Debate Parlamentar: Forma ou substância?
Pedro Marques, actual deputado do PS e antigo Secretário de Estado da Segurança Social no Governo de José Sócrates, ilustrou bem, a posteriori, a forma (e o estilo) de fazer política do anterior Governo e do “grupo socialista Socrático”. Assim, a pretexto da confiança e da sua necessidade na vida económica, criticou, na sua intervenção parlamentar de hoje, o Governo e, em particular, o actual Ministro das Finanças, por dizerem a verdade! Ou seja, anunciarem já uma medida grave e dura (corte nos subsídios de Natal) que só será implementada daqui a seis meses.
Nas palavras do confiante Pedro Marques, os consumidores ficariam, desde já e até daqui a seis meses, a viver num estado deprimido e de falta de confiança, por saberem, agora e com pré-aviso, aquilo que iriam sofrer no Natal.
No seu estilo nada ortodoxo, sob o ponto de vista parlamentar, Vitor Gaspar, quase em tom de tranquila e vagarosa aula, lá foi dizendo aquilo que parece óbvio: faz mais pela confiança dizer-se a verdade, do que escondê-la ou “vender” uma mentira pregada, daquelas que nos fomos habituando a ouvir durante os últimos tempos e que originaram, por exemplo, num só ano, 5 rectificações orçamentais. Precisamente pelo Governo de que fazia parte Pedro Marques…

Ou seja, vão-nos foder , mas é só no Natal.
GostarGostar
O actual Ministro das Finanças – com pouca experiência da economia real! – é da mesma «escola» daqueles que em Bruxelas ou no «miolo» da União Europeia estão rebentando com a Europa das Nações.
É da mesma «escola» daqueles que vão rebentar com o euro e provavelmente vão provocar o desmantelamento da União Europeia.
Portugal tem que preparar-se, quanto antes, para um cenário de saída do euro e da própria Europa.
Insistir na mesma receita que é «cozinhada» em Bruxelas e em Frankfurt é condenar Portugal à falência.
Daqui a um ano vai haver mais recessão, mais desemprego, mais falências, mais fome, mais miséria e mais desigualdade.
Não é preciso ser Zandinga ou Medina Carreira para prever isto.
Isto mesmo me foi dito pelo talhante da minha rua…que só tem a 4ª classe!
GostarGostar
E que dizer da intervenção do neo-socialista Basílio?
Há muito que não assistia a espectáculo tão vergonhoso da parte de quem não guarda um resquício de vergonha na cara.
GostarGostar
Não há nada como fazer as coisas a “grande velocidade”, mesmo que haja depois um estoiro ruidoso de que não se escape. Arranjam-se sempre admiradores. Estou a ver isso agora mesmo, nas notícias.
O ministro das Finanças poderia acelerar mais um pouco e pedir já o subsídio de férias de 2012.
Se alguém notar relações esquisitas entre temas…
GostarGostar
Basílio Horta desmascarou as tretas que os «novos?» governantes proferiram do alto da sua tribuna.
Quem fôr novo, souber falar línguas e que tenha vontade de trabalhar que saia já daqui!
Com esta receita Portugal vai ser a Grécia de 2012!…
GostarGostar
sempre li por aqui que saído socrates e com a implementação de políticas de direita a economia ia levantar voo pujante. Então para quê os cortes? lá para dezembro já deveremos ter resultados positivos concerteza!
GostarGostar
Calma! Haja optimismo! As medidas do Governo acabam de nos nos os primeiros grandes resultados: o último censo da população indica que houve um aumento das mulheres em Portugal!
GostarGostar
mentir é justificar esta medida com a treta que não sabiam qual era o défice afinal e só o souberam agora pelos números do INE. o PPC é tão mentiroso como o tipo que o antecedeu no cargo. cada povo tem os mentirosos que merece.
GostarGostar
Arlindo da Costa
“Quem fôr novo, souber falar línguas e que tenha vontade de trabalhar que saia já daqui!”
.
É claro que o Arrelindo da Bosta não é novo, não sabe falar línguas, e não tem vontade nenhuma de trabalhar, por isso não arreda pé daqui.
GostarGostar
além de que esta é uma medida cobarde e classista de quem não é capaz de tributar extraordinariamente as grandes fortunas, as operações bolsistas, lucros de intermediação do sector bancário e das empresas protegidas como a EDP, a Galp, a PT, etc. pagam sempre os mesmos: os assalariados a quem é cobrado á cabeça coercivamente.
GostarGostar
eu quero é que Pedro Marques, actual deputado do PS, se f***.
a mim interessa-me saber é porque não contribuem, extraordinariamente, os sujeitos em sede de IRC e os fazedores de dividendos da nossa querida BANCA (que sendo sujeitos a IRC têm um estatuto especial…)
GostarGostar
As pessoas podem ficar descansadas,
porque o actual ministro das finanças vai-lhes dizer sempre a verdade.
Foi muito bom saber-se com antecedência que só iriam receber metade do subsídio de Natal.
Um bem-haja ao senhor ministro.
GostarGostar
É verdade Portela:
Um desgraçado que ganha uns magros 600 ou 1000 euros vai ser confiscado por este governo estatista e que governa para os mais ricos e poderosos , enquanto um bimbalhão qualquer que aufira mais-valias da bolsa ou juros de depósitos bancários ou doutros instrumentos financeiros fica fora desta medida «extraordinária».
Mais «estraordinário» do que isto, não podia haver!
E agora, Sr. Presidente, os sacrifícios não continuam a ser sempre para os mesmos?
Os marajás, os mamões, os protegidos por este Estado napoleónico, continuam imunes à desgraça e ao empobrecimento da nação.
GostarGostar
Arlindo, uma presição: mais valias, englobadas, estão sujeitas a IRS. Eu falo em IRC , incluindo a BANCA .
GostarGostar
“precisão”
GostarGostar
Vê-se que os socretinos andam muito assanhados.
GostarGostar
Oh PMF, não vale a pena disfarçar; vê-se que os socretinos andam muito assanhados.
GostarGostar
CASINO ESTORIL
Quem investiga esta triste noticia para o Concelho de Cascais. Porque é que o estado não quer saber que a empresa Estoril-Sol despediu ilegalmente 112 funcionários do Casino Estoril em substituição de precários e com milhões de lucro o que significa mais desempregados e desempregadas e postos de trabalho perdidos no Concelho de Cascais. Já não basta haver milhares de desempregados e desempregadas no nosso concelho agora vão juntar-se a este drama mais 112 trabalhadores.
A comissão de trabalhadores diz que a Estoril-Sol já fechou ao longo dos últimos 6 anos um total de 681 postos de trabalho. Muitas empresas em nome do lucro e camufladas pela crise vão despedindo indiscriminadamente não querendo saber das suas responsabilidades sociais.
Gostaríamos que a justiça tivesse um papel activo na defesa destes trabalhadores e dos seus postos de trabalho.
Neste sentido gostaríamos de saber:
1.Pediu – se a intervenção do governo e mais propriamente os órgãos governamentais que tutelam o sector e todos fecharam as portas PORQUÊ?
GostarGostar
Já não há pachorra, mesmo! O dito senhor não abordou os recentes dados do INE… Porque será que ficam pela rama das coisas?! Mas, agora sim: consegue-se ver os debates. Mais nível, gente com valor, boa educação… Que diferença!
GostarGostar