Vamos pagar estas barragens para quê?
8 Maio, 2012
Vale a pena ver esta reportagem da TVI. Nem tudo nela está correcto, mas ficam algumas perguntas pertinentes. Sobretudo não se percebe por que vamos gastar tanto dinheiro em barragens que se podem transformar numa espécie de novas scuts.
42 comentários
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jmf come auela pandega do jornalista-pseudo,filho do Enes.
um bom exemplo da bosta do jornalismo tuga
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Realmente a PSP e a GNR têm abusado das barragens. Até a ASAE virou pinga doce.
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Não seja piegas! Isso tem de se fazer que já tem contratos assinados e as expectativas dos operadores económicos tem de ser garantidas e acarinhadas.
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É preciso ir mais a montante. Para nossa desgraça colectiva (dos contribuintes primeiro e dos consumidores logo mais), as barragens são necessárias devido ao excesso de potência eólica instalada. O Prof. Pinto de Sá – um dos intervenientes na reportagem – já o explicou de uma forma, que diria definitiva, neste post de Setembro de 2009 (de leitura obrigatória para quem queira perceber a embrulhada em que nos meteram).
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Continua a bandalheira governativa ?
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As barragens além do aproveitamento energético permitem acumular água, o que pode vir a ser muito importante com as alterações climáticas que se prevêem. Nao vejo que sejam SCUT., pois nao deverá suceder ficarem cheias sem produzir energia ou fornecer água para consumo, ao contrario das estradas que estão sem clientes.
Em especial num país que depende muito de fontes de energia do exterior, este investimento faz sentido.
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Sem prejuízo do comentário do Eduardo F., que tem toda a razão no tocante à culpa da eólicas, vejam estes meus dois posts recentes para perceber a verdadeira essência do problema:
http://ecotretas.blogspot.pt/2012/04/potencia-vs-ponta.html
http://ecotretas.blogspot.pt/2012/05/tres-em-um-da-nossa-desgraca.html
Esta reportagem é marcante, ao contrário das anteriores. O Carlos Enes encostou o Nuno Ribeiro da Silva às cordas, sendo que o António Sá da Costa foi mesmo vencido por KO. O Carlos merece os parabéns só por isso, coisa que nenhum jornalista português tinha feito até hoje, nem mesmo a Fátima Campos Ferreira no Prós e Contras…
Ecotretas
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Paulo,
Quais alterações climatéricas? Essa ideia de que o clima não devia variar é a maior estupidez dos últimos séculos!
E depois fique sabendo que o impacto económico negativo das energias alternativas é muito superior ao das SCUTs. Basta olhar para os números! Felizmente, a Sociedade está a acordar para o problema, mas já vai tarde….
Ecotretas
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Este jmf1957, deve ser um agente do KAOS.
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JMF já está alinhando com o partido da esquerda radical grega que foi encarregado de formar governo.
Pagar a dívida odiosa grega, para quê?
Bem vindo, filho pródigo do comunismo albanês e kosovar…
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««Sobretudo não se percebe por que vamos gastar tanto dinheiro em barragens que se podem transformar numa espécie de novas scuts.»»
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Essa é a parte mais errada da reportagem. O Joanaz de Melo só diz asneiras.
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O Joanaz de Melo foi efectivamente quem mais asneiras disse na reportagem. Cada vez que ele abre a boca, só diz asneiras… Basta ver a folha de cálculo aos 12:52 do primeiro vídeo do post
http://ecotretas.blogspot.pt/2012/05/facturas-de-betao.html
para perceber a aberração das contas que ele faz! Para quem queira perceber mais porquê, vejam:
http://ecotretas.blogspot.pt/2011/12/contas-das-novas-barragens.html
Ecotretas
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Caro JMF, concretamente pode especificar melhor a expressão “Nem tudo nela está correcta”?
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Alterações climáticas? Ahah deixem-me rir.
Saíram há pouco tempo as normais climatológicas 1981-2010, e estive a comparar com normais anteriores para várias estações e sabem que mais? A precipitação média em Portugal não desceu, e houve uma ligeira descida de mínimas no Inverno, ou de subida de mínimas durante o Verão em estações… mais urbanas. Mas se pegar em normais climatológicas da primeira metade do século XX encontram-se dados mais interessantes: Portugal já foi um país muito mais seco há mais de 50 anos.
Dada a nossa situação geográfica, estamos sujeitos a isto, alternância de períodos secos com anos chuvosos, secas e cheias, ondas de calor e de frio. De um lado temos o Atlântico, do outro o interior da Península, a sul África…
Essa das alterações climáticas há muito que cheira a esturro e a negociata.
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Caro JMF, concretamente pode especificar melhor a expressão “Nem tudo nela está correcta”?
O jornalista raramente deixou o entrevistado completar uma ideia, não que fossem certas ou erradas.
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Fingem que não sabem. Perguntem em Paris, está lá quem sabe.
“O esquema lucrativo das novas barragens socratinas, realizadas através de parcerias público-privadas implicam um verdadeiro imposto insuportável para os consumidores de eletricidade portugueses. Um negócio que não é apenas com a EDP, mas também com as espanholas Ibredrola e Endesa.
O projecto socratino das novas barragens avançou devido à conveniência financeira do Governo (que obteve, à cabeça, uma receita que aplicou nas parcerias público-privadas dos transportes e no financiamento do défice do assistencialismo) e às receitas esperadas pelo concessionário:
A maior receita nas novas barragens será obtida pela bombagem através das eólicas.
Outras receitas menores serão obtidas quer seja mediante da energia hídrica (30 dias por ano) e das garantias de potência.A lei da água foi alterada de modo a que o concessionário da Barragem possa concessionar a água a terceiros bem como a possibilidade de comercializar o uso (usufruto) das margens”.
http://doportugalprofundo.blogspot.pt/
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Ecotretas,
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Quais alterações climatéricas? Essa ideia de que o clima não devia variar é a maior estupidez dos últimos séculos!
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G’anda chatice de quem não teve de viver a Pequena Idade do Gelo e o Ano sem Verão.
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Ecotretas,
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Antes que possa ser mal interpretado, eu considero o Aquecimento Global (TM) tão científico quanto as interpretações que por aí andam do Calendário Maia, misturados com Rosacrucianos, Nostradamus e outras autoridades cientificíssimas.
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AS MINHAS CÁBULAS, sobre as famosas facturas de “facturas de betão”:
Um resumo resumido, para EU não me esquecer, e já agora partilho, convosco:
UMA CÁBULA, para não me esquecer:
O valor da componente privada fixada nos contratos das PPP foram já pagos, pelo menos contabilisticamente, pelas produtoras de electricidade e recebidos pelo estado/governo, em 2008, com um único objectivo: acertar as contas do orçamento desse ano (tapar um buraco orçamental).
Agora, falta o estado/governo pagar a componente pública, para que as construtoras e produtoras sejam ressarcidas do empréstimo e se mantenham operacionais… trabalhando arduamente para fazerem COISA nenhuma.
UMA LUSA-SOLUÇÃO:
– instalaram paliteiros de eólicas, eventualmente*, A MAIS que produzem mais energia de noite, justamente quando o consumo decresce. Para isto IMPORTÁMOS tecnologia para as ventoinhas;
– como não há tecnologia à escala comercial para armazenamento dessa energia, repassamos para Espanha, nas horas nocturnas, o excedente a CUSTO ZERO!
– construindo Barragens (num curso de água, mais do que uma), permitiria usar-se o excedente de energia eólica para accionar estações eléctricas de bombagem que transferem, no horário de excedentes, durante a noite, água de cotas de juzante (mais baixas) para cotas a montante (mais altas) a custo baixo e, assim, o excesso de energia eólica é “armazenado” em energia potencial (hídrica) que se pode usar/turbinar na fase de maior consumo, e vender a custo alto;
– A meu ver, esta gestão integrada SIM, é INOVADORA E PIONEIRA a nível mundial. Eu diria ainda mais, PUDERA!
– O reverso da medalha é que para construir barragens envolve custos financeiros, ambientais (turismo incluído) e sociais.
O QUE PRECISA SER FEITO:
1 – Em relação às PPP, os actuais governantes ficaram, a modos que, no mato sem cachorro…Isto quer dizer que têm mesmo mais é que “pagar”…
2 – Claro que, quem vai ter mesmo que pagar TUDO, com língua de palmo, seremos nós todos, mais os filhos e netos…
3 – Se fosse para eu resolver, já tinha metido TODOS OS ENVOLVIDOS nestes contratos em PRISÃO PROLONGADA, e atirava a chave fora, até que todas as contas desta dívidas FOSSEM PAGAS. Se não há legislação para o efeito, PACIÊNCIA! O povo português também não tem dinheiro e PAGARÁ;
4 – Quanto às barragens, só autorizaria construiria as que fizessem falta aos pares, para que se pudesse aproveitar o excedente nocturno do MONUMENTAL PALITEIRO EÓLICO, cuja tecnologia PAGÁMOS para importar e instalar.
_____
Atenção porque há pontos importantes a ter em conta nestas embrulhadas monumentais, e que são:
a) esta DIRECTIVE 2009/28/EC OF THE EUROPEAN PARLIAMENT AND OF THE COUNCIL, of 23 April 2009, que impôs a todos os países europeus o seguinte num ponto mandatório (obrigatório) do seu articulado:
“In the light of the positions taken by the European Parliament, the Council and the Commission, it is appropriate to establish mandatory national targets consistent with a
20 % share of energy from renewable sources and a 10 % share of energy from renewable sources in transport in Community energy consumption by 2020.” Ver aqui: http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=Oj%3AL%3A2009%3A140%3A0016%3A0062%3Aen%3APDF
b) As contas CERTAS das necessidades reais de ventoinhas são MUITO controversas, precisariam de VERIFICAÇÃO pormenorizada (ao miliwatt), ver aqui:
http://ecotretas.blogspot.pt/2011/12/contas-das-novas-barragens.html
Como os especialistas não se entendem, e não confio já nas contas de ninguém, só depois de EU CONFERIR!
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Se a reportagem tem algum valor é na manipulação dos entrevistados para atingir um objectivo predeterminado. Depois é só fazer uma montagem cortando o que possa contradizer.
Trata-se de um cozinhado daqueles que jmf1957 fazia no Público, que só engole quem quer.
Ficou célebre aquela sopa de escutas em Belém.
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Essa de comparar barragens com scuts deve ser ideia de helenafmatos, a deusa das comparações incomparáveis.
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A reportagem teria ficado melhor se o jornalista deixasse responder os entrevistados, em vez de interromper para dar opiniões. E pareceu-me que havia muita coisa a perguntar. O problema é que, quando se fala de energia, os jornalistas ficam atarantados porque não a conseguem ver. Muito menos a distinguem da potência instalada, confundindo conceitos que os põem à nora.
Apesar de tudo, a reportagem tem alguns méritos e dá informação relevante. Mas porque raio é que o custo médio do Mwh da energia produzida não inclui todos os custos como no caso da eólica? Assim, não faz sentido comparar os 40 e picos euros com os 90 e tal das eólicas, nem falar na diferença de 51 euros.
Depois há uma confusão inadmissível entre o mau negócio do Estado com as necessidades das centrais hidroelétricas, até porque nunca é referida a necessidade de reservas aquíferas, nem outro tipo de desenvolvimento que as barragens poderão levar às regiões. Lembro que a reportagem começa com um toquezinho no coração, um pouco pindérico, sobre as pessoas que terão de abandonar a região e a “piscininha” onde um catraio nunca mais pode nadar.
No entanto, tenho uma posição crítica em relação à exagerada construção de barragens e centrais hidroelétricas.
Deveria ser da conjugação das necessidades de reservas hídricas, mais as necessidades de resposta em termos de produção elétrica a definir a necessidade de construção ou não de mais barragens. Mas acrescento um aspeto importantíssimo que é a preservação do ambiente e de alguns dos rios em causa.
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Vale a pena ver,
e não chegas a entender, ao fim, por que um pagava 36 – 40 € de eletricidade e, de repente, passa a pagar 137 euros.
Que referia a reportagem algo como que o Sókras fez empréstimo, ele e o das Finanças, à EDP, de muitos milhões, de graça, na prática, como e3les eram bons a fazê-las, acontece é que durante cinco, quinze ou vinte anos, vamos é todos pagá-lo, numa renda que não pára e só cresce, até aos filhos e netos.
Esta e outras, a 100 e 300 euros, se não mais, que vais pagar.
E eles não vão para a cadeia, diz-se, porque Paris é longe e nem se sabe bem onde mora o homem.
Mas não anda aí o nosso Teixeira, que nos possa esclarecer e mesmo ir arrumando uma cela na cadeia, por modo a receber lá o patrão ? …
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Isto é que são badamecos a falar sobre electricidade, barragens e co-geração.
Faz-me lembrar o javardo do Villaverde Cabral – esse expoente da suciologia da treta – a falar sobre o marketing das bodegas do ti Alex.
É de partir o côco ler estes indigentes!
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Usar a água das as barragens como baterias não tem nada de pioneiro : http://en.wikipedia.org/wiki/Pumped-storage_hydroelectric;
Armazenar energia eléctrica podia ser feito com outras tecnologias : http://en.wikipedia.org/wiki/Compressed_air_energy_storage#Lake_or_ocean_storage e http://hydrostor.ca
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Resumindo,
Alguem acredita que com com estes investimentos ruinosos (scuts,eólicas e barragens), nos vamos safar nos próximos anos?
1. Economia a crescer é mentira.
2. Bancarrota na certa ou em alternativa tantos empréstimos da troika como PECs do Sócrates.
Só tenho pena dos desgraçados (classe média e baixa) que vão pagar isto tudo e sofrer no pelo e a sério.
Mas alguem mais vai gemer…
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Uma coisa eu retive, vai-se fazer algo com estas barragens que não foi feito em mais lugar nenhum do mundo.
Daí que das duas uma, ou estamos à frente de todos os outros países, nestas coisas, ou foi feita asneira nalgum ponto do processo.
Como a possibilidade de estarmos tecnologicamente à frente de países como os USA, a Alemanha, a Suiça, o Japão, etc, me parece pouco provável, até atendendo ao estado económico em que nos encontramos a segunda hipótese é quase certa, foi feita asneira.
Pelo que li parece-me que a asneira está feita ao nível das eólicas. É uma energia verde e fofinha, como as focas de peluche, daí que pagamos pelo brinquedo, mas como são brinquedos de gente grande, pagamos como gente grande.
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Leitura extensa mas imprescindível :
.http://www.ren.pt/SiteCollectionDocuments/Plano%20Desenvolvimento%20e%20Investimento/2012_2017/PDIRT%202012-2017%20(2022)-CP%20-%20Relat%C3%B3rio%20T%C3%A9cnico.pdf
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1º) Os problemas aqui referidos foram levantados na altura em que os governos Sócrates começaram a falar no assunto, mas, na altura, poucos se interessaram.
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2º) Tal como com os estádios de futebol, neste momento grande parte do estrago está feito (obras em marcha, dinheiro gasto). e agora?
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3º) Existe um problema real no que à energia diz respeito, que, com ou sem alterações climáticas, nos obrigam a pensar em alternativas aos combustíveis fósseis.
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4º) Não convém que nos deixemos manipular, mais uma vez, porque o lobby das “ventoínhas” não só não é o único, como não passa de uma ingénua criança comparativamente com o do nuclear.
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«Não convém que nos deixemos manipular, mais uma vez, porque o lobby das “ventoínhas” não só não é o único, como não passa de uma ingénua criança comparativamente com o do nuclear».
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Sim, é absolutamente notável o sucesso do lobby nuclear nos últimos 30 anos. As centrais têm-se multiplicado a um ritmo inacreditável. Já as ventoinhas vegetam por aí, sendo praticamente idêntica a potência instalada há várias décadas atrás.
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Mas isto é só montes de bosta…
Então o jornalista é que manipula? Então ó minhas bestas, que é o que sois quase todos, depois de feitas as barragens, e de visto que não servem para nada (como tantas outras obras que se dizia que iam ser espectaculares e muito úteis, ou já não se lembram dos estádios e das auto-estradas?), como é que se desfazem ó inteligências? E fosse a vossa terra a ficar submergida? Mas quem diabo são vocês para privar as gerações futuras da terra que lhes pertence? Anormais dum raio, é mais bonito ter albufeiras para irem para lá andar de mota de água não é? E que os pague o contribuinte… É muito mais importante isso do que ter animais que já são raros e ter um rio selvagem e intocado da fonte à foz… Vocês não são gente, são merda mesmo. Envergonham-me de partilhar a minha nacionalidade com vocês. Porque não partilho mais nada.
Censure-se se tiver que se censurar, mas isto não pode passar em branco porque dinheiro paga-se e despaga-se, assim como assim já estamos habituados. Mas isto não é isso dinheiro, é património de valor literalmente incalculável que se vai perder por causa de uma hipotética vantagem energética, que nem sequer reúne consenso, antes pelo contrário. Os engenheiros do Técnico não sabem nada… Quem sabe são os da Independente hem? Sabujos.
PS: Francisco Colaço, o aquecimento global é real. Se persistir em apenas ouvir o que os políticos têm a dizer sobre isso, nunca vai chegar a conclusão nenhuma. Mas os dados climatéricos são claros e o consenso na comunidade científica é global e peremptório: o aquecimento existe e é causado pela actividade humana.
Embora isso pouca ou nenhuma relevância tenha para esta questão. Aqui é só mesmo ganância e negociata para sustentar chulos em prejuízo do nosso património ambiental e turístico, que é do pouco que ainda temos, já para não falar do dinheiro dos contribuintes.
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O original.
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mujahedin,
Diz que o “o consenso na comunidade científica é global e peremptório”? Bolas, ainda não viu a entrevista de Ricardo Augusto Felício ao Jô Soares? Olhe que o Ricardo percebe da poda e é Prof. Universitário da Universidade de São Paulo:
http://ecotretas.blogspot.pt/2012/05/ricardo-augusto-felicio-no-jo.html
A sua Religião Verde está a acabar!
Ecotretas
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A Ecotretas engole tudo o que os homens do petróleo mandam dizer, pagando, claro, aos seus empregados pseudocientistas.
Até a Visão já andou por lá (lá é a terra dos américos) e mostrou como aquela gente funciona.
Aquela malta até acredita que dá passeios em ovnis a Júpiter e a Saturno e também acredita no tea party.
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Fincapé,
Essa dos homens do petróleo é válido para os ambientalistas. São eles que recebem dinheiro dessa gente! Eu não recebo um cêntimo de ninguém nesta luta pela verdade! Eu sou livre, e por isso penso pela minha cabeça.
Tu, infelizmente fazes fincapé nas baboseiras da religião verde! Estás endoutrinado e nem o sabes! Mas a tua religião está a acabar, e o estrondo vai ser grande…
Ecotretas
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Eh! Eh! Eh! Pois estou endoutrinado e nem o sei. Sou um provinciano que gosta de verde, o que é que queres! Mas como tu gostas mais de betão, alcatrão, poluição, amontoados de lixo, oceanos ácidos e sem peixe, glaciares derretidos e muitas outras coisas boas resultantes da sociedade de consumo, estás como queres. Eu sei que a minha religião está a acabar. À velocidade que o consumismo e o ultraliberalismo militantes roem o planeta, a minha relçiogião acabará, sem qualquer dúvida. Se tiveres descendentes, mostra-lhes estas asneiras, para eles verem como há gente tão pateta que acha que o planeta já teve paciência excessiva.
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Fincapé,
Podia-te desmontar todas as tuas crenças, mas não tenho pachorra para tanta ignorância!!!
Falas por exemplo em oceanos ácidos, mas desconheces que o pH dos oceanos é de 8.1-8.2?
Falas de glaciares, mas desconheces que as últimas notícias são de glaciares a aumentar:
http://www.telegraph.co.uk/earth/environment/globalwarming/9206785/Himalayan-glaciers-growing-despite-global-warming.html
Misturas Aquecimento Global com poluição, coisas que não têm nada a ver. Obviamente os ecologistas deviam-se preocupar com a poluição, como eu me preocupo. Mas andam preocupados com o CO2, o alimento das plantas?
Enfim, vai ver a entrevista do Jô Soares ao prof. universitário lá no Brasil. Está em Português perceptível, e desmonta essas ideias tuas, TODAS!
Ecotretas
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O problema é que não sou de crenças. Mas com as tuas observações, associadas ao teu nick (ecotretas), começo mesmo a ter a crença de que és uma tontinha. Vá lá, é uma crençazita desculpável. É que quando falaste na religião verde querias obviamente abranger os vários domínios que interferem com a ecologia, tal como ao usares esse nick (contra o qual não tenho nada, só que te definem). Logo, não venhas dizer que há misturas no que eu disse.
De qualquer forma, tens de ter um pouco de paciência e ler mais. A sabedoria não é uma coisa que ande a esvoaçar por aí e entre de repente na cabeça das pessoas. Mesmo que assim fosse, era necessário que houvesse cabeça.
Já agora, reflete um pouco sobre tudo aquilo que já foi feito em prol do planeta, à custa de muita luta dos ecologistas contra todos os ecotretas e que permitem que tu e outros/as possam dizer que os danos não são assim tão grandes como se dizia.
Nessse campo, não me sinto totalmente feliz porque me limito a estar informado e a ter comportamentos de respeito razoáveis em relação ao mundo em que vivo. Até porque não conheço outro. 😉
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Ó ficapé pareces um comunista – tudo está a ruir mas estás firme na tua –
tenho como vizinho um Professor Universitário Jubilado, fisico de formação, que anda pelo mundo inteiro a estudar o clima, sabes o que Ele me diz á mais de 10 anos,
Que tudo o que é o aquecimento global é para esquecer, não passa de um negócio.
Que tem estado calado, porque esconjuram-no, “lixam-no” a ele e aos seus filhos.
Que já foi ameaçado de morte se divulga as suas teorias e a de outros que pensam como Ele
que não são nada daquilo que ouves desses “verdes”… comunistas e socialistas
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És crente sim. Não negues agora as evidências.
Mas sim, não tardará nada a negares a tua Religião…
Ecotretas
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Credo, Israel. Olha um comunista e um socialista atrás de ti. Foge, foge!
Errado! Não entendo essa vossa ideia de que só os comunistas e socialistas é que são inteligentes. Também há muitos social-democratas que o são. Aliás, o mundo culto, e que se encontra já noutro patamar da civilização, é exatamente social-democrata.
Pronto, ecotretas, queres que seja, sou! Como te acho simpática (se fores quem penso que és, até simpatizo contigo, embora às vezes sejas mazinha) eu cedo. Mas só porque tu assim queres! Eh! Eh! Eh!
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Reportagem anterior.
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