês de Março, em Madrid, um grupo de criaturas sem mais que fazer resolveu entrar na capela da Universidade Complutense onde, entre copos e charros, brincaram às missas e às sessões de top less. Fotografaram tudo e colocaram as imagens da proeza na internet. Como é óbvio a seguir veio o debate sobre os limites ou da falta deles destes grupos extremistas, muito activos a exigir que os respeitem e muito eficazes a infernizar a vida aos demais. Naturalmente já foi apresentada queixa contra os protagonistas deste desacato. Pois a mim parece-me que não só não se deve apresentar queixa alguma como se devem incentivar estes actos, sobretudo deve-se promover a sua deslocalização. De repente ocorre-me que podiam, por exemplo, repetir a façanha numa mesquita. Faziam tudo tal e qual como na capela da Complutense: entravam a correr em magote, simulavam a oração, embebedavam-se, fumavam, despiam-se, fotografavam os bracinhos com palavras de ordem a prometer violência, insultavam os fiéis e faziam uns graffitis. Depois colocavam as fotografias na internet. Os imans de quem estes activistas da Complutense tanto gostam não deixariam certamente de querer trocar com eles umas ideias sobre estes eventos. Como diz o povo era remédio santo. No sentido místico e físico do termo.
*PÚBLICO

o problema é que islão significa submissão e estes anarquistas de trazer por causa têm cú e quem tem cú tem medo….
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Um gesto louvavel:
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US Jesuits agree £103 million abuse payout
A US Jesuit order has agreed to pay $166 million (£103 million) to compensate nearly 500 victims of decades-long “horrific” sexual and psychological abuse by priests in five US states, lawyers said on Friday.
http://www.telegraph.co.uk/news/religion/8408061/US-Jesuits-agree-103-million-abuse-payout.html
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A cobardia da decadência, na Espanha efeminada da era bambi.
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Como aquilo que se pretendeu foi ocupar o palco mediático e brincar aos progressistas, limitam-se ao mais fácil e menos perigoso, o cavalgar no Zeitgeist de vão de escada ofendendo católicos. É grave e é sintomático.
A minha leitura deste episódio foi feita aqui
http://camalees.wordpress.com/2011/03/22/poder-do-clitoris-ou-a-cegueira-do-vamos-a-eles/
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O Povo, camaradas. O Povo espanhol não se indigna com estas blasfémias, ou a gente julga que não se indigna. E se indigna, essa indignação não se traduz nas urnas. É que, em certas épocas, o tamanho dos dedos é medido a palmos.
Belíssima oportunidade de negócio para um partido ideológico, ultramontano e violento. Isto está a convergir para lá e cada vez mais depressa. Depois nã se quexem…
E se houver guerra sou o primeiro cavalo (qu’avalo).
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Muito bem. Completamente de acordo.
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Imaginem se esses jovens bêbados, drogados e desordeiros, entrassem numa sinagoga!
Era logo decretado uma «no fly zone» num perímetro de 50 km!
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nas sinagogas só o ‘former president of israeli’ a violar as secretárias.
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Eu ainda estou para perceber como é que a Nato e o «Ocidente» estão apoiando os insurgentes da Al-Qaeda , que se infiltraram na Líbia a partir da tenebrosa Arábia Saudita e com o apoio das monarquias «democráticas» e «constitucionais» do Quatar e dos Emiratos Árabes Unidos, que não passam de enclaves de negócios sujos, exploração e escravização de emigrantes, inclusivé de crianças vindas do Sudoeste Asiático?
Estou ainda para perceber estas alianças negras!
Há por aí alguma alma caridosa que possa esclarecer estas dúvidas existenciais do ti Arlindo?
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oh anónimos deste mundo, como católico reconheço a vergonha que sinto por “ditos” irmãos em Cristo terem conspurcado a minha religião. A misericórdia de Deus para todos os anónimos que blasfemam ao senhor, ele é superior a tudo, ele tudo pode (…) e perdoa-vos. Eu tenho a humildade de reconhecer os erros e tenho o propósito de nos meus ambientes falar de Cristo. Deus vos abençoe.
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Tenho a dizer que a expressão “varias chicas se quitaron la ropa ” é muito exagerada e a roçar a publicidade enganosa. Não é assim que vão conquistar mais adeptos lá para os comedores de hóstias.
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Questões biológiocas, era o cio e o apelo ao acasalamento foi forte. Os homens (suponho que eram) que lá estavam devem ter tido um belo fartote a seguir.
Bute lá fazer uma coisa igual na Tugulândia.
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A acção, vista pelas imagens até parece feminista.
Mas sendo uma blasfémia,
seria curial que fosse apoiada pelos blasfemos.
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Numa mesquita ou numa sinagoga, já agora.
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Ao menos nestes detalhes o Doutor Pardal/Arlindo da Costa, não vira a casaca.
É isso mesmo- esta vergonha, se fosse feita numa sinagoga, dava direito a prisão.
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Blasfemar no Blasfémias é pecado….
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Muito bom Post!
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O que a Helena quer dizer é que deviamos adoptar uma sharia católica aqui na peninsula ibérica. Que o que aqueles miudos precisavam era de um valente apedrejamento à moda antiga. Que no fundo, os islamitas é que têm razão: com eles há respeitinho.
É por isso que tantos liberais são cristãos e tantos cristãos são liberais: ambos acreditam em historias da carochinha que alguém lhes contou em novinhos. Admiro o duplo pensar do crente que fala em caridade mas convive bem com milhões de pessoas no mundo inteiro a viver em sofrimento e extrema pobreza. Conciliar os evangelhos com as teorias neoliberais é obra…
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Não aconteceria numa sinagoga ou numa mesquita muito simplesmente porque esta rapaziada é católica, e os católicos gostam de brincar consigo próprios.
Ou alguém duvida que esta rapaziada foi toda baptizada e tenciona casar pela igreja (católica)?
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Talvez esses jovens devessem fazer isso numa mesquita ou numa sinagoga para agradarem á Helena Matos.
Mas alguem me explica por que raio haveria uma mesquita ou uma sinagoga numa universidade publica?
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Porque existe uma coisa chamada “Linha da Denúncia” e outra “Crimes de Ódio” que dão direito a prisão e foram aprovados pela UE e pela ONU.
E neles não constam estas palhaçadas contra católicos.
Já agora, um micro-quiz: adivinhem qual foi o lobby que conseguiu aprovar uns “crimes de ódio” e não outros.
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Por acaso, por cá ainda está catalogado no Código Penal, com pena pequena, mas que é importante.
Aliás, se não houvesse penalização para estes distúrbios não existia liberdade de culto. O culto, os crentes, os locais e símbolos sagrados, são defendidos pela Constituição e por todas as Nações.
Mas estes canalhas são endemoninhados.
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Quando aqueles anormais cagaram numas campas de um cemitério judaico (que até estava meio ao abandono) não foi logo o governo todo a pedir desculpa até a Israel?
E não foram os tipos condenados pela Justiça?
Ora bem.
Por apenas umas fatias de presunto numa maçaneta de uma porta de sinagoga em Inglaterra foi logo a polícia, chamada por quem pode e manda.
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Em relação ao presunto até existe consenso tribal.
Quanto à caganeira na campa, estou de acordo, e também defendo que um cemitério não é, nem deve ser, um local absolutamente laico, como outro qualquer.
Quem quis isso foram os da Revolução Francesa. Mas para os judeus é um local sagrado e conseguem fazer valer a sua lei em país laico.
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Pior que isto é construir casa por cima de cemitérios índios.
Normalmente dá mau resultado – os espíritos dos mortos vingam-se.
Nos cemitérios católicos as rebaldarias não tem consequências.
E isto é um facto histórico.
Papas a roer mulheres, filhas e catraios está mais que documentado no Vaticano (embora não em vídeo).
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Pois, mas agora os papas que vão aos catraios são laicos, funcionários do Estado, e os catraios papados estão protegidos em instituições igualmente laicas.
No fim, ainda pedem indemnizações ao Estado e não consta que venham a ficar na História da Vergonha, como esses papas de há séculos que tanto incomodam a jacobinagem.
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Mas tivessem provocado um gay ou uma fufa em sauna e a ver se não era revolta e crime de fobia da moda.
Repito: quem pode, manda.
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Mas, para o jacobino do Carlos Dias, recordo-lhe outras coisas sagradas que dão direito a prisão:
queimar uma bandeira; apedrejar uma qualquer embaixada.
São os espíritos laicos que não deixam e fazem valer pela lei as suas superstições.
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Estes jogam pelo seguro: não se ficam por protestos de rua nem por efeitos de mau-olhado”- têm tudo aprovadinho e taxado no Código Penal.
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Cara Zazie, eu não sou jacobino.
Pelo contrário, sou liberal.
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Direi mais, sou um liberalão.
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Caro campos de minas,
para si, sim.
Amanhã vamos aprender mais palavras.
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caro Carlos Dias,
é que conheço muitos liberais de xuxa:
os verdadeiros xuxalistas.
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Se não lhes ligassem caía tudo no seu próprio ridículo.
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Pois ainda bem que é um liberalão.
Eu dou-lhe apenas uma notícia- os liberalões são jacobinos.
Leia o Hobbes e mais o resto da tralha e perceba como foi deles que a coisa passou para a Revolução Francesa.
Caso queira exemplos caseiros, tem-nos a rodos- liberais e republicanos- a mesma luta contra a Igreja.
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Já sei que me vai dizer que o Hobbes e o Leviathan nada têm a ver com o liberalismo.
Mas têm, pois- foi com a destruição da noção de Pátria e Nação que passou a ser representada pelo Estado, que tudo começou.
Nunca viu nenhum liberal a chamar Pátria ou Nação, pois não? Nem a falar nas raízes históricas e religiosas que são a base dela, pois não?
Não porque o deus liberal é Mammon e esse, quanto mais internacional e sem tradições fortes, melhor.
Basta-lhe a lei. A única a que rendem culto, nem que seja para inventarem uma lei que acabe com o Estado
“:O)))))
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Senhora Dona Zazie.
Vossência deu no vinte. Pessoas muito inteligentes acabaram com o conceito de Nação, no nosso caso, a troco de quilo e meio de amendoins. Pensam que milénios de evolução humana e histórica podem acabar em 50 anos. Mas, paciência, esperemos pelo resultado final que já não parece tardar muito.
É claro que quando o pedregulho cair não vai distrinçar entre inocentes e culpados.
Respeitosamente. Este Vosso criado.
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PS – Não sei o que são liberais, mas se algum moço que se queixa da omnipotência do estado ignorar realidades como Nação e Pátria, é lá com ele
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EMS,
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Em Israel existem sinagogas em universidades públicas. Nos países muçulmanos, as mesquitas são mesmo ao lado ou por vezes dentro dos campii. Não sendo eu católico, não vejo por mal que hajam capelas em universidades públicas, desde que os alunos não sejam obrigados a frequentá-las.
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A verdade incomoda os jacobinos: Portugal é ainda um país católico. E olhe, a Igreja Católica mudou desde o Vaticano II, e se não fosse ela, o País iria abaixo na acção social. Não são os tamborelhos de esquerda que andam a fazer IPSS por aí. Muitas delas são fundadas e geridas por bons católicos.
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O Roman Polansk andou a martelar uma menina de treze anos. Onde está a indignação geral? A estas horas andam todos a chorar pelo génio incompreendido e a dizer que faz parte do seu génio criativo fazer estas aberrações. Onde estão os critérios iguais? Já agora, porque raio é que acreditar em Deus é uma prova de pouca inteligência? Será que não é necessário ter muita inteligência para acreditar esclarecidamente em Deus e pautar a sua vida voluntariamente pelos ensinamentos de Cristo, assumindo as nossas falhas?
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Não me consta que os broquinhas de esquerda tenham muita inteligência. Basta ver o modo como deixaram os países que consideravam ser o paraíso dos trabalhadores, e por estes frutos os vamos conhecendo.
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Pine Tree,
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Diga antes que nos vendemos por um prato de lentilhas.
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Sérgio,
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Anda a brincar connosco, de certeza. Olhe, se eu entrasse em sua casa e lhe defecasse na sala, ou em cima da campa da sua avó, gostava e seria para sim uma brincadeira? Não me perseguiria judicialmente? Olhe que não, que aí anda a desrespeitar o meu direito de manifestação e a impor uma sharia qualquer (embora fosse sob o fiqs que seria condenado nos países árabes, que grandes pedaços de asno que nem sabem a diferença!)
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Terão os outros o direito de violar o que acho sagrado? Terei eu o direito de violar o que o Sérgio preza? Pense lá bem nisso, que àqueles idiotas não daria eu cadeia, mas um bom e humilhante par de estalos aos pais deles em público, por não terem dado boa educação em casa.
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Tonibler,
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São tão «comedores de hóstias» como você é frustrato impotente. Não lhe chamo um perfeito idiota porque hoje até estou de bom humor, mas olhe que eu tentaria esforçar-me mais se fosse a si quando estivesse com o seu namora… parceiro, ou parceira, se quiser surpreender-me, antes que a dita pessoa o troque pelo Arlindo da Costa, que é mais dado a f… a mioleira aos outros, e terá necessariamente melhores prestações.
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não vale a pena perder tempo com esses idiotas inuteis que invadem igrejas em espanha ( na Califórnia, São francisco tb são frequentes estes números…), nem com os idiotas que aqui os apoiam com comentários imbecis.
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São uns heróis!!!
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Para se chegar à Tolerância leva muito tempo e elaboração mental,
para se apedrejar autocarros basta um bêbado levar atrás um bando de idiotas . . .
(ou um *dirigente* clubista açular os seus *cães*).
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Por exemplo, irem brincar com merda…
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Só um inócuo aparte : com o Bambi, o ambiente aqui ao lado regressou aos anos 30. O imbecil conseguiu , de uma vez só, tornar “casus belli” a questão religiosa, a questão linguística e a questão dos “nacionalismos”, que a transição, levada a cabo por quem conhecia (e,muito justamente, temia)
a histórica e dura intransigência espanhola (seja de que lado fôr) tinha equilibrado com tacto , realismo político e sentido nacional.
Com estes “cantamanãnas”,ignorantes ,frívolos e muito “progres” ( instrutivo ler as crónicas semanais de Pérez-Reverte, no XL Semanal),´será uma mera questão de tempo assistirmos a mais um “pronunciamento” dos vários que ali têm tido lugar desde 1812 – e sempre com os mesmos resultados.
O mais conhecido, e também o mais recente, deu-se, se não me falha a memória, entre Julho de 36 e o primeiro de Abril de 39 – facto verídico, apesar da data…
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Bolas, oh Colaço, você tem que passar a meter uma maionesezinha nessas hóstias para descerem melhor. Que mau humor…
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Se o protesto – exgerado e desrespeituoso, diga-se – era contra capelas nas universidades e se não há mesquitas nas universidades…
como é que se chega a esta estúpida conclusão?
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