Os custos dos subsídios à energia
O governo tem vindo a anunciar as mais diversas medidas de austeridade. Ao mesmo tempo, o ministro da economia pondera proteger os consumidores dos custos da electricidade injectando subsídios. Esta política de cortar e taxar por um lado e subsidiar por outro é recorrente e gera o pior dos dois mundos. Por um lado, os efeitos positivos que a austeridade poderia ter para a sustentabilidade financeira do Estado são anulados pela despesa em subsídios. Por outro, a política de taxar uns para subsidiar outros gera distorções graves nos mecanismos de mercado que têm custos para a economia.
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No caso da electricidade o problema é bastante evidente. Os custos da electricidade podem ser pagos pelos consumidores com subidas de preço ou pelos contribuintes com subsídios pagos por impostos. O custo agregado para a economia portuguesa é o mesmo, pelo que as duas soluções são quantitativamente idênticas. Mas, do ponto de vista qualitativo, o recurso ao contribuinte é a pior solução porque desliga o consumo do custo. Ao desligar-se o consumo do custo impede-se os mecanismos de mercado de funcionar. Os incentivos do consumidor para economizar no consumo são menores pelo que a economia como um todo não se adapta a um regime realista de electricidade com custos elevados.

Estes gajos são mesmo uma anedota. Então em vez de renegociarem os maus contratos assinados pelo Pinócrates, vão-nos manter e acabam por usar o dinheiro dos impostos (ou seja, mais défice) para subsidiar os consumidores? Que idiotas, meu deus!
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E eu cheguei a acreditar neste ministro da economia. Safa! Já foi engulido pelos poderosos lobbies.
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MANUEL ANTONIO PINA in JORNAL DE NOTIIAS
http://www.jn.pt/Opiniao/default.aspx?opiniao=Manuel%20Ant%F3nio%20Pina
Os pobres que paguem a crise
As notícias ontem vindas a público sobre o OE para 2012 confirmam as piores expectativas: o actual Governo, ao mesmo tempo que não mostra disposição de, como insistentemente o PSD reclamou na oposição e Passos Coelho não menos insistentemente prometeu em campanha, cortar nas famosas “gorduras” da Administração Pública, pretende pôr os mais pobres e necessitados, os doentes sem recursos e, no caso da Educação, o próprio futuro colectivo, a pagar a crise.
A lógica é de elegante simplicidade: a caridade (além do mais, as boas acções têm cotação certa na Bolsa do Céu) substitui com vantagem a Segurança Social que, por isso, poderá bem ficar sem 200 milhões de euros; o SNS sofrerá, sem anestesia, cortes de mais de 800 milhões (o Ministério das Polícias, que terá mais 400 milhões, se encarregará de nos tratar da saúde se necessário); e a Educação, agora por conta de um matemático, há-de ter arte e engenho para poupar 600 milhões (três vezes mais do que previsto no acordo com a “troika”!).
Será, assim, o odiado Estado Social a pagar a factura das dificuldades do país a quem, bancos, grandes empresas recordistas de despedimentos e os “25 mais ricos” do costume, ganha com elas.
Porque, como em “O dilúvio universal”, de Zavattini/De Sica, quando as águas da catástrofe sobem, há sempre quem faça negócio a vender guarda-chuvas ou organize orgias em “penthouses” no terraço e passe o fim dos tempos em beleza.
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Felizmente, o nosso tecido produtivo vai resistindo aos políticos idiotas que temos:
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“A empresa portuguesa OutSystems celebrou um contrato inédito de fornecimento de software ao Exército dos Estados Unidos, que se junta a outros com empresas como a Bacardi, Barclays, TNT, E.ON, fly.com e Siemens.
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“Foi uma sorte provocada. A nossa máquina de marketing trabalha muito bem”, disse à agência Lusa o fundador e presidente executivo da OutSystems, Paulo Rosado, explicando que foi a própria U.S. Army que contactou a empresa, depois de concluir que tinha “a única solução possível” para a consolidação dos centros de dados informáticos do exército norte-americano.”
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http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=510067
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No software, Portugal vai dando cartas. E esta empresa felizmente sabe o papel do Marketing para vender boas soluções tecnológicas. Graças a deus! E é assim que estas empresas até passam relativamente incólumes aos erros dos idiotas que nos vão governando. Ainda bem!
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E os subsídios à energia solar e à energia eólica, por exemplo, são para manter?
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Começo a achar que para este governo a produção em regime especial é intocável
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Outra empresa portuguesa interessante. Parece que estão a ter um sucesso internacional enorme. Só tenho pena que não sejam produzidos em Portugal estes equipamentos. (Ao que tudo indica, mandam fazer fora.)
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http://www.globalconfort.pt/
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Se não produzem em Portugal, deverão idealizar e conceber o produto em Portugal. Isto é deveras interessante e importante. Só precisam mesmo de dominar a produção, sob pena de cairem no risco de dependerem dos fornecedores, que até poderão copiar os equipamentos.
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Mas há cada vez mais empresas portuguesas, pequenas, que vão dando a volta à crise. Esta só tem quatro anos e parece que cresce a alta velocidade. Um bom exemplo.
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O Governo não tem é tomates! Cortavam as tarifas feed-in, pelo que os CMEC deixavam de ser necessários. A cogeração também tinha que levar talhada!
De um dia para o outro, o preço da energia até podia baixar!
Há anos que o problema se vem agravando, epelos visto vais ficar pior!
Ecotretas
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Será que Metros, Carris e STCP passarão para as mãos das Câmaras onde actuam, deixando de onerar o Orçamento Geral do Estado, suportado por todos os contribuintes portugueses?
http://notaslivres.blogspot.com/2011/10/plano-estrategico-dos-transportes-o.html
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“Será que Metros, Carris e STCP passarão para as mãos das Câmaras onde actuam, deixando de onerar o Orçamento Geral do Estado, suportado por todos os contribuintes portugueses?”
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Serão na mesma os contribuintes a pagar a sua má gestão.
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Boas notícias… Da China! ehehheh
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“O crescimento da procura de pasta do papel na China pode sinalizar que a crescente capacidade produção de papel pode estar a suportar a procura na região de pasta produzida na Europa.
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Os volumes de pasta do papel na China cresceu 40,1% no mês de Agosto face ao ano anterior e 23,6% face a Julho.
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A notícia é “positiva” para as produtoras de pasta do papel como a portuguesa Altri, diz a nota de análise do analista do BES Investiment, Nuno Estácio, a que o Negócios teve acesso.
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“Como a China tem visto crescer a capacidade de produção de papel e de produtos de papelão , acreditamos que os preços mais baixos estão a estimular o interesse destes produtores na pasta europeia”, refere a nota de análise publica hoje no BESI.
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Esta aumento da procura pode ser resultado das recentes descidas do preço da paste, refere ainda o banco de investimento, que recorda que o preço da pasta caiu 11,3% desde o início do ano. ”
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In http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=510077
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A China está a sofrer um problema grave com a sua produção de papel. Por um lado, está a sofrer os constrangimentos do forte aperto monetário do banco central chinoca. Que impede que algumas fábricas reforcem os seus investimentos. Até na produção de pasta de papel. Por outro lado, os preços da madeira estão a subir em todo o lado. Em todo o lado. E os chinocas estão com enormes problemas em conseguir madeira de qualidade e com preços razoáveis. Os indianos estão a disputar com eles a madeira disponível.
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A procura por madeira, quer na China, quer na Índia, está a subir de uma forma estrondosa. Eles usam bastante a madeira, não apenas no papel, como no mobiliário, construção civil, etc, mas mais intensamente que os ocidentais. Isto abre oportunidades fantásticas para os portugueses, que produzem madeira (mas vai trazer um choque ao nosso mobiliário, que terá que aprender a gerir melhor os seus fornecedores de madeira, inclusivé internos e preços bastante mais altos) e produzem pasta de papel e o melhor papel do mundo, nalguns segmentos.
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Portugal tem um potencial fantástico na silvicultura, além do que já consegue produzir. (Uma parte significativa dos empregos em Portugal dependem da floresta e industrias associadas, desde cortiça, mobiliário, pasta de papel e papel, frutas, etc.) Mas era preciso uma revolução na legislação das propriedades agrícolas para aumentar as nossas florestas e gestão destas em regime intensivo. Pode ser que os laparotos do governo mudem as leis em vez de darem subsídios, como pediu o cromo da Semapa no outro dia.
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isto da electricidade é uma vergonha
um verdadeiro racket
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Só os ingenuos é que poderiam acreditar neste “luso-canadiano” que nos vai pôr a andar de “canadianas” …
Apenas um bom médico que nunca pegou num “bisturi” …
É óbvio que os “tugas” continuam a padecer de “inumerocracia e iliteracia economico-financeira e social” !!!…
Alguns , ainda de “obesidade mental” … Um Estado que já não consegue viver apenas de impostos , e que só produz “subsidios” , e o dinheiro que pede já não chega para os juros , este País não tem futuro . O capital e juros já não consegue ser pago num prazo inferior a uma geração . Estado , Bancos , Empresas e Familas , todos insolventes e o PR ainda tem o descaramento de dizer (só agora!…) que temos de poupar … Agora que elas começam , ele nos vem dizer que acabaram os tempos das ilusões (em que ele é o principal responsável…)
A celeberrima frase de Brito Camacho passou a ser um AXIOMA !… E o que não diria Albino Forjaz de Sampaio se fosse vivo ? …
Post scriptum , Já Cerejeira dizia que a ignorância é fonte de felicidade . Enquanto houver futebol e telenovelas , o povo viverá feliz …
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Outra boa noticia da China. Neste caso da Formosa. E de uma empresa tuga recente:
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“AirFree exporta para Taiwan
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A partir de Outubro, a marca nacional AirFree inicia a exportação dos seus vários modelos de purificadores de ar para Taiwan, onde o CEO da empresa, Carlos Matias, assinou recentemente, com um grande distribuidor local, um contrato de cinco anos, de valor superior a 3.500.000 euros.
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A empresa AirFree – Produtos Electrónicos, Lda., consolida assim a presença nos mercados asiáticos, onde também nomeou um distribuidor master para Hong Kong, num contrato de cinco anos, para 700.000 euros. Em simultâneo, a marca firmou parceria com uma grande cadeia chinesa de lojas, segundo o qual, em dois anos será realizado um valor de vendas de aproximadamente 500.000 euros.
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Além do continente asiático, a AirFree, mercê da presença na IFA Berlim – maior exposição mundial de utilidades domésticas e soluções tecnológicas – e da apresentação de diferentes modelos de purificadores de ar domésticos, atraiu o interesse de mais de 70 empresas, com as quais efectuará negociações durante os próximos meses.
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Em paralelo com as exportações – está presente em 49 países – a empresa aposta igualmente no mercado nacional, tendo agora lançado um modelo “low-cost” – AirFree Allergien.”
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In http://www.hipersuper.pt/2011/10/05/airfree-exporta-para-taiwan/
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Não admira que Portugal esteja com alguma força durante esta crise. E até as encomendas industriais tenham subida, contrariando a tendência do exterior. Mas isto é deveras memorável. Ver empresas tugas a crescer mesmo apesar da crise interna e do abrandamento internacional. Ainda por cima com novos produtos e serviços, em áreas que até bem há pouco tempo quase nem sabiamos existir.
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Portugal está a dar a volta à crise. Exportando cada vez mais, contrariando os pessimistas que acham que dentro do euro não podemos exportar.
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««O Governo não tem é tomates! Cortavam as tarifas feed-in, pelo que os CMEC deixavam de ser necessários.»»
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E os tribunais deixam?
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“E os tribunais deixam?”
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Basta invocar potenciais fraudes nos concursos e nas negociações. Depois via-se.
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anti-comuna,
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“depois via-se” é a filosofia que nos trouxe aqui.
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Então o estado quer privatizar a EDP e a REN e ao mesmo tempo vem dizer que os contratos que fez com estas empresas são fraudulentos e por isso não são para cumprir?
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“Então o estado quer privatizar a EDP e a REN e ao mesmo tempo vem dizer que os contratos que fez com estas empresas são fraudulentos e por isso não são para cumprir?”
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E os contratos não são fraudulentos? Olhe o que diz e pensa o Paulo Morais e com razão. Depois os tribunais confirmavam ou não as fraudes. É sempre assim e assim é que está correcto.
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Quanto ás privatizações, não sofriam grandes percalços por renegociar contratos ou mesmo os rasgar.
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««
E os contratos não são fraudulentos?»
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Consegue provar isso em tribunal? Se não consegue é melhor desistir da ideia já. Mesmo que consiga, é improvável que isso contribua para a confiança dos investidores estrangeiro no investimento em Portugal.
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««Quanto ás privatizações, não sofriam grandes percalços por renegociar contratos ou mesmo os rasgar.»»
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Anti-comuna,
Faria um contrato com quem acaba de rasgar um contrato?
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“Consegue provar isso em tribunal?”
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Para isso existe a PGR. Anulavam os contratos e mandavam queixa para a PGR. Depois via-se.
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“Faria um contrato com quem acaba de rasgar um contrato?”
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Depende das condições desse mesmo contrato e das causas que levaram ao rasgar do contrato. Isso acontece frequentemente, com o Estado muitas vezes sem ter razão sequer. Neste caso estamos perante uma potencial fraude gigantesca.
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Veja. Uma coisa é rasgar um contrato com investidores, que na sua boa fé, investiram. Outra coisa é a corrupção que levou a que os privados conseguissem determinadas condições. Por isso, PGR a investigar e anular contratos.
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Mas eu sei o que se passa. Quem pode, manda. E quem manda tem dinheiro até para calar a imprensa. E tem muitos opinion makers na sua conta de custos com salários, estudos, etc.
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Ou seja, no fundo o JM admite que a democracia e o povo português está refém de uma quadrilha mafiosa, sem poder mudar o status quo.
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Isto nem é democracia, é a Mafia mais sofisticada que a própria siciliana. Enfim. Se em Portugal gostam, então está bem. Depois não se queixem é da popularidade de comunas e demais atrofiados do sistema.
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Anti-comuna,
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Não há fraude nenhuma. O Sócrates queria derreter dinheiro no TGV. As empresas concorreram e ganharam.
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««Ou seja, no fundo o JM admite que a democracia e o povo português está refém de uma quadrilha mafiosa, »
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As asneiras já foram feitas. Não há como as desfazer sem agravar o problema. E não atire a culpa para eventuais fraudes. O dinheiro foi mal gasto por opção política do governo eleito.
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“Não há fraude nenhuma. O Sócrates queria derreter dinheiro no TGV. As empresas concorreram e ganharam.”
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Pois. Eu penso o contrário assim como outros. Invoco o Paulo Morais, mais bem informado que eu. Eu fazia assim: rasgava os contratos e mandava para a PGR. Depois via-se. Não sou eu ou Vc. que podemos provar a fraude. Mas podemos demonstrar um Estado captivo de uma mafia. Isso sim. Bastava ver, não apenas os contratos mas até as movimentações entre políticos, sociedades de advogados e membros desta clique mafiosa, numa cleptocracia indecente.
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Sabe o que vai acontecer? Os comunas e seus associados vão aproveitar nem esta degradação visivel da nossa dita democracia. E depois têm os votos, que é mesmo assim.
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A minha tia Francelina é uma fraude porque nunca faz o arroz doce como eu gosto.
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Anti-comuna
Serão os contribuintes a pagar a má gestão. Mas aí, apenas os contribuintes que podem usufruir dos serviços em questão. Não os outros.
Claro que o ideal é que sejam os utentes (utilizador-pagador). Mas até lá, que se aproxime o pagador do (possível) utilizador.
Um tipo de Bragança que paga os custos do seu transporte por inteiro não tem de estar ligado (por ser contribuinte) à subsidiação da Carris ou do Metro do Porto.
http://notaslivres.blogspot.com/2011/10/plano-estrategico-dos-transportes-o.html
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E lá vimos nós com “as tretas” do utilizador/pagador… eu gostava de saber porque tenho de comparticipar nas despesas de educação e cultura, saúde, justiça, etc., etc… se não as utilizo já que sou analfabeto e cromo q.b., rijo como o aço, cumpro a lei e nem me queixo quando sou agredido e/ou roubado, etc, etc…
É engraçado como esta “treta” é aplicada, última e profusamente, quase que só às rodovias; para já, às Scuts, Auto-Estradas e Pontes, mas… temo que, além do muito que já pagamos por ter um carrito, venhamos a ser cobrados por cada curva que façamos/volta que dermos ao volante…
Será que o automóvel/transporte rodoviário, nos dias de hoje – século XXI – é algo assim tão fútil e desnecessário?!…
Beml… neste país de retrógados, descamisados e mesquinhas mentes, provavelmente, sê-lo-á!…
Não vejo este mesmo “apelo” e preocupação quanto aos Alquevas, aos CCB´s, às Casas da Música, aos Estádios de Futebol dos Euro 2004´s, às TAP´s, às RTP´s, aos Metros, às Carris, aos futuros TGV´s, etc., etc… giro, nê, a mentalidade desta gente…?!
Não deveria ser tudo (e a todos) sacado e a um só tempo do OE?!… Ou, no mínimo, usar-se uma só (e justa) bitola!
Vamos lá “cambada”!………….
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“MANUEL ANTONIO PINA in JORNAL DE NOTIIAS”
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Um daqueles Esquerdistas que quer viver do crédito para sempre.
Os Esquerdistas não estão chateados com a bolha e crédito, estão chateados porque acabou a bolha.
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Deveria haver um ministério, ou um qualquer curso prático para ensinar as pessoas a poupar! É algo a que se desabituaram ou desaprenderam e precisam de voltar a essa sabedoria com urgência. E aí estão algumas razões porque não entendo o ruído com acabamento de prémios a bons alunos. Primeiro, não fazem mais que a sua obrigação, depois acho que chega o Quadro de Honra e quem tem de os premiar são os pais!
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maltinha tudo isso da liberdade é muito bonito sim senhora, mas então, que soluções se dá para o problema dos preços da energia? acham que uma familia em dificuldade consegue suster o actual preço da electricidade é?
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“Maltinha”(perdão…) : é muito simples : duas medidas : UMA , crescimento económico para que eu possa pagar o preço de um bem essencial (ou então volto à luz da vela … mas as velas até já não chegam para velar os mortos !…) ; DUAS : organização da produção de molde a reduzir o preço … Sabem quanto eu pago mesmo sem consumir ? Sabem quanto eu paguei para os chorudos dividendos da EDP que até não pagaram imposto mas eu tive de pagar imposto sobre o dinheiro que dei à EDP !…
Isto não é um País , mas sim um SITIO muito mal frequentado …
P.S. Conselho aos jovens : emigrem nem que seja para a Madeira ….
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