JMiranda,
Vc. por vezes exagera !
Não goze com a miséria de outros !, ao tentar fazer de nós tolos. Quer obter X comentários ?
(Maravilhoso mundo seria o seu, sem sindicatos…).
Este post não serve para nada. Não se esperava obviamente que o JM dissesse alguma coisa sobre as condições degradantes em viviam os trabalhadores. Mas mais valia valia uma daquelas litanias a dizer que os trabalhadores estavam lá de boa vontade, aceitaram o contrato, é tudo gente livre e igual, os sindicatos só atrapalham e o estado não tem de inspeccionar nada, e o empreendedorismo, e os sindicatos que os empreguem se têm pena deles, etc.
Talvez o ideal para JMiranda seja a ilegalização de sindicatos e a entrada em cena de cartéis, de gangs punitivos. Quem, trabalhador por contra de outrem protestar, começa por ficar com os dedos partidos e se insistir na revolta, ” oh !, acordou morto”…
Engraçado… o coitado do João Miranda não pode postar nada que aparecem sempre os abutres do costume a deitar postas de pescada. Acho que o melhor mesmo era deixar o país para os MJRBs, Neotontose outras coleguinhas. Essa cambada parasita só se calará quando levar o hospedeiro à morte!!
Ontem aquelas imagens de pobreza, abandono e incúria social, à moda do esclavagismo moderno, mostraram-nos o modelo de sociedade hiperliberal. É assim, e aí está ela na sua perfeição absoluta. Um concurso, um contrato, uma subempreitada, uma subsubempreitada, nem dá para perceberbem .
Normalmente, dá para todos. Para uns, carros topo de gama e moradias de luxo com piscina, para outros, armazéns inacabados, em condições sub-humanas.
Este é o futuro prometido. Quando havia as grandes utopias, houve também sonhos que a realidade estragou. Mas para o hiperliberalismo não há utopias. Como na pátria dele, só há realidades. Estas.
Ok, Renato, talvbez não se esperasse alguma coisa de relevante dele sobre as condições ‘degradantes’ em que sobreviveram … e porém eu vi lá o João miranda, descobri-o pintado de farrusco entre os trabalhadores escravizados.
E então dirá bem ele, de conhecimento in loco, razoável, sindicato quer castigo para a empreza abusadora, subcontratada .
Pedro, andaste meses num barco de pesca? Isso é para impressionar? Volta lá para o barco de pesca e vai dar uma volta ao mundo e vem aqui falar. Deves pensar que és o único que trabalha.
Ponto e ponte de Oredem:
O João emite uma provocação;
Os coments vão atrás sem detetarem o tom.
Ou entendem o JoãoM
como alguem disposto a aceitar o regresso do “Trabalho escravo”?
Conclusão: assunto analisado nas TV… que já está resolvido…blá, blá, blá…
Uma pesada multa que não será aplicada:
À PT do genial Bava; À excelente administração da grande empresa de constução civil.
Nem à pequena empresa que liderou de perto com os “escravos” por dois meses.
A qui no rectângulo… no pasa nada.
Como habitual mente.
no pasa nada / Monti
.
diferença é só que médicos põem um ministro à defesa
enquanto enfermeiros podem menos
e vozes de uns ‘pretos’ escravizados não chegam nem às orelhas de um Bava, mais boys milionários pts, com Rendeiro .
Depois do porta voz, o interprete do João Miranda 😉 “Pá, vocês não entendem o João Miranda, eu explico”… não stresses, monti, a gente já sabe que o JM não defende o trabalho escravo. O JM é um diletante, faz frases. Tem medo que se se indignar com estas coisas lhe chamem comunista. Então, pronto, arranjou um esquema para gozar com os sindicatos. É fácil e irrelevante. E dizes que no pasa nada? Passa, passa. Uma filha da putice. O risco é que o cinismo e a indiferença blasé tome conta desta merda. Já sabes qual é o montante das coimas? É humor negro. Trabalhadores a passar frio, com má alimentação e vem um cabrão dum relações públicas da PT ou da empreiteira, ou o caralho, dizer que a empresa não tem nada a ver com isso. Já tá resolvido, o que é que vocês querem agora, diz o gajo. Foda-se. Pronto, como eu te disse, o JM não conta nada para esta história.
@Renato
Nunca na vida esperei que desse valor ao trabalho duro. Para vc trabalhar deve resumir-se a passar o dia numa secretária, de preferência no ar condicionado!
@MRJB
Perco principalmente aos dias 15, quando tenho que me virar do avesso para pagar todas as contribuições e impostos que o estado me exige para alimentar um aparelho que oferece quase nada em troca.
Pedro, és pouco empreendedor e por isso é que chega ao dia 15 sem cheta. Inventa um negócio que dê dinheiro, que isto as vida é para os vencedores. Bem diz o nosso primeiro que há por aí muita gente a chorar. Se falasses menos e fizesses mais, já tinhas agora uma frota de traineiras.
A culpa desta situação intolerável é, como todos os portugueses já perceberam, dos sindicatos…
que deveriam assumir o dever as proteger as empresas de ‘trabalho negreiro’ (também chamadas de ‘trabalho precário’) que, mesmo ‘assim’ (apesar do desemprego galopante) ainda empregam pessoas…
De facto, (os sindicatos) parecem não compreender que – na presente situação de crise – os trabalhadores não podem exigir ‘condições’ uma vez que os mesmos se traduzem em ‘custos de contexto’. As ‘condições de trabalho'</b< são ‘pormenores’ que ficam de fora dos actuais ‘ajustes’ e pelas quais ninguém deve ser responsabilizado.
Ninguém deverá ser contratado, mas tão somente, ‘vendido à hora’ (pelo menor preço) . A qualidade de vida inrerente ao posto de trabalho e ao trabalhador deverá ser considerada um ‘luxo’ da era pré-globalização!
Assim sendo, a próxima reunião de ‘concertação social’ deverá contemplar estes novos modelos de ‘trabalho forçado’ e, a partir daí, construir mais uma daquelas inefáveis ‘reformas estruturais’ no sentido de eliminar custos ‘supérfluos’ (segurança, instalações, higiene, protecção social, etc.) que, no quadro de um imperioso ‘ajustamento’ da economia, se atravessam no sacrossanto objectivo da ‘competitividade’.
Regressaremos, paulatinamente, a 24 de Fevereiro de 1869…(véspera da abolição da escravatura).
Talvez o ideal para JMiranda seja a ilegalização de sindicatos e a entrada em cena de cartéis, de gangs punitivos. Quem, trabalhador por contra de outrem protestar, começa por ficar com os dedos partidos e se insistir na revolta, ” oh !, acordou morto”…
…
Nao , nao ,senhores. Tenham dó. O ideal do JM para os contratos de trabalho é talqual o de aqueles que tinham uns trabalhadores portugueses a sufrir uma quasi esclavagem nos dias em que andamos e nos movemos. Lá pelos reinos das Espanhas. ¿Recolheria aquela noticia a HM? Hoje estou de uma preguiça para ir consultar aos “arquivos”…
Claro que naquele caso o empresario (ou empresarios ) que pela Rioja se moviam (Acho que era nesta Comunidade Autonoma onde aconteceu aquel sucesso eram uns bons fil** da p***)-
Claro que se tais empresarios houveram sido tugas…entao ja ficavam totalmente “desculpados”.
A teoria da relatividade neotonta !!!!!-
–
E logo tomaram aos chinocas como modelos de contrato social para o porvir-que-nunca-chega…
.
Ais, com estes Neox des século e os seus modelos que só cabem nestas cabeçinhas pensadoras ou “pensantes”…
Tanto sindicato,tantos jornais,tantos presidentes de camara ,vereadores e freguesias , tantas asaes , tantas inspecções de trabalho,e de ambiente,tantas organizações de solidariedadae social enfim um mundo de gente que nos fica carissimo e depois um grupo de trabalhadores quase a dormir debaixo da ponte e ninguem da por ela .
JMiranda,
Vc. por vezes exagera !
Não goze com a miséria de outros !, ao tentar fazer de nós tolos. Quer obter X comentários ?
(Maravilhoso mundo seria o seu, sem sindicatos…).
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Este post não serve para nada. Não se esperava obviamente que o JM dissesse alguma coisa sobre as condições degradantes em viviam os trabalhadores. Mas mais valia valia uma daquelas litanias a dizer que os trabalhadores estavam lá de boa vontade, aceitaram o contrato, é tudo gente livre e igual, os sindicatos só atrapalham e o estado não tem de inspeccionar nada, e o empreendedorismo, e os sindicatos que os empreguem se têm pena deles, etc.
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Talvez o ideal para JMiranda seja a ilegalização de sindicatos e a entrada em cena de cartéis, de gangs punitivos. Quem, trabalhador por contra de outrem protestar, começa por ficar com os dedos partidos e se insistir na revolta, ” oh !, acordou morto”…
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Engraçado… o coitado do João Miranda não pode postar nada que aparecem sempre os abutres do costume a deitar postas de pescada. Acho que o melhor mesmo era deixar o país para os MJRBs, Neotontose outras coleguinhas. Essa cambada parasita só se calará quando levar o hospedeiro à morte!!
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Ontem aquelas imagens de pobreza, abandono e incúria social, à moda do esclavagismo moderno, mostraram-nos o modelo de sociedade hiperliberal. É assim, e aí está ela na sua perfeição absoluta. Um concurso, um contrato, uma subempreitada, uma subsubempreitada, nem dá para perceberbem .
Normalmente, dá para todos. Para uns, carros topo de gama e moradias de luxo com piscina, para outros, armazéns inacabados, em condições sub-humanas.
Este é o futuro prometido. Quando havia as grandes utopias, houve também sonhos que a realidade estragou. Mas para o hiperliberalismo não há utopias. Como na pátria dele, só há realidades. Estas.
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Pedro, és o porta voz do João Miranda? Está certo, como ele não não responde a ninguém, nem sequer sabe debater, fazes tu o que podes.
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Ok, Renato, talvbez não se esperasse alguma coisa de relevante dele sobre as condições ‘degradantes’ em que sobreviveram … e porém eu vi lá o João miranda, descobri-o pintado de farrusco entre os trabalhadores escravizados.
E então dirá bem ele, de conhecimento in loco, razoável, sindicato quer castigo para a empreza abusadora, subcontratada .
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pedro,
cuidadeX como utiliza as palavras ! “Parasita” não sou ! E a nenhuma “cambada” pertenço.
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O FILHO DA PUTA PENSA QUE É ESPERTO.
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A partir de agora, este gajo está feito.
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Oh parasitoides, tentem passar uns meses num barco de pesca, e depois falem.
MRJB, claro que não és parasita. Longe de mim ofender os parasitas!
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Este post revela muito o carácter de quem o escreve.
Os nazis não fariam melhor.
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Oh Pedro, que grande pedra
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Devia experimentar viver como eles durante uns tempos para aprender a ter um bocado mais de respeito por quem trabalha.
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pedro,
vc. perde em toda a linha, por insultar quem de si discorda.
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Pedro, andaste meses num barco de pesca? Isso é para impressionar? Volta lá para o barco de pesca e vai dar uma volta ao mundo e vem aqui falar. Deves pensar que és o único que trabalha.
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pronto JM, já teve o apoio dos idiotas do costume e agora faça lá um posts sobre as futuras praças de jorna.
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Ponto e ponte de Oredem:
O João emite uma provocação;
Os coments vão atrás sem detetarem o tom.
Ou entendem o JoãoM
como alguem disposto a aceitar o regresso do “Trabalho escravo”?
Conclusão: assunto analisado nas TV… que já está resolvido…blá, blá, blá…
Uma pesada multa que não será aplicada:
À PT do genial Bava; À excelente administração da grande empresa de constução civil.
Nem à pequena empresa que liderou de perto com os “escravos” por dois meses.
A qui no rectângulo… no pasa nada.
Como habitual mente.
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no pasa nada / Monti
.
diferença é só que médicos põem um ministro à defesa
enquanto enfermeiros podem menos
e vozes de uns ‘pretos’ escravizados não chegam nem às orelhas de um Bava, mais boys milionários pts, com Rendeiro .
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Depois do porta voz, o interprete do João Miranda 😉 “Pá, vocês não entendem o João Miranda, eu explico”… não stresses, monti, a gente já sabe que o JM não defende o trabalho escravo. O JM é um diletante, faz frases. Tem medo que se se indignar com estas coisas lhe chamem comunista. Então, pronto, arranjou um esquema para gozar com os sindicatos. É fácil e irrelevante. E dizes que no pasa nada? Passa, passa. Uma filha da putice. O risco é que o cinismo e a indiferença blasé tome conta desta merda. Já sabes qual é o montante das coimas? É humor negro. Trabalhadores a passar frio, com má alimentação e vem um cabrão dum relações públicas da PT ou da empreiteira, ou o caralho, dizer que a empresa não tem nada a ver com isso. Já tá resolvido, o que é que vocês querem agora, diz o gajo. Foda-se. Pronto, como eu te disse, o JM não conta nada para esta história.
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@Renato
Nunca na vida esperei que desse valor ao trabalho duro. Para vc trabalhar deve resumir-se a passar o dia numa secretária, de preferência no ar condicionado!
@MRJB
Perco principalmente aos dias 15, quando tenho que me virar do avesso para pagar todas as contribuições e impostos que o estado me exige para alimentar um aparelho que oferece quase nada em troca.
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Pedro, és pouco empreendedor e por isso é que chega ao dia 15 sem cheta. Inventa um negócio que dê dinheiro, que isto as vida é para os vencedores. Bem diz o nosso primeiro que há por aí muita gente a chorar. Se falasses menos e fizesses mais, já tinhas agora uma frota de traineiras.
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Pretos explorado e com fome é aqui pelos amanhãs a cantar:
http://www.dailymail.co.uk/news/article-1257292/The-Mail-apologises-readers-pictures-speak-eloquently-politician-desperate-plight-starving-people-Zimbabwe.html
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Esclavagismo foi a construção do Belomorkanal, ou o triste projecto das Terras Virgens: estes comunas não vêm mais longe que o Mr Magoo
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A culpa desta situação intolerável é, como todos os portugueses já perceberam, dos sindicatos…
que deveriam assumir o dever as proteger as empresas de ‘trabalho negreiro’ (também chamadas de ‘trabalho precário’) que, mesmo ‘assim’ (apesar do desemprego galopante) ainda empregam pessoas…
De facto, (os sindicatos) parecem não compreender que – na presente situação de crise – os trabalhadores não podem exigir ‘condições’ uma vez que os mesmos se traduzem em ‘custos de contexto’. As ‘condições de trabalho'</b< são ‘pormenores’ que ficam de fora dos actuais ‘ajustes’ e pelas quais ninguém deve ser responsabilizado.
Ninguém deverá ser contratado, mas tão somente, ‘vendido à hora’ (pelo menor preço) . A qualidade de vida inrerente ao posto de trabalho e ao trabalhador deverá ser considerada um ‘luxo’ da era pré-globalização!
Assim sendo, a próxima reunião de ‘concertação social’ deverá contemplar estes novos modelos de ‘trabalho forçado’ e, a partir daí, construir mais uma daquelas inefáveis ‘reformas estruturais’ no sentido de eliminar custos ‘supérfluos’ (segurança, instalações, higiene, protecção social, etc.) que, no quadro de um imperioso ‘ajustamento’ da economia, se atravessam no sacrossanto objectivo da ‘competitividade’.
Regressaremos, paulatinamente, a 24 de Fevereiro de 1869…(véspera da abolição da escravatura).
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Talvez o ideal para JMiranda seja a ilegalização de sindicatos e a entrada em cena de cartéis, de gangs punitivos. Quem, trabalhador por contra de outrem protestar, começa por ficar com os dedos partidos e se insistir na revolta, ” oh !, acordou morto”…
…
Nao , nao ,senhores. Tenham dó. O ideal do JM para os contratos de trabalho é talqual o de aqueles que tinham uns trabalhadores portugueses a sufrir uma quasi esclavagem nos dias em que andamos e nos movemos. Lá pelos reinos das Espanhas. ¿Recolheria aquela noticia a HM? Hoje estou de uma preguiça para ir consultar aos “arquivos”…
Claro que naquele caso o empresario (ou empresarios ) que pela Rioja se moviam (Acho que era nesta Comunidade Autonoma onde aconteceu aquel sucesso eram uns bons fil** da p***)-
Claro que se tais empresarios houveram sido tugas…entao ja ficavam totalmente “desculpados”.
A teoria da relatividade neotonta !!!!!-
–
E logo tomaram aos chinocas como modelos de contrato social para o porvir-que-nunca-chega…
.
Ais, com estes Neox des século e os seus modelos que só cabem nestas cabeçinhas pensadoras ou “pensantes”…
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Tanto sindicato,tantos jornais,tantos presidentes de camara ,vereadores e freguesias , tantas asaes , tantas inspecções de trabalho,e de ambiente,tantas organizações de solidariedadae social enfim um mundo de gente que nos fica carissimo e depois um grupo de trabalhadores quase a dormir debaixo da ponte e ninguem da por ela .
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