razão e coração
Para analisarmos a natureza de um governo e os resultados da sua actuação, convém atender ao que dizem os seus Ministros das Finanças, algum tempo após terem cessado funções. Os Ministros das Finanças são, no modelo do Estado Social, uma espécie de velhinhos caquéticos casados com intrépidas e lascivas trintonas, que tentam preservar as economias de uma vida e o dinheiro da reforma, sem resistirem, contudo, aos cantos da sua sereia. Nos governos mais importantes do regime actual, atenda-se ao que deles disseram Miguel Cadilhe, ministro do governo de Cavaco Silva, Sousa Franco, ministro do governo de António Guterres, Manuela Ferreira Leite (o que disse, insinuou e escusou-se a dizer), ministra do governo de Durão Barroso, o que disse Campos e Cunha e o que dirá por daqui a algum tempo (não custa muito imaginar) Teixeira dos Santos, ministros dos governos de Sócrates. Em todos os casos encontra-se sempre uma constante: a paixão e a dedicação terminam sempre em traição e desilusão. É de fazer chorar as almas mais insensíveis.

No caso de M Cadilhe, há dupla traição.
1º-cavaco sempre disse que fora o seu melhor min das finanças.
2º- cadilhe vendeu-se a advsersários de cavaco por supostos favores que supostamente o livravam de sarilhos….isto é conhecido…portanto, não admira.
quanto aos outros, enfim, há o caso S:Franco que disse o piorio do II gov guterres…mas que “aceitou” ser cabeça de lista às europeias para evitar chantagens sobre a sua vida privada.
tb se sabe…e quem o convidou tb…
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Marinho Pinto diz que:
“os magistrados estão corrompidos pelo poder de que gozam” (DN)
Espera-se que o PGR aja em conformidade
embora se possa esperar sentado, pq este PGR só se mete com os pequeninos….ou com acções absurdamente estúpidas e hilariantes, tipoo contra as agências de rating
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à margem
terramoto de hoje no Sul de Espanha. Este site parece que está a acertar com sucesso razoavel na previsão de sismos (ver na tabela Portugal & Spain):
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http://www.nextearthquake.com/earthquakes_long_term_forecasts.htm#earthquakes_top
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http://www.quakeprediction.com/Earthquake%20Research.html
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Rui A. desculpe mas esqueceu-se da cereja em cima do bolo.
O incrível, artista português, J. Pina Moura.
De comunista, ao nível do politburo, a empresário, capitalista (!) e cronísta de sucesso (!).
Como político, graças à intrínsico devaneio socialista para lidar com o dinheiro, consegiu a quadratura do círculo: Ministro das Finanças e da Economia ao mesmo tempo. É verdade!.
Ou seja: De manhã, no Terreiro do Paço, contava o dinheiro e mandava poupar. À tarde, em qualquer local em que estivesse, gastava à tripa forra. Para os anais da história do socialismo em Portugal.
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“Rui A. desculpe mas esqueceu-se da cereja em cima do bolo.
O incrível, artista português, J. Pina Moura.”
Tem toda a razão! Esqueci-me mesmo, o que se há-de fazer. Para a próxima vou dar-lhe o merecido destaque.
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rui a.
E o Engenheiro Máeio Lino (IST) , JAMÉ, antigo stalinista?
E o facínora O.Saraiva de Carvalho que anda por tudo que é Comunucação Televisiva
sem confessar que deu aulas à defunta Legião Portuguesa (para anti-fascista é OBRA)?
E o Basílio Horte agora cabeça de lista pelo P.S, (é preciso que o tacho não sofra abalo).
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enquanto o teixeira não fala… eles vão anunciando:
Finlândia vai aprovar resgate a Portugal
e, nas entrelinhas:
a Finlândia quer que Portugal se comprometa com a venda activos estatais como pré-condição para receber apoio financeiro
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Estes tipos estão possessos.
Já estão caquéticos como o coitado do Catroga, que ainda hoje comparou Sócrates a Hitler!
Vejam lá!
(Desconfio que andam a beber vinho em quantidades industriais, antes que aquele passe para a taxa normal do Iva, como o PSD quer)
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vá lá que o seminarista loução disse a palavra proibida: CORRUPÇÃO!
claro que a clarinha interrompeu-o logo. o pinóquio até ficou branco. quando será que o tema entrará na “campanha”?
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Entretidos que andam os blogues tugas com a campanha, que até fez cair o habitual calor do debate (o que é estranho!), ponham os olhos no blogue do CCZ:
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http://balancedscorecard.blogspot.com/
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Porque ele chama à atenção para um problema que se pode vir a põr em breve na Zona €uro. O fim do euro pelo abandono da… Alemanha!
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http://www.cotizalia.com/en-exclusiva/2011/merkel-decidiera-alemania-abandonara-20110511-68472.html
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Mas a verdadeira razão dessa eventual saída não tem muito a ver com o que vem aí nesse artigo. A questão é outra. A questão é bem outra. Os alemães querem um euro mais forte. Os alemães querem combater as pressões inflacionistas e correm o risco de um sobreaquecimento. E isso é algo que até há poucos anos era quase impensável!
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Até há bem recentemente a ideias entre alguns opinion makers e think thankers alemães era que os países da periferia não tinham estaleca para aguentar uma moeda forte, que eramos laxistas e mal-governados, portanto, não mereciamos ter uma moeda forte. Ou não o mereciamos ou acabavamos por abandonar o euro por incapacidade. O tempo quase lhes veio da razão. Só que agora a coisa é diferente. Eles agora estão com receio que o BCE não suba as taxas de juro por causa da… França. Ou melhor, a França anda a aproveitar a crise soberana para pressionar o BCE a não subir as taxas de juro. E os alemães estão a entrar em choque com o que se está a passar na Alemanha por causa de uma política monetária do BCE tímida.
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Em Portugal, como é costume, o que realmente conta só cá chega passado muito tempo e com bastante atraso. Foi assim em repararem que a Alemanha vivia um novo milagre económico e agora é assim com o risco de um sobreaquecimento económico. Mas na verdade, a Alemanha já vive sob sinais de algumas bolhas, incluindo imobiliárias, e com um elevado receio da inflação. E esse receio está a levar alguns a ponderar abandonar a moeda única. Quem? Essencialmente o establishment económico que até recentemente sempre viram no euro como uma boa moeda. E isto é uma reviravolta completa. Quando sobretudo os empresários e economistas que eles apoiam já começam a pensar num novo marco para combater a inflação… Isso é mesmo sério. Já não é apenas os eurocépticos do costume, mas gente que até defendia bem recentemente um pendor federalista europeu. Tal como a Alemanha.
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A verdade é esta. A Alemanha corre o risco de viver um sobreaquecimento económico. Há mesmo uma forte subida de preços, não apenas no consumidor mas até no metro quadrado dos armazéns industriais, por exemplo. E isso começa a assustar os antigos apoiantes da moeda única.
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Será até curioso ver até que ponto o SPD irá jogar com a ameaça da saída da Grécia da Zona €uro e os cada vez mais cépticos no euro como moeda boa para a economia alemã. Se o SPD conseguir controlar os sindicatos e até gerir bem politicamente os cada vez mais descontentes com o euro, pode ser que a coisa seja só passageira. Mas se o SPD não tiver mão nos sindicatos e não souber gerir bem a questão do euro, podem ter a certeza que, mais breve que se julga, será a Alemanha a ameaçar a Zona €uro e não os periféricos. E aí…
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A moeda única é sobretudo uma questão política. Mais que económica. Se politicamente o euro não tiver apoio dentro da Alemanha… Bye, bye euro.
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E outra noticia que é também preocupante:
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“A Dinamarca anunciou a decisão de restabelecer “o mais rapidamente possível” os controlos permanentes nas suas fronteiras. A decisão foi conhecida na véspera de uma reunião dos ministros da administração interna da União Europeia (UE), que quinta-feira discutem a reintrodução temporária dos controlos no interior do espaço Schengen.”
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In http://www.publico.pt/Mundo/dinamarca-restabelece-controlos-fronteiricos_1493739
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Entretidos que andamos com o que se passa em Portugal, nem reparamos que as guerras dentro da UE estão muito fortes. Nós, portugueses, andamos a leste…
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Uma curiosidade,
quase todos os ex-Ministros das Finanças não cumpriram antes mandatos completos de Deputados. Nem depois. Estranho, serão uma ‘elite’ superior à Democracia e ao proprio Regime Politico ?
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Portugal estácompletamente todo atoardoado, só a simples a ideia de ter que controlar novamente a sua moeda…as actuais elites já devem ter comprado o binhete de avião para o Brasil…não haja um Governo de Emergência Nacional, não…para implementar o espirito do modelo económico de Salazar!!!
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“Marinho Pinto diz que:
“os magistrados estão corrompidos pelo poder de que gozam” (DN)
Espera-se que o PGR aja em conformidade
O SÁTIRO”
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Desculpe a minha ignorância.
O PGR não é magistrado?
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Anti-Comuna, longe de ofender registe:
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A Alemanha nunca abandonará o Euro. Sabe porquê ? Porque o Marco arrasaria as Exportações Alemãs. E assente aí: alguém teve que pagar a unificação alemã que apreciei. Esta parte está encerrada, é dois mais dois são quatro.
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Vamos ao em aberto: a Dinamarca. Para ambos iluminarmos o filme, pode desenvolver o que estará adjacente ao fecho de fronteiras com a Alemanha e a Suécia ? Percebeiu de facto o que se está a passar ? Isso é exemplo para quê em Portugal ? Olhe que é mais complicado que o que parece. Por isso o desafio de boa fá.
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Até 05 de Junho vão surgir factos novos sabidos pela ‘inside information’ que vão baralhar o eleitoralês. Não foi a cartita de hoje que o amavel Louçã com pés de barro tirou da ‘saqueta de plastico’ que está na moda nos debates e que tanto exultou precipitadamente o PSD. É algo diferente que o proprio PS ainda não se apercebeu. E vai ser um sarilho se for bem trabalhado …… Émaioria absoluta cem por cento garantida.
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Esta também é de borla.
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“A Alemanha nunca abandonará o Euro. Sabe porquê ? Porque o Marco arrasaria as Exportações Alemãs. E assente aí: alguém teve que pagar a unificação alemã que apreciei. Esta parte está encerrada, é dois mais dois são quatro.”
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Vc. está a leste de como funciona aquele país. Meu amigo, quanto mais alto o euro, mais eles exportam. Sabe porquê? Porque grande parte das suas exportações são “obrigatórias”. Isto é, se Vc. quiser determinados equipamentos industriais, só os alemães o têm competitivos. E por isso, mesmo subindo o euro, ele continuam a vender como doidos. Já viu os últimos números das exportações alemãs?
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Meu amigo, é como o aumento do preço do crude. Mesmo que ele suba, Portugal importa-o sempre porque precisa dele. Entende?
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Vc. pensa que os alemães têm a mentalidade de muitos portugueses? Vc. está enganadinho…
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Anti,
a nossa falta de visão estratégica é assustadora: em vez dos nossos doutorandos em gestão e economia irem para as universidades anglófonas, deviam rumar para as universidades alemãs e além disso viverem o geist germânico!
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Caro Campo de Minas, se calhar Vc. tem razão. Esta gente está formada mas mal formada. Esta gente que olhe para a cotação do euro contra o dólar e que medite nesta noticia:
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“Exportações alemãs disparam para recorde histórico
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A procura do ‘Made in Germany’ cresceu 15,8% num ano, atingindo o valor mais elevado desde 1950.
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As exportações alemãs bateram, em Março, todos os recordes desde a fundação da República Federal da Alemanha. As exportações cresceram 15,8% e as importações subiram 16%, em termos homólogos, segundo dados revelados, ontem, pelo Departamento Federal de Estatística (Destatis). Em dados absolutos, só em Março, a economia alemã vendeu ao exterior mercadorias no valor de 98,3 mil milhões de euros, mais 7,3%, e comprou 79,4 mil milhões, mais 3,1%. Ambos os valores são os mais elevados desde 1950, com o excedente da balança comercial a ascender a 15,2 mil milhões de euros.
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“A Alemanha está à beira de uma década áurea”, afirma o analista Christian Schulz, do banco Berenberg. Para este ano, os analistas estimam que as exportações ultrapassem a marca do bilião de euros, enquanto a economia alemã deve acelerar este ano para 2,6%, acima dos 1,6% esperados para a zona euro. Os clientes da União Europeia compraram mais 16% de produtos alemães, enquanto o resto do mundo importou mais 20% da Alemanha.
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“O ‘made in Germany’ é muito popular no estrangeiro”, desde os automóveis à electrónica passando por máquinas e ferramentas, comentou o ministro da economia, Rainer Brüderle. Só as fabricantes alemãs, BMW e Audi, esperam este ano vender mais 1,5 milhões e 1,2 milhões de carros este ano. ”
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In http://economico.sapo.pt/noticias/exportacoes-alemas-disparam-para-recorde-historico_117617.html
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E a preocupação maior deles agora é a inflação.
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Mas se calhar Vc. tem razão. Esta gente em vez de engulir enlatados anglo-saxónicos deviam ir à Alemanha aprender como se faz as coisas.
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sim,
o grande receio por lá é a inflação. mas, eles na prática, dão ordens ao BCE, o guardião das políticas da estabilidade dos preços.
sabe,Anti,
eu claro que condeno em absoluto os exageros dos boches sobretudo no século passado; mas não sou parvo e reconheço que os seus complexos de superioridade , têm sustentação!!
só para referir a área do pensamento puro: nenhuma outra nação tem um terço de filósofos da qualidade dos alemães.
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Caro Campo de Minas, vou-lhe ser sincero. Já trabalhei muito com os alemães, desde o inicio da minha vida profissional, já que exportavamos para a Alemanha e eles vinham a Portugal ensinar-nos a trabalhar. Foi a eles que compramos grande parte das máquinas usadas que depois as reinventamos e vendiamos a nossa produção aos gajos.
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Depois, ao longo dos anos, fui tendo sempre contactos com eles, tanto em Portugal como na Alemanha. Pois posso-lhe dizer que eles não têm esse complexo de superioridade. Até têm uma outra coisa que é pior: têm pena de nós. Sim, eles acham que nós não sabamos escolhe rpolíticos nem organizarnos em termos colectivos. Isso é o que a generalidade deles pensam.
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É verdade que também alguns sentem-se superiores a nós, mas sempre tive mais essa sensação em Inglaterra que na Alemanha. E olhe que, apesar de tudo, eles sentem remorsos do período nazi, porque eles sabem que nesse período não foi apenas um louco que fez patifarias mas grande parte do povo alemão. Posso lhe dizer que conheço um alemão, cujo pai era oficial nazi que fugiu para o México, e ele sempre teve remorsos do que o pai fez. E sempre se sentiu triste com o passado do paí dele e o próprio pai morreu alcoólico e triste, com os filhos a censurarem o passado dele.
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Nós é que criamos uma imagem deles que se baseia na mitologia criada após o fim da segunda guerra, que ainda hoje perdura. Mas hoje a Alemanha nada tem a ver com aquele período negro da história alemã. Eles sofreram muito antes e depois do nazismo, deixaram-se levar por uma ideologia maléfica, que até nem era bem deles mas importada. Mas pagaram bem caro e continuam a pensar que mereceram, mesmo quando foram alvos de injustiças após o fim da guerra.
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Repito. Desde que comecei a trabalhar que lido com alemães, ainda eu era um simples operário têxtil. E nunca, mas nunca, fui tratado como inferior por eles. E, pelo contrário, quando lhes compravamos máquinas usadas, conseguiamos recuperá-las e melhorá-las ao ponto de eles nos elogiarem bastante, porque me perguntavam mesmo: estas máquinas são aquelas que vos vendemos? E eu dizia sim. E eles ficavam fascinados com a produtividade que nós conseguiamos nas máquinas usadas que eles quase nos davam, tal era o preço baixo que nos vendiam. E, ao invés de até ficarem com inveja das nossas capacidades, pelo contrário, admiravam o nosso esforço e aumentavam as encomendas, maravilhadas com a qualidade mostrada e com os prazos de entrega integralmente cumpridos. Nós chegavamos a entregar as encomendas uma semana antes do acordado, de forma a demonstrar que eramos capazes.
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Mas nunca fomos considerados inferiores. Nunca. Têm pena de nós, Povo, de não sabermos escolher lideranças nem sabermos organizar o país. Têm comiseração. Mas complexos de superioridade não o têm. E, aliás, ainda hoje Portugal é visto até, em certos aspectos, como um povo semelhante a eles, em especial no Norte de Portugal.
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Mas olhe que os ingleses consideram mesmo os portugueses inferiores apesar de eles não nos poderem ensinar muito. Pelo contrário. Talvez começassemos a ensinar os tipos a evitar o banho semanal e começaram e terem o seu banho diário, já que eles têm medo da água. E isto é apenas uma apontamento sobre as diferenças entre alemães e ingleses.
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Outra coisa sobre os alemães e poucos em Portugal têm consiência disso. Ainda hoje há alemães que se lembram onde estiveram refugiados durante o nazismo. E sabe onde? Em Portugal.
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É raro encontrar-se um alemão que esteve refugiado em Portugal, em criança, mas é possível encontrar alemães que em crianças estiveram refugiadas em Portugal, porque os seus pa+is ou a sua familia mandaram os seus filhos para Portugal, durante a guerra. Pois esses alemães continuam gratos a Portugal e aos portugueses, nos elogiam bastante e mantêm os seus amigos em Portugal, outras crianças como eles, no coração, mesmo nunca mais sabendo deles.
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E isso é pouco realçado em Portugal. Mas na Alemanha, de vez em quando surge um tipo que esteve refugiado em Portugal e sente-se tão ou mais português como nós. E são gratos e chegam a escrever artigos de jornal a elogiar o nosso Povo, a nossa generosidade e a nossa isenção e sentido de justiça.
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Em Portugal é que não sabemos explorar a boa imagem do povo português no exterior, porque se o fizessemos…
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AC tb aprecio certas qualidades alemãs que desde os anos 60 conheço muito bem em muitas àreas incluindo profissionais embora reserve a minha opinião porque não sou adepto de clubismos, respeito cada Povo com os seus defeitos e qualidades,
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Percentagem do PIB relativamente ao Déficit Externo PUBLICO mais PRIVADO na Eurolândia, ultimos dados que conheço que não são bons nem maus, são o que são:
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1. Ireland – 1,267% = External debt per capita: $567,805 – Gross external debt: $2.386 trillion (2009 Q2) – 2008 GDP (est): $188.4 billion
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2. Switzerland* – 422.7% = External debt per capita: $176,045 – Gross external debt: $1.338 trillion (2009 Q2) – 2008 GDP (est): $316.7 billion
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3. United Kingdom* – 408.3% = External debt per capita: $148,702 – Gross external debt: $9.087 trillion (2009 Q2) – 2008 GDP (est): $2.226 trillion
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4. Netherlands – 365% = External debt per capita: $146,703 – Gross external debt: $2.452 trillion (2009 Q2) – 2008 GDP (est): $672 billion –
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5. Belgium – 320.2% = External debt (as % of GDP): 320.2% – External debt per capita: $119,681 – Gross external debt: $1.246 trillion (2009 Q1) – 2008 GDP (est): $389 billion
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6. Denmark – 298% = External debt (as % of GDP): 298.3% – External debt per capita: $110,422 – Gross external debt: $607.38 billion (2009 Q2) – 2008 GDP (est): $203.6 billion
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7. Austria – 252.6% = External debt (as % of GDP): 252.6% – External debt per capita: $101,387 – Gross external debt: $832.42 billion (2009 Q2) – 2008 GDP (est): $329.5 billion
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8. France – 236% = External debt (as % of GDP): 236% – External debt per capita: $78,387 – Gross external debt: $5.021 trillion (2009 Q2).
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9. Portugal – 214.4% = External debt (as % of GDP): 214.4% – External debt per capita: $47,348 – Gross external debt: $507 billion (2009 Q2) – 2008 GDP (est): $236.5 billion
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10. Norway – 199% = External debt (as % of GDP): 199% – External debt per capita: $117,604 – Gross external debt: $548.1 billion (2009 Q2) – 2008 GDP (est): $275.4 billion
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11. Sweden – 194.3% = External debt (as % of GDP): 194.3%
External debt per capita: $73,854 – Gross external debt: $669.1 billion (2009 Q2) – 2008 GDP (est): $344.3 billion
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12. Finland – 188.5% = External debt (as % of GP): 188.5% – External debt per capita: $69,491 – Gross external debt: $364.85 billion (2009 Q2) – 2008 GDP (est): $193.5 billion
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13. Germany – 178.5% = External debt (as % of GDP): 178.5% – External debt per capita: $63,263 – Gross external debt: $5.208 trillion (2009 Q2) – 2008 GDP (est): $2.918 trillion
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14. Spain – 171% = External debt (as % of GDP): 171.7% – External debt per capita: $59,457 – Gross external debt: $2.409 trillion (2009 Q2) – 2008 GDP (est): $1.403 trillion
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15. Greece – 161.% = External debt (as % of GDP): 161.1% – External debt per capita: $51,483 – Gross external debt: $552.8 billion (2009 Q2) – 2008 GDP (est): $343 billion
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16. Italy – 126.7% = External debt (as % of GDP): 126.7% – External debt per capita – Gross external debt: $2.310 trillion (2009 Q1) – 2008 GDP (est): $ 1.823 trillion
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* States that are not members of the EU or the Euro. (Luxembourg has a “gross external debt” of $1,994 Mrd (Mrd = German: billion) ! (2009 Q2)
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Anti-Comuna com toda a simpatia,
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“A Alemanha nunca abandonará o Euro. Sabe porquê ? Porque o Marco arrasaria as Exportações Alemãs. “. É a grande Imprensa Alemã que o diz. O Marco hipervalorizaria. E as questões estratégigas são mais com a Russia, China, Japão etc. A guerra ‘boches-beefs’ é dialetica do tempo da II Guerra que hoje é zero.
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Quanto a experiências com alemães adianto-lhe uma: sou TUGA e já tive EMPREGADOS alemães. Poratnto conheço-os bem e profissionalmente admiro-os, não é ‘ordem e disciplina’, eles naturalmente nascem assim.
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Dalguma forma genericamente um ponto de eventual explicação, o clima. De facto, ‘os nortes’ mais frios são mais trabalhadores. Curisosamente quando vão para os tropicais e equatoriais (e tenho essa experiência) mais quentes, trabalham muito menos que nas suas terras de neve. É o calor e o frio. Portanto a coisa é um bocadinho mais complicada que parece. Não é bem há melhores nem piores, cada um funciona em função dos envolvimentos naturais. Nem o ar condicionado ou o aquecimento central transitórios conseguem igualá-los.
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