Perguntar não ofende
Já não digo como sugere o Henrique Raposo que os jornalistas questionem António José Seguro e Carlos Zorrinho que agora se mostram tão escandalizados com “as rendas da energia” sobre o planeta onde residiam quando José Sócrates as negociou e lhes chamou «apoio no sentido de levar Portugal para a vanguarda da energia.» O que me causa enorme espanto é porque durante os vários anos de governo o PS não aplicou a tal agenda para o crescimento e o emprego que agora garante ser a receita infalível para o país? Custaria muito perguntar ao PS se essa agenda para o crescimento e para o emprego não foi precisamente a receita socialista que nos trouxe aqui? Ou sendo diferente a agenda para o crescimento e emprego de Seguro da de Sócrates porque nunca a apresentou?

a culpa é do sócrates.
era sexta feira,algo nublada,lá fora estavam uns 16 graus,era dia 25 de maio de 2010 (ia escrever 2011,mas por essas alturas estaremos em maré de eleições)
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Não vá por aí porque, assim sendo, também há muitas perguntas a fazer ao PSD e aos anos em que esteve no governo. Nesta história não há bons.
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Claro que tenho de ir por aí. É esse mesmo o caminho. Os partidos devem ser confrontados com essas contradições caso contrário viveremos de desastre em desastre. E neste história há bons e maus. Honestos e desonestos. Medíocres, cobardes, acomodados. E o seu contrário: gente de coragem e coerência. Ninguém é perfeito mas querer nivelar por baixo para desculpabilizar não apenas a falta de ideias mas particularmente os crimes de alguns é uma técnica antiga e comprovadamenet eficaz. Em Portugal neste momento testa-se se será sempre eficaz. Espero que não.
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o António José Seguro e o Carlos Zorrinho têm que dizer qualquer coisa só para não ficarem calados! Quem não fala não existe e eles têm que mostrar que existem.
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Eu gostava de saber é o que andam a fazer os deputados da maioria, que não levantam precisamente esse tipo de lebres. Honra seja feita ao Adolfo Mesquita Nunes que ainda vai pondo alguns pontos nalguns is e não se coíbe grandemente de chamar os bois pelos nomes.
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“Os partidos devem ser confrontados com essas contradições…” – helenafmatos
Olhe que não. É só aqueles de que não gosta.
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Contribuições para o crescimento:
CMVM condena Armando Vara e Francisco Bandeira a coimas de 50 mil euros
25.05.2012 – 10:56 Por Cristina Ferreira
“O ex-vice-presidente da Caixa Geral de Depósitos (CGD) e do BCP, Armando Vara, e o vice-presidente da CGD, e actual director, Francisco Bandeira, foram acusados pela CMVM de “negligência” por não terem impedido – apesar de terem conhecimento dos factos – um conjunto de ilicitudes realizadas na rede comercial do grupo público”.
Claro que 50000 são trocos.
Contribuições exponenciais para o crescimento:
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/alan-perkins-pinoquio-freeport-ultimas-noticias-tvi24-socrates/1350071-4071.html
Claro que 200000 ou 220000 são trocos.
Estas são tímidas contribuições, a seu tempo explicitaremos mais.
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como diz JMiranda, ainda é cedo para conhecerem os factos todos.
http://www.publico.pt/Pol%C3%ADtica/adjunto-de-miguel-relvas-demitiuse-1547619
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conclusão minha:
demite-se o adjunto para cobrir o ministro e torna-se este um saco de box para cobrir o primeiro ministro.
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Helena,
tem razão quando diz que “Os partidos devem ser confrontados com essas contradições caso contrário viveremos de desastre em desastre.”
Mas tem menos razão quando deixa nas entrelinhas que isso basta. Quer dizer, que quem governa poderá passar o seu tempo a perguntar aos outros porque não fizeram, considerando isso alibi suficiente para que nada façam. É pouco!
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Relembrando o essencial:
Após a tomada de posse de José Sócrates, como primeiro-ministro do XVII Governo Constitucional, e ainda antes da transferência de um alto quadro da ‘espionagem’ para o seu Gabinete, – José Almeida Ribeiro –, fui tornando pública a devastação fulminante das lideranças do SIED, SIS e DIMIL. Os atentados terroristas, que se sucederam depois do 11 de Setembro de 2001, em Nova Iorque, não eram suficientes para explicar uma tal revolução nas ‘Secretas’ portuguesas, apesar de se ter assistido a uma campanha de amplificação sem precedentes do medo e do terror nos Media. Ainda que tolerando, a custo, a tradicional ‘dança de cadeiras’ em lugares sensíveis ao ritmo dos sucessivos Governos, a partir da eleição da maioria socialista atingiu-se um patamar impensável. A dimensão da razia foi tal que, contrariamente ao habitual, acabou por saltar, rapidamente, daquele microcosmos para a opinião pública. A grosseria política ultrapassou todos os limites da tradição democrática.
Os SMS de agora são trocos.
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Helena:
Foi o Zorrinho quem, a 9 de Agosto de 2010, assinou a célebre Portaria que introduziu as “Garantias de Potência” para remunerar os novos centros produtores eléctricos. Seria normal qiue este facto fosse difundido e ele confrontado com tal atitude, agora que se insurge contra “as rendas Excessivas…” seja lá o que isso for…
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Os tempos são outros. Os pobres estão mais miseráeis.
Helenafmatos, que não é parva, não arme em idiota!
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Cara Helena Matos: a tal agenda para o emprego e crescimento de que fala “a orfandade” de Sócrates, claro que foi aplicada! Todos nós sabemos para quem! E também sabemos que foi o que nos trouxe até aqui! Aquele deputado do CDS enumerou algumas coisas! Olhe o aeroporto de Beja! Crescimento e emprego! Olhe a Parque Escolar! Crescimento e emprego! Olhe a Parpública! Crescimento e emprego! Olhe as PPPs! Crescimento e emprego. Olhe o ex-… Paulo Campos! Crescimento e emprego! Já me cansei de tanto crescimento e emprego! Para já não falar dos 150.000 postos de trabalho da campanha eleitoral!
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