perigosa e cara
8 Abril, 2011
Ficamos agora a saber, pelo vereador Sá Fernandes, que os trabalhos sobre o magno e transcendente problema das toalhas, ementas e guardanapos das esplanadas da baixa de Lisboa decorrem, pelo menos, «há um ano» e, pelos vistos, ainda não terminaram. Dada a grandeza do assunto, é natural que o mesmo esteja a ser discutido em cimeiras diplomáticas, estudado em academias científicas, dissecado por especialistas variados e, naturalmente, acompanhado pela mais fina flor da tecnocracia da Câmara de Lisboa. Os resultados de tanta ciência já são conhecidos: toalhas de «cor única, sem motivos ou padrões» e ementas em formato máximo de A4. Esta gente, para além de perigosa, sai-nos cara.
91 comentários
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Vai uma aposta que há ciganice pelo meio?
Tem de haver. Esta gente é tarada mas não dão ponta sem nó.
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Corja de estalinistas psicóticos.
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Fiquei chateado com a minha mulher, é já a minha terceira. Naqueles jogos de sedução começou a dizer que o Sócrates devia ser bom na cama e tal e que o Passos também, e eu fiquei chateado. Até nem é pelo facto dela gostar dos dois na cama, eu sei que eles não tem pedal para esta deusa dos lençóis. Estou chateado pelo facto de nem um nem outro valerem um chave lho, podia ter escolhido outra dupla.
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Este não era o Zé que fazia falta… agora percebemos para quê!
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o sa fernandes mais o costa também não, eram cores a mais.
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agora estes querem tudo igual, lá se vai o livro do camasutra que me deixaram na caixa do correio. Temos de mudar de vez em quando.
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Quando efectuarem um estudo semelhante, mas sobre o papel higiénico, passa a ser oficialmente um assunto de m€rd@.
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Perigosa? Estalinista? Eles são é BURROS! E devem ser tratados pelo nome.
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É preciso justificar o ordenado dos assessores, secretarias, motoristas.
Logo têm de parecer ocupados : escolher as cores dos guardanapos , a lista não pode ter tamanho maior que A4, etc. etc.
E dê graças por não terem contratado o Boaventura Sousa Santos para um estudo comparativo sobre a etimologia nos menus alimentares e calorias consumidas…
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Claro! são burocratas com a tara europeísta e isso não é retrato algum de estalinismo.
Estes pavlovianos nem sabem ler. Nem viram que o único estalinista declarado até foi contra.
Isto é uma pancada da “modernidade”. A mania que assim passa tudo por bué de cosmopolita e civilizado. E tem de ser tudo normalizado e legislado para “deixar obra”.
Foi com estas pancadas que se criou a Proteste. A proteste com a Deco foi o início. Agora fazem spam e vendem a merda que catalogam nos outros.
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Sugiro que somem o que já custaram as ciclovias mais as quintas ecológicas ( a de Campolide está linda e viçosa) e depois com bolinha vermelha mostrem o número.
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E sim, também têm de justificar mais tachos e “tecnocratas de toalhas”. Começaram com os arranjos florais a estragarem as praças das cidades, mais as centenas de palmeiras a fazer de qualquer terriola uma Acapulco e agora atiram-se ao que resta- aos guardanapos. E aposto que limpam as beiças a muito contrato de toldo de pano cru.
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Há uma terra que merecia uma reportagem nos jornais, caso tivéssemos jornalistas- Santa Cruz. A Câmara é de um cigano xuxa desde sempre. Há décadas que o tipo não arreda pé.
Pois vejam os arranjos de madeira que inundaram aquilo. Um madeireiro conseguiu exclusivo de plantar pauzinhos, sebes, caixotes de lixo, corredores de ciclovia e até uma espécie de totens a obrigarem os carros a darem umas micro voltas só para justificar o pau de meio metro espetado junto à praia.
Uma anedota total.
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Mas, por falar em pano cru e toalhas lisas… quem é que autorizou aqueles “cogumelos” de plástico às cores, a fazerem de bancos e porta arbustos, junto ao Cais do Sodré?
Isso não conta? é que é cá um folclore que faz favor. Deve ter sido concurso que saiu na rifa ao primo dos toldos e das toalhas de mesa.
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o costa tem de mandar o sá fernandes á do irmão sa fernandes aquilo é que é um par de jarras. eu acho que as toalhas deviam ser de papel para se usar nas sanitas. então com a cara do sá fernandes estampada era mais ecológico.
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oh senhor sá fernandes desculpe lá qualquer coisinha, e tenha cuidado com a comida está a ficar anafadinho tal qual o ferreira do amaral, defender o regime que nos dá pão é que é oh zé.
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Em Portugal desconfio sempre destes exclusivos. Mas em teoria está certo. Os centros históricos tem que ser requalificados, (tem que se mexer na lei das rendas), com o dinheiro do TGV e do novo aeroporto para dar trabalho às nossas pequenas e médias empresas que criam postos de trabalho.
A verdade é nas grandes cidades do mundo as fachadas são propriedade pública e não dos donos. O que seria Paris se os prédios do centro não tivessem as varandas sempre pintadas? Ou de Londres se os bairros victorianos tivessem marquises de alumínio? Ou se fizessem nos pátios uns anexos com rede de galinheiro e chapa ondulada para a roupa (de marca) não apanhar chuva?
Nos países civilizados as câmaras mandam a sério nos espaços públicos. Lá também lhes chamam fascistas ou estalinistas? Provavelmente cidadãos evoluídos agradecem que as autoridades os defendam dos guarda-sóis da super bock no Terreiro do Paço.
E já agora; quando haverá a coragem política de proibir os horríveis estendais de roupas espalhados pelo país, atentados à paisagem urbana? Nas grandes cidades do mundo é PROIBIDO, ponto.
Por cá é o ex-libris da nossa pobreza e iliteracia.
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Aqui há uns gagos e uma gaja, ou uma galdéria (sei lá!) que estão a criticar a limpeza, higiene e organização da Baixa de Lisboa!
O que é que vocês querem? Que a Baixa de Lisboa seja uma coisa «very tipical» cheia de esterco, mosca, toalhas sujas, ementas gordurosas, empregados com bigodes «à benfiquista», cabelos e barbichas passa-piolho?
Querem que a Baixa de Lisboa se transforme num mercado agrícola e de aves de capoeira de Port-au-Prince?
Quando vocês visitam Londres, Paris, Zurich, Genéve, Luxemburgo,etc., vêm a porcaria e o mau serviço que se vê em Lisboa?
Vocês querem ser europeus ou beduínos?
(Podem responder amanhã, se a esta hora tiverem com alguma «botella» na mão…)
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Arlindo da Costa,
Ó palerma: um ano…um ano…um ano!
Queres que faça um desenho ou demoras um ano a entender?
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O impotente: -Ó Dr Arlindo da Costa, eu demoro um ano a vir-me de cada vez que fodo com a minha mulher….
Dr Arlindo: -Meu gand’a cabrão, o que é que tu queres? Queres deixar de foder? Queres que deixemos todos de foder? Achas que numa sociedade desenvolvida como a nossa não se devia foder? Deves ter a mania que somos todos eunucos, pá, vai mas é para casa e não chateies, sub-desenvolvido de um estupor!
Tanta prosa ordinária para tão escasso e merdoso conteúdo.
Ao menos que desse para rir….
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A Isabel é uma Estalinista do Gosto contra a Diferença. Odeia a diferença e a variedade.
“Lá também lhes chamam fascistas ou estalinistas?”
Onde você julga que nasceram as mais odiosas ideologias do Mundo?
Foi na Europa. Na Europa que nasceu a serpente. Paris aliás tem extraordinárias culpas no cartório.
Que mal é que têm os estendais da roupa? é tão sensível que lhe afecta a vista?
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Já agora que tal uma Lei para defender o corte, côr, tamanho da roupa que a Isabel pode levar para a rua. E a Câmara obrigar cada um de nós a vestir roupa similar ao Sec XIV ás Terças, XVI ás Quartas, XVIII ás Quintas para sermos uma cidade “típica” ?
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Premissas socialistas :
1º Regulamentam-se
2º Taxam-se
Como depois não funciona Subsidiam-se.
Tudo isto como muitos assessores , comissões , experts e outros boys…
E depois quando chega a bancarrota dizem que os culpados são os credores !!
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Que perfeita idiotice! Virá o dia em nos dirão o que vestir para andar na rua… Já faltou mais.
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Esse Fernandes tem saído caro ao país e a Lisboa. Esse gajo além de parvo é parvo. Já agora, não quererá regulamentar a contratação de empregados eunucos para evitar assédios às turistas?
Palhaço.
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Ó Arlindo, tens alguma coisa contra os beduínos?
Já agora, foste alguma vez a Londres, Paris, Zurich, Genéve, Luxemburgo? E viste toalhas da mesma cor e porta-guardanapos em inox nos cafés e restaurantes, dessas e de outras cidades não-beduínas?
Se alguma vez fores a Istambul, na Turquia – não confundas com beduínos de outra origem – Repara na beleza das esguias, coloridas, cheias e barulhentas ruelas e mercados de rua dessa cidade. Isso é cultura, algo que para ti deve cingir-se às palavras cruzadas de um diário qualquer.
Por último, organização é uma coisa, limpeza é outra, percebeste ou queres que faça um desenho?
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No dicionário arlindense sá fernandes lê-se asae.
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Se queres continuar a ouvir os discursos do Sócrates e a pagar o gasoil do BMW do Sr Governador Civil, não exites.
VOTA PS.
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Ó Arlindo da Costa , não era necessária tanta demagogia. Ninguém está contra a limpeza e hegiene da Baixa de Lisboa. Estão é contra a polícia de costumes destes novos educadores do povo. E já agora gostava que me esclarecesse essa coisa dos bigodes à benfiquista. É que eu uso bigode e não gosto de futebol.
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Ó Isabel,
Que raio tem o alumínio a ver com toalhas e toldos?
E sabias que em Londres há marquises de alumínio em bairros vitorianos?
Pois há. São os centros para idosos e casas para quem vive do RSI de lá.
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Estes tipos nunca foram mais longe que Badajós. Nem devem saber o que é Canden Town ou mesmo Berwick Street com comida na rua sem a menor preocupação de ASAEs.
http://cocanha.blogspot.com/2008/09/asae-um-tigre-de-papel.html
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http://co canha.blogspot.com/2008/09/asae-um-tigre-de-papel.html
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O imbecil que mostre as fotografias dos Açores que é de lá que ele é.
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“Pois há. São os centros para idosos e casas para quem vive do RSI de lá.”
É isso mesmo que nós somos. Os idosos da Europa a vivermos do RSI. Não admira por isso que as nossas cidades europeias sejam o retrato duma imensa barraca, com a roupinha na corda e telheirinho para por o mercedes e se não houvesse estalinistas por aí já tinham montado a barraca das cassetes pirata no Terreiro do Paço.
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Vejam como a Europa nos vê…
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Uma coisa gira por essas esplanadas terceiromundistas,
são os guardanapos de papel.
Quando há uma réstea de vento,
é vê-los a esvoaçar pelas montras.
A minha tia Geraldina encontrou um
num monitor do multibanco,
onde estava estava escrito:
“Ai lave you”
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Os ArlindIsabeis é que têm razão. Não lhes chega o seu líder ter posto o país na bancarrota, os portugueses na miséria: têm de justificar que a miséria é uma coisa boa, todos devemos lá estar, quem não estiver na miséria não obedece aos padrões de cultura e estética. Veja-se bem que para este(s) a miséria não é só falta de dinheiro, é antes falta de qualquer linha de pensamento que saia dos ditames do seu grande líder. Foda-se, que quase me irritei!
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Ó Arlindo, ai dar banho ao cão!
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Ó Arlindo, vai dar banho ao cão!
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Vai passar o suposto triunfo dos porcos, a que estamos a assistir este fim-de-semana.
A arenga do cevado-mór, ontem à noite, fez a suinada, de focinho na pia das bolotas, juntar as patinhas da frente, esperançada em que tudo continue como de há seis anos a esta parte.
Vão ter, tanto o dito suíno-chefe como a sua vara, uma grande surpresa. É cá uma fé.
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Fredo
Que tiro na água. Socialista eu? A CULPA de Portugal estar como está é de ter eleito sucessivamente os partidos do Centrão.
Por isso temos as cidades e aldeias a cair de podres, povo iletrado, investimentos sem retorno a médio e a longo prazo e a falta de um projecto, de uma linha de orientação para atingir um determinado modelo económico.
Estamos desde o 25 de Novembro a ser desgovernados pela implementação de medidas avulsas e desgarradas sem visão de futuro, alimentando novos-ricos.
E ainda nos querem impingir um TGV e um aeroporto, quando o país que devia apostar no turismo cuidando do seu património, para distribuir benesses pelos boys.
FORA com o Bloco Central
Há demasiado tempo a DESTRUIR Portugal.
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Só nos restam 3 apostas.
A agricultura, promovendo a vida no campo já com uma qualidade “urbana”.
As pescas e os desportos de mar.
E a requalificação total do património urbano e rural, limpando, pintando, reparando, criando regras urbanísticas de construção adaptadas a cada região, para que do aeroporto a qualquer hotel de 7 estrelas não se tenha que reparar na sub-urbanidade cultural dos nossos políticos, visível na paisagem.
E por favor, proíbam os estendais de roupa. Até Barcelona, cidade mediterrânica, já os proibiu.
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Só para ilustrar o Portugal que nos fizeram…
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Isabel,
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Entre o 25 de Abril e o 25 de Novembro fomos um manicómio experimentalista em gestão participada.
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O património e o território foram efectivamente lixados pelos construtores civis, e metade deles deveriam ter sido banhados em ácido sulfúrico, juntamente com os comunistas que nos quiseram escravizar e sovietizar. No entanto, porque raio é que as ementas têm de ser no máximo A4? Há alguma razão técnico-psicométrica para isso?, ou faremos como Salazar, que até o número de sardinhas por lata pôs em força de lei?
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E SE TODOS FALÁSSEMOS MENOS E EO ASSUNTO FOSSE TRATADO COM UM TACO DE BASEBOL (DE ALUMÍNIO) PELOS CORNOS ABAIXO???
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É de inspiração socrática: «os fotógrafos no congresso do PS terão sido impedidos de fotografar José Sócrates a uma distância digna. O Diário de Notícias foi o único a publicar a foto oficial tirada pelos fotógrafos do partido…, Espera, espera, as fotos do DN estão assinadas GPM, ou seja, gabinete do primeiro-ministro. É pior do que eu pensava…»
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M. D.,
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A cabeça dura de um socialista é resistente a tacos de alumínio. Basta ver a consistência do capacete da Maria de Belém Roseira.
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…e até a nossa “aisossaiati” está ao nível…
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JP,
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Não me digas que é ainda nesta década que tenho de seguir as pisadas do meu pai e ser preso pela PIDE?
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GPM não siglava Gafes, Petas e Mentiras?
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Os guardanapos de papel esvoaçando pela baixa pombalina
são mais que as pombas.
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FRANCISCO:BEM ASSENTE JURO QUE NÃO.PROPONHO QUE SE FALE MENOS E SE PASSE Á ACÇÃO!
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Francisco Colaço
Se nós temos tido governos que não têm acautelado o interesse nacional porque estão ao serviço de interesses estrangeiros, se o que os mantém no poder é o marketing apostando na imagem, porque não começar a cuidar da imagem do país para ajudar a vender os nossos méritos lá fora ou seja a exportar os nosso produto turístico?
Eu defendo que haja um plano municipal de urbanização, com regras claras a cumprir, que vão desde a integração das urbanizações na paisagem até à cor do guardanapo. Tem que ver com um desenvolvimento competente, profissional e rigoroso e não com estalinices.
A questão aqui é que deve ser mais uma medida avulsa para dar comissões aos irmãos (do partido, claro) e não o princípio de uma “profissionalização” das políticas do ambiente, fundamentais à nossa grande indústria de futuro, ainda insipiente, que é o TURISMO.
Sejamos exigentes com a qualidade da qual a imagem é um sinal exterior relevante.
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ISABEL,QUAL É O OUTRO LADO?JULGUEI QUE FOSSE A DUAS DIMENSÕES DE PREGAS NOJENTAS QUE JÁ NENHUMA CIRURGIA CONSEGUE DISFARÇAR.
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Isabel,
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Não estou contra linhas de estética das esplanadas se forem voluntárias e de adesão opcional. Veja que os bazares de Marrocos são as epítomes da organização caótica e nem por isso Casablanca ou Marraqueche deixam de ter turistas.
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É claro que prefiro toalhas de pano a guardanapos de papel, e prefiro guarda-sóis desmarcados a estúpidos anúncios a cervejas ou refrigerantes. Impô-los é que não me dá gosto. Poderíamos, sim, criar linhas estéticas recomendadas, e deixar que os comerciantes as impusessem a gosto.
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Por mim, detesto mesas de plástico, toalhas de papel ou resguardar-me do Sol num palafrenário. Prefiro votar com a carteira pelo bom gosto. Se os portugueses tiverem esse gesto, garanto-lhe que:
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1) As esplanadas de mau gosto desaparecem;
2) As esplanadas de bom gosto impôem-se por si;
3) Não haverá necessidade de regulamentos e leis avulsas;
4) Ninguém esbracejará ou gritará os ipirangas do presente;
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Lembre-se de que se os portugueses não quiserem votar com a carteira, o mau gosto continuará, pensando leis, regulamentos, multas, estipêndios e outras achegas governamentais. Olhe, veja em quantos cafés, mesmo com o símbolo vermelho, se fuma hoje.
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Não frequento cafés e muito raramente esplanadas, porque não gosto desse meio de perder tempo e vida. Voto com a carteira, e se tiver de usar uma esplanada, que ao menos não me sirvam em papelotes.
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M.D.
O que eu entendo disto é que o retrato ou a imagem exterior do socialismo, o que verdadeiramente querem que sejamos e tenhamos como modelo é PATÉTICO.
Quando o PSD ganha as eleições o “novo riquismo” é mais acentuado. e a competição pelo melhor carro da rua mais agressiva.
Isto é de tal maneira grave que o melhor mesmo é fazermos como sempre ou seja fazer de conta que não vemos.
Por não querermos ver, chegámos aqui…
Está na hora de correr com o Bloco Central
Há demasiado tempo a destruir Portugal
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Francisco Colaço
Você tem a possibilidade de escolher o bom gosto. Provavelmente em sua casa a alimentação estava assegurada pelo que podiam falar de outros assuntos interessantes Á mesa tais como música, literatura ou política. Nos intervalos também se falaria da vida dos outros ou não, mas haveria talvez uma preocupação pelo conhecimento de outras vidas outras formas de estar e terá siso essa aculturação que lhe criou a necessidade pelo bom gosto, certo?
Ora, os portugueses até bem pouco tempo ou eram pobres ou a maioria era rural, o que não significando ser pobre, significava ser frugal e poupado para poder fazer face aos anos maus. Essa ruralidade era bastante microcósmica o que lhes retirou a possibilidade de comparar outras culturas.
Isto para dizer que o povo português tem algumas deficiências a nível do bom gosto; facto.
Por isso deve ser ajudado por pessoas a quem delegaram várias formas de autoridade pelo voto.
A questão aqui é que para votar bem o povo precisava de estar mais aculturado o que não tem acontecido e já será tarde.
Não me choca que os partidos que têm a maioria dos votos decidam tirar o sal ao pão. A mim choca-me é que haja quem vote em políticos que chegam a esse detalhe.
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“à mesa”, obviamente.
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Isabel,
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Realmente patos bravos e novos ricos destroem este país com colunocas gregas nos jardins e estátuas à romana da Vénus em cântaro, com as dias glândulas mamárias de fora e sem necessariamente estarem ligadas ao circuito de água. Ou, em zonas sem neve, de telhados inclinados a 60°, como viram na Belgique e na Frrance (grafias intencionais). O mau gosto é quase sempre directamente proporcional à primeira derivada dos rendimentos disponíveis.
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Se fosse o mau gosto crime capital, a hecatombe que se produziria sobre este país seria pior do que a Peste Negra.
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Fosse a estupidez uma doença terminal, resolvíamos de vez o problema de ter de aturar a peçonha do Francisco Louçã, do José Sócrates e do Pedro Silva Pereira. O Francisco Assis, embora afectado permanentemente pela doença, poderia recuperar a caldos de galinha e muito repouso, mas a Heloísa Apolónio teria neste caso hipotético que ser enterrada em urna de chumbo, prevenindo-se o contágio.
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Pode ver pelos comentários dos nossos socialistas de serviço neste blogue que a estupidez é de facto uma doença altamente contagiosa, mesmo se não terminal, e que grassa e fervilha pelo Largo do Rato. Esperemos que a maioria do eleitorado não a apanhe, e por isso sugiro o isolamento total do Largo do Rato, e a cura através de caldos de canja de Coelho (na falta de melhor remédio neste momento).
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Coelho é o candidato do “sistema”. Nunca teria sido eleito se não fosse para servir os barões e os baronetes. Daquele mato (PSD) não sai bom coelho…
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Isabel,
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Pode recear que o coelho vá roubar as cenouras na horta, mas desengane-se. A praga de ratos foi tão intensa e tão extensa que da casa, das vedações, dos celeiros e dos plantios já quase nada resta.
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O que estava no celeiro foi devorado e o pouco que resta na horta mirra por falta de água. Mesmo assim, o senhorio da horta vai cobrar a renda e levará o pouco que ainda medra,
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Perante a praga de ratos, preferia pô-los a todos portas fora (estou inspirado, caramba!) Não estando as portas prontas para serem abertas e dar saída aos ratos, e não tendo gatos que se atrevam a lutar contra a chusma, há que usar o coelho que estiver disponível.
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Pode ser que a Democracia Cristã, razão da prosperidade de toda a ex- Europa possa ter finalmente uma oportunidade em Portugal.
Foi a única ideologia, o capitalismo social, que ainda não esteve no País a implementar o seu projecto. Os outros modelos já provaram o seu falhanço. É o que nos resta. O voto em branco ou é arrasador ou é engolido. Mas entre sair de casa para votar em branco ou ficar no bem-bom, o “tuga responsável e informado” fica no bem-bom o que faz com que o Centrão volte a ganhar cada vez com menos votos.
E o maior inimigo de Portugal neste momento é o Centrão não o PCP, (sim porque o BE é patético).
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ihihih
Discute-se BCBG.
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Isabel,
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Diz-se implantar. Implementar é um neologismo bacoco.
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Francisco Colaço
🙂
Mesmo assim não acredito no Coelho. Ele até veio da Jota…
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Isabel,
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Quem não caça com cão, usa o coelho. Afinal se se dá gato por lebre talvez se possam esconder as orelhas, fazer uma cauda falsa, e fazer o coelho passar por gato para espantar a ratariça que por aí popula.
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Eu posso emprestar a Joana e a Catarina, as minhas gatas. A Catarina é amputada de uma perna (encontrámo-la com a pata esmagada e levámo-la ao veterinário antes de ficar com ela), mas é tesa com os ratos.
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FRANCISCO & ISABEL
E SE EM VEZ DE TANTA PROSA ….TACO DE BASEBOL NOS CORNOS!
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PODEMOS REFERENDAR A PROPOSTA DO ZÉ?SÓ PARA ENTRETER…
NAS ESPLANADAS DA BAIXA :
.HOMENS SÓ C/ BOXERS SAVILE ROW
.MULHERES SÓ COM FIO DENTAL YSL
PERDÃO POR CORTAR A ONDA BCBG!!
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EM VEZ DO TACO DE BASEBOL,PARA NÃO FICAR ATRÁ DA ISABEL,POSSO EMPRESTAR O MEU PITBULL DE 60 KG….
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M. D.,
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A sua pergunta faz todo o sentido, e merece uma resposta. Primeiro, é muito mais engraçado fazer prosa satírica, e derrubar os patos socialistas (que têm um alvo inscrito no seu perfil pelas suas prosápias e lógicas imperfeitas) com a pressão de ar da verificação da verdade. Ainda não levei um urso de peluche, mas isso é porque os alvos são tão grosseiros que a glória de os derrubar é mínima, e tenho de me contentar com um porta-chaves usado dizendo Cavaco a Presidente.
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Em segundo lugar, quando acertar em todos os socialistas com o seu taco terá na verdade quase duplicado a função pública deste país. Além de o país não ter stocks suficientes de Aspirina e de Tylenol para tanta dor de caixa corneana, o M. D. não tem dinheiro para comprar o número de tacos necessários para assolapar tantas cabeças e tão duras. Prevêem-se aliás um número de golpes bastante maiores do que o seu braço poderá dar apenas para quebrar a laca do penteado da Maria de Belém.
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Terá por fim de admitir uma chusma de novos médicos meurologistas, enfermeiros, auxiliares de acção médica e administrativos, e de duplicar o número de centros de saúde, para gáudio dos construtores civis e dos cubanos que querem deixar o paraíso de esquerda onde vivem para se embrenhar no inferno capitalista europeu. Por isso, por cada socialista em que acertar, cria mais um funcionário público, excepto no caso do José Sócrates. Neste último caso terá de criar pelo menos cinquenta empregos, dado que aquele melão é tão grande que da última vez que aparou o cabelo embotou duas lâminas de auto-corta-relvas Black & Decker.
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M. D.,
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Com a obesidade que existe em Portugal, corre o risco de, ao ver a generalidade das mulheres em fio dental (este escondido pelas carnes), se converter de vez ao celibato.
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Pense bem!
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Estas bestas com a mania de organizar as vidas dos outros… Só a tiro!
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FRANCISCO,NÃO DEIXA DE TER RAZÃO…
MAS CONTINUO A ACHAR QUE ISTO NÃO VAI LÁ COM PALAVREADO E BOAS INTENÇÕES.DEVO TER HERDADO ISTO DE UM TIO AVÔ QUE ANDOU ENVOLVIDO NAS ESPADEIRADAS DO INÍCIO DO SÉCULO VINTE.
O QUE É CERTO É QUE AS COISAS,PARA BEM OU PARA MAL,SE RESOLVIAM RAPIDAMNETE E,NÃO CONSTA QUE OS VISADOS QUISESSEM REPETIR A DOSE!
NO ENTANTO,SE PREFERE OUTROS MEIOS,TÁMBÉM DEFINITIVOS EPARA OS QUAIS NÃO HÁ AAS,PARACETAMOL OU NEUROLOGISTA QUE VALHA…MANTENHO EM ABERTO A OFERTA DO MEU PITBULL.
EM RELAÇÃO AO FIO DENTAL.TAMBÉM NÃO SEJA DE EXTREMOS,AINDA HÁ CONTEÚDOS QUE FICAM BEM NELE!
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SÓ POR CURIOSIDADE,O SEU PORTA CHAVES USADO TAMBÉM NÃO O TEM DEIXADO UM TANTO ÁQUEM DAS EXPECTATIVAS???
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M. D.,
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Não sou de extremos quanto ao fio dental. Agora, imagine ver a Odete Santos de fio dental e tenho a certeza de que acabou com a felicidade conjugal da sua esposa pelo menos até ao fim do ano.
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É claro que se eu escrevesse o que o M. D. escreveu sobre os fios dentais, teria de dormir pelo menos um ano no sofá.
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SÓ POR CURIOSIDADE,O SEU PORTA-CHAVES (SE JÁ NÃO TEM TRAÇO A D.DILMA ZANGA-SE E JÁ NÃO COMPRA DÍVIDA AO PESSOAL) USADO TAMBÉM NÃO O TEM DEIXADO UM TANTO AQUÉM DAS EXPECTATIVAS???
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M. D.,
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Votei no Presidente Pato porque as outras bestas que concorriam eram uma ordem de magnitude piores, cheias de peçonhas várias ou capazes de transmitir doenças infecciosas. Lá estou eu com o meu porta-chaves a badalar no bolso, e não estou completamente descontente. Tenho a certeza de que qualquer outro porta-chaves teria a chave da caixa de Pandora versão portuguesa: Sócrates até ao fim da legislatura com vontade inaudita de roubar devido a saber que o seu tempo estava no fim.
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Nesse caso, era eu mesmo que o ajudava a bordajar essas pessoas. Tenho um drive de golf (9°, tolerância) que faria bom bar com o seu taco.
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ACHO QUE ESTE POVO TEM DE ACORDAR E VOLTAR Á GENICA DE OUTRAS ERAS.DE OUTRA FORMA NUNCA NOS VAMOS VER LIVRES DE ROSAS,LARANJAS,AZUIS,VERMELHOS,VERDES E,TODOS OS MEIOS TONS QUE SÓ DEFINITIVAMENTE (CONSIDERE EM BOLD) APAGADOS DAS ESTATÍSTICAS,PODEM GARANTIR ALGUM “AVENIR” AO QUE RESTA DESTE PAÍS (?).
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M. D.,
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Pior do que um país com maus políticos é um país onde eles não têm poder, como vi quando vivi em Kinshasa, na República Popular do Congo.
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Em todos os partidos há gente séria. Lembre-se disso. Podemos partir a cabeça aos outros.
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ADMIRO A SUA RESILIÊNCIA (PSICOLÓGICA).
VOLTAREMOS A ENCONTRAR-NOS POR AQUI…
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Ou muito me engano ou esta Isabel que apareceu hoje aqui é uma gaja que eu conheço, bem como ao pai, coitado, que tem um desgosto enorme (ele e o resto da família) de ela ser assim.
O pai, que é conhecido pela ponderação (vem do tempo da outra senhora…), ainda conseguiu que a gaja acabasse o curso e ficasse lá pela faculdade como assistente… Mas incutir-lhe juízo na cabeça, isso é que não. Nem com fortes doses de calmantes…
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Não é nada, que burrice.
Essa agora é mais aspirina.
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Da-se,
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Perdeu uma excelente oportunidade de mostrar reserva sobre os seus conhecimentos. Das duas uma, ou a Isabel é quem pensa e o Dá-se é deselegante, ou não é e então portou-se como um verdadeiro asno.
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Discuta as ideias, não as pessoas. Use de sarcasmo, não ofenda pessoalmente. Casque-lhe forte e feio, se o entender por bem, mas abstenha-se de revelar pormenores que, aliás e segundo as suas palavras, não sabe se são verdadeiros. Revelar, ou pretender revelar, relações familiares coloca-o ao nível de um José Sócrates Pinto de Sousa, alguém de muito má memória e de fama pior que a do Bibi da Casa Pia.
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De qualquer maneira, a ofensas públicas, desculpas públicas.
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Não uso eu o meu apelido nestes espaços para não levantar dúvidas sobre as minhas homónimas que para além de não me conhecerem de lado nenhum, não têm culpa deste meu mau feitio.
E porque não uso o apelido há-de haver logo um professor Karamba que vem para aqui adivinhar a minha progenitura.
E não, eu não sou socialista.
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Será que a malta lá pela Câmara de Lisboa não tem mais que fazer? Esta história da harmonização das esplanadas é completamente anti-Lisboa, caracterizada exzactamente pelo pitoresco e diversidade das suas manifestações. Fora com o Zé!
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Essa coisa do «very tipical»: fados, touradas, garraiadas, cuspir pr’ó chão e vender quinquilharias pelas ruas de Lisboa, isso tem de acabar.
Queremos ruas asseadas, limpas, nada de chungaria, de rafas e rafeirices.
Como na Alemanha, onde também vivi.
Se vocês, tugas desdentados e porcos, achais que a Alemanha é o exemplo a seguir, então que se comportam como alemães.
Ou sejam, que sejam disciplinados, pontuais, organizados, poupados e trabalhadores.
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Nós portugueses somos um povo deprimido. Nunca estamos satisfeitos e o estado de alma é a lamúria tão bem projectado no Fado.
Como é próprio dos estados depressivos a auto-estima baixa, a força de vontade é nenhuma e a tendência para abandalhar é consequente.
Mesmo sabendo que a grande maioria dos portugueses anda a xanax, o que justifica as sucessivas vitórias do Centrão, é preciso uma força do exterior que obrigue a “levantar da cama” e a viver.
Talvez por isso os alemães não sejam deprimidos. Não têm tempo para isso estão a trabalhar, porque o dever e a ordem (palavra nazi) os obrigam a isso.
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Ó Francisco Colaço, vai mas é comer onde comem as galinhas, como é teu costume:
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Da-se,
.
Ainda não fez a decência de pedir desculpa a quem ofendeu. No meu caso, dispenso as suas desculpas. Sou demasiado bonómico e desinteressado para ser ofendido. E nem sequer me dou ao trabalho de usar pseudónimo, note-o.
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Olha, Francisco, tenho de ser mais directo: vai à merda!
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Da-se,
.
E continua sem pedir desculpas a quem ofendeu.
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Repito: vai à merda!
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> então que se comportam como alemães
Torna que não deixa organiza-se uma guerra, invadem-se uns países, e exterminam-se uns indesejáveis?
Ou fica-se só pela tara da pornografia escatológica?
“Inquiring minds want to know”, etc.
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