Cortina de fumo
25 Janeiro, 2012
A Comissão Europeia ameçou cortar os fundos europeus à Hungria por esta apenas ter conseguido um deficite de 3% graças à nacionalização dos fundos de pensões.
Ora assim de repente lembro-me de um outro país que também apenas atingiu os objectivos com o mesmo procedimento….
É igualmente curioso como, sem pertencer ao euro e sem novo Tratado, parece que afinal existem mecanismos que possibilitam à Comissão Europeia sancionar a ausência de equilíbrio orçamental dos estados membros. Afinal, tanto barulho para nada. Ou não.
Creio bem que o que se pretende com o novo Tratado é muito mais vasto e nada tem a ver com o equilibrio orçamental e sim com a aquisição definitiva de poderes de intervenção e de criação de um Estado central europeu.
58 comentários
leave one →

Possivelmente, essa da nacionalização do fundo e do défice foi um pretexto…
as razões teriam sido outras….
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Repare-se neste título……..que é um mimo:
http://dinheirodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=30&id_news=174536
DISPONÍVEIS PARA A GREVE!
Ora aí está…….
e tb disponíveis para receber salário e mordomias no fim do mês…….
e para trabalhar????
já nem falo no facto de a disponibilidade para a greve afectar a vida de centenas de milhar de pessoas….
a área dos transportes está mesmo a precisar de uma revolução……
a começar na autoridade metropolitana…apenas existe para ganhar bons ordenados
e acabar com as “conquistas de abril”….que são um inferno para quem quer trabalhar…
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que, diga-se de passagem, é a única forma de salvar o euro, a ue… e alguns países (como Portugal)
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“criação de um Estado central europeu.”
quanto aos fundos de pensões têm de facto $$$ ou é só virtualmente?, servindo a medida unicamente para equilibrar as contas agora e libertar os bancos do encargo com as pensões no futuro?
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a Hungria nem devia estar na UE, nem a Roménia e por aí fora (nem Portugal claro, mas nós tivemos a sorte de até sermos membros fundadores do Euro, vejam lá bem!)
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todos sabemos mto bem que se nos chutarem fora do Euro, como vai acontecer à Grécia, estamos tramados.
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Regressámos à jurisprudência da soberania limitada, como havia no tempo do III Reich e mais recentemente no Pacto de Varsóvia.
Uma vergonha.
A guerra é a única solução para a Europa.
Pelo menos para lavar a honra dops povos ultrajados!
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E está o euro a subir. Mas esqueceram-se os mercados, por um dia, de o atacar ?
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“nem Portugal, claro” trill
e eu não acho assim tão claro, Portugal é o maior, acontece que uns trolhas que há décadas nos governam deram em governar-se à custa da nossa entrada no euro, em lançar mão das remessas de milhões que viera de seguida para se abarbarem, tanto que, diz um vídeo, passado hoje, se divorciaram até de usar papel higiénico, daquele comum à maioria de mortais. Uma vergonha .
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Ameaças… era uma coisa já esperada…
*
Sim, quem é que:
– andou a promover os defensores do endividamento irresponsável;
– andou a silenciar os anti-endividamento irresponsável???
Resposta: a alta finança (capital global).
*
-> Sem dúvida que o objectivo final de tudo isto [Biliões para os banqueiros = Dívidas para as populações] é a implosão das soberanias!
-> A superclasse (alta finança internacional – capital global, e suas corporações) não só pretende conduzir os países à IMPLOSÃO da sua Identidade (dividir/dissolver identidades para reinar)… como também… pretende conduzir os países à IMPLOSÃO económica/financeira.
-> Só não vê quem não quer: está na forja um caos organizado por alguns – a superclasse: uma nova ordem a seguir ao caos… a superclasse ambiciona um neo-feudalismo.
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É uma vendetta contra a constituição progressista da Hungria que repeliu as leis de Sodoma, Gomorra e do Império Romano-ac.
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Mercado de acções
.
Estava-se no Outono e os índios de uma reserva americana perguntaram ao novo Chefe se o Inverno iria ser muito rigoroso ou se, pelo contrário, seria mais ameno.
Tratando-se de um Chefe índio da era moderna, ele não conseguia interpretar os sinais que lhe permitissem prever o tempo, mas para não correr muitos riscos,
foi dizendo que sim senhor que deveriam estar preparados e cortar a lenha suficiente para aguentar um Inverno frio.
Mas como também era um líder prático e preocupado, alguns dias depois dirigiu-se à cabine telefónica pública, ligou para o Serviço Meteorológico Nacional e perguntou:
– O próximo Inverno vai ser frio?
– Parece que na realidade este Inverno vai ser mesmo frio… respondeu o meteorologista de serviço.
O Chefe voltou para o seu povo e mandou que cortassem mais lenha.
Uma semana mais tarde, voltou a falar para o Serviço Meteorológico:
– Vai ser um Inverno muito frio?
– Sim… responderam novamente do outro lado… O Inverno vai ser mesmo muito frio.
Mais uma vez o Chefe voltou para o seu povo e mandou que apanhassem toda a lenha que pudessem sem desperdiçarem sequer as pequenas cavacas.
Duas semanas mais tarde voltou a falar para o Serviço Meteorológico Nacional:
– Vocês têm a certeza que este Inverno vai ser mesmo muito frio?
– Absolutamente… respondeu o homem… vai ser um dos Invernos mais frios de sempre.
– Como podem ter tanto a certeza disso?… perguntou o Chefe.
O meteorologista respondeu:
– Porque os índios estão a arrecadar lenha que nem uns doidos.
É assim que funciona o mercado de acções!!!
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É muito boa, Golp !
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http://www.asianews.it/news-en/Tibetan-protests-on-the-rise-in-Sichuan:-five-dead-23787.html
A esquerdalhada sem coluna vertebral que domina as redacções dos media não falam destas atrocidades…
polícia política chinesa mata civis manifestantes.
se fossem gajos armados na palestina, era já um coro de neo-nazis esquerdóides a grinhir berros contra “os judeus”
mas como são civis indefesos…perante os assassinos stalinistas chinocas
NEM MERECE SER NOTÍCIA.
e depois têm a lata de falar em democracia e direitos humanos e grinhir contra o fáááá´ssschiiiismo
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às vezes, este governo parece um grupinho de nabos, patetinhas cheios de medo…
ainda nem sequer demitiram a Mª Lurdes rodrigues (pronunciada por prevaricação no exercício de cargo político…) da FLAD…!!!
empresas públicas falidas continuam cheias de analfabetos e incompetentes lacaios do largo do rato…
idem como dirigentes da Administração Pública….
agora repare-se nesta notícia do “i” ( ou como um grupo de azelhas se deixa dominar por gajos notoriamente corruptos…):
A influência de algumas das figuras que chegaram à Caixa Geral de Depósitos (CGD) no tempo do governo de José Sócrates está a causar mal-estar no topo da hierarquia do banco público. Este incómodo está expresso num documento que está a circular internamente e que, sabe o i, já chegou a vários gabinetes do governo. No documento é sublinhada a influência de Armando Vara e, sobretudo, de Francisco Bandeira em “importantes decisões operacionais” do banco.
De acordo com o documento, a que o i teve acesso, apesar de a actual administração ter sido nomeada há mais de meio ano “a teia de dependências e interdependências, em todos os níveis, [de pessoas ligadas ao PS] mantém-se na totalidade”. “O consulado de José Sócrates ainda perdura”, sintetiza o texto.
À “teia” referida no documento são ligados alguns nomes. “Apesar de Armando Vara já não pertencer oficialmente à Caixa, a sua extensão, Francisco Bandeira, anterior vice-presidente, mantém todo o seu poder”, pode ler-se no texto. Vara saiu da CGD em 2008, ainda assim continua a ser referido. Segundo o documento de cinco páginas – onde é feito um retrato das influências que se movem dentro da estrutura do banco público – “as nomeações de Bandeira e Vara mantêm-se em funcionamento e bem vivas, quer ao nível de directores de topo, quer de estruturas intermédias e controlam literalmente todo o funcionamento da CGD”.
A influência de Francisco Bandeira, antigo vice-presidente da Caixa Geral de Depósitos, é descrita ao i por fonte próxima da administração: “Nunca ninguém teve tanto poder na CGD quanto ele. Além de ser vice-presidente, controlava os bancos lá fora, a parte do crédito e do pessoal. Actualmente mantém a rede de influências nas direcções do banco que tutelam esses assuntos”.
Francisco Bandeira deixou a vice-presidência do banco público quando, em Julho, foram feitas novas nomeações, pelo actual executivo. Na altura, Passos Coelho nomeou, entre outros, Rui Machete, Nuno Fernandes Thomaz, José Agostinho de Matos e António Nogueira Leite (alguns destes nomes foram fortemente contestados pela ligação directa ao PSD), mas Bandeira continuou na estrutura do banco como assessor do conselho de administração. E, ainda de acordo com o documento, tem um gabinete próprio junto à administração, bem como “acesso a toda a informação diária”.
As direcções que no texto são referidas como “totalmente controladas por elementos abertamente afectos a Vara e a Bandeira” tratam-se de áreas-chave da CGD, como algumas direcções regionais de particulares ou a área do financiamento às autarquias e ao sector empresarial do Estado. O i contactou o banco para obter uma reacção tanto da administração como de Francisco Bandeira. Na resposta o banco público diz apenas que “desconhece qualquer documento com esse teor”.
A influência política junto do banco público é questão recorrente, sobretudo quando muda o executivo. Em relação à Caixa, os governos apenas escolhem os elementos do conselho de administração e apresentam orientações, mas não têm uma intervenção directa nas decisões operacionais. No entanto, a ideia defendida no documento é que essa influência existe e aumentou nos últimos anos “deixando [a CGD] de ter a distância/independência, até então vigente, face ao poder político”. “Existem sempre ligações, agora a influência é muito visível”, acrescenta fonte próxima da administração.
O i contactou o Ministério das Finanças que não quis comentar o conteúdo do documento, remetendo para a CGD qualquer esclarecimento. O i tentou ainda, mas sem sucesso, contactar Armando Vara.
Pub
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Ora assim de repente lembro-me de um outro país que também apenas atingiu os objectivos com o mesmo procedimento….
Hum. Hum.Hum. Aclarese o Gabriel quando pede chicote e castigo para os malucos latinos por parte da dona- sadomacho -Merkel para os blandos latinos que nao conseguem estabilizar o déficit. Bom. Talvez a final ao Gabriel tampouco se ouviu muita gritaria quando se destapou a tormenta perfecta o buraco negro que se destapou com as contas da Golman Sachs e os procedimento que (assim que casualmente pasava temeriamente pela Grecia) demasiado perto dos politicos e dos financieiros…
Ou será talvez porque Victor Orbam sim, Orbam nao, sim, nao, sim , nao. Desfolhemos a…Margarida do Victor!!!!!!
“O déficit húngaro em 2011 ficou em 3,6% do Produto Interno Bruto (PIB), mas Bruxelas considera que o número responde à inclusão de elementos excepcionais no cálculo e de medidas pontuais que escondem “uma severa deterioração” das contas públicas.
Esses elementos, muitos dos quais estiveram vinculados à transferência de ativos de sistemas de aposentadorias privadas ao Estado, somam 10% do PIB”.
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A solução é simples. Basta que cada banco central da zona euro seja autorizado a emitir moeda (de papel ou, como é hoje moda, meramente informática) na medida das necessidades do respectivo Governo. O Banco Central Europeu limitar-se-ia a registar essas emissões para fins estatísticos. Os Estados deixavam de depender dos mercados, das agências de rating e de entidades semelhantes e poderiam organizar os seus orçamentos como muito bem entendessem. Alguém tem uma solução melhor?
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Os Estados deixavam de depender dos mercados, das agências de rating e de entidades semelhantes e poderiam organizar os seus orçamentos como muito bem entendessem. Alguém tem uma solução melhor?
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-Melhor. Que o euro passe a ser considerado filho adoptado e controlado pela Reserva Federal dos Estados Unidos tal qual como o dólar.
Para a partir de agora sair em igualdade de condiçoes. Senao isto vai terminar como aquela historia de Caim e Abel…
Dolar: Atualmente, a sua expedição é controlada pela Reserva Federal dos Estados Unidos.
http://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%B3lar_dos_Estados_Unidos
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Dolarização da economia? Isso já foi feito por alguns dos pequenos países da América Latina.
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Esquecem-se que a Hungria está em PDE desde 2004!!! E não tem feito as medidas acordadas com a Comissão. Para além de ter iniciado uma alteração de leis e da Constituição e pouco à semelhança da Venezuela.
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Gabriel Silva : “…sem novo Tratado, parece que afinal existem mecanismos que possibilitam à Comissão Europeia sancionar a ausência de equilíbrio orçamental dos estados membros.”
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Existe efectivamente a possibilidade de serem cortados fundos estruturais.
Mas este meio de pressão é limitado. Infelizmente, nem sequer foi usado nos anos anteriores quando diversos paises não respeitaram o pacto de estabilidade.
O que se pretende com um eventual novo tratado é bem mais do isso, é um mecanismo de controlo à priori com multas e penalidades que no pior dos casos podem ir até à saida da propria moeda unica. As consequencias seriam muito mais sérias e o efeito certamente muito mais dissuasivo.
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Gabriel Silva : “… o que se pretende com o novo Tratado é muito mais vasto e nada tem a ver com o equilibrio orçamental e sim com a aquisição definitiva de poderes de intervenção e de criação de um Estado central europeu.”
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Isto é um mero processo de intenções. Neste momento nada permite supor que um novo Tratado incluiria outros poderes de intervenção que “nada teem a ver com o equilibrio orçamental e de criação de um Estado central europeu.”
De resto, independentemente do que venha a ser um hipotético novo Tratado, um “Estado central europeu” ja existe – são o conjunto das instituições da União Europeia. A existencia de um “Estado central” é uma condição indispensavel de qualquer unidade politica. O que se pode discutir é o conteudo desta unidade politica e a forma, mais ou menos centralizada ou descentralizada, do aparelho estatal que a sustenta. Ou seja, um “Estado central” não significa necessariamente um Estado “centralizador” e não exclui necessariamente a existencia de Estados nacionais federados com um elevado grau de autonomia.
Tudo parce indicar que o Gabriel Silva é sim contra qualquer forma de consolidação e aprofundamento da União Europeia. E até é capaz de ser pura e simplesmente contra qualquer forma de unificação europeia. Por isso não é de admirar que agite o espantalho do “Estado central europeu”, entendido como centralizador ou até totalitario, sempre que se fale na UE, tal como existe actualmente e como pode vir a evoluir no futuro.
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Remessas de prata, remessas de ouro, remessas de diamantes, remessas de escravos, remessas de especiarias, remessas de açúcar, remessas de emigrantes, remessas de Bruxelas…
Alguém já fez contas aos trilhões que por aqui passaram? E à incompetência dos que por cá mandaram e mandam? Incompetência carregada de exibicionismo, farronquice, irresponsabilidade, pesporrência, arrogância, auto-convencimento.
Com estes pimpões jamais sairemos da cêpa torta. E o pior é que estas elites e seus lambecús vieram para ficar, de modo que o modo mais decente de ser português, cada vez mais, é emigrar. Sem remissão.
Nem remessas.
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A Alemanha puxa pela carroça europeia. Os pessimistas começam a perder razões para tanta choradeira. ehehehehh

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“Indicador do clima de consumo na Alemanha sobe pelo segundo mês consecutivo, diz a GfK
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O indicador do clima de consumo na Alemanha continuou a subir este ano, assinalando 5,9 pontos para fevereiro, mais 0,2 pontos do que no mês anterior, anunciou hoje a Sociedade de Pesquisa do Consumo (GfK), em Nuremberga.
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Só em março de 2011 se tinha registado melhor marca, assinalou a GfK, após o levantamento efetuado junto de dois mil consumidores.
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O índice de propensão para comprar da GfK subiu ainda mais no espaço de um mês, passando, de 14,4 para 41,8 pontos, valor assinalado pela última vez em dezembro de 2006.”
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in http://www.oje.pt/noticias/economia/indicador-do-clima-de-consumo-na-alemanha-sobe-pelo-segundo-mes-consecutivo-diz-a-gfk
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Os profetas da desgraça (estas modas são sempre assim, os calimeros quase sempre são os últimos a embacar nelas e os primeiros a negarem os seus erros) devem estar tristes. Afinal não vem aí o colapso económico para a Europa. E a Alemanha, sem medidas expansionistas do seu governo (pelo contrário, estão a baixar drasticamente o seu défice orçamental), está a puchar pela carroça europeia. Tudo o que contrário do que dizem e acreditam estes novos calimeros. É impressionante como é mesmo um padrão corrente: a malta gosta de pensar em rebanho. As pessoas gostam mesmo de serem carneiros. ehehhehh
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Ponham os olhinhos, meus amigos. A Europa teve um abrabdamento forte mas já está a inverter novamente, evitando a tal depressão que todos os catastrofistas apregoavam como certa. Santo deus! Esta gente até mete pena. Aderem a modas por pura crendice, não porque saibam mesmo o porquê dos fenómenos e suas causas.
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A imagem que mais gosto, para sorrir perante esta nova onda de optimismo que começa a surgir na Europa:
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Há mesmo gente talhada para serem as vítimas dos carnineiros, safa! eehheheh
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Golp(ada)
Posted 26 Janeiro, 2012 at 01:50 | Permalink
Mercado de acções
._______________________
BOA !!!!!!!!!!!!!!!!
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A Alemanha puxa pela carroça europeia. Os pessimistas começam a perder razões para tanta choradeira. ehehehehh

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“Indicador do clima de consumo na Alemanha sobe pelo segundo mês consecutivo, diz a GfK
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O indicador do clima de consumo na Alemanha continuou a subir este ano, assinalando 5,9 pontos para fevereiro, mais 0,2 pontos do que no mês anterior, anunciou hoje a Sociedade de Pesquisa do Consumo (GfK), em Nuremberga.
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Só em março de 2011 se tinha registado melhor marca, assinalou a GfK, após o levantamento efetuado junto de dois mil consumidores.
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O índice de propensão para comprar da GfK subiu ainda mais no espaço de um mês, passando, de 14,4 para 41,8 pontos, valor assinalado pela última vez em dezembro de 2006.”
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in http://www.oje.pt/noticias/economia/indicador-do-clima-de-consumo-na-alemanha-sobe-pelo-segundo-mes-consecutivo-diz-a-gfk
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Os profetas da desgraça (estas modas são sempre assim, os calimeros quase sempre são os últimos a embacar nelas e os primeiros a negarem os seus erros) devem estar tristes. Afinal não vem aí o colapso económico para a Europa. E a Alemanha, sem medidas expansionistas do seu governo (pelo contrário, estão a baixar drasticamente o seu défice orçamental), está a puchar pela carroça europeia. Tudo o que contrário do que dizem e acreditam estes novos calimeros. É impressionante como é mesmo um padrão corrente: a malta gosta de pensar em rebanho. As pessoas gostam mesmo de serem carneiros. ehehhehh
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Ponham os olhinhos, meus amigos. A Europa teve um abrabdamento forte mas já está a inverter novamente, evitando a tal depressão que todos os catastrofistas apregoavam como certa. Santo deus! Esta gente até mete pena. Aderem a modas por pura crendice, não porque saibam mesmo o porquê dos fenómenos e suas causas.
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E a imagem que mais gosto, para sorrir perante esta nova onda de optimismo que começa a surgir na Europa:
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Há mesmo gente talhada para serem as vítimas dos carnineiros, safa! eehheheh
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Fernando S., o problema não é ser contra qualquer forma de consolidação e aprofundamento da União Europeia. O problema é que esse projecto alimentou-se de um excesso de voluntarismo que cada vez se distancia mais de realidades geopolíticas que evoluem noutro sentido. Tanto faz ser contra ou ser a favor. A Europa tal como a pretendem impor (denotando uma visão ainda excessivamente eurocentrista) está condenada ao falhanço. Os factos estão aí a demonstrá-lo.
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Anti-Comuna, a Alemanha não tem problemas, ninguém pensa isso. O problema é que as transferências de rendimento na Europa tanto podem ser em sentido horizontal (ajudar os outros) como vertical (ajudar os seus). Com ou sem Merkl, é natural que os alemães pensem primeiro neles próprios e só depois nos outros parceiros. O Sakozy anda a tentar abrigar-se debaixo do guarda-chuva merkeliano, mas duvido que o eleitorado teutão vá nisso.
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Os adeptos da União política europeia_________Não têm peias (Fernando S)
CLARO, COM UM ELEVADO GRAU DE AUTONOMIA, CLARO, CLARO . . .
(como os Bascos em relação aos Castelhanos, por exemplo . . .).
O que o Adolfo não conseguiu fazer à ponta da espada, as blandícias Merkel – Sarkozy
vão * Levados, levados, sim! * (como dizia o hino da Mocidade Portuguesa).
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” O problema é que as transferências de rendimento na Europa tanto podem ser em sentido horizontal (ajudar os outros) como vertical (ajudar os seus). Com ou sem Merkl, é natural que os alemães pensem primeiro neles próprios e só depois nos outros parceiros.”
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Mas Portugal o que precisa é de ter mercados para exportar. Não ajudas de borla. Temos que meter na carola que temos é que trabalhar para enriquecer, não estar á espera da mama alheia. Entende?
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O importante não é a Alemanha andar a dar esmolas, mas ter uma procura interna forte que absorva parte das nossas exportações. Que é isso que mais precisamos agora. Não de transferências de capitais, que para isso temos as exportações.
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O optimismo começa a alastrar…
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“CEO da Renault declara que 2012 será um “ano recorde”
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Carlos Ghosn, CEO da Renault, disse hoje que 2012 será um “ano recorde” para a empresa.
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O CEO da Renault está confiante que o novo ano será muito positivo para a empresa. Numa entrevista à rádio BFM, Ghosn (na foto) disse mesmo que 2012 será um “ano recorde”, de acordo com a Bloomberg.
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O líder da fabricante francesa de carros revelou ainda que prevê que a procura dos mercados emergentes seja “particularmente” forte.
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“O crescimento da indústria automóvel será mais forte nos mercados emergentes até 2014”, disse Ghosn numa entrevista à rádio francesa BFM, em Davos.”
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in http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=534097
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Se até agora os construtores alemães estavam confiantes, agora parece que serão os franceses. (Segundo alguns estudos, 1/4 do emprego na industria francesa concentra-se na fileira automóvel!) E é bom que assim seja, pois a Europa precisa de exportar muito mais. Note-se que as exportações europeias para fora da Europa têm um peso de apenas 22% do seu total. Ou seja, o comércio intra-comunitário é demasiado excessivo. O problema não é apenas tuga, como se pensa, mas europeu.
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Os mercados emergentes serão quem puxarão pelas exportações europeias, depois a procura interna de algum core europeu e só depois os restantes.
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O optimismo começa a regressar. As modas são do caraças. eheheheh
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A-C, claro que entendo, mas: 1) creio que a maioria dos países europeus quer é exportar para a Alemanha; não lhes faltarão oferta, aos alemães, por isso a concorrência é enorme mas eles é que escolhem os fornecedores. 2) Por muito que subam as nossas exportações, a fracção que elas representam no nossa dívida externa é, infelizmente, mínima e vai levar muitos, mesmo muitos anos até que essa dívida atinja proporções sustentáveis. 3) Mesmo que a nossa dívida fosse integralmente perdoada (duvido que aconteça, mas seria a única solução eficaz a curto prazo) haveria que alterar radicalmente a nossa cultura despesista, isto é, educar as pessoas para saberem sobreviver com muito menos do que actualmente. De outro modo, em breve estaríamos novamente empenhados até ao pescoço. A alternativa a tudo isto? Uma guerra civil europeia.
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E tal como eu esperava, os bancos centrais não irão deixar de puxar pela procura interna, em alguns países. Os americanos é que não estão pelos ajustes. (Ainda por cima em ano de eleições. ehehhheh)
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“Mini-rally sur les marchés après la promesse de la Fed
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Les investisseurs saluent l’engagement de la banque centrale américaine à soutenir l’économie, avec des taux planchers au moins jusqu’à fin 2014. Les cours de l’or ont bondi au plus haut depuis près de deux mois. Pétrole, euro et actions montent de 1%.
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La hausse est générale ce jeudi sur les marchés. Actions, pétrole, euro, et surtout or : aucun segment n’est mis à l’écart. La promesse faite la veille au soir par la Réserve fédérale américaine de conserver une ligne « hautement accommodante » pour soutenir l’économie du pays pousse les investisseurs à l’achat.
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La banque centrale américaine ne prévoit pas de relever ses taux avant la fin de 2014, alors qu’elle visait jusqu’à présent la mi-2013. Son président Ben Bernanke a en outre laissé entendre que de nouveaux rachats d’actifs étaient envisagés. « C’est un cadeau de Monsieur Bernanke au monde », réagit Khiem Do, stratégiste chez Baring AM à Hong Kong, interrogé sur Bloomberg Television. « Il veut garantir la reprise et garantir la reprise est excellent pour les marchés d’actions et les actifs risqués. »”
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in http://www.lesechos.fr/entreprises-secteurs/finance-marches/actu/0201864990308-mini-rally-sur-les-marches-apres-la-promesse-de-la-fed-280379.php
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E era mesmo de esperar. Bastava pensar em vez de ir em modas, ondas e crendices. Se estamos a viver uma guerra económica, comercial e cambial entre americanos e europeus, à medida que o dólar subia bastante contra o aéreo, punha os americanos em estado de choque. Ora, eles para puderem exportar mais, só podem é baixar o dólar, através de mais QE. Mas isto não fica por aqui, daqui a uns dias vamos ver mais quedas do euro contra o dólar e os gajos voltarão a meter pasta na economia americana e a imprimir ainda mais dólares.
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Os cabrões dos americanos pensavam que iam ganhar a guerra, mas ganharam algumas batalhas mas a derrota será deles. Eles não podem ganhar esta guerra, porque a Europa é uma forte potência industrial, ao contrário dos americanos.
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” creio que a maioria dos países europeus quer é exportar para a Alemanha; não lhes faltarão oferta, aos alemães, por isso a concorrência é enorme mas eles é que escolhem os fornecedores.”
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“Eles” quem? os políticos? Não, os consumidores. E aí os portugueses têm oportunidades para lhes vender o que produzem. Se a concorrência vai ser forte? Claro, mas os portugueses estão melhor posicionados do que parece á primeira vista. Nós é que temos complexos de inferioridade enormes. Quero dizer, individualmente o tuga acha-se o maior, mas pensa que os seus compatriotas é que são uma merda. Esse é o problema, entende?
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Quer uma amostra de como estamos bem posicionados? Veja quanto estão a subir as epxortações para a Alemanha este ano e eles são o nosso segundo principal cliente, após a Espanha. E este ano estamos a reduzir o défice comercial com eles em mais de mil milhões de euros. Se correr bem, Portugal irá ter um superávite com a Alemanha nos próximos dois anos, tal como já o fez em relação à França. Que passou de um grande défice a um bom superávite.
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“Por muito que subam as nossas exportações, a fracção que elas representam no nossa dívida externa é, infelizmente, mínima e vai levar muitos, mesmo muitos anos até que essa dívida atinja proporções sustentáveis.”
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Não estou assim tão pessimista. Depende do tipo de dívida que fala. Mas em quase todas, excepto a do Estado, têm uma elevada sustentabilidade económica, desde que passemos a ter saldos da balança de pagamentos positiva e o crescimento positivo. Mas sobretudo conseguirmos exportar mais, para retermos capitais em Portugal. A dívida externa liquida tuga é de cerca de 100% do PIB, tenham em atenção. Nós também temos activos, não apenas passivos. (Daí é fundamental não sair do euro, claro!)
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“Mesmo que a nossa dívida fosse integralmente perdoada (duvido que aconteça, mas seria a única solução eficaz a curto prazo) haveria que alterar radicalmente a nossa cultura despesista, isto é, educar as pessoas para saberem sobreviver com muito menos do que actualmente.”
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A melhor educação é a crise e as medidas de austeridade. E é isso que está a acontecer. os incentivos estão a alterar os comportamentos das pessoas e até dos políticos.
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Isto não vai lá apenas com boa vontade e propaganda. Vai lá com a Troika a impôr medidas duras e o governo deixar-se de pensar em se substituir á sociedade. Felizmente, estes gajos, mesmo com algumas ovelhas negras lá dentro, estão no bom caminho. Em especial o nosso Gasparov, que está a fazer um magnifico trabalho.
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Dados de Janeiro a Agosto, via ICEP, julgo que do INE:
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Crescimento das exportações portuguesas para a Alemanha nesse período do ano passado: 24,4%!
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Défice da balança comercial tuga, no periódo homólogo de 2010: 1 887 milhões de euros.
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Défice da balança comercial tuga no período em 2011: 1 066 milhões de euros.
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Portugal reduziu para metade o seu défice comercial com a Alemanha, neste período. (Penso que há dados de Janeiro a Novembro mas não os tenho agora aqui e tenho que os procurar, mas não foge muito a isto.)
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Ora, o que Portugal precisa é que a Alemanha tenha uma procura interna forte (lá o desemprego está tão baixo que o optimismo dos consumidores está alto e até os emigrantes alemães estão a voltar para casa) para comprarem produtos tugas. E estamos a conseguir. Podia ser melhor? Claro, mas a Alemanha é, “apenas” o nosso segundo parceiro comercial, após a Espanha e absorve cerca de 1/6 das nossas exportações.
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Esta malta que critica tanto o euro e a Aleamnha, se soubesse ao menos o que provocou os fortes desiquilibrios na Europa, em vez de apenas seguirem enlatados, teria compreendido que o que Portugal está a fazer era até relativamente previsivel. Não era preciso um Nobel da economia nem outras xaxadas do género. Mas como em Portugal, os calimeros não gostam de estudar os problemas e limitam-se a comer as papas e os bolos alheios, depois admiram-se com estas coisas.
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É preciso tentar compreender um bocado os fenómenos, não apenas seguir cartilhas, enlatados e teoria académica. Os académicos são bons a botar-faladura, mas péssimos a pensar mesmo nas coisas com viabilidade prática. Enfim. Não compreendem os fenómenos, porque acham que o sistema económico é um mundo complexo de fórmulas matemáticas a nível agregado e esquecem-se que esse agregado é a soma de milhões de acções individuais dos agentes económicos. Estes agjos continuam a pensar como se estivessemos na URSS! Gulp! É triste mas é verdade. O Ocidente “sovietizou-se! Puta que os pariu a todos. Safa!
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E note-se bem. O que estamos a Fazer com a Alemanha, já o fizemos com a França. Que agora temos um bom superavite comercial com ela, após anos de crónico défice. O desafio, temo bem, será a Espanha. Isso sim, tenho mesmo receio que vamos ter enormes dificuldades em equilibrar com eles a nossa balança comercial. Mas, se estamos a viver um milagre eco0nómico, quem sabe se não vou ter uma surpresa agradável? 😉
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E não é apenas na balança de bens que Portugal está a safar bem. Nos serviços também. Aliás, se há um tipo de exportações que Portugal é bom, é nos serviços. Mas não apenas viagens aéreas e turismo. Aqui há tempos reparei que os serviços que mais cresciam nas exportações era… Software! Não sei bem que período (mas julgo que até Setembro), mas as exportações de software cresciam 39%!!!!!
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Ora, nos serviços, os dados são estes:
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De Janeiro a Novembro, as exportações de serviços subiram 9,4% e as importações 5,6%. O o nosso saldo é positivo. As exportações cobrem as importações em cerca de 167,6%!!!!! E a velocidade de crescimento das exportações dos serviços é quase o dobro da das importações.
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O que também é surpreendente, é que o peso das exportações de serviços no total exportado, é cada vez maior e cresce a um ritmo bem interessante. Isto para um país tido como de fraco valor acrescentado. É surpreendente estes dados.
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Ora, se a balança comercial de bens se equilibrar este ano (como prevê o Banco de Portugal) e a de serviços deverá continuar a aumentar o seu ritmo de crescimento, eu até acredito que a balança de pagamentos será positiva já este ano e não apenas em 2013, como prevê, novamente, o Banco de Portugal.
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Claro que Roma e Pavia não se fizeram num dia e, as medidas de austeridade a sério só começaram em 2010 (queda nominal da despesa corrente primária) e só agora estamos a desalavancar. Mas lá para meados deste ano, os indicadores económicos tugas deverão começar a inverter e inicio uma fase de expansão de pois crescimento económico, lá para 2013.
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Se correr bem, para o ano Portugal já se aproximará de um crescimento acima dos 2% ao ano, e se a inflação abrandar para os 1%, mesmo a dívida pública começará a ser sustentável, desde que o saldo orçamental antes do pagamento de juros seja positivo, como já o foi em… 2011! E que este ano poderá chegar aos 2,2%, segundo o Gasparov. E o que sustenta um dívida pública é o diferencial entre o crescimento nominal do PIB e o yield anual seja positivo, desde que o saldo orçamental antes de juros seja positivo.
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Se correr bem, Portugal safa-se! E poderá fazer um enorme brilharete nos próximos anos! 🙂
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O caso francês é de realce. E parece que estamos a fazer o mesmo com a Alemanha.
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Depois de anos e anos, com um défice crónico, em 2008, o défice comercial de bens com a França era de 618 milhões de euros. Em 2010, o saldo foi positivo, o que foi inédito desde há alguns anos.
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E em 2011? De Janeiro a Novembro, as exportações cresceram 18,4% e as importações ciram 3,6%. O saldo foi positivo em… 1 060 milhões de euros. O maior da história de Portugal!!!! De um défice crónioc na casa dos 200 a 300 milhões anuais, durante anos, em apenas 3 anos, já estamos com um saldo positivo em mais de mil milhões de euros. Mas isto é fantástico. É mesmo de realce.
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Se fizermos o mesmo com a Alemanha…
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Agora, não é apenas para o core europeu que estamos a vender muito mais. Mas o core europeu está em muito melhor forma que a periferia. (E mesmo assim, estamos a aumentar as exportações para Itália, Espanha, Irlanda. Só com a Grécia não.) E se o core europeu vai evitar um recessão prolongada, também a procura interna forte alemã irá ajudar a puxar pelas exportações portuguesas.
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E para fora da Europa? Estamos a conseguir exportar muito mais. Para o Brasil, Japão, India, China, Angola, Moçambique, etc. E são países que têm um bom crescimento económico, que podem ajudar Portugal a exportar mais e a sair da crise e a fazer o seu milagre económico. Os dois casos excepcionais são estes: a China e o Brasil. Em Dezembro as exportações tugas para o Brasil subiram 70%, em aceleração. Não em desacaelração, como previam os profetinhas da desgraça.O mesmo aconteceu na China, em que em Novembro as exportações voltaram a acelerar e em no ano todo, já iam com um crescimento de 54%, com a duplicação nos últimos meses.
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Isto era relativamente previsivel. É evidente que em Janeiro e seguintes, a coisa vai tremer, devido ao quase colapso do mercado de crédito internacional. Mas a partir de Março, se correr bem, voltará a haver um aceleração das exportações e o ciclo negativo tuga, a partir de Julho deverá inverter, após o colapso da procura, interna. A ver vamos se não vai ser assim.
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Hawk,
Há varias maneiras de fazer o balanço critico do que foi feito até agora e de pensar a evolução futura da União Europeia.
Nestas varias maneiras há quem não deseje a consolidação e o aprofundamento da UE. Mesmo corrigindo e ajustando onde for o caso, inclusivé onde exista « excesso de voluntarismo » (mas eventualmente não estaremos sempre de acordo quanto ao que é ou não « excesso de voluntarismo »).
Há mesmo quem, dizendo que não é contra a UE, seja a favor de tudo o que é recuar e esvaziar a UE de qualquer conteudo supra-nacional. Para mim isto é ser contra a construção europeia. Trata-se naturalmente de uma posição legitima, embora retrógrada e, consequentemente, errada. Mas que seja classificada e assumida pelo que é : a defesa dos particularismos e dos proteccionismos nacionais.
Não sei o que é que entende por “uma visão ainda excessivamente eurocentrista” quando se fala da unificação … europeia !!… Quando muito percebo, embora não concorde com, os que denunciam uma visão “excessivamenente germanocentrista” … ou algo do género. Como percebo, e concordo com, os que defendem uma Europa que não se baseie numa visão « centralista » do Estado. Eu não me escondo atras das palavras : sou por uma UE de tipo “federal”, em que coexistam uma certa partilha de soberania e uma grande autonomia dos Estados nacionais e das regiões. No que se refere à partilha sou nomeadamente por uma moeda unica, pela salvação do Euro, corrigindo os erros anteriormente cometidos e criando melhores condições para uma zona monetaria estavel.
A UE, e em particular alguns paises da Zona Euro, atravessam hoje um momento dificil. Mas não são os únicos. A causa próxima tem a ver com os efeitos da crise financeira e económica iniciada em 2008. A causa mais profunda e interna à Europa tem a ver com políticas nacionais, excessivamente despesistas e intervencionistas. Não houve nenhum « falhanço » do Euro. O Euro desempenhou o papel que era suposto desempenhar na integração dos mercados e na estabilidade monetária. Não é o Euro que tem de ser mudado, são as políticas nacionais despesistas e intervencionistas e são os mecanismos europeus de fiscalização e contrôle dos orçamentos nacionais. Se tal não acontecer e se a Zona Euro se desagregar, então sim, poderemos falar num falhanço da UE.
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Quando eu vejo tantos calimeros a negarem a guerra comercial contra a Europa, eu até me rio com a sua ingenuidade. Uma noticia interessante para se ler:
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“Not so long ago, the U.S. was considered a high-cost place for making automobiles.
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But helped by favorable foreign exchange rates, and an ample supply of affordable labor, the U.S. has emerged as a surprisingly competitive producer of cars and trucks, and a favored location for making vehicles to be exported to markets around the world—especially for Japan’s big three auto makers.”
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in http://online.wsj.com/article/SB10001424052970204624204577183232490039626.html
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Destaco isto:
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“But helped by favorable foreign exchange rates, and an ample supply of affordable labor, the U.S. has emerged as a surprisingly competitive producer of cars and trucks, and a favored location for making vehicles to be exported to markets around the world.”
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Viram? A estratégia deliberada deles é mesmo essa. Deitar abaixo o dólar, tentarem implodir com o euro (porque o competidor principal é a Alemanha, não é?) e aproveitar o alto desemprego (com o nível de vida dos americanos em forte erosão) para tentarem exportar para o resto do mundo.
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Mas depois os americanos (e os calimeros europeus) é que acusam a Alemanha e a China de serem “potências mercantis”. No entanto, não acabando o aéreo, nem a Alemanha sofrerá um hipervalorização do seu marco (como aconteceu aos desgraçados dos cuiços) como até o resto da Europa passará a regrar-se melhor e a fazer mais reformas estruturais.
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Mais 5 anitos e vai-se ver quem ganhou a guerra contra o euro. Se o mundo anglo-saxónico, se os europeus. Os ingleses, mesmo com QE e moeda fraca não se safam. Já devem estar em recessão. Os americanos ainda vão aguentando o barco. falta saber até quando. Pelo menos, durem as suas bolhas, até que a Europa esteja enxuta e reestruturada. ehehheh Que depois podem estoirar à vontade, que já temos uma almofada para aguentar as tempestades alheias. (Tal e qual a Alemanha actual, que aguenta a tempestade alheia. A Europa terá que estar sólida para quando vier o estoiro americano. Para o ano, a coisa poderá ser complicada nos USA. Oxalá que não, mas…)
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Licas,
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As suas analogias são despropositadas e altamente demagógicas : a problemática da união europeia, por mais polémica e discutível que seja, não deve ser comparada nem com a questão das regiões autónomas em Espanha e ainda menos com a invasão militar da Europa pelo regime nazi durante a 2a Guerra Mundial.
Mas vou reagir às suas duas « provocações ».
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O País Basco espanhol até tem um considerável grau de autonomia relativamente ao governo central. E não tem mais porque a maioria da população do País Basco não quer. Os únicos que têm problemas com o grau de autonomia desta região são uma pequena minoria ligada aos terroristas da ETA. Imagine-se o que seria a « autonomia basca » segundo o modelo totalitário da ETA !!…
Mas, dito isto, é evidente que as realidades históricas e geográficas da questão Basca não se comparam com as de uma Europa contemporânea constituída por multiplas e muito diversas realidades nacionais. Nem o modelo de autonomia basco, por mais adequado que seja à realidade local, pode ser transposto para qualquer projecto « federalista » europeu.
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Quanto às iniciativas políticas da dupla franco-alemã, por mais discutíveis que sejam, não têm absolutamente nada de anormal, de ilegítimo, de autoritário, ou totalitário (sim, há quem chegue a afirmar algo do género !…). A Alemanha e a França são os dois maiores paises da UE, têm uma longa história comum, feita de disputas e de guerras mas também de relacções frutuosas e de reconciliações, pelo que é perfeitamente natural e legítimo que se possam concertar no sentido de procurar apresentar aos restantes parceiros na UE propostas tendentes a ultrapassar as dificuldades actuais na Zona Euro. Mas nem Merkel e Sarkozy estão de acordo sobre tudo (na realidade representam sobretudo um compromisso entre duas tendências contrárias, uma mais virada para o estabelecimento de regras apertadas de rigor orçamental ao nível de cada Estado membro, outra mais virada para o estabelecimento de mecanismos europeus de mutualização das dívidas e de intervenção do BCE), nem as propostas comuns têm de ser aceites pelos restantes parceiros e pelas instituições europeias. E se a Alemanha tem um peso mais significativo é porque, para além de ser o maior país da Europa, tem uma situação económica mais sã e recursos financeiros mais importantes para poder ajudar num processo de resolução do problema das dívidas e, consequentemente, do Euro. Mas, no fim de contas, cada país europeu é livre de seguir o caminho que bem entende, suportando naturalmente todas as consequências das escolhas que faça. O que não faz sentido, e é perfeitamente irrealista e ingénuo, é pedir aos alemães e a outros países mais « virtuosos » para suportarem financeiramente uma parte importante do esforço de apoio aos paises mais « incumpridores » e não querer sequer aceitar as condições e as regras para esse apoio.
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O optimismo é como o haxixe: fixa-se nas mentes dos idiotas.
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Coisas bem feitas em Portugal: http://www.pofc.qren.pt/ResourcesUser/2012/Noticias/Revista_PSoul.pdf
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Se todos os sectores industriais tivessem este dinamismo… E capacidade de se promoverem, é que era.
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A.C.
há aí um grande equívoco…
a bancarrota tuga não foi causada pela balança comercial (ajudou bastante..)
foi o DÉFICE DO ESTADO.
O Estado NÃO TINHA €€ para pagar salários, reformas, despesas inadiáveis (hospitais, medicamentos,)
http://mentesdespertas.blogspot.com/2011/12/bancarrota.html
foi o défice e a dívida do ESTADO…
A balança comercial vai ajudar sem dúvida, mas em dezenas de anos
http://mentesdespertas.blogspot.com/2012/01/bancarrota-corrupcao-ps-socrates-2011.html
O que está em causa é o ESTADO…….não são as empresas privadas
embora a crise alastre do ESTADO para as empresas e provoque desemprego assustador
é o ESTADO quem tem dificuldade em financiar-se nos mercados com juros aceitáveis…
o empréstimo da TROIKA é para o ESTADO……não é para as empresas.
aliás há até controvérsia por causa das empresas PÚBLICAS falidas
aquelas que os nossos impostos sustentam…e que são defendidas encarniçadamente por PCPs, CGTPs, BEs, e alguns PSs com total desprezo por quem paga impostos
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Suscita que é o nascer do tal FR.
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As ‘musas’ sugerem que vários sócios da atual União vão ser atirados borda fora sob o pretexto de ‘nacionalismos’.
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Por exemplo, Portugal e Espanha integrar-se-iam num espaço ‘politico-economico’ iberico. E haveria mais ‘novidades’ neste ‘2012-Tunnel Year’ noutros sócios despachados da União e da Zona Euro.
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Seria o resultado final da tal engenharia politico-social ‘Apocalipse versus Crise versus Austeridade versus Destruição’.
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Parece-me um cenário de ‘deuses’ fanáticos. Vamos ver se as ‘musas’ se enganarão ……
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Significaria que os atuais Politicos, Partidos e Governanças dos Países que seriam despachados estariam a fazer HOJE IRRESPONSAVELMENTE o papel de autênticos otários do mais nabo à face da terra, atrasados mentais.
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É preciso abrir a pestana. Nem tudo o que parece é. É preciso ABANDONAR IMEDIATAMENTE o radicalismo e o fanatismo que HOJE inspira transversalmente certos Politicos e Partidos Portugueses do arco do poder e que tem sérios riscos de ANULAR PORTUGAL e OS PORTUGUESES (Funcionalismo Publico corrente, Empregadores, Empregados, Familias, Jovens, Reformados e pré-reformados).
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Radicalismo e Fanatismo nas àreas FISCAIS e IMPOSTOS; CULTURAIS E HISTORICOS, ñinguém percebe a que titulo a Igreja e os republicanos cedem nos feriados, afinal nem o Canadá nem a Europa, Japão, EUA etc abdicam dos seus marcos históricos ecivilizacionais da sua Cultura a troco de meia duzia de lérias de ‘produtividades’; etc etc
Sugere que a meta a atingir reveste muito VIRTUAL e FANTASIA. Quiçá mesmo nada. Sugere que os Politicos e Partidos do arco da Governança e acólitos estão a arriscar os Portugueses num autentico Totoloto ou no pano verde dum jogozeco de Roleta de Casino resca para principiantes.
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Apenas um alerta de EMERGÊNCIA. Os RISCOS não são muitos. São COLOSSAIS. Não permitem arriscar um MILIMETRO porque o objetivo está envolto de FANTASIA e APOSTA DE ALTISSIMO RISCO.
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É preciso MUDAR OUTRA VEZ DE VIDA. A mudança que está a ser experimentada SUSCITA SÉRIAS DUVIDAS e DESCONFIANÇAS GENERALIZADAS. Ninguém acredita e todos sabem que HÁ SOLUÇÃO SUSTENTADA sem radicalismos e fanatismos de Esquerda, Centro ou Direita.
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Caro Sátiro:
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“O que está em causa é o ESTADO…….não são as empresas privadas
embora a crise alastre do ESTADO para as empresas e provoque desemprego assustador
é o ESTADO quem tem dificuldade em financiar-se nos mercados com juros aceitáveis…”
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Estou de acordo consigo. O principal problema é o Estado. O sector privado, mesmo endividado, não está assim tão mal. O problema está no Estado.
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Claro que a introdução do euro teve erros de monta. Mas curiosamente, os erros até nem foram só do Estado. Foi dos mercados (sim, aqueles que acham que estão sempre certos, como se os mercados fossem entidades omnipotentes, omniscientes e omnipresentes, sim, como se eles fossem deuses eheheheh), que achavam que dentro do euro, os défices gêmeos não contavam. (Portugal até tentou lutar contra o défice, de uma forma errada, claro está, sem fazer reformas estruturais) O euro exige uma nova capacidade de gestão dos políticos e da sociedade, que poucos estavam cientes.
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Eu lembro-me de há seis anos, por aqui, ter criticado violentamente as políticas económicas e orçamentais seguidas então, que nos iriam levar à bancarrota. Era políticas no limiar da estupidez. Mas os privados também achavam que as taxas de juro anormalmente baixas para Portugal se iriam manter, só porque estavamos no euro. Mas foi um erro profundo dos mercados e dos agentes económicos. (Que levou ao exacerbar dos movimentos de capitais, que agora pagamos duramente a sua corecção.) Foi um erro acreditarem que os défices comerciais (ou melhor da balança corrente) não contavam para o totobola. Os ingleses, alguns, tinham razão nesse ponto. (Como noutros, por exemplo, não haver sanções automáticas para quem violasse as regras de Maastricht ou não olharem com atenção para a inflação. Inflação essa que onerou bastante os custos produtivos em Portugal.)
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Mas Vc. tem razão. É o Estado o principal cancro, não a economia privada. E é isso que eu tento amíude mostrar. Temos um tecido produtivo melhor do que se pensa. Mas é vítima de condicionantes muito más. Não apenas externas mas sobretudo internas. O que triste é que as condições internas poderiam ser resolvidas pelos portugueses, mas fiaram-se nas taxas de juro baixas do euro e da forte afluência de capitais especulativos para a periferia. (Menos para Portugal porque a bolha imobiliária começou a perder gás a partir do fim da Expo 98.)
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As nossas empresas, face à envolvência externa e interna, estão a fazer um milagre económico. São os empresários e gestores deste país os herois. Os trabalhadores também, mas são sobretudo os empresários e os gestores, que convivendo num ambiente destes, conseguem desenvolver as suas actividades e até prosperarem. A prova está nas exportações, que estão a subir bem, mostrando que, afinal, as nossas empresas e empresários, têm mérito. Só precisam de um Estado menos presente, menos intervencionista e que os deixem trabalhar. Durante dezenas de anos foi dito que os nossos empresários eram atrasados mentais e que por isso cabia ao Estado “ajudar” a desenvolver o país. O resultado foi muita corrupção, despesismo, asfixia empresarial, etc.
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Como lhe disse. Eu concordo com quase tudo o que Vc. escreveu. penso que não fui claro nas minhas ideias, mas é isso mesmo que eu penso. O cancro de Portugal é o Estado parasita. Desde funcionários públicos a empresários sansguessugas, que só sabem ganhar dinheiro chulando os portugueses, o Estado e os contribuintes.
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Donde veio e como veio o carcanhol para o colossal empreendimento nacional que foi a reunificação alemã ? Só pergunto.
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A.C.
só escrevi o comentário pq Vc nos dá muitas novidades ( o q eu, pessoalmente, agradeço.) sobre as actividades das empresas.
o que pode levar ao equívoco de serem culpadas da crise….
bem, algumas ajudaram..por exemplo…aqueles que negociaram as PPP em condições desvantajosas para o Estado…
mas estavam a defender os seus interesses
os culpados óbvios são os governantes que negociaram EM NOME DO ESTADO condições péssimas para o interesse público
e obrigou o mesmo Estado a pedir empréstimos com juros aterradores que levaram á situação de bancarrota iminente…
que seria ainda mais desastrosa daqui a alguns anos
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“Donde veio e como veio o carcanhol para o colossal empreendimento nacional que foi a reunificação alemã ? Só pergunto.”
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A carga fiscal alemã subiu 60% após a Reunificação. Está aí a sua resposta. Mas eles gastaram tanto dinheiro mal gasto… Quando em Portugal se fala de fraudes, lá foi o pandemónio. tanta roubalheira feita ao Estado…
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O SÁTIRO
Engraçado como a China se torna um país de esquerda conforme as vossas necessidades. Quando é para negociatas, a China é um país altamente e devemos ter negócios com eles. Matam pessoas no Tibete, são um país comuna. E ok, tens razão, é errado o que a China faz no Tibete… Mas e que tal também comentares a noticia dos soldados Americanos que lutam para trazer a “democracia” no Afeganistão e que mijam nos cadavares do inimigo que depois filmam e metem na internet? já não te escandaliza é?
E já agora O SÁTIRO, armados com o que? com o pedras? arranja uma vida seu zionista de m*rda. A ti e a muitos como tu neste país dava o mesmo destino que deram aos Romanov, tenho 0 tolerância.
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O SÁTIRO : « a bancarrota tuga não foi causada pela balança comercial (ajudou bastante..)
foi o DÉFICE DO ESTADO.”
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Até se pode dizer que o défice do Estado contribuiu fortemente para o défice da balança comercial.
O despesismo do Estado alimentou globalmente o sector de bens não transaccionáveis e sobrecarregou, por via dos impostos para financiar este modelo e dos custos de contexto mais elevados que dele resultaram, o sector de bens transaccionáveis. Promoveu importações, sobretudo para consumos intermédios e finais no sector de bens não transaccionáveis, reduziu a competitividade das exportações e da produção nacional em concorrência com bens importados.
Claro que, nestas condições, mas apenas por causa destas condições internas, uma moeda forte acabou por agravar os desequilibrios. A estabilidade monetária deu acesso a um crédito fácil e barato e este acabou por ser canalizado para os sectores público e de bens transaccionáveis por estarem em condições de melhor remunerar os financiadores. Aumentando ainda mais a bola de neve !!…
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Caro Amigo AC, já começou a interiorizar que a Recessão em 2012 seja cerca de 5% ?
Tomou nota na agenda para conferir em Dezembro proximo ?
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Nada de medos. Só há que ‘corrigir a pontaria da governaça’ para em Dezembro o alvo dos cerca de 5% não seja atingido em cheio. Mas como não se vê vontade, antes pelo contrário …….
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E sobre a Grecia o ‘salva vidas’ de Portugal ?
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Tudo sugere que se a Grecia entrasse em default o golaço entrava pela baliza dentro da Banca, ardiam os emprestimos que puseram lá. Se a Grecia não entra em default Portugal é candidato a ser nova vedeta de subsituição para ser exibida ‘à grega’ no palco internacional,
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=> GRAPHIC: European debt crisis explained
The complex web of lending between banks in Europe means the whole continent is threatened by the possibility of Greece defaulting on its loans.
http://www.telegraph.co.uk/news/interactive-graphics/graphic-of-the-day/8868729/Graphic-European-debt-crisis-explained.html
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Isto sugere que alguma autodesignada ‘elite’ enterrou Portugal ‘muito bem’ na Grecia.
A seguir à Alemanha e França, Portugal foi o 3º País que mais dinheiro tem emprestado à Grécia. Até ultrapassou largo a Espanha,
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como é que isto foi e é possivel num País que em dinheiro não pode com uma gata pelo rabo no palanque mundial ?
O que justificou ? Que razões sustentaram isto ? Que e quem sustentou com segurança ter-se enfiado Portugal neste vespeiro de empobrecimento e hiperativismo exibicionista em boca de cena ? Quem aparece agora a defender a ‘dama’ do dinheiro enfiado na Grecia ?? Quem vai pagar em Portugal em vez da Grecia ???
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AC, 21.54H
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A carga fiscal alemã subiu 60% após a Reunificação. Está aí a sua resposta. Mas eles gastaram tanto dinheiro mal gasto… Quando em Portugal se fala de fraudes, lá foi o pandemónio. tanta roubalheira feita ao Estado”.
Só uma duvida: como e donde veio esse dinheiro para o aumento que diz de 60% se aumentou simultaneamente o poder de compra e a vida dos Cidadãos ?
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“Até se pode dizer que o défice do Estado contribuiu fortemente para o défice da balança comercial.”
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Sim, sim. Esta tese não é nova. Era corriqueira há alguns anos atrás. Mas, de um momento para o outro, as escolas de pensamento económico sovietizaram-se. O Feldstein, na década de 80, chegou a publicar coisas sobre este interessante assunto. E mesmo quando o Estado não provoca esse défice, a única forma de o cirrigir é mesmo o Estado aplicar medidas de austeridade. O que é ainda mais interessante.
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Mas a sua explicação está boa.
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“Caro Amigo AC, já começou a interiorizar que a Recessão em 2012 seja cerca de 5% ?
Tomou nota na agenda para conferir em Dezembro proximo ?”
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eheheheh
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Só vendo.
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“Só uma duvida: como e donde veio esse dinheiro para o aumento que diz de 60% se aumentou simultaneamente o poder de compra e a vida dos Cidadãos ?”
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Está a brincar comigo? O poder de compra do cidadão médio alemão caiu. Não subiu.
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Mário
para mim a china sempre foi um exemplo de barbárie stalinista.
não é por ter mudado para atrair investimentos q deixou de ser governada por comunas.
é o partido comunista q governa a china e faz as leis que permitema exploração selvagem dos trabalhadores.
no meu blog……e nos comentários noutros blogs::
NÃO HÁ UMA ÚNICA VÍRGULA QUE CONTRARIE ESTA VERDADE…
leia bem…tem notícias e links muito importantes e demolidores para as barbáries stalinista e islâmica…
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A China actual – apesar de ser uma ditadura de partido único – apoia, defende e protege mais os seus cidadãos do que este Portugal de bananas governado por sacanas!
Abra esses olhos, cafre!
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AC. 22.36H continuemos o nosso bate-papo,
“Está a brincar comigo? O poder de compra do cidadão médio alemão caiu. Não subiu.”.
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Numa otica limitada duma RFA sem Alemanha Oriental parece certo. Mas não é assim que as coisas são analisadas dinamicamente numa perspetiva continental, europeia. Sequer a nivel intercontinental.
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Ultrapassemos. Regressemos sem revanchismos fanáticos ao NOSSO Portugal e aos fumos que sugerem a apresentação mundial da tal “Portugal, vedeta de subsituição para ser exibida ‘à grega’ no palco internacional” (22.05H):
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=> Portugal’s borrowing rates rise to record 19.4% – New high arrives amid fears that bailed-out country will not be able to break free of financial crisis
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‘Antonio Barroso, an analyst with Eurasia group, said in a note that the recent downgrade and Greece’s troubles “are increasing the perception that Portugal might not be able to avoid a default”. ‘
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http://www.guardian.co.uk/world/2012/jan/25/portgual-borrowing-rates-record-high
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=> Angela Merkel casts doubt on saving Greece from financial meltdown
http://www.guardian.co.uk/world/2012/jan/25/angela-merkel-greece-financial-meltdown
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No ‘ontem’ não surgem duvidas sobre a solidariedade ativa dos sócios Europeus, PIIGS incluidos entusiasticamente, com a Alemanha a seguir à queda do Muro de Berlim (as tools ‘Zona Euro etc). Mandaria o bilateralismo mais elementar que importa ‘no hoje’ a correspondente solidariedade com os sócios europeus, em especial os mais fracos. Tudo a bem da UNIÃO Europeia e da CONTINUIDADE do Euro. Se a ideia não é esta …. então Portugal que não tem cão tem de estar a caçar com gato.
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