Não planta uma couve e vem ameaçar com mais intervencionismo
8 Outubro, 2011
«Objetivo do Governo é “aumentar a produção nacional” – ministra da Agricultura»
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Num país livre o objectivo de qualquer Governo deveria ser o de favorecer a liberdade de produção e abter-se de incentivar o desperdício, a ineficiência, o dumping, a concorrência desleal, o aumento da pobreza, a destruição de emprego e o encarecimento de produtos.
Mas infelizmente é isso que este governo pretende continuar a favorecer.
17 comentários
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Bastou-me ouvir a ministra como boa comunista dizer há semanas para os proprietários deixarem as pessoas trabalhar a terra.
Vive concerteza noutro planeta.
Para começar ela que descubra alguém que queira trabalhar a terra.
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Este é mais outro ministério que pode fechar.
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Onde é que está a o desperdício, a ineficiência, o dumping e a concorrência desleal nas declarações da ministra ?
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A Ministra Assunção Cristas já apresentou o Plano Quinquenal à Câmara Baixa dos Sovietes?
Quantos chouriços e quantos presuntos devemos produzir no próximo ano?
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A História Tuga de trabalhar a terra nas últimas 4 décadas:
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Anos 70: rendeiros trabalham a terra. Até à inflação pós 25 de Abril o dinheiro ainda dá para alguma coisa.
Anos 80: a velhice começa a afastar muitos, outros já pagam muito pouco ao proprietário.
Anos 90: os que restam – e só nas melhores terras com água própria em furo, ribeiro – só pagam uma pequena soma simbólica como defesa do proprietário. De comum acordo para não se confundir com ocupação.
O resto foi trabalhar para a câmara, obras publicas – estradas na maioria- bombeiros, associação qualquer.
Anos 00: desapareceram.
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A ministra Cristas resolveu mostrar um certificado de existência.
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O analfabeto do lucky escreve “concerteza”.
Em que dicionário terá o gajo encontrado tal palavra?
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Obrigado pela correcção.
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Infelizmente os intrumentos do raciocínio marxista entraram fundo, mesmo na cabeça daqueles que juram e acreditam não o ser. São décadas de lavagem ao cérebro e é muito dificil, mesmo para uma ministra do CDS, fugir ao condicionamento.
O problema que temos com o marxismo, é que está presente até na linguagem que usamos e nunca foi julgado, como o nazismo, em Nuremberga. Sem enterrarmos o cadáver, ele vai continuar a assombrar-nos…
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Quando surge a crise
Os portugueses tentam dar a volta
Fugir individualmente à crise
Inventando mil e um esquemas
Engendrando muitos estratagemas
Mas nesta crise, parece que não encontram solução
Só cortar em tudo! Viver com cada vez menos!
Emigrar talvez! Mas de vez!
Portugal não tem futuro!
Mas valeu a pena tanto corte?
Para viver com renda tão pequena!
Deixar de almoçar fora não é solução
Deixa de comer um pão com manteiga no café
Para comer dois em casa por metade do preço
Aumenta a importação e o défice da nação
Porque tudo que é básico é importação
Desde o petróleo à farinha para o pão
Mas será a solução?
Voltar a andar de sachola na mão!
Será que combina com uma camisa beneton?
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vocês deviam ter vergonha porque o governo está a tentar fazer o melhor que pode e vocês estão sempre a envenenar com essa lógica pervertida do vosso pretenso liberalismo. Vocês – que nasceram e viveram sempre na tugolândia – sabem por acaso o que é o liberalismo “autêntico”? O que acho +é que voçês têm um gozo bestial em envenenar o debate e isso é perverso. psicanalises.blogspot
Note: eu não votei nem no psd nem em ninguém.
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Gostava que alguém me explicasse, que o cidadão ao deslocar – se ao tribunal de cascais para saber do caso do despedimento colectivo do Ca sino Estoril, assunto que já se arrasta à mais de um ano e meio, um dos funcionários do tribunal, respondendo à pergunta do cidadão.
O informou que o caso está entregue ao juiz, mas que o melhor era o cidadão arranjar emprego.
Isto ultrapassa a mais séria verdade da justiça em Portugal, será que o Ca sino Estoril que muita gente sabe desde a operação furacão à construção do Ca sino Lisboa, agora também manda no tribunal de cascais.
É um absurdo um funcionário do tribunal, falar como falou para o cidadão, porque já não chega a injustiça dos organismos do estado que deram total cobertura a esta farsa do despedimento colectivo, ainda assim o tribunal sugere que o cidadão procure emprego.
Afirmo que este assunto posso eu próprio garantir que até morrer, isto vai ser falado desde blogs, nos cafés, bem em tudo o que é luga
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Tenho certeza que concerteza é uma conjunção válida e secular. Com certeza ou concerteza são grafias correctas, ambas usadas pelos diversos autores da língua portuguesa.
Deveria ter no entanto escrito correta.
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“Com certeza ou concerteza são grafias correctas”, diz Colaço.
É urgente informar todos os dicionaristas desta decisão “colaciana”…
Já agora, Colaço poderia dizer-nos que “diversos autores da língua portuguesa” usam o termo “concerteza”. Era um serviço à cultura, sem dúvida, pois evitar-nos-ia o engano de ler tais “autores”…
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Gabriel Silva, João Miranda, Priscila Rego, Nuno Branco, e outros pretensos liberais podem estrebuchar à vontade que de nada serve. Sem produção nacional não largamos o acordeão e os ferrinhos para tentar comover os alemães.
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Nuno Gaspar os portugueses produzem.
Não produzem é para a vida que levam.
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“Não produzem é para a vida que levam”
Uma boa razão para fazerem por produzir mais, não, Luckluck?
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