asneiras há muitas
25 Novembro, 2011
A propósito de uns quaisquer disparates ditos por Otelo Saraiva de Carvalho, Mário Soares lembrou-nos que o capitão de Abril tem “um coração muito bom, (…) apesar de de vez em quando dizer assim a sua asneira”. Uma ternura, este Oscar. Que o digam as vítimas e os filhos das vítimas das FP-25.
27 comentários
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é a ternura identica ao dos 34 mil milhões de euros…é ternura da solidariedade europeia e do FMI …
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A verdade é que o Otelo não levou à morte, à miséria e à desgraça, tanta gente como este governo neo-comunista achinesado está levando.
Esssa é que é essa!
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As asneiras que o Otelo diz são por omissão de não dizer todos os dias que o Soares tem um coração muito bom.
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http://www.fmsoares.pt/aeb/crono/id?id=040118
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“Que o digam as vítimas e os filhos das vítimas das FP-25.”
Isso e cada vez mais, já lá outro dizia, com a força de uma lenda, tal como se fez com o Cristo .
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eheheh
Sempre que Soares diz qualquer coisa, aparece aqui um post a deitá-lo abaixo.
Como o homem é Nobre, vai dizendo o que pensa, gostem ou não.
É claro que as afirmações de Cavaco, se tivessem o sumo das de Soares, também aqui seriam certamente comentadas.
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Quando é que os dois imbecis referidos no post arrumam definitivamente as botas, para descanso do país?
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Foi por isso que Mário Soares tirou aquele criminoso da cadeia, achava que ele era um homem bom.
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Tantas coisas que aquele homem bom fez, vejam só:
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20 de Abril de 1980- apresentação pública da organização Forças Populares 25 de Abril com o rebentamento por todo o país de cerca de uma centena de engenhos explosivos contendo o documento “Manifesto ao Povo Trabalhador”;
Abril de 1980- acção de solidariedade para com o Exército Republicano Irlandês, cuja bandeira é hasteada numa sucursal da British Airways no Porto;
Maio de 1980- atentado com rockets no Royal British Club em Lisboa em solidariedade com o Exército Republicano Irlandês;
Maio de 1980- assalto simultâneo a dois bancos no Cacém que resulta na morte do soldado da GNR Henrique Hipólito durante a confrontação com elementos da organização;
Maio de 1980- morte do militar da GNR Agostinho Francisco Ferreira durante a detenção de elementos de um comando da organização em Martim Longo, Algarve;
Maio de 1980- atentado frustrado com explosivos em Bragança;
Julho de 1980- destruição por incêndio de viaturas da PSP;
Julho de 1980- assalto à Conservatória do Registo Civil de Vila Nova de Gaia para roubo de impressos para bilhetes de identidade;
Setembro de 1980- rebentamento de explosivos no consulado e na embaixada do Chile respectivamente no Porto e em Lisboa;
Outubro de 1980- formação da coligação Frente de Unidade Popular;
Outubro de 1980- rebentamento de explosivos nas sedes dos ex-Comandos em Faro e Guimarães; esta associação era considerada pelas FP-25 como a tropa de choque das desocupações de terras no Alentejo;
Outubro de 1980- assalto simultâneo a dois bancos na Malveira na sequência do qual são mortos dois elementos da organização (Vítor David e Carlos Caldas) e um cliente de um dos bancos (José Lobo dos Santos), ficando ainda feridos dois elementos da população local;
Inicio de 1981 – atentado com explosivos na filial do Banco do Brasil em Lisboa que causa um ferido;
Março de 1981- ferimentos ligeiros num comerciante da Malveira (Fernando Rolo) acusado de ser o autor dos disparos que causam a morte de um dos elementos da organização aquando de um assalto frustrado naquela povoação em Outubro do ano anterior;
Março de 1981- disparos nas pernas de um dos administradores da empresa SAPEC, no Dafundo, na sequência de conflitos laborais na empresa;
Março de 1981- assalto a um banco na Trofa;
Julho de 1981- disparos sobre o director-delegado da empresa Standard Eléctrica em Cascais causando-lhe ferimentos ligeiros; na mesma acção é ferido o seu motorista; a acção é justificada pela organização como uma resposta aos despedimentos e conflitos laborais que afectavam a empresa;
Julho de 1981- roubo de explosivos de uma empresa de construção, nos arredores de Coimbra;
Julho de 1981- assalto a um banco de Vila da Feira;
Meados de 1981- assalto a um banco de Leça do Balio;
Outubro de 1981- disparos nas pernas de um administrador da empresa Carides, em Vila Nova de Famalicão; a acção é justificada como uma resposta aos salários em atraso e aos despedimentos efectuados na empresa;
Outubro de 1981- morte de dois militares (Adolfo Dias e Evaristo Ouvidor da Silva) da GNR vitimas da explosão de um carro armadilhado em Alcaínça, arredores da Malveira; a acção inseria-se ainda no processo de retaliação relativo às mortes de dois elementos (Vítor David e Carlos Caldas) da organização num assalto a um banco desta localidade;
Outubro de 1981- morte de um elemento da organização (António Guerreiro) na sequência de um assalto a um banco na Póvoa de Santo Adrião; no mesmo assalto é morto um transeunte (Fernando de Abreu) que, armado de pistola, faz frente aos elementos da organização;
Dezembro de 1981- atentado com explosivos ao posto da GNR de Alcácer do Sal;
Finais de 1981- atentados com explosivos nos postos da GNR do Fundão e da Covilhã;
Janeiro de 1982- atentado com explosivos ao posto da GNR do Cacém;
Janeiro de 1982- atentado com explosivos à residência de um industrial no Cacém;
Janeiro de 1982- assalto a uma carrinha de transporte de valores;
Abril de 1982- atentados com explosivos sobre o automóvel e a residência de dois administradores da empresa SAPEC;
Junho de 1982- disparos sobre a viatura onde se deslocavam dirigentes da cooperativa “Boa Hora”;
Agosto de 1982- atentado com explosivos colocados numa viatura, em Montemor-o-Novo;
Outubro de 1982- assalto a um banco em Pataias;
Outubro de 1982- assalto a um banco em Cruz da Légua;
Outubro de 1982- assalto a uma empresa de Vila Nova de Gaia;
Dezembro de 1982- atentado mortal sobre o administrador da Fábrica de Louças de Sacavém, Diamantino Monteiro Pereira, em Almada; a organização justifica a acção como uma resposta aos despedimentos colectivos efectuados pela administração;
Janeiro de 1983- elementos da organização libertam da prisão um militante das FP-25, em Coimbra;
Fevereiro de 1983- assalto a um banco em Espinho;
Fevereiro de 1983- assalto a um banco no Carregado;
Abril de 1983- assalto a um banco no Tramagal;
Junho de 1983- assalto a uma empresa;
Agosto de 1983- assalto a um banco de Matosinhos;
Setembro de 1983- assalto a uma empresa, em Pereiró;
Novembro de 1983- atentado com explosivos ao posto da GNR de Leiria;
Novembro de 1983- atentado com explosivos visando um administrador da empresa Cometna;
Novembro de 1983- atentados com explosivos em residências de empresários na Cruz de Pau e Seixal;
Dezembro de 1983- atentado com explosivos a instalações bancárias em Leiria e Caldas da Rainha;
Dezembro de 1983- rebentamento de engenhos explosivos com difusão de panfletos em Setúbal;
Janeiro de 1984- assalto a um banco em Caneças;
Janeiro de 1984- atentado com explosivos visando administradores das empresas Entreposto, Tecnosado e Tecnitool;
Janeiro de 1984- atentado a tiro contra a residência do administrador da empresa Ivima, na Marinha Grande;
Janeiro de 1984 – assalto a uma viatura de transporte de valores na Marinha Grande que resulta em ferimentos graves (paraplegia num dos casos) em dois dos seus ocupantes;
Fevereiro de 1984- atentados com explosivos visando empresários na Covilhã e Castelo Branco;
Fevereiro de 1984- assalto a uma carrinha de transporte de valores que resulta no roubo de 108.000 contos, em Lisboa;
Abril de 1984- atentado com explosivos em Évora;
Abril de 1984- atentado com explosivos na residência de um agricultor em S. Manços, Alentejo; os efeitos da explosão provocam a morte de uma criança de 4 meses de idade (Nuno Dionísio);
Maio de 1984- sabotagem da Estrada Nacional nº1 através do lançamento de pregos na via;
Maio de 1984- atentado mortal contra o administrador da empresa Gelmar, Rogério Canha e Sá, em Santo António dos Cavaleiros; a acção é justificada pela organização como uma resposta aos sucessivos despedimentos e falências registados não só na Gelmar como em outras unidades fabris onde o referido administrador havia exercido funções;
Junho de 1984- atentado a tiro, causando ferimentos graves, contra o administrador Arnaldo Freitas de Oliveira, da empresa Manuel Pereira Roldão, em Benfica; a organização justifica a acção, que deveria resultar na morte do referido administrador, como uma punição pelas alegadas irregularidades e despedimentos verificados na referida empresa;
Junho de 1984- operação policial ‘Orion’ destinada a desmantelar a organização e da qual resultaria a detenção de cerca de setenta pessoas a maior parte das quais militantes e dirigentes da Frente de Unidade Popular;
Agosto de 1984- atentado frustrado com explosivos numa serração de Proença-a-Nova resultando em ferimentos graves no elemento da organização que se preparava para os colocar;
Setembro de 1984- disparos sobre o posto da GNR de Barcelos na sequência de uma carga desta força policial sobre populares que se manifestavam contra a poluição emitida por uma fábrica de barros contígua;
Setembro de 1984- disparos nas pernas do proprietário da empresa Cerâmica Modelar, António Liquito, em Barcelos; a organização justifica a acção como uma punição pela recusa do empresário em regularizar uma situação de emissão de resíduos que afectava a população local;
Setembro de 1984- atentado com explosivos na residência de um agrário, no Alentejo;
Setembro de 1984- atentados com explosivos em residências de agrários em Montemor-o-Novo;
Setembro de 1984- atentado com explosivos na Penitenciária de Coimbra;
Dezembro de 1984- ataque com granadas de morteiro às instalações da NATO em Oeiras;
Março de 1985- atentado mortal sobre o empresário da Marinha Grande, Alexandre Souto, levado a cabo no recinto da Feira Internacional de Lisboa; a organização justifica a acção como uma resposta à morte de um sindicalista da Marinha Grande alegadamente morto pelo empresário na sequência de uma disputa pessoal;
Abril de 1985- na sequência de uma operação da Polícia Judiciária perto da Maia, são detidos três operacionais da organização e um quarto (Luís Amado) é morto a tiro;
Julho de 1985- atentado mortal sobre um dos ‘arrependidos’ da organização (José Barradas), no Monte da Caparica, Almada;
Setembro de 1985 – fuga do Estabelecimento Prisional de Lisboa de um grupo de presos da organização;
Fevereiro de 1986- atentado mortal sobre o Director-geral dos Serviços Prisionais, Gaspar Castelo Branco, em Lisboa; a acção é justificada pela organização como uma resposta às duras condições de detenção dos seus militantes e à alegada intransigência dos Serviços Prisionais na pessoa do seu Director-geral;
Abril de 1986- disparos sobre a esquadra da PSP dos Olivais em retaliação pelos alegados maus tratos aí sofridos por um elemento da organização aquando da sua detenção; desta acção resulta um ferido ligeiro;
Setembro de 1986- atentado com explosivos a um empreendimento turístico no Algarve; esta acção é reivindicada pela ORA (Organização Revolucionária Armada) um grupo formado por dissidentes das Forças Populares 25 de Abril;
Agosto de 1987- morte do agente da Polícia Judiciária Álvaro Militão durante a detenção de elementos da organização, em Lisboa;
Meados de 1989- detenção dos últimos militantes ainda clandestinos;
1996 – os operacionais ainda presos beneficiaram de uma amnistia aprovada pela Assembleia da República e promulgada por Mário Soares, então Presidente da República.
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Em qualquer país civilizado isto resultaria numa violenta reacção pública a esta coisa asquerosa e ofensiva para as famílias das vítimas das FP25, tal como as ameaças de Otelo, obrigando a um pedido de desculpas. Aliás, se o raciocínio de Mário Soares for adoptado, talvez futuramente se possa considerar que alguém que faça algo importante pelo país daqui a pouco também possa andar em liberdade a comer meninos na Casa Pia e ao mesmo tempo ter bom coração na imprensa. Não tarda e somos ultrapassados por Angola nos índices de civilização.
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Os mortos na Tunisia, Egipto, Moçambique feitos por Governos da Internacional Soci@lista também não preocuparam o Dr.Soares.
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De *bons corações* está o Inferno cheio . . .
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Por cada comentário (de merda) dessas Agências de Ratonice, Portugal paga mais milhões em juros e PASME-SE:
não há um um comentário deste (des)governo, nem de Bruxelas, a questioná-los!!!
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Como é que alguém NÃO reage violentamente, como aquele economista, vulgo Cavaco Silva e afins, e o Gabinete dos Negócios Estrangeiros e as sumidades em Economia deste País??????
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PARA QUANDO UMA AGÊNCIA DE RATING NA EUROPA????
ONTEM ERA TARDE!!!
ACORDE, CAA e proponha um debate URGENTISSÍMO no Parlamento sobre o saque das Agências de Rating!!!
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Mário Soares tal como Otelo são farinha do mesmo saco. Nunca vergaram a mola, comeram sempre da manjedoura do estado. Sempre detestei indivíduos que se servem da política como trampolim para se aboletarem com reformas obscenas.
Tanto um como outro, são responsáveis por crimes de diversa índole, e num país a sério seriam confrontados com a justiça.
Cá, ainda se permitem fazer declarações que estimulam à desobediência da lei, como meros bandoleiros.
SRG
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A Direita que não arrepie caminho…não…
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Viva os bandalhos do MDLP.
É o que este post quer dizer.
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Bons de coração eram os bombistas do PREC, os cónegos de todas as Bragas e 48 anos de Oscares da PIDE. Isso é que era ternura.
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rui a. tem mais jeito para posts de caracter financeiro; aproveite o custo financeiro de 34 mil milhões de euros do empréstimo da Troika e fale depois em ternura…
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Caro Portela Menos 1,
perdoe-me dizer-lhe mas você é um imbecil e seguramente fraca gente. O seu paizinho não lhe deve, infelizmente, ter ensinado que se comparar aos piores apenas se torna pior. Defender estes assassinos seja com que justificação for é trabalho de um mentecapto e de uma pessoa moralmente distorcida.
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Caro AGG,
ponto prévio: não o conheço, o sr não me conhece e veja se tem tino no teclado porque não estou interessado em falar da sua mãezinha.
Não percebi qual foi o seu problema com um comentário sobre o terrorismo e fascismo, mas pensando melhor se calhar até percebo; eu só falei de ternura e o seu comentário é todo um programa de liberdade de insulto.
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“Defender estes assassinos seja com que justificação for é trabalho de um mentecapto e de uma pessoa moralmente distorcida.”
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Completamente de acordo. São todos uns merdas a fingirem-se de bons.
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Em português corrente : um chulo de todo um país asneia sobre um palhaço assassino.
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E quantos cofres encheu o “camarada” Otelo com dinheiro?
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Caro Portela,
Até fui reler o seu comentário para ver se estaria equivocado, se bem percebi justificou o homicídio de mais de 15 pessoas com a madura frase do “eles é que começaram”, daí vem a minha indignação. Caso tenha interpretado mal deixo desde já as minhas desculpas.
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O Golpada não gosta das agências de rating. São tão desonestas que até têm acertado na grande maioria das previsões que fazem.
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As vítimas das FP 25 e as vítimas da descolonização das ex-colónias! Como a memória é curta, a destas duas “ternuras”: Otelo e Mário Soares! Que pena não saberem na pele o que tantos viveram por causa deles!
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E a REDE BOMBISTA de Direita? Quantos e quantas matou? Houve julgamento. Já não querem saber?
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José Freitas
Posted 27 Novembro, 2011 at 02:23 | Permalink
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Ora então, diz lá, ho Freitinhas!…
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