O alegado
Numa nota de rodapé de um (interessante) acórdão do STJ:
«Não raras vezes, a comunicação social refere o termo alegado sem aparente convicção. Na verdade, analisando a notícia, no seu todo, resulta que o que é relatado é dado como certo, como verificado, e não como meramente alegado, como devia. De facto, muitas vezes, o termo alegado surge apenas como uma vazia expressão de técnica defensiva, em total oposição ao conteúdo e forma da notícia».
No entanto, pelo que se lê no acórdão sobre as as decisões da primeira e segunda instâncias (revogadas pelo Supremo), percebe-se facilmente o fenómeno do alegadismo hipócrita: não haveria tesouraria de empresa jornalística – nem liberdade de imprensa – que resistisse aos pedidos (e aos valores) de indemnizações.

se eu entendi, podes crer, a alegadice não fará mal nunca a ninguém, nem a juízes e procuradores, quanto mais a jornalistas, coitados, que se apoiam nos ventos que vão correndo, contrários, conforme ao interesse e poder dos deuses e arautos que os soltam sobre os telhados
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bene, dos deuses e seus arautos, que os amandem sobre os telhados
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A Ministra da Justiça não pode inflir um corte orçamental na ordem dos 75% no inenarrável sector da «Justiça»?
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«inflir» deve-se ler INFLIGIR.
Obrigado.
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mas
poderá
sempre apontar,
influir, se não ordenar,
quem manda aqui
mais que a
ministra,
eu ?
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Afinal a prisão do Isaltino resultou de uma aposta da Juiza. Parece que foram 1000 euros.
Isto é que vai uma crise, ham?
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Por exemplo, o idiota Sócrates é alegadamente paneleiro.
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E os actuais guvernantes são alegados maricas.
Perguntem à Caterine Deneuve!
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. . . e o Alindo é COMPROVADAMENTE mercenário do Sócrates.
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