E agora?*
A Grécia afastou as chefias militares e pôs a Europa de novo nos cornos do touro, agora por causa de um referendo ao programa de ajuda externa. Em França, a redacção do jornal satírico “Charlie Hebdo” foi incendiada por ter feito um número intitulado “Charia Hebdo”. Em Portugal a rumorologia assegura que José Sócrates move as suas influências para que o PS chumbe o orçamento e notícias chegadas da República Popular da China dão conta de que a História nunca se repete mas também nunca pára.
Pois é, eu devia ter feito como os comentadores que uma vez informados de que a sua colaboração vai findar terminam com ela logo no texto seguinte. Mas eu não. Achei bonito e original continuar e preparar um texto sobre o que mudou nestes dez anos em que colaborei com o PÚBLICO. E agora faço o quê? Despeço-me com amizade e analiso detalhadamente como era o país há dez anos ou escrevo sobre a Grécia de Papandreu e digo que este referendo devia ter acontecido logo quando se colocou a hipótese da ajuda externa? Ou, melhor ainda, declaro que esta crise grega se insere numa linha que vai da mitologia até essas dinastias de armadores gregos que em pleno século XX viveram, amaram e morreram como se fossem personagens de uma tragédia? Quem sabe os oito mil caracteres chegavam para evocar essa rivalidade quase telúrica entre Onassis e Niarchos como também para ilustrar a presente crise grega através da história da Olympic Arways, a companhia de aviação criada por Alexandre – que outro nome podia ter o filho de Onassis, sobrinho de Niarchos e neto de Livianos? – e que após a morte precoce e trágica do seu fundador se tornou propriedade do estado grego que a foi mantendo graças a subsídios, apoios e outras formas nem sempre claras de financiamento. E afirmaria que certamente há algo do destino desmesurado dos Átridas nesta Grécia que não quer ser o que é, que já não pode ser o que foi e que muito menos pode viver como quer porque ninguém lhe sustenta tal querer. Mas a terminar concluiria que também há muito da manha de Ulisses nesta ameaça de golpe militar e no anúncio por Papandreu de um referendo para referendar o facto consumado da falência.
Oito mil caracteres são muitos caracteres (e um verdadeiro luxo nestes tempos em que se convencionou que os textos grandes são ilegíveis) e dariam certamente para isto, tivesse eu talento para tanto. Mas o que fazer ao “Charlie Hebdo” ou melhor escrevendo ao “Charia Hebdo”? Esqueço-o? Ao longo destes anos nunca tive a menor paciência para com os jornalistas, escritores, dramaturgos e demais profissionais da contestação cuja irreverência perante as democracias ocidentais em geral e o cristianismo em particular é inversamente proporcional ao silêncio que mostram perante o islão. E agora que a dita primavera árabe provocou arrebatamentos místicos em grande parte das redacções da Europa, este ataque ao “Charlie Hebdo”, simplesmente porque resolveu fazer humor com Maomé, a par das notícias sobre o crescimento da intolerância religiosa no Egipto sem esquecer que as primeiras decisões do novo poder da Líbia se prendem com a instauração da poligamia, mais que justificam que trate este assunto. Contudo já vou em três mil caracteres e nem de longe nem de perto consigo dar conta da minha perplexidade sobre a imensa tolerância que na Europa se mostra para com aqueles que apostam na extrema violência. Como são os fundamentalistas islâmicos em França ou os membros da ETA em Espanha. Estes últimos, após anos e anos em que assanharam a matar, extorquir e torturar os seus concidadãos, acham que agora lhes basta dizer que renunciam à violência para que todos se comportem como se nada tivesse acontecido e eles, os assassinos, surjam reciclados em activistas políticos. Ainda por cima com um discurso “social”.
Na verdade se não consegui em dez anos explicar os meus argumentos nesta matéria tenho de admitir que também não será neste texto que o vou fazer. Ora tendo eu desistido da evocação do que era o país em que eu comecei a colaborar com o PÚBLICO – não vale a pena ou talvez valha mas a mim não me apetece regressar a esse tempo em que mais do que nos acharmos ricos, adiámos sempre todas as possibilidades de reformar o país sem ser pelo mecanismo do costume: imposição externa – tenho ainda que voltar a José Sócrates que, segundo os jornais, agora telefonará a deputados do PS procurando condicionar o seu voto na votação do futuro orçamento. Quando comecei a escrever era Guterres primeiro-ministro. Depois dele outros homens ocuparam esse cargo. Relendo o que escrevi é óbvio que nunca escrevi tanto sobre outro primeiro-ministro como sobre José Sócrates. E francamente espero bem que tal nunca mais venha a suceder porque um país não pode viver capturado pelo seu primeiro-ministro. Durante anos Portugal viveu ao ritmo dos casos e das circunstâncias de José Sócrates, o líder que em 2005 teve não só uma maioria absoluta mas também o apoio implícito de um país farto das prestações de Durão e Santana. Sócrates falhou e falhou sobretudo por sua culpa. Tenho a forte convicção de que Sócrates aspira a voltar à política activa e como é habitual nestes casos isso implica condicionar a presente liderança do seu partido. Mas na verdade o que conta não é o que Sócrates quer vir a ser mas sim aquilo que o PS é ou quer vir a ser: se o PS votar contra o OE e sobretudo se começar a desfilar com a Inter na avenida da Liberdade, na folclórica companhia dos indignados e do BE, ganha pouco mais além de muito ar para encher os egos inflamados do Largo do Rato. Essa é uma estratégia de derrotados e pode até ser uma boa estratégia desde que o partido em causa não aspire a ser governo nos tempos mais próximos. É essa por exemplo a linha actual do candidato socialista em Espanha mas convém que se tenha presente que o PSOE sabe que não ganha estas eleições, logo opta por radicalizar o discurso para roubar votos à extrema-esquerda e entregar ao PP uma Espanha com a rua revolta. O reverso desta miragem de mau gosto de um PS radicalizado à esquerda é a eterna tentação do bloco central, recorrentemente justificado pelo sentimento de urgência nacional. Trata-se de uma tentação funesta para o PS, que acabaria menorizado, e perigosa para o país, porque aquilo que precisamos é precisamente que os partidos democráticos apresentem propostas ideologicamente diversas. Há ou não uma resposta política no campo do socialismo democrático ao actual governo PSD/CDS? Precisamos que haja.
É que um partido, sobretudo se for um grande partido, não é um comentador que vai falando ao sabor do acaso. Eu, por exemplo, escrevi sobre o que me apeteceu, como entendi e quando quis. O que convenhamos é um enorme privilégio. E agora aqui eu tinha aquela deixa quase perfeita para agradecer aos leitores, a quem me convidou, o José Manuel Fernandes, e a todos os trabalhadores deste jornal que nos bastidores permitem que um texto enviado às 22h esteja, menos de sete horas depois, revisto, composto, paginado, impresso e distribuído nas bancas. Mas sobretudo acho que devo agradecer a outros. A quem? Ao engenheiro Belmiro de Azevedo e à menina da caixa do Continente. Porquê? Porque sempre representaram para mim quem me pagava a colaboração no final do mês: o engenheiro Belmiro porque enquanto accionista cobria os prejuízos do jornal e a menina da caixa do Continente porque, provavelmente desempenhando uma das tarefas mais cansativas no universo SONAE, gerava os tais lucros que permitiam manter o jornal. Dir-me-ão que não é exactamente assim mas eu preciso de símbolos e estes dois não são certamente os menos adequados.
Por fim falta o comentário à notícia que vem da China e que não, não refere a disponibilidade daquele país para comprar ainda mais dívida dos países europeus ou para participar no Fundo de Estabilização Europeu. A notícia diz que os chineses ricos desejam sair da China e viver em países como a Austrália ou o Canadá onde não receiem a poluição, os seus filhos sejam melhor educados e não temam ser expropriados. Ou seja teremos de ir preparando para um abanão bem maior que o provocado pela insolvência da Grécia. A longa marcha para o segundo despertar da China pode já ter começado e isso, além de uma grande notícia, é algo que vai alimentar muito comentário. Como já ultrapassei os oito mil caracteres fico por aqui mas ainda acrescento que esta talvez seja a notícia mais importante que comentei. Hoje e nestes dez anos.
*PÚBLCO

Não acredito que a sua colabroação no Público vai terminar. A Helena tornou-se uma jornalista imprescindível, ao serviço da verdade. Deve ter irritado muitas pessoas e o resultado está à vista. Tenho a certeza absoluta que muitos leitores sentirão a sua falta. As vendas do Público irão descer e eles pedirão que volte. Não volte, aquela gente não presta.
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«As vendas do Público irão descer e eles pedirão que volte»:
os dois neurónios da tontinha no seu melhor!
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«E agora aqui eu tinha aquela deixa quase perfeita para agradecer aos leitores, …»
a doutora helena,sabe-se como foram as licenciaturas daqueles anos do prec,deve ora voltar para a escola para aprender a escrever.
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Já não compro o Público há milénios.
Quando preciso de algo para ler por exemplo numa Loja do Cidadão compro o Correio da Manhã, diverte mais e não é cansativo ideologicamente.
A saída de Helena Matos era inevitável e ainda teve sorte de não ser morta, antigamente faziam isso a quem trazia notícias (neste caso artigos de opinião) que não estavam de acordo com a verdade oficial.
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*Nada se me sai. Sorry…:-(
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E será justamente essa menina, na caixa do supermercado SONAE que será (ou não) uma das despedidas por conta da inenarrável decisão de aumentar o tempo de trabalho em meia hora diária.
Pois mais meia hora corresponderá a ser possível dispensar 1/14 funcionários que exercem a tarefa.
http://notaslivres.blogspot.com/2011/10/orcamento-estado-2012-melhorias.html
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“Sócrates move as suas influências para que o PS chumbe o orçamento”
E, pelos vistos, com algum êxito. Além do seu clone Silva Pereira, conseguiu arregimentar, entre outros, esse modelo de inteligência que dá pelo nome de Costa e, para desgraça geral dos lisboetas, preside ao município da capital…
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“Quando preciso de algo para ler por exemplo numa Loja do Cidadão compro o Correio da Manhã”
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As vendas do Correio da Manhã não param de subir. Explica-se facilmente, segue a tendência ideológica geral. O Público e o Diário de Notícias só dão tiros no pé, como mais uma vez comprovado com a saída de Helena Matos, e por isso as suas vendas não param de descer. Os Directores do DN e do Público são uns amadores, deviam ser despedidos e substituídos por profissionais a sério.
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Ah. Cómo? Que agora un jornal PUBLICO (olhe que nao , olhe que nao, que seguramente a pesar do nome pertenece a um empresario privado) nao está nas suas de poder despedir a gente e os jornalista que quiser?
Ai, ai, ai, estes pseudo-liberais da pacotilha !!!!
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A última vez que comprei o Público, num feriado, li duas páginas e metade de um texto sobre a adoção de crianças por casais homossexuais.
A partir daí deixei de ser parvo.
Bem haja Helena, acompanhei-a (mais ou menos) nestes anos.
R.
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A Helena Matos ultimamente excedia-se, escrevia cada vez melhor, vários comentadores aqui referiram isso. Por isso seria muito estúpido o Público ter dispensado os seus serviços precisamente nesta altura. A não ser que fosse pela sua forma de escrever cada vez mais incomodar mais algumas pessoas. Isso explica tudo.
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cuidado com o falso jornalista:
http://josealbertoquintasdarochabrandao.blogspot.com/
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O “Publico” apareceu na epoca em que o “Diario” da “verdade a que temos direito” desapareceu. E os comunistas e afins, como deixaram de ter uma “verdade” só deles e para eles, adoptaram o Publico, que assim se tornou o jornal da “intelectualidade”, porque o Diario de Noticias não conseguiu preencher esse espaço. E, confesso, foi para mim uma enorme surpresa ver os comunistas e afins, comprarem e lerem um jornal que é propriedade do maior empresario portugues, e ainda é um dos misterios da vida publica portuguesa o facto de Belmiro de Azevedo sustentar um jornal que lhe dá, segundo ele proprio afirma, um prejuizo pessoal de muitas centenas de milhar de euros por ano, e ainda por cima entregou a direcção do jornal ao Bloco de Esquerda. Intrigante, não é?
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Puro egoísmo : desde que a “encontre” por aqui , quero que o “púbico” se lixe…
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Ganda chapadola nas fuças dos comunas residentes no “Púbico”.
Mas tbem não é menos verdade que se limitaram a exercer as mais amplas garantias laborais proporcionadas pelo sistema “neo-liberal” em que vivemos todos …. todos? todos, não. há uma pequena aldeia gaulesa de fp s que resiste, mas isso é titulo para outro comentário.
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Obrigado pelos 10 anos de crónicas, livres e necessárias, sobretudo neste cenário de “opinião publicada” cada vez mais monocromática e politicamente correcta.
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Não concordando consigo senão em 50% das vezes, vou sentir-lhe a falta, porque abomino a tendência politicamente correcta de aplainar tudo em nome de um ideal que confunde democracia com igualitarismo, e porque gosto da fluência da sua escrita.
Boa fortuna para onde quer que vá.
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bom artigo
deixe lá isso do Publico … a redacção e a malta de lá da jornalada sempre foram uma clique de comunas e Be`s
não é fácil combater o politicamente correcto mas há que lutar
isso dos chineses é mesmo um perigo … quem tratou com eles durante seculos sabe que são 1000 x mais imperialistas e perigosos que os japoneses por exemplo … e vamos pagar com juros a vergonha que passaram com Macau , Hong Kong , a guerra do opio , dos boxers , tsintao , xangai e outros enclaves … chinês não esquece …
é o fim do ocidente , a precisar de pagar reformas dos velhos, sem filhos e sem principios a compatuar com os fascistas islâmicos … divididos entre odios de estimação entre uma direita sem iniciativa e ums squerda suicidária que odeia mais os seus irmãos que os seus intolerantes “amigos” externos …
você sabe bem quem ajudou a matar os soldados portugueses e os portugueses das colónias … a invejazinha e mesquinharia vão longe … o pior inimigo está dentro das nossas portas
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Cara Helena, é o jornal que vai ficar a perder, mais que Vc. Vc. há-de encontrar onde escrever as suas crónicas e ideias, mas o Público passa a ser agora uma espécie de Avante do BE. Infelizmente os erros começaram o anterior director e agora o jornal é apenas um projecto pessoal do Tio Belmiro.
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Vou-lhe confessar uma coisa. Como accionista sem voz da empresa que domina o Público, achava mais importante fechar o jornal ou vender o dito cujo. Já o penso há bastante tempo e hoje mais que nunca. Não se deve misturar negócios com ideologia e o Tio Belmiro acha que o Público é um jornal de referência, quando o deixou de ser há muito e acha que os accionistas devem aguentar com as perdas da sua teimosia. Não vai conseguir uma coisa nem outra.
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Boa sorte para o seu próximo projecto e vá escrevendo por aqui, que eu gosto de a ler.
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Subscrevo:
“Obrigado pelos 10 anos de crónicas, livres e necessárias, sobretudo neste cenário de “opinião publicada” cada vez mais monocromática e politicamente correcta.”
”
Puro egoísmo : desde que a “encontre” por aqui , quero que o “púbico” se lixe…” – não compro o Público desde que o José Manuel Fernandes deixou de ser o director
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Como sair da crise: exportar para qualquer mercado onde os nossos produtos ou serviços tenham acolhimento.
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“SISTRADE Exporta Software para a Colômbia
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A Proempaques Ltda é uma das maiores empresas industriais na área de impressão de embalagens flexíveis da Colômbia, Bogotá, e adquiriu o sistema integrado de gestão empresarial Português – ERP|MIS Sistrade® Print – para gerir a sua empresa.
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O Sistrade® Print foi a única solução que se mostrou capaz de incorporar todos os processos de negócio existentes, permitindo à Proempaques Ltda uma gestão e controlo do processo comercial e do processo produtivo. O software ERP da SISTRADE vai permitir fazer a automação de todos os processos industriais da empresa colombiana.
Sobre a Proempaques Ltda.
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Proempaques Ltda., é uma empresa com mais de 35 anos especializada na produção de etiquetas auto-adesivas e embalagens flexíveis para a indústria de alimentos, cosméticos, agro-químicos e farmacêuticos, que procurava no mercado uma solução tecnologicamente actualizada que lhe proporcionasse a automatização dos seus processos de negócio e organização interna, adequando-se às suas necessidades específicas.”
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in http://www.portugalglobal.pt/PT/PortugalNews/Paginas/NewDetail.aspx?newId={ED8EB049-F1E1-475F-9F58-636020C528C8}
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Obrigado, Helena, pelos escritos desassobrados que irritaram a gente sombria.
Agora é preciso continuar com base em outro meio.
Aceite o desafio anti-sistémico que lhe vai chegar.
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Estou -lhe agradecido, pela lofada de ar fresco que sempre impregnou no “público”. Consigo (e os outros) saio tb de leitor/comprador diário. Que tudo de bom, lhe seja retribuido.
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Dona Helena : a sua escrita tem valor em si mesma . Continue a escrever por aqui. Tenho a certeza que em breve estará noutro jornal.
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“o pior inimigo está dentro das nossas portas” – Honni
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A começar na redacção do Público. Brilhante, honni.
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fica provado que a meritocracia que tanto se apregoa aos quatro ventos nesta sociedade decadente da III-Republica significa cunha e caniches do poder
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Tenho pena que saia, como também tenho pena que saia a Esther Mucznik mas confesso que já não comprava o Público há muito tempo, e fui criado com ele diariamente na casa dos meus pais, contudo tenho uma avó que o lê diariamente e ficou triste com a saída da Helena Matos. Esta minha avó gostava muito dos editoriais do José Manuel Fernandes, tiraram-lhe isso, gostava muito dos artigos de opinião da Helena Matos e ficou agora sem eles, no dia em que deixarem de ter a participação do Vasco Pulido Valente bem que o deixa de comprar e parece-me que o jornal fecha as portas no dia seguinte. Note-se que a minha avó não está tão politicamente à direita como eu, pois concorda com alguns artigos do Rui Tavares e da São José Almeida da qual refere sempre que escreve muito bem. Eu dou a solução de o Estado Português nacionalizar o jornal e entrega-lo ao CES de Coimbra.
Parece-me que o Pedro Lomba será o próximo com pesar meu pois é com quem mais me identifico.
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A “Esther Mucznik” saiu do Público?
R.
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Mas certamente que continaremos a ter essa grande referência que é o tarot da Maya. Depois da saída do Eduardo Cintra Torres, mais outro motivo para não comprar o Público.
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“Infelizmente os erros começaram com o anterior director …” (jmf1957) – anti-comuna
Um deles foi a cunha a helenafmatos.
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Como sair da crise. Diversificar mercados. A estratégia do Grupo Jerónimo Martins, investir na Colômbia, um país com quase tanta população como a Polónia e Espanha:
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Click to access apresentacao_dia_investidor_20111102.pdf
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Uma oportunidade para as empresas portuguesas fornecedoras do Grupo Jerónimo Martins. E desbravar um mercado ainda pouco evoluído para os padrões internacionais, além de pouco eficiente na distribuição alimentar.
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Helena, força!
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Os alemães vão acabar por purificar o capitalismo europeu, a bem ou a mal :
The data: German new orders unexpectedly plunged 4.3% mom in September (UniCredit: -0.5%; Consensus: +0.1) after already -1.4% in the previous month. The monthly decline was driven by lower intermediate and capital goods orders. EMU capital goods orders were even down 16.1% mom.
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Piscoiso: «Um deles foi a cunha a helenafmatos.»
Tenha juízo cavalheiro. Só demonstra a falta de cavalheirismo e retidão.
Peça desculpa à cavalheira.
R.
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…quem me convidou, o José Manuel Fernandes…, lê-se no texto do post.
Não foi cunha.
A gente acredita.
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bem , o pedro lomba tb sai ? está na hora de começar a comprar o i. o público já só valia pela helena pelo pedro e pelo vpv . tb acho intrigante o ti belmiro ter entregue o jornal ao be. mais valia entregá-lo ao pcp , sempre são menos palhaços.
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Deixei de comprar o Público (que era comprado pelo meu saudoso pai desde o primeiro número) ao fim de mais uma crónica do “informático” Vilarigues. Ainda me fazem chegar as edições de 6.ª a Domingo. Aquele que foi um grande jornal há muito acabou. A Helena e o Cintra Torres estavam já lá a mais.
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Piscoiso
Também hoje agradeço a nosso senhor o grande Alá,
o convite do meu cunhado para um posto bem remunerado numa empresa pública.
Tive sorte. E muita bondade da parte do meu cunhado, que é um bom moço.
Não percebo o que tem isto que ver com cunha.
Existem pessoas boas sr. piscoiso…
R.
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recordo bem quando o público começou..pouco tempo após,revigorou-se com as imagens fálicas da guerra do golfo nas 1ªs páginas. recordo de uma polémica entre o então «puto» ivan nunes e JMF, em que aquele deu uma soberba coça neste último.
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Boa sorte e um prospero futuro Sra Helena.
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Muitas pessoas convenceram-se que a história recente de Portugal tinha acabado.
Enganaram-se. Ainda há muitos quilómetros de linha telefónica pela frente.
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É pena que a Helena Matos deixe de ter um megafone como o Público, mas era quase inevitável, dado o facto de escrever como pensa e não se limitar aos sound bytes da correcção política que marcam as baias da generalidade dos nossos media.
Espero que não deixe de escrever por aqui e que, oxalá, outra plataforma mediática lhe permita fazer ouvir a sua voz.
Quanto à falta de paciência para jornalistas que silenciam perante a intimidação muçulmana, um caso escandaloso é o de Bruce Crumley que, na Time Magazine, de 2 de Novembro, a propósito do caso do “Charia Hebdo”, culpava os humoristas por falta de “sensibilidade” e justificava os bombistas que, na sua estranha lógica, se sentiam ofendidos e por isso reagiam como achavam acertado.
Este tipo de imbecis são mais numerosos do que pensamos e dominam o mundo mediático, académico e até político. Há tempos Freitas do Amaral dizia exactamente o mesmo ( no caso das caricaturas dinamarquesas) .
É por isso que são necessários jornalistas como a Helena, que não têm medo e dizem o que pensam.
Curiosamente, no caso do Charlie Hebdo, honra seja feita ao jornal de esquerda, Liberation, que se solidarizou e tornou possível a republicação da revista. Isto quando a Sky News, vergonhosamente, se submetia aos ditames da sharia e apagava a caricatura de Maomé da capa da revista.
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ATRIDAS, porra! sem acento, a palavra não é proparoxítona mas apenas paroxítona. Vá lá, emende essa calinada e deixe de ser esdrúxula.
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E agoga? Diz o Gá-gá-gá.
Agora? Agora enterram-se os mortos e cuida-se dos vivos. Quer isto dizer, corre-se com os economistas de neia tijela, livramo-nos dos advogados e pômo-los nos seus essritórios sejam de luxo ou os que puderem ter e deixamos ir para a ribalta da política homens de valor que têm estado deliberadamente apagados para não se misturarem nem imiscuirem com a porcaria reinante que cada vez mais afunda Portugal.
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O resto já não me interessa. Pouco interesse pode ter o que escreve quem diz Átridas. É não fazer a mínima ideia. Dá vontade de lhe fazer o que fez Atreu a Tiestes. Borradas destas admitem-se em certos aprendizes de filósofo ou em jornalistas. Supunha que a Helena queria ser mais que jornalista, que queria ser levada a sério.
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O Jornal «Avante» é que tem de reforçar a sua defesa e segurança, por causa de ter reabilitado o livro dos «Protocolos dos Sábios de Sião».
É que dos sionistas devemos esperar sempre o pior, como aconteceu com o jornal satírico francês…
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hajapachorra,
Se calhar, o homem queria escrever ÁTRIDAS.
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“….o facto de Belmiro de Azevedo sustentar um jornal que lhe dá, segundo ele proprio afirma, um prejuizo pessoal de muitas centenas de milhar de euros por ano, e ainda por cima entregou a direcção do jornal ao Bloco de Esquerda. Intrigante, não é?…”
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A. C. da Silveira é assim, julgam os capitalistas se compra protecção. Um pé num lado um pé no outro.
Tacticamente é verdade, estrategicamente é um tiro no pé.
Não tenha dúvidas que uma parte da esquerda e das ONG funcionam como entidades mafiosas.
Os milhões e milhões de contribuições de empresas para a esquerda e extrema esquerda é um preço a pagar pela segurança do investimento…
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O resto já não me interessa. Pouco interesse pode ter o que escreve quem escreve “borradas” . É não fazer a mínima ideia. Que dizer de quem confunde “burradas” com “borradas”? Que é burro borrado?
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Grato pelos seus textos, com os quais nem sempre estou de acordo.
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“O Jornal «Avante» é que tem de reforçar a sua defesa e segurança, por causa de ter reabilitado o livro dos «Protocolos dos Sábios de Sião».”
Sugiro umas botas blindadas, para evitar mais danos causados por este tipo de bazucadas nos próprios pés.
O autor do monte cónico acastanhado e de odor desagradável, um tal Messias, apenas vocaliza aquilo em que a generalidade da nossa esquerda acredita. Basta dar uma olhadela ao blog “5 dias”, para ver que só falta meterem o Messias num andor.
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Outro que continua a acreditar na pornochachada dos protocolos de Sião.Também não é admirar quem acredita num engenehiro falso que nos enterrou até ao pescoço só poderia acreditar mesmo. São os mesmos filhos do Hitler e do Estaline mas agora informáticos e diversificados socialistas e sociais democratas racistas.
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O Neotontismo está de parabéns, a Europa está a entrar em recessão :
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Friday, November 4, 7:03 AM The EU October composite PMI falls to 46.5 from 49.1 previously and vs. the flash estimate of 47.2. It’s a 28 month low for the index and suggests a 0.5% contraction in EU GDP
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O Público já está abaixo de qualquer cronista independente há muito tempo. Até têm uns palhaços a escrever cartas ao director para usarem “de forma obrigatória” o car**** do Acordo Ortográfico. É deixar aquela gaita afundar-se. Não faz falta. Nenhum mau jornal faz falta.
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Um texto de tirar o fôlego. Parabéns Helena, vêmo-nos por aí :))))))
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Fredo:
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Sim- borradas, de coisas escrevinhadas, sujas, manchadas, rabiscadas, enodoadas.
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Qual é o seu problema, ser burro?
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Suponho que concorde comigo. O seu problema não é burrice é não saber escrever. Foi disso que se falou.
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Não é por acaso que no «Avante» escreve um jornalista chamado Messias a malhar nos sionistas e capitalistas judaizantes.
Deus escreve direito por linhas tortas…
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Para um epitáfio, vai longo.
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“Não é por acaso que no «Avante» escreve um jornalista chamado Messias a malhar nos sionistas e capitalistas judaizantes.
Deus escreve direito por linhas tortas…”
Sim, malhar nos judeus era, provavelmente, a intenção do Messias do Avante. E nisso, segue as pisadas de insignes imbecis, séculos, décadas, anos, antes dele.
O problema é que de boas intenções está Caxias cheia, e o Messias acaba, sem querer, a malhar forte e feio, nos próprios pés.
Deus escreve realmente direito por linhas tortas e até o Avante já veio a público dar conta das dores que o Messias se auto-infligiu.
Imbecis de todo o mundo, uni-vos!
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Não chames muito que imbecil costuma atrair imbecil.
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Piscoiso
Para si um convite de trabalho é uma “cunha” não é verdade ?
Que ingénuo que sou. No meu tempo, um convite para trabalhar significava reconhecer a competência profissional de um indivíduo, e nunca me passou pela cabeça, que dos convites que recebi para trabalhar em algumas empresas fosse uma miserável “cunha”.
Quanto à Dª Helena Matos espero lê-la por muito tempo ainda, é necessária muita gente independente, de lacaios e moços de recados estamos nós fartos.
Continue, há muita gente por cá que gosta dos seus escritos.
Cps
SRG
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Nesta treta o que há a lamentar são as entradas, não as saídas que ninguém tem culpa que a Mossad também tenha entrado em poupanças.
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A única saída que possa ser uma perda é a do Lomba. Espero bem que não aconteça.
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Mas as entradas que estão previstas, sim, são uma vergonha e a prova que não é nada o Belmiro que manda (como disse o anti-comuna) mas a escardalhada jornaleira.
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Ao SRG
“cunha
s. f.
Pessoa influente (que pede em favor de outra com empenho).” – dicionário Priberam.
“Quanto à Dª Helena Matos espero lê-la por muito tempo ainda, é necessária muita gente independente, de lacaios e moços de recados estamos nós fartos.” – SRG
Isto deve ser para rir.
Como se escrever para consumo de direitontos fosse independência.
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de saída a doutora helena,ainda vai a tempo de ir para a fila do centro de emprego, dá oportunidade ao ti azevedo de contratar mais 2 ou 3 caixas para o continente…
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Voltei a comprar o Público depois da saída de J.M.Fernandes. Aquilo parecia uma “secção” do Departamento de Estado norte americano de Bush, Blair e Barroso. Passou a ser melhor frequentado, apesar de algumas ensaístas.
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este pessoal não suporta o Público mas masturba-se com os editoriais reaccionários do novo director do “i”. Gostos.
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Se me dissessem que apenas poderia ler um cronista dos jornais portugueses, escolheria Helena Matos. Devo-lhe, em muitos momentos, a tradução e registo da interpretação mais certeira dos factos do nosso quotidiano. E se aparecesse numa lista de candidatos a deputados votaria nela. Ía colar cartazes e tudo.
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Eu não.
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Ó Nuno Gaspar:
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Que não seja por isso, à falta de foto no cartaz de rua, sempre podes pendurar um calendário na parede do quarto.
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Ele há cada fantasia… dantes tinham estas pancadas de camionista com a aleuta já entrada.
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Até acho que a Drª Henena dava uma excelente CEO da ERC.
Se o Dr. Engº JMF está num grupo de «trabalho» para «estudar» o serviço público de rádio e televisão, é expectável que este governo nomeie para a ERC uma pessoa independente.
Penso eu de que…
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A Helena faz-me lembrar a Carolina Glick, do Jerusalem Post, pela clareza desassombrada dos seus artigos.
Tb não ficaria mal ao lado da saudosa Oriana Fallaci ou até, num outro patamar, Ayn Rand.
Mulheres “com eles no sítio”, como a Maria da Fonte.
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Lamento a sua saída. Será, sem dúvida, (mais) uma perda importante para um jornal que precisava agora, mais do nunca, de vozes críticas.
A propósito da sua “última notícia” (salvo seja!) deixo aqui este texto: (que tem em nota final um linque para um joguinho que entretém muito… :lol:)
Desejo, com toda a sinceridade, que esta mudança seja para melhor.
Terá, certamente, coisas muito mais interessantes para fazer e choverão convites para sítios muito mais importantes mas, finalmente, não posso deixar de aproveitar a oportunidade para, com toda a humildade, lhe fazer convite convite para escrever aqui: http://democratadirecto.wordpress.com – se o tema lhe interessa.
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A Zazie está ciumenta…
E agora o Público está entregue aos muçulmanos e homossexuais.
R.
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Sai muita falácia, sim e de kipah mas para chegar a Oriana nem de escada magirus.
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É, nem imaginas como vou adorar ler o Assis. Eu sou toda socialista. Nem sei como nunca tinhas reparado.
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E muito ciumenta de despedimentos.
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Cá pra mim, mantenham por lá o Cerejo que não faz copy paste nem precisa de assinar “ensaísta” para mandar notícias e o Pedro Lomba que, esse sim, tem brains sem histerismo de passionaria.
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Mas achei engraçado como a Mossad também está numa de contenção e foram logo 2 avençadas dispensadas do pingue-pingue.
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É que realmente, não há tema mais português que o conflito israelo-palestiniano. Sem isso nem éramos gente.
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Esta gente é papagaia. Agora tudo se resume ao campeonato dos judeus e palestinianos- para o desenvolvimento da lusitanidade e a Ayn Rand já substituiu o Camões.
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Acho um crime tirarem de lá a Esther Mucznik. Claramente querem apagar a tão rica e grandiosa História da tão generosa comunidade Hebraica.
Quanto à Dr. Helena Matos, golpe sujo. Mas a Dr. vai continuar a mandar cartas e a bem da verdade e do tão grande povo Português, vai continuar a clarificar-nos os espíritos.
Entretanto Zazies, Piscoisos e demais paneleiragem ideológica, vão continuar maricas no trato.
R.
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É, um grande crime tirarem a marxista-leninista do Público. A nossa cultura vai ficar mais pobre sem tamanha historiadora.
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E paneleira era a tua mãe, ó cagado na pia.
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Este mongolóide só pensa em rabetas virados para Meca. Deve sonhar com eles para se sentir sunita em Chelas.
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Mascaraste-te no Halloween?
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ehehehe
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Ainda podias vender um seriado à tv que ficavas famoso- “aAsaga do sunita pencudo da Zona Jota em luta contra o infiel do Bairro da Boa Vista”.
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Não tens nada… para actualizar no teu blog?
E antes de falares de muçulmanos ou judeus, vai ler qualquer coisinha ó pateta. Daqui só levas verdades.
R.
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Não existe empregos para a vida.
Vá lá procurar trabalho.
Em qualquer coisa que produza de verdade, em vez das tretas com que brinda os papalvos que a idolatram.
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TYenho: acabei de actualizar o meu blogue com o “vá ao Totta, que o Totta dá”.
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A dívida é quem mais ordena, série z, débito em evolução.
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E o teu blogue, que é dele? gostava de ler as tuas habilidades.
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Diz o Rogério que a “Dr. Helena Matos, … vai continuar a clarificar-nos os espíritos.”
Vc deve andar mesmo embaciado.
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Nuno Gaspar
Posted 4 Novembro, 2011 at 20:32 | Permalink
Se me dissessem que apenas poderia ler um cronista dos jornais portugueses, escolheria Helena Matos. Devo-lhe, em muitos momentos, a tradução e registo da interpretação mais certeira dos factos do nosso quotidiano. E se aparecesse numa lista de candidatos a deputados votaria nela. Ía colar cartazes e tudo.
Concordo e subscrevo o Nuno Gaspar. Cá por mim, com o fim da sua colaboração no jornal, termina também a minha colaboração pessoal com ele – não compro mais nenhum.
Boa sorte Helena…digo eu.
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Raramente discordo da lógica que entrega às análises que passa ao papel de forma livre. Gosto da sua escrita em bom português, que espero continuar a ler em breve noutro jornal com mais seriedade que o pasquim que ora abandona. Também não desgosto dos seus comentários ao vivo na TV, embora sinta que ficam aquém da excelência dos seus textos – o que é normal dada a natureza dos directos. Bem haja.
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Era a Helena Matos e uns poucos mais que me faziam de vez em quando tirar umas moedas do bolso para comprar o Público. Já agora a belmiragem pode também mandar embora o Vasco Pulido Valente, o Miguel Esteves Cardoso e o Pedro Lomba (gente que também destoa muito naquele ambiente), e ficam os jornaleiros mais à vontade para acabar com o pasquim. Coisas feitas “à Continente”…
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Só vi isto hoje.
Uma má notícia sejam quais forem os motivos, vai deixar saudades.
Espero que não deixe de exercer a nobre denúncia cívica, nem que seja como hobby, aqui ou onde lhe apetecer.
Boa sorte.
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Não tenho nada contra HM (nem a favor) pessoalmente. Nem opinião negativa do seu desempenho como ensaísta.
Como jornalista?!, como estoriadora (não historiadora), foi, sinceramente, dos piores profissionais que tive o desprazer de ler.
Tudo se resume a coerÊncia, imparcialidade e rigor, matéria prima de qualquer jornalista.
Helena Matos não tem estas qualidades infelizmente. As coisas são como são.
De qualquer modo, boa fortuna para Si, na certeza de que não lhe faltarão convites, na actual conjuntura.
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