Saltar para o conteúdo

Isto hoje não correu lá muito bem ao estudante de filosofia

8 Março, 2012
by

Sócrates, Jorge Coelho e Mário Lino estavam na lista de prendas de Manuel Godinho

Audiência do caso Freeport marcada por referências a dinheiro alegadamente pago a Sócrates

Justiça investiga ganhos de Sócrates

Deve ser da tempestade solar…

36 comentários leave one →
  1. Fincapé's avatar
    Fincapé permalink
    8 Março, 2012 21:52

    Não correu bem, porquê? Só se foi por desta vez não receber prenda.

    Gostar

  2. José Francisco's avatar
    José Francisco permalink
    8 Março, 2012 21:55

    E a rainha de inglaterra já sabe? Vai haver problemas, politicos a aproveitar-se da justiça?

    Gostar

  3. joão's avatar
    8 Março, 2012 21:56

    Haja respeito por quem tanto deu ao país e agora apenas deseja aprender e reforçar-se no caminho da virtude e do conhecimento verdadeiro.

    Gostar

  4. simil's avatar
    simil permalink
    8 Março, 2012 22:00

    Não correu bem ao Sócrates, aos coelhos Jorge e Passos, como ao secretário deste para as pontes, e ao Mário Lino. Corrupção, escusos negócios e bónus pessoais, em prémios diretos aos offshors, o caraigo.
    Que diz aquele Capucho, ex de Cascais, um zero à esquerda, quão bom na intriga, a lembrar o baboseiras do Rui Gomes da bola, no Dia Segukinte, à sewgunda-feira, ou o irado jovem do PSD, hoje, que o PS gosta de fazer ‘chafurdice’, disse ele, no mesmo genuíno gosto de estar a fazêr-la.
    E é nossa sina, diz o PCP, na senda do mesmo BE, que este governo e os outros dão-se muito bem com os comparsas ricos, enquanto desdenham do pobre, que emigre ou se mate, sem ser piegas.
    O fala-barato do Passos, vejam, não sejam piegas, façam como eu, de sempre em berço de achego e conforto, e não passo do pedante, arrogante, de tolo.
    Mas diz o Capucho, na intriga, nada, que ele não diz nada, e quando lhe dá pela frente um inteligente, a começar no Alfredo Barroso, ele vai-se às gamelas, aos saltos, um zero à esquerda, que assim não vale.
    E nem sai mais chamuscado que o Cartoga dos pintelhos, autêntico chino, esse ser independente, que a ministro do Cavalho deu aval ao Parque da Feira, que, falido, fica a cargo do governo, que o paguemos.
    E é assim Portugal, repartido e roubado dos governos, que o paguemos, pois claro.
    À Luso Ponte e parcerias, à EDP, que andou a roubar-nos, feita com os governantes, em negócios de máfia, estilo, façam obras, barragens, empenhem-se que quem paga é o povo, cada vez mais, desde ontem a vinte e já hoje a quarenta, que daqui a vinte anos o dobre e pague 90 e mais euros, se f… desde que nos ponham na conta, nas ilhas, prémio equivalente ao roubo de igreja vos concedemos.
    Que rais parta governos dos de Portugal, já deste e dos outros, se são semelhantes, como os descendetes daqueles ladrões, lavradores e soldados, que desde a Calábria e Sicília deram um dia por cá dentro.
    E que desgraçados !

    Gostar

  5. simil's avatar
    simil permalink
    8 Março, 2012 22:15

    E já lá diz o outro, estes governos mentem, trapaçam o povo, que roubam, por satisfazer quem é que os lá põe, por levarem grosso a troco do magro que dão de sukata a este e àquele sem-caráter :
    http://citadino.blogspot.com/2012/03/boaventura-de-sousa-santos-os-governos.html

    Gostar

  6. J.Silva's avatar
    J.Silva permalink
    8 Março, 2012 22:24

    O monteiro, o nascimento e a cândida ( cocó, ranheta e facada desta novela repugnante) já sabem disso?
    E o joãozinho das perdizes , travestido de “bestonário”, já se pronunciou?…

    Gostar

  7. Costa Cabral's avatar
    Costa Cabral permalink
    8 Março, 2012 23:46

    Tudo tretas para desviar as atenções da desgovernança geral da nação.

    Gostar

  8. Portela Menos 1's avatar
    Portela Menos 1 permalink
    8 Março, 2012 23:56

    Eu não comprava um carro em segunda mão a esses três mas – depois de uma semana negra da coligação – JMF a fazer de assessor de imprensa de PPC é muito lindo!

    Gostar

  9. trill's avatar
    trill permalink
    9 Março, 2012 00:19

    caso único! http://psicanalises.blogspot.com/

    Gostar

  10. Piscoiso's avatar
    9 Março, 2012 01:10

    Lá vem este com “alegadamentes” em manobra de diversão.

    Gostar

  11. Costa Cabral's avatar
    Costa Cabral permalink
    9 Março, 2012 02:21

    E o bago que os palonços dos automobilistas pagaram de portagens em Agosto e que o Barriga de Bixas da Lusoponte enfiou duas vezes no bucho?

    Gostar

  12. the lost horizon's avatar
    the lost horizon permalink
    9 Março, 2012 08:25

    Óh indiano, não tens terra para a independência declarares?

    Gostar

  13. aremandus's avatar
    aremandus permalink
    9 Março, 2012 09:29

    nas escutas não aparece o monhé a apanhar no cú, digo a barregar?

    Gostar

  14. pedro frederico's avatar
    pedro frederico permalink
    9 Março, 2012 10:05

    Eles dizem, que nao compram carros, nao acreditam, nao fazem nada, mas votaram 2 vezes no dito cujo…
    e pior, muitos querem ser iguais , em ponto pequeno…a raça socretina está para durar….o amiguismo, a cunha, o chico espertismo e depois os mais avançados da raça….falsificadores, corruptos, ladroes e engenheiros de fim de semana…

    Gostar

  15. aremandus's avatar
    aremandus permalink
    9 Março, 2012 10:21

    isso foi apanhado nas escutas que cavaco montou a são bento e que te valeu seres corrido do público pelo tio belmiro?

    Gostar

  16. acBrito's avatar
    acBrito permalink
    9 Março, 2012 10:44

    COMEÇO a ter medo destes moralismos…QUANTOS presidentes de câmara e vereadores recebem?…Quantos PSPs recebem? Quantos Gestores publicos de hospitais recebem?…
    Num país de gente assim… o que é que poderia dar…?
    Por isso menos ESTADO, os tugas nao sabem ter um Estado…ok?

    Gostar

  17. Piscoiso's avatar
    9 Março, 2012 11:05

    O jmf1957 nunca recebeu gorgetas.

    Gostar

  18. JP's avatar
    9 Março, 2012 11:25

    JMF,
    Acha que essa investigação vai acabar antes ou depois do adeus na PGR?

    Gostar

  19. aremandus's avatar
  20. anti-comuna's avatar
    anti-comuna permalink
    9 Março, 2012 11:54

    As boas noticias das más noticias.
    .
    .
    O INE (sem link, por problemas do servidor deles) publicou hoje os seus dados sobre a variação do PIB em 2011. À partida são muito más noticias. Mas não o são completamente, porque mostram Portugal a corrigir os seus desequilíbrios, muito à custa de uma forte queda na sua procura interna. Mas a procura interna portuguesa, desde há longos anos, foi sempre acima do desejável e comportável. Durante anos, acreditou-se em Portugal, que bastava o Estado puxar pela procura interna, que o tecido produtivo correspondia e o crescimento económico fortalecia-se. Em teoria parece que era assim que a economia devia-se comportar, na prática não aconteceu assim. O crescimento do PIB foi sendo cada vez mais fraco, a produtividade pouco subiu e nem mesmo o recurso ao crédito barato, permitido pela entrada no euro, melhorou a economia portuguesa. Pelo contrário, quanto mais dívida, menos a economia conseguia criar riqueza.
    .
    .
    Mas Portugal, fruto dos erros anteriores teve que fazer a sua cura de emagrecimento. Como vivia do crédito externo e no exterior cortaram-no aos portugueses (quem vive viciado no cartão de crédito, a melhor cura é tirá-lo!), de um momento para o outro, a procura interna colapsou. No entanto, o tecido produtivo, tão focado no mercado interno e o investimento (na generalidade com o recurso ao crédito) realizado em sectores não expostos à concorrência externa e/ou em sectores rentistas, sofreu também um choque. E aqui é que o tecido produtivo mostrou uma adaptação notável. De um momento para o outro, as empresas compreenderam que se queriam sobreviver ou mesmo crescer, teriam que se dedicar à exportação de bens e serviços. Isto num contexto, que o pensamento mainstream considerava impossível. Por várias razões, mas duas principais. A primeira, porque inseridos no euro e este sendo uma moeda forte, era impossível concorrermos no exterior, sobretudo fora da Área Euro. A segunda razão, porque quase todos diziam que o nosso tecido empresarial, em especial as PME, era dirigida por gente pouco qualificada e capaz. Amiúde até usam a expressão: “o empregado tem mais educação que o patrão”.
    .
    .
    Mas o que hoje nos revela o INE é uma coisa espectacular. E que quase todos diziam ser impossível. Associado à cura do vício do consumo, o tecido produtivo conseguiu corresponder ao que se lhe foi pedido. Ou seja, o tecido produtivo conseguiu vender no exterior o que não consegue em Portugal. Desmentindo de uma vez os dois mitos. Que dentro do euro Portugal nunca conseguiria exportar e que o nosso tecido produtivo era mesmo mal dirigido e capaz de sobreviver sem a “teta” da procura interna, induzida pelo Estado. Segundo os dados divulgados pelo INE, a procura Externa Liquida (ou seja, o saldo da diferença do crescimento das exportações com as importações) em 2011 foi de… 4,6 p.p. (Para simplificação, 4,6%.) Ou seja, se excluíssemos a forte queda na procura interna (e inventários, mas quase sem expressão estatística) , o crescimento económico de Portugal em 2011 teria sido de 4,6%!!! E no quarto trimestre, o crescimento teria sido de… 7,5%!!!!
    .
    .
    É evidente que esta saldo muito bom da PEL não se deve apenas ao aumento das exportações. (Em volume, cresceram 7,4% em 2011, um dos melhores resultados da Europa e talvez mesmo do mundo!) Muito se deve à forte queda nas importações. Que em 2011, cairam 5,5%, em volume novamente. E é evidente que associado a esta forte queda nas importações, está a forte queda na procura interna, logo, quando a procura interna estabilizar, também as importações deverão estabilizar, reduzindo a PEL No entanto, mesmo que as importações parem de cair tanto, só em volume, as exportações subiram de tal forma, que Portugal poderia crescer, mesmo sem contar com a procura interna. E isto são muito boas noticias. Ainda por cima, o produto potencial parece ter invertido a sua tendência de queda na velocidade do crescimento, segundo nos informou o último Boletim de Inverno do Banco de Portugal.
    .
    .
    Apesar das más noticias de hoje, elas em si mesmo encerram boas noticias. Portugal está a corrigir os seus elevados desequilíbrios internos e externos, de uma forma admirável. É evidente que o fá-lo com elevados custos, com muitas falências, aumento do desemprego, etc. No entanto, o que está a acontecer, ao contrário do que todos pensariam, é possível a Portugal ter um bom crescimento económico sem estar dependente do crédito fácil, de estímulos artificiais induzidos pela despesa pública e é possível ter um tecido exportador mais pujante e capaz de até ganhar quotas de mercado no exterior.
    .
    .
    Ao que tudo indica, Portugal encetou uma nova forma de encarar o seu crescimento económico. Não através de tentativas erradas de estimular um corpo viciado em drogas (crédito fácil e Estado esbanjador), mas através da produção industrial, para exportação, que por sua vez irá liderar o aumento da produtividade e do investimento, que por sua vez criarão cada vez mais postos de trabalho e reduzirá o elevado desemprego. Apesar do que as más noticias nos mostram, os dados em si mostram um Portugal capaz e bem melhor do que todos pensavam e esperavam. Logo que a procura interna estabilize e mais empresas internacionalizem as suas actividades e descobrem fórmulas de sucesso para conquistarem negócios no exterior, Portugal poderá conseguir crescimento económicos muito acima do esperado. Se assim for, fica mais ou menos explicado o tal sucesso português ou o “milagre económico tuga”. Esperemos pelos próximos trimestres, para confirmar se estes dados não irão confirmar isto mesmo. O milagre económico tuga! eheheheheh

    Gostar

  21. anti-comuna's avatar
    anti-comuna permalink
    9 Março, 2012 12:21

    As boas noticias que não vendem. (Ou a tara da imprensa de Lisboa pela morbidez noticiosa.)
    .
    .
    Ao que tudo indica, o fundo da recente queda na procura interna já deverá ter acontecido. Após o colapso da procura interna, na parte final do ano de 2011, os dados que vão sendo conhecidos (desde vendas a retalho, encomendas industriais papara o mercado interno, etc) mostram uma tendência de estabilização. Hoje o INE publica isto:
    .
    “O índice de volume de negócios nos serviços, ajustado dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou uma dimi-nuição homóloga de 8,2% em janeiro (redução de 14,3% no mês anterior). Os índices de emprego, das remunerações brutas e das horas trabalhadas ajustadas dos efeitos de calendário, apresentaram diminuições homólogas de 6,4%, 6,0% e de 5,1% em janeiro, respetivamente (variações de -5,8%, -8,6% e de -6,3% em dezembro, pela mesma ordem).”
    .
    in http://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=130173029&DESTAQUESmodo=2
    .
    .
    A velocidade da queda abrandou, embora a actividade dos serviços continue a cair. Ou seja, tudo o indica, até a actividade dos serviços, após o colapso induzido por uma má imprensa histérica e alarmista (“o euro vai acabar, vem aí a guerra ou a implosão do euro” e outros alarmismos semelhantes), sempre a propagar más noticias e a valorizar a morbidez crónica de quem vive num mundo surrealista.
    .
    .
    Talvez este alarmismo exacerbado e até irracional, tenha acelerado a correcção da procura interna e até criado mais desemprego do que o esperado, no entanto, após uma histeria colectiva na imprensa, as noticias terão tendência a mostrar melhores dados do que a própria imprensa esperava. E os próprios agentes económicos começarão a ter uma melhor apreciação sobre as suas próprias perspectivas futuras.
    .
    .
    Portugal viveu uma surto alarmista injustificado, anormal e completamente irracional. Isso afecta e afectou os próprios agentes económicos, que se adaptam notavelmente aos sinais e à envolvente noticiosa. Por um lado, as empresas viram-se para o mercado externo e conseguem exportar, o que são factos que alimentarão as suas próprias actividades e novas estratégias. Por outro, as famílias, sofrendo com o desemprego e queda no poder de compra (a taxa de desemprego é um indicador atrasado, nunca adiantado, excepto em algumas circunstâncias), induzidas por uma imprensa imbecil, mal preparada e incapaz de pensar racionalmente, claro que se retrairiam ainda mais no seu consumo, gerando ainda mais cortes em postos de trabalho, que se calhar eram desnecessários.
    .
    .
    Penso que o mau comportamento da imprensa e reacção dos agentes económicos, nos últimos trimestres, merecia ser objecto de investigação dos académicos, que estudam o comportamento humano enquanto agente económico. Porque, foi algo anormal e com efeitos profundos no comportamento dos consumidores, investidores e até dirigentes empresariais.

    Gostar

  22. anti-comuna's avatar
    anti-comuna permalink
    9 Março, 2012 13:20

    Os mitos que abundam e que escondem coisas notáveis, realizadas pelos portugueses.
    .
    .
    Outro mito que foi desmentido, pelo nosso tecido produtivo, é que é impossível aos portugueses exportarem com as economias europeias em queda. (Ou até mesmo recessão!) No quarto trimestre de 2011, o PIB em cadeia na UE caiu 0,3%. Na Área Euro também caiu 0,3%. E em mercados como o Alemão caiu 0,2%, Espanha caiu 0,3%, RU caiu 0,2% e só outro grande cliente de Porutgal, subiu 0,2%. No entanto, apesar de uma queda no PIB na UE, as exportações portuguesas, no mesmo período, subiram… 5,8%!!!! Isto denota uma força enorme face à adversidade externa e é aquilo, que alguns gostam, de chamar, a “força relativa”. No fundo, é saber até que ponto uma dada economia consegue resistir aos efeitos adversos de choques externos e influências do exterior. E as exportações portuguesas subiram 5,8% mesmo contra a adversidade externa. Isto é… Notável! Que em vez de valorizado e compreendido, é tido como mera má noticia.
    .
    .
    As vantagens portuguesas são evidentes. Portugal tem em alguns seus mercados-cliente, as oportunidades que lhe escapam numa UE. Estas vantagens, que a imprensa anglo-saxónica desconhece ou menospreza, reflectem-se depois na nossa própria imprensa. O que é estranho. A nossa imprensa consegue ser mais imbecil que a externa e até racista contra Portugal. Faz sentido? Não, não faz. Porque tal acontece? Não me cabe a mim entender esta imprensa imbecil, apenas assinalar o facto.
    .
    .
    Que vantagens são essas? A começar nos países de língua portuguesa, que têm economias muito sustentadas na produção e exportações de matérias-primas, muito valorizadas, em especial produtos energéticos. Como o petróleo e o gás natural, por exemplo. à cabeça, Angola, que é uma potência exportadora de petróleo, que se tornou no nosso quarto maior cliente. E chegamos ao Brasil, um país enorme, quase metade de um continente, que ainda pouco conta para as nossas relações comerciais, mas dada a sua especificidade, promete tornar-se num dos principais clientes de Portugal. E Portugal complementa bem o Brasil, pois tem em “excesso” aquilo que falta ao Brasil: tecnologias, know how, mão-de-obra muito qualificada, mão-de-obra disponível, etc. E estes são apenas dois exemplos, mas há mais vantagens portuguesas evidentes. O que não se compreende é o pessimismo exagerado numa imprensa imbecil, tendo dados que permitem ter um maior optimismo do que o que apregoa aos quatro ventos.
    .
    .
    Mas é notável, que mesmo exportando cerca de 4/5 para a UE, e esta com quedas no seu PIB, as exportações portuguesas resistiram notavelmente. E noutros casos, com crescimentos muito elevados, acima da média comunitária, ou mesmo Portugal sendo o campeão das exportações para o Brasil, China, Japão e até a India. Países esses, que estão em estágios acelerados de desenvolvimento económico, na generalidade deles, e os portugueses a conseguirem vender para esses mercados e a taxas excelentes. Só para a China, as exportações subiram 67%. Já em Janeiro deste ano, as exportações para o Brasil cresceram 109%!!! E, no entanto, opinion makers e imprensa, demasiado pessimista e quase que nem tendo em conta esta capacidade notável dos portugueses em exportarem os seus produtos e serviços.
    .
    .
    É tão triste assistir-se a opiniões baseadas em crendices menos nos factos. E mais triste, é quando se mimetiza em Portugal, o racismo e desconsiderarão de uma imprensa externa alarve. E é tão triste ver tanta a gente a valorizar o que vem de fora e a menosprezar notáveis realizações dos portugueses. É tão triste e imbecil, ver tanta gente a influenciar o meu país, que não tem sequer brio no que os seus compatriotas são capazes de fazer. No entanto, os mitos abatem-se e os factos mostram: Portugal está a fazer um esforço notável para se livrar da crise e os portugueses estão a adaptar-se de uma forma impressionante aos novos tempos, que a crise internacional de 2007/8 veio imprimir ao próprio funciomanto económico da economia mundial.
    .
    .
    Mais uma vez, analise-se os factos: Portugal aumentou as suas exportações em cerca de 5,8% quando o resto da Europa teve quedas no seu PIB. Nesse quarto trimestre, não tendo dados que me permitam dizer com toda a segurança, Portugal não apenas terá sido o campeão da Europa das exportações, como o terá sido mesmo um dos melhores do mundo. Repito: DOS MELHORES DO MUNDO!

    Gostar

  23. anti-comuna's avatar
    anti-comuna permalink
    9 Março, 2012 14:15

    Coisas notáveis feitas em Portugal. Um exemplo. E como esta empresa deseja participar mais activamente no actual milagre económico. E esta entrevista mostra alguns ensinamentos. E como não existem soluções únicas, mas várias e que cada caso é um caso.
    .
    .
    O caso da empresa que vende água engarrafada Glaciar. Olhe-se bem na estratégia deles.
    .
    .
    Têm um produto altamente valorizável e diferenciado:
    .
    .
    “O especialista Jean-Claude Rodet considerou a Glaciar a terceira água menos mineralizada do mundo, colocando-a, em termos de qualidade, ao nível das duas referências mundiais, a francesa Mont Roucous e a canadiana Esker. Mas o que tem de tão especial a portuguesa Glaciar?
    .
    A água Glaciar é um fenómeno geológico único. A água emerge naturalmente por uma fratura na rocha no Vale Glaciar, a 1400 metros de altitude, no coração do Parque Natural da Serra da Estrela, um santuário natural protegido de poluição, agricultura e caça. Brota todo o ano entre os 2 e os 7 graus, com apenas 22 mg de resíduos secos, 2,3 sódio, 5,6 de PH, ausência total de nitratos e nitritos e de uma pureza bacteriológica ímpar. São características que lhe conferem um sabor fresco e uma leveza única.”
    .
    in http://www.oje.pt/gente-e-negocios/intermail/agua-portuguesa-para-quem-pode-e-exige-excelencia
    .
    .
    Estratégia do seu modelo de negócio:
    .
    “Quando adquirimos a Da Nascente, tomámos três medidas imediatas, as grandes responsáveis para conseguirmos atingir o equilíbrio. Primeiro, investimos em tecnologia, designadamente numa equipa especializada e em capacidade industrial. Segundo, após esses investimentos, e tendo as condições reunidas a nível industrial para baixar os custos fixos, procurámos parcerias com a grande distribuição alimentar que garantissem o volume de produção necessário para a capacidade instalada. Ou seja, mantivemos o modelo de negócio existente, fazendo-o crescer em volume. Por último, e foi o passo mais importante, iniciámos a internacionalização da marca, de forma a aumentar as margens de comercialização, uma vez que os mercados onde operamos pagam a qualidade da água. Hoje, a Glaciar é reconhecida como uma das melhores águas do mundo. Esta posição e a notoriedade alcançada permitem-nos olhar para mercados mais exigentes e com valor acrescentado.”
    .
    .
    Reparem. Modernizaram as linhas de produção e equiparam-se bem, para obter elevadas melhorias na sua produtividade industrial.
    .
    Depois, conseguiram escoar a produção, sacrificando margens, mas garantindo elevadas utilizações da capacidade produtiva. Desta forma fizeram acordos com grandes grupos de distribuição, que lhes permitiu manter um nível de receitas, que lhes assegurasse a sobrevivência financeira.
    .
    Por fim, face a um mercado interno que não valoriza o produto deles como eles desejariam (e face às próprias características da própria água), encetam a exportação, com uma maior valorização do seu produto, e apostam, não no preço (como o fizeram no mercado interno), mas maior margens conseguidas com a venda a preços mais elevados no exterior. Combatem nos mercados externos, não com preço, mas com as qualidades ímpares do seu produto.
    .
    .
    Além do sucesso conseguido, o que prevêm para 2012?
    .
    “Com que volume de negócios, mercado interno e externo, concluíram o exercício passado? Quais as expectativas para os resultados de 2012?
    .
    Fechámos 2011 perto dos 12 milhões de euros de volume de negócios, dos quais 30% representam mercado externo. Para 2012, esperamos duplicar este volume de negócios apenas no mercado externo.”
    .
    .
    Ou seja, prevêm duplicar as exportações em 2012. (Entretanto, começam agora a abordar determinados segmentos de mercado a nível interno, tentando subir na cadeia de valor, para dependerem menos do volume vendido na grande distribuição.)
    .
    .
    Eis aqui mais um exemplo de sucesso do nosso mundo empresarial. E uma internacionalização bem pensada, não apostando no preço baixo mas na valorização de um produto com características ímpares e valorizáveis no mercado internacional. E só em 2012 prevêm duplicar as exportações.
    .
    .
    Em Portugal, estão a fazer isto. Não na China, nos USA ou em Marte. Isto é excelente e pouco reconhecido, certamente. Mas são este tipo de empresas que estão a fazer um milagre económico. Um milagre sem varinhas-de-condão, mas planeamento, estratégia e capacidade empresarial. O Estado pouco conta para o sucesso desta empresa, que vale pelo que eles conseguem fazer e não pelo que o Estado pode fazer por eles.

    Gostar

  24. anti-comuna's avatar
    anti-comuna permalink
    9 Março, 2012 15:01

    Mais coisas boas portuguesa nunca reconhecidas em Portugal. A diversidade de sectores económicos e produtivos, que não mostrando uma elevada especialização industrial, na prática ajuda imenso os portugueses. Mas que em Portugal, estranhamente, ninguém reconhece esse facto. E deve ser uma das principais explicações para o actual milagre económico português.
    .
    .
    Eu mostro uma noticia, na imprensa internacional. (Não anglo-saxónica, note-se!)
    .
    “Berlim – As exportações da Alemanha voltaram a aumentar em janeiro, apoiadas pela forte demanda de fora da zona do euro em crise, elevando o superávit comercial e reforçando as esperanças de que a maior economia da Europa terá evitado uma recessão no inverno europeu.
    .
    in http://exame.abril.com.br/economia/noticias/exportacoes-da-alemanha-voltam-a-aumentar-em-janeiro
    .
    .
    A dada altura, na noticia, pode-se ler isto:
    .
    “As exportações se recuperaram das quedas do final do ano”, disse Christian Schulz, do banco Berenberg. “A Alemanha está lucrando com sua forte diversificação. Quando a zona do euro está debilitada, a demanda de economias emergentes ajuda.” Dados não ajustados mostraram que as exportações para países da zona do euro subiram apenas 4,6 por cento em janeiro, enquanto as exportações para países da União Europeia fora do bloco monetário cresceram 7,1 por cento e para outros países, 15,4 por cento.”
    .
    .
    Reparem no que diz o comentador. “A Alemanha está lucrando com sua forte diversificação. Quando a zona do euro está debilitada, a demanda de economias emergentes ajuda”
    .
    .
    Isto é básico para qualquer comentador económico. A diversificação diminuiu os riscos e aumenta as oportunidades. E em Portugal? “Ah! Não vejo nada de especial nos nossos sectores económicos. Só se for nas exportações da Autoeuropa!”. Ou seja, esta gente consegue desiludir qualquer um. Então não reconhecem que a diversificação é uma vantagem, em vez de uma desvantagem? E que a especialização pode ser transversal ao tecido produtivo em vez de concentrada?
    .
    .
    Repare-se bem. Lá fora, ser diversificado ajuda a Alemanha. E é bom. Em Portugal, parece que se esquecem, do ditado popular: “não metas os ovos todos no mesmo cesto”. Isto demonstra uma coisa. Esta gente, que se arma em altamente qualificada ainda é mais burra que o povo, tido como inculto, que na sua sabedoria convencional, 8não académica) o diz: não metas os ovos no mesmo cesto. Ou a menos que em Portugal se reconheça esta vantagem, mas se calhar apenas para o raio da Alemanha. O mesmo já não se aplica aos portugueses. Gulp!
    .
    .
    E, meus amigos, o que se aplica ao caso alemã, também se aplica ao caso português. Nós exportamos muita coisa, desde água engarrafada até a pneus, papel, vinhos, etc. Mas o que nos interessa, neste caso, é que a diversidade de sectores, permite que Portugal aumente as suas exportações, equilibrando a própria natureza dos ciclos económicos. O ciclo económico dos produtos de consumo não é o mesmo dos bens de equipamento. A variedade ajuda a baixar a volatilidade dos vários sectores. A velocidade dos ciclos económicos é diferente para cada região do mundo, mesmo quando existe um elevado sincronismo. Isso ajuda a baixar o risco e a volatilidade de quem tem diversidade. Como Portugal.
    .
    .
    Mas estranhamente, em Portugal querem coisas vistosas. Coisas grandiosas. Grandes projectos. Megalómanas. Em grande e à francesa. No entanto, isso é apenas fogo de vista. A variedade de sectores, empresas, produtos e serviços, é uma mais valia, que deveria ser valorizada. É por isso, que por um lado, não me espanta o que Portugal está a conseguir. Quando um sector engasga-se, outro tem um impulso. E assim, vão diminuindo a volatilidade. E os riscos. E é mau para Portugal? Porquê?
    .
    .
    PM Já agora, acedam aos dados alemães, que mostram como as exportações deles dispararam. Tal deverá acontecer também em Portugal: http://www.destatis.de/jetspeed/portal/cms/Sites/destatis/Internet/EN/press/pr/2012/03/PE12__084__51,templateId=renderPrint.psml

    Gostar

  25. anti-comuna's avatar
    anti-comuna permalink
    9 Março, 2012 15:15

    Esta noticia é dedicada a um determinado, agora, ausente comentador dos Blasfémias, que dizia que Portugal não estava a baixar o seu défice externo:
    .
    .
    “o défice externo português reduziu-se para 5,1% do PIB, ou 8741 milhões de euros.”
    .
    http://www.oje.pt/noticias/economia/economia-portuguesa-teve-de-pedir-8741-milhoes-de-euros-ao-exterior-em-2011
    .
    .
    Com sorte, este ano este défice passa a excedente. Vamos ver. No entanto, havia para aí gente, com elevados conhecimentos de novas teorias monetárias, que garantiam que não. Que Portugal continuava a ter défices na casa dos 10%. (Porque lia nos blogues da moda americanos e ingleses.)
    .
    .
    Enfim, quem não tem gosto nos portugueses, até as coisas boas que eles fazem, não é reconhecido pelos tugas. É o que faz sem colonizado mental. Gulp!
    .
    .
    PM O Banco de Portugal previa que fosse de 6,7%. Mas na realidade, Portugal baixou para metade, em apenas um ano, o seu défice externo. Mas, claro, só quando algum bicho conhecido que fale em inglês o escrever, é que esta gente vai passar a cantar: MILAGRE! MILAGRE! MILAGRE EM PORTUGAL! eheheheheheh

    Gostar

  26. anti-comuna's avatar
    anti-comuna permalink
    9 Março, 2012 15:31

    Mais uma noticia dedicada aos profetinhas da desgraça.
    .
    .
    “Para mercado europeu
    .
    Tramagal produz Fuso Canter 4×4
    .
    A fábrica do Tramagal da Mitsubishi Fuso Trucks Europe vai iniciar a produção do Fuso Canter 4×4, no final de fevereiro, para o mercado europeu. A versão de tração integral do chassis-cabina da marca japonesa, detida pelo grupo alemão Daimler, estará disponível com peso bruto de 6,5 toneladas, cabina Comfort e motorização diesel de 175 cv.”
    .
    in http://www.transportesemrevista.com/Default.aspx?tabid=210&language=pt-PT&id=3567
    .
    .
    Esta fábrica pertence à divisão de camiões do grupo Daimler-Benz, que também é dono da conhecida marca de carros de luxo, a Mercedes.
    .
    .
    Desde Outubro que esta fábrica (Mitsubishi mas que pertence à Daimler) produz os novos modelos Canter. Modelos esses, que são comercializados por todo o mundo, mas a fábrica portuguesa com o exclusivo para os mercados europeus. A própria Lusomotores, (nome da empresa em Portugal) vai aumentar a sua capacidade produtva e duplicar os postos de trabalho em Portugal, se não me falha a memória.) E novos modelos estão a entrar nas suas linhas de produção, assim como outros modelos em teste (como os hibridos, mistura de gasóleo com electricidade). E Portugal é o único produtor na Europa, que assim é mais uma oportunidade nas exportações portuguesas.
    .
    .
    Ou seja, mais uma oportunidade para Portugal aumentar as suas exportações. No entanto, tudo a chorar pelos cantos, quando na realidade, caso como este, mostram que se calhar, temos mais razões para sorrir que chorar. Note-se que a Daimler é hoje líder mundial, não apenas de mercado, como em tecnologias para camiões. E a Lusomotores é a que produz na Europa, os camiões de média tonelagem. E que será previsível que cresça bem nas suas vendas internacionais.
    .
    .
    Mas ninguém dá valor às boas noticias e até oportunidades que surgem. Só lhes interessa valorizar o que de mal corre em Portugal.

    Gostar

  27. tric's avatar
    tric permalink
    9 Março, 2012 15:31

    ” Economia portuguesa teve de pedir 8741 milhões de euros ao exterior em 2011″
    .
    mentiroso sou eu e não minto tanto…

    Gostar

  28. anti-comuna's avatar
    anti-comuna permalink
    9 Março, 2012 15:39

    Quem é que é mentiroso, Tric? Eu ou o INE? Se for eu diga-o e prove-o.

    Gostar

  29. António Alves's avatar
    António Alves permalink
    9 Março, 2012 15:50

    Hoje reli este post do JMF e tenho-me fartado de rir. É que me faz lembrar a Lusoponte. E este do Álvaro? Este então é hilariante! 😉

    Post do JMF:

    Já há 587 milhões de folga
    Hoje de manhã, o economista Álvaro Santos Pereira alertava no seu Desmitos para o facto de a proposta de Orçamento prever um pagamento, em 2011, de 587 milhões de euros à Ascendi em nome do seu ”equilíbrio financeiro”. E explicava que essa empresa era do universo da Mota-Engil e do BES. Pelo que ironizava: “Afinal, por que é que haveríamos de nos preocupar com a descida do rendimento disponível dos portugueses ou com os efeitos recessivos que a subida do IVA provocará se o que está em causa é o “reforço da estabilidade financeira” da Ascendi?”
    Mas eis que, da parte da tarde, via Jornal de Negócios, ficamos a saber que a dotação de 587 milhões é “um lapso”. Quem o diz é a própria Ascendi.
    Pelo que cabe perguntar: caindo essa rubrica da despesa, qual é a que cai do lado da receita? Ou, mais precisamente, que imposto é que não tem de aumentar tanto já que haverá 587 milhões de folga?

    aqui: https://blasfemias.net/2010/10/18/ja-ha-587-milhoes-de-folga/

    Post do Álvaro:

    SUBIR O IVA OU AJUDAR A ASCENDI?
    Sabia que mais de metade das receitas projectadas com a subida do IVA vão “direitinhas” para os cofres de uma empresa privada? Sabia que as transferências dos dinheiros do Estado para esta empresa equivalem a mais de metade das poupanças arrecadadas com o corte de salários dos funcionários públicos?
    Pois é, é verdade. Pelo menos, é isso o que nos informa o Relatório do Orçamento de Estado para 2011. Como todos sabemos, o projecto de Orçamento de Estado do governo dá azo ao maior aumento da carga fiscal das últimas décadas. Sobe-se o IVA, o IRS, as contribuições sociais, bem como toda uma série de taxas que farão diminuir o rendimento disponível das famílias e aumentar os custos das empresas e dos consumidores. Cortaram-se ainda salários, prestações sociais, despesas com a Saúde e os gastos com a Educação. Tudo em prol do “interesse nacional”. Porém, sabia que o mesmo governo que está a querer aumentar o IVA vai igualmente transferir 587,2 milhões de euros para a ASCENDI, com a desculpa de levar a cabo a “reposição da estabilidade financeira” da empresa? E que esse “reforço” equivale a um aumento de 289,6% das verbas pagas à ASCENDI em relação a 2010? (p. 212 do Relatório do OE 2011)

    Quem é a ASCENDI? É uma das empresas/grupos económicos que tem ajudado o governo na sua cruzada de “modernização” do país através da construção de mais de 850 quilómetros de auto-estradas em diversos pontos do país. E quem são os principais accionistas da ASCENDI? Depende da concessão em causa, mas são maioritariamente a Mota-Engil (entre 35% e 45% do total), a ES Concessões (detida pela Mota-Engil) e a OPway, entre outros.
    Na sua mensagem de missão sobre a parceria da empresa com o nosso Estado, a ASCENDI revela bem o que lhe vai na alma: “Vemos o Estado Português como uma entidade que se confunde com o país, com o bem-estar e com o bem comum.”
    Pois é. E é esta “entidade que se confunde com o país” que prefere subir o IVA, taxar os contribuintes e cortar nas despesas da Educação e das prestações para reforçar a estabilidade financeira de uma empresa privada.
    No entanto, se o Estado não estivesse interessado no “equilíbrio financeiro” da ASCENDI ou se, pelo menos, tivesse tentado renegociar contratos e prazos com esta empresa, talvez tivesse sido possível evitar parte do corte salarial dos funcionários públicos ou, pelo menos, evitar a subida do IVA em um ponto percentual.
    Mas não. Afinal, por que é que haveríamos de nos preocupar com a descida do rendimento disponível dos portugueses ou com os efeitos recessivos que a subida do IVA provocará se o que está em causa é o “reforço da estabilidade financeira” da ASCENDI?

    http://desmitos.blogspot.com/2010/10/subir-o-iva-ou-ajudar-ascendi.html

    Gostar

  30. jorge silva's avatar
    jorge silva permalink
    9 Março, 2012 15:53

    estou a ficar cansado de dizer o mesmo: mas quando é que o jmf ganha vergonha na cara e se cala de vez? se isto fosse um país decente jmf não escrevia nem sequer no borda d’agua

    Gostar

  31. tric's avatar
    tric permalink
    9 Março, 2012 15:54

    ” Economia portuguesa teve de pedir 8741 milhões de euros ao exterior em 2011″
    .
    A-C, você sinceramente acredita nesta informação!!?? aliás, alguem acredita!!?? mas enfim, Portugal não é a Grécia…

    Gostar

  32. anti-comuna's avatar
    anti-comuna permalink
    9 Março, 2012 16:03

    Bem, se o Tric não acredita, porque são os seus desejos, isso já não é bem um problema do INE. Mas seu. 😉

    Gostar

  33. tric's avatar
    tric permalink
    9 Março, 2012 16:14

    respondeu á minha pergunta, você acredita! 🙂
    .
    ” Economia portuguesa teve de pedir 8741 milhões de euros ao exterior em 2011″
    .
    mas existe alguem em Portugal, sem ser o A-C, que acredita nesta informação !???

    Gostar

  34. anti-comuna's avatar
    anti-comuna permalink
    9 Março, 2012 16:20

    Explique-me porque não o havia de fazer. Então se a balança comercial caiu de caraças, porque deveria não acreditar? Se as necessidade de financiamento do Estado cairam, sobretudo com a venda da EDP. E se as próprias familias estão a reduzir o seu consumo e crédito acedido, porque não havia de acreditar. Se eu próprio dizia que as coisas estavam a correr melhor do que todos pensavam? Se até, no íntimo, acho que este ano, teremos um excedente, não apenas na balança comercial como até na corrente? Porque não? Porque eu desejo que tal aconteça? E Vc. não? ehehhhehhe

    Gostar

  35. Francisco Colaço's avatar
    Francisco Colaço permalink
    9 Março, 2012 16:42

    Se isto ajuda, a dívida aumentou desde 30-06-2011 até ao fim de Janeiro de 172.393 para 180.756 milhões de euro. No mesmo período transacto havia aumentado de 142.614 em 30-06-2010 até aos tais 172 milhares de milhões.
    .
    Desde o consulado Passos Coelho a dívida do Governo aumentou 8 mil milhões de euros.
    No ano transacto (socretino) havia aumentado 30 mil milhões de euros! É verdade, quase 20% do PIB num único ano!
    Nos dois anos anteriores a este (socretinos, também), havia aumentado ainda mais 28 milhões de euros.
    Desde o consulado de José Sócrates, a dívida subiu de 92.761 milhões de euro para 172.393 milhões de euro.
    .
    Em seis anos e pouco a dívida cresceu 80 milhões de euro! Quatro destes anos com juros baixíssimos.
    .
    A fonte é credível, é o Instituto de Gestão da Dívida Pública.
    .
    Tirem as vossas conclusões. Eu limito-me a apresentar números.

    Gostar

  36. Francisco Colaço's avatar
    Francisco Colaço permalink
    9 Março, 2012 16:44

    … 80.000 milhões de euro em seis anos. Fica a correcção.

    Gostar

Indigne-se aqui.