Exceptuando a câmara de gás não se pode recriar o ambiente de um país totalitário para se deixarem de comparações idiotas?
19 Outubro, 2011
(a autoria da foto é reinvidicada aqui)
106 comentários
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(a autoria da foto é reinvidicada aqui)

A Helena não estava à espera que os idiotas estivessem todos no Governo!
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deve ser professora
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há que ter alguma condescendencia com os indigentes mentais
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Pois… essas comparações parvas de gente que não tem noção daquilo que está a afirmar.
Como outra que ouvi, no sábado durante as reportagens dos ‘indignados’, uma Sra que dizia que nos últimos 35 anos fomos governados por corruptos e incapazes, para um pouco depois na peça, o jornalista dizer que as pessoas se manifestavam para manter as “conquistas de Abril”. Pois a mim parece-me que uma dessas “conquistas” foi, exatamente, colocar no poder os “corruptos e incapazes”, que todos querem crucificar agora.
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Já vivemos muitos anos no ambiente de um país totalitário.
Parece que gostavas de repetir.
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É natural, aplicou-se a Lei de Godwin, nunca falha.
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As ditas conquistas de Abril não se podem sustentar. A cada direito de alguns superpõe-se um dever dos outros. Simplesmente não há dinheiro. Temos vivido com o dinheiro de fora e agora não só temos de restituir o capital como de ficar anos e anos a deixar parte dos nossos rendimentos de lado para pagar juros.
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Sem papel não há palhaço, dizem. Palhaços existem de sobra. O papel é que se acabou.
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Com a devida vénia a VPV : ” Continuamos o povo do caldo da portaria do Convento”.
E muito, muito ignorantes.
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A Helena fiz fotoshop num dos carteis que levam os indignados.
O original punha Wall Street mais ela entendeu que devia figurar CAVACO.
Nada contra as obsessaos e manías personais…
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Estado totalitário não existe, mas não sei qual será o futuro do mundo Ocidental, nem se continuará a ser tão livre como agora. Aliás tem progressivamente deixado de ser livre e coisas inocentes como o facebook, nas mãos erradas, dando a informação a gente com maus propósitos é um perigo. E o pior é que afecta que não tem conta ou perfil, ou lá o que é, nessa coisa. Basta que tenha conhecidos nessa rede que ela acumula informações sobre a pessoa. Perturbador…
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http://www.irishtimes.com/newspaper/weekend/2011/1015/1224305819740.html
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Grunho : “Já vivemos muitos anos no ambiente de um país totalitário. Parece que gostavas de repetir.”
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O Estado Novo foi uma ditadura. Condenavel do ponto de vista da liberdade e da democracia. Mas, apesar de tudo, apesar da ausencia de democracia, apesar da repressão politica e do autoritarismo moral, as pessoas tinham muito mais liberdade do que em qualquer regime totalitario, comunista ou nazi-fascista. Para além de que o numero de vitimas do Estado Novo, por mais inaceitavel que seja, não tem qualquer comparação possivel com o que aconteceu naqueles regimes totalitarios e sanguinarios.
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Mas o mais importante nem é isso. O que retira qualquer credibilidade ao cartaz que aparece na fotografia e à frase provocadora do Grunho é a comparação da actual situação com outra que não é sequer a do Estado Novo mas a do regime nazi de Hitler.
Uma coisa é criticar, mesmo severamente, a actual politica de austeridade de um governo num regime democratico, outra coisa muito diferente e completamente disparatada é equipara-la ao que se passava no tempo de Hitler (mesmo “descontando” as camaras de gaz e o extreminio dos judeus).
Toda a gente percebe isto, incluindo os proprios criticos, incluindo o proprio Grunho, mas a deshonestidade intelectual, a demagogia, a ma fé e o sectarismo passam por cima de tudo.
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“No tempo do Hitler” é de um à-vontade com o ditador, no mínimo, suspeito.
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a realidade da senhora a empunhar aquele cartaz é a própria negação do que ele contém. feliz “apanhado” do infeliz relativisto, má-fé, populismo e desonestidade intelectual que andam à solta nestes dias de crise e apogeu das “redes sociais”
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Aí está o Cavaco a aliar-se ás “forças vivas de Lisboa”.
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Eles não vão largar a teta, de um dia para o outro:
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““Mudou o Governo, mas eu não mudei de opinião”, afirmou hoje o Presidente da República, contestando a eliminação dos subsídios de férias e de Natal para funcionários públicos e pensionistas, que vê como a “violação de um princípio de equidade fiscal”.”
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in http://economia.publico.pt/Noticia/cavaco-silva-corte-dos-subsidios-e-a-violacao-de-um-principio-de-equidade-fiscal–1517228
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A tal mesma equidade fiscal que obriga a um trabalhador do privado a descontar 40 anos para ter uma pensão completa e um funcionário público apenas 30 anos?
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Já agora: de quem é a foto, sra. Helena Matos? A expressão “direitos de autor” não lhe diz nada? Se sim, por que carga d’água não se encontra referida a fonte da imagem reproduzida? Um lapso destes não é lá muito coerente com o tom habitualmente moralista e doutrinante dos textos da Helena Matos. Note-se que assumo de boa fé tratar-se de um lapso…
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E pedir autorização para usar as fotos, não? E, pelo menos, referir a fonte da imagem?
O respeito pela propriedade privada afinal é so para os outros…
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André,
vi esta imagem em mais do que um site e tomei-a como uma das muitas que se fizeram da manifestação de 15 de outubro. Qual é a questão que pretende referir?
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André,
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Quando não se agumenta contra a mensagem, ataca-se o mensageiro. O seu ataque foi, no mínimo, inusitado. Nunca lembraria a ninguém falar de direitos de autor numa discussão destas (a não ser que o André seja da odiosa APEL).
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Já agora, tem TODO o software que usa para escrever devidamente comprado? Falo de Windows, programas de produtividade, software do telemóvel…
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Tenho algumas dúvidas que esses personagens sejam Tugas; mas enfim, poderia ter escolhido o cartaz com referência a Cavaco.
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Tirando a câmara de gás, a comparação entre o regime hitleriano e algumas “democracias” como a nossa não é assim tão disparatada como isso. Ambos pertencem à família dos socialismos, que, como se sabe, se divide em vários géneros e espécies. Mas todos têm algo em comum, algo essencial: em primeiro lugar a ambição sem limites pelo poder, pelo gosto de dominar, directa ou indirectamente, toda a actividade económica e de condicionar toda a vida alheia. Depois, a preocupação pela perpetuação desse poder, sendo para isso necessário garantir o apoio da maioria da população, pelo que a política consiste em tirar a uns para dar a outros.
Hitler conseguiu isso, numa fase inicial, tirando aos judeus. Depois, quando esse filão se esgotou, lançou-se na guerra para expoliar os países conquistados e ocupados. E assim, com artimanhas deste tipo, Hitler conseguiu ter sempre o apoio da maioria do povo até ao último minuto.
Note-se que Hitler respeitou sempre as regras democráticas para se alcandorar ao poder e até este estar consolidado. Mais ainda, manteve, do princípio ao fim, um governo de coligação em que os ministros nazis estavam em minoria. E esta, hein?
As câmaras de gás, o genocídio, e outros crimes contra a humanidade, já não pertencem ao domínio da política mas sim ao dos desequilíbrios mentais.
O Génio e a Loucura, o Bem e o Mal, habitam a mesma casa: o hipotálamo. Por isso nada é de espantar nas atitudes humanas.
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O problema é certamente meu dada a minha incapacidade de entender ou mesmo comprender este post, incluindo título e foto, centrados num cartaz estúpido de uma senhora, certamente ignorante e analfabeta para orgulhosamente o segurar nas mãos.
Mas discute-se isto, apenas e tão só isto, num dia em que houve, por mil e um motivos, por mil e um interesses, manifestações em todo o Mundo. Reduz-se, esse dia, as pessoas “estúpidas e ignorantes” certamente ao arquétipo aqui fotografado.
Muita palha se vende por aqui.
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nesta foto, com a sede do PS como pano de fundo, helenafmatos envia uma mensagem…
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A fotografia por acaso não é do Luís M. Jorge, autor do “Vida Breve”? A pergunta, naturalmente, é retórica…
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Não conheço o comentador André, Helena, mas a questão dele é bastante simples, diz respeito à autorização/citação de fontes. Entre blogues e seus autores tem persistido o hábito que vem dos tempos do papel.
http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/3608395.html
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A comparação não é descabida. Hitler aplicou um rigoroso programa que se poderia chamar keynesiano, de resto muito parecido ao New Deal de Roosevelt.
Despesa pública, consumo interno, emprego nos sector público, foram as linhas directoras do socialismo nacional.
De facto foi exactamente isso que se fez em Portugal até agora.
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Acho lamentável que se chegue a insultar alguém que não está aqui para se defender, só porque usou das suas liberdades de expressão e de manifestação.
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Esse gajo que aqui se apresenta como André, mas afinal é Luís, não passa de uma ganda besta… Como diz o outro: presunção e água benta… Para a próxima levas mais, ó palhaço!
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Pi-Erre, subscrevo integralmente. É bom, de vez em quando, ver por aqui comentaristas de um nível superior..
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Este gajo que se apresenta como da-se, mas na realidade é Carvalho, não sabe citar provérbios.
Como diz o outro, Grão a Grão… para quê fazer filtragem de comentários para isto?
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A Lei de Godwin foi aplicada há uns meses atrás…
http://aeiou.expresso.pt/catroga-compara-socrates-a-hitler=f648180
Mas esta senhora é que está na berlinda. Seja.
Já agora, porque não colocar uma foto que não esteja deformada. Ou foi de propósito?
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eu não digo?,
eles reclamam é gás,
se no mais já têem tudo e
gás é o único elemento
que faz falta
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Carlos Reis, a Lei de Godwin nem sempre se aplica. Há, por vezes, comparações razoáveis, que não se desqualificam à partida.
Se assim não fosse, isso significaria que ninguém poderia falar sequer do nazismo, o que é absurdo. A Lei de Godwin, neste caso, apenas desqualifica o “argumento” da pobre palerma que brande o cartaz.
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Agora a Helena Matos e os seus fiéis seguidores dedicam-se a analisar cartazes em manifestações e a recomendar aos manifestantes respeitinho e fidelidade à história? Admiro tanto zelo. Quando aparecer um que diga qualquer coisa como “o politico x está a roubar-nos o futuro”, vêm para aqui dizer que o tal politico ainda nem sequer julgado por roubo e que portanto a coisa ainda não transitou em julgado. Vocês todos não têm mais nada que fazer a não ser isto?
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Cara Helena,
Parece que há mesmo uma questão de direitos de autor sobre a fotografia, como pode verificar aqui:
http://vidabreve.wordpress.com/
Não percebo é porque não a avisaram de forma clara, directa e educada.
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tanto tempo para aprovar um comentário… é por falta de produtividade como esta que o país não avança…
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Helena Matos, podia explicar em que sites encontrou a imagem, ao dizer “em mais do que um site”? Por exemplo, aqui http://daliteratura.blogspot.com/2011/10/o-prec-da-direita.html , a fonte da fotografia é citada. Se foi aqui, http://www.vidabreve.wordpress.com, é natural: trata-se do autor (e dono) da imagem. Além disso, no link da imagem, consta a sua origem no wordpress, como qualquer pessoa pode constatar.
A desculpa que a Helena Matos dá para o que faz é, no mínimo, esfarrapada. Lá porque os outros utilizem propriedade alheia como lhes dá no goto, não a obriga a incorrer na mesma falta. Não procurou a fonte e/ou não a citou convenientemente, porque não esteve para aí virada, pelos vistos. Shame on you.
Sobre o post, é um não-assunto, merecendo aqui destaque por mero instinto de caciquismo do autor.
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Sim, Pedro. Faria “pendant” com as formas educadas e soltas de atavismos éticos que assistiram à ilustração deste post , usando uma imagem de alguém que não desejava ser associado a tão pobre laracha.
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É tão ou mais relevante a questão dos direitos de autor (que lhe são devidos) quanto a vacuidade de criar um post com uma foto destas, centrada numa personagem destas, para fazer um retrato da manifestação em questão. (ponto)
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Não custa nada acrescentar ao post o nome do autor da foto e pedir desculpa. finito. Melhor ainda, seria reproduzir a imagem mantendo as proporções originais – porque assim é ainda mais absurdo.
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Ou se calhar é médica… Não interessa de quem é a foto! Interessa quem escreveu frase tão estúpida! Se a inteligência não deu para ver com se chegou até aqui, não dá para manifestações sérias. Se calhar puseram-lhe aquilo na mão, disseram “leve isto” e ela ficou feliz!
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A HM tem o direito de reproduzir uma fotografia que já é publica no web e que não vem acompanhada de qualquer reserva quanto a direitos de autor. O que seria da liberdade de expressão na rede e na blogosfera se a reprodução de imagens fosse sujeita a restrições deste tipo. Trata-se de uma pratica generalizada e que não parece incomodar todos aqueles que agora aqui se manifestam quando outros e os proprios utilizam sem autorização prévia imagens para exprimirem as suas posições e fazerem as suas criticas.
E, sobretudo, a HM tem todo o direito de criticar o que esta dito nos cartazes dos manifestantes. Este argumento dos direitos de autor é apenas uma manobra de má-fé para desviar a atenção e para evitar a discussão da questão de fundo levantada pelo poste da HM : a demagogia e o populismo “bolchevique” do movimento dos indignados !
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* “indignados” (com aspas)
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O Moita Flores, Presidente da Câmara de Santarém, já está interpretando – e a meu ver bem – esse novo paradigma dos novos tempos.
Há dias apresentou um projecto para um novo cemitério, o qual inclui um FORNO CREMATÓRIO, equipado com o melhor existe na Europa, segundo palavras deste autarca, criminologista e paineleiro de serviço!
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«A HM tem o direito de reproduzir uma fotografia que já é publica no web e que não vem acompanhada de qualquer reserva quanto a direitos de autor.» Bem, isto é verdade.
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(…) tem o direito de reproduzir uma fotografia que já é publica no web e que não vem acompanhada de qualquer reserva quanto a direitos de autor (…) —- Bom, isto é verdade
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Não se trata de ter ou não ter direito. Essa pancada da lei é ainda mais imbecil que a falta de cortesia em se acrescentar de onde se retiram as coisas.
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Mas é mau hábito e fica péssimo a uma “ensaísta”.
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Perdeu pontos no que era certeiro, já que esse cartaz mete nojo.
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Mas alguém que ensine a HM a colocar a largura e comprimento de uma imagem quando a quer diminuir.
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Basta colocar uma delas; ou a largura ou a altura e retirar a outra que o blog redimensiona automaticamente.
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Assim ficou tudo deformado por aritmética mal-feita.
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Meus caros, quem faz um cartaz tão exagerado anda a pedir chacota! É mais ou menos como ajuramentar a honestidade e a probidade do Fujitiv… Filósofo que anda por Paris. Temos de olhar para essas pessoas com caridade cristã e condescendência plena, muito embora na vida privada não resistamos a dar umas boas gargalhadas em jantar de amigos à custa de tais caracteres.
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A vida seria muito mais anódina sem essas pessoas.
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Sim, claro. Este post faz todo o sentido e eu era capaz de o ter feito se desse com a fotografia.
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A questão não é essa. É que só mesmo por grunhice colectiva se usam textos ou imagens sem indicar a proveniência.
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Não importa para nada saber-se quem é o autor da fotografia (no caso de não vir assinalado) mas deve sempre indicar-se por link de onde veio.
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Ora a HM não só o não fez como ainda se abespinhou e deu uma resposta monga a quem lhe fez notar a falta de cortesia.
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Mas há outra mania que é acrescentar a legenda: “fotografia retirada da net”.
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eheheheh
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Esta conversa sobre direitos de autor é pura treta. Basicamente é como estar a discutir se um gajo que acaba de matar outro, lavou as mãos antes de comer. Já agora, tb se pode discutir a côr das calças da palerma do cartaz, com resultados igualmente interessantes.
Se a senhora em questão se sente ofendida nos seus direitos, que os faça valer em tribunal e fim de história. O resto é conversa fiada.
Quanto ao que diz a Zazie, sobre a “grunhice” de usar imagens sem lhe referir a origem, parece-me ( posso estar enganado, claro), que usa uma imagem aqui, como comentadora, cuja imagem não tem um disclaimer de origem.
É ela a autora do desenho?
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Estou a ver que só um forno crematório para garantir a sustentabilidade da segurança social e das finanças públicas…
Há quem já o tenha feito com resultados surpreendentes…
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ò retardado mental:
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Tu não sabes, meu grande grunho, que há imagens que se de tal modo conhecidas que só por estupidez necessitavam de identificação de autor?
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Imbecil- o avatar está identificado- incluo sempre o texto que o Goya lhe atribuiu. Filiation. E só por seres compeltamente mongo é que nem entendes que nada disto tem a ver com direitos de autor mas com cortesia virtual de se dizer sempre de onde se retiram as coisas.
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Não encontras um post no Cocanha onde não venha sempre tudo assinalado, por básico que seja. E ando na blogo desde o Pastilhas, antes de isto tudo aparecer.
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Agora uma pessoa que tem o desplante de assinar “ensaísta” nos jornais, por ter um curso de História, tem a obrigação de ter cuidado com estas coisas e só por monguice deu aquela resposta idiota.
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Claro que a escardalhada agarra-se a este detalhe por não poder pegar em mais nada. Mas ela não devia facilitar e já teve tempo de sobra para colocar o link do blogue de onde a tirou.
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E fez pior. Introduziu-a na wordpress, retirando até a legenda original. É foleiro para uma jornalista e uma vergonha para uma “ensaísta”.
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Quanto ao Goya, coño, vai pentear macacos. Seria o mesmo que dizer que a Mona Lisa está no Louvre.
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Aliás, só mesmo por espírito jacobino e puro analfabetismo, alguém ia comparar este acto com o uso de um avatar que é um recorte de uma imagem qualquer.
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Se for imagem conhecida, está identificado o recorte, já que não existe nenhuma gravura do Goya assim, em pedacinho de avatar. Mas, até no avatar tenho sempre o cuidado de deixar dica para que saiba. E está lá o nome, no que uso no perfil- Filiation- a menina com a máscara de raposa do contrato de casório com o velho- futuro-encornado.
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Quanto muito, o que podia existir eram direitos de reserva de imagem por parte da fotografada.
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Como é óbvio, ó mongo, o autor da fotografia não fez uma “pintura”. Portanto, a identificação da senhora é que podia necessitar de reserva de imagem. Mas é coisa de rua, não está em nenhuma pose indiscreta, portanto, nicles.
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E também só por seres estúpido é que repetiste essa dos “direitos de autor” quando o autor da fotografia não informou que era dele.
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A questão nada tem a ver com “legalidades e direitos” mas com cortesia que devia ser norma em se indicar a proveniência do que se usa. E a HM sabe de onde a tirou. Portanto, bastava colocar o link- Imagem “daqui”. E nem tinha de se preocupar com mais nada.
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Esta zonza é pior que escarlatina, **da-se!
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Vai-te matar, lazarento.
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Zazie, respire fundo e acalme-se. Os adjectivos que escreve não me definem a mim.
É como as árvores: conhecem-se pelos frutos.
E, vá lá, não se justifique tanto. Só se justifica quem perde.
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Justificar-me? mas que raio é que eu tinha para me justificar seu ignorante?
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Ora confirme, seu retardado:

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Um mero recorte de uma gravura dos Caprichos do Goya, coisa que nunca, em parte alguma necessitava de direitos de autor, mas até nisto não altero o nome porque a ideia é uma piscadela de olho a quem sabe.
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Está visto que nunca seria o seu caso que é demasiado ignaro para reconhecer a figura.
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Zazie, acalme-se.
Os seus comentários furibundos são algo cómicos, tanto no conteúdo como na frequência. Não sei se é a sua natureza ou se se trata de mera táctica. Se for o 1º caso, você tem um problema qualquer de insegurança e sente-se compelida a atacar desabridamente quem repara em si, como os caniches que ladram por medo, para tentar intimidar quem se aproxima. É o que fazem melhor e resulta na maior parte das vezes. Se se trata de táctica retórica, a escolha é estulta, desculpe lá. Se num debate desata a insultar, isso é como cuspir para o ar sem cuidar de onde sopra o vento. Desqualifica-se imediatamente como interlocutora válida e reforça a imagem de cromo.
Não se afobe tanto nas respostas. Use linguagem cordata e não dispare tantos comentários, uns em cima dos outros.
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ehehehe
Insegurança… é mesmo isso. Sou cá uma insegura. Já v. deve ser um rabeta armado em punhas de renda, que faz favor.
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Está visto que eu estou sempre a gozar e super bem-disposta. Mas não tenho pachorra para estúpidos e v. é estúpido.
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Vai-me desculpar mas é mesmo estúpido. Consegue passar horas a repetir a mesma lenga-lenga sem perceber a questão. Insiste em merdas e vem cá provocar-me exclusivamente pelo facto de ter levado uma sova numa treta de debate acerca do Breivik, ou dos pencudos sionistas ou das duas coisas.
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Isto aqui fica tudo registado. V. não veio cá comentar nada. Veio cá como o velho senil do da-se- para provocar-me.
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Como é óbvio, eu corro sempre com a mongalhada. E, como ainda tentou fazer passar uma mentira para defender a “ensaísta”- eu coloquei aí a imagem do avatar com a legenda que tem.
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Para o calar de vez. Porque v. devia ter ficado caladinho.
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E olha aqui, mongolóide- onde é que havia debate contigo? acaso dialoguei com alguém? e tu argumentaste alguma coisa ou largaste mais estupidez igual à que já tinha sido largada anteriormente?
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Ao Fernando S: a, publicação online de uma foto não esvazia os direitos que lhe possam ser aplicados.
Se nada for dito em contrário, nada concede o direito legal de reproduzir a fotografia.
Tendo em conta aquele que me parece ser o objectivo do fotógrafo, esta utilização pela Helena Matos pode até considerar-se uma infracção de direitos morais, *mesmo* que tivesse à primeira vista autorização de reprodução, podendo por isso ser revogada a dita autorização.
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E é apertadinho, o gajo. Mais outro apertadinho armado em agrimensor de caixa de comentários com medo de não caber.
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Lá vem mais outro jacobino com a trampa da lei.
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Isto é doença- Isto é das melhores provas que as pessoas deixaram de ser capazes de formarem juízos morais desde que não saquem da lei.
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Se não vem na lei, pode-se fazer tudo. Se vem na lei, ou é obrigatório ou proibido.
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Para um jacobino não existe mais nada. Estes imbecis perderam a mais básica noção de senso comum.
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E há-de ser fruto da trampa das aulas de formação para cidadania ou de excesso de televisão.
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É um tique que eu mordo há anos. Há uma geração que tem de fazer sempre a pergunta: ” acaso não tem direito”?
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Sempre. Sempre com o ter direito ou não ter direito, ser proibido ou não ser proibido.
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Os imbecis deixaram de entender o que é uma crítica. Porque, para eles, uma crítica também é algo que só pode existir se visar algo “proibido por lei”.
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Era capaz de escrever qualquer coisa só para garantir mais uns quantos comentários insultuosos em catadupa da zazie… há que tempos que não lia com tanto interesse tanta linha de vacuidade :-)/
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Está a ver?
Repete constantemente os mesmos adjectivos e multiplica os comentários. Podia resumir o essencial da sua argumentação num comentário simples.
Repara que a sua agressividade é tal que ninguém a leva a sério. Você desunha-se para fazer com que os seus interlocutores se emraiveçam, se piquem, mas fá-lo de tal maneira que os seus alvos olham para si como quem olha para um tolinho fugido do Magalhães Lemos. As coisas certas que diz ( e diz algumas), passam desapercebidas, num tamanho vendaval de fúria cómica.
Está a tentar construir um cromo? Se sim, vai pelo bom caminho.
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Tá bem. Os mongos não precisam de dizer nada. Vêm cá insultar os outros a ver se passam por inteligentes.
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Ao tempo que aí andas já podias ter comentado o post, né, mariconço retardado?
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Isto nem tem nada que se diga. Resume-se ao mesmo de sempre.
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A HM espiolha o que os outros escrevem e reescreve ela com as ferroadas da praxe. Nada de novo.
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Neste caso, apenas demonstrou que isso de “ensaísta” também é para inglês ver.
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Já agora, ó imbecil, se aplicasses a receita a ti próprio fazias melhor.
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Reparaste em que consistiu o teu estendal? algum argumento, alguma merda de novo que não tivesse sido já dita por outros idiotas iguais?
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Para mim, que nada sei, nem de Godwin nem do Filósofo que circula em Paris (mea culpa/ignorância), sem ensaiar ou prosar sobre este post, que simplesmente pretende, dada a sua autoria, associar as manifestações deste sábado e do Outro também (se bem que esse bem mais Além), a esta imagem, a esta mensagem. E assim se fica e generaliza numa simplicidade estranha, num ensaio sem essência.
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Oh zazzizezrze, eu só comentei factos, se defendes a dama dessa forma, não sei se não lhe fazes mais mal que bem…
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E sim Rui Seabra, tem razão, não sei se a razão legal mas certamente a moral, porque sendo o autor da foto quem é, e inconscientemente acredito, aqui colocada por HM para apenas exemplificar um seu seu pensar, e em que, após conhecimento, sem retracção se explica, sem cordialidade se retrata com uma dita “revindicação” e aumento (será impressão?) da mesma imagem.
Será assim tão simples ?
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Eu, defender?
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ehehehehehhe
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E nem me dirigi a ti mas ao imbecil do José que, esse sim, só consegue defender a dama insultando-me e sem um único argumento.
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“insultando-me e sem um único argumento.”
Bem zazie, você faz a festa, o funeral, deita os foguetes, apanha as canas e no frenesim, ainda acusa os outros daquilo que faz constantemente.
Não tem para aí um espelho?
Bem, tentei ajudá-la. Dei-lhe duas ou 3 dicas comportamentais para ser levada mais a sério. Entrou a 100 e saíu a 200. Continua a decalcar o Cap Hadock, e muliplicar as rajadas de comentários. Exactamente o contrário daquilo que lhe aconselhei. Agora, a seguir, vou tentar fazer-lhe ver quão ridícula é a sua táctica.
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Porra Zazie, sua grunha, pançuda, estás com falta de peso?
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Vem para aqui esta monga, espécie de lésbica com falta de esfregaço, a dizer imbecilidades
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Vai mas é levar no pacote, tu não percebes patavina desta merda
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Está a ver?
Ridículo, não lhe parece?
Pois é exactamente assim que você argumenta. Com os resultados que são de prever.
Vá lá, suba uns degraus e venha aqui para o círculo das pessoas civilizadas.
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Rui Seabra,
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Não sou jurista e ainda menos especialista em direitos legais de utilização de imagens na net.
Por isso, confesso que não sei ao certo quando é que se pode considerar que uma imagem tem direitos de reprodução reservados e quando é que obriga à indicação da origem (para além da “cortezia” a que se refere a Zazie).
Até pode ser que, como diz, “[] se nada for dito em contrário, nada concede o direito legal de reproduzir a fotografia.”
Muito embora me pareça mais lógico que possa ser precisamente o contrário : se nada for dito em contrário (“reservado o direito legal de reprodução”), nada impede a livre reprodução da fotografia.
Mas mesmo admitindo que seja como diz, então quem se sentisse eventualmente lesado nesse direito mais não teria a fazer do que tomar as iniciativas legais que pudessem conduzir ao retirar da imagem ou até a algum resarcimento.
Não aconteceu até agora e, sinceramente, não acredito que algo do género venha a acontecer.
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De qualquer modo, não é menos verdade que na vida do dia à dia, e em particular aqui na net e na blogosfera, práticamente ninguém se preocupa e se ocupa com esta questão do direito legal de reprodução de imagens (e já agora, por que não também de texto ?…). São diáriamente reproduzidas milhões e milhões de imagens sem que ninguém coloque qualquer questão de legalidade. Assim é e assim deve continuar a ser. A liberdade de expressão a que todos nos habituámos na net, e da qual todos beneficiamos (incluindo o Rui Seabra, os críticos da Helena Matos, os “indignados” e os seus simpatizantes e defensores), não se coaduna com restrições deste tipo. De resto, mesmo que fosse algo de juridicamente enquadrado, seria muito dificil na prática de controlar e reprimir.
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Quanto ao hipotético “direito moral” do fotógrafo, não vejo sequer o que possa ser. A não ser talvez o de exigir que a sua imagem não seja gráficamente desvirtuada (mas mesmo aqui seria dificil dizer o que não é criação artistica e liberdade de expressão ; talvez je justificasse antes uma obrigação moral em deixar claro que se trata de uma manipulação não disfarçada da imagem de origem). Quanto à “utilização” da imagem, isto é, à leitura que possa ser feita dos acontecimentos que ela retrata, não me parece que o fotógrafo possa reclamar qualquer “direito moral”. Cada um é livre de interpretar e pensar o que bem entende sobre o que uma imagem revela. Dito de outro modo, a interpretação da imagem não faz minimamente parte da mesma. Não poderia ser de outro modo (pelo menos numa sociedade aberta e não totalitária).
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Como já disse anteriormente, parece-me claro que esta questão dos hipotéticos “direitos de reprodução da imagem” se destina sobretudo a desvalorizar o facto de na tal manifestação de “indignados” aparecerem cartazes com frases completamente disparatadas e sectárias.
Julgo que, em vez de tratar de questões de forma perfeitamente secundárias, seria mais razoável que quem simpatiza com os manifestantes e critica a abordagem da Helena Matos se referisse directamente e claramente à questão de fundo que o poste levanta.
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Mas tanta confusão para quê?
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Que raio de “direito moral”?
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Será que as pessoas ficaram estúpidas por já não conseguirem ver as coisas de forma simples e meterem a puta da lei em tudo?.
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O que se passou foi isto:
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2- Um sujeito tirou fez um post a defender a manif e colocou as fotografias online.
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3- Uma “jornalista/ensaísta”- pegou na imagem e fez também um post mas de sentido oposto ao dele e não deixou link para se saber de onde a tirou.
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4- Como o sujeito é mais para o escardalho e não consta que curta hienas, mandou retirar a imagem pois, por acaso, até foi o autor da fotografia.
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Mais nada. Isto não é nada e a única coisa errada foi a HM não ter deixado link. A falta de cortesia é isto e não entra na lei, tal como milhares de coisas que, por norma e educação, as pessoas normais sabem se se deve ou não fazer.
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O resto é factual- invente-se o que se invente, aquela mentecapta tem um cartaz mongo na mão. Qualquer pessoa normal gozaria.
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Mas, pelos vistos, a ideologia até uma treta destas consegue impedir de se ver.
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Ficam ursos e fazem de tudo processos jurídicos para imitarem os políticos. E ficam à espera do veredicto do juíz ou que o caso abra os telejornais.
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Comecei a contar pelo 2
ehehehehehehehe
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à parte esta merda existem outros que gostavam de montar hienas e babam-se quando alguém mostra que as hienas nem sempre são agradáveis de cheirar.
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Pronto, já se retratou e botou link.
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Uma chatice porque assim já não vai abrir o telejornal com mais um problema de gravidade nacional.
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Zazie : “Como o sujeito é mais para o escardalho e não consta que curta hienas, mandou retirar a imagem pois, por acaso, até foi o autor da fotografia.”
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Por sinal, apenas agora reparei que a fotografia foi “reinvidicada” e que o autor-fotografo-bloguista intimou a HM para a retirar “imediatamente”.
Ja disse antes o que acho de tudo isto e mantenho.
Sabemos a quantidade de gente que utiliza imagens tiradas da net. Nem sempre, as mais das vezes, sem indicar a origem. Muito provavelmente “o lesado” e muitos dos agora criticos do uso de fotografias “roubadas” na net são useiros e vezeiros neste tipo de praticas.
Todo este alarido é profundamente hipocrita e intelectualmente deshonesto.
Quanto à “cortesia” que recomenda a Zazie, que agora este pessoal nem merece, a HM ja fez o que devia ao colocar um link para o blog e para o comentario do fotografo-bloguista. A opção é dela, mas acho que não deve de maneira nenhuma retirar a foto.
No fim de contas, a verdade é que a HM teve toda a razão em apontar o dedo para o enorme disparate escrito naquele cartaz “indignado”.
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Mas alguém aqui disse que ela devia retirar a imagem?
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Está tudo bêbado?
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E nem podia adivinhar que ele era o autor da fotografia.
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Para o caso, é secundário. Por ética da net, indica-se sempre a proveniência das coisas que se usam, sejam textos, sejam imagens. A fotografia até podia ter vindo no jornal, ou o diabo a 4 que ia dar ao mesmo. Viu no local x, deixa link para o local x.
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Mainada.
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A questão é que v.s são filhos de uma geração onde o plágio é lei. A HM tem obrigação, até por estudos e por visibilidade mediática, de saber que nunca se usa nenhum texto ou imagem sem se indicar a proveniência.
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Apenas isto. E nem é nada porque já deixou o link.
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Imagine-se que o Luis Jorge tinha usado uma fotografia de outra pessoa e também não tinha indicado (e ia jurar que se está pouco lixando para estas “netiquetas”. O caso era igual. A HM devia sempre deixar link, fosse quem fosse o autor da fotografia, que não estava indicado.
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zazie : “Mas alguém aqui disse que ela devia retirar a imagem? Está tudo bêbado?”
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Ainda não !…
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http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/3608395.html : “Tire essa imagem daí imediatamente.”
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E foi dar o ouro ao bandido por vício que ela tem de usar sempre as ideias ou textos dos outros e fazer de “comentadeira”. Foi isto. Muito mais grave é quando vende aos jornais cópias de artigos ou notícias de colegas, na qualidade de “ensaísta”.
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Assim também eu não me indignava….
ahahahahha
Não lhe vai faltar o subsídio para o iPorra!
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Sim, já tinha lido e tinha dito, v. é que chegou agora e não leu nada nem sabia de nada. O Luís M Jorge curte tanto hienas com molho de tomate que se passou e mandou retirar.
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So what? mais gente vê a monga naquela figurinha triste com o cartaz do Heil-Porra!
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zazie : “So what? mais gente vê a monga naquela figurinha triste com o cartaz do Heil-Porra!”
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Hopefully !
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zazi
“… o ter direito ou não ter direito …”
isso é coisa que nunca vais conseguir: pô-lo direito (o coiso).
oh zazi, vai ma partidinha de xadrez?
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Panasca- zazie dans le metro, topas?
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Acho que não- és rabeta ignorante.
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Se tivesse feito o post era mais simples.
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Bastava o título: Heil-Porra!
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E a legenda: mesmo sem subsídio, o trabalho liberta.
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Ah, e acrescentava o copyright – “indignado, sim, mas sempre perfumado”.
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João Martins
“E pedir autorização para usar as fotos, não?”
E quem fez a foto terá pedido autorização para usar a imagem das pessoas?
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Estive a seguir links até chegar aqui, vi a fotografia, texto e comentários.
Parece-me que somos muito bons a criticar, em particular na defesa de amigos ou daqueles com quem simpatizamos. Se alguém “reivindica” e demonstra que uma imagem ou um texto são uma criação sua, penso que ficaria bem àquele que ainda que inocentemente o incluiu num post, facultar pelo menos uma explicação e reconhecer a autoria. E se tudo isto terá começado como uma crítica à senhora do cartaz (pela escolha da fotografia), será que não deveriamos pensar antes no desespero que a leva trazer aquele cartaz?
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