Precaridade? Acaba-se já com ela:
20 Abril, 2011
Contratos de trabalho passam a ter todos duração ilimitada. Rescisão/despedimento passa a ser livre.
44 comentários
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Contratos de trabalho passam a ter todos duração ilimitada. Rescisão/despedimento passa a ser livre.
E onde é que essa (suposta) medida acabava com a precaridade?
Já está anotada!
Obrigado.
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Receio não estar a dizer nenhuma inverdade, mas o «mercado laboral» em Portugal é o mais liberalizado em todo o Hemisfério Norte.
Já tive muitos trabalhadores e nunca tive qualquer dificuldade em despedi-los. Ora, através de contrato a prazo, ora quando eles me chateavam; ora quando chegava mal disposto ou quando alguns iam sorrateiramente à fruta quando não à caixa.
Se os nossos «liberais» tugas querem insitucionalizar a escravatura, então por que é que não a propõe em forma de Lei?
Aliás, a escravatura nos séculos XVI, XVII, XVIII e XIX, foi uma das medidas «económicas» que mais contribuiram para a produtividade extraordinária do Brasil, dos EUA e dalgumas potências coloniais europeias…
Escravatura? Why not?
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Resultado a curto prazo: índice de desemprego baixa para os 5% num ano, aproximando-se do da Dinamarca que já adoptou há alguns anos essa mesma medida.
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20 de Abri de 2011, não espero ouvir o Paulo de Carvalho numa qualquer rádio portuguesa esta noite:
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“Salários do Exército deverão ser pagos amanhã
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O Ministério da Defesa não explicou o atraso, mas o Estado Maior do Exército foi informado de que os salários serão pagos amanhã.”
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In http://economico.sapo.pt/noticias/salarios-do-exercito-deverao-ser-pagos-amanha_116435.html
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O Cavaco Silva já deveria ter chamado ao seu palácio no responsável da tutela para o informar que os militares são um dos pilares do regime. E convém não os desprezar desta forma, pois serem discriminados em relação ao resto do Estado é, além de vergonhoso um mau precedente.
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E, já agora, avisar o ministro-filósofo que o 25 de Abril teve como causa mais premente e imediata as questões salariais. E não apenas motivações políticos. Até o Otelo o reconhece hoje em dia.
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Quem vos avisa, amigo é.
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Contratos de duração ilimitada, mas com despedimentos livres e sem custos, é o mesmo que contratos a prazo a termo incerto ( a mais enganadora modalidade contratual). A medida proposta presume que empregador e empregado possuem o mesmo poder. Quer dizer que o empregador pode acumular lucros durante décadas e depois, por haver uma quebra na procura e nas receitas, despedir trabalhadores, sem qualquer compensação.
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o bagaço acha (talvez por excesso da bebida), que o empregador-capitalista acumula lucros durante décadas, e depois “só pra chatear” decide acabar com a empresa, abdicando estupidamente de potenciais lucros futuros. Nem vende a empresa a outro capitalista. Fecha simplesmente a porta e despede sem indemnização. Tal qual a cartilha marxista de outro “empresário” que nunca trabalhou um dia na vida, mas escreveu sobre o capitalismo com os brilhantes resultados que se conhecem.
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“Já tive muitos trabalhadores e nunca tive qualquer dificuldade em despedi-los.”
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Pois, se o chefe do Arlindo o pudesse despedir, de certeza que já não estava aí para dizer esses disparates todos.
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Na sua óptica a alternativa a precarizar as pessoas é precarizar as pessoas, estou esclarecido.
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86% dos portugueses criticam a actuação do governo durante a crise e 64,8% culpam Sócrates – sondagem do Diário Económico e TSF
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O histérico do Sócrates tem de berrar ainda mais alto que a culpa é do PSD, porque parece que os portugueses não ouviram.
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E quando lhes disserem para dar o cu…
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Pois “precaridade” não existe, de facto. O que os dicionários registam é “precariedade”.
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O que mais me impressiona nesta nova geração de totós é a quantidade industrial de disparates que debitam por segundo.
Quando culpam a actual legislação laboral por algumas dificuldades na produtividade e investimento do país, não conhecem a vida real, o país real e a história deste país.
Em tempos, Portugal nem leis de trabalho justas e humanas tinha, e mesmo assim continuava a ser o país mais miserável da Europa.
O que alguns colegas meus «empresários» – digo «empresários» entre parentisis para não lhes chamar filhos de puta! – querem, é trabalho escravo.
Mas mesmo assim, com trabalho escravo, e com esta mentalidade e esta «nata» de «empresários» negreiros e oportunistas, Portugal iria continuar na cauda da produtividade europeia e do desenvolvimento económico.
As empresas, as corporações, as associações profissionais e patronais,etc, receberam desde 1986, milhares e milhares de milhões de euros para se modernizarem e se desenvolverem, e onde está essa produtividade e esses desenvolvimento?
Talvez nalguns jeeps, iates, férias na Patagónia ou ainda muito mais provável, nalguns off-shores anglo-saxónicos…
Pelintras e chulos são os que se arvoram em «empresários», «empreendedores» ou arautos do «liberalismo» tuga, quando nós sabemos (pelo menos eu sei) como é que a «coisa» funciona!
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pi-Erre : (Pedro?)
Ainda bem que me confirmas: precariedade, pois.
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Diz o palhaço arlindo:
“nós sabemos (pelo menos eu sei) como é que a «coisa» funciona”
Oh, se sabes! És pago para isso… De qualquer modo, é preciso o socretinismo estar mesmo a dar o berro para te confiar a sua defesa. Certamente já não havia mais ninguém.
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(…) Teria o PSD prestado um serviço ao País se tivesse defendido esta solução para o BPN. Não tivesse o cartão da administração criminosa do BPN um plafond de crédito ilimitado e o país não estaria hoje confrontado com um buraco que serve de álibi para cortar salários, abonos de família e prestações sociais”, referiu José Manuel Pureza no Parlamento (…)
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http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=480409
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Ofereçam tempo de antena a esta anedota do Arlindo da Costa/ Dr. Pardal/Anti-Chulos/Horatio Cézar= empresário com iate ao largo da costa dos Açores (há quem diga que é um desgraçadinho que vive do RSI em Rabo de Peixe) que faz mais sózinho que 100 militantes do PSD
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Pré-caridade
pois claro.
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E ao papagaio do velho Portela, idem. Estes desocupados que passam aqui dia e noite a defender o Sócrates são o melhor exemplo que a bufaria se reciclou.
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voltaste a beber, é o que é!
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Penso que este comentário foi feito por : Gabriel, o pensador…
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a partir de quando?
GERAÇÃO WINNING ELEVEN
http://migre.me/4i1QJ
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A medida é para quando?
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http://www.horizonteacores.com/index.php?option=com_content&view=article&id=531%3Acarlos-cesar-garante-que-acores-tem-folga-para-dar-apoios-publicos-para-compensar-efeitos-da-crise&catid=1%3Aacores&Itemid=162
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Viva a precariedade 🙂 https://lmmgarcia.wordpress.com/2011/04/20/agora/
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A Tina é empresária de quê?
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“A medida proposta presume que empregador e empregado possuem o mesmo poder. Quer dizer que o empregador pode acumular lucros durante décadas e depois, por haver uma quebra na procura e nas receitas, despedir trabalhadores, sem qualquer compensação.”
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Mais um que não percebe coisa alguma. Mas você julga que os empresários não incorporam os custos da lei vigente? Julga que o número de desempregados acontece porquê?
Se os empresários podem despedir quando quiserem “sem qualquer compensação” os salários passam a reflectir esse caso.
Num mercado-País onde todos querem ser empregados os empresários têm sempre mais poder que os trabalhadores.
Num mercado-País onde todos querem ser empresários, os trabalhadores têm mais poder.
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Num mercado laboral flexível, no qual seja fácil despedir, os empregadores não têm medo de contratar, logo o desemprego diminui. Quando é difícil despedir, os empregadores não contratam, pois vão ter muitas dificuldades em despedir quando a situação económica ou piorar ou quando quiserem contratar novos trabalhadores com mais competências. Quem defende a rigidez laboral que temos, apenas contribui para o desemprego dos jovens. Por outro lado, a rotatividade no mercado de trabalho permite que os trabalhadores adquiram mais competências e assim possam contribuir sempre com novos conhecimentos para as empresas em que trabalham. Além da óbvia mais-valia para as empresas, estes trabalhadores vão ter mais margem para negociar salários, pois têm mais competências (e entretanto os trabalhadores no desemprego já não abundam porque é mais fácil contratar, logo os trabalhadores têm mais poder).
Por outro lado, com a diminuição do desemprego de longo prazo, diminui o risco que é um dos entraves principais ao empreendedorismo em Portugal. O empreendedorismo diminui o desemprego, estimula a inovação e o crescimento económico, além de permitir a aquisição de novas competências aos empreendedores, que as podem fazer valer se quiserem vir a ser trabalhadores por conta de outrem.
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Eu tenho trabalho para quem quiser trabalhar 10 horas diárias, sem contrato, salário mínimo e deduzo uma refeição quente que ser-vos-á servida no refeitório da empresa.
Quem estiver interessado(a) favor contactar o Blasfémias.com (Plc).
Espero que a Tina, o Da-se e a Zazie, pessoas que fazem do ócio uma ocupação, se apresentem ao serviço.
E não me digam que estão doentes ou que vão à aldeia ver a avó que está doente…
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Realmente o que o esquerdalho quer é um emprego para a vida, trabalho nem vê-lo, foge logo dele como o diabo da cruz!
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Um trabalhador que se ache usado como escravo pelo patrão tem bom remédio: manda o patrão passear e luta por um emprego melhor ou torna-se também empresário se tiver valor para isso.
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Ó Arlindo, se eu precisasse de emprego, achas que vinha aqui perder tempo com as tuas bacoradas?
Nem de emprego nem de dinheiro, grande imbecil!
E farto-me de rir de vocês, os que ainda insistem em viver nesse país de pedintes… Há muito que optei por dar o fora.
Rói-te de inveja, ó sucateiro, perdão, socrateiro!
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Anda por ai um Arlindo á costa a escrever bacoradas como nunca vi , mas uma coisa é certa contratar alguem é que nunca fez e muito menos despediu alguem, porque se tivesse feito uma das duas tinha respeito por quem é contratado e mais ainda por quem contrata e é obrigado a despedir, sim porque ninguem despede por prazer , só se despede alguem por não ser possivel outra solução, coisa que o anormal não percebe por nunca ter passado por isso , porque até o maior filho da puta nunca mais esquecia o quanto custa despedir alguem que quer e precisa de trabalho.
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OIÇAM LÁ!!!
CAA, e os demais mentores do blog.
Enquanto estiverem repetidamente
a cortarem as minhas mensagens quando eu cumpro as exigências mínimas que devem obedecer
os conteúdos sou livre de afirmar aqui que as BLASFÉMIAS (ao comtrário do que se esperaria)
é propriedade de uns tantos tolos exclusivistas que se armam em DITADORES do bom gosto
(será só?). Portanto, democraticamente, DEMITO-ME , a não ser que justificam em pormenor a razão das exclusões. . .
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E o que interessa é ajudar Portugal, vá lá, uma esmolinha, p’ròs boys, p’rò saco azul, p’rò tgv, pòs probes… e cá prò zé mentiroso e o teixeira, caramba.
Vai por todo o lado que é blog, uma vergonha, e é sorte que o fmi ainda não leia.
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Já subi pela excelsa testa da ex Primeira Dama Sampaio-Vida-Além-do-Déficit e mesmo de sítio tão elevado não consigo ver um futuro risonho como o sorriso perene e injustificado que ela portava. Se calhar era a rir-se do Zé Povinho.
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Caro Arlindo,
“Já tive muitos trabalhadores e nunca tive qualquer dificuldade em despedi-los. Ora, através de contrato a prazo, ora quando eles me chateavam; ora quando chegava mal disposto ou quando alguns iam sorrateiramente à fruta quando não à caixa.”
A sua história como proxeneta só será interessante nos bares de putas.
Aqui é perfeitamente desnecessária, se não mesmo penosa.
Tenho pena de lhe dizer isto, mas mesmo no fim da sua desinteressante vida acho bem que alguém lhe diga isso.
Tome nota que é só para seu bem.
Cumps.
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Aposto que vai dizer que fruta quer mesmo dizer fruta.
Mas ninguém se acredita.
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Espero que isso se aplique à Função Pública.E que este sector seja reduzido à verdadeira dimensão necessária.
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Ó Carlinhos, vai lá fora ver se está chovendo….
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Licas,
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Aqui nunca teve contrato de trabalho, e logo não se pode demitir. Pode fazer como eu, e aproveitar o tempo para outras coisas mais interessantes, como trabalhar e ganhar mais dinheiro, preparar a emigração, ou no meu caso ainda fugir a voltar a ela enquanto posso, ou em generalidade dar alguma alegria à vida de uma boa mulher.
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Perante isto, o Sócrates que se lixe. Quando o homem se tornar ditador, governando sem eleições, aí resolve-se tudo com um genérico 7.62 aplicado por uma seringa M1 ou Драгунова. Como o homem ainda não deu mostras de ser anti-democrata (embora faça jogo pouco ético e muito duro), é o povo português que se suicida com uma calibre 9 nas têmporas a partir de uma Tokarev.
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No seu tempo, também Jesus Cristo foi crucificado pelos seus correligionários, e soltaram Barrabás. Foi o povo que escolheu Barrabás. Foi o povo que mandou crucificar Cristo. Dali Pilatos lavou as mãos, se calhar com sabonete Oblivion (os gregos estavam em moda na época e o Ach Brito ainda não fazia sabões no Porto).
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É do fado geral que dados dois políticos com mérito diferente, o povo escolhe sempre o que o consegue enganar mais. Pelo menos, é o povo que escolhe a sua sorte. É claro que os Judeus sofreram até ao holocausto pela escolha de Barrabás, muitas gerações depois de ter acontecido; mas tenho a certeza de que o Partido Socialista vai conseguir por decreto magno e promessas de equalitarismo anular o défice, pagar a dívida e dar cheques-cobertura aos carecas, como aliás tem sido o resultado das suas governações.
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O JP Ribeiro não percebeu. Não é preciso encerrar a empresa. O empregador despede empregados quando julga necessário e quando descobre que eles fazem falta outra vez contacta outros ou volta a contactar os mesmos. Emprego de acordo com os cíclicos económicos E as deslocalizações? a maior parte das deslocalizações não é feita por empresas que estejam na rua da amargura (até porque isso implica investimento), mas por que simplesmente a sua rentabilidade vai aumentar. O que não é mau em si mesmo. Mas e os trabalhadores, não terão direito a qualquer compensação? Até porque nesta sociedade com a esperança média de vida mais alta da história, um desempregado com mais de 35 anos já é considerado com tendo idade a mais.
Quanto ao cowboy que dispara mais rápido que a própria sombra: Quanto aos salários aumentarem necessariamente com o fim das «compensações» nos despedimentos. É evidente que o crescimento da economia e a diminuição do desemprego aumentam a capacidade negocial do trabalhador. Quanto aos salários aumentarem necessariamente com o fim das «compensações» nos despedimentos, não sei se será exactamente assim. Estamos num país onde o trabalho temporário e os recibos verdes são prática corrente e os salários são bastante baixos, e o desemprego o que se sabe. Qual é a rigídez laboral que se apregoa? Há muita gente diplomada que defende que existe muita precariedade por haver muita rigídez laboral. Não, existe precariedade, porque os empregadores tem essa opção…
mindjacking.wordpress.com
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Ena, tanto economista e gestor encartado que por aqui anda, homens que, certamente, estão há anos no mundo empresarial e representam a excepção do retrato-tipo do empresário/gestor português! Um diz que “num mercado-País onde todos querem ser empresários, os trabalhadores têm mais poder”- seria interessante apresentar exemplos ou explicar como é que isso (admitindo um regular funcionamento da economia/sociedade, sem convulsões) é conciliável com os mecanismos de reprodução do capital. Outro avança de peito feito e afirma que “um trabalhador que se ache usado como escravo pelo patrão tem bom remédio: manda o patrão passear e luta por um emprego melhor ou torna-se também empresário se tiver valor para isso”. Torna-se também empresário se tiver valor para isso? De que tipo de “valor” estamos a falar. Será que queria dizer “capital”?
Será que os fantásticos líderes do PS e do PSD lêem a caixa de comentários do Blasfémias?
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precariedade!!!
tanta ileteracia!!!
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