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Tem dado bons resultados

28 Maio, 2012

O PSD quer meter empresas privadas a fazer solidariedade social à força: Bancos proibidos de subir “spread” em caso de divórcio ou viuvez

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Depois há quem se espante que não há crescimento.

13 comentários leave one →
  1. CA's avatar
    28 Maio, 2012 08:18

    Os bancos deviam era pagar ao estado o seguro permanente que têm e que foi accionado no caso BPN. Espanha e Irlanda perderam-se porque os bancos contam com um seguro que não pagam.

    Quanto aos casos de divórcio ou viuvez, porque haviam os bancos de poder alterar o spread? Se o crédito continuar a ser pago, não há necessidade de alterar nada. Se deixar de ser pago, já têm demasiados meios para recuperarem o crédito.

    Finalmente, em que é que isto altera o crescimento? Os bancos têm usado o poder político para obter crescimento artificial à custa de PPPs.

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  2. JDGF's avatar
    JDGF permalink
    28 Maio, 2012 08:20

    “Depois há quem se espante que não há crescimento.”…
    Estamos a falar de (ou a escrever sobre) ‘crescimento vampiresco’?

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  3. Samuel Quedas's avatar
    28 Maio, 2012 10:25

    Ó Miranda, o que é triste é que se calhar… você é mesmo assim.
    Não há “crescimento” por causa da diminuta “dimensão” dos seres da sua estirpe.

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  4. Contumaz's avatar
    Contumaz permalink
    28 Maio, 2012 10:30

    O Miranda a “atacar” o PSD.
    É tão giro este Miranda.
    Faz-nos ficar de cara à banda.

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  5. Trinta e três's avatar
    28 Maio, 2012 10:32

    Em caso de viuvez pouco interessa o “spread” porque, em grande parte dos casos, a dívida fica liquidada.

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  6. José Manuel Moreira's avatar
    José Manuel Moreira permalink
    28 Maio, 2012 11:27

    O tipo padrão de comentários, dá ideia de que não faltam quem pense que o ideal não é um Estado que não atrapalhe, mas uma entidade que atrapalhe bem…Entretanto, continua a crescer o número dos que votam com os pés.

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  7. José Manuel Moreira's avatar
    José Manuel Moreira permalink
    28 Maio, 2012 11:30

    Melhor: O tipo padrão de comentários reforça a ideia de que não falta quem pense que o ideal não é um Estado que não atrapalhe, mas uma entidade que atrapalhe bem…Entretanto, continua a crescer o número dos que votam com os pés, jmm

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  8. Fredo's avatar
    Fredo permalink
    28 Maio, 2012 12:37

    Não pára de cuspir contra o vento.
    O resultado não é muito higiénico.

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  9. Fredo's avatar
    Fredo permalink
    28 Maio, 2012 12:40

    Ainda bem que a Zazie não aparece por aqui.

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  10. Pi-Erre's avatar
    28 Maio, 2012 20:41

    A Zazie não aparece porque apanhou greve no metro.

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  11. JB's avatar
    28 Maio, 2012 22:34

    Com legislação deste tipo, os bancos passam a transferir para o spread inicial os riscos de um eventual divórcio, tornando assim o crédito mais caro. É o consumidor cumpridor que passa a arcar com o prejuízo. Por isso – e só por isso – sou contra este tipo de legislação.
    De qualquer forma, o que o post esquece é que o divórcio pode até aumentar a liquidez do devedor mutuário, razão pela qual não existe razão suficiente que justifique o aumento automático do spread. E também não colhe o argumento da liberdade contratual, ao qual se poderia recorrer caso os contratos fossem negociados de forma individualizada.
    As razões pelas quais tais cláusulas de alteração unilateral do negócio são habituais no crédito ao consumo prendem-se com a circunstância de os contratos de mútuo serem padronizados, limitando-se o mutuário a assinar o contrato, sem poder negociar as respectivas cláusulas. Acresce que todos os bancos utilizam os mesmos formulários contratuais, o que implica a inexistência de alternativas no mercado para quem queira celebrar um mútuo com condições mais equilibradas (é habitual, por exemplo, que o banco queira condicionar o arrendamento do imóvel por parte do mutuário ao consentimento daquele, o que não deixa de constituir uma limitação abusiva da condição de proprietário do devedor).
    É para isso que existe legislação sobre cláusulas contratuais gerais há mais de quarenta anos e com bastante sucesso na proibição de algumas práticas abusivas. Não é preciso legislação adicional, apenas se torna necessário que se aplique a lei vigente.

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  12. Me's avatar
    28 Maio, 2012 23:10

    diga-se que são empresas privadas muito especiais , não é ? “não podem ir à falência”!!! e quando estão em dificuldades os contribuintes são chamados a ser “solidários” com elas , mesmo que já não valham um tostão furado , logo , se não querem fazer caridades , não a peçam …

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  13. PMP's avatar
    PMP permalink
    29 Maio, 2012 00:20

    Os bancos deviam ser proibidos de subir os spreads enquanto os pagamentos estiverem em dia.
    .
    Não existe razão para nenhuma subida, a não ser aproveitamento e abuso.
    .
    Se não quiserem fazer credito bancário desta forma, têm bom remédio , vão para Africa que tem regras mais “liberais”.

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