ideias para a campanha 3
19 Maio, 2011
Responsabilidade social da empresa: ter lucros e entregá-los ao estado para que este pague a dívida pública.
44 comentários
leave one →
Responsabilidade social da empresa: ter lucros e entregá-los ao estado para que este pague a dívida pública.
Para as que forem responsáveis, directas ou indirectas, por parte dessa dívida é capaz de não ser má ideia. Mas eu sei que o comunismo bancário tem dogmas contra isto… o dinheiro é do estado para as empresas e nunca o contrário.
GostarGostar
Não se pode dizer que o arguto autor deste post tenha falta de ideiais.
Tem muitas ideiais e todas elas devem ser equacionadas.
Só espero é que ele não proponha nem alinhe no coro daqueles que de Berlim a Washington, passando por Brasília, querem colocar José Sócrates como Director-Geral do FMI.
Sócrates faz falta mas é em Portugal.
Que vão buscar o Durão Barroso, que já mostrou ser obediente a Washington, e desta vez não irá desiludir as ambicionadas expectativas dos seus amigos chineses que também querem um bom «ponta-de-lança» no FMI, e Durão Barroso sempre teve muitas simpatias pelo Império do Meio…como é sabido e como consta do seu curriculum politico.
GostarGostar
Agora escreveu com ironia. É óbvio que só se consegue uma redução sustentada da dívida pública com uma redução das despesas, diminuição da dimensão do Estado e implementação do conceito do pagador-utilizador nos mais variados serviços públicos.
Parece-me que há aqui uma dicotomia branco/preto: ou se é a favor do liberalismo do Rui A. ou então ganha-se o rótulo de “perigoso socialista contra o mercado livre e contra a iniciativa privada”. Felizmente, no mundo real entre o branco e o preto existe o cinzento.
GostarGostar
A Esquerda “moderna” ou se quisermos ser mais precisos a “oportunista” já se percebeu que tem a vida mais cómoda dessa maneira. A “Renda”.
No passado sonhavam que todas as grandes empresas seriam do Estado.
Nacionalizavam, mas com o tempo e várias experiências, descobriram que dava uma grande canseira com maus resultados.
É uma vida mais descansada ficar com a “renda” do que ter de gerir siderurgias, conglomerados estatais, ainda por cima o eleitorado tradicional estava do outro lado como trabalhadores. Os capitalistas que trabalhem para nós…
.
Como não há gestão, é só colectar a renda e distribui-la pela clientela, e ainda dá para pontificar com “moralismos” uma vez que não têm nunca de escolher um mal menor.
É só preciso manter algumas empresas de gestão fácil – Banco do Estado por exemplo, ou se tivéssemos Petróleo uma petrolífera- para mostrar quem manda.
GostarGostar
ideias para a campanha 4:
que mil BPN’s floresçam!
GostarGostar
“Só espero é que ele não proponha nem alinhe no coro daqueles que de Berlim a Washington, passando por Brasília, querem colocar José Sócrates como Director-Geral do FMI.
Sócrates faz falta mas é em Portugal.”
O palerma do Arlindo tem toda a razão, Sócrates como chefe do FMI NUNCA violaria uma mulher.
Já o contrário é impossível de dizer.
Mas como pichagem de cagadeiras acho que o Arlindo tem futuro.
O lugar da merda terá sempre futuro com gajos assim.
GostarGostar
O Sócrates também.
Como coveiro de Portugal.
GostarGostar
Responsabilidade social da empresa:
Falir e fechar para os donos aprenderem que não se pode explorar os trabalhadores.
GostarGostar
Responsabilidade social da empresa:
Aprender que não se pode enganar o Estado nem as empresas amigas do Estado.
O Lenine é que sabia.
Empresa privada igual a roubo aos trabalhadores.
GostarGostar
ideias para a campanha 4:
Não pagar a ninguém e ver o que dá.
A função social dos pais é pagar as contas dos filhos.
A economia funciona da mesma maneira (em ponto grande).
GostarGostar
Estou a ver o debate entre o Ferro Rodrigues e o Nobre, e o Ferro aprendeu depressa a ciencia da aldrabice. Está pior que o Socrates, e a Constancia está a fazer figura de corpo presente.
O Ferro até mete nojo! Como estes gajos querem ter credibilidade.
GostarGostar
Ideias para a campanha (VIII):
Perder as eleições; pregar o calote aos fornecedores dos materiais de campanha e dizer que a culpa é do Sócrates!
GostarGostar
Ideiais para a campanha. (IX)
A mulher prega os cornos a um candidato, mas a culpa é do Sócrates!
GostarGostar
Ideias para a campanha: (X)
O babosão do Mentes Bota anda impotente e a culpa é do Sócrates.
Isto é como na Moulinex: são ideais que funcionam.
Experimentem!
GostarGostar
Ò Arlindo, por favor, um pouco mais de racionalidade.
GostarGostar
Quem disse isto em… 2005?
.
.
“O valor acrescentado é a única forma de nos diferenciarmos. No preço não podemos competir porque temos menos dimensão que a concorrência.”
.
.
E que, na busca dessa diferenciação, conseguiu transmitir arte, engenho, inovação e, sobretudo, emoção a um produto pouco valorizado em termos utilização?
.
.
Vejam a resposta aqui: http://renova.ficheirospt.com/news/Expresso20050305.pdf
.
.
Claro que criar a marca (ou melhor, recriar!) e dar-lhe um toque único implicou um esforço tremendo que até levou a usar-se fotógrafos prestigiados para fazer a diferença, contra os colossos concorrentes. E aqui que inicialmente foi tido como um produto para nicho de mercado, é uma das histórias portuguesas mais bonitas de sempre no marketing tuga.
.
.
Quando hoje esta empresa revelou que consolidou a sua quota de mercado em Espanha, num mercado tradicionalmente dificil até pela forte presença de concorrentes locais, isso é mesmo de celebrar. E se os tugas conseguem transformar o uso de papel higiénico num acto emocional e até artistico… O que poderá Portugal fazer no futuro, se lhe deixarem?
.
.
Se Lisboa não o deixar, que faça o Norte!
GostarGostar
Arlindo da Costa
Posted 19 Maio, 2011 at 22:09 | Permalink
“Só espero é que ele não proponha nem alinhe no coro daqueles que de Berlim a Washington, passando por Brasília, querem colocar José Sócrates como Director-Geral do FMI.”
Essa bosta que se dá pelo nome de Arlindo da Costa é um aldrabão e mentiroso como o chefe. Qual coro? Onde está escrito tal coisa, ó palhaço? Andas a comer e beber m.rdas que fazem mal aos poucos miolos que tens.
Deves ser bem pago para postar idiotices por aqui. Dasse!
GostarGostar
mas não é isso já que acontece ? deve ser por isso que anda meio mundo desempregado , ser empresário aqui não interessa nem ao menino jesus.
GostarGostar
Os comunas primários comem à mesa do capitalismo e depois cospem no prato!
Gesto de grande nobreza, traduz a ambição freudiana de serem regidos por um camarada dirigente que lhe der um prato vazio a lamber!
GostarGostar
AC,
Limpar-os-cus é de facto uma tradição Portuguesa. Honra à renova. Não é, pois, de estranhar, que essa empresa, a par de todas as outras que fabricam ou transformam papel sejam um exelente exemplo daquilo que por aí se faz bem. É claro que a nada disso, é estranha (mas não só) a clara aposta na floresta há uns bons anos atrás, por parte do governo do então Cavaco Silva, nomeadamente na sua tão criticada politica acerca da floresta de eucaliptos. Na verdade, apesar da intensidade da monocultura, regras muito claras foram feitas que permitiram desenvolver uma area de negocio aonde somos lideres europeus, obrigando a reflorestação compulsiva e limitando a eventual substituição da materia prima por outra importada. Coisas aliberais, por assim dizer, que permite hoje termos marcas como a ‘navigator’ bem implantadas nos mercados mundias. É que, da indonesia, estava a vir papel derivado do arrasamento de ilhas inteiras…
.
Neste sentido, e no que toca aos sectores tradicionais e aonde temos potenciais vantagens comparativas, é dever do estado assegurar as bases do desenvolvimento da iniciativa empresarial. O estado não precisa de estar lá, pelo contrario, apenas precisa de equilibrar a iniciativa da tradicao (que é coisa natural e expontanea) com a selvagaria do que nos impoem do exterior. O sector do papel correu bem, mas as pescas é exactamente um sector aonde temos tradicao e que foi vilipendiado pelo ESTADO submisso.
.
Vilipendiado? não, vendido, prostituido, abduzido. Enrrabaram-se os pescadores portugueses, alegando regras comunitarias (que beneficram uns em detrimento dos outros) e cenas ecologicas da escassês de peixe no mar (que podia muito bem ter sido substituida pelas aquoculturas). Mas não, motivaram o abate das frotas atirando dinheiro aos pescadores, o que até podia não ser mau de todo, mas esqueceram-se de exigir que esse dinheiro fosse para reinvestimento em alternativas de producao de peixe (aquoculturas) ou para modernizar as embarcacoes ou em ultima analise para motivar a producao de peixe fora do contexto restrictivo europeu, nomeadamente em paises lusofonos. O resultado é triste. Importamos peixe de espanha.
.
Há uns anos, resolvi sair daí. Uma das razoes deveu-se exactamente a isto que acima referi. Fiquei fodido. Pronto, mesmo fodido. Foram chumbados pelo governo Portugues, projectos na costa de Viana do Castelo que permitiam explorar a producao de peixe e marisco e consequentemente lancar uma marca nacional para comercializar. Chumbados, alegando custos ecologicos insanaveis.
.
Mentira. Ao lado, mais acima, na Galiza, é ver os milhares de plataformas de produção de marisco. O embuste percebeu-se quando a Pescanova se instalou em Portugal. Não sei quem recebeu luvas, nem me interessa, pois, seja quem for que esteja a governar o país só vê uma coisa – Luvas e subserviviencia ao estrangeiro que dita as regras aos caezinhos nacionais. Ao menos em Africa recebem luvas para facilitar… Parece que em Portugal, recebe-se luvas para dificultar as iniciativas que chocam com interesses supranacionais.
.
Precisamos de um governo forte, sem complexos de obedicencia canina aos ditames dos interesses exteriores, que lute pelos nossos interesses, sobretudo nos sectores aonde temos potencial e tradição. É por aqui que se começa, por fazer aquilo que sabemos fazer melhor. Não pode o poder fazer o contrario do que tem feito. O governo deve facilitar, sem dificultar essencialmente. Mas para isto acontecer, estou convencido, primeiro a justiça tem que funcionar e submeter os corruptos (que são quase todos) à mesma, com efeito práticos e pedagogicos. Até lá, meus amigos, bem pode o povo ter ideias e iniciativa empresariais… de nada vale, esbarrará no próximo interesse do próximo ex-futuro secretario de estado de qualquer coisa…. a não ser que já se esteja bem instalado no mercado e que, desse modo, sejamos nós a pagar luvas ao poder, necessariamente de valor superior à concorrencia estrangeira. O que nem sempre é liquido. A grande dificuldade em Portugal é saber se os outros estão a pagar mais luvas do que nós. O mérito é absolutamente secundario.
.
RB
GostarGostar
“Mentira. Ao lado, mais acima, na Galiza, é ver os milhares de plataformas de produção de marisco. O embuste percebeu-se quando a Pescanova se instalou em Portugal. Não sei quem recebeu luvas, nem me interessa, pois, seja quem for que esteja a governar o país só vê uma coisa – Luvas e subserviviencia ao estrangeiro que dita as regras aos caezinhos nacionais. Ao menos em Africa recebem luvas para facilitar… Parece que em Portugal, recebe-se luvas para dificultar as iniciativas que chocam com interesses supranacionais.”
.
.
Infelizmente o seu caso não é único. E infelizmente dá razão aos que, como eu, não querem o Estado com este poder e com estas regras burrocráticas, que apenas servem para receber luvas. O último caso, também passei-o mas no sector quimico e reparei que era para mamarem à minha custa, que desisti logo.
.
.
Vc. apenas me dá razão. Quanto mais poder para o Estado, menos investimento e mais corrupção. Mas parece que a malta gosta e mantém o mesmo sistema. Pfff!
GostarGostar
Com a verdade me enganas…
Não é isso mesmo que acontece em Portugal de há uns anos a esta parte? Afinal para que serve a eleavadíssima carga fiscal que temos no país se não para alimentar os desmandos de um pseudo Estado Social?
GostarGostar
Anti,
e qual é a empresa com sede em coimbra que acaba de ser incluída numa restrita lista de empresas classificadas pela Gartner como especialistas na área de software de Business Intelligence? A Spin Off nacional é a única europeia a integrar a selecção da analista especializada nos mercados de TI.
GostarGostar
ideia:
nacionalizar activos como mourinho e cristiano ronaldo;
só no caso deste último, parece que o manchester city vai avançar com proposta de compra por 200 milhões de €! aqui, uma percentagem da mais-valia deve servir para amortizar a dívida da madeira ao continente.
GostarGostar
Anti,
Penso que o que o texto do Ricciardi vai num sentido diferente da interpretação que o senhor está a tirar. Isto é, o Estado pode e deve ter um papel importante na definição de algumas estratégias, que interpretem a coesão de um povo. Isso não significa que deva ir mais longe. Se cumprir esse seu objectivo apenas na justa medida do que é equilibrado, sobrará espaço para que as empresas e as pessoas possam criar riqueza.
Por exemplo, ouço muitas vezes que o Estado deveria ser gerido como uma empresa, o que me levanta algumas dúvidas, mas não é esse agora o assunto, mas aceitando que deveria ser assim, tout court, pergunto-lhe se numa determinada empresa o departamento comercial funcionar mal, é razoável como decisão do governo da sociedade encerrar esse departamento? Eu creio que não. No Estado passa-se exactamente a mesma coisa.
Dito isto, de facto o que a que muitas vezes se assiste é a um Estado refém de corporações várias, e sobretudo de quem nomeado para cuidar da coisa pública, resolve em vez, que deve cuidar da sua própria coutada. Amiúde decide erradamente, outras por pura incompetência.
Todavia, o que isto mostra é que os mecanismos que todos nós conhecemos como democracia, tem de dar um passo além. Temos nós próprios, em sociedade, aprender que a cada um dos nossos direitos enquanto pessoa corresponde sempre uma obrigação para com os outros. A corrupção não se evita com a lei (pune-se), mas sim com educação. Educação numa democracia justa e com coesão social.
O que penso é que um certo comunismo liberal tende a colocar as pessoas fora de toda e qualquer equação, caracterizando sempre quer o estado, quer as empresas, como coisas com vida e com pensamento próprio, dito de outra forma, ideias abstractas que são fundamentalmente construções humanas que passam como por milagre a funcionar em completa autonomia do seu criador, dotadas de inteligência artificial.
Cump.
GostarGostar
Carlos Dias
«O lugar da merda terá sempre futuro»
a renova já limpa a merda do cú de 12% de espanhóis ou seja dez milhões: merda é dinheiro!
GostarGostar
Caro Campo, também li essa noticia e fiquei agradado, pese embora o exagero dela. Esperemos que a empresa dê um salto e consiga singrar nos próximos anos e tenha crescimentos elevados.
.
.
Caro DP, o Ricciardi parte de uma premissa errada: que foi o Estado a apostar na floresta de eucaliptos. Não o foi e, pasme-se, após as privatizações das celuloses os entraves sempre forma muitos assim como ainda hoje há enormes entraves à plantação de eucaliptos.
.
.
O erro dos pensam que o Estado é capaz de saber o que é o melhor para o futuro do país é que julgam que algum iluminado pode acertar neste tipo de coisas. Não o pode com a frequência desejada, o que implica sempre que os ganhos das apostas acertadas fica sempre muito abaixo das apostas erradas. Como exemplo paradigmático do que o afirmo está no famoso projecto Siderugia Nacional e respectivo complexo de Sines. E isto não apenas uma questão de regime, como fácilmente pode-se aferir por estes erros.
.
.
Depois, todos os sectores de actividade julgam que o seu sector merece ser apostado. Não apenas sectores, pergunte-se à generalidade dos empresários e eles dirão que sim. É natural e até se não fosse assim, eles mudavam de ramo. O problema é que é dificil prever o futuro e, hoje o que nos parece uma aposta segura, amanhã descobrimos que é um grave erro. E se isto se passa até no mundo dos mercados de capitais, imagine nos chamados sectores económicos.
.
.
O que poderia é haver uma outra perspectiva. E não é nova esta ideia. Apostar no que demonstra resultados. Isto é, se uma empresa ou sector de actividade está pujante, devemos apostar nesse sector, pois os resultados demonstram que o mercado premeia essa aposta. E além disso, ao não apostar nos ditos pato-coxos, força o tecido económico a elevar a sua produtividade ou abandonar a actividade e elevar a eficiência marginal do capital (desculpe lá o jargão pseudo-técnico), com a os capitais a mudarem-se para os sectores mais rentáveis, criando inclusivé mais emprego. Ou seja, não se deve apostar em sectores em declinio ou não rentáveis. Todavia, até esta ideia tem os seus riscos. Porque, quantos sectores não vivem crises estruturais e até conjunturais e dão a volta e se mostram veradeiros vencedores depois? Se quiser um exemplo actual em Portugal, temos o caso do Calçado, que até bem recentemente era visto como morto ou quase e no entanto…
.
.
Ora, eu, quando faço um portefólio de investimentos, não sei os resultados de antemão. Posso fazer muitos cálculos e tal, mas sei que a minha margem de erro é elevada. A prova é que o mundo académico até inventou uma teoria para explicar que é quase impossível um gestor adivinhar os melhores sectores e as melhores empresas onde investir e apostar. Ora, se os gestores profissionais têm uma elevada incapacidade de prever as melhores apostas (em termos gerais é assim, mas não tanto, claro) como o irão fazer os burrocratas, menos atentos ao próprio mercado e seu desenvolvimento? Só mesmo quem acredita em histórias da carochinha.
.
.
Não. O que se passa é que este tipo de ideias apenas dá azo ao aumento do rent seeeking, pois em nome dessas tais apostas de futuro, o dinheiro dos contribuintes é roubado. Logo, o que o Estado deve fazer não é escolher sectores mas implementar políticas que promovam todos os sectores, como forçar a abertura dos mercados, no sentido da entrada de novos concorrentes seja rápida e fácil e sejam afastados os maus gestores, as más empresas ou até sectores inviáveis. Essa deve ser a melhor forma de estabelecer políticas públicas. Quanto mais neutras e abrangentes as pol´tiicas públicas melhor.
GostarGostar
«O lugar da merda terá sempre futuro»
que o diga o Passos, que passou pela Ribtejo, que trata da merda industrial; isto apesar dos percalços:
http://www.ionline.pt/conteudo/124456-ambiente-empresa-dirigida-passos-condenada-pagar-60-mil-euros-negligencia
GostarGostar
(Outra vez numa folha de papel A4…)
Dr. Pedro Passos Coelho,
Chegue-lhe a roupa ao pau, forte e feio, sem dó nem piedade.
Alembre-se que Sócrates desgraçou o seu e o meu País.
Comeu os Portugueses e verteu uma lágrima, exactamente o mesmo que fazem os crocodilos antes de arrastarem as suas vítimas para o fundo, que é onde estamos, no fundo deste enorme buraco chamado Portugal.
O senhor tem Sócrates na mão, preso pelo cachaço, como se faz a um gato. Não o largue, segure-o bem.
Não se preocupe com a Judite, ela vai inclinar o campo para o outro lado, mas o senhor é que tem razão, nós que estamos deste lado sabemos que o sr. tem razão.
Nós, a gente queremos que o sr. seja eleito 1º ministro, para depois obrigar as pessoas a trabalhar, porque é com o dinheiro que se ganha no trabalho que se pagam as compras no Supermercado e a conta da luz.
Sócrates não quer nada disto, ele não quer ninguém a trabalhar, ele quer é toda a gente sentada no sofá, copo na mão e telecomando na outra à espera do papelinho ao fim do mês.
O sr., dr. Passos Coelho, nao tem nada a ver com o eng., ele não passa dum malabarista, é um actor, vendedor de computadores e ventoínhas que só tem paralelo com os vendedores da Vefa ou da Terra Nostra nos passeios que estes promovem.
De governante, ele não tem nada, não percebe nada, se percebesse não estávamos como estamos, teve seis anos para perceber e não percebeu.
Previu, e consegue dizer isto sem se rir que: “a contracção do PIB está na linha das previsões do governo…”é obra!
Somos o único País no Mundo que não saiu da cepa torta. É obra!
Com um endividamento tal que não cabe na cabeça de um tinhoso, que alguma vez tivessemos a ter.
Com tanto desemprego, que qualquer dia os desempregados correm o risco de serem mais que os Portugueses todos juntos. É obra!
Portanto, dr. Pedro Passos Coelho, o sr. vai chegar ao fim do debate, vai soprar os colts ainda fumegantes e engaiolar o animal feroz. Conte com nosso voto. Tem tudo na mão, a faca e o queijo.
Está na hora. O senhor está chamado a ser um governante. Não é pêra doce…mas vai conseguir, os Portugueses não são vêsgos e sabem, que vale mais um homem com razão…que seis milhões sem ela.
GostarGostar
quere-me parecer vque o IDEIA é O BE fazer governo com PS após eleições….e louçã já vai deixando algumas dicas.
neste cenário deve MEDITAR o dr. Portas….
GostarGostar
quer-me
GostarGostar
Outro erro comum é pensar nestas coisas de sectores como um mundo homogéneo, quando na realidade a heterogeneidade dentro de um mesmo sector é ainda mais elevado que entre sectores. O problema é que muitos fazem tratados matemáticos (ditos econométricos) baseando-se, por exemplo, nas cotadas quando estas não são representativas dos universos empresariais dos países, mas das melhores (em teoria).
.
.
Ora, não são os sectores per si o mais importante mas o grupo de empresas agregadas num determinado sector que podem fazer a diferença. Claro que partir para esta visão implica estudar melhor o problema dos chamados clusters industriais, que é um tema muito mais complexo do que nos parece à primeira vista e é dificil usar ferramentas econométricas para os estudar. Daí que as academias fogem destas análises como o diabo da cruz.
.
.
Ora, o erro mais importante, na minha modesta opinião, é pensar-se em sectores quando se devia pensar em coisas mais fácilmente medidas e tangiveis, como margens, valor acrescentado e rentabilidade dos capitais próprios. Aqui sim, pode-se fazer uma boa triagem das empresas competitivas e as não competitivas. E não, como se costuma pensar, em sectores da moda, como alta tecnologia, etc. Isso é um erro e até um embuste. Porque, o que permite altos salários e alto nível de vida dos trabalhadores, não é haver muitas empresas de alta tecnologia, mas as margens conseguidas em ambientes bastante concorrenciais e competitivos. Por isso, aqui sim, é preciso estudar com atenção este tipo de indicadores económicos, porque são estes que fazem a diferença.
.
.
O caso da Renova é em si mesmo um poderoso exemplo de uma boa empresa num sector tido como complicado e, até aparentemente, de baixa tecnologia. Mas não é bem assim e há mesmo sectores tidos como de baixa tecnologia que na realidade são mesmo de alta tecnologia, como por exemplo, os têxteis e até o calçado. Só que as tecnologias nem sempre se apresentam no produto acabado e até parece que não incorporam muita tecnologia, inovações, etc. Um outro caso, o sector bancário, nos serviços, é um sector de alta tecnologia e, no entanto, parece que ir pedir um empréstimo e consegui-lo é muito simples e sem nada por trás. No entanto…
.
.
Como dizia, a Renova é um caso em que é possível gerar valor em sectores dito tradicionais e com baixa probabilidade de gerar alto valor acrescentado, mas o seu exemplo demonstra que é mentira e até é possível transformar o papel higiénico num produto apetecido e bem pago. Quem pensaria pagar mais de 3 euros por um rolo de papel higiénico? Mas há quem o faça e o sucesso da Renova está aí para o provar, desmentindo todas as ideias feitas e todos os modelos econométricos.
.
.
Eu não conheço os números da Renova (julgo que deve facturar cerca de 150 milhões de aéreos) mas pelos produtos e pelos preços, quase que aposto que tem margens elevadas que podem propiciar altos salários. Além disso, já não tem apenas pessoas nas máquinas mas tem que ter uma equipa elevada em funções altamente remuneradas, como engenharia, design, marketing, finanças, etc. Ora, se a Renova o consegue e muda paradigmas no consumo de determinados produtos que não eram tidos como de alto valor acrescentado, também o poderão conseguir todo o tipo de empresas. Sejam elas a fabricar papel higiénico, como a produzir massa, vinhos, computadores (ver como a Apple está a conquistar quotas de mercado até então tidas como asseguradas pela Ásia e seus salários) ou até mesmo preservativos. O que é importante é criar valor. E isso tem que acontecer em qualquer sector não apenas aqueles que estão na moda ou nos parecem prometedores.
.
.
Sobre isto, vale a pena dar uma vista de olhos ao que o CCZ escreve aqui:
.
http://balancedscorecard.blogspot.com/2011/05/como-e-que-os-economistas-do.html
.
.
E ele tem razão. A maioria dos opinion makers e economistas andam a apanhar bonés. Aquilo que eu passo a vida a criticar. Os eunucos que se armam em fodil*** mas que em vez de o fazerem, dizem como o devemos fazer. E é bom que todos nós comecemos a mudar mentalidades e a pensar como verdadeiros gestores de investimentos e não em professores zandingas. ehehhehheh
GostarGostar
Só de ver a cara daquele DSK em tribunal, dá-me irritação. Que grande palermóide, julgar que põe e dispõe assim das mulheres. Mesmo que o sexo fosse consentido, seria ele a aproveitar-se dela e a pirar-se de seguida para o aeroporto. Bem feito tudo o que lhe está acontecer, espero que apanhe a pena máxima.
GostarGostar
se fosse a pena de morte até não seria má ideia…
GostarGostar
E pensar que em Portugal, adultos podem ter relações sexuais com crianças de 12 anos e nada lhes acontece. Não há dúvida que a esquerda perverte todos os valores., querem trazer tudo ao seu nível reles.
GostarGostar
“se fosse a pena de morte até não seria má ideia…”
Dá para pensar, que estos “neos” e os neo-islámicos tenham mais de um par de ideais e valores em comúm…
GostarGostar
Tina,
a zazie num post atrás identificou o tipo de mulher a que a Tina pertence, confirmado agora quande se descai e diz que «mesmo que o sexo fosse consentido»:
‘Uma queca deve ser uma coisa lixada e traumática para qualquer mulher.’
claro, que para a mulher frígida havendo penetração existe violação; mesmo que exista preliminares, caso em que se denomina violação-ao-ralenti; não havendo penetração, mas já cunnilingos ou esfreganço do clitóris, então já será algo aceitável não justificando pena de morte…
GostarGostar
Acerca da conversa da Renova convinha ver como acaba este relato de um turista em Paris:
.
.
Gentileza que um amigo me deixou no blogue
GostarGostar
O campo de minas só conhece galdérias e cita-as também.
GostarGostar
sim,prefiro as galdérias;
as que acham que têm a virtude no meio das pernas, têm uma óptima desculpa para criarem teias de aranha na irmã do rato do pc…
GostarGostar
Caro CCZ, a Renova demonstra tudo aquilo que Vc. tenta dizer no seu blogue. Dá gosto ver coisas assim feitas por tugas.
.
.
E a Renova não é muito agressiva em atacar outros mercados (talvez porque gerir elevados crescimentos da produção com qualidade não é tão fácil como parece) porque senão…
.
.
Vc, lembra-se das campanhas da Renova com bons fotografos que até a dada alturia confundia o consumidor, pensando tratar-se de uma nova marca de moda? Acho que começa mesmo aí o verdadeiro posicionamento estrategico da Renova. Claro que é preciso alimentar estas campanhas, não basta boa publicidade. Os tipos da Renova estão sempre a “inventar” novas coisas. Não apenas a nível do produto mas como até a sua apresentação e produção.
.
.
Vamos ver se abocanha o mercado da Kleenex, cuja empresa tem dinheiro que se farta para tentar combater a Renova. Mas desconfio que a Renova vai-lhes roubar muito mercado.
.
.
Outra coincidência interessante. Usar a sexualidade/erotismo para prender a atenção do consumidor, tanto da Renova como a campanha da APPICAPS.
GostarGostar
Cuidado, AC, a Renova está fora da área geográfica do Norte, não passam de marroquinos disfarçados… E o pessoal da pêra rocha ainda pior, mais mouros só na Mauritânia!
GostarGostar
Caro Miguel, eu admiro sempre o que é bem feito, seja no Norte seja em Marrocos.
.
.
Agora, isto prova que é possível fazer diferente do que fazem as oligarquias do Sul. É possível mas é preciso ter mentalidade para isso e capacidade psicológica para aceitar riscos, coisas que em Lisboa…
GostarGostar
Anti,
Eu concordo com quase tudo o que escreveu. No entanto penso que o mais importante do que quis transmitir não foi por si valorizado. Repare que o que eu defendo é um Estado regulador que deixe funcionar a ecomomia sem quaisquer constrangimentos dentro de um quadro com regras e leis claras, mas que no plano político estabeleça quais são as suas prioridades. E essas prioridades passam por manter a coesão social de um povo e uma visão clara de onde queremos estar daqui por uns anos. Porque afinal é isso que nós sufragamos nas urnas.
–
Esta, e apenas esta missão do Estado, na minha opinião não passa por análises – e vou citá-lo – de margens, valor acrescentado e rentabilidade dos capitais próprios.
O problema que encontro em Portugal desde sempre, é que o Estado que nós sufragamos tem sido sempre débil de visão e de identidade, e aquele que não sufragamos é um estado politizado, corporativo e burocrata em áreas que deveriam ser de gestão profissional e competente, aferidas com os indicadores que menciona.
–
Isto que estou a dizer não tem novidade nenhuma, é basicamente o caminho que a nossa democracia e todos nós temos ainda de percorrer até conseguirmos alcançar os níveis de riqueza de outros países. Isto não significa que se tenha de desmantelar o Estado. Temos apenas que exigir àqueles que sufragamos, rigor e clareza, e que no que toca à gestão da coisa pública de dotá-lo de gestores profissionais e competentes. Creio que já lhe dei o exemplo da DGCI que era um cancro autêntico até ter sido gerido por um gestor profissional (Paulo Macedo), sem que a identidade ou a visão de futuro do Estado que todos nós sufragámos tivessem sido descuradas.
–
Nas empresas, na sua maioria (infelizmente) o processo é semelhante, nem sempre o titular do capital é o mais indicado para gerir a sua própria empresa. Esse é um dos terríveis enganos dos nossos comunistas liberais e um dos factores do nosso atraso económico.
–
Se existe uma coisa que admiro nos seus textos e nas suas opiniões são as suas contínuas chamadas de atenção para aquelas empresas portuguesas que conseguem arriscar nos mais diversos sectores em concorrência com um mundo global e vencem. A esses empresários aquilo que os ouço dizer é que o Estado, apesar não ajudar também não estorva.
Cump.
GostarGostar