O meu modesto contributo
25 Fevereiro, 2012
para o fim da polémica em torno da tolerância no Carnaval: convida-se o PCP a integrar o governo dando-lhe as pastas afectas ao trabalho. Num ápice acabam-se as tolerãncias de ponto, as greves no sector público tornam-se reaccionárias e naturalmente somos todos convidados a participar em mais um Dia de Trabalho para a Nação.
15 comentários
leave one →

A vida são dois dias e o Carnaval são três.
Nesta altura já deves ter morrido.
GostarGostar
esta coisa a que chamam rectângulo vai acabar mal.
metade da população é quase analfabeta. portanto um peso morto para os contribuintes.
precisa crescer 4% /ano para ser viável. as contas são fáceis de fazer.
a balança de pagamentos começa a equilibrar-se (bdp).
falta investir no sector primário
GostarGostar
É curioso o estado primeiro ajuda as empresas com os diversos tipos de despedimento, como o caso do despedimento coletivo do Qasino Estoril e agora dá incentivos para os mesmos, darem emprego o mal disto é a justiça popular andar a dormir.
GostarGostar
Os meus comentários estão à espera de aprovação.
Quando é que eles vão a despacho?
GostarGostar
Pois! Nem me lembrava dessa! Pode ser uma boa solução!
GostarGostar
Acho que a Helena está mais uma vez a ver mal o problema e a misturar coisas imiscíveis. A tolerância de ponto foi para a administração pública, setor pela qual tem demonstrado alguma, raiva, digamos assim para facilitar, e que não considera produtivo. Logo, a questão da não tolerância de ponto nem deveria ser posta. Depois, como sabe, o setor privado, altissimamentissimamente (assim mesmo, para realçar) produtivo, tem praticamente todo contemplado nos contratos de trabalho o dia do Canaval como se fosse feriado. Conheço um caso em que uma associação de empresários de uma cidade portuguesa publicou anúncios em jornais a lembrar os associados deste facto. Assim, cara Helena, espero que refoque a sua mira para o setor que, produzindo valentemente, esteve, esse sim, parado. E é se quer que eu continue a gostar de si.
GostarGostar
Claro que tal convite só estaria errado por ter sido feito pelo PCP.
GostarGostar
Dianho! Espero que a tribuna Helena continue a passar os olhos pelos meus humilíssimos comentários, apesar de uma vírgula virgulária, mais uma falhazitas pelo meio.
GostarGostar
E era ministro do Trabalho o coronel Costa Martins quando foi pedido um dia de trabalho extra para a Nação. E como nessa altura foi tudo o que era revolucionário trabalhar patrioticamente. Vão lá agora pedir-lhes um sacrificiozito em nome da Nação e logo vêem a resposta que têm. E se muitas interrogações se colocam agora sobre tudo e sobre nada, alguém nos sabe dizer para quem foi naquela altura a produção desse dia extra?
GostarGostar
não é preciso tanto … o PCP já faz maiorias com o PPD-CDS no caso da adoção de crianças!
GostarGostar
Era bom, gostava ainda de ver o que adivinho, que se o PCP mandasse e só alvitrasse pôr à consideração dos portugueses pelos seus delegados na assembleia que dado o aperto, a crise, que passamos não seria de mau tom ponderarmos ganhar também a terça-feira de ‘carnival’ para o incremento da riqueza do País, que a todos aproveita, vizinha do que foi o apelo de Vasco Gonçalves, uma vbez na vida, qual haveria de ser de novo a rebaldaria, de padres aos aos molhos, a bispos e à Igreja, com todos magistrados na peugada e logo em procissão maioria de jornalistas da rádio, televisão e da imprensa, à frente do povo, de Lisboa a Braga e Guimarães, capitais da juventude e da culturta, em slogans tiradas a algum post da helenamatos, que não, que era um atentado, o escândalo, numa volta ao tempo da URSS, amandar-se agora trabalhar os portugueses, já tão ensinados e amestrados do PS e PSD a simplesmente roubá-lo.
GostarGostar
Pelo menos os preconceitos de género unem PCP e PSD. Ainda não vimos o Bernardino Soares a perorar sobre o que a mãe-natureza instituiu, mas o dia há-de chegar.
GostarGostar
Acaso foi na Soeiro Pereira Gomes que lhe ensinaram que a competitividade dependia directamente do feriados?
Ou ouviu isso – há algum tempo – emanado dos inveterados calninistas de Berlim?
Não quererá antes uma Frau (qualquer) como ministro(a) do Trabalho?
Enquanto andarmos com minudências o tempo vai passando, o auxilio vai sendo gasto e (sem alegrias caranavalescas) vamos aumentando a dívida.
Um dia voltaremos aos mercados para sermos degolados pela lógica financeira que nunca fomos capazes de entender. Mas não importa. Cumpre-se (“custe o que custar”) o programa de Passos Coelho. Que nunca explicou em que circunstâncias o faríamos…
GostarGostar
JCardoso
Posted 25 Fevereiro, 2012 at 19:43 | Permalink
E era ministro do Trabalho o coronel Costa Martins quando foi pedido um dia de trabalho extra para a Nação. E como nessa altura foi tudo o que era revolucionário trabalhar patrioticamente.
______________________
Eu nesse dia também fui ao trabalho, por *opção* (Bem preferível
do que ser *convidado* pela COPCON do Otelo para *residir* nas suas *instalações*).
Fui ao trabalho, mas não trabalhei . . . Os FP ainda têm uma nesga de liberdade. . .
Quanto ao Costa Martins parece que se *evaporou*: nunca soubemos a razão . . .
GostarGostar
Helena Matos devia ter um pouco de pejo no que afirma ou mudar de ofício. A Cristas já anda a pedir ao Céu chuva. Vai criar muitos postos de trabalho na agricultura, aproveite a maré para novo emprego!
GostarGostar