O novo partido da despesa pública
O CDS está a ter bons resultados nas sondagens porque se converteu no único partido com hipóteses de ir para o governo que pode defender mais despesa pública sem ser questionado. Basta fazer uma pesquisa por “cds propõe” ou reler o programa eleitoral de 2009. Há sempre uma ideia para gastar mais dinheiro.
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Para passar uma mensagem de facilitismo, o CDS usa um truque que funciona porque o eleitorado tem uma relação difícil com a matemática. O plano da troika tem uma medida que corta X na despesa. Aparece o CDS e diz: “nós vamos gastar X nisto, mas temos aqui esta medida (que inevitavelmente é a que está no plano da troika) que corta X na despesa”. Temos assim duas propostas:
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Plano da troika: cortar X
Plano do CDS: gastar X, cortar X –> cortar zero
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Um dos exemplos deste truque é relatado aqui pelo Vasco Campilho. O CDS não gosta do esquema de substituição de funcionários públicos “5 por 1” e por isso propõe-se pagar generosos indemnizações a quem quiser sair da Função Pública. Com que dinheiro é que o CDS pretende pagar as indemnizações? Parece que é com o dinheiro das privatizações. Ficaríamos assim com duas propostas:
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Plano da troika: dinheiro das privatizações reduz a dívida pública de uns 110% do PIB para uns 106% do PIB, regra de substituição reduz o número de funcionários públicos em X
Plano do CDS: dívida pública fica nos 110% porque o dinheiro das privatizações é desviado para baixar em X o número de funcionários.
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Com o plano do CDS o Estado fica mais endividado.

Eu por acaso estava à espera que o PPC, no debate, perguntasse ao Dr. Portas se os alemães e os finlandeses iam pagar essa ‘generosa indemnização’
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O CDS é mais um treta, como o PS de Socrates e o PSD de Passos… três egos!!! e estas eleições vão ser uma autenticas fraude…que venham os militares para tomar conta de Portugal…Paulo Portas, não serve, agora esta na televisão a dizer, que os proximos dois anos vão ser de recessão e depois será sempre a crescer…se o plano da troika for executado!!! não aprendeu nada com o que esta acontecer na Grecia…passos, socrates e portas era enfia-los num barco e …
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Tenho realmente aqui um problema porque o Passos Coelho ainda não me convenceu que seja diferente do PS em matéria de despesa pública e de defesa dos interesses instalados, nomeadamente autárquicos, (dou de barato que vai lutar contra a grande corrupção e a malandragem, coisa que o PS nunca quis fazer), e presumo (inocentemente) que o CDS esteja a argumentar estas imbecilidades como estratégia política para aumentar o numero de votos na pátria do socialismo utópico que é o país onde vivemos.
Será que uma vez mais não tenho em quem votar?
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Paulo Portas fala como se o mundo que o rodeia, não esteja a desmoronar…se eles chegarem ao poder já tem uma desculpa se o plano deles falhar, a desculpa socretina, nós fizemos o que tinhamos a fazer, o mundo externo é que não fez o que tinha a fazer…lol é impressionante que sejam todos contra a saida do Euro, mas falam todos como se Portugal tivesse moeda própria…
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Esperança: no regresso de
Jacinto Capelo Rego.
O apoiante do fraque CDS e anti FMI.
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É por isso que me tem metido alguma confusão ver tantos elogios a Paulo Portas por parte de comentadores e bloggers. A mim parece-me que o Paulo Portas está claramente à procura do voto fácil.
Ontem, no Rua Direita, a excitação era tanta que se apressaram a elogiar muito a clarividência do PP na questão da TSU quando ele não disse rigorosamente nada de verdadeiro ou esclarecedor sobre o assunto.
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Que eu saiba fazer política é tomar medidas úteis para ao país e para os cidadãos. Para se fazer obra, fazer diferente, fazer melhor, tem que se gastar dinheiro, ou não? Será que ele cai do céu?
O que os partidos do centrão e os da esquerda lírica dizem é que vão tomar medidas sociais, completamente alucinadas a maioria como as do PCP e BE, em prol do estado social e do emprego mas não dizem como; o único que apresenta contas feitas para fazer o que promete é o CDS. O único político que eu conheço que “desenvolveu” o País sem gastar dinheiro foi Salazar e o resultado ficou à vista.
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Quem ganha as eleições tem como missão gastar o dinheiro de todos nas medidas que apresenta em programa sufragado em eleições.
O único que diz onde vai buscar o dinheiro e como o vai gastar é o CDS.
Eu sei que custa, mas as sondagens já lhe dão 13,5%, o que é ainda manifestamente pouco.
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Ainda há, felizmente, pessoas que pensam nas consequências das suas políticas. O plano apoiado por jm, ao q se infere da lógica subjacente, resultava melhor se se fuzilassem os funcionários públicos. Mata-los ‘a bala seria mais humano do que mata-los ‘a fome. E mortos não aportam despesa, nem incómodos maiores.
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Há também outra possibilidade. A influencia da besta. Ouvi dizer que mammon esta mais activo agora. Parece que faz crer a certas pessoas, que o maior dos valores, de entre todos os valores, e’ exactamente o indivíduo, o eu e o que e’ meu. Ao mesmo tempo q propõem ( os fieis de mammon) com natural elequencia e a prepotência habitual, despedir famílias inteiras, conseguem a proeza de, nessas circunstâncias, lhes reduzir o subsidio de desemprego. Alem de desempregados, reduz-se a forma de sobrivencia. Mais grave esta lógica, sabendo de antemão que, o mercado, esse braço armado
mammon, não absorvera’ nos próximos anos as famílias despejadas. A ideia e’ simples. Provocar o caos aonde a besta se gosta de movimentar. O caos, a fome, o incumprimento ‘a banca, a marginalidade, enfim, mentes libertarias.
Rb
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Rb
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E depois há a acrescentar a dificuldade que os portugueses têm de prever e planear a médio e longo prazo. Como povo ainda imaturo e infantil que somos, funcionamos por impulso ( o que o povo quer o povo tem, não queremos que lhe falte nada, só há dinheiro para bifanas de porco mas o povo quer um bife lombo, compra-se um bife de lombo porque senão vem para a rua com megafones berrar e gritar e nós não sabemos lidar com birras), por isso já estamos pela terceira vez na zona de bancarrota. O CDS poderá gastar mais agora se isso reduzir substancialmente os custos no futuro. Mas esse exercício intelectual só está ao alcance de meia dúzia de portugueses.
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Mas também, este tipo de argumentario, so’ e’ possível ser proferido por dois tipos de pessoas… Aquelas que nunca na vida governarão e portanto sem qualquer interesse num compromisso com o bem estar dos eleitos… Ou aqueles que, ‘a forca bruta, subjugam os seus súbditos.
Na vida real, ao contrário do que se passa na estraosfera, os eleitores elegem e os eleitos governam. Ora, e’ impossível governar abdicando de pensar em que os elege. Esse, alem de ser o grande erro dos libertarios e outros radicais das esquerdas, foi também o grande motivo pelo qual o PSD e ppc tem vindo a descer nas sondagens. E’ chato, eu sei. Dava vontade de resolver o défice de uma penada. E’ uma boa porra termos que considerar aqueles que votam em no’s. Uma excelente porra.
Rb
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É mentira, o plano da Troika torna o Estado dependente de pagamentos, necessitando de voltar a comprar aos bancos as tais ajudas que recebe para lhes injectar.
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O plano da Troika foi explicado pelo Timo Soini e censurado pelos bons rapazes de Wall Street:
http://www.zerohedge.com/article/blatant-wsj-revisionism-redlined-0
A 7 de Maio (sábado passado) já tinha feito um post onde expliquei a vigarice e desafiei todos os bloggers que se consideram experts em finança e economia a irem lá e argumentarem, negando-o ou confirmando-o.
Está no Cocanha, só não posso deixar aqui link porque a censura liberal não deixa.
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É mais do mesmo. Estatismo. Como o PSD é impossível de definir, o CDS é o partido que mais se apróxima do núcleo soci@lismo total em que os Portugueses acreditam:
“O soci@lismo só é bom se houver algo para mim”
Por isso é que o Soci@lismo em Portugal nunca é só para os muito pobres. Em Portugal o Soci@lismo tem de ser para todos.
Estado como motor da economia. Desde o PCP ao CDS são todos adeptos do Estado em tudo.
Logo não haverá diferença pela liberdade de escolha, nunca haverá construção de reputação, nunca se discriminarão as boas práticas e logo o país nunca crescerá.
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E volto aqui a deixar o desafio. Provem que o que eu escrevi a 7 de Maio não é a pura realidade. Os 12 mm a serem entregues aos bancos e o Estado a comprá-los de novo, emitindo títulos de dívida pública.
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Só nesta operação já vai um encargo a dobrar. de 12 mm que se diz ser uma oferta para a banca, fica-se com 24 mm a serem dívida do Estado e paga pelo contribuinte.
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O acordo ainda inclui mais injecção monetária nos bancos, por parte do Estado, podendo este usar de bens que disponha para o fazer.
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O acordo da Troika inclui ainda o grande negócio de venda em 7 meses do BPN mais de uma série de empresas públicas, sem preço mínimo.
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Nessa venda do BPN é dito que devem ser separados 3 SPV (pecial purpose vehicles) a serem comprados pelo Estado. Esses 3 SPV têm uma tradução simples- lixo tóxico que os ditos mercados injectaram, com os quais houve lucros e vigarices do BPN, salvo pelo governo e pelo Presidente, e que agora os mercados se querem assegurar que vão ser novamente pagos pelos portugueses para fazerem negócio “limpo” do lixo que inventam.
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Aquilo a que se anda a chamar uma ajuda do FMI , UE e BCE é um jogo para lucrar e um negócio que apenas rende se implicar aumento de juros de dívida que é impossível de ser paga nas condições assinadas.
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Essa ajuda nada tem a ver com relançar a economia. É apenas uma forma de fazer chegar dinheiro aos cofres do Estado, de modo a serem pagos com juros aos agiotas de fora.
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O Timo Soini explicou isto e o Wall Street Journal censurou passagens demasiado comprometedoras.
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Está aí o link. O assunto é debatido livremente em foruns de Hedge Funds. Por cá é tapado debaixo do tapete pelos imbecis dos jornalistas e pelos blogges que preferem andar em campanha.
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Infelizmente, nem na blogosfera existem vozes livres. Reduzem-se a 2 ou 3 blogues e neles não está incluído o Blasfémias.
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Queria dizer que as raras vozes livres e isentas que existem, apenas se encontram na blogosfera e nem aos dedos de uma mão chegam.
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No jornalismo reina a ignorância ou os vendidos à socretinice e os que não estão também tapam.
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Se tapam por desconhecerem, podiam aproveitar a blogosfera para perguntarem e se informarem. Mas não. Ficam calados que nem ratos e lá preferem as twitadas e facebookadas muito socializantes.
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Preferem as pentelhices, como disse o outro. E repetem pentelhices como se fossem grandes questões nacionais.
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Quando não fazem de entertainers, vendem o peixe.
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seria melhor renegociar a dívida agora do que em 2012-13 quando se concluir que o memo da troika não favorece o crescimento económico; a Grécia está aí para mostrar o que nos vai acontecer se não houver um pouco de orgulho, acabando com a subserviência, e dizer Não a esta política troikaniana.
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Em 2005 não se sabia nada de Sócrates, hoje, sabe-se tudo.
Ele é produto daquilo que vende, e aquilo que vende é peixe estragado, não se consome peixe estragado.
Passou o limite de validade, venha outro, será pior? Nunca se sabe à posteriori…de Sócrates já se sabe que não vem grande coisa.
Este homem é um abnegado com muitas limitações, só tem é letra, o País precisa é de gente que trabalhe séria e honestamente, não de mancos que só sabem dar à tramela.
Não é a pedir sucessivamente dinheiro emprestado que se resolve o problema do endividamento.
O que urge, dramaticamente, é estancar a hemorragia, sob pena de o doente ficar “morto permanentemente” ligado à máquina…
Sócrates foi, e é, o campeão dos atrasos e dos atrazados, nunca chega a tempo de nada nem de coisa nenhuma, a começar por aplicar as medidas essenciais.
Ele é um déspota por natureza.
É um homem de fé que acredita que os problemas se resolvem por obra e graça do Espírito Santo.
Ele acredita que pode fazer as asneiras que quizer, porque há sempre algures um PEC a que pode recorrer sempre que queira.
Um primeiro ministro é como um treinador de futebol, é um vencedor em função dos reultados.
Em níveis de Portugal e da Europa, Sócrates não é um vencedor, nem sequer é um primeiro ministro de meio da tabela, é um perdedor no fim da mesma, da tabela e da carreira.
É da têmpera dos Sócrates que se fazem os Khadafis e os paraquedistas da Venezuela.
Dizia-me um antigo colega que um paraquedista tem que ser chalupa, porque se não fôr chalupa não serve para paraquedista.
Sócrates está ai há seis anos, e consegue dizer isto sem se rir, que a contracção do PIB está conforme as previsões do governo…
Foi o que ele previu…e eu também, que não sou ministro, há seis anos.
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Como já sabem que o CDS-PP vai ultrapassar o PSD em votação e número de deputados, os mercenários ao servoço do PSD, já estão a fazer combate ao CDS.
Se fosse ideológicamente de Direita, certamente que o CDS e Paulo Portas seria o partido certo.
É o partido da direita tradicional, e que encontra grande eco no Portugal Profundo.
O PSD é um partido neo-liberal de raiz socialista.
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Até o Rogeiro desta vez não está com papas na língua:
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http://www.jn.pt/Opiniao/default.aspx?opiniao=Nuno%20Rogeiro
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«Na emergência, a “esquerda” balbucia contra as troikas, mas limita-se a ser gestor das suas crises e condições.
Porquê? Entre outras coisas, porque, secretamente, a “esquerda” sabe que, se o “neoliberalismo” especulativo é o pai da crise, o “socialismo” é o avô.
Foi do falhanço deste que se fez o sucesso oportunista do primeiro.»
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A verdade é só uma, nop debate entre Portas e Coelho ficou claro que Portas é muito mqais politico que Coelho. Nunca tinha visto um candidato a PM a pedir por favor à oposição para lhe dar cobertura.
Quem se assume como futuro PM e pede maioria, não rasteja em Público atrás de um partido da oposição ainda por cima com tão pouca representatividade. É um erro politico, é uma má estratégia, é um caminho para a derrota. Sempre disse PP Coelho, está a ser morto dentro de casa…
VIVA PORTUGAL
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