uma tradição
27 Setembro, 2011
Em Portugal, obrigar um serviço público a não gastar mais do que aquilo que tem é sempre visto como uma calamidade.
7 comentários
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Em Portugal, obrigar um serviço público a não gastar mais do que aquilo que tem é sempre visto como uma calamidade.
Pela forma como a notícia está escrita, os orçamentos são feitos sem a mínima relação com as despesas que os serviços realmente vão ter. E quem os fez não vai ser despedido por incompetência grosseira?
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Vou estar muito atento ao orçamento do gabinete do Sr. Primeiro-Ministro.
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TAMÊM ÁXO!
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Não se pode acabar o cabimento orçamental para assessores de cultura e juventude, mais os pedagogos, psicólogos e reformados do conselho de administração do Banco de Portugal?
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Reduzir o orçamento do Banco de Portugal pelo menos em 50% era um bom exemplo, dada não ter qualquer utilidade para o país.
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“Não se pode acabar o cabimento orçamental para assessores de cultura e juventude, mais os pedagogos, psicólogos e reformados do conselho de administração do Banco de Portugal?”
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Este orçamento deve ter sido o mais “martelado” da história. Recuemos ao final de 2010, Sócrates tinha que apresentar um défice decente em 2010, vai daí todos os lacaios passaram ao papel, não o orçamento real ou necessário, mas aquilo que fosse necessário para bater certo com a pretensão do “querido líder”, resultado sub-orçamentação. Basta recordar os episódios das retenções de prestações sociais na ad. interna e militares ou as despesas não assumidas na saúde… os armários ainda devem andar cheios de esqueletos…
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