Saque continuado
4 Fevereiro, 2012
«O BCP vai utilizar dinheiro público para reforçar os seus capitais».
São só umas centenas de milhões de euros transferidos dos contribuintes para uma empresa privada.
Repare-se que é uma empresa que não quer ou não consegue vender património, pedir dinheiro aos seus acccionistas, ou obter dinheiro emprestado para fazer face ás suas obrigações. Só consegue cumprir o que lhe é exigido pelo saque que o estado põe ao seu dispor após o ter tirado aos contribuintes.

Caro Gabriel, isto é um “empréstimo”. Se for sob a entrada de capital, é provável até que o Estado ganhe bom dinheiro, devido à valorização das suas participações temporárias no capital.
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O dinheiro não é dado.
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Pois é… Para esses há dinheiro (chamem-lhe empréstimos). Agora, tentem manter uma média empresa e procurem idêntico “empréstimo” para ver o que vos acontece!
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“Empréstimo”.
O anti-comuna está cheio de tiques abrantinos.
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“O anti-comuna está cheio de tiques abrantinos.”
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Então não são empréstimos? Seja sob a forma de crédito concedido, seja sob a entrada de capital (que é remunerado independentemente da variação das acções), os bancos irão pagar juros.
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A questão, legítima, que o Trinta e Três põe é: e o resto do tecido produtivo?
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Ele tem razão, mas só até certo ponto. Porque, neste caso, o programa foi criado para ajudar a bancar a não falir. Porquê? Porque, ao contrário do que pensa o Gabriel (“pedir dinheiro aos seus acccionistas, ou obter dinheiro emprestado para fazer face ás suas obrigações. “), a banca portuguesa, toda, devido ao risco sistémico, não consegue quem lhe empreste cacau ou quem entre no seu capital o suficiente para elevar os capitais próprios. Nem mesmo vendendo património.
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O Estado irá ganhar dinheiro? Depende. Mas o cenário será esse. Por exemplo, talvez no BCP, irá entrar no capital social do banco a preços baixos e já relativamente enxuto. (Porque o banco apresentou resultados muito negativos porque andou a limpar “lixo tóxico”.) Ou seja, o Estado deverá entrar no capital na melhor altura. (Nos USA o conhecido investidor Buffett fez o mesmo recentemente numa conhecida casa de investimentos e teve uma rentabilidade acima dos 50%, segundo foi para aí noticiado.)
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Estas previsíveis operações são diferentes da do BPN, que aí sim, face ao risco insignificante desse pequeno banco, deveria ter caído. Mas como o BPN era o banco dos cavaquistas e do actual PR, o Sócrates fez-lhes o favor, á custa dos dinheiros dos contribuintes. (Parece que ficaria mais barato accionar o fundo de garantia dos depositantes que meter pasta naquele buraco negro.) Talvez isto explique o porquê que o Cavaco está/estava nas mãos da troupe sócretina.
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Tem razão caro Gabriel isto é de uma iniquidade absoluta. Não sei se o BCP tem património nomeadamente acções em empresas daquelas de renda máxima garantida e sendo o caso deve ser obrigado a vender. Mas se não houver nada para alienar não vejo outra solução a bem do interesse da nação.
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Caro anti-comuna
“a banca portuguesa, toda, devido ao risco sistémico, não consegue quem lhe empreste cacau”
Eu, contribuinte, não quero emprestar NADA ao BCP
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Realmente, agora se entende melhor o Carlos Costa do Banco de Portugal, quando diz “os nossos bancos estão de pedra e cal, estão fortes”, que subentenderá, então, a certeza, com este e os outros governos, a banca está sempre safa de perigo, se, dê o que der, terá sempre a ampará-la os contribuintes. Se não, vejam o BCP, como o explica aí Gabriel, que não tem problema, de nem já o BPN, de Costa e Loureiro e o Teixeira e o Sókras, além de Cavaco, que o manjaram todo, o espoliaram e depois cobriram com os nossos impostos .
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Grunho,
“Eu, contribuinte, não quero emprestar NADA ao BCP”
Vá, não sejas mau, que nada te vale, e se o emprestares a bem, o dês, mesmo, verás que é melhor, sem aquele pesar da mortificação inútil .
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AC
“O Estado irá ganhar dinheiro? Depende.”
Isto é, explico, se ainda não entenderam, caso vire a caça às vacas gordas, claro que o ganha, como aquele Berardo, comendador, quando ganhava tudo e era um nababo autêntico, porém, se dá mal e a época magra não termina e se expande, por certo que perde, como o comendador Berardo, que diz crónica hodierna foi às boxes, à valeta e assim ao charco .
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Há para aí muita gente que só sabe denegrir Portugal. Vão na moda dos blogues e imprensa anglo-saxónica, e só sabem dizer mal de Portugal. Eles estão hoje para os americanos e ingleses como antes os comunas para a Rússia e até Cuba. E propagam toda o tipo de campanhas negativas contra Portugal sem terem a preocupação de verificarem os factos. (Típico entre uma dita intelectualidade tuga, com a mania do estrangeirismo e asco ao que é mesmo português. Hoje como antes, nada diferente em Abrantes.”
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Há mesmo gente que acha que Portugal não está a fazer um milagre económico. Pode não parecer, mas é-o, face à opinião geral no mundo anglo-saxónico contra Portugal. O comentador TLD até desabafou isto:
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“Já em Portugal, caminhamos alegramente contra a parede. E basta ir aos dados do FMI para Portugal, que ainda são optimistas visto que não foram objecto de revisão, para se perceber que nunca Portugal irá atingir um saldo positivo da balança de pagamentos. ”
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in https://blasfemias.net/2012/02/02/temos-margem-de-manobra/#comment-737055
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Este comentador prefere acreditar no FMI que nos dados que são publicados em Portugal. Tanto pelo INE como até nas projecções macroeconómicas do Banco de Portugal. Porquê? O FMI tem muita pinta, não tem? Made in Foreigners. ehehehehh
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Mas os números que nos dizem? Não são projecções (já lá vamos a elas, com calma, que há tempo para tudo), mas factos verificados.
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Segundo o ICEP (replicando o INE), as exportações de bens, de Janeiro a Novembro de 2011, subiram 16,1%. As exportações de serviços subiram 9,4%. As importações de bens subiram 2,7% e as de serviços 5,6%. O saldo comercial de bens e serviços, que foi negativo no mesmo período homólogo de 2010, em cerca de 12 103 milhões de euros, em 2011 já só foi de 7 147 milhões de euros. Isto são números actuais, não projecções, notem bem.
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Mas o Banco de Portugal, no seu Boletim de Inverno ( http://www.bportugal.pt/pt-PT/EstudosEconomicos/Publicacoes/BoletimEconomico/Publicacoes/bol_inverno11.pdf ), já tendo em conta bastante informação de 2011, já projectou vários números para 2011 e 2012.
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No seu Boletim de Inverno, o Banco de Portugal projecta que o défice da balança comercial e de serviços em 2011 seja de -3,7% do PIB. Mas o Banco de Portugal nas suas projecções para 2012, tendo em conta o forte ajustamento estrutural português e a queda na procura interna, prevê que, pela primeira vez em muitos anos, Portugal tenha um saldo comercial de bens e serviços com o exterior em cerca de 0,3% do PIB. É uma viragem histórica para Portugal. Em 2012, desde há muitos anos, Portugal vai vender mais ao estrangeiro do que compra.
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Mas o endividamento externo não pode ser apenas contabilizado com os saldos comerciais de bens e serviços. Não. Rendimentos e transferências de capitais têm um grande papel neste endividamento. Mas durante anos, Portugal foi-se endividando no estrangeiro para financiar o seu estilo de vida. (Em termos simplistas, Portugal andava a viver à custa do seu cartão de crédito. Em 2011, o emissor do cartão anulou o cartão e esse deixou de ser aceite no estrangeiro. eheheheheh) De tal forma endividou-se, que hoje Portugal deve ter um endividamento liquido a rondar os 100% do PIB. (Diferença entre activos e passivos.)
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Em 2011, Portugal continuou a endividar-se no estrangeiro o correspondente a cerca de 6,8% do seu PIB. Uma queda de cerca de 1,7 pontos percentuais face a 2010. (De memória.) Mas em 2012, este endividamento poderá cair para cerca de 1,6% do seu PIB, segundo o BP. E para 2013, pela primeira vez em muitos anos, Portugal começará a desendividar-se no exterior, o correspondente a cerca de 0,8% do seu PIB. Muito graças ao saldo positivo na balança comercial de bens e serviços, que poderá ser de 2,4% do seu PIB.
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Perante estes dados e face à opinião geral de tantos “eminentes experts”, desde analistas de mercados, jornalistas, prémios nobeis, etc. o que Portugal está a fazer é impossível. Portugal nunca poderia fazer isto dentro da Zona Euro, com medidas de austeridade na Europa e sob um ambiente recessivo ou de baixo crescimento económico no exterior. Muitos deste pseudo-experts até diziam que Portugal nunca poderia conseguir um execdente na sua balança comercial, por causa do euro e da Alemanha. Mais. Ainda esta semana, o nobel da economia, o Paul Krugman, como verdadeiro expert destas coisas da economia e de Portugal, até disse que sem uma queda de 20% nos salários nominais dos portugueses, Portugal nunca conseguiria sair da crise nem corrigir os seus desequilíbrios estruturais. Mas Portugal está a fazer essa correcção, de uma forma admirável, dentro do euro, sob um ambiente de fraco crescimento económico exterior e sem baixar os salários do sector privado (aqui a correcção é indirecta, mas para estes nobeis da economia, isto passa ao lado, certo?). Se Portugal está a fazer esta correcção, contra tantas opiniões de experts, nobeis e gente dita entendida destas coisas, só uma coisa pode explicar estes factos. Estamos perante a intervenção divina (será por causa de Fátima?) e estamos perante um milagre. É caso para dizer. Para quando pedir uma investigação ao Vaticano para descobrir quem é o santo milagreiro, responsável pelo milagre económico português?
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Não tenhamos dúvidas nenhumas. Se Portugal está a corrigir os seus desequilíbrios estruturais, contra quase todas as opiniões ditas com grande autoridade científica (alguns até têm prémios nobeis, vejam lá!), isto só pode ser um milagre económico. E é verdade. Estamos a viver um milagre económico em Portugal. Dentro do euro, sem baixar nominalmente os salários dos trabalhadores por decreto, com um ambiente externo recessivo ou de fraco crescimento económico e com medidas de austeridade. Precisamente aquilo que todos garantiam ser impossível. Aqui eu pergunto. Esta gente toda que opina e até tem prémios nobeis, percebe mesmo a ponta de um corno destas coisas? Destes assuntos e fenómenos? Bem, eles prémios e reconhecimento têm, mas duvido que tenham capacidade para gerir uma empresa, quanto mais um país. São os eunucos. Muita teoria, pouca capacidade para compreender mesmo a realidade.
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Agora vamos lá ver a coisa. O que Portugal está a fazer é inédito? Não. O Botas, há cerca de 80 anos atrás, fez o mesmo, em circunstâncias semelhantes. Portugal estava falido, com dificuldades em aceder ao crédito externo, fortemente endividado, mas o Botas, ao invés do que fazia a escola nazi e fascista (e adoptada até pelo Roosevelt mesmo antes do famoso Keynes publicar a sua famosa obra – ele próprio copiou as ideias do Paretto ), também adoptou fortes medidas de austeridade e resolveu o problema português, quando o mundo vivia uma depressão económica. Mas deu resultado então e agora também está a dar. Ou seja, o actual milagre económico portuguê snão é inédito. Mas como a ideologia actual que domina o mainstream económico é fascizoide e pro-estatista (precisamente aquilo que a escola de pensamento do Paretto defendia, que foi o ideólogo do fascismo político e sobretudo económico), esta gente toda não compreende o actual milagre económico português.
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A verdade é esta. O mainstream ocidental adoptou a ideologia fascizoide na área económica, dizendo-se inspirados em Keynes, que por sua vez meteu no papel o que os nazis já faziam na Alemanha, os fascistas italianos em Itália e o Roosevelt nos USA. O Keynes apenas copiou e elaborou melhor, o pensamento económico de Paretto, o “pai” da ideologia fascista. O Botas, tuga, talvez inspirado em Walras, adoptou uma política económica diferente, embora um bocado na esteira do socialismo romântico. Mas adoptou políticas de austeridade, de incentivo à poupança, de controlo da balança comercial, que é por aqui que quase sempre começa o endividamento de um país. O Botas fez um milagre económico então. De tal forma foi bem sucedido, que o regime ditadorial entronizou o gajo como ditador.
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Hoje Portugal está a fazer um milagre económico porque as opiniões gerais são fascizoides. São quase todas filhasd do pensamento fascista do Paretto. Mas é sobretudo no mundo anglo-saxónico que esta fascismo económico e ideológico mais presente está. E por isso eles acham que Portugal nunca conseguiria fazer este milagre económico. Por enquanto, eles não acreditam. Mas com o tempo e mais resultados palpáveis, até eles se vão benzer e declarar bem alto:
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– MILAGRE! MILAGRE! MILAGRE EM PORTUGAL!
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CA
“Caro Gabriel, isto é um “empréstimo”.
E um empréstimo rende sempre, como é da fé dos fiéis, que até montanhas, tudo vence. E a prova têmo-la pelo inverso da prática dos bancos, do mesmo BCP e restantes, que desde que deram em não emprestar dinheiro a quem lho pede, desde as empresas grandes e médias às pequenas e singulares clientes, deixaram de ter lucros dos juros e acabaram todos a derrapar que nunca se viu outra, e é bem feito.
Acontece é que para se capitalizarem só têm de o pedir, de o exigir aos contribuintes, que sem fazerem nada por isso acabam constituídos em ganhadores, o grande banco .
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…e o constâncio está onde está, o vara anda a dar ao rabo para ver se se safa e o desenhador civil de categoria abaixo de cão fugiu para as margens do Sena.
Só o berardo , não percebendo que lhe estava reservado o papel de “pião das nicas” , e não reflectindo no que se metia ao difamar, por encomenda, o Eng. J. Gonçalves, é que talvez esteja num entalanço de se lhe tirar o chapéu.
Repete-se : talvez…
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Caro anti-comuna,
vão ter uma surpresa!
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E ainda o AC não sabia desta,
http://www.publico.pt/Economia/empresas-saidas-das-universidades-sao-as-centenas-e-o-numero-continua-a-crescer-1532230
“Empresas saídas das universidades são já às centenas e continuam a crescer.”
Que assim, vamos lá .
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O autor do blogue não deve falar do que não sabe ou dito de outro modo o sapateiro não deve ir além da chinela. Se Os estado pagasse o que deve aos Bancos não existia o atual problema de liquidez,
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Caro CCZ, vai-lhes custar, mas eu gosto mais desta expressão: “estes eunucos vão ser enrabados pelos factos”. Desculpe a linguagem, mas é mesmo o que eu penso. 😉
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É emprestadado.
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Caro J. Silva, tem toda a razão. Se o Estado pagasse o que deve, os bancos não precisavam de aumentos de capitais. Mas o que interessa a muita gente a realidade dos factos, senão as crendices que se ajustam à sua religião e fezadas?
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J. Silva,
esta noite tive um pesadelo, que me julguei na pele do Berardo e só dizia comigo, ganda burro, por que é que eu não vendi naquele tempo e o não passei todo para algum ofshore, lá que é isso?
E por que ninguém me avisou, nem o Engenheiro J Gonçalves, meu adversário, embora, mas tal como eu, cristão de primeira ?
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Caro Simil, nem sabe o quanto me alegra essa noticia. Muito obrigado. É que mesmo que a maioria dessas novas empresas morram, as que ficam deverão gerar empregos e riqueza, que ajudarão mais os portugueses e Portugal. Muito obrigado por essa noticia, que muito me alegra.
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Lá está o anti comuna a acreditar na carochinha. Os dados do BdP são uma autêntica farsa. Nunca se vão concretizar. Não passam de wishful thinking. Não há qualquer previsão credível que aponte para que Portugal consiga atingir um saldo da balança de pagamentos positivo.
Caia na real. Estando dentro da zona euro o ajustamento é impossível. Não vale a pena chorar, é a realidade.
“With Greece’s unfortunate experience so ready at hand, one has to wonder what European policymakers are thinking when they now impose on the rest of the European periphery draconian fiscal adjustment without the benefit of a currency devaluation to boost exports. Can they seriously be thinking that this will not cause a major recession in the rest of Southern Europe, especially at a time when Europe is experiencing a credit crunch and a weak external environment? And can they really be thinking that Italy and Spain can correct their large public finance imbalances without the benefit of economic growth?”
http://blog.american.com/2012/02/the-greek-canary-in-the-coal-mine/
Leia e aprenda com quem sabe. Se fosse continuar a ouvir as opiniões do licenciado Carlos Costa está bem lixado. E o Gaspar, esse não dá uma para a caixa.
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Se o anti-comuna está tão convencido do sucesso de Portugal então devia comprar as obrigações a 5 ou 3 anos que estão a cotar nos 5o cêntimos. Se o que disser ocorrer é capaz de ganhar um bom dinheiro.
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E por outro lado, a resolução do problema, do problema todo, senhores, está às mãos de semear, a espirrar e como à vista, assim no-lo diz o “Expresso”:
http://aeiou.expresso.pt/as-tres-condicoes-colocadas-pela-china-a-chanceler-merkel=f702943
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O TLD, tal como eu esperava, comporta-se como um estrangeirado. Eu falo de dados publicados em Porutgal e lá vai ele aos enlatados importados. Eu falo do milagre de Portugal, ele vai invocar a Grácia.
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Ajoelhou, amigo, agora terá que rezar. ehehehhhehh
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tenha lá paciência e venha-me com argumentos sérios e honestos e não estórias de carochinha. Claro, claro, o Banco de Portugal faz wishfull thinking. lolololol
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Dá-se! E anda um pai a criar um filho para isto. Veja lá se precisa de vaselina, está bem? 😉
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O milagre económico português em números, não paleio de eunucos do estrangeiro.
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AUMENTO DAS EXPORTAÇÕES PARA PAISES FORA DA ZONA EURO, de Janeiro a Novembro de 2011, segundo o ICEP, que os replica do INE:
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Angola: aumento das exportações em 22,3%
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Argélia: aumento de 78,5%
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Brasil: aumento de 37,4%
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USA: aumento de 10,6%
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UK: aumento de 6,7%
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China: aumento de 56,8%
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Polónia: aumento de 27,4%
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Marrocos: aumento de 28,2%
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Suécia: aumento de 22,4%
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Japão: aumento de 57,6%
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Moçambique: aumento de 44,1%
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México: aumento de 15,6%
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Suiça: aumento de 13,1%
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Roménia: aumento de 21,1%
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Ilha Formosa (ou Taiwan – China nacionalista ): aumento de 148,3%
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Turquia: aumento de 14%.
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Estes aumentos de exportações foram feitos dentro do euro, sem desvalorizações nominais de salários dos trabalhadores nem descidas da CSU.
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Estes aumentos das exportações não deveriam acontecer segundo a opinião económica dominante. Estes eunucos estão a ser enrabados pelos factos e pela realidade. Mas se for preciso vaselina, também se calhar os portugueses a podem exportar para o resto do mundo. ehehhhhhe
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Contributo da procura externa liquida para a variação do PIB português em 2011, segundo as projecções do Banco de Portugal. (Faltam os dados relativos aos mês de Dezembro, mas os números finais não deverão fugir muito a isto:
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4,1%!!!!!
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Leram bem. Se a procura interna não variasse, Portugal teria crescido 4,1%, com o forte contributo das exportações a pesar nestes números.
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Agora, vejam bem a coisa. Se o mundo não entrou em recessão, tal como também muitos eunucos o previam (o Krugman esta semana disse que o mundo já estava em depressão, vejam lá bem o tótó!), quer dizer que Portugal, em 2012, se calhar vai continuar a aumentar bastante as suas exportações. Não apenas para fora da Zona Euro como até dentro dela. Destaco o core Europeu e a periferia:
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Aumento das exportações portuguesas para a Alemanha: 23,3%
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Aumento das exportações portuguesas para a França: 18,4%
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Aumento das exportações portuguesas para Espanha: 8,7%
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Aumento das exportações portuguesas para Itália: 11,6%
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E a surpresa maior delas todas, que mostram a forte capacidade de exportar do nosso tecido produtivo:
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Aumento das exportações portuguesas para a Grécia: 4%
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Grécia esta, que segundo dados preliminares do instituto de estatísticas grego, teve uma queda de cerca de 30% nas suas importações, devido ao colapso da sua procura interna.
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Eu gostava de saber quem foi o santo milagreiro que está a fazer este milagre. O povo português? Sim, o povo português. Se eu fosse ao cardeal de Lisboa, metia um processo lá no Vaticano, para elevar o povo português à categoria de santo milagreiro. lolololololol
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A-C, no tempo de Socrates a ecónomia Portuguesa tambem era um milagre…eram os dados do FMI, BCE, INE, Banco de Portugal, ICEP, tudo apoiava essa tese…Portugal deve é imediatamente seguir o exemplo da Grécia e renegociar a sua divida e sair do Euro! é milagre, sim…A Banca em Portugal só teve prejuizos por causa da Troika, do Fundo de Pensões e da Grécia…realmente um milagre!! um verdadeiro milagre!!!!…eu já estou a imaginar qual vai ser o argumento para a interrupção do milagre português…a do Socrates já sabemos qual foi…
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“Caro anti-comuna,
vão ter uma surpresa!”
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sim, vamos ter a surpresa de uma recessão na ordem dos 5% ou mais…e o milagre económico Português da Banca…e os niveis do desemprego a ultrapassarem os 20%…é só milagres!!!
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Por que será que nós temos a mania que sabemos de tudo e, por isso, sobre tudo gostavas de opinar»? Isso, em família, não tem grande inconveniente, mas saltar para um blogue e dizer disparates, é diferente, devemos ser mais cuidadosos.
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outros milagres económicos portugueses…
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FMI-I — FMI- II —- EUROPA —- PEC–I —- PEC- II — PEC-III — FMI-III
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é so milagres económicos… obrigada FMI por conduzires novamente Portugal ao Milagre Económico…
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Tric, olhe bem para isto, que deve estar à venda em saldos, por esse mundo fora. E em Portugal também, para alguns:
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http://tinyurl.com/6r22sdu
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Se precisar de um bocadinho… 😉
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Para mim, o aumento das exportações portuguesas não me surpreende tanto. Já desde pelo menos os finais do terceiro trimestre de 2010 que fiquei a reconhecer a elevada capacidade de resistência do nosso tecido exportador. E passei a ficar optimista para Portugal, inclusive para 2011, mas que infelizmente, embora acertasse no bom desempenho das exportações, o governo tuga martelou tanto as contas, que a coisa no Estado estava bem pior do que eu pensava. E desde finais de 2010 que andava relativamente optimista com a economia portuguesa. Fruto sobretudo das exportaçõs tugas, que recuperaram muito rapidamente do crash de 2008/9. Alguns até pensaram que passei a defender o Pinócrates, só porque eu achava que a economia tuga estava melhor do que se pensava.
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Hoje estou mais optimista para as exportações portuguesas. Elas andavam a portar-se maravilhosamente bem mas a partir do momento que o nosso ministro Gasparov tomou a corajosa decisão de comprimir as despesas do Estado (e, claro, também um forte aumento de impostos), eu passei a acreditar que se o tecido produtivo conseguisse pôr lá fora a sua produção antes destinada ao mercado, estavamos perante um potencial milagre económico tuga. Face ao que todos pensavam e diziam. E, claro, era preciso que a produção industrial portuguesa mostrasse esta capacidade de resistência, como veio a fazer.
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Felizmente o nosso tecido produtivo está em melhor forma do que seria imaginável. O ambiente interno é mesmo um terror. Impressionante o ambiente interno português. Mas se as empresas tugas conseguiam sobreviver a este mau ambiente interno, como os devidos estímulos económicos (asfixia da procura interna) eram capazes de exportar e meter lá fora o que antes metiam no mercado interno. E, tudo o indica, tal está a acontecer. As exportações, apesar de abrandamentos e até, nalguns sectores, já em queda no final do ano, resistiram bem, sobretudo ao ambiente recessivo externo. (De notar a forte subida das exportações para a Bélgica apesar do marasmo económico belga, e já estão em recessão técnica, pese embora estatisticamente pouco relevante.) Nalguns casos, o final do ano até veio mostrar uma forte aceleração no seu crescimento das exportações. O caso brasileiro e chinês são disso bons exemplos. O que mostra até que ponto o tecido produtivo tuga está muito forte. E isso é deveras excelente.
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Mas é nos serviços o que mais me agrada ver o nosso tecido produtivo. Não apenas porque é um “desconhecido” (confesso que sempre dei pouca atenção ao sector dos serviços nas exportações) mas sobretudo porque, quase sempre, é de alto valor acrescentado. Ou seja, remunera bem capitais e trabalhadores, é menos volátil e um bom sinal de desenvolvimento empresarial.
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Nas exportações de serviços, Portugal tem uma boa cobertura das importações pelas exportações. Cerca de 167,6%. E de Janeiro a Novembro, o crescimento das exportações é quase o dobro das importações. 9,4% contra 5,6%. Mas o que mais me surpreende é o crescimento das exportações de alguns serviços. Por exemplo:
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Aumento das exportações de serviços financeiros: 44%
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Aumento das exportações de serviços de informática: 35,9%
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Aumento das exportações de seguros: 14%
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Aumento das exportações de direitos de utilização (tipo royalties, etc): 28,7%
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Aumento das exportações de serviços de construção: 15,2%
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As exportações de serviços crescem bem, tanto para dentro da Europa como fora. Mas os que mais rápido estão a crescer no exterior não são apenas os transportes (tipo TAP) nem o Turismo. Mas serviços de alto valor acrescentado, como serviços financeiros, consultadoria, seguros, software, gestão, arquitectura, etc. Este tipo de exportações são de elevada especialização e um grau de sofisticação muito grande. gera bons empregos, nem remunerados e de rentabilidade elevada. E o peso da exportações dos serviços cresce cada vez mais na nossa balança comercial. Isto é um forte sinal de desenvolvimento económico, de sociedades ricas e fortemente competitivas.
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Talvez esta forte subida das exportações de serviços seja ele também um sinal do quanto o nosso tecido produtivo beneficia também da excelente evolução das nossas competências colectivas. Das nossas especializações intelectuais, da capacidade de gerar e gerir know how e conhecimento. Daí que não seja de admirar o porquê que as exportações de bens sobem em quase todos os sectores, não havendo um preponderante. Porque estas competências nos serviços são transversais aos sectores industriais e produtivos. Um supercluster industrial ajudado pelos serviços? Talvez sim.
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É evidente que estas coisas não se sabem no estrangeiro. E não as sabendo, eles mantêm uma imagem de Portugal muito má, que depois se paga a vários níveis. Desde na penetração de produtos e serviços nossos noutros mercados como até nas avaliações de rating, nas opções de investimento, etc. Mas se nós não sabemos mudar a nossa imagem no exterior, com o tempo o faremos. Mas o que não se justifica é haverem portugueses que denigrem Portugal, não apenas no interior como e sobretudo no exterior, porque eles próprios não são capazes de avaliar o que de bom e mau se faz em Portugal. Estes portugueses são os que mais destroem o trabalho alheio. Porque são os “embaixadores negativos” de Portugal e dos portugueses. O que estes tótós não se apercebem, é que quando dizem mal de Portugal e dos portugueses no exterior, estão no fundo a dizerem mal deles poróprios. São os calimeros de Portugal, que acham que no estrangeiro o vão considerar melhor que ao resto dos portugueses. Mas, enfim, em Porutgal sempre houve tótós e calimeros e hoje não é diferente.
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Mas, o que é certo, é que Portugal está a fazer um milagre económico. Agora só falta canonizar o bom povo português. ehheheheh
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A-C, gostou do milagre da Banca…aquilo é que foi um milagre!! E o estado é que foi responsavel por aqueles valores negativos!!! se não tem havido aquele negócio ruinoso para o Estado, que foi a transferencia do fundo de pensões, a Banca Nacional até tinha apresentado resultados positivos!!! a isto sim, isto é um milagre bancário…
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” Mas, o que é certo, é que Portugal está a fazer um milagre económico. Agora só falta canonizar o bom povo português.”
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o milagre económico vai canonizar o bom povo português com o desemprego e a emigração…e económicamente com uma recessão de astronómica…e depois o Governo dos Socretinos II, ainda vão dizer, já estão a dizer, que vivemos um tempo de um verdadeiro milagre económico…lol Palhaços!
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Só através do BPN o Estado Português já injectou na Banca Privada Portuguesa uns 4 000 mil milhões de euros a fundo perdido, andou a capitalizar a banca, a fundo perdido…o BPN apenas serviu de placa giratória do dinheiro do Estado para a Banca Privada Portuguesa…
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Pedra portuguesa à conquista do mundo,
http://aeiou.expresso.pt/pedra-portuguesa-a-conquista-do-mundo=f702765
e isto é a sorte grande, amigos, que à medida que se arranca a pedra à bomba e picareta, mercê da erosão, da chuva e do vento, outra vai aparecendo, sem milagre, por encanto .
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A Banca na Europa nunca abre falência. No limite é nacionalizada ou o Estado entra como acionista.
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== > O PP, o Partido Espanhol da mesma familia Europeia dos atuais no Poder em Portugal escolheu outro caminho quiçá mais rigoroso e SEM EMPENHAR OU GASTAR UM CENTIMO DOS IMPOSTOS DOS ESPANHOIS Empregados, Familias, Empregadores ou F Publicos:
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“Ministro da Economia del PP afirma que la reforma financiera traerá “viviendas a precios reducidos”
.El ministro asegura que el sector afronta el mayor saneamiento que se ha hecho nunca en Europa
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Economía da cuatro meses a las entidades para presentar los planes de fusiones
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Defiende que no consumirá dinero público pero anuncia un aumento del fondo de ayuda a la banca”
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http://economia.elpais.com/economia/2012/02/02/actualidad/1328178186_453157.html
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=Los directivos de bancos y cajas intervenidos no ganarán más de 300.000 euros
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“Las entidades que han sido intervenidas son Unnim, la CAM, NovaCaixa Galicia y Catalunya Caixa; y las que han recibido ayudas públicas son Bankia, Banca Civica, Caja España y BMN.”
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http://www.lavanguardia.com/economia/20120203/54248599779/los-directivos-de-bancos-y-cajas-intervenidos-no-ganaran-mas-de-300-000-euros.html
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Há sempre outras opções para tudo, quem escolhe proibe umas e autoriza outras. Chamam-se Politicos, por vezes nem Partidos ou eleitos. Como osPaíses sócios da UE e da Zona Euro são diferentes a resolver o mesmo problema …..
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Tric
“Só através do BPN o Estado Português já injectou na Banca Privada Portuguesa uns 4 000 mil milhões de euros a fundo perdido”
Desculpe o tric, mas isso foi aqui há meses, parece, e a ‘injecção’ já passará dos 6 000 milhões de euros, à data .
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Copy & Past (1) doutra abordagem do mesmo:
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“César Palmieri Martins Barbosa, Rio de Janeiro | 18/01/12 17:07
o defeito não foi resolvido.
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o bce colocou o dinheiro nas mãos dos bancos falidos. mas os bancos falidos não colocarão dinheiro nas mãos de outros em dificuldades.
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assim, o sistema gera um aberração, o mercado overnight.
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há consequências previsíveis de uma política monetária expansionista pelo bce, e uma política fiscal de recessão pelos países da zona do euro.
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quando a zona euro começou o segundo nível, a era do milleeuro, passou para o estilo italiano de gestão da moeda.
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o bce evitou o colapso imediato do euro.
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o sistema bancário europeu teve crise sistêmica, e ao euro entraria em colapso em questão de algumas semanas em dezembro de 2011.
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com o italiano mario draghi como presidente do bce foi emitido em um único dia meio trilhão de euros, com juros de 1% ao ano e um período de três anos para os bancos nos empréstimos interbancários.
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era o fim da era alemã da marca deutsche marco do euro, após a gestão de estilo alemão para gerir a moeda.
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no entanto, a política fiscal na zona do euro, dispersos em seus diferentes países membros, com base na austeridade e contenção da despesa pública.
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logo, há uma contradição clara entre a forma de uma política fiscal que avança o crescimento da oferta monetária e a política fiscal que regride a quantidade de riqueza.
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É mais moeda com menos riqueza.
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a, estagflação, estagnação com inflação.
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por analogia, é como um trator com dois sistemas de esteira, a primeira tracionando para a frente, a outra girando para trás.
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o problema é que o sistema contraditório não é estável, porque a emissão de dinheiro faz com que ocorra mais recessão, o que exige mais impressão dinheiro para evitar o colapso, que por sua vez gera mais recessão, e assim por diante em um círculo vicioso.
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É como se o trator girando cada vez mais rápido até quebrar ou esbarrar em um obstáculo intransponível, em geral no descrédito do mercado.
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no momento este é o cenário que a política monetária do bce e as políticas fiscais dos governos da zona do euro têm para nós.
portugal foi abandonado pelos lideres europeus à própria sorte, em uma eurozona sem solidariedade e com países competindo entre si.
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a irlanda percebeu a traição e pediu econseguiu o apoio dos seus pares anglos.”
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Os passos da guarda grega
ai, e vocês já viram isso?, que malgrado a crise, garbosos, os gajos semelham pavões a galar pavoas, no pleno ato.
O mesmo que nas tomadas de posse dos membros do governo, que entyre nós, sabemos, são pedreiros, trolhas, maioria, mas ali juram nas escrituras, que beijam.
Para ver como toleiradas tãop diferentes dão na doga semelhante, compadrio, corrução e dívida, num regabofe.
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mas ali juram nas escrituras, que beijam, por entre os patriarcas ortodoxos .
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“Os patrões estão tão falidos como os empregados”…
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é impressionante o dinheiro que o Estado Português tem injectado na Banca Portuguesa, para que depois ele saia de imediato de Portugal…o crédito em Portugal, está em seca extrema…congelado…
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tem mais, por hoje, quase de graça
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Como participar no milagre económico português. Criar novos produtos e serviços. Se derem certo no mercado interno, talvez sejam um potencial produto para colocar nos mercados externos. Quem sabe?
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“Compal lança refogado feito com azeite Gallo
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A Compal lançou a polpa Horta Refogado, produzida a partir do melhor tomate e azeite 100% português (Gallo Clássico Virgem Extra) e temperada com alho, orégãos (sem qualquer corante ou conservante).
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O lançamento é acompanhado de uma nova imagem, que se estende à gama de vegetais e de produtos de tomate da Compal, que reforça a ligação da marca à origem dos produtos: a horta.”
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in http://www.hipersuper.pt/2012/02/03/compal-lanca-refogado-feito-com-azeite-gallo/
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Vão ver. Com sorte, este ano começamos mesmo o processo de desendividamento externo, com a balança de pagamentos positiva. A ver vamos se o santo milagreiro, o bom povo português, não o vai fazer para surpreender tudo e todos.
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Copy & Past (2) doutra abordagem do mesmo:
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“Portugal necessita rezar para que a grécia não evolua para o default ainda esse mês, pois é isso que o mercado está a observar para se decidir de vez a rspeito do caso de portugal e o destino que o euro lhe reserva.
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Se a zona do euro resolver sacrificar portugal e a grécia, não será o mercado que lhe salvará, por óbvio
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Não estou excluindo a grécia e portugal da obrigação solidária de todos da zona do euro.
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O que eu estou falando é que essa fraude de uma banco central europeu que não pertence a nenhum país, que não é de ninguém.
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E agora quer meio trilhão de dólares, eu disse dólares, não são euros, quebrou em dólares, e quem paga essa conta se o banco central europeu não pagar?
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Os culpados de tudo são a Grécia e Portugal ?
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Convenhamos, onde há mais pecado é onde há mais tentação. Onde há mais riqueza, maior a corrupção.
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Dom joão vi quando chegou ao rio de janeiro, em 1808, se surpreendeu com a irreverência do carioca quando ouviu o dito popular a respeito dos nobres:
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‘QUEM ROUBA POUCO É LADRÃO, QUEM ROUBA MUITO É BARÃO, QUEM ROUBA MUITO E BEM ESCONDE É VISCONDE’ ”
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E porém nada se perde, já dizia Lavoisier, que parece que os bancos nos vão aos bolsos, mero empréstimo, não por se incrementar a Economia, o desenvolvimento, em reempréstimos às empresas, mas para o encaminharem, quer parecer-me, à mais segurança de ofshores distantes, pelo tempo que a maré for baixa .
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Como participar no milagre económico português. Criar novos medicamentos criados, desenvolvidos e quiçá produzidos em Portugal. Vejam bem a ambição da Universidade de Coimbra. Se todas fossem ambiciosas como esta…
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“NAS ÁREAS DA ONCOLOGIA, NEUROLOGIA E CARDIOLOGIA
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Universidade vai lançar mais cinco medicamentos
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Lançamento no mercado do Fluodesoxiglucose [18f] prova “elevado potencial da comunidade académica” da UC e que a “ciência é garantia de sucesso do país”
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Até 2015, Coimbra irá produzir mais quatro ou cinco rádio fármacos com estatuto de medicamento, em áreas como a Oncologia, Neurologia e Cardiologia. O anúncio foi feito ontem por Amílcar Falcão, vice-reitor da Universidade de Coimbra (UC), durante a sessão de lançamento formal no mercado do Fluodesoxiglucose [18f] (FDG.UC), o primeiro rádio fármaco produzido por uma universidade portuguesa, neste caso utilizado para o diagnóstico do cancro.”
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in http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=16611&Itemid=135
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Pode parecer pouco, mas lançar 5 novos medicamentos no mercado nos próximos 5 anos é quase tanto como o que a associação do cluster da saúde tem como objectivo até… 2020! Se só a Universidade de Coimbra conseguir este objectivo, até 2015, só porque dá para ver o potencial científico em Portugal. Se Portugal conseguisse lançar 5 novos medicamentos no mercado até 2020, já era um feito histórico. Lançar 5 até 2015 e apenas por uma Universidade é um… Milagre científico tuga! ehehhehhh
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(Mais informações do cluster da saúde aqui: http://healthportugal.com/ )
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Eu ao ler isto, até fico espantado como excelente e elevado potencial cientifico tuga. É preciso é meter este conhecimento ao serviço do tecido produtivo.
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E se o governo lançasse o desafio à comunidade científica portuguesa em procurar novas formas de prestar cuidados de saúde mais baratos? Para sustentar o SNS aos mais necessitados? Isso é que era. (E às vezes não é uma questão de meter mais recursos mas de desburocratizar os processos.)
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Uma empresa que precise de crédito para viver ou sobreviver (e não apenas para começar) é uma empresa falida.
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A-C,
uma curiosidade: a sua empresa exporta o quê?
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Já pús uma velinha pelo milagre postuguês garantido pelo caro comentador AC, esperando que realmente as exportações continuem a subir e as importações a descer, seria a nossa única safa a prazo, mas infelizmente não sou assim tão crente…
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Como participar no milagre económico português. Criar produtos e serviços inovadores para os hospitais.
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http://tvnet.sapo.pt/programas/mag-ciencia.php?id=10730
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“uma curiosidade: a sua empresa exporta o quê?”
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Vaselina. 😉
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“mas infelizmente não sou assim tão crente…”
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Vamos ver. Há largos meses que eu oiço mesmo. Portugal exportou muito mais, mas nos próximos meses deverão cair…
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E tem sido assim há meses. Espero bem que continuem a enganar-se.
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Anti-Comuna,
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Não aconselhe vaselina aos crédulos abrantelhos. A aplicação da vaselina (que é também chamada gelatina de petróleo, e feita do mesmo) nas quantidades requeridas iria por certo desequilibrar desmesuradamente a balança comercial.
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No resto, tenho a sua opinião. Apenas acho que a consolidação do défice tem sido feito mais pela via da receita e da caça à multa (mesmo sendo as multas pequenas no volume geral, há caça), e não pela via da redução de despesa, particularmente com consultorias e assessorias e consumos intermédios e despesas de frota e canalhices semelhantes.
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Salva-nos a proverbial resiliência do português. Todos neste momento temos algo em nós do Soldado Milhões. E quem não sabe quem foi o herói Milhões procure na In-ter-nota.
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Pedro M,
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Conquanto as empresas portuguesas pareçam viver do crédito de tesouraria (esse, sim, pernicioso e mau), não lhe posso em tudo dar razão.
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Primeiro, muito do crédito de tesouraria vem do facto de as empresas terem fornecido um mau pagador como o Estado, que até lhes cobra IVA meses ou anos antes de realizar o pagamento. Este crédito é conjuntural, mas o facto de o Estado pagar quando quer, como quer e sem juros tem deitado muitas empresas ao charco. Não invalida isto, claro, que o crédito de tesouraria tem sido meio caminho para o desastre e nisso concordo consigo.
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Em segundo lugar, existem razões estruturais válidas para uma empresa se financiar. Imagine que necessita de obter dimensão para fornecer em condições competitivas o mercado de frladas de bebé, por exemplo, para poder lutar contra as fraldas chinesas cheias de arsénico e de mercúrio que por aí andam. Sem o dito crédito, a empresa não pode crescer, e irá por isso tornar-se incapaz de competir. Logo, fenecerá e morrerá. Se houvesse crédito disponível para a empresa ganhar dimensão, esta teria sobrevivido.
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Uma situação intermédia é a compra de matérias primas para uma oportunidade comercial inusitada e demasiadamente grande para a dimensão actual da empresa. Não implica o crescimento da empresa, mas financia um projecto específico, não sendo crédito de tesouraria de per se. Esta também é, a meu ver, uma razão válida para se necessitar de crédito.
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Distinguir crédito de tesouraria de crédito estrutural (ou crédito tático de crédito operacional) é o que não tem sido feito na maioria das empresas que hoje se encontram em dificuldades.
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Simil,
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O facto de a Guarda Grega dar esses passos fantásticos não altera nem um cêntimo o défice grego. E não pense que não está perante a tropa de elite grega quando vê os «dançarinos», pois está. Esses tipos sabem mais de pancrácio que eu ou o Simil de karaté ou kendo, e são capazes de fazer qualquer um de nós em farinha em menos de um ai.
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Já assistiu às exibições da fronteira Índia-Paquistão? Ou à escolta equestre da GNR portuguesa aos embaixadores em Lisboa aquando da apresentação de credenciais? A nossa é considerada a mais bonita escolta do Mundo, e acredite-me, qualquer embaixador estrangeiro fica embasbacado e admirado, e sente-se honrado pelo bom gosto e pelo garbo da exibição. Se deixarmos de fazer essa escolta o défice ou a despesa vão baixar? Continuamos a ter tropas e cavalos e fardas, mas inactivas, e duvido que os cavalos deixem de comer e os homens de ganhar quando não estão em serviço.
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Tenhamos em conta não as actividades que realizamos, nem o seu custo em bruto, mas o seu retorno e, principalmente, a sua utilidade. A escolta equestre honra-nos. Não deixemos de a fazer, pois até o seu custo é irrisório ou mesmo nulo.
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Tric,
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As tricas do Estado com os bancos não anulam em nada o que o Anti-Comuna disse. Estamos a exportar muito mais, a importar pouco menos no que importávamos, e a taxa de cobertura está quase unitária. No próximo ano poderá ser unitária, o que, a acontecer, será pela primeira vez durante a democracia.
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O Estado sempre foi o cancro que sabemos. Felizmente a crise está a despertar o melhor de alguns dos portugueses, os que arregaçam as mangas enquanto se indignam (em contraponto com as doninhas fedorentas que se indignam para não terem de as arregaçar).
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No final o Zé paga a factura. Tem sido sacado por alguns, milhões e milhões durante anos. Um dos últimos sai por doença -diz-se com 10 milhões e com uma esmola mensal de 35000€. Continuamos a não ter alguém com os tim tins no sitio para fazer um Portugal e não vários conforme os interesses.
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Aqui chegados, a este momento sublime do capitalismo. Os Estados, leia-se contribuintes, financiam as instituições financeiras, sendo que estas, é que deveriam financiar esses mesmos Estados e contribuintes. E até financiam, mas com o dinheiro que lhe entregámos e, com juros mais altos, para a rapaziada ganhar algum dinheiro. Isto em nome de salvar esse mesmo sistema, ou seja, inverteram-se os papeis, e nós assistimos a isto com a maior das naturalidades. Mas mais, neste pobre país, ainda vamos ter que lhes pagar as suas reformas douradas. E mais. Mantêm os seus subsídios de férias e de natal, porque são privados, e os que não são, estão, vejam só, “blindados” contra esses sacrfícios. Digamos, são especiais. Sucintamente, financiamos a rapaziada, emprestam-nos o dinheiro se quiserem, quando quiserem e com os juros que lhes apetece, não estão sujeitos a sacrifícios, pagamos-lhes as reformas douradas e, por por último, já nem estão obrigados a ter lucros. Apresentam, orgulhosamente os seus prejuízos, e com uma grande lata, como foi ontem o caso do S.Exc.ª Dr Ricardo Salgado, num canal de televisão, dizem, que a banca está de boa saúde e recomenda-se e se nos continuarmos a portar bem, até pode ser que não precisem de nos pedir mais dinheiro. Ía me esquecendo: também pagam menos IRC que as PME, quando apresentam lucros.
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Se é assim, acho melhor integrar o BCP no universo CGD.
Assim os accionistas que mamaram no BCP a torto e a direito podem ir mamar para uma casa de alterne!
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A distância entre Elvas e o Cabo da Roca, a maior largura de Portugal, é de 197 quilómetros, (122 milhas). Do Cabo da Roca ao limite da placa continetal, território português, são 270 quilómetros, (200 milhas) do Minho ao Guadiana.
Afinal Portugal é maior que Espanha, mas não tem viabilidade económica. Porque não tem dimensão territorial, o Sul é muito plano, o Norte muito acidentado e o Mar tem muita água.
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Há um pequeno “pormaior” que parece escapar a muito boa gente. É que se a dívida do Estado , bem como os créditos das empresas públicas que contam com o aval do Estado que o BCP tem em carteira, forem pagos integralmente o Banco fica com uma situação desafogada e com muita liquidez para emprestar às PME’s.
O caricato da situação é o Estado financiar as necessidades do Banco e ao mesmo tempo tem responsabilidades perante ele de valores muito mais elevado!
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doing things with words:
Passos garante que NÃO HÁ PROBLEMAS COM A BANCA.
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Boas noticias! Noticias fresquinhas! Muito fresquinhas!
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Segundo os dados preliminares das autoridades brasileiras, as exportações portuguesas para o Brasil, em Janeiro de 2012 (sim, sim, 2012), subiram… 110% !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
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Podem consultar aqui, por favor:
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http://www.desenvolvimento.gov.br/sitio/interna/interna.php?area=5&menu=1161
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Wow! Eu temi que em Janeiro a coisa fosse mais fraquinha. Mas não. As exportações tugas para o Brasil continuam a crescer lindamente. Baril!
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Caro anti-comuna,
É mais importante do que isso. Passámos de um saldo negativo de USD 169 M para um positivo de quase 37 M. Claro que estamos a falar apenas de 1 mês.
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WoW! O saldo comercial com o Brasil, em Janeiro, foi… Positivo! lololololol
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Segundo a mesma fonte, o saldo comercial, o ano passado, tinha sido negativo (para Portugal) em cerca de 169 milhões de dólares americanos. Mas este ano, já é positivo em cerca de 36 milhões de dólares.
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Mas este saldo comercial positivo deve ser temporário, pois o que mais importamos de lá, pitroil, deve ter caído em volume. As importações portuguesas do Brasil cairam quase 70%.
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No entanto, é de realçar a forte perfomance das exportações portuguesas para o Brasil. Provavelmente, as empresas portuguesas estão a descobrir o mercado brasileiro e encontrarem formas de penetrar naquele mercado. Por outro lado, esta crise actual portuguesa, está a obrigar muitas empresas a lançarem na exportação, que antes não o faziam. E agora, começam a ganhar experiência e até descobrem que podem vender bem nos mercados externos. Quando antes, seguiam o modelo económico errado português: virados para o mercado interno.
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Estas exportações para o Brasil são um bom indicador do que poderá ter acontecido noutros mercados externos, fora da Zona Euro. Se correr bem…
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Estou curioso com os dados sobre a China. Para ver até que ponto andamos a sustentar os ganhos recém conquistados. Vamos ver. Isto promete!
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Anti-Comuna,
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Lá vai a balança comercial à conta das importações de pitroil para fazer vaselina!
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Caro LR, estava mesmo a escrever sobre isso. Em todo o caso, é um excelente indicador. E, claro, as vendas de pitroil para Portugal devem ter caído imenso, que depois deverá ser corrigido nos próximos meses.
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“Lá vai a balança comercial à conta das importações de pitroil para fazer vaselina!”
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eheheheheheh
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Se a despesa do Estado não valesse mais que 15% ou 20% do PIB, não seria de esperar que os corruptos se virassem para outros lados? Não seria o nível de impostos substancialmente menor? Não seria a economia substancialmente mais dinâmica e capaz de criar empregos e riqueza?
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Quarenta anos de estado pai, mais quarenta e oito de estado pai com cinto de couro, mais dessasseis de bandalheira, mais toda a história monárquica desde a bestado Dom Manuel I (com as sopas do Sidónio a meio disso) não mostram um padrão?
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Portugal era e foi mais industrioso quando o Estado era pequeno (I dinastia) que quando ele cresceu (II dinastia). Como sempre, atirados contra a parede, somos leões. Como é que nos portámos no cerco a Malaca? E na Batalha de Aljubarrota? E na de Montes Claros? E, principalmente, não nos honra o trabalho esforçado e honesto de milhões dos nossos emigrantes em França, Estados Unidos, Reino Unido, Venezuela, Angola e Brasil?
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Francisco Colaço
“O facto de a Guarda Grega dar esses passos fantásticos não altera”
Enquanto a malta grega de Athenas, em salamaleques, dá aqueles passos, já de Esparta os soldados brutos, práticos, galgaram as muralhas, lhes aptaram as mulheres mais lindas, matando-lhes os chefes. E com tudo isso é a derrocada .
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Sobre um saque continuado é um… saque continuado!
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Sobre as exportações, o erro de Portugal é não optar por procurar países para onde não se faz qualquer exportação. Depois, fazia-se o seguinte: tentava-se exportar no primeiro ano um pastel de nata. No ano seguinte, tentava-se exportar dois pastéis de nata. Depois, no outro ano, quatro pastéis de nata.
Podíamos aumentar as exportações 100% durante muitos anos seguidos sem grande trabalho, o que seria excelente para a nossa economia!
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“Portugal era e foi mais industrioso quando o Estado era pequeno (I dinastia) que quando ele cresceu (II dinastia)”
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É bem verdade isto. Repare que a partir dos Descobrimentos, todo o cão e gato queria uma tença da Coroa. O próprio Camões tudo fez para obter a sua pensãozinha do Rei. (E até nisto, se pode ver que os maiores génios tugas da cultura também têm queda para a parasitagem. Se era assim no tempo do Camões, hoje continuam igual, salvo honrosas excepções.) E O Estado cresceu de tal forma, que pouco depois estava falido. O D. Manuel foi a Roma distribuir moedas de ouro pela populaça, poucas dezenas de anos depois, andavamos a tenir.
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Para cúmulo da desgraça, Lisboa especializou-se na arte da rapinagem e parasitagem, que dura até aos dias de hoje. E, para cereja no bolo, começamos a ecorraçar as minorias, que tanto nos ajudaram a fundar e consolidar o país. O primeiro ministro das finanças do D. Afonso Henriques foi um bom judeu. Qaundo foi preciso levar carroças de bois carregadas de oiro para o resgate, houve com fartura para o pagar. Graças também aos bons oficios dos judeus. E assim, escorraçando judeus e mouros, criando um Estado parasita e tentacular, os Descobrimentos foram um feito cientifico e histórico fantástico, mas em termos económicos uma grande catástrofe financeira.
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Se hoje reduzíssemos o Estado, já viram quanto Portugal poderia crescer?
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“A distância entre Elvas e o Cabo da Roca, a maior largura de Portugal, é de 197 quilómetros, (122 milhas). Do Cabo da Roca ao limite da placa continetal, território português, são 270 quilómetros, (200 milhas) do Minho ao Guadiana.”. Sem ofensa, 200 milhas são 322 Km (do Minho ao Guadiana), não 270 Km
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Mais boas noticias. Tal como era previsivel, no Brasil acabam de descobrir pitroil na Bacia de Solimões. (Até agora só se tinha descoberto gás com fartura, havendo dúvidas da existência de crude, mas agora…)
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“Petrobrás descobre petróleo e gás na Amazônia”
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in http://economia.estadao.com.br/noticias/economia%20negocios,petrobras-descobre-petroleo-e-gas-na-amazonia,101789,0.htm
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O Brasil vai ser a nova Arábia Saudita. Um mercado que é cerca de 20 vezes o português, tantas oportunidades para os portugueses e para as nossas empresas…
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Quando há umas BESTAS que não sabem a diferença
entre uma dádiva (dinheiro sem retorno) e um empréstimo
esses SERES ficam ao nível do PCP e da sua retórica.
Agora é precisso que o Banco empreste os seus fundos EXCLUSIVAMENTE para
atividades geradoras de riqueza e NUNCA para fins especulativos como é. por exemplo,
emprestar a A para adquirir prédios (urbanos, rústicos) para depois vender a B com lucro.
NÃO É ASSIM?
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socas arruinou o país e o ferreira o banco do ps
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. . .Gabriel Silva ou é estúpido, ou é comuna, ou nos quer comer por trouxas . . .
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No outro dia encontrei esta noticia. Achei-a interessante. Se as actividades dos gajos cresceram assim tanto, quer dizer que o potencial mercado chinês para os produtos e serviços portugueses deve ser enorme. A China, mais dia, menos dia, deverá ser o nosso 3º ou 4º pricipal cliente. A par de uma Alemanha ou mesmo Angola. E quem diz a China, diz o Brasil. Só por aqui dá para ver, o quanto potencial exportador existe para as empresas tugas. Estas descobrindo a forma de entrar nestes mercados, poderão lançar Portugal numa rota de crescimento económico surpreendente. Vejam a noticia e meditem por Vcs. mesmo.
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“Exportações da UTi Portugal para o mercado chinês crescem 300%
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A UTi Portugal viu as suas exportações para a China cresceram 300% nos primeiros seis meses de 2011, quando comparadas com período homólogo de 2010. Shangai, Chonqing e Shenzen foram os principais destinos deste serviço que representa já 24% da faturação de freight forwarding da empresa.
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O mercado chinês recebeu essencialmente peças e componentes para o sector automóvel, na via aérea, e bens de consumo, na via marítima, sendo que a tendência da importância do mercado chinês para a UTi Portugal nesta área é para continuar a crescer.
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“Este ano verificamos um aumento substancial do volume das exportações portuguesas para a China. Temos obrigação de reforçar a nossa relação com um dos maiores mercados do mundo. Só a cidade de Chonqing tem 32 milhões de habitantes e é desconhecida para a maioria dos Portugueses”, referiu António Beirão, Managing Director da UTi Portugal.
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A UTi Portugal está atualmente envolvida “em dois grandes projetos de exportação de produtos portugueses que têm uma enorme recetividade do mercado. Temos consciência que não é fácil dar os primeiros passos comercias no mercado chinês, mas aprendemos ao longo da vida que, no mundo dos negócios, não se compram facilidades”, acrescentou, enaltecendo que a UTi Portugal encontra-se “em claro contra-ciclo e a admitir colaboradores para responder de forma profissional ao crescimento em curso”.
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A razão para o sucesso desta linha da UTi está na “diferenciação da nossa empresa face aos concorrentes, pois prestamos cada vez mais serviços de valor aos nossos clientes, como o assembling, a consolidação, a etiquetagem na origem e a verificação de qualidade”, adianta António Beirão, lembrando que “contamos com mais de 1000 colaboradores na China, o que permite acompanhar os embarques com maior rigor”.2
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in http://www.cargoedicoes.pt/site/Default.aspx?tabid=380&id=6056&area=Cargo
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Estes gajos cresceram 300% em apenas seis meses para o mercado chinoca? Isto pode significar que Portugal tem um potencial incrível naquele mercado e pode aumentar muito, mas mesmo muito, as suas exportações para a China. Será que em 2012 tal se vai consolidar e marcar mesmo um salto de gigante nas exportações portuguesas para a China? Se acontecer, como eu o espero…
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Caro comentador Francisco Colaço, dou-lhe razão, referia-me ao crédito de tesouraria (por isso acrecentei “sobreviver”), o crédito para crescer (ou para aproveitar oportunidades que não se podem deixar fugir) equipara-se ao crédito para começar.
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Eu acho anedótico o facto de alguns comentadores desligarem todas as vertentes da economia de um país e concentrarem-se nos efeitos dos elementos positivos das partes. A economia é um todo que funciona se houver equilibrios entre as partes. Quer dizer, reduzindo a coisa ao ridiculo, se as pessoas não tiverem dinheiro, se estiverem desempregadas, não importam, logo, numa primeira fase, a balança comercial é excedentária. Até há formas mais rapidas de resolver o problema, alguns apontam para a execução somaria dos velhos (que só dão despesa, dizem), outros apelam a que os jovens emigrem, outros ainda defendem a redução da assitência médica por forma a acelerar o sofrimento. Pronto está resolvido, por um certo e determinado periodo viveremos na ilusão que conseguimos por as contas em ordem. Mas eu pergunto, e as pessoas? Como é que essas cabeças resolvem problemas de desempego a taxas de crescimento acima das exportações? Como é que dão de comer às familas?
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Enfim, enquanto esta gente que vive na lua não perceber que se trata de pessoas reais e que padecem os efeitos de medidas necessárias mas absolutamente erradas na intensidade que o governo está a correr, não vamos de facto sobreviver mais tempo do que os gregos. É certinho, direitinho.
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Felizmente, no fundo do tunel, haverá sempre alguém que tomará a resolução acertada e que passa por comercializar com uma moeda justamente compativel com a produtividade do presente, e não como alegam, com a produtividade de uma miragem do futuro.
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Rb
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O ‘romeno terceiro-mundista’ propagandeado para resolver o Desemprego e a questão do Import/Export:
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-Romania’s population falls by 12% as three million flock to richer European countries including Britain
http://www.dailymail.co.uk/news/article-2096110/Romanias-population-falls-12-million-flock-richer-European-countries.html#ixzz1lTTI4bTK
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filho do modelo do Sec XIX:
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-Letter from a Civil War slave to his master, 150 years on
http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/northamerica/usa/9057501/Letter-from-a-Civil-War-slave-to-his-master-150-years-on.html
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depois a Culpa, o Mal e a Peçonha do buraco em que nos enfiaram são os Direitos Civilizacionais Irreversiveis da universalidade daEducação, Saúde. Desemprego e Idadede Reforma aos 55 anos.
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Os books das teorias do Liberalismo são o Velho escrito para e no contexto do seu Tempo e respetivos Direitos Civilizacionais que nessa época haviam. Obviamente esses books de Economia não são profecias nem adivinham, sequer sonhariam, o Tempo de hoje quase 1 seculo depois. Hoje só há lugar ao NOVO LIBERALISMO AVANÇADO com os DIREITOS CIVILIZACIONAIS IRREVERSIVEIS de hoje. O Velho há muito que perdeu o espaço. Pertence ao saudosismo.
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Portugal está à espera de quê para começar o ‘fraking’ no Centro de Portugal ? Continuar repinpado e calão enquanto há dinheiro emprestado para pagar importações de petroleo e gas natural ?
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Europe is too emotional about fracking, says Shell chief
http://www.independent.co.uk/news/business/news/europe-is-too-emotional-about-fracking-says-shell-chief-6316129.html
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Uma vista de olhos atualizada sobre o tema petroleo:
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-Iran Bracing For War? – OpEd
http://www.eurasiareview.com/03022012-iran-bracing-for-war-oped/
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-Kuwait: Hardline Islamists seize control of parliament
Kuwait’s Islamist-led opposition has won a landslide majority in Kuwait’s snap polls, with women and liberals the big losers.
http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/middleeast/kuwait/9059241/Kuwait-Hardline-Islamists-seize-control-of-parliament.html
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-Taliban leader Mullah Omar ‘sent letter to Barack Obama’
Mullah Omar, the shadowy Taliban leader, has purportedly sent a letter to The White House indicating an interest in peace talks.
http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/asia/afghanistan/9060564/Taliban-leader-Mullah-Omar-sent-letter-to-Barack-Obama.html
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IRAN WARNS WORLD OF COMING GREAT EVENT
“In light of the realization of the divine promise by almighty God, the Zionists and the Great Satan (America) will soon be defeated,” Ayatollah Khamenei, the Iranian supreme leader, is warning.
http://www.wnd.com/2012/02/iran-warns-world-of-coming-great-event/
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“Eu acho anedótico o facto de alguns comentadores desligarem todas as vertentes da economia de um país e concentrarem-se nos efeitos dos elementos positivos das partes. A economia é um todo que funciona se houver equilibrios entre as partes.”
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Tinha-o como mais inteligente. O seu comentário é digno de registo. Alguém que se recusa terminantemente a admitir que as suas crendices estão completamente erradas. É um mundo teórico que está ruir, não é?
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Deixe lá, habitue-se. Mas pensei que Vc. fosse muito mais inteligente. Este seu último comentário mostra á saciedade que é pouco menos que mediano. Lamento-o por si.
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Abraços.
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Como participar no milagre económico português. Aproveitar estes artigos elogiosos nos media internacionais para ganhar um bocado de auto-estima. Lembram-se do artigo que eu meti aqui? A TVI mostra-o numa pequena peça.
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http://www.tvi24.iol.pt/aa—videos—sociedade/douro-new-york-times-tvi24/1322980-5795.html
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Já o disse aqui. O Douro prepara-se para descolar como destino turistico mundial de eleição. É nesta região a potencial gema que dará uma grande pedra. É preciso que os portugueses a saibam cortar e melhorar, sem estragar o que de excelente lá existe.
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Vamos ver se nos próximos anos, o Douro não se eleva à categoria de Destino Excelência das elites mundiais. Só lhes falta fazer uns campos de golfe tão bons ou melhores que no Algarve.
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Fazer omoletes sem ovos !!!!
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Sem se resolver Portugal para um Tecido Economico Lucrativo incluindo o Empreendedor/Empregador ser protegido no sucesso e no insucesso bem podem rezar que milagres não há. Rebeubeubeu mas da cepa torta não se sai nem se sairá.
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E para manter os encostos milinonários ao Sistema sem produzir nenhuma riquezaé obvio que Portugal continua condenado a pedir dinheiro emprestado aumentando a Divida eternamente. Aliás a retórica e politicas atuais visam apenas issso, garantir que continuem a emprestar dinheiro. Em boa verdade daqui as lideranças atuais não querem sair.
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Vamos à Prática de mais actos e menos palavras para Tecido Economico Lucrativo dos que estão realmente no pelotão da frente:
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-CAFR reviews and the path to Ending Taxation progresses. Ready for a “Real” change?
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The team will now do the audit of the local venues; implement the TRF program under specific standardized guidelines of consolidation and growth to phase out X tax, and then X tax until all taxation is eliminated from that venue. Personal, sales, property, and corporate.
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http://www.dailypaul.com/210731/cafr-reviews-and-the-path-to-ending-taxation-progresses-ready-for-a-real-change
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Esta vertente fiscal não é novidade em Portugal. Está a aqui como o modelo simples para transformar rápida e radicalmente Portugal em todas as vertentes estruturais:
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(publicado em 2008).
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Com 3 anos de atraso estas medidas fundamentais começam agora a ser reconhecidas e começam a ser aproveitadas em vários Países.
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Mantém-se que não há outra alternativa séria que reacenda rapidamente o DESENVOLVIMENTO SUSTENTADO e a criação de Riqueza e Emprego. Em vez de provocar a Estagflação, a criação de Pobreza, de Desemprego e de continuar o modelo Português que sobrevive enquanto emprestarem a Portugal mais e mais dinheiro até ao default final,
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a solução são as 9 REFORMAS pacificamente revolucionárias’ MAIS 3 ADICIONAIS para instaurar o LIBERALISMO AVANÇADO com sustentação dos DIREITOS CIVILIZACIONAIS IRREVERSÍVEIS DOS PORTUGUESES (universalidade da Educação, Saúde, Pensões, Idade de Reforma razoável e Solidariedade com os Desempregados) e RESOLVER PORTUGAL:
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Isto é um Programa do CAPITALISMO, embora pareça Marxista na acanhada Democracia Portuguesa confusa e desorientada.
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-APROVAÇÃO PELA AR e EVENTUAL INCLUSÃO POSTERIOR NA CONSTITUIÇÃO (embora não necessária):
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1) RACIO máximo PIB/Carga Fiscal.
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2) RACIO máximo PIB/Despesas do Estado (*)
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(*) Provocadora da Reforma séria da estrutura de Governança, da Burocracia Publica e do Orçamento Geral do Estado. A ultrapassagem destes racios só viabilizada por 2/3 ou 3/ 4 de votos da AR.
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-BANCA EM PORTUGAL e GARANTIA DOS DINHEIRO DOS DEPOSITANTES:
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3) SEPARAÇÂO ABSOLUTA da Banca Comercial de quaisquer actividades especulativas nomeadamente Sociedades de Investimentos Financeiros ou Hedge Funds, para protecção absoluta das Poupanças e Dinheiro dos Depositantes para regresso da confiança nos Bancos.
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4) TAXA PARA GARANTIAS BANCÁRIAS calculada sobre todos os negócios e receitas da Banca robustecendo financeiramente o Fundo de Garantias Bancárias para devolver a qualquer momento os Depósitos dos Cidadãos, Empresas e Entidades Publicas que confiaram no Banco que ficou inviabilizado, faliu ou fechou.
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-IMPOSTOS E FISCALIDADE:
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5) ABOLIÇÃO de todos os Impostos substituindo-os por um único: INU – Imposto Nacional Único colectado sobre tudo o comprado e facturado dentro de Portugal (**)
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(**) Pagamento dos Ordenados Brutos aos Empregados pelas Entidades Patronais.
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6) AMNISTIA Fiscal para estancar o estado de falência do Tecido Económico Nacional e a insolvência dos Cidadãos, já praticado antes e depois do 25 de Abril.
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-SEGURANÇA SOCIAL:
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7) ABOLIÇÃO dos Descontos mensais de Empregadores e Empregados substituindo-os pelo IUSS – Imposto Único de Segurança Social colectado sobre tudo o comprado e facturado dentro de Portugal (***)
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(***) Pagamento dos Ordenado Brutos a todos os Empregados pelas Entidades Patronais.
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8) Instauração da PENSAO NACIONAL UNICA, igual a 2 ou 3 vezes o SMN-Salario Mínimo Nacional, universal e igual para todos os Reformados Portugueses (****)
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9) Criação do Fundo Nacional de REFORÇO DA PENSÃO NACIONAL UNICA, gerido pelo Estado, para quem queira depositar mensalmente um valor incerto a qualquer momento para assegurar um reforço publico do valor mensal da Pensão Nacional Única atingida a idade de reforma até ao falecimento (****)
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(****) Na transição do velho para o novo Sistema, passariam para o Fundo de Reforço da Pensão Única, os valores já descontados por Empregados e Empregadores correspondentes à diferença entre o valor da Pensão Única e a Pensão em vigor no momento da Inscrição na Segurança Social
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-MEDIDAS ADICIONAIS PARA REFORÇO DA SUSTENTAÇÂO DOS DIREITOS CIVILIZACIONAIS IRREVERSIVEIS DOS PORTUGUESES na Civilização Europeia avançada no Mundo:
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a) Idade de reforma cerca dos 55 anos para desempastelar POSTOS DE TRABALHO PARA OS JOVENS, NOVOS LICENCEADOSe DESEMPREGADOS: admissão obrigatória de jovens ou desempregados até ao limite do ordenado que o reformado auferia.
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b) Libertar os Encarregados de EDUCAÇÃO -cheque-educação: cada um endossa o Cheque-Educação à Escola que LIVREMENTE escolhe para os filhos seja publica ou privada ou cooperativa.
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c) SAÚDE, reactivação de todos os Postos de Saúde e Equipamentos abandonados, recrutamento médicos estrangeiros com novo contrato de trabalho diferente dos actuais, receituário obrigatório por principio activo, e se necessário eventual reactivação dos Laboratórios Farmacêuticos do Estado (exº antigos Laboratorios Militares), acabar com modelos de ‘capitalismo selvagem’ que ocasionalmente existam na carreira profissional publica da saúde ou compras hospitalares.
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vamos lá ver se eu entendo:
o AC diz do alto da sua cátedra, (sem desprimor, pois o meu amigo muito tem elucidado todos que por aqui passam, mesmo os que de vez em quando grasnam) que estamos a cumprir, melhor que estamos a dar a volta e que um novo milagre económico está acontecer. ok.
questão: a despesa do único responsável pelo problema das contas públicas, o estado e seus dirigentes, está a diminuir, se sim, então viva.
se pelo contrário está a tirar da boca dos seus cada vez mais pobres, contribuintes, para manter na sua mesa bife do lombo….
então AC o milagre e o povo Português conseguir viver a roer ossos.
mas como diz e bem, só quem quer ver é que não vê.
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A ‘ementa para 2012’ parece dura de roer ….
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‘2012 the Tunell Year’ apresenta este cenário de confllitos de altissima intensidade, entre outros:
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Irão Arábia Saudita
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Turquia => Desintegração
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Argentina Inglaterra
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Paquistão => Colapso
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China => Meltdown económico
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Japão => Reconstrução e reformulação da Asia
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Coreias => Pode ser o ano da reunificação
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Europa => FR
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Apesar de neste 2º mês do ano alguns já se estejam a configurar com boa visibilidade, um cenário vale sempre o que vale ….
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“se pelo contrário está a tirar da boca dos seus cada vez mais pobres, contribuintes, para manter na sua mesa bife do lombo….
então AC o milagre e o povo Português conseguir viver a roer ossos.”
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É um misto. Infelizmente estamos com o Estado falido. E em poucos meses cortar o défice apenas pela despesa, seria quase impossível. Dirá. Mas o corte da despesa ainda é baixo. Pois é. Mas por isso se espera que o nosso Gasparov vá tomando medidas que a cortem mesmo. Ou o gajo da saúde. (Que o está a fazer.)
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A questão aqui é mais complexa do que parece. Eu lembro-me precisamente de discutir isto com o comentador Lucklucky. Seia possível cortar nas despesas do Estado a sério, sem mexer na carga fiscal e sem fazer colapsar o tecido produtivo? Ele pensava que sim, eu objectei que não. Mas eu dou-lhe, hoje, razão numa coisa. Era possível cortar na despesa sem fazer colapsar o tecido produtivo. Eu só lá para Agosto/Setembro passado é que passei a acreditar nisso, quando as exportações portuguesas continuavam fortes, sem mostrarem grandes quedas devido ao perigoso ambiente exterior. Felizmente o nosso ministro Gasparov foi capaz de ser corajoso e cortar a sério, dos dois lados: despesa e aumento da carga fiscal.
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A questão da carga fiscal é deveras importante. Por um lado, ela é mesmo gravosa. Mas por outro, era a única solução de, ao mesmo tempo, baixar o défice rapidamente e descer as… Importações. Por aqui havia quem achasse que dentro da UE era impossível baixar a procura interna devido ás regras europeias. O Pedro Arroja até defende a imposição de medidas proteccionistas para baixar a procura interna e respectiva saida do euro. Eu sabia e sei que, dentro de uma moda única, havia outras soluções, mas não usuais, desde há décadas: aumentos de impostos, quer sobre os rendimentos, quer sobre o consumo. O governo fê-lo. (E devia ter ido mais longe na questão do IVA, pois não se justifica tantas excepções á regra.)
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É evidente que este aumento de impostos é pernicioso, mas deverá ser benigno no médio e longo prazo, para além dos beneficios de curto prazo. Mas para que estas políticas de asfixia da procura interna funcionem, é preciso que do lado do Estado haja um efectivo corte da despesa. (Aliás, posição de força da própria Troika.) Porquê? Não apenas para baixar o défice no imediato, não apenas para asfixiar a procura interna, mas para dar espaço a que no futuro a carga fiscal sobre a poupança, investimento e trabalho possam ser baixada. Só assim será justificado este aumento da carga fiscal.
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Perante os problemas tugas, défices gêmeos, é mesmo no Estado que se jogam as soluções. (Aliás, existe corpo teórico sobre este assunto, ver trabalhos do Feldstein.) O Estado tem que passar a gerir de uma forma diferente a procura interna e a correcção destes problemas através da manipulação da carga fiscal e da despesa pública. Assim sendo, à medida que a correcção vai fazendo o seu caminho, o défice da balança de pagamentos é corrigido e ficamos logo com menos um problema nas mãos. O défice orçamental terá que continuar a ser corrigido através de medidas de austeridade e descida da carga fiscal. A questão aqui é saber que impostos e taxas devem ser baixadas no futuro. (O problema dos impostos sobre o subsidio de férias e de Natal terá mesmo que se equacionado de uma forma diversa, porque, é inegável que os salários do funcionalismo público terão que manter-se a par dos do privado e ainda não estou a ver como o farão sem ser através de medidas fiscais. Por outro lado, os reformados actuais terão que sofrer porque não podem ser os beneficiários do esforço das gerações anteriores e futuras. Por muito que custe a dizer a isto, mas os reformados actuais terão que ter uma queda nos seus rendimentos, por muito injusto que seja. E é-o bastante. Mas enquanto o Estado não mudar o actual Esquema de Ponzi que é a actual Seg. Social, não vejo outra forma.)
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Corrigido o primeiro défice importante, o da balança de pagamentos, é preciso corrigir o das contas do Estado. O caminho ainda agora se iniciou, mas os cortes futuros da despesa terão que ter dois objectivos últimos: primeiro, baixar a dívida estatal, segundo, libertar recursos para a poupança, investimento e trabalho, para gerar crescimento. Leia-se, baixar a carga fiscal de quem investe e trabalha. Se o primeiro grave problema está em vias de ser corrigido, o segundo ainda estamos longe de tal. Mas se correr bem, à medida que a procura interna estabiliza (e vai estabilizar, parando de cair, até porque o sector exportar irá começar a gerar ainda mais postos de trabalho, absorvendo desempregados dos sectores virados para o consumo – o Norte já está a fazer isso, em 2011!!!!), também irão estabilizar as receitas fiscais e aí entra o corte nas despesas. Será o corte nas despesas que permitirá, não apenas eliminar o défice (e é preciso haver excedente orçamental, não tenhamos dúvidas nenhumas) como baixar a carga fiscal. É tirar do Estado para dar à sociedade. É tirar dos parasitas para dar ao hospedeiro.
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Na situação actual de emergência, as coisas ainda não estão bem encaminhadas em muitos aspectos. Mas no geral, a correcção está agora a ocorrer, com sucesso e em breve será ainda mais nítido, à medida que os dados económicos vão mostrando que estamos no bom caminho.
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Se as exportações portuguesas continuarem fortes, vejam o que acontecerá em todo o país.
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“A taxa de desemprego na Região do Norte cifrou-se em 12,7% no 3º trimestre de 2011. Este indicador tem-se mantido relativamente estável, embora em níveis historicamente elevados, ao longo dos últimos quatro trimestres, oscilando apenas entre 12,6% e 12,8%. ”
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“As exportações de mercadorias da Região do Norte mantiveram um bom desempenho no 3º trimestre, lideradas pelas exportações de calçado. Impulsionado pela procura externa, o emprego nas indústrias transformadoras da Região do Norte atravessa também um bom momento.
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As indústrias tradicionais do Norte observam, a nível nacional, crescimentos importantes da facturação no mercado externo. ”
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in http://www.ccdrn.pt/regnorte/conjuntura/norteconjuntura_3trim2011.pdf
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Se é verdade que o peso das exportações do PIB tuga é pequeno, cerca de 33% (embora a subir), não é menos verdade que elas estão fortes, a criar emprego e até a contribuir para amortecer a correcção dos desequilíbrios estruturais. Os pessimistas do costume dirão que é pouco. ( Há gente que pensa que o mundo roda à volta dos grandes números, como antigamente pensavam os comunas da URSS!!! ) Mas não é pouco. Segundo o Banco de Portugal, a contribuição da procura externa liquida para a variação do PIB em 2011 é de 4,1%!!! É pouco isto? Algum país da Zona Euro está a crescer acima dos 4,1%? Não!
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E à medida que o peso das exportações sobe, também cria empregos e sustenta o tecido produtivo, que assim pode manter o emprego de quem trabalha na produção. E à medida que estes empregos são gerados, maior a probabilidade de até a procura interna estabilizar ou até mesmo começar a contribuir positivamente para a variação do PIB.
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Claro que isto não se consegue de um dia para o outro. Mas é possível e faz-se. O Norte está a fazer. Destroi emprego no consumo mas cria-o na produção e nas exportações. Quando a destruição de empregos no consumo parar, a criação liquida de empregos passará a ser positiva e… Sustentada. Porque é baseada em rendimentos reais e não na dívida e no crédito interno.
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Se o Norte o está a fazer, o resto do país também o pode fazer. É uma questão de mentalidades e vontade de mudar de vida.
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Sobre alterações climáticas globais (ciclos maias ?)
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=> Natural tilts in earth’s axis cause ice ages, says Harvard scientist – and their cycles could help predict the next one
· Tilts cause glaciers to advance and retreat
· Two cycles combine to cause ice ages
Could help predict long-term changes in climate
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http://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-2095571/Natural-tilts-earths-axis-alter-temperature-cause-ice-ages-says-Harvard-scientist.html#ixzz1lTgPmCax
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=> Ancient walled city, older than Egypt’s pyramids, unearthed off Georgia coast
http://www.examiner.com/road-trip-travel-in-atlanta/ancient-walled-city-older-than-egypt-s-pyramids-unearthed-off-georgia-coast
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=> World holds its breath for Russian scientists drilling in Antarctic – as they try to find ‘alien’ underground lake before Tuesday ‘date of no return’
· Antarctic summer will come to an end within days – team’s last chance to leave the station
Conditions in lake similar to lakes on moons of Saturn and Jupiter
· Remote station recorded coldest-ever temperature on earth: -89C
· Lake has had no contact with man-made pollutants or Earthly life forms for millions of years
http://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-2095193/Lake-Vostok-Russian-scientists-drilling-alien-Antarctic-lake-buried-20m-years.html#ixzz1lTVRhd1S
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Why Switzerland Has The Lowest Crime Rate In The World
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E sobre acontecimentos incomuns no nosso Planeta:
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=> STRANGE SOUNDS IN SKY EXPLAINED BY SCIENTISTS
http://geochangemag.org/index.php?option=com_content&view=article&id=142:strange-sounds-in-sky-explained-by-scientists-&catid=1:global-news&Itemid=9
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http://www.youtube.com/watch?v=zrnTcgv1_Oc
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Se os nossos “experts” fossem menos dados a crendices e outras patranhas do género, se fossem humildes (que é coisa que raramente o são e têm a puta da mania que são mais espertos que os outros, mesmo quando são otários) e se fossem mais abertos aos factos que às teorias, teriam reparado nisto, nos boletins que algumas entidades públicas disponibilizam:
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http://tinyurl.com/7xmx7nh
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Esta forte criação de empregos pela industria do Norte, dava-lhes um sinal que as exportações tugas estavam fortes e sustentadas. Não era apenas fogo de vista. Que eram palpáveis estes números, que a indústria está a criar muito emprego, muito devido às exportações. Repare-se na imagem. Ela só vai até 2004, mas penso que a industria no Norte está a criar emprego a níveis que já não se viam, desde 1985/9.
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E o resto do país começará a seguir as mesmas pisadas, à medida que os sectores produtivos se virem para os mercados externos, que ganhem encomendas, que ganhem experiência e aprendam a penetrar em novos mercados. E enquanto o consumo vai caindo, o sector produtivo (dito “real”) está a criar empregos que é uma coisa que nãos e via há décadas. O que mostra que afinal Portugal tem muito por onde crescer e que as empresas estavam mal orientadas, estavam tolhidas e estavam demasiado viradas para os mercados internos.
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Esta é uma revolução industrial, que está por detrás do actual milagre económico. Esta informação é pública, não está escondida em bases de dados secretas. Qualquer pessoa humilde, com vontade mesmo de aprender e compreender a realidade económica portuguesa, poderia verificar estes factos. Mas como a maioria dos nossos opinion makers gostam é de papagaiar as ideias e teorias alheias (é chique dizer-se mal de Portugal e dos portugueses, não é?) e são mesmo burros, apesar de comerem livros, que os comem como eu como sopa, não pescam nada destas coisas. São muito espertos mas é no paleio que replicam do que lêm nos outros lados. Mas pensar é uma coisa demasiado díficil para esta gente. Pensar, de maneira isenta e independente, sem estereotipos e sem cartilhas importadas, é mesmo quase impossível para estes doutores da mula ruça. Enfim, esta gente é mesmo utópica, que se há-de fazer?
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Mas esse gráfico não engana. Mostra uma revolução industrial em Portugal. Só mesmo os néscios, que vão na onda do que se diz lá fora sobre nós (típico da parolice das nossas elites “bem-pensantes”) é que andam a mamar a propaganda alheia, em vez de procurar as respostas em Portugal. E as respostas e os sinais estavam em Portugal, não nos USA, na Inglaterra ou até mesmo na Alemanha.
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Mas, em terra de eunucos, quem tem um olho enraba-os com os factos. 😉 Mas alguns nem precisam de vaselina, podem ter a certeza. lololololol
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Serviço Nacional seria,
as Televisões e Comunicações Sociais etc em vez de doses maciças de PsyOp (que tudo sugere intencional e altamente prejudicial à confiança do investimento e consumo versus mais Emprego, menos falência do Tecido Produtivo Português menos congelamento pessoal de Investir), apocalipses, destruição da confiança dos Empregados-Empregadores-Familias-FPublica, “deificações” da Mortte e do Crime ou andarem a pôr a cabeça dos Portugueses “cheia de pregos” passassem a divertir, alegrar, animar quiça mesmo “limparem a pestana ao pessoal” como estas locutoras:
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http://www.youtube.com/watch?v=u0xD6XEmDV4&feature=endscreen&NR=1
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Não arrasem mais o País. Já chega.
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A exportação é uma das vertentes estruturais importantes em qualquer País que não seja do 3º ou 4º Mundo.
Mas está longe de ser a panaceia que curaria toda a Desgraça.
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Bater na tecla da Exportação (ou na importação de turistas estrangeiros) tem o seu lugar assim como por exemplo a ‘tool’ pôr os Portugueses a falar BEM Inglês para vender MAIS e MELHOR no estrangeiro.
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Sugiro mesmo a ideia que se entre numa política intensiva: a Televisão do Governo prestasse um serviço publico ÚTIL A CADA PORTUGUÊS programando sucessivos Cursos de Inglês a horas extra laborais em colaboração com alguma Escola Inglesa.
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Mas a Exportação precisa duma análise mais fina. Resultando conclusões entre outras por exemplo
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retirando ao total das Importações Portuguesas o valor correspondente ao que o Exportado implica (maquinarias, combustíveis, matérias primas, componentes, veículos etc) e retirando também os bens essenciais para os Portugueses não morrerem à fome ou ao frio,
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resta o tal valor que compromete seriamente o slogan político que os Portugueses “andaram a viver acima das suas possibilidades” e como tal seriam o grandes responsáveis pela Crise
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e portanto é ‘indispensável e imprescindivel’ manter o Rasto de Destruição do Mercado Interno e do Poder de Compra dos lucros sejam sob a forma salarial ou patronal ou de simples investidor.
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É preciso mudar o azimute.
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Como participar no milagre económico português. Exportar muito para Marrocos:
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“Hipermercados Marjane de Marrocos compram produtos alimentares portugueses
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Chocolates, bolachas, vinagres, frutas, sumos, queijos, massas alimentícias, arroz e vários outros produtos alimentares.
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Depois das relações de parceria já firmadas no domínio dos têxteis e do setor imobiliário português, a cadeia de distribuição marroquina Marjane-Acima – que detém 25 hipermercados e 30 supermercados sob aquelas insígnias em todo o território de Marrocos e prepara a abertura de mais 15 lojas nos próximos três anos – está a importar em força produtos alimentares portugueses para o país, revelou à “Vida Económica” o seu diretor-geral, Aziz Regragui, de visita a Portugal.”
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in http://www.vidaeconomica.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ve.stories/77792
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Exportar muito para Marrocos, maxime citrinos e haxe
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e pagar ao fisco mediante cheques sem provisão,como faz o senhor presidente do marítimo
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«Tinha-o como mais inteligente. O seu comentário é digno de registo. Alguém que se recusa terminantemente a admitir que as suas crendices estão completamente erradas. É um mundo teórico que está ruir, não é?
Deixe lá, habitue-se. Mas pensei que Vc. fosse muito mais inteligente. Este seu último comentário mostra á saciedade que é pouco menos que mediano. Lamento-o por si.» ANTI-COMUNA
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Caro AC, agradeço, sinceramente, as suas amaveis palavras. Mas sabe, nunca pretendi que me reconhecesse por inteligente. Ficava, aliás, apreensivo se v.exa. o fizesse.
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Vejamos, voçê acharia normal que um asno se virasse para um burro e dissesse olha burro és como um asno. Não, não é normal. O que é normal é que um burro ou um asno, para melhorar a própria auto-estima e estigma, se vire para um cavalo e diga olha cavalo pensava que eras mais inteligente. Está a ver? Quer dizer, que credibilidade pode ter um asno a discorrer sobre inteligência de um cavalo? Não pode, não acha.
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Agora, aprofunde a sua imaginação, e reflicta comigo, imagine que o asno depois de questionar a inteligência do cavalo, este ultimo lhe pergunta olha lá asno mas em que é que te baseias para me desqualificares dessa forma tão brejeira?
A esta pergunta o asno, que tem inteligencia limitada, responde olha cavalo porque as tuas crendices estão erradas, pronto é isso, não sei explicar porquê, mas estão erradas e comoeu intuo que estão, é porque estão.
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Ora, estas intuições vindas de um asno, que nunca terá demonstrado feitos na vida que sustentem tão elevadas certezas, causam perplexidade ao cavalo.
Mas debaixo da sua elevação natural , o cavalo, só pode retirar-se; não espera resposta; ele sabe que é impossivel ao asno responder. E portanto, retira-se, não sem antes lhe dizer, cheio de compaixão, meu asno mais vale burro que não sustente do que cavalo que me derrube.
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Rb
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AHAHAHAHAHAHAHHA
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Tinha-o mesmo por mais inteligente. Só se desilude quem ilude, não é verdade? De um cavalo para o asno ou vice-versa, como quiser.
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JCA,
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O ciclo maia longo de 52×20, pouco tem a ver com o movimento de precessão (o tal TILT), que é, se a memória não me falha, cerca de 25.000 anos.
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Há um ciclo solar que apenas hoje conseguimos compreender. O Tamisa, em Londres, congelava até ao início do Sec. XIX, mas no Sec XI a vinha era cultura comum no Sul da Inglaterra. Este ciclo junta-se com o da precessão e causa variações curtas (a nível geológico) no clima.
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Como participar no milagre económico português. Exportar muito para a China, que os sinais são de continuação de forte pressão salarial. (E respectivos aumentos de poder de compra dos chineses e suas importações.)
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“Employers of socks factories hold job advertisement to look for workers in Datang Township of Zhuji City, east China’s Zhejiang Province, Feb. 3, 2012. After the Spring Festival in January 2012, socks factories in Datang met a shortage of labor recently. ”
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in http://english.peopledaily.com.cn/90778/90860/7720046.html
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A coisa compõe-se. Quanto mais oportunidades houver para os portugueses exportarem, mais empregos potenciais serão criados em Portugal.
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Note-se bem o que eles já importam de Portugal:
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“O mercado chinês recebeu essencialmente peças e componentes para o sector automóvel, na via aérea, e bens de consumo, na via marítima, sendo que a tendência da importância do mercado chinês para a UTi Portugal nesta área é para continuar a crescer.”
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in http://www.cargoedicoes.pt/site/Default.aspx?tabid=380&id=6056&area=Cargo
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Se correr bem em 2012…
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Este post de GSilva é dedicado a alguém em especial no Blasfémias
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Este post de GSilva é dedicado a alguém em especial no Blasfémias ?
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O Governo “privatiza” empresas lucrativas, EDP e REN, cobre os prejuízos de empresas privadas (BANCA) … e a tralha liberal bate palmas.
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a propósito de Banca:
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é ao que se pode chamar um Estado no Estado, afinal são eles os responsáveis!… e estes jornalistas isentos, armados em manipuladores!… a senhora, não tem mesmo vergonha, que putéfia!…
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Francisco Colaço,
invoquei ironicamente de raspão o Ciclo Maia para aludir crendices ‘profético-apocalipticas-fins do mundo tantas vezes anunciados’. agora em 21.12.12, e a propósito desta parte no MailOnline:
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“Two ‘cycles’ in the way Earth’s axis spins have an effect on the cycle – one lasting 10,000 years and one lasting roughly 40,000 years.”
http://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-2095571/Natural-tilts-earths-axis-alter-temperature-cause-ice-ages-says-Harvard-scientist.html#ixzz1lYUyyl2Y
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A salvação da Tugulândia (ou será Tugolândia?) é exportar, exportar muitos chatos, todos os chatos e carraças para os desertos e para a Sibéria. Os indígenas vão delirar com tantos jornalistas, jornais e TV’s… eheheheh
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JCA,
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Confusão minha esclarecida.
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Como participar no milagre económico português. Criar uma startup para comercializar uma nova tecnologia inovadora, que usa o laser para administrar medicamentos num paciente, sem dor, substituindo a tradicional seringa. (Os ganzados até a vão procurar para não apanharem o vírus HIV. ehehheh )
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“LaserLeap: Tecnologia da Universidade de Coimbra vence desafio internacional de Fotónica (Vídeo)
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Três minutos para provar a criação de uma tecnologia inovadora que facilmente se transforma em negócio. O desafio foi lançado no Photonics West 2012, um dos maiores encontros científicos do mundo na área da fotónica, promovido pela Sociedade Internacional de Fotónica (SPIE).
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Carlos Serpa, investigador da Universidade de Coimbra (UC) e diretor executivo da Start-up tecnológica LaserLeap, aceitou o repto e venceu. Em três minutos, mostrou que a tecnologia LaserLeap (seringa a laser), que permite a administração rápida e eficaz de fármacos através da pele sem utilização de seringas tradicionais, é uma tecnologia do futuro.
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O estado avançado do projeto, com um protótipo de produto já concluído, impressionou não só o júri, como também “empresários americanos presentes no evento e que nos contactaram para eventuais parcerias”, revela Carlos Serpa.
Outro aspeto relevante para o júri foi o “potencial para a empresa vir a adotar um modelo de negócio do tipo ‘lâmina de barbear’, vendendo o laser e os dispositivos descartáveis”, explica o investigador da UC.
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Aplicações no tratamento do cancro da pele e de determinadas doenças dermatológicas, na administração de vacinas ou ainda em aplicações de cosmética, são algumas das utilizações da tecnologia Laserleap, uma tecnologia indolor e de baixo custo.”
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in http://www.cnoticias.net/?p=69181
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Se correr bem, esta empresa em breve estará a exportar para todo o mundo, criando empregos e riqueza, contribuindo para o corrente milagre económico português. Milagre esse, tão pouco apreciado pelos do costume. :))
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AC a sua cruzada é util.
Mas separe o trigo do joio quando enaltece a Universidade. O trigo que trabalha a sério não pode ser o chapéu de chuva que safa a ‘ciência’ oportunismo e a chico-espertice que há nas Universidades como em qualquer parte. Que vive parasita do corpo bom, este sim merece o poder e o comando das Universidades.
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Defenda quem trabalha, cria, descobre, esforça contra os jarrões que por lá andam debaixo do chapéu e do trabalho de outros. Faça esse favor.
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Liberte quem descobre e é cientista a sério da tralha que é preciso arrumar no sótão, principio válido para tudo.
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É uma sugestão. Fará o que entender como é obvio.
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licas
Posted 1 Fevereiro, 2012 at 12:56 | Permalink
Palavra que fiquei um tanto indignado quando li um comentário a respeito do roubo no LIDL de uma embalagem de feijão verde – valor 0,75 Euros – DE QUE ERA UM DELITO E, POR O SER, TERIA DE SER PUNIDO.
Pensando melhor, acabo de achar justo . . .
Como * a bíblia * dos estados democrático (a Constituição) diz que a lei é igual para todos, e que a pena, a haver, deve ser proporcional à gravidade do crime, proponho o seguinte:
A cada dia de prisão efectiva, 24 horas, corresponder uma quantia , , , digamos 50 Euros. Feitas as contas:
24x60x60 = 86400 segundos______5000 cêntimos
____________x________________75
Pelo que teremos:
x= 1296 segundos = 21,6 minutos de encarceramento
para o criminoso.
*****
E da mesma forma:
Um qualquer Loureiro (Valentim apenas de nome, cobarde de se acoitar na *nossa* justiça)
se cometeu crime deveria levar com 54 anos e 9 meses de prisão EFETIVA por cada milhão de
euros *desviados* na *transação* da Quinta do Ambrosio . . .
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Portela Menos 1
Se está a vender as empresas rentáveis, então deverá obter um bom preço acima de mercado, tal como já se viu com a EDP.
Se “compra” as que estão em mais dificuldades, consegue bons preços e terá lucro quando os preços se normalizarem. Claro que o ideal seria não ser o Estado a ficar com risco, mas como o A-C vai mostrando, o futuro não é assim tão negro.
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