Sindicalismo civilizado
26 Novembro, 2011
O Henrique Raposo duvidava que a Autoeuropa fizesse greve. António Chora veio esclarecer: os trabalhadores da Autoeuropa iriam trabalhar e os sindicatos utilizariam o facto de não se produzir nenhum carro nesse dia para salvar a face. Sindicalismo civilizado é outra coisa.
4 comentários
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O Sindicalismo agora tornou-se uma peça de polícia. Não se distingue, pelas práticas e pelo discurso, dos partidos de esquerda que exterminaram os trabalhadores mais pobres e mais humildes que existiam: camponeses, operários, etc. Subiram à tona na Revolução bolchevique os calaceiros, os malandros e os arrivistas que tudo roubaram e acabaram por destruir o tecido produtivo e quem produzia: até o serial-killer Lenine percebeu isso e já estava a liberalizar a economia.
Os sindicatos de agora actuam muitas vezes em arrastão e manobras de “sequestro” dos utentes do serviço público : roubam os impostos dos outros pela incapacidade de um patrão relapso em empresas falidas. A situação das empresas públicas de transportes é em grande parte devida a regalias que eles e família têm. Comeram-lhe os bifes do lombo agora que lhe comam os ossos.
Com esta tralha o caminho é certo: uma Cuba esse museu de meados do Séc. passado.
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Eu não dria tanto, mas fiquei chocado com o escrito do Chora, quando decidiu, sem necessidade, vir dizer-nos, enviesadamente, que a Auto-Europa não iria produzir, no dia 24, um único carro, aderindo os seus trabalhadores, dessa forma, à greve.
O Chora pensa que toda a gente é parva.
Esta malta da Auto-Europa, que até se tem comportado bem – estou a referir-me aos trabalhadores -, descobriu esta forma peculiar de fazer greve sem perder um tostão e, ao mesmo tempo, evitar quaisquer transtornos à entidade patronal, coisa que até acho bem. Mas o que eu dispensava, é que ele, o Chora, viesse, agora, atirar-nos areia para os olhos, gozando, indirectamente, com aqueles que fizeram greve de verdade e com isso sofreram consequências.
Só me apetece chamar-lhe hipócritas, mas isso talvez seja exagerado.
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Sindicalismo civilizado! Muito bem dito. Acrescento eu: e democrático! Querer impedir, pela força, que quem não adere à greve vá trabalhar, é altamente educativo, democrático e civilizado!
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Enquanto o Carvalho da Silva e o João Proença forem uns totós e não mandarem os trabalhadores picar esta merda toda, até são uns tipos porreiros.
Até fico espantado por que é que não se sentam no Conselho de Ministros, pois estes lordes do sindicalismo tuga até fazem o joguinho do Governo.
Passos Coelho e Carvalho da Silva: a mesma luta, ou seja , o EMPOBRECIMENTO, IRRELEVÂNCIA e BANCARROTA desta nesga de terra chamada Portugal (por enquanto…).
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