Na propaganda nada se perde
Hoje que se assinala o início da construção do Muro de Berlim convém lembrar que o mesmo foi apresentado na época como uma “protecção anti-fascista”. Mesmo aqueles que viam nele um sinal da repressão comunista optavam muitas vezes dividir o mal pelos dois lados transformando-o no símbolo de um mundo dividido em que os dois lados mais ou menos se equivaliam na intolerância. Pode parecer estranho mas era assim. Tal como é assim hoje em relação a Cuba donde não se é livre para partir mas as culpas acabam a ser transferidas para os EUA e às vezes para a UE. E é também assim em relação a Israel em artigos como este publicado pelo muit conservador e católico ABC que conta a história de da “amizade proibida” entre duas meninas, uma israelita e outra libanesa, em que põe ao mesmo nível de repressão dos seus cidadãos Israel, o Líbano e a Síria.

São histórias muito bonitas, estas. Infelizmente, o estado de israel teima em existir e isso é realmente uma chatice para a amizade entre as meninas. se se deixassem destruir podia ser que adquirissem o estatuto de desgraçadinhos, o que conviria á amizade e á compreensão. Mas serem uma sociedade moderna (no bom sentido) no meio da desolação regional é um problema para os verdadeiros progressistas de lencinho palestiniano e chinelinha de enfiar no dedo. E para certos católicos e conservadores que ainda vêem nos judeus os “assassinos do Nosso Senhor”, mesmo que não o afirmem por vergonha – não é moderno, claro.
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Eles não falam no muro da vergonha porque afinal de contas têm vergonha na cara. Quando se compara o nível de vida e a liberdade entre os cidadãos da RDA/RFA, Coreia Norte/ Coreia Sul, China/Japão, Cuba / outros países vizinhos…..os comunas e os esquerdalhos fundamentalistas morrem de vergonha, apesar de andarem com camisas do che assassino guevara…..todos sorridentes.
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Os muros que impedem pessoas de sair de um determinado espaço ou território são muros prisionais.
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As minhas homenagens.
1. Há uma photo sensasidral (que não sei onde pára de um VoPo aos beijos a uma gajah que tinha um saco de compras que dixia «Go West !» Remarkable photo that was, no tempo em que o muro estava para cair.
2. Ao tenente (futuro general, RIP) Ytzhak Rabin, que com dúzia e meia de «palmachniks» (putos, special forces) abriu uma estrada romana velha para Jerusalém, para abastecer os judeus que estavam a morrer de fome no Bairro Velho, uma vez que a famosa Legião Árabe (inventada e treinada pelo cor. John Glubb ‘Pacha’, uma tropa experimentada e muito bem armada) controlava Latroun e portanto destruia o que quer que se tentasse aproximar de Jerusalém pela estrada «normal».
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Na Alemanha não sei, mas os muros da Quinta da Marinha e dos condomínios da Expo são para impedir os paisanos de lá entrar.
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Tirando a comparação entre o muro de Berlim e o muro de Israel, o resto, desta vez, não vai dar para a benesse da mossad.
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Um muro, qualquer muro, é sempre um sinal de intolerância.
Os arautos anti-multiculturalistas, têm o cérebro cheio de muros.
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Muito bonito o seu artigo, Helena Matos. E digo BONITO mesmo. Senti-o na pele. E desculpe aproveitar para outro desabafo. Acabei de ouvir as medidas que o governo italiano vai pôr em prática. Sem troika, lá teve de ser. O que em Portugal devia ter sido feito há largo tempo, com coragem e verdade. Estaríamos, de certeza, hoje a pagar uma factura muito inferior. Mas não: valeu tudo naquela doentia obsessão de que estava tudo bem. E, como disse ontem José Gomes Ferreira, o governo anterior deixou tudo armadilhado e o desvio é mesmo COLOSSAL. Também uma aldeia do sul espanhol está em plena bancarrota, sem pagar a funcionários e o que mais se viu! Nã quero isso em Portugal! Os sacrifícios de agora vão pôr tudo no lugar. Tenho a certeza. Não estamos a lidar com quem não trabalha ou vive para os media e teleponto! Que sufoco em que nos deixaram!
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Pois é, o pessoal da propaganda é muito eficaz. Até em relação à Madeira, a única região nacional que deu um salto qualitativo a sério nos últimos 35 anos…
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Muros maiores do que esse fazem-nos hoje, ainda, como os que os há judeus e maricanos, fortíssimos, horrorosos, altos, porém, a Helena tem esse travo sabido da fulana estrábica, ressentida, que não vê para mais de um lado. E sofre, na sua curteza de vistas, ou lá que pensam, coitada !
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Também tu, rendido ao palhaço, ó Viegas ?
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Pois deu , meu caro. Agora adivinhe quem pagou a conta. Em tempos andei por lá num a auto-estrada que tinha exactamente 4kms de comprimento. Ora como isso custava (agora estou desactualizado em relação a preços) no cont’nente à volta de quarenta milhões de contos por 20 kms lineares, adivinhe quem pagou a conta…
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E aí um de joão amaralis é outro boca grossa estrábico, injusto, hihihi-hi, e que baste parvalhão.
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Ou lá são de vergonha uns muros e outros não ! Tem juízo, amarelão.
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Ó sabujo, amarelão !
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Alguém descreve acima uma passagem histórica com algum “desdém”, diria ironia. Meu caro João, a tolerância tem limites. “AQUELE” de que fala FOI condenado SIM por parte do seu próprio povo, o Judeu. E quanto a isso não há “vergonha”, porque não se trata de uma moda. Modas são os movimentos disto e daquilo, as sociedades secretas e discretas. Isso sim são “modas” das quais NÃO SE FALA por vergonha…
Contudo, e porque foi essa LIÇÃO dada por AQUELE que pereceu às MÃOS DE UNS QUANTOS, não quero para o povo judeu o genocídio de que foram alvo pelos diabólicos nazis.
Nem quero ver espelhado o retracto desse sofrimento no povo palestiniano. A lei de Talião é um pau de dois bicos… e a história repete-se: hoje tu, amanhã eu. O que se passa na Palestina é algo de maquiavélico, de diabólico mesmo. Tal como o foi o holocausto.
Em tempos via a mossad como uma organização brilhante (fruto da formatação da “propaganda”). Hoje tenho como certo: a mossad é uma organização terrorista (que o diga a Noruega mais recentemente – agora a minha dúvida é esta: e Noruega não tem serviços secretos?), com ímpeto genocida que merece ser e deve ser perseguida e julgada de crimes contra a humanidade. O direito à auto-determinação não é exclusivo de nenhum povo ou corporação oligárquica.
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Certo,
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O melhor que lhe poderia acontecer é, como a um comunista meu amigo no meio dos anos 80, ser convidado para uma viagem à Albãnia. Ele, que mantinha uma barba à Che, foi obrigado a cortá-la (e o cabelo) e puseram-lhe um fatinho, logo a ele, que nunca tinha usado uma gravata na vida. Ver as fotos da viagem foi um gozo autêntico.
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É que, meu caro, uma comunista dos países ocidentais lá nos lestes não podia abrir a boca ou alçar a perna. Que isto de liberdade não é coisa para eles, paladinos do proletariado.
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Sabe o que quer dizer a sigla GULAG?
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Para comparação, baseado em dados oficiais, e entre os anos 30 e meados de 50 (tanto o Tarrafal como os campos de trabalho da GULAG tiveram corpo nesses tempos).
PortugalURSA*
População30 milhões90 milhões
Mortes em campos de trabalho53**1 053 829 90 milhões
* erro intencional
** há números de 37, mas referem-se apenas a prisioneiros políticos enquanto tais.
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Quanto à repressão nos países árabes a drª Helena rem razão.
Quanto ao Muro que criminosamente Israel construi não tem nenhuma razão.
Israel não tem direito àquelas terras, está a roubar casas e olivais aos seus legítimos proprietários.
Se V. Exª. condena – e muito bem – o saque que houve nas ruas e nas lojas de Inglaterra – por que raio não condena o saque e o roubo de terras e casas por parte do Estado pária de Israel (já sei que vão dizer que aquilo é uma «democracia» e que eles «têm» o direito «divino» àquele pedacinho do globo, mais umas tretas que os ortodoxos da seita com cabelos encaracolados vomitam…)
Isto não invalida dizer que os governantes sírios, egípcios e jordanos são uns grandes filhos-de-puta, criminosos e assassinos dos seus povos.
Bem sei que a Drª Helena é adepta dos kibtuzs socialistas, mas ser adepta de roubos, crimes e patifarias, é demais!
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ehehehe
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O Dr. Pardal deixa cair a máscara quando se fala de certas coisas. Só faltou a “debacle”.
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Para a esquerdalhada que temos, a da nossa paróquia e a mais abrangente a deste Ocidente, a descarolar-se em decadência a todos os níveis, sobretudo decadência moral, para a parva esquerdalhada, dizia, existe o terrorismo bom, o da esquerdalhada, já se vê, e o terrorismo abominável e criminoso que, está cllaro, é o terrorismo de direita. E quem diz terrorismo diz todo o resto. A eterna dicotomia do Bem e do Mal. Para essa marmanjada esquerdóide, a tal do quanto pior melhor, os tipos, sem um pingo de vergonha nas fuças, dizem-se os anjos do Bem, enquanto que os outros, a direita, simbilizam o piorio, as desgraças todinhas do mundo, em suma, o Mal. Só mesmo com um pana encharcado de trampa nas trombas!
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Ó culaço, e isso tem a ver por acaso com albânias e barbas?
Falava da prepotência da gente que não tem mais argumento que a força efetiva dos judeus endinheirados, ladrões, como dos seus primos maricanos, outros invasores rapaces, para se arvorar em detentores da razão.
E tu patinhas no mesmo argumento energúmeno, mais próprio de atrasadões?
Tu quoque, fili mi?
Oh, deus!
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Suponho que o Diário Espanhol -conservador soci@lista- não tenha falado dos muros espanhóis.
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“Um muro, qualquer muro, é sempre um sinal de intolerância.”
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Não é. O Muro de Berlim era um sinal de Prisão.
Prender.
O Muro em Israel é um sinal de Intolerância – Intolerância contra o Terror Palestiniano, contra o odio dos Palestinianos aos Judeus. Ou seja a Intolerância que respeita os factos. Intolerância Justificada.
Tal como é sinal de intolerância plenamente justificada você ter uma porta em sua casa.
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Mas para os pobres meninos tugas educados pela Escola Soviética do Ministério da 5 de Outubro e as Escolas Soviéticas do Jornalismo a “Intolerância” assim como a “Discriminação” são palavras “más” .
Em vez de palavras mais ricas.
E assim ficámos com um País que tudo Tolera e nada Discrimina.
E estamos como estamos porque não somos intolerantes com o que devemos ser intolerantes e não discriminamos o que deveríamos discriminar.
Excepto quando é a Esquerda a fazê-lo.
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Já aí o beirão enfrascou-se, que se vê pelo vocabulário repetido, quando para dreitalha, diz esquerdalhada, pensando fascistas, rapinadores, ladroagem, hitleristada, bushada, por i além.
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Os Segredos de Gorbatchev
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The Gorbachev Files
Secret Papers Reveal Truth Behind Soviet Collapse
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http://www.spiegel.de/international/europe/0,1518,779277,00.html
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By early September, about three weeks after the August coup, the financial situation in the USSR was so precarious that Gorbachev took then German Foreign Minister Hans-Dietrich Genscher aside while Genscher was visiting Moscow and, abandoning any sense of pride, said:
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Gorbachev: We need money for current expenses, so that we can continue to live and maintain imports while the negotiations on the restructuring of our short-term debts are underway. I plan to discuss this with Kohl on the phone today.
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Genscher: I don’t know if you should address such a delicate matter on the telephone. I can send the chancellor an encrypted telegram right away, so that only he can read it.
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Gorbachev: We need two billion dollars. Perhaps you advance half a billion from the payments we are to receive from you in October, and we’ll take another half out of our reserves. We hope to obtain the second billion in the Middle East . I have sent (the deputy head of the KGB) Primakov there with this mission.
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Genscher: I don’t have the authority to respond to that. But I will convey everything to the chancellor right away.
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Kohl sent Köhler to Moscow. Gorbachev, who was already predicting horrific scenarios in light of the hesitant support from the West, met with Köhler on Sept. 12.
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Gorbachev: What is happening with the assistance for the USSR ? We are negotiating, weighing the options and doing the calculations. This is simply inexcusable. It’s reminiscent of the Weimar Republic in Germany . While the democrats argued with each other, Hitler came to power without any particular effort. Foreign countries owe us about $86 billion, which is roughly the sum we need now. I hope you will draw the necessary conclusions from what I have said.
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Köhler: The chancellor has authorized me to inform you that we have approved the first request, namely to provide a billion deutschmarks. As far as the request for the second billion is concerned, we have no choice but to involve our partners in the European Union and the G-7. The search for options is complicated by the rather steep financial expectations on your side.
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Gorbachev: Couldn’t you find a way to provide loans at more favorable terms? Perhaps even interest-free loans?
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Köhler: That’s very difficult. I will try to convince my partners (in the G-7) that your country is still creditworthy. To that end, however, I need details on your foreign debt and the possibilities of selling your gold reserves.
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Gorbachev: The harvest figures are not good. I spoke with (Kazakh President Nursultan) Nazarbayev just before your arrival. He told me that the harvest in the area of newly reclaimed land is worse than even the most modest estimates had predicted.
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Köhler: According to American agencies, the harvest in your country will amount to 190 million tons of grain this year, compared with 230 million last year. A massive difference.
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Gorbachev: It would be nice if we could bring in 180 million tons… During the Gulf War (following Saddam’s invasion of Kuwait ), everyone got together and collected huge sums of money to support the effort, close to $100 billion. But when it comes to supporting this historic process in a huge country, one that everything in the world depends on, we start to haggle.
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Köhler: The Americans won that war without investing a single dollar of their own.
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Gorbachev: And what about all the things the Soviet Union has done for the world? Who is tallying up those figures? How much have our perestroika and our new way of thinking saved? Hundreds of billions of dollars for the rest of the world!
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Köhler: There is no time to lose. It’s a matter of weeks, even days. One of the miscalculations in your perestroika was to underestimate the economic side of this issue.
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But the plan to pump billions into Moscow with German help, and save Gorbachev that way, did not succeed. When the Ukrainians affirmed their declaration of independence with a referendum on Dec. 1, 1991 and elected their own president, the die had been cast
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Certo,
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O meu nome é Colaço, mas posso entender, pelo seu texto, que tem, como qualquer pessoa provinda da escola inclusiva, dificuldades em ortografia, gramática e sintaxe. Ora diga agora comigo Colaço, Colaço, Colaço.
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Seguindo após a lição de ortografia, infelizmente quem quer construir colonatos tem efectivo direito a essas terras: um título de propriedade, passado pelo Império Otomano, dono das terras à altura da venda. Infelizmente, o direito islâmico não utiliza a figura de usucapião, pelo que as terras eram propriedade de um palerma qualquer que estava em Ancara ou Istambul e foram vendidas por estes legítimos e documentados proprietários a judeus do movimento sionista no início do Século XX. A venda é perfeitamente legal, pese o facto de que as terras eram cultivadas pelas mesmas famílias durante séculos, que se achavam donas das terras, e terão boas razões para isso.
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Este é um pertinente caso para a figura de usucapião. Usucapião que o Fiqs não contempla.
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Em Portugal seria resolvido facilmente.
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De qualquer forma, procure e verifique por si mesmo o que cá disse. Resisto a dar-lhe fontes por conhecer a sua indesmentível civilidade,e, já que estamos numa de latim, non mittere margaritas ante porcos..
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Eh, como se os muros deles fossem bons e os outros maus.
Como se ainvasão deles, ladroagem deles, morticínios, prepotência, como se o abuso da famelga da Helena e dos colaços, como amarais e servilada, que me alembra um certo bufo, se vocês quiserem eu digo tudo, oh, gente servil de um rayo, copmo se os muros deles, de pé, fossem bons e os caídos há tanto fossem maus.
Camabada de dengoso, hipócritas…
Ó gente ímpia!
Por isso que o mundo vai para o fim, e ainda bem.
A provar que deus já não aguenta mais.
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É exactamente como o Francisco Colaço disse. Pequena correcção de nada de especial, montes dos ditos proprietários árabes espatifavam os $$$ da venda das terras em Beirute, havia casinos, pêgas, restaurantes finos à borda d’água, e outros «aliciantes» a dar com pau. Uma das minhas amigas viveu lá na época, e conta estórias de assombração…
Se é verdadeira, a conversa do Gorbachev (ov ?) explica claramente por que é que nunca fui, não sou e nunca serei «polýtikuh». Não tenciono ganhar cabelos brancos a tratar de problemas de gente que depois, ainda por cima, é perfeitamente capax de se virar a mim. Ponto final, parágrafo e travessão. 😦
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De qualquer maneira, para esse peditório a gente já deu. O meu tio avô José Maria (há um desgraçado de um hospital para malukos em Couimbra que axo que infelizmente carrega o nome dele, nunca o conheci, morreu no mesmo ano em que eu nasci…) foi ministro da «Instrução Pública» a pedido de outro primo (o Vale) durante cerca de dois meses em tempos de antanho. Depois ou ele se foi embora ou o govt. caíu. Vacinados ficámos… 😉
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FColaÇo nao se cansa de justificar os assssinios no Tarrafal.
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Certo,
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Peço-lhe, concentre-se quando faz um texto. Se sentido houve no seu, e eu bem o tentei descortinar, não consegui. Apesar de a esquerda elogiar o Saramago (e antes que me chateie, informo-lhe que já lhe li quase a obra toda), o uso do ponto final e dos outros sinais de pontuação é uma das boas coisas que devemos ao monge Alcuíno (a outra são as minúsculas ou carolíngias).
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Não veja isto como uma crítica. Imagino que tentou fazer impacte profundo aquando da sua resposta, mas sei que pode fazer melhor. Muito melhor. Pense porém, antes de me desancar com todas as suas energias, nisto: tudo o que digo é apenas em sarcasmo e ironia inocentes. Se o visse na rua, por certo lhe apertaria a mão, e com gosto o faria. Estar em campos contrários é a glória da democracia. Por detrás do Muro de Berlim ou à frente do muro de Israel, não havia campos contrários. Ou, quando alguém tentava levantar a cabeça, tratam-nos a pastilhas de 7.62×39S. Ou à praga de tanques, como em Praga.
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Há-de concordar, Colaço, que a palavra e o termo que se deu a nome, se presta e dispõe, hihihi, a contrafações.
Quanto à compra e venda que aduz, é de ver que advém da máquina propagandística propícia a cercar-nos, como se um governo, um homem, pudesse vender o que ao povo pertence, lhe é dado, como se o judeu pudesse comprar o mundo, e eu sei que já quase o lixou, nesta crise, se teimoso, racista, não tolera o outro, o gentio, e na sua entende que vive para sempre, ai, e que deus nos livre de tal gente, amém.
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Portela Menos Um,
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Não é justificar o Tarrafal. É dizer que se são tão anti-fascistas (e eu sou-o, pode crer), como podem justificar apoios a ideologias que, mesmo tendo em conta a dimensão da população, matam milhões de vezes mais.
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O meu pai esteve preso pela PIDE. Felizmente, era desenrascado como eu e tinha a chave da cadeia (verdade!) Nunca o Marcello Caetano lhe perdoou ter estado presente na Convenção Democrática em Aveiro e ter ajudado a organizar aquilo tudo. Já na Segunda Guerra, esteve envolvido na vinda de 121 judeus dos salvos por Aristides Sousa Mendes para a Figueira da Foz, aliás foi o que animou isso tudo. Trabalhou para os ingleses quanto pôde, e foi expulso da Universidade por isso. Tenho em minha casa uma cigarreira de prata com a assinatura de um tal Winston, agradecendo todo o trabalho realizado. Sei bem que se ele não malhou com os ossos no Tarrafal é porque o Salazar tratava o meu avô (um feroz republicano que detestava o regime ditatorial mas não se metia em política por nojo) por tu. E porque o chefe da PIDE na Figueira lhe devia favores. Nos anos 60, extraía com o seu próprio carro estudantes em vias de serem perseguidos de Coimbra e embarcava-os na Figueira. Metade dos que cá estão nunca fariam metade, limitam-se a gesticular e vociferar muito alto quando em democracia— porque em ditadura permaneceriam mudos e calados.
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Tenho seguido de forma diferente as suas pisadas, felizmente nunca em Portugal, e tenho uma cicatriz para o provar. Faça o favor de não me colar a qualquer ditadura. Não me ouviu dizer bem do regime salazarista, a não ser quando em comparação com alguns poucos piores males da democracia (cleptocracia) abrileira. Porque os há. E é preciso ser-se muito bronco para não perceber isso.
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Михаи́л Серге́евич Горбачёв – Mikhaíl Serguievitch Garbatchioff (kh como j em espanhol. O primeiro e o segundo a do sobrenome são muito curtos, quase imperceptíveis)
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Estou a tentar fazer a melhor transcrição que posso do cirílico. Talvez alguém consiga fazer uma melhor.
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FColaco
Ja que estamos numa de “diplomas” tambem sou ant-fascista.Está bem assim?
Nao percebo é o argumento bronco de cada vez que fala nos mortos na URSS (incluindo os devidos ao nazismo, penso eu de que) relembrar que no Tarrafal “só” merreram meia centena…
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Muro eu não digo,
mas uma gaiola era perfeito para a Zazie.
Não há duas sem três e onde a Helena discorre sobre “muros”, a Zazie lê “anti-Islamismo” e anti-palestina…
R.
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ó conas, não sabes ler, palonço?
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«EUA e às vezes para a UE. E é também assim em relação a Israel em artigos como este publicado pelo muit conservador e católico ABC que conta a história de da “amizade proibida” entre duas meninas, uma israelita e outra libanesa, em que põe ao mesmo nível de repressão dos seus cidadãos Israel, o Líbano e a Síria.»
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Essa formação na Casa Pia só te serviu para a grunhice.
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Francisco: «e tenho uma cicatriz para o provar.»
Eu também tenho uma cicatriz, mas só mostro às meninas.
E o meu currículo é melhor que o seu, vezes o infinito!
Quando se deixarem de paneleiradas e lutas de egos vão começar a falar mal do PSD? É que esteve o dia todo no site do Público: «Corte na despesa não cobre um quarto do desvio orçamental».
E eu já começo a sentir baques no coração…
R.
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Piscoiso Menos Um,
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Os mortos que citei da URSA não eram os devidos ao nazismo. São estatísticas da GULAG sobre as mortes nos seus campos de trabalho. E se há estatísticas em que acredito, estas eram as soviéticas. Os soviéticos sempre foram meticulosos na colecção de dados e na manutenção de registos.
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Mais uma vez, repito para que compreenda: quem defende os merdolas dos comunistas tem um milhão de vezes mais mortes por detrás de si do que toda a PIDE fez. Não quero a PIDE em Portugal, embora reconheça que já esteve mais longe o dia em que retornará, para meu desespero, que estou mal habituado, pois sempre arranjo uma solução à última hora e desta vez não vejo como intervir ou inibir esse retorno. Também não quero a cleptocracia abrileira, com o país sequestrado pelos Soares, pelos Sócrates, pela Mota-Engil, pelos BPN, BPP, BES, Millenium e BIC, pelos Oliveira e Costa, pelos Almeida Santos, pelos Júdices, pelos Loureiros dos Santos, pelas Isabelinhas dos Santos, pelas farmacêuticas, pelas ordens dos médicos e dos advogados, pelos chefes de corporações militares com negócios à parte e por toda uma pandilha de bovinos que predam os nossos pastos através de empregos na máquina estatal ou contratos com o Estado.
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Estamos assim tão em campos contrários? Se defende os comunistas e os bloquistas (cães selvagens cheios de sangue nos seus dentes e que não merecem lugar numa democracia, pois pela sua própria boca se tramam), então estamos. Não espere de mim senão civilidade e educação, pois piedade ou submissão não a teria nesse caso.
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Rogério,
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O que chama luta de egos não é luta de egos nenhuma. É que detesto ser chamado fascista quando não posso estar mais longe de o ser. Quanto ao PSD, ainda hoje escrevi que deixei de ter esperança neste governo.
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A entrevista do Carlos Moedas deu-me a sensação de que os governantes não sabem nada de como irão acabar com a despesa excessiva. Só mandam generalidades e vamos cortar, sem exemplos concretos. Quando referem «sem despedimentos» ou «com fusões» dizem tudo. Há que despedir, que retirar a carne podre, de amputar para que o organismo possa sobreviver. A máquina é tão pesada que há que cortar a direito. Afinal, grande parte dos funcionários públicos estão lá por escolha partidária e cunha, como todos bem sabemos. Sair, serem despedidos, irem comer a outra gamela, tentarem a vida por outros meios é um acto de elementar justiça. Ou isso ou estão-me a dizer que afinal são todos precisos e então todos foram escolhidos por puro talento e imparcialmente. Acredita nisso, Rogério?
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Os argumentos dele deram-me a sensação de que um MBA (Mais um Burro Acertaria) é coisa que se ganhou ou ganha na Farinha Amparo. Mais vale outro grau em engenharia, penso eu.
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Quanto ao seu currículo ser melhor que o meu, ainda bem, e espero que sim! Eu estou satisfeito com o meu, dá-me para comer, e espero sinceramente que o sentimento seja o mesmo da sua parte.
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(…) Soares, pelos Sócrates, pela Mota-Engil, pelos BPN, BPP, BES, Millenium e BIC, pelos Oliveira e Costa, pelos Almeida Santos, pelos Júdices, pelos Loureiros dos Santos, pelas Isabelinhas dos Santos (…) Tudo perigosos comunistas e os bloquistas !
ai PREC, PREC, tanta coisa que ficou por fazer!
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Portela Menos Um,
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ai PREC, PREC, tanta coisa que ficou por fazer!
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Refere-se à Matança da Páscoa?
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Já agora, em coma quando escrevi arranjo uma solução queria obviamente escrever arranjamos uma solução. Adiantado da hora.
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claro que estamos em campos contrários e ainda bem;
só o facto de eu nunca ter chamado – “cães selvagens cheios de sangue nos seus dentes e que não merecem lugar numa democracia” – aos vossos partidos do bloco central, nos coloca em campos diferentes.
a democracia, no entanto, tem coisas lindas … permita a existência de opositores à democracia e aos resultados eleitorais.
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“Refere-se à Matança da Páscoa?” Não, referia-me ao Julgamento dos PIDES…
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helenafmatos,
oh Helena, você sabe que há montes de gente muito estúpida, não sabe? É por isso mesmo que você está aqui, não é?
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Agora estamos a comparar «currícula» e «pergaminhos», é ?
Também tenho um, ou vários. 🙂
Mas a minh’ alma impede-me de falar d’eles.
Outros que o façam, se o quiserem, a mim não me fica bem.
Confirmo tudo o que o Francico Colaço disse sobre os “usos e costumes” na Albânia. Também fui convidado, recusei (tinha mais o que fazer) . Não era só aí. Um dos meus amigos [CA] doutoramento na McGill, uma das melhores e mais exigentes univs. do Canadá, recusou-se a cortar o «rabo-de-cavalo» , exigência das autoridades chinox para se entrar em Cantão, isto nos ‘nineties’. Voltou para trás, canadiano viaja durante meses a fio, foi para a Tailândia onde o regime proto-fascista de lá não o chateou.
Em relação à «coisa» substancial: os fins só «justificam» os meios na cabeça de fanáticos idiotas. Os meios caracterizam os fins. Palrar indistintamente sobre sabe-se lá o quê e depois comportar-se como um f.d.p. diz tudo àcerca de ‘uno’. E dos ditos ‘fins’.
Just my opinion.
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Leme,
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você sabe que há montes de gente muito estúpida, não sabe?
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Convenhamos, que ninguém nos ouve, não ser especialmente inteligente de sua parte persistir em estar no meio de gente muito estúpida.
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Portela Menos Um,
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Não me ouvirá a dizer quem disse que a Coreia do Norte não é uma democracia (Bernardino Soares) ou O Estaline era um Santo! (Odete Santos, a inimitável Odete) ou A maior desilusão da minha vida foi a queda do Bloco de Leste. (Álvaro Cunhal) ou Sonhamos com o Estabelecimento da República Soviética Portuguesa (esta já não me lembro bem quem disse).
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Não me recusei a passar um voto de protesto pelo encarceramento de jornalistas em Cuba (Loucão, o tipo tem mesmo um ar de alienado, e Carvalhas). Não andei para aí a dizer que Cuba era uma democracia exemplar. Não suportei o Hohxa albanês nem o Estaline georgiano.
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Os cães selvagens sabem bem o que querem, mas não é por se transfigurarem em caniches que vou deixar de acreditar na raiva que têm nos dentes. Já agora, cito uma anedota russa célebre, que para sua conveniência deixo traduzida: o Camarada Lobo sabem quem vai comer. Procure-a.
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Sabe a lista toda
e repete-a, autómato,
que esse tipo é doido, todos os dias.
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Fcolaco
porque nao vai queixar-se ao PCP? Assim resolvia esse trauma.
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Os esquerdinhas, na falta de argumentos sólidos, espumam pela boca e atacam o mensageiro.
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i. é. da mona
apanhado a toda a vela, we
understand
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Se o mensageiro junta odio na mensagem…
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Cara Helena,
E o muro que divide os EUA e o México?
E o que dizer dos cidadãos norte-americanos proibidos de viajar? http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=1940247&seccao=EUA+e+Am%E9ricas
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Cara Helena,
E o que dizer dos muros que impedem que os Colaços desta vida, diplomados em anti-fascismo, com provas dadas e certificado passado em defesa das liberdades, deixem as frases feitas, vejam para lá da propaganda e não sigam pelo caminho fácil das estatísticas que vão dos 100 aos 100000000.
Que dizer dos muros que impedem que os Colaços desta vida reconheçam que em Portugal muitos lutaram pela Liberdade e pela Democracia e entre esses encontravam-se os comunistas.
Que dizer dos muros que impedem que os Colaços desta vida compreendam que as suas palavras são claras para os outros e o seu anti-fascismo parece ser coisa pequena quando comparada com a sua aversão a Abril.
Que dizer dos muros que impedem que os Colaços desta vida deixem de confundir 25 de Abril, com 25 de Novembro – porque é nesse que vivemos e é nesse que se criaram e fomentaram os criminosos que sistematicamente traem e roubam o povo português.
São perguntas que ficam…
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Colaço,
Venho aqui para me divertir e para estar a par das ordinarices e não ser apanhado desprevenido.
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O «Leme» vem aqui «divertir-se», mas não se farta de levar nas trombas e nos cornos…
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“rconheçam que em Portugal muitos lutaram pela Liberdade e pela Democracia e entre esses encontravam-se os comunistas.”
Mais um slogan falso. Quem trouxe a liberdade a este país, contra autoritarismo de direita e totalitarismo de esquerda, foram uns poucos de militares, não por grandes razões, mas pelas suas razões.
Os “lutadores anti-fascistas” passeavam-se por Moscovo, Argélia, Paris, etc. Não mexeram uma palha, limitaram-se a ouvir a rádio, ver como paravam as modas e apanhar o transporte mais à mão, para ficarem na foto.
E a verdade é que ficaram como prova o comentário ignorante que citei.
Nada a fazer. A “escola inclusiva” produziu estes mitos e inoculou-os nas cabecinhas simplórias.
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A «in» Justiça portuguesa é que lutou pela Liberdade!
E levanta-se o padeiro à meia noite!
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Cara Helena,
Que dizer dos muros que impedem os Josés desta vida de compreender que uma revolução não nasce no dia em que é feita, que a luta contra o fascismo durou tanto tempo quanto o tempo que ele existiu, que durante 48 anos os comunistas foram incansáveis lutadores pela Liberdade e Democracia, que muitos dos democratas que os josés defendem nasceram com o 25 de Abril e eram os que se sentavam na Assembleia da República «eleitos» nas listas da União Nacional.
A verdade é que a escola exclusiva deixou muitos de fora e aquilo que apreenderam ainda vem do tempo da outra senhora, são incapazes de reconhecer a evidência, incapazes de reconhecer a realidade e reproduzem com fidelidade a missa do patrão.
Continuam, como dizia o poeta , a comportar-se como eunucos «defendem os tiranos contra os pais».
O inteligente e nada simplório josé desconhece o significado de um processo e vê na história um conjunto de factos isolados e recortados ao sabor da verdade que lhe convém.
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Os «josés» que andam para aí como danados deviam todos os dias de manhã, depois de se levantarem, benzer e rezar uma ladaínha a todos os homens de esquerda e sindicalistas – incluindo os comunistas – que lutaram por direitos no trabalho, pela jornada de 8 horas (agora menos) , pela semana inglesa, pelo subsídio de férias e de natal.
Se hoje muitos «alferes» da administração pública – e não só – se podem ir neste mês de Agosto à praia, tudo isso se deve ao pessoal que lutou por esses direitos.
Incluindo os «juízes», que até têm sindicato, subsídios, férias e mais férias,etc, etc.
Fica muito feio cuspir no prato onde se come!
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Fica provado que sem os esquerdopatas o debate fica sem interesse!
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Os “Josés” sabem que:
1-Os comunistas nunca lutaram pela liberdade, mas pela instauração do totatlitarismo.
2-Nos países onde lograram ter poder, a liberdade foi encarcerada, a repressão reinou e a miséria aumentou.
3-Os direitos e regalias de que aqui se fala, foram alcançados em democracias liberais, onde vigora o capitalismo.
4-É um paradoxo risível, os comunistas e esquerda em geral, reclamarem que são os “autores” daquilo que de bom as sociedades capitalistas produziram, sabendo que nas sociedades comunistas nenhum desses “direitos” lograram.
Sobre o assunto do post, os muros não são todos iguais. O que tenho cá em casa é para impedir os ladrões de entrarem, o que está no Linhó é para impedir os bandidos de saírem, e o que havia em Berlim, era para impedir as pessoas normais de fugirem do manicómio onde os internaram à força.
Os “Josés” sabem pouco, mas sabem que o pouco que sabem, é mais do que aquilo que acreditam saber os ignorantes atrevidos, inoculados de crenças simplórias e incapazes delas se libertarem.
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Olha! Ainda há josés que pensam como eu…
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Ah, e houve para aí mais um cromo que referiu as mortes no Tarrafal tentando comparar com o que fizeram as “amplas liberdades” dos amanhãs que cantavam.
Lamento informar que na longa noite salazarista, morreram, no total, 64 pessoas na repressão política. Metade delas no Tarrafal, por doenças tropicais. ( Fonte insuspeita: Fernando Rosas)
É mau que chegue, mas tem de haver um certo pudor de comparar a prima do mestre de obras com a obra prima do mestre.
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Subscrevo e junto-me aos demais josés.
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Acrescento o seguinte: sempre que esta gente falar na PIDE, acrescente algo sobre a STASI. Ficam sempre a ganhar em repressão, em abuso do poder político, em tortura, em ausência de democracia, em falta de liberdade.
Se tivessem um módico de vergonha que não têm e nunca tiveram ficariam calados por mero pudor.
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Eu não suporto comunistas nem com molho de tomate, principalmente desde que eles se aliaram recentemente ao PSD para derrubar o governo legítimo de Portugal.
Contudo, fiz uma referência histórica irrefutável.
Quem, ao longo do séx. XIX e século XX lutou pela melhoria das condições de trabalho foram efectivamente os sindicalistas ligados a várias tendências de esquerda, nas quais se evidenciou a tendência comunista.
Foi aqui, foi na Grã-Bretanha, na Alemanha, na França, na Espanha, na Rússia, nos Estados Unidos,etc.
Uma outra coisa são os partidos comunistas, os regimes comunistas e os países comunistas.
Se muito pimpão que anda neste Verão com um subsídio de férias no bolso; que vai de férias ao estrangeiro; que goza feriados, pontes, dias santos e santificados; que recebe subsídios de casa, micro-ondas e o diabo a quatro, etc. tem que compreender que alguém lutou por isso, pois ainda me lembro que se ia para o campo trabalhar sol a sol ou que se era despedido sem mais aquela palha.
Imaginem que este «novo» Governo despedia todo pessoal da máquina de justiça – incluindo os juizes – sem qualquer indeminização?
Quem é que os iria defender? Não era o Partido Comunista e a CGTP?
Há anos conheci um engenheiro agrónomo , militante do CDS, que me confessou que quando havia eleições no respectivo sindicato, votava sempre na lista dos comunistas, pois estes eram mais aguerridos na defesa dos «trabalhadores»….
E o amigo «josé», também não vota na lista do sindicato, cuja direcção é conotada com os camaradas do PCP?
Ou vais querer andar aqui a enganar os palanços?
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houve uma invasão de cromos “josés!
hoje – com um governo, uma maioria, um presidente, um conselho de estado e um ajjardim, substituindo as mocas de rio maior, os terroristas do help e os cónegos melos – kagam sentenças do alto da sua arrogância.
não deitem foguetes antes da festa.
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Ó Portela: esse «josé» que anda aqui foi um antigo camarada, bem expulso do PCP!
Ainda há por aí fotografias com o triste cheio de cabelo e punho em riste!
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no comício de hoje do psd no algarve, houve alguma referência ao que os contribuintes vão pagar para cobrir o endividamento na MADEIRA?
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E muito menos quanto é que os contribuintes vão pagar pelas roubalheiras do BPN!
Mas como essas festas são financiadas pela Irmadande da Coelha, ao menos os laranjinhas não cospem no prato onde comem!
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(…) Acrescento o seguinte: sempre que esta gente falar na PIDE, acrescente algo sobre a STASI (…)
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também não houve julgamento dos membros da policia política da alemanha do leste?
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Portela menos um dedo de bestunto:
Só falo por mim e assino sempre com garantia que sou quem escrevo. O meu anti-comunismo em primeira mão só peca por ser demasiado brando.
Quanto ao Arlindo mais uma vez comprova a sua esperteza rara.
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Na Alemanha de Leste anda um indivíduo a colar papelinhos rasgados na 25ª hora, quando o muro caiu.
Para se saber como era, exactamente o regime que os comunistas portugueses queriam e querem por cá.
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“Quem, ao longo do séx. XIX e século XX lutou pela melhoria das condições de trabalho foram efectivamente os sindicalistas ligados a várias tendências de esquerda”
Falso. A própria existência de sindicatos é um produto do liberalismo do séc XIX. Em França, os socialistas eram contra a criação de sindicatos sob a alegação de que iam dividir a “classe operária”.
Por isso, Arlindo, revisite as suas fontes, atreva-se a colocar em causa as doutrinas que o inibem de pensar por si mesmo e evite sobretudo declamar os slogans falsos e requentados que uma certa esquerda acha serem “pensamento”
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há uma nova tendência no Blasfémias.
cada vez que se fala na merda que este governo está a fazer saltam os amigos do 25Novembro e, ai, ai, ai, que o pcp gosta é dos países do leste!
da minha parte gostava tanto das roménias de ontem como da madeira do Jardim de hoje.
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repeat:
também não houve julgamento dos membros da policia política da alemanha do leste?
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“Quem, ao longo do séx. XIX e século XX lutou pela melhoria das condições de trabalho foram efectivamente os sindicalistas ligados a várias tendências de esquerda”
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Não diga asneiras.
A Esquerda lutou sempre contra a melhoria das condições de trabalho pois a Esquerda esteve sempre contra criação de empresas.
A Esquerda quis sempre poucas e grandes empresas para manter a sua estrutura de poder em sindicatos. Pois muitas empresas iriam fragmentar esse poder.
A Esquerda também sempre esteve contra a mobilidade dos trabalhadores pelo mesmo motivo.
E depois fingiu-se de defensora dos trabalhadores quando com muito mais empresas e empresários os trabalhadores estariam bem melhor.
Mas o poder difuso nunca serviu a Esquerda. A Esquerda sempre foi centralista e controladora.
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A aspiração da Esquerda foi sempre elevar-se à aristocracia e hoje conseguiu esse objectivo.
Esquerda hoje é parte da Aristocracia unida com a Direita Soci@lista a defender o Estado Corporativo.
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Como disse noutros comentários, mais lá para trás, o «Luck» é um ser oriundo doutro planeta.
Um extra-terrestre, em linguagem chã.
Daí a dificuldade que ele demonstra na análise das coisas terrenas, até as mais simples e vulgares.
Tal como o douto «José», este «Luck» deve ler muita ficção cientifica ou deve pertencer a alguma seita esotérica, pois as apreciações que faz ao «processo histórico» e as classificações fantabulásticas a que atribui a alguns protogonistas desse processo, ultrapassa tudo o que é racional ou cientificamente demonstrável.
Se ele amanhã disser que o Mundo vai acabar em 2012 ou que o Karl Marx era um impostor judeu que estava feito com os capitalistas da época para destruir as lutas operárias, quem sou eu, para contrariar essas possibilidades proto-históricas?!
Já agora, e por mera curiosidade intelectual, gostava de saber qual é a ideologia ou filosofia politica do «Luck»; qual é o partido português em que ele se revê ou então qual o país «deste mundo» de Deus que ele se revê ou que acha que não é «socialista»…..
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Luck, já ninguém te contr@ria !
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Li atrás, num coment do José, tido pelo geral pessoa culta, a dizer que os comunistas não fizeram nada, limitaram-se a ouvir a rádio e não lutaram, não sofreram represálias pela sua atividade anti-pide, anti-polícia política, anti-liberdades, pelos direitos do povo… ai, senhores, zé reles, injusto, se não de todo ignorante, que, porém, se tem por ilustrado.
E há muita maldade em tais sujeitos, a menos que não ao se diz sejam tão ilustrados.
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… a menos que
ao invés do que se diz,
não sejam tã ilustrados
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E depois aceita ainda outro homónimo, José sem selo, que houve algumas mortes no tarrafal, quem sabe, até presos por essas cadeia e fortes, pura mentira, não hove nada, diz ele, fantasias, apenasmente, que os josés, enfim, desmascarem.
E eles é que são grandes, verão, vão ficar para a história das dscobertas, se não são à evidência os trouxas que, antes de cumprir cem anos, se dão a tais desencantos da realidade.-
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Em resumo:
1-Os muros são como as armas: neutros. A sua qualificação moral depende dos fins a que se destinam. Como uma faca…pode ser usada para cortar pão para dar a um mendigo, ou como arma para furar a barriga a um indivíduo.
2-Os comunistas lutaram contra o fascismo. Lutaram sim, desde que há quase 100 anos chegaram à conclusão de que o fascismo, como movimento de massas, era um inimigo. Da mesma igualha, com as mesmas tácticas. Tal como o socialismo do tipo nacional, que de aliado passou a inimigo figadal. Todos nascidos do mesmo ovo marxista. Mussolini era socialista, tal como Hitler. Em Portugal não havia fascismo, mas sim uma ditadura com algum folclore fascista. E os comunistas lutaram contra.
3-Para obter a liberdade? Não, para implantarem a sua “ditadura do proletariado”, via sine qua non para a mística “sociedade sem classes”.
4-Lutar pelas “classes trabalhadoras”? Meras tácticas para enfraquecer e derrotar o liberalismo, o verdadeiro inimigo. Só a “classe operária” estava predestinada (Marx dixit) a criar a sociedade sem classes ( paradoxo), e por isso havia que dirigi-la ( leninismo…Partido) e criar consciência da classe porque os operários estavam-se nas tintas para a sua “missão histórica”.
5-Tiveram os comunistas portugueses alguma influencia no 25 de Abril? Zero! Não meterem prego nem estopa, estavam a leste. Trataram de aproveitar. No que veio depois sim, tiveram as mãos metidas até às axilas, na *erda que se seguiu. E quem veio mais uma vez repor a liberdade e a democracia? Voilá, os militares.
O resto, meus amigos, são histórias da carochinha, salmos do missal com que se entretem os palonços.
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“houve algumas mortes no tarrafal, ”
Claro que houve mortes no Tarrafal.
Era uma ditadura, havia repressão, como em todas as ditaduras
Mas compare, homem de Deus.
6 dezenas de pessoas em quase meio século.
Só a 1ª República, cheia de ideais libertadores, matou na casa dos milhares.
O Chile pós-Allende, limpou o sebo a 3000.
Fidel Castro y sus muchachos já leva mais de 30 0000.
E sempre a subir, comunistas cambodjanos, socialistas alemães, comunistas russos e chineses, etc,etc. na casa dos milhões e dezenas de milhões.
Não, não estamos a falar de guerras, mas de repressão interna. Só de repressão interna.
Por isso, se quer fazer flores com os factos, comece por os encarar como são.
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Oh, sim,
tem razão, José,
essas mortes foram
nada em comparação
com os milhões dos
bushs, para
exemplo.
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certo,
.
Na pior das hipóteses, as guerras nos países do Oriente Médio terão matado centenas de milhar de pessoas. Veja os némeros do comunismo e compare-os. Só mortes CONFIRMADAS PELAS ESTATÍSTICAS SOVIÉTICAS nos campos da GULAG são mais de um milhão. Restam as purgas, o tempo do NKVD, a guerra civil entre brancos e vermelhos, as deslocações forçadas, as mortes na Lubinaka e nas outras prisões do KGB na União Soviética. Passemos à China. Mortes na revolução, mortes de fome durante o comunismo, campos de trabalho (que ainda hoje existem), mortes em prisões. Fala-se em 300 milhões (não estou a exagerar, os números são mesmo esses). São 28 vezes a população portuguesa, e metade da população do espaço europeu.
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Passamos ao Vietname, ao Cambodja de Pol-Pot, aos países do Comecon, como a Alemanha de Leste ou a Albãnia? Ou à Coreia do Norte, onde até os jogadores que perdem jogos de futebol com a selecção portuguesa vão para campos de reeducação? Não era o Bernardino Soares que reafirmava que a Coreia do Norte era uma democracia? Demo-cracia, só se for pelo poder do demo, do demónio mesmo, latinizando a raiz inicialmente grega do prefixo.
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Fazer um exercício de comparação dos números é interessante, mas não pende para o lado que o Certo (que está notoriamente errado) quer. Especialmente interessante é, porque o pode fazer neste país onde o comunismo é ideologia de idiotas de franja. Olhe, tente fazer este exercício de comparação na China, na Coreia do Norte ou em Cuba e admire-se por a sua família deixar de saber de si!
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certo,
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E repare quem mata mais civis nas guerras onde as tropas ocidentais estão envolvidas não são tropas ocidentais, mas covardes sem uniforme e de lencinho palestiniano que procuram matar civis.
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Desses covardes que a sinistra esquerda gosta de justificar.
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Certo,
.
E que, esqueci-me de referir, a União Soviética tostava com Napalm no Afeganistão.
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Portela Menos Um,
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da minha parte gostava tanto das roménias de ontem como da madeira do Jardim de hoje.
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Então somos dois, está a ver que não somos tão diferentes. Mas um tal Luís Gomes do PCP escreve isto:
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“…no tempo de Staline, o homem que mais projectos fascistas para a Humanidade venceu, até hoje, nenhuma democracia ocidental era mais democrática do que a URSS, porque ele fez de uma terra de escravos uma terra de gente digna e culta ao ponto de obter índices de desenvolvimento económico, social e humano nunca antes vistos. Aqui andava-se de carroça quando operários e camponeses russos desfrutavam das artes, da cultura, do desporto, de férias, 8 horas diárias, não havia desemprego, tinham tempo e direitos que nunca a maioria do povo português teve, e sem esses direitos sociais consagrados na prática, nenhuma sociedade pode ser considerada livre e muito menos democrática…” (itálicos meus)
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Diga-me uma coisa: quem defende as Roménias de Ontem (expressão esta sua) tem lugar numa democracia?
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A propósito de uma coisa que o Francisco Colaço aki deixou, é tipo anedota. Akilo era F.P. dependia da Presidência do conselho. O meu chefe (um advogado, o J.A.R. , PêÉsse como quase todos os outros excepto eu) costumava ‘abrir’ as reuniões com uma «estorieta» para descontrair, esta foi uma delas, no tempo da URSS no Afeganistão: « O Pires Jorge foi mandado pelo CC do PCP até lá, voltou e disse que não viu nada. Pudera o gajo tinha cataratas nos dois olhos, ‘tava quase cego, havia de ver o quê ?» ROFLMAO !!!
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É o campeonato das mortes.
Chamem um contabilista.
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António Sobral Cid,
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Esta anedota foi-me contada em russo. Traduzo o melhor que posso:
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Três prisioneiros encontraram-se num campo de trabalho da GULAG e conversavam. Disse o primeiro:
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— O meu relógio estava atrasado. Cheguei tarde ao trabalho e fui preso por sabotagem.
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O segundo retorquiu:
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— Pois eu cheguei cedo ao trabalho por causa do diabo do relógio e fui preso por espionagem.
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Finalmente, foi a vez do terceiro:
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— Eu cheguei a horas, e por isso fui preso por ter comprado um relógio suiço no mercado negro.
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Piscoiso,
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Chamem um contabilista do PCP para fazer contabilidade criativa!
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Um bom contabilista faz sempre as contas à sua conveniência.
Seja qual for o partido.
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Piscoiso,
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O Joãozinho retorna do seu dia da escola na URSS. O pai pergunta-lhe como correu o dia. O João responde:
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— Foi bom. Consegui entender tudo o que os professores disseram, excepto isso de socialismo. Podes explicar-me melhor, pai?
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— Vou-te explicar de maneira que compreendas.— respondeu o pai,— Havia um homem grande; na verdade ele era pequeno e chamava-se Lenine. Bom, o seu nome original não era Lenine, mas Ulianov. O Ulianov tinha um amigo, que na verdade nem era seu amigo, era um malandro chamado Staline. Bem, eu disse que o seu nome era Staline, mas na verdade não era: era Dzhugashvili. Estes dois amigos, que nem eram tão amigos assim, iniciaram a revolução de Outubro, que nem era revolução nenhuma, era apenas um golpezinho, e até foi em Novembro, não foi em Outubro. Nesta revolução, que nem foi revolução nenhuma, tomaram o poder…
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— Céus, que grande confusão!
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— Estás a ver, afinal já entendes o socialismo.
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E já agora.
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O Truman e o Krushev tomavam-se para ver qual dos países tinha mais liberdade: se os Estados Unidos, se a União Soviética.
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— Nos Estados Unidos,— afirmava Truman,— qualquer pessoa pode gritar à frente da Casa Branca «Abaixo o Truman» sem que lhe aconteça nada.
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— Olha que grande coisa!— desdenhou o Krushev,— Qualquer pessoa pode também gritar à frente do Kremlin «Abaixo o Truman» e não irá presa por isso!
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Eu quero lá saber da sua propaganda
ou da propaganda contra a qual faz propaganda.
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Estas anedotas são todas RUSSAS, foram-me contadas por RUSSOS e eram contadas debaixo do comunismo, nas cozinhas da RÚSSIA.
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Propaganda?
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o Cólaço é judeu russo, assim fanático, um gajo de uma ideia fixa.
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Como disse, quando a esquerda não encontra argumentos para se justificar, assalta o mensageiro.
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Como os cães raivosos.
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Os direitontos acham que quem não pensa como eles…
é de esquerda.
Tristes trastes.
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Francisco, pequena objecção. Na Grécia antiga, havia cidades-estado onde o mensageiro era «ilibado» da mensagem. Havia outras onde o mensageiro era considerado «co-responsável» pela mensagem que trazia. Portanto, se não agradasse…adivinhe as consequências (para o mensageiro) . Quer uma quer outra coisa estão na «tradição ocidental» há milénios.
Lembra-se dakela: «Roma não paga aos assassinos dos seus generais» ? Ah, isso era quando convinha. Noutras alturas pagavam sim senhor, até porque tinham «encomendado» os supraditos. 🙂
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Quando o Gorbachov entrou no poder, criou a política de ускорение, «uskorenie», «aceleração». Era, junto com a Perestroika e a Glasnost, um chavão. Uskorenie significava meter a economia a mexer.
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Numa rádio local do Sul da URSS perguntaram o que era a diarreia. A resposta foi: «É a mesma merda de sempre, mas com mais uskorenie».
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Francisco Colaço, Posted 16 Agosto, 2011 at 11:02 |
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quando FC começa a escrever sobre o PCP desisto logo; o homem acha que quem não gosta das opiniões dele é … do pcp ou viveu na albania!
muito primário.
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Um gajo de ideias fixas,
digamos, petrificado, de modo que não vê mais,
já entendem?. tal é assim o Cólaço
da treta feita cassete e não vale argumentar
que o homem não vai lá, já.
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E mais uma vez no mensageiro. Contra-argumentos?
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Pois é.
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e está passado da mona,
isso é visível, coitado…
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António Sobral Cid,
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A sua objecção é pertinente. Mas eu não inventei os números, eu não exagerei os números, eu até nem usei as fontes mais elevadas.
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Eu nunca defendi que a Coreia do Norte era uma democracia. Nunca disse que Estaline era um santo. Nunca disse que a democracia soviética era superior a qualquer democracia ocidental (como citei).
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Eu, baseado nestes factos e citações, defendo que o PCP deve ser afastado da democracia assim como qualquer partido de extrema-direita nacionalista o é (e bem). Defendo outrossim que o BE o deve ser pelas companhias que mantém, os modelos que continua a defender e pela sua militância permanente em causas autoritárias.
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O PS pode ir-nos à carteira e promover a cleptocracia, mas nunca pôs a democracia em causa, nunca defendeu as cubas e as coreias do norte deste mundo. Nem o PSD. Nem o CDS alguma vez, que eu saiba, disse bem do Pinochet ou dos governos autocráticos. E se afinal tivesse dito, e não se retratasse, deveria ser excisado como qualquer outro defensor de despotismos, presentes ou passados.
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Exacto Colaço.
A grande divisão e claramente entre aqueles que defendem a democracia liberalle tudo aquilo que lhe está associado ( mercado, estado de direito, direitos negativos, etc), e os que defendem modelos dirigistas. E nestes estão as ditaduras de direita, e os derivados socialistas, seja, eles nacionalistas ( Nacional-socialismo, fascismo), ou internacionalistas ( marxismo-leninismo, trotskysmo, maoísmo, etc) .
O grande inimigo da extrema esquerda e da extrema direita é o liberalismo, o capitalismo, e as “caras” que lhe estão associadas ( judeus, americanos, etc). É por isso que em muitas manifs anti-globalização ou contra o sistema, se lobrigam como companheiros de estrada, os esquerdistas mais radicais, os islamistas mais radicais e os neonazis mais radicais.
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Sim filhos, masturbem-se que o liberalismo vai salvar o Mundo!
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Jose,
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O liberalismo puro e duro não funciona. O socialismo não funciona. O capitalismo sem regras e sem justiça não funciona. Se me lembro bem das minhas lições de micro-economia (refrescadas por sinal ainda este ano) para haver mercado tem de haver uma situação tal que nenhum produtor seja grande o suficiente para ditar preços, e tanto os produtores como os consumidores têm de ter informação perfeita.
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Agora, diga-me, quando compra um iogurte, sabe exactamente qual é o melhor tipo de iogurte (assume-se que provou todos os outros, de todas as marcas e modelos do planeta) e quais as consequências para a saúde de determinada bactéria ou de um mau processo de fabrico? Ah, pois não, e é aí que o Estado deve ser forte. Ele não deve fazer iogurtes, mas deve assegurar-se de que os iogurtes que estão no mercado são salubres e edíveis, independentemente de serem de sabor «bacalhau com mirtilos», certamente do agrado de algum consumidor. Mas eu, consumidor, não sei tudo sobre os produtos que compro, e é óbvio que necessidade há de regulação estatal, que obrigue os produtores a cumprir os contratos e as expectativas dos consumidores (a chamada qualidade).
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O Estado deve cingir-se a proteger 1) crianças, 2, deficientes físicos, 3) doentes verdadeiramente incapazes de trabalhar, 4) idosos e 5) aqueles que por circunstâncias alheias à sua vontade (má sorte) estejam temporariamente incapacitados ou depletos da sua capacidade de se bastar. Podem ter tido um acidente de viação ou ter-lhes morrido um filho ou tido um esgotamento, por exemplo. Estas pessoas eu aceito que sejam ajudadas pois não estão em posição de se bastarem a si próprias. Do resto, um rotundo não. Quem puder trabalhar, que trabalhe. Quem não quiser trabalhar, que se conforme com as consequências. Com o dinheiro de quem trabalha é que não deve viver.
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As crianças devem ter oportunidade de estudar e de se formarem, independentemente da sua condição social. Os doentes devem ser tratados e restaurados, quanto possível, à saúde. Os deficientes devem ser encaminhados para o melhor que puderem dar à sociedade, pondo a comunidade o resto. Os idosos têm um crédito de gratidão de nossa parte. As pessoas que tiveram um azar ou uma série de azares e que querem reencaminhar-se devem ser ajudadas no processo de requalificação da sua vida.
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O resto não.
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Nem mais Colaço.
Foi isso que disse Adam Smith. É isso o liberalismo.
E, quanto ao capitalismo, eu não o confundo com a aura sacra fames de todos os tempos e lugares. Apetencia pelo lucro, desejo de acumular capital , é humano e universal. Capitalismo é outra coisa e é por isso que surgiu onde surgiu e não no Sudão ou na China.
Infelizmente, a esquerda dirigista conseguiu deturpar o signifcado das palavras, contando-as negativamente e aplicando-as a coisas que não são aquilo .
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Jose,
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Eu sei o que disse Adam Smith, e li os livros de Milton Friedman. As classes de pessoas que eu disse que devem ser ajudadas correspondem na quase totalidade às que Friedman enumera como responsabilidades colectivas (surpresa para quem não o leu, não é?) Friedman enumera os deficientes e os doentes num só. Eu separo. Friedman não fala na classe 5, as pessoas temporariamente diminuídas. Eu falo, não sou insensível ao azar individual, que até pode acontecer a qualquer um de nós.
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Noto aqui que muitos que falam em capitalismo não o conhecem. Os polacos no tempo do Walesa diziam que o socialismo é a via mais turtuosa e difícil para o capitalismo. E não querem ver que a história lhes deu razão?
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“Karl Marx tinha razão. Num determinado momento, o capitalismo pode destruir-se a si próprio. Não se pode continuar a mudar o rendimento do trabalho para o capital, sem ter um excedente de capacidade e falta de procura agregada. Foi isso que aconteceu. Pensámos que os mercados estão a funcionar mas não estão. O indivíduo pode ser racional. A empresa para sobreviver e prosperar, pode fazer descer os custos de trabalho cada vez mais mas os custos de trabalho são rendimento e consumo de outros. É por isso que estamos perante um processo auto-destrutivo.” Nouriel Roubini, ao Wall Street Jounal
E mais, judeu, por igual russo, ó Colaço, esse tem cabeça, pensa e não ficou apanhado na ideia fixa, despeitada, antiga, de algum passado estertor.
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Certo,
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O Roubini é americano, mas nasceu turco. Reveja as suas fontes.
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O capitalismo não é um sistema perfeito, nem nunca pretendeu sê-lo. O socialismo é que era a via perfeita para o comunismo. E deixe-me contar-lhe uma anedota do tempo do comunismo.
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Um visitante americano vai visitar um Kholkoz. Dirige-se aos técnicos e aos directores:
— Esta terra é excepcional para batatas. Quanto é que produzem de batatas por hectare aqui?
— Nada. Aqui não crescem batatas.
— Estranho. Podem também produzir pepinos.
— Mas aqui não crescem.
— E beterrabas?
— Aqui não crescem também.
— Já tentaram cultivá-los, porventura?
— Bom, se tentássemos, cresciam de certeza.
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Colaço, as diferenças que enumerou relativamente a Adam Smith são apenas semânticas, reconheça. No fundo houve aperfeiçoamentos, diversas escolas, mas a base é a mesma. E isso é que é o liberalismo, não as caricaturas que o pensamento politicamente correcto ( ver Escola de Frankfurt) e pós-marxista, conseguiu impôr, uma espécie de novilíngua que Orwell tb previu.
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“Marx tinha razão”
Marx não tinha razão, porque previa a queda do capitalismo daí a alguns anos.
Claro que a prazo tem razão, tal como um maluquinho que anuncia o fim do mundo para amanhã. Se não for amanhã, outro dia será mas o maluco tem razão. Um dia o mundo acaba.
E, a prazo, estamos todos mortos…o que não significa que entretanto não estejamos vivos.
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