É por estas e outras que os ditadores, sobretudo os de esquerda, vão sempre a médicos fora do seu país
«Na audição, Nuno Crato ouviu críticas quer do PCP quer do Bloco de Esquerda ao reforço dos exames ao longo do percurso escolar dos alunos. Rita Calvário, do Bloco de Esquerda, criticou que a progressão nos estudos dependa dos exames, indicando que a opção do Governo por esse tipo de avaliação mostra “falta de confiança” no trabalho realizado pelos professores ao longo do ano. Miguel Tiago, do PCP, afirmou que a “injustiça” dos exames é “evidente” enquanto o Governo não puder garantir “condições iguais”, acrescentando que o Governo PSD/CDS-PP continua a política do PS, transformando “escolas em centros de formação profissional” e professores em “treinadores” de alunos para responder aos exames.» Quando os deputados Manuel Tiago e Rita Calvário forem operados devem forçosamente recorrer a um médico anestesista formado sem a “injustiça dos exames”, em “condições iguais” seja lá isso o que for e cuja progressão nos estudos não tenha dependido dos exames.

É por estas e outras que os ditadores, os 25 mais ricos e famílias, a burguesia endinheirada e alguns editores cretinos de blogues, vão sempre a médicos fora do seu país.
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Leninha
Que comprimidos é que andas a tomar?
É que já são duas vezes, quase seguidas, que tens bons posts.
Julguei que eras especializada só em dizer mal do Socras…
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in Arrastão, sobre o BPN, um assunto tabu para alguns cretinos…
(…) Portugal há muito que se tornou uma metástase da Sicília, e ninguém parece interessado em acabar com a doença. Só não vê quem prefere não ver. E em terra de cegos (…)
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Portela Menos 1,
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Pelo que andou a dizer-se aqui do BPN e da caixa, neste mesmo sítio, o seu comentário cai por terra.
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Os deputados Manuel Tiago e Rita Calvário e restante deputedo daquele lado estão bastante inebriados de destilado de batata. Os restantes andam a beber destilado de centeio, assinando contratos blindados ou tentando desmontá-los.
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FC,
nas minhas opiniões tento ser claro e directo; faça um esforço.
(“o seu comentário cai por terra”) ?
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“É por estas e outras que os ditadores, sobretudo os de esquerda, vão sempre a médicos fora do seu país”
Sim, Sim Leninha.
Isso mesmo lhe indicou a sua mulher para um tal Augusto-de-esquerdas-PInochet assim que foi de tal modo a cara de sorpressa do pícaro quando foi dar com ele a Scotland Yard de London para os seus tratamentos oseos e logo tudo o mundo lembra de como terminou aquela historia por querer desprestigiar os médicos chilenos especialistas da materia…
“Em 16 de Outubro de 1998, Pinochet foi detido pela Scotland Yard em Londres, onde se encontrava para tratamento médico. A prisão do ex-chefe de Estado obedecia a um mandado de busca e apreensão internacional, “com fins de extradição” para Espanha (país onde seria julgado por crimes de abuso dos Direitos Humanos), expedido pelo juiz espanhol Baltasar Garzón (embora sem deter competência para pedir extradições), e enviado à Interpol, onde é acusado por supostos crimes de genocídio, terrorismo e torturas, com base em denúncias de familiares de espanhóis desaparecidos no Chile durante seu governo”
http://pt.wikipedia.org/wiki/Augusto_Pinochet
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Portela Menos Um,
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Neste sítio não faltam menções ao BPN e à Caixa Geral de Depósitos. E pode contar com uma coisa: a crítica aqui realizada não é gratuita, visto que os autores aqui não se alinham nem na esquerda socialista nem na batuqueira nem na vermilhóide. E não se calarão quando a esquerda, seja o que essa quejandice for, entrar no poder. Pelo menos já provaram isso no passado. E provam-no no presente.
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Não defenderam o Sócrates e, na generalidade são igualmente críticos ao governo de coligação. Tal como a Câmara Corporativa, presumo eu.
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Meu caro, a vigilância de cidadãos livres é o temor dos corruptos.
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FC dixit: (…) a crítica aqui realizada não é gratuita, visto que os autores aqui não se alinham nem na esquerda socialista nem na batuqueira nem na vermilhóide (…)
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olha que novidade! o que não falta por aqui são “críticos” do BPN de direita, extrema direita e não esquecendo a da “moca de rio maior”. Falta saber a opinião destes experts sobre os termos da venda ao BIC .
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A Helena já reparou a injustiça que é, haver exames de código e condução para se ter direito à carta de condução? Não bastava só frequentar as aulas dos senhores instrutores durante uns meses? Já viu a injustiça que é exigir-se ao pobre o mesmo que se exige ao rico, estudar o código e ir fazer o exame? Só devia haver exames de código e condução quando se pudessem garantir “condições iguais” para todos. Um rico sempre pode recorrer a explicadores para o código, um rico sempre pode ir praticando condução no carro do papá, não é justo, as condições são muito opostas.
Esteja descansada, o Nuno Crato sabe como tratar dessa demagogia.
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Muito ditadores fascistas com gota, hemorroidas, sifilis e esquentamentos, aonde é que foram tratar-se? A Cuba, que por acaso tem uma excelente medecina?
E o pessoal da «direita» tuga, onde é que vai tratar-se quando estão à beira de esticar o pernil?
A Exma Srª Drª Helena arrisca-se , num curto prazo, a cair no ridículo e no descrédito intelectual com a publicação sucessiva de posts/artigos pimbas para animar a silly season…
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O comentário do Cardoso (14:45) não vem a propósito. Toda a gente sabe o que são as escolas de condução neste país e como é que se “aprova” nos respectivos exames… E o pior é que essas escolas, com todo o seu pretenso rigor, em nada contribuem para baixar a sinistralidade rodoviária. Não sou, obviamente, contra um ensino sério e responsável da condução automóvel, mas duvido que a maioria das escolas existentes estejam em condições de o prestar.
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Mal de nós se os médicos só fossem avaliados através de exames…
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Helena Matos, a deputada criticou que a progressão nos estudos dependesse UNICAMENTE dos exames. A jornaleirita ou jornaleirito que cita é mouco, coitadito.
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Hawk, eu sei como se “aprova” em muitos exames no que toca às cartas de condução. Eu sei que o ensino e prática das escolas de condução pode melhorar bastante e sei que isso pode contribuir um pouco mais para a segurança rodoviária. Mas sabe onde é que a segurança rodoviária poderia melhorar muito mais? Era na educação no sentido mais lato, na formação cívica, na exigência e responsabilidade e essa em grande parte é adquirida na Escola. Quando a Escola não transmite esses valores e até são subvalorizados, muitas vezes em nome de demagogias baratas como esta que falou a Helena, não se admire de ver o que se passa nas nossas estradas. Se julga que a nossa alta sinistralidade rodoviária se deve por desconhecimento do código de estrada ou por inaptidão de condução, está enganado. Ela deve-se mais por falta de educação em sentido mais lato, por falta de responsabilidade, respeito, rigor e exigência. Se estes valores são desvalorizados na Escola e formação dos nossos jovens e muitas vezes, mesmo não o parecendo, apoiada por alguns partidos, como é que se vão exigir depois no comportamento nas estradas?
O meu exemplo não sendo o melhor, mas ilustra bem que essa demagogia da falta de condições iguais para todos ser condição para não haver exames no ensino obrigatório em Portugal, não pode passar em branco.
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Que disparate! Que desonestidade intelectual!
Acaso os médicos que existem fizeram os exames de que agora se fala?
Estava-se a falar do ensino obrigatório e das desigualdades sociais, sra. jornalista!
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Não Interessa,
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A progressão nos estudos deve fazer-se UNICAMENTE por exame. Ou o aluno sabe e progride ou não consegue mostrar que sabe e repete. É assim que o sistema funciona bem.
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Qualquer outro sistema menoriza o esforço, a inteligência e a aptidão. Qualidades de que o deputedo sinistro parece não sentir falta.
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Arlindo da Costa,
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Em Cuba fazem-se exames na escola. E quem não passa chumba. Em Portugal o conselho de turma pode votar a subida da nota de um dos professores para a positiva, por forma a passar o aluno que obviamente não merece. Isto é uma acefalia e merece os maiores impropérios, mas é assim que é a lei.
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Guterrices!
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JCardoso, face ao seu esclarecimento, totalmente de acordo quanto à deficiência de civismo a às respectivas consequências. Isso, porém, não invalida o escândalo que são muitas das escolas de condução onde o que se “aprende” pouco ou nada contribui para baixar a sinistralidade das estradas portuguesas.
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E se o blasfémias que à noite brincadeira
a Helena, pimba, a Helena pimba.
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A Sra. Dona Helena podia saber que entre aprender uma certa disciplina e saber o programa existe uma grande diferença? Poder, podia, mas não era a mesma coisa!
E, certamente, não lhe permitiria estas magníficas tiradas demagógicas.
Dos seus posts fica-se com a ideia de que sabe o programa, mas não aprendeu lá grande coisa.
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JAL,
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Não sei bem o que fuma, mas presumo que não terá tido grandes notas. Talvez alguns chumbos. Só assim posso compreender a racionalização da estultícia de «saber o programa» versus «aprender a disciplina».
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Pois deixe-me dizer-lhe porque existem exames: os exames escritos, orais e práticos são o único modo de o aluno mostrar que sabe. Um soldador irá ser examinado quando solda um caso determinado pelo examinador, provando aptidões práticas, e passa uma exame teórico escrito ou oral, mostrando outrossim que conhece os fundamentos da metalurgia e os fenómenos que ocorrem na junta soldada.
A junta soldada é passada pelo raio X, para atestar a sua qualidade. Um soldador que solde mal é um perigo para a sociedade, mesmo que se esforce para soldar bem, seja aplicado, educado e assíduo. No fim de contas, quando monta na sua bicicleta ou passa por uma ponte metálica, não confia a sua vida à assiduidade ou ao esforço do soldador, mas à sua competência.
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Se conhecer um outro meio de o aluno mostrar que sabe, somos todos ouvidos. Olhe, fique apenas avisado, caro amigo, que todas as outras teorias da educação (chamam-se «alternativas» para parecerem científicas) deram resultados misérrimos.
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O Francisco Colaço acabou de dar o melhor argumento contra os exames. Um médico (ao contrário do que por aí se disse), para além de uma prova curricular e de um exame (de saída da especialidade, por exemplo), é avaliado no dia a dia, no modo como actua com os doentes (em todos os domínios). Não passava pela cabeça de ninguém, fazer depender a sua “aprovação”, apenas, do modo como intervém perante uma amigdalite, ou uma constipação. É precisamente por isso que os exames não são o tal método infalível que diz serem.
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E, ainda por cima há quem não tenha entendido que o MEC quer os exames para avaliar professores, não alunos, que esses hão-de sempre passar por falta de dinheiro para voltar a ensinar chumas de repetentes.
Os exames são um bluf porque todos os alunos que vão a exame com nível 3, mesmo que tenham negativa no dito, passam à mesma.
Já para não falar dos critérios para transição nos anos não terminais….
Srs jornalistas: fiquem atentos para ver se se vai continuar a deixar transitar alunos com 3 níveis negativos, ou não!
E deixem de abordar os assuntos pela rama! É confrangedor ouvir um jornalista falar de ensino!
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Francisco Colaço,
O que quer que eu fume não é, certamente, o mesmo que você fuma.
A questão não está na irrelevância dos exame, mas precisamente em fazer depender toda a avaliação do resultado dos testes, esquecendo a componente da avaliação contínua e da avaliação dos instrumentos que os alunos vão adquirindo ao longo de um ano lectivo.
Levou, propositadamente, a questão para a avaliação prática de uma determinada matéria, através de um exame.
Eu coloco-lhe a questão num outro plano, no plano das disciplinas teóricas, aquelas que deveriam constituir-se como base para tudo o resto, por exemplo: entre saber o programa de filosofia e apreender filosofia existe uma diferença abismal. O aluno pode saber o que pensa e escreve determinado autor, poderá ter um 19 ou 20 no exame, mas dificilmente terá adquirido instrumentos fundamentais para a análise critica da realidade e da disciplina em causa, porque esteve a estudar e a decorar à pressa o que vem escrito no manual, o que diz a sebenta, os exercícios para exames, o que ensina o professor e o explicador. O mesmo raciocínio se aplica a todas as disciplinas deste âmbito.
É conhecer o aluno que nunca leu, nem vai ler um clássico da literatura portuguesa, mas leu o resumo das obras que lhe permite uma boa nota no exame, porque é para isso que trabalha, não é para conhecer, é para passar no exame.
É fácil treinar alunos para exames, difícil é ensinar alunos, contribuir para a formação indivíduos.
O que se exige é um equilíbrio entre formas de avaliação, não aprofundar o elitismo nas escolas, não tornar a escola num espaço reprodutor das desigualdades sociais, dar as ferramentas necessárias para a formação individual de cada aluno, estimular o conhecimento e o gosto pelo conhecimento.
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JAL,
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É conhecer o aluno que nunca leu, nem vai ler um clássico da literatura portuguesa, mas leu o resumo das obras que lhe permite uma boa nota no exame, porque é para isso que trabalha, não é para conhecer, é para passar no exame.
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Esse é um problema da concepção do exame. Mostra o que sei que metade dos professores me dão o arquétipo da imagem da parábola de Cristo: pode um cego guiar outro cego? Se não sabem fazer exames que despistem a não leitura da obra, não são suficientemente inteligentes para ensiná-la.
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Continuo a dizer, quando entra em casa deve a estabilidade da mesma ao facto de um engenheiro saber calcular estabilidade em estruturas e depois dimensioná-las a partir das fórmulas e das escolhas presentes no mercado. Quando atravessa uma ponte metálica, coloca a sua vida na mão de soldadores que sabem. Não são estes avaliados por «avaliação contínua», «esforço», «assiduidade», «pontualidade», «espírito de grupo», «civismo e educação», mas por saberem soldar ou calcular estruturas ou dimensionar quadros eléctricos ou realizar algoritmos informáticos.
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Por fim, corro o risco de ser fulminado pela esquerda, mas a escola deve cingir-se a preparar profissionais para o mercado de trabalho. Se fizer bem a sua função, o gosto pelo conhecimento e o fim das desigualdades sociais são um muito agradável efeito colateral. Afinal, o bom profissional pode *por si* ascender na escala social e achar curiosidade no exercício da sua profissão que transcenda as suas fronteiras. É no entanto uma opção do indivíduo e não pode se inculcada por decreto.
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Trinta e Três,
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Não estará a confundir avaliação da aprendizagem com avaliação profissional já no exercício da profissão?
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