Uma revolução: da rosa ao punho e do punho à calculadora na mão
17 Setembro, 2011
Líder do PS nacional exigiu que Primeiro Ministro ponha cobro aos défices encobertos da Madeira
Se o líder do PS aplicar essa exigência a Portugal no seu todo e a todos os outros responsáveis pelo nosso défice encoberto e coberto pode contar com o meu voto. Como é óbvio se vamos pela expedita e até agora de direita, liberal e desumana via de pôr cobro ao défice acaba-se também a defesa dos eurobonds e da agência de rating europeia como procedimento para contornarmos a nossa crise e metermos os outros a pagá-la. Enfim o PS está no bom caminho.
47 comentários
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http://31daarmada.blogs.sapo.pt/5289731.html
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Renunciar a deputado parece-me contraproducente. É mesmo no parlamento que António José Seguro deve levar até ao fim esta sua revolução.
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Resumindo…
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Mas existem sempre os optimistas…
http://zebedeudor.blogspot.com/2011/09/o-terror-do-optimismo-tao-certo.html
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Helenamatos incomodada com o facto de AJJ ter sido descoberto.
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helenafmatos, parece querer tapar o buraco do Alberto com o buraco do José.
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Uma entrevista que todos deviam meditar. Estão aqui alguns dos graves problems que afectam o sistema fianceiro internacional e em particular o europeu. Mas existe uma cultura de apoio à criminalidade de determinados agentes económicos, através da falta de regulação na transacção de determinados activos.
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A entrevista é esta:
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http://economia.publico.pt/Entrevistas/Detalhe/presidente-da-euronext-lisboa-mercados-da-divida-deveriam-ter-uma-maior-transparencia_1511488
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Alguns meus destaques:
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“Desconfiança. Existe, sobretudo, um problema de confiança, que não é específico de Portugal, embora nos afecte particularmente. É também europeu e de várias partes do mundo. Devido à interligação que actualmente existe, aquilo que se passa num local acaba por afectar, em maior ou menor grau, tudo o que está à volta. E esta desconfiança que se verifica é o elemento crucial que está a condicionar tudo o resto. É desejável que cada país, a nível individual, dê passos que reforcem a confiança dos seus agentes económicos e que decisões tomadas a um nível mais amplo contribuam para esse reforço.”
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“Não estou a dizer que as bolsas são a solução para tudo, mas têm a capacidade de dar transparência, de regular, de definir preços que são visíveis, de dar liquidez, algo que não acontece ainda nos chamados mercados que estiveram na origem do problema. Veja-se aquilo que se chama os mercados da dívida. Olhando para a Europa, para alguns países, como o nosso, os mercados não funcionam. Fala-se todos os dias nas yields [taxa de rentabilidade] portuguesas, mas se depois alguém tiver a intenção de fazer operações dentro dos preços anunciados, seguramente vai encontrar grandes diferenças entre esses preços e os preços praticados. Isso contrariamente ao que acontece num mercado como o da bolsa, onde as cotações são os preços a que se fazem as transacções dos títulos e a liquidez existe, com maior ou menor grau, dependendo do título.”
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“Não haverá seguramente uma “bala prateada”, mas esta é seguramente uma área que deveria ser revista de modo a evitar que se chegasse a situações como a que existe actualmente, em que, de um momento para o outro, o mercado secou. Se se tratasse verdadeiramente de um mercado organizado, transparente, provavelmente os sinais teriam surgido antes, as correcções ter-se-iam começado a registar mais cedo, sem deixar de haver um elemento que é fundamental, a liquidez.”
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Infelizmente existe uma ideologia cada vez maior que pensa defender os mercados e o sistema impedindo a regulamentação e fiscalização sobre o comportamento dos agentes económicos. O entrevistado põe o dedo na ferida: ninguém tem confiança no sistema, porque se desconfia um dos outros. E, depois, de vez em quando, surgem estes casos como o que afectam agora o UBS. Vítima da excessiva alavancagem para ganhar alguns pontitos, no market making.
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Esta ideologia que é contra a regulamentação e fiscalização do sistema financeiro, baseia-se sobreudo em ideologia, não na experiência prática. Baseia-se em bíblias intelectuais, que não correspondem á realidade. Porque por regra, desconhecem como realmente funciona o sistema, a sua corrupção, as suas ilegalidades, criminalidade e até comportamentos de agentes económicos muito semelhantes ao crime organizado.
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Estes que defendem a ausência de Estado na regulação e fiscalização dos mercados vivem com teorias mentais criadas a partir de modelos matemáticos quase sempre impossíveis de testar, até pela imperfeição dos mercados, suas fricções e imperfeições. E, claro, apagam a história quando fecham os olhos a um terrível facto: a cada liberalização financeira decorre depois uma crise bancária. E depois não sabem como lidar com a crise bancária, com as imperfeições dos mercados e dos próprios agentes económicos.
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Teorizar e criar edificios teóricos e mentais através de fórmulas matemáticas é relativamente simples. Postular sobre o que deve ser em vez do que o é, é o maior pesadelo actual. E enquanto esta ideologia do ideal fizer parte do pensamento “religioso” desta gente, as crises acontecem e depois não a sabem combater.
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Antes do credit crunch, só mesmo uma minoria sabia que iria haver um credit crunch e que o funcionamento do mercado da dívida soberana europeia estava com bastantes imperfeições. Essa ideia que o comportamento dos mercados está sempre correcto está tão errado como aqueles que acham que serão sempre capazes de colmatar as falhas do mercado através de intervenções sucessivas. Sofrem do mesmo mal. E se isso levou a que o mercado não avaliasse correctamente a dívida soberana antes do estoiro americano, depois surgiu a incapacidade de lidar com a crise, quando os agentes de mercado tentam corrigir os seus erros, fugindo a sete pés com os seus activos “tóxicos”. Numa altura em que o mercado foge do risco, desconfia das suas contra-partes e estas são demasiadas vezes demasiado gigantes até para os seus gestores de risco o avaliarem com algum grau de seguridade. Depois surgem os tais cisnes negros, que em teoria deveriam ser pouco frequentes mas são-no na prática mais, do que estes modelos matemáticos que tendem para a perfeição.
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E enfim. E assim se vai fazendo política com religiões económicas.
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As tropelias que o Alberto João tem feito de Junho para cá!
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Alberto João e os comunas cá do “Contenente”: a mesma luta!
http://www.publico.pt/Pol%C3%ADtica/jeronimo-de-sousa-critica-quem-procura-ajuste-de-contas-com-jardim_1512287
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Portanto a Helena, com essa pequena nunace, subscreve o que o partido socialista defende. A Helena é socialista.
Ridícula.
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“nuance”
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Também liberto o meu voto, se fôr para todos. Como é que António José Seguro nunca se lembrou de pedir para ser retirada confiança política a Vitor Constâncio???? Sempre que o vejo na TV, com aquele ar inchado de quem se julga BOM, penso: aí está um que devia estar na cadeia ou a aguardar julgamento pelo que fez ou não fez enquanto esteve à frente do banco de Portugal!!!
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Um dos graves problemas actuais, do sistema financeiro europeu, está na desconfiança sobre o risco dos balanços que cada agente comporta. Ninguém sabe a porcaria que lá anda. Se ninguém sabe, ou não faz negócios com esses agentes, secando o mercado e aos poucos levando ao colapso os tais agentes sob suspeição ou só faz negócios exigindo um prémio de risco incomportável para esses agentes. Agentes esses, que acabam por serem obrigado a pagar prémios absurdos, se não têm alternativas.
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Mas estes problemas que vivemos hoje não estão presentes nos dogmas religiosos, por exemplo, dos que são contra as intervenções dos bancos centrais e na prevenção que estes devem ter ao cederem liquidez. Esta gente quer ensinar a fod** só de ler livros da Gina. São os fodil*** da playboy ou da Gina. Falam muito bem em termos teóricos, mas não sabem mesmo como funciona o sistema, os seus problemas e como os resolver. É por isso que depois são violentos nas suas ideologias. Acreditam piamente perceber como fod** mas só o viram na Gina, não dentro do sistema. Como ele realmente funciona e não como na ideia deles eles deveriam funcionar.
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Esta cultura da defesa da ausência de regulamentações e fiscalizações e dar liberdade total aos agentes económicos, em especial do sistema financeiro (aquilo que alguns falam de um certo neoliberalismo exacerbado e com alguma razão), faz com que na prática se criem monstros carregados de risco, em que os próprios gestores do risco dessas instituições são incapazes de o avaliar e controlar. Depois estes dogmáticos não sabem como prevenir estes problemas criados pela ausência de mecanismos de controlo de risco, tanto sobre os agentes do sistema como sobre o sistema como um todo.
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E enquanto os líderes europeus não tomarem decisões drásticas, que importa tomar, como maior regulamentação sobre o sistema, fiscalização e criminalização dos seus agentes e compartimentação do risco através da separação de actividades e limitação de dimensão relativa, o problema da dívida soberana europeia será de difícil regulação. Algum radicalismo ideológico é contra estas mudanças exigidas, mas mais porque aprenderam a fod** a Gina em vez de o praticarem num beco qualquer.
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Este caso do UBS pode ser mesmo simbólico de como o sistema não se auto-corrige. Não se conhecendo por agora o que aconteceu para aquele estoiro na casa dos 2 mil milhões de dólares, uma coisa parece ser certa. Os modelos matemáticos de controlo de risco dentro da instituição não funcionaram. Porque, se o trader já tinha violado sistematicamente as regras do seu departamento e nunca foi apanhado, é porque os controlos de risco não funcionam. Isto num gigante como o UBS, que depois alavanca as suas actividades, neste caso market making, providenciando liquidez aos seus clientes, leva ao desastre. Ganhar dinheiro através da gestão de inventários com volatilidades baixas ou dentro dos padrões de segurança normais, dá a ganhar muito dinheiro a estas instituições. Mas quando surgem eventos anormais, como a forte desvalorização do franco suiço contra as principais majors e os sistemas mecânicos de negociação continuam a operar, para providenciar a liquidez necessária aos seus clientes (uma forma de sugar massa aos seus clientes que funciona quase sempre, excepto quando o improvável acontece), como dentro da instituição não há um bom controlo de risco, nem o próprio trader se apercebe do risco que corre ao correr estes algoritmos, o desastre acontece. E podem levar estes gigantes à falência, lançando ondas de choque por todo o lado, pois estes mamutes gigantescos operam em quase todos os mercados.
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É claro que falar de como fod** porque aprenderam na Gina em vez de o fazerem na prática, lhes faz perorar sobre o mundo ideal da cabeça deles. E depois, muitos dos responsáveis pelo controlo de risco dentro das instituições, são também formados mentalmente pelos que aprenderam a fod** a verem a Gina em vez de sairem das salas dos mercados. A experiência em gerir risco diz-nos que não há mundos ideias nem castelos criados a partir de fórmulas matemáticas, operando em mercados perfeitos. Isso não existe. Só na carola dos catedráticos e dos que aprenderam a fod** através da Gina.
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E vivemos hoje uma crise destas enorme. E quem devia moldar a opinião pública conhece a arte através da leitura da Playboy ou da Gina. Nunca levaram nas trombas nos mercados, quando são apanhados numa imperfeição do mercado e os custos de saída roubam-nos couro e cabelo. E se estivermos alavancados pode-nos levar à falência. Mas esta gente como nunca levou nas trombas a sério, quando no papel o trading era perfeito, tal como a teoria que o sustenta, eles pensam no mundo, não como ele o é, imperfeito e sua avaliação ainda mais imperfeita, mas como ele devia ser e até pensam como é…
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Mais vale praticar nos bancos traseiros de um carro que o fazer a ler a Gina! lololololol
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Ontem à noite, vi por momentos, numa televisão por cabo (só pode ter sido a RTPn…), a entrevista de uma tal Flor Pedroso (irra, que esta gente continua, como se o socratismo tivesse vencido as últimas eleições…) ao António José Seguro.
O chorrilho de disparates, incongruências e manifestações de falta de vergonha na cara patenteado pelo Seguro levou-me a mudar rapidamente de canal. Sem, entretanto, perguntar-me como é possível que o principal partido da oposição tenha descido a tal nível de pelintrice zorrinha.
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Mercados..humm tipo off shores dumping contas escondidas lemon brothers Emro..sim claro os mercados são como os charutos cubanos limpos..por falar em cubanos…
http://zebedeudor.blogspot.com/2011/09/o-verdadeiro-buraco-da-madeira.html
MERCADOS..POIS…
Robert Kurz
OS DEPÓSITOS DE LIXO TÓXICO DO CRÉDITO
Quem ainda tiver um resto de capacidade de memória poderá estar a questionar-se onde param afinal as enormes massas de créditos incobráveis, para os quais se procurou um jazigo tão discreto quanto possível, após o crash financeiro de 2008. Pagos é que eles não foram; pelo contrário, todas as dívidas imagináveis continuaram a aumentar. O jogo de pagar aparentemente empréstimos antigos com novos empréstimos, e estes novamente com outros, há muito tempo que era explorado até à exaustão no sector privado. Por outro lado, os famosos “activos tóxicos”, devido à sua enorme massa, não podiam ser abatidos ao activo na íntegra, com excepção de algumas operações de cosmética dos bancos. Isso teria significado, nas próprias palavras dos gurus da finança, a famosa “fusão nuclear” do sistema financeiro global. Para efeitos contabilísticos, os bancos foram autorizados a deslocalizar o seu lixo tóxico. Mas também se fez silêncio sobre os “bad banks”, que tiveram de suster temporariamente o colapso do sistema bancário sombra após o estouro da bolha imobiliária, com a ajuda de garantias estatais.
Oficialmente, alimentava-se a esperança e a expectativa de que as garantias estatais pudessem criar muito em breve “confiança”, de tal modo que os títulos há muito tempo sem valor voltassem a obter um preço razoavelmente decente. A condição seria que o sector imobiliário dos EUA, do qual partira a onda de choque, conseguisse uma forte recuperação. Sobre isso estamos conversados. Mas as garantias dos Estados também não eram pagáveis. Isso simplesmente não podia ser, porque senão a “fusão nuclear” teria sido desviada para os orçamentos de Estado. Para onde foram então os resíduos altamente tóxicos do sistema financeiro? Na verdade, foi encontrado um depósito final, que são os bancos centrais. Estes, como é sabido, inundam presentemente o mundo com dólares, euros etc., a fim de ventilar a economia mundial de facto clinicamente morta. Oficialmente, ainda não lançam o dinheiro de helicóptero, mas dão-no aos bancos comerciais como crédito, a taxa de juro baixa ou até mesmo nula. Como acontece com qualquer empréstimo, os bancos precisam de entregar “garantias”. E onde estão elas? Nessas mesmas massas de papéis do lixo tóxico, mas são aceites pelos bancos centrais com todo o gosto, como se fossem jóias da coroa.
Ainda nem três anos se passaram desde a queda dos mercados financeiros e também as finanças públicas já foram ao ar em cada vez mais países, sobrecarregados com as políticas anti-crise. Basicamente repete-se com os títulos da dívida soberana o mesmo desenvolvimento ocorrido com os títulos financeiros privados. Uma parte crescente da dívida dificilmente controlável foi deslocada para orçamentos sombra. Cada vez mais títulos da dívida soberana são transformados em lixo tóxico, como aconteceu antes com as hipotecas imobiliárias. E também para eles os bancos centrais são compradores agradecidos. Os asiáticos compram cada vez menos papéis do tesouro dos EUA? Não importa, a própria Reserva Federal americana os procura como se procurasse cereais em situação de fome. Também a crise da dívida soberana europeia se teria agravado, apesar de todos os pacotes de resgate, se Banco Central Europeu não estivesse há muito tempo a comprar a granel títulos sem valor dos países em crise. Ironicamente, os bancos centrais, supostos guardiões da estabilidade financeira, tornaram-se depósitos de lixo tóxico do sistema financeiro global. É aqui a última morada, o jazigo final, porque não há mais qualquer instância por trás dos bancos centrais, que pudesse por sua vez libertá-los do fardo. A fachada de normalidade que foi levantada desde 2008 consiste na política aventureira de criação de dinheiro “na base da garantia” dos créditos incobráveis.
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O blasfemias anda tão calado em relação à Madeira eram tão prolixos em relação a despesisimos neste caso ocultação de cadaver e aqui pouco se vê.
é o seguidismo
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… já chegámos à madeira?!
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existem jornalistas que não tem vergonha nenhuma na cara…
http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=2001237&seccao=Jo%E3o Marcelino&tag=Opini%E3o – Em Foco
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“Infelizmente existe uma ideologia cada vez maior que pensa defender os mercados e o sistema impedindo a regulamentação e fiscalização sobre o comportamento dos agentes económicos”
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Pobre anti-comuna. Só com mercados pouco regulados é que se nota os problemas rapidamente e a tempo.
Nem sequer o básico do básico entende.
Um mercado regulado é um mercado menos flexível. Logo os intervenientes abandonam-no em grupos quando a confiança que tinham desaparece.
É preciso sempre a existência de níveis de desconfiança num mercado. É o que o torna saudável.
É isso que permite detectar problemas mais cedo.
Um mercado ainda mais regulado seria ainda um mercado dopado com ainda mais níveis de confiança.
Confiança deslocada.
Porque somos humanos.
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“Se o líder do PS aplicar essa exigência a Portugal no seu todo e a todos os outros responsáveis pelo nosso défice encoberto e coberto pode contar com o meu voto. ”
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Pode-se começar pela fraude eleitoral de 2009:
Défice 5,9% antes das eleições, 8,9% depois das eleições.
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9,3% depois das eleições, Lucklucky.
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“Diz a nota final do comunicado conjunto do INE e do Banco de Portugal sobre as dívidas escondidas da Madeira que ambas as entidades, “consideram grave a omissão de informação e não têm conhecimento de casos similares”.” Mais aqui: http://jugular.blogs.sapo.pt/2872422.html
É a primeira vez que isto acontece. Escondeu, deliberadamente, as dívidas da Madeira ao INE e ao BdP! É inédito! Eu sublinho a parte do comunicado que diz “consideram grave a omissão de informação e não têm conhecimento de casos similares”. Talvez assim a Helena perceba melhor. Comparar isto com reavalizações de contas passadas que foram avalizadas pelo Tribunal de Contas, pela Comissão Europeia, pelo Eurostat é atirar areia para cima das pessoas. Mas enfim, já nos habituámos a ver o medo que o PSD e a direita têm de AJJ. É impressionante o medo que este pateta mete à direita portuguesa.
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*reavaliações
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O PS retirou a confiança política a José Sócrates por ter levado a Republica Portuguesa ‘a bancarrota? Que me lembre, estiveram todos ao lado do pinoquio ate’ ao fim e se nao fosse o eleitorado, Sócrates continuava em Sao Bento. Mas alguem pode levar a serio este número socialista com a Madeira? Os socialistas estão nus a falar para o roto no Funchal. Poupem-nos pa’.
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pela amostra de comentatios, o facto de Socrates/PS ter levado a Portugal a bancarrota impede de se falar da bancarrota da Madeira/PSD! Um argumento de mestre.
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Quem critica uma situação ilegal uma vez tem que criticar todas ,todas as vezes , por isso quem criticou e não critica agora , não esteja com tretas porque ou comem todos ou então “foda-se”, até parece que o barrigudo é filho de algum fotógrafo ! O outro era filho do Geppetto?!
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a Banca a atacar a Madeira!!!?? fuck iuuuuuuuuuuuuuu
http://www.youtube.com/watch?v=GrjB5ESvUjI
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http://www.youtube.com/watch?v=GrjB5ESvUjI
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Portugal tem 305 mini-Madeiras no Continente. Toda a gente sabe que e’ pratica corrente chutar dividas para canto. Há todo o tipo de expedientes, como por exemplo as câmaras obrigarem os fornecedores a anularem facturas e emitirem outras com uma data mais adiantada, porque naquela altura não há dotação orçamental, ou porque não e’ conveniente essa despesa aparecer nas contas. Conheço casos de empreiteiros que tem de fazer três e quatro facturas para a mesma obra, e só recebem 9 meses a um ano depois do trabalho pronto. Repito, isto e’ pratica corrente, porque Portugal e’ um pais de caloteiros. De Gente que só pensa estar a dever quando tem de pagar, porque enquanto não tiver de pagar não lhe sai do bolso, por isso esta’ tudo “bem”. Para países com outra mentalidade, isto e’ um modo de vida inconcebível.
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bem , hoje ( ontem?) ao ler o vpv tive uma ideia !! ele está preocupado com o que vão fazer aos tipos dos organismos extintos e pessoal polidor de esquinas ministeriais. pois bem , cria-se uma empresa pública de agricultura e , ao abrigo da coisa da mobilidade , pomos os tipos a agricultar. e voilá : continuam com emprego para a vida e com o mesmo salário.a produção pode ir prós bairros sociais e fazemos a vontade ao portas , rsi em géneros. e quem não quiser alinhar na mobilidade , que se despeça. se alguém falar com a assunção , se não se importa , dê-lhe a dica. :))
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quando é que Portugal sai do Euro?
http://www.youtube.com/watch?v=M_alFCeNk8Y
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É impresionante como um grupo de badamecos socialistas e outros esquerdóides consguem fazer uma cantata festivaleira fingindo que não houve uma governação socialista completamente disparatada. É uma rapaziada nojenta, amante do estilo mariconço e aldrabão de um Sócrates socretino que destruiu a economia de um País coberto de vergonha com os escândalos sem conta qutoe fizeram rir o mundo.
Põem-se atrás deste idiota Seguro, que de seguro não tem nada, excepto uma tremenda cara de parvo e um comportamento eminentemente idiota.
É espantoso vir ao Blasfémias e encontrar tanta gente de memória curta que virou o ico ao prego para daqui a algum tempo – esperemos que pouco… – virarem outra vez em mais um choradinho miserável.
Pobres imbecis.
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… desculpem insistir…mas é que eu tive mesmo uma ideia brilhante!! a coisa da redistribuição? fica assim claríssima : os empregados do estado , a quem a malta paga , trabalhavam mesmo para os que recebem subsidios. e claro , a médio prazo , tendo em conta o que o pessoal dos sindicatos gosta de trabalhar , a cena da redistribuição acabava. e o socialismo com o trabalho dos outros kaput.
e o ps e o pcp não se podem opor a esta ideia , ou , sendo o salário o mesmo , vão dizer que uma enxada é menos digna que um computador?
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E por falar na Banca que ainda a procissão vai no adro, novo novo ‘e que tudo sugere que 2012 vai ser ano do ‘julgamento’ dos Bancos Centrais. Não me perguntem porquê. Incrivel não é ? Pois é, mas já foi escrito numa agenda em 2008.
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Vamos lá avivar a memória ao Partido Socialista e a António José Seguro e ao PGR – Omissão de endividamento???? Vamos avivar a memória: Teixeira dos Santos, i.e. , excelentissimo ministro das finanças de José Sócrates omitiu e mentiu propositadamente no déficit apresentado em ano de eleições, 2009. Ou já ninguém se lembra? Será que estamos todos parvos? Eu gostaria mesmo de ver o Snr. PGR que tão prontamente quer abrir um processo contra o dirigentes da Madeira, tomar igual atitude face a ex-governantes socialistas que fizeram exactamente a mesma coisa. E que interessante é, a banda esquerdista exigir demissão de AJJ e exigir que PPC retire confiança, quando perante a escandalosa omissão do deficit por parte de Sócrates/Teixeira dos Santos em 2009 disseram umas coisinhas e deixaram tudo ficar na mesma. Mas estamos todos parvos? Esta gente deve julgar que nos deitam areia para os olhos. Objectivo 2011: afastar de qualquer maneira AJJ porque com eleições, i.e., pela via democratica não conseguem.
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Ontem à noite, na SICnotícias, vi e ouvi o Soares a dizer que “anda muito” em transportes públicos.
De duas, uma:
– ou ele considera transporte público o Mercedes com motorista em que se desloca (e nem estará muito fora da verdade, porque aquilo é pago por todos nós…);
– ou estava pura e simplesmente a mentir, como é costume na casa chuchialista.
Pena que o camarada António José Teixeira não lhe tenha imediatamente perguntado quanto custa um bilhete de autocarro, eléctrico ou metro…
Esta gente tem cada vez menos vergonha na cara e não há nada a fazer.
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Esquecimentos
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«O INE e o Banco de Portugal descobriram que o governo regional da Madeira, por assim dizer, “escondeu” 1,7 mil milhões da despesa entre 2004 e 2011. Várias notabilidades descreveram o caso “muito grave” ou “gravíssimo” e até Bruxelas se resolveu mostrar “surpreendida”. O que francamente não se percebe. Desde o PREC que a impunidade tem distinguido a política portuguesa. A gente que, em 1975, destruiu alegremente a economia não sofreu o menor incómodo pessoal ou profissional; e a gente que proclamava pelas ruas a necessidade de “fuzilar a reacção” e de estabelecer rapidamente uma ditadura do PC acabou em Belém a receber a Ordem da “Liberdade” das mãos de Soares. Mesmo hoje, um passado “revolucionário” se considera uma recomendação e até uma espécie de graça social.
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A década do “cavaquismo”, que de certa maneira foi a mais “severa”, foi também a década em que se fizeram ao país com uma arrasadora irresponsabilidade as mais fantasiosas promessas de um futuro radioso e próximo. “Portugal”, se bem se lembram, “estava na moda” e o dr. Cavaco criara “um homem novo” que iria maravilhar o mundo. Destas tolices nasceu a exigência de uma infinidade de direitos, que antes ninguém esperara ou pedira; e o inexplicável prestígio de meia dúzia de criaturas, que tomaram conta dos “negócios”, nem sempre da melhor maneira ou com a maior lisura. Quanto à “modernização” de Portugal, de que tanto se falava, acabou por ser a “modernização” do consumo, que preparou as desgraças do futuro. O dr. Cavaco é ainda uma espécie de herói e Presidente da República.
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Guterres “deixou Portugal de tanga”, Barroso fugiu para o estrangeiro e Sócrates fabricou a desgraça que de repente nos caiu em cima. Mas quando Sócrates desapareceu, os políticos da direita e da esquerda decidiram que chegara a altura de mutuamente se absolverem das misérias da Pátria. E, por sua própria força e autoridade, decretaram que a partir do glorioso advento de Passos Coelho a regra era o esquecimento. Esta amnistia geral impede qualquer crítica pertinente, venha ela de que lado vier, e estende um fofo manto de suavidade sobre a nossa torpe e apática vida pública. Esta paz dos cemitérios manifestamente exclui Jardim. O que não é um mal. O mal é que não exclui as dúzias de oportunistas, que por aí se passeiam e que na televisão ou nos jornais não perdem uma oportunidade de nos dar conselhos.»
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VPV (Público)
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Por muito menos do que se está a fazer na Madeira, Santana Lopes foi exonerado. Não houve sentenças, não houve julgamento não houve nada. O PR de então decidiu e ficou decidido. Jardim tem padrinhos…Além de o ser também…
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Jardim é seguramente um exemplo para muitos.
Se ele consegue aquilo com “aisance”, porque não hão-de os outros conseguir?
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O Lucklucky fala de cor e saletado:
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“Um mercado regulado é um mercado menos flexível. Logo os intervenientes abandonam-no em grupos quando a confiança que tinham desaparece.:
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Mas alguém no seu perfeito juízo vai-se meter num mercado mal regulamentado, cheio de darkpools, em que para se sair custa os olhos da cara? Em que as regras marked-to-market existem porque em teoria é a forma mais eficaz de apresentar o valor dos activos e seus riscos, quando na prática acabam por penalizar quem detem esses activos? Quando os preços de referência (ler o que diz to entrevistado) são isso mesmo. Pouco mais que referência, mas que na realidade, quando se quer realizar operações, os preços desviam-se de tal forma dos tais de referência, que implica que todos os cálculos de risco estão logo errados à partida?
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Vc. em que mundo vive, caro Luckylucky? Então acha que que os agentes de mercado abandonam os mercados regulamentados e se metem nos não regulamentados? Mas é o contrário, amigo. Ninguém quer fazer negócios com fantasmas, pois o risco da contra-parte não se pode avaliar. Ou acha que eu vou estar sujeito a um calote, só porque não tenho regras para cumprir? Mas Vc. é doido ou faz-se?
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Tenha lá paciência. A sua resposta é de tal forma ingénua, tonta e, desculpe que lhe diga, ignorante, que é por isso que defende determinadas coisas. Em vez de ler a Gina, pratique. Nem que seja nas traseiras de um carro ou num cinema.
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Supunhamos que em julho passado, quando este governo tomou posse e se detectou o buraco de 1800 milhões, nos quais estão incluidos cerca de 550 milhões da Madeira, o Jardim tivesse tido a coragem, que não teve, de dizer que tinha lá mais 1200 milhões de divida escondida, o que teria acontecido? Nada, para além de o ministro das finanças em vez de 50% do subsidio de Natal, ter levado o subsidio todo. Que é o que ele vai ter de fazer agora, porque não estou a ver onde é que ele vai buscar 1200 milhões, para não ter um defice acima dos 6%. O grande crime do Jardim, foi ter ficado calado. Porque em relação à divida que criou, não fez mais do que seguir o mau exemplo dos governos socialistas do Socrates.
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A.C. da Silveira,
Os 1200 milhoes sao do ano passado. Nao afectam o defice deste ano. Essa e’ a beleza da coisa…
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Não diga tontices.
Começa logo por isto: “Mas alguém no seu perfeito juízo vai-se meter num mercado mal regulamentado”
Agora já passou de não regulamentado para mal regulamentado.
Registo a diferença.
Só não percebo o seu problema com ninguém se meter num mercado “mal regulamentado”. Fazem muito bem.
É assim que deve ser.
Os mercados excessivamente regulamentados também são maus: fazem doping da confiança. E foi isso que aconteceu.
O que é que julga que foram as três marias do rating e o euro. Regulação Excessiva que deu demasiada segurança aos investidores.
A regulação beneficiou a Fitch, Moddy’s e SP. Logo a Fitch, Moddy e SP adiaram a queda dos ratings até não poderem mais. Quando nós já deveríamos ser “lixo” em 2008-2009 só fomos em 2011. Quando nosso AAA já deveria ter sido reduzido em 2003 ou 2004.
Os ratings em vez de virem a descer há quase uma década descem de repente em 2 anos.
Porque estas empresas de rating servem o regulador.
Outra é Euro, um veículo que vem no prospecto com segurança de investimento alemã mas com uma data de gente de reputação duvidosa lá metido.
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Basófias há muitos ! O pobrezinho do AJJ mais a sua comandita de xuxas enconderam a divida porque o governo PS não era sério ! Tem vergonha AJJ e cala-te para sempre aldrabão!
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“Agora já passou de não regulamentado para mal regulamentado.”
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Regulamentado ou mal regulamentado, é quase a mesma coisa. Vc. não sabe o que está a falar.
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“Só não percebo o seu problema com ninguém se meter num mercado “mal regulamentado”. ”
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Não percebe porque Vc. lê a playboy. É o que é. Então vou-lhe dar um mero exemplo para perceber.
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Imagine que eu quero fazer arbritagem com a dívida soberana. Para a fazer, eu tenho que ter a certeza que vou ter liquidez, que vou ter lotes ou unidades de negociação que tenham um standard padrão, clearing e outras instituições que me garantam a solvabilidade da minha contra-parte. Sem essa segurança não posso fazer arbitragem sequer, pois se a contra-parte for um “fantasma” e desaparecer ou não cumprir com o acordado, posso estoirar por não cumprir as minhas obrigações, dependentes da minha contra-parte. Ou, por exemplo, se os preços de entrada e saída do mercado forem muito voláteis e distanciados face ao de referência. (Fecho ou preço médio, não interessa.) Porque o risco é demasiado dificultoso de calcular.
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Vc. não ouve falar que o mercado está a perder liquidez, em todo o lado? Porque quando não há segurança sobre a solvabilidade de cada agente, ninguém quer fazer negócios. Ou se os fizer, exige um prémio demasiado elevado para permitir determinadas operações que trazem liquidez ao mercado.
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E isto depois vai-se repercutir em todo o sistema, mesmo na banca comercial. Por exemplo, um determinado banco português tem 1/3 dos seus capitais próprios “hipotecado” em termos contabilísticos por causa das potenciais perdas associadas à dívida soberana. Se esse banco quisesse fugir do risco, provavelmente aumentaria as perdas por falta de liquidez, pois se calhar em vez das actuais perdas potenciais, poderiam ter perdas reais muito superiores, pois para vender as suas posições teria que vender a um desconto muito alto. Como não há liquidez e como existe desconfiança no sistema, este banco terá sempre dificuldades em fugir da posição. Ou se quiser fugir, pôr ainda mais em causa a sua solvabilidade.
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O problema é este. Quando há crises bancárias, como o medo existe e a avaliação do risco é cada vez mais difícil e como não existem mercados regulamentados, não se fazem negócios. Ou os que se fazem são ruinosos. E sem a segurança de sabermos quem é a nossa contra-parte, ninguém quer fazer arbitragens, ninguém quer sequer entrar num mercado que é difícil de entrar, agravando cada vez mais os problemas do sistema. Ou seja, um circulo vicioso, que é comum se referir a ele como congelamento dos mercados.
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“Os mercados excessivamente regulamentados também são maus: fazem doping da confiança. E foi isso que aconteceu.”
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Ac0nteceu quando e como? De que raio está a Vc.a falar? E o que é que isso tem a ver com as agências de rating? Bolas, eu estou falar do funcionanento dos mercados, sua liquidez, clearing, etc. e Vc. a misturar alhos com bugalhos? Bolas, deixe-se de teorias e vá ao seu banco e pergunte se pode negociar dívida portuguesa, os custos associados, a sua liquidez e garantia que pode sair do mercado quando o quer ou necessita. Vá lá ao seu banco e fala esse tipo de questões e oiça a resposta.
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Olhe, falar é fácil mas para quem está de fora a ver os problemas pelos jornais. Ou pela playboy. ehhehheh
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É preciso acabar com o regabofe.
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