O que faria Paulo Portas?
15 Setembro, 2012
Paulo Portas tem passado a ideia que é contra as medidas do governo porque estas aumentam impostos, mas ainda não explicou como resolveria o veto do tribunal Constitucional sem um aumento de impostos. Estou muito curioso em saber como Paulo Portas responderia à sondagem do post anterior.
13 comentários
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Muita gente sabe que há OUTRAS alternativas possíveis e exequíveis desde que não se importem de incomodar os «interessantes» negócios instalados do Bloco Central.
Agora, Paulo Portas sabe que o CDS também por lá tem o seu pézinho nesses interessantes negócios do Bloco Central: ele recordar-se-á logo de Lobo Xavier, vice-presidente da Mota Engil e braço direito de Jorge Coelho; Ricardo Salgado também lhe lembrará algo, e vários outros que graças a política descobriram tardias vocações empresariais…
Logo, o problema de Paulo Portas é que realmente não tem alternativas substantivas às de Passos e Gaspar. Como Manuel Monteiro disse ontem, Paulo Portas parece entalado e anda a assobiar para o lado, a ver se ninguém nota.
Lamentável figurão camaleónico da política portuguesa.
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Paulo Portas arranjaria maneira de votar nas três, uma tripla…
e ainda vendia ao João um novo sistema de sondagens.
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Mas para quê perder tempo com tão inúteis perguntas quando é universalmente reconhecida a bondade da solução adoptada? http://lishbuna.blogspot.pt/2012/09/pedro-pa-como-cidadao-e-pai.html
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país falido
contribuinte fodido
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Não há em Portugal nenhuma revolta popular!
Há sim uma grande indignação dos senhores do passado. Dos responsáveis pela situação do país, que são os que gripam porque não querem perder os seus interesses ilegítimos.
Tal como não se preocuparam em levar Portugal à ruína enquanto ocupavam o poder, não se preocupam agora em retirá-lo da situação em que se encontra. Preocupam-se como sempre com o seu umbigo.
Ele é Mário Soares, Manuel Alegre (agora já não têm divergenciazinhas), Vasco Lourenço, e mais algumas centenas deles.
Os jornalistas serviçais das governações anteriores fazem eco das suas gordas opiniões.
Os trabalhadores dedicados são os que mais estão a pagar a crise e são os mais compreensivos da situação.
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Ó sr João Miranda,isso nem parece seu.Como responderia?Que os mesmos de 2012 e só estes continuassem até a dívida estar saldada.
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E que tal se Paulo Portas regressasse ao Parque de Monsanto?!…
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Esta grande bronca advem do facto de se ter inventado esta solução da TSU, que beneficia claramente EDPs, Galps, PTs e afins (que não precisam e que é escandaloso), que não vai resolver qualquer problema relacionado com o emprego (só lunáticos acreditam nisso), passarem o encargo para as pessoas (sabendo as pessoas de antemão que sendo uma medida relacionada com a TSU é para ficar, não se trata de medida extraordinária) e, no fim, não existir qualquer ganho visível em termos de déficit!
Mais valia, como diz a sondagem em post anterior, tirar extraordinariamente um subsídio a toda a gente e aplicá-lo integralmente na cobertura do déficit.
Se insistirem nesta treta da TSU, o melhor será mesmo o governo cair e desaparecer já de cena, porque antes de mais não cumpriu as promessas eleitorais e falhou estrondosamente na execução orçamental deste ano. Aliás, para sair, até já vai tarde.
E até votei neles (no CDS) para correr com o aldrabão que lá estava antes…
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O CDS, se quer sobreviver e ao mesmo tempo não quer deitar abaixo o governo, vai ter mesmo que obrigar o mesmo governo de que faz parte a retirar esta fantochada da TSU. Ou desaparecerá definitivamente do mapa partidário. O meu voto (e de todos os meus familiares, amigos e conhecidos que tb votaram neles) não levará mais.
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João Miranda,
afinal você também se deixa engrolar infantilmente pela esperteza saloia de Portas. Que ele comparado com os outros é um rato, lá isso é. Mas não é mérito dele, é demérito dos outros todos.
A pergunta a fazer deveria ser esta:
– como é que se explica que o líder de um partido do governo com vários ministros, um deles na Segurança Social que está no centro destas medidas, e ministro de Estado, não esteja ao lado do primeiro-ministro em assuntos fundamentais para o orçamento, inclusive na apresentação das medidas, e ande depois delas anunciadas a fazer de conta que anda a ouvir o partido e dando ares de que não está no governo?
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E que tal perguntar a esse exemplar académico – dóctôr relvas -, tendo em conta o seu elevado nível intelectual e conhecimentos tão vastos que vão do folclore às artes de malabarismo universitário?
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respondo por PP :
Corto nas gorduras . ok
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Então o João não sabe o que quer o Portas? Não sabe mesmo? Talvez mais umas nomeações para os amigos e mais umas contribuições do Jácinto para o CDS?
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