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uma tradição

27 Setembro, 2011
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Em Portugal, obrigar um serviço público a não gastar mais do que aquilo que tem é sempre visto como uma calamidade.

7 comentários leave one →
  1. Joaquim Amado Lopes's avatar
    Joaquim Amado Lopes permalink
    27 Setembro, 2011 20:32

    Pela forma como a notícia está escrita, os orçamentos são feitos sem a mínima relação com as despesas que os serviços realmente vão ter. E quem os fez não vai ser despedido por incompetência grosseira?

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  2. Arlindo da Costa's avatar
    Arlindo da Costa permalink
    27 Setembro, 2011 20:54

    Vou estar muito atento ao orçamento do gabinete do Sr. Primeiro-Ministro.

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  3. josé maria martins's avatar
    josé maria martins permalink
    27 Setembro, 2011 22:00

    TAMÊM ÁXO!

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  4. Euro2cent's avatar
    Euro2cent permalink
    27 Setembro, 2011 22:28

    Não se pode acabar o cabimento orçamental para assessores de cultura e juventude, mais os pedagogos, psicólogos e reformados do conselho de administração do Banco de Portugal?

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  5. PMP's avatar
    PMP permalink
    27 Setembro, 2011 22:32

    Reduzir o orçamento do Banco de Portugal pelo menos em 50% era um bom exemplo, dada não ter qualquer utilidade para o país.

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  6. trill's avatar
    trill permalink
    27 Setembro, 2011 23:40

    “Não se pode acabar o cabimento orçamental para assessores de cultura e juventude, mais os pedagogos, psicólogos e reformados do conselho de administração do Banco de Portugal?”

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  7. Murphy's avatar
    Murphy permalink
    28 Setembro, 2011 12:21

    Este orçamento deve ter sido o mais “martelado” da história. Recuemos ao final de 2010, Sócrates tinha que apresentar um défice decente em 2010, vai daí todos os lacaios passaram ao papel, não o orçamento real ou necessário, mas aquilo que fosse necessário para bater certo com a pretensão do “querido líder”, resultado sub-orçamentação. Basta recordar os episódios das retenções de prestações sociais na ad. interna e militares ou as despesas não assumidas na saúde… os armários ainda devem andar cheios de esqueletos…

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