Da tribo e da guerra
1 Fevereiro, 2012
Esta de Santos Silva falando sobre a guerra Belém- S. Bento ou esta dos índios Mashco-Piro que relatam os telexes exaltados só agora tiveram contacto com a civilização pese terem morto a tiro um antropólogo (A tribo fabrica balas e armas de fogo?). Um observador mais atento não esqueceria que muitas vezes as tribos não vivem assim tão isoladas quanto isso como e sobretudo porque essas tribos frequentemente se deslocam em zonas de fronteira onde, como é o caso desta notícia, o Brasil e o Perú, empresas, igrejas e diversos organismos estatais têm interesses díspares. Um pouco mais ou menos como sucede nesta incursão de Santos Silva pelos bastidores dos cavaquistas e da guerra Belém- S. Bento
9 comentários
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Outro peão de brega , mauzito, a entrar ao quite depois da “púbica” sãozinha ter iniciado a lide…
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mesmo em bico de pés a heleninha não chega aos calcanhares de augusto santos silva.
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Há comparações que me deixam estupefacto e face às quais me sinto “um pouco mais ou menos” ignorante por não as conseguir compreender.
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Não percebi nada.
Santos Silva, Mashco-Piro, um antropólogo morto a tiro, os cavaquistas e a guerra em S. Bento.
Não devias andar nos copos logo de manhã.
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A helenafmatos deve andar mesmo aflita, pois já confunde conceitos o que é grave a quem se intitula opinadora. Desta vez pegou num episódio ocorrido com uma tribo sul-americana e decidiu que essa tribo nunca teria tido contatos com a civilização (oriental, ocidental ou outra qualquer) a partir de uma notícia que expressamnet refere que os tais indíos “Encontram-se entre as 100 tribos que optaram por se isolar…”!!!!!
Optaram por se isolar, entendeu? Fizeram uma opção depois de a terem conhecido por razões que eu desconheço e que agora não são chamadas ao debate.
Pegar numa notícia qualquer e distorcê-la parece ser um dos desportos favoritos desta escrevente que gosta de se intitular opinadora.
Eu talvez lhe chamasse outra coisa, mas quem sou eu para atirar a primeira pedra.
Quanbto a incursões, sabemos bem por onde a helenafmatos gosta de introduzir o seu verrinoso discurso, mas se calhar foi trauma apanhado na adolescência ou então foi amor que não foi correspondido…
Já cá anda há tanto tempo que deveria saber que quando há necessidade de desmentir algo é porque esse algo existe ou está em vias de existir.
No tempo da outra senhora dizia-se que o boato era inconsciência e crime, hoje os mesmos que fizeram circular a maior dose de boataria jornalística verificada até ao momento só para aumentar as vendas e, pelo caminho, ir solidificando o poder mediático são os mesmos que se dizem revoltados por serem atingidos pela boataria que parece combinada em falar em simultâneo por bocas diferentes.
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é melhor não comentar para não sair disparate…
http://sicnoticias.sapo.pt/economia/article1276986.ece
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Toda a gente sabe que aquilo foi mais uma «armação» da taberna de Belém.
O tal Lima ainda está a auferir carconhol dos contribuintes?
Ou já devia estar no degredo?
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MAIS PAPAGAIOS..
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“Antigamente os cartazes nas ruas, com rostos de criminosos, ofereciam recompensas; hoje em dia, pedem votos”.
Que justiça quando se apela ao trabalho e vemos lobos com pele de cordeiro a destruir 112 trabalhadores num despedimento colectivo no casino estoril consentido pelos governos, que no fundo só foram substituidos por outros com o mesmo vencimento a empresa é que deixou de ser casino estoril tem que haver justiça……
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