Sol na eira e chuva no nabal
16 Setembro, 2012
A propósito de contradições, no próxima renião de Conselho de Estado, Alberto João e Mários Soares vão cumprimentar os manifestantes? Mesmo que não tenham oportunidade para tal não deixarão certamente de ser vivamente ovacionados pelos manifestantes. Até podem fotografar-se com eles em Belém como in illo tempore se fez com aqueles motoristas do bloqueios da ponte.
62 comentários
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Andas mesmo ressabiada, hã?
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Ao longo da semana que passou, Paulo Portas teve mais uma vez a oportunidade de mostrar qual o seu verdadeiro carácter e por que razão está na política. O antigo director do jornal que contribui para a queda de Cavaco, o antigo ministro da Defesa que não terá recebido luvas na compra de dois submarinos, andou seis dias a fingir que não tinha nada a ver com as mexidas na TSU, remetido a um “silêncio patriótico”, ao mesmo tempo que mandava os seus mangas de alpaca criticarem a medida publicamente e passava cartas a jornais nas quais se opunha à decisão governamental. De férias no estrangeiro, não falou. No regresso, também não. Entretanto, levantava-se no país uma onda de repulsa às medidas, da opinião publicada à rua, do PSD ao PCTP-MRPP. Quando percebeu que o melhor seria demarcar-se, não teve pejo em apunhalar Passos Coelho pelas costas e dizer que se opõe a uma medida essencial do Governo de que é o número dois, tendo o distinto descaramento de afirmar que irá fazer tudo para lutar contra “esta medida do Governo”, como se o seu ministro, Pedro Mota Soares, não tivesse participado na elaboração da mesma, como se ele próprio não fosse ministro de Estado – Passos Coelho não se cansou de o repetir na entrevista à RTP.
Paulo Portas já percebeu que o Governo é neste momento um morto-vivo. E por isso faz questão de, numa impressionante demonstração de hipocrisia, desonestidade intelectual, falta de lealdade e, acima de tudo, sem-vergonhice, estar no Governo sem estar no Governo. Se fizesse cair o executivo, as culpas recaíram sobre ele. Assim, continua, colocando um pé de fora, assegurando uma eventual sobrevivência do partido que preside. Pintar a cara de preto e cobrir-se de penas seria pouco para este ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros.
http://arrastao.org/2631095.html
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Da ponte só me lembro do Vara. Inesquecível.
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.
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Bolas já andava preocupado com as minhas obrigações antes
é mesmo o super mário tem o poder da divisão
é pena que não saiba multiplicar dava jeito
Alberto claro que dá tudo até cumprimentos
Alberto é a voz do serviço púbico da radiotelevisão
alberto está aberto a su gestões
desde que não sejam cubanas
alberto é o redentor
feito gordura sagrada
imaculada
É PRECISO QE TUDO MUDE
NO Ou Neste ALMUDE PARA QUE A ARÁBIA FELIZ OU INFELIZ TALVEZ
SEJA GREGA OUTRA VEZ
No Samba do Ipiranga
No grito na Corda bamba
Nesse grito feito Samba
nesse grito que se manga
desta mudança vazia,
morre em lenta agonia
a res púbica que é cracia
e alberto lança o grito
esse grito da mania
que se fez terno mitho
assi haverá mudança
creada pelo tal grito
grito que nunca cansa
e que trará a mudança
num momento num só dia
que a vista não alcança
mas alcança a histeria
é alberto que nos enche e esvazia…são só ares de fantasia
é carnaval seNHOra dos anéis…
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Marios há mais que 1
Posted 16 Setembro, 2012 at 17:30 | Permalink
O seu comentário está à espera de aprovação.
Bolas já andava preocupado com as minhas obrigações antes
é mesmo o super mário tem o poder da divisão
é pena que não saiba multiplicar dava jeito
Alberto claro que dá tudo até cumprimentos
Alberto é a voz do serviço púbico da radiotelevisão
alberto está aberto a su gestões
desde que não sejam cubanas
alberto é o redentor
feito gordura sagrada
imaculada
É PRECISO QE TUDO MUDE
NO Ou Neste ALMUDE PARA QUE A ARÁBIA FELIZ OU INFELIZ TALVEZ
SEJA GREGA OUTRA VEZ
No Samba do Ipiranga
No grito na Corda bamba
Nesse grito feito Samba
nesse grito que se manga
desta mudança vazia,
morre em lenta agonia
a res púbica que é cracia
e alberto lança o grito
esse grito da mania
que se fez terno mitho
assi haverá mudança
creada pelo tal grito
grito que nunca cansa
e que trará a mudança
num momento num só dia
que a vista não alcança
mas alcança a histeria
é alberto que nos enche e esvazia…são só ares de fantasia
é carnaval seNHOra dos anéis…
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Alberto Gonçalves a assobiar para o lado…
Ó meu chapa, o povo exige é que o governo cobre a dívida via os PANÇUDOS que orbitam nesses albergues espanhóis que são o PSD, PS e CDS-PP, e que durante décadas usaram o Estado como plataforma e trampolim para enriquecerem enquanto colocavam a despesa e a dívida contraída para tais fins privados em nome do Público, do Povo.
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1.- Para quando despedir 25% do pessoal do Ministério da Agricultura, 45% do Ministério da Educação, 65% do Ministério da Defesa? Para quando despedir 50% dos funcionários municipais? Para quando reduzir as taxas PPP´s a 2% acima da euribor a 6 meses?
2.- O contribuinte agradecerá…ou explodirá;E nós não vamos em tomates e cenas de rapazolas que receberam escola gratuita…
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António,
então também notou que no restaurante «Portas Travessas» o prato do dia foi durante toda a semana… Coelho no espeto em lume brando e patriótico…
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in illo quê?
mas afinal somos gregos ou somos madeirenses como os sicilianos
in illo temporão
havia gordura em mação
Alberto é só feitiço
já a gordura é derriço
é fartura é burrito
é jardim gordo e bonito
é avental em leilão
neste país d’amassão
ou diz-se massapão
eu de culinária sei não
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Sebastien De Vries,
que lamentável gaffe… então não é que se esqueceu de apontar que neste país também é preciso EXTINGUIR 25% dos negócios privados que parasitam a parte restante do país pela fuga fiscal?!…
Estava a ver que não…
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Helena,
o que já notamos é que existem e persistem certos «ventríloquos» no incessante labor de tentar ocultar/justificar o ameno tratamento que este governo oferece a «amigos da vida airada» a quem permite e tolera, precisamente, O SOL NA EIRA E ACHUVA NO NABAL!…
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Tim, tem razão.
O chico-esperto que retem impostos (iva, irs) e que anda de Ferrari. O lambido, carregado de gel, burro que nem porta, mas bem-falante como gosta o maralhal…e anda sempre com a maioria politica…
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existem?
e dantes não existiam?
são de geração espontânea?
vamos começar a exportar sapatos para os russos em troca de tractores como em 74?
e vinho para trocar por grão russo…
acho que só dá até começar a faltar na rússia como em 86
e as nossas batatas secas ahn
isto é um país de sol
não chove em nabal vai pra….um porradão de tempo
e apesar disso temos o país cheio de nabos..é milagre
e de matos que se incendeiam todo o verão
seja ele quente ou não
que aflição…
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Sebastien De Vries,
Está ver?!
Muito bem, exactamente.
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Tim,
.
Os consumos do Estado andam por volta dos 9 mil milhões. Não os pode tirar todos, e já se andam a esticar até ao irrealismo para manter os empregos mais de meio milhão (50% da função pública trabalha e vale o seu sal, dou isso de barato mesmo se não convencido na totalidade) de desfuncionais indolentes e desnecessidades antropomórficas cujas, no seu conjunto, valem 20 mil milhões. Esse meio milhão, tomado proporcionalmente, quse anulava o défice de 14 mil milhões.
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Tire que seja mil milhões dos 2,5 que nos custam as infelizes e bem acangalhadas PPP. Tire mais mil milhões de consumos intermédios. Mande as autarquias (o rombo no país) pararem com obras desnecessárias e poupa mais quinhentos ou seiscentos milhões. Pode quando muito poupar dois ou três mil milhões sem recorrer a despedimentos na função pública. Onde ficam os outros onze mil milhões? Não, os ordenados dos «gestores de pôrra nenhuma», consensualmente inflaccionados e lém de qualquer razoabilidade, não valem os cem milhões por ano para fazer uma casa decimal de diferença com as ordens de que falamos.
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Vou-lhe dar um segredo: o Estado não precisa de ser tão grande, e o país vai agradecer. Não precisa de investir na economia, basta que deixe que (nas obras públicas) sejam as regiões a se auto-financiar do dinehiro dos impostos. É que, caro Tim, se as regiões e os contribuintes derem dinheiro para uma estrada através de um imposto consignado e especialmente votado, pode crer que é porque acham que a estrada lhes vai traver vantagens.
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Bastava que cada obra pública fosse ou tivesse de ser financiada pelos seus supostos e mais directos beneficiários, e posta à votação, para que o crivo funcionasse. Não haveria auto-estradas «lá vem um» ou auditórios de quinhentos lugares para público ausente durante todo o ano (excepto alguma coisinha da edilidade que por lá se puxe e que ocupe as três primeiras filas de cadeiras) ou rotundas com estátuas «à la farrapo».
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Tintin está a ver
se a gordura afinal
a gordura a vencer
é gordura estatal
é gordura do nabal
nos tintins púbicos
nascem piolhos lúdicos
Alberto que és gordura
é só ares de cheque-mate
é só falso remate
neste país que tortura
os tintins por prazer
por bem ser no lazer
são só ares de obrigações
em aventaes mações
en temps de con sumições
tás a ver tás a ver….
todos todos uns cosculhões
de bons cuscus
sem culpa formada
a culpa é deles…deles de ninguém
pois todo o mundo tá a ver que já te viste
desiste…faz lipoaspiração
ou liposucção à mão mação
ó gordura que és gente
muito bem exactamente…
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tintin tire os 2,5 mil milhões e não se acanhe que ninguém viu…
muito bem ex-acta-mente
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Sebastian de Vries,
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Repara certamente que as PPP exercem na perfeição as funções para que foram construídas:
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1) Meter dinheiro nos bolsos da Mota Engil & Aquadrilhados durante a construção;
2) Meter dinheiro nos bancos BES e BCP pelo financiamento a taxas mirambulantes;
3) Meter dinheiro nas Ascendi e BES e Mota Engil durante a exploração;
4) Dar algum para uns trabalhadores honestos da construção civil, iludidos pelo poder vigente para pensarem que não se haviam de ter de reconverter.
5) Meter algum dinheiro nos partidos e nas contas dos líderes partidários em Gibraltar;
6) Dar a sensação de que se estava a procurar desenvolver o país, o que é totalmente diferente de se estar a desenvolver o país, ou mesmo de se estar realmente a procurar fazê-lo.
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Todas as terapias têm alguns efeitos negativos, especialmente se dadas por médicos licenciados ao Domingo e pouco amigos da verdade:
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1) Estado de permanente negação, que permite que o país continue a ticar a banda até que o barco se afunde;
2) Financiado através de aumento dívida, cuja não é supostamente para pagar;
3) Mas que se tem de pagar, porque o país não é autossuficiente em alimentos e bens essenciais.
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Pormenores no meu próximo livro, mesmo sendo de ficção.
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Gonçalves & Matos? que grande aliança:
http://www.dn.pt/politica/interior.aspx?content_id=2773632
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Francisco Colaço,
um dos cumes da vilanagem política foi-me dado a observar no final do governo Sócrates: um apopléctico deputado do PSD perorava na AR, numa diatribe tempestuosa e matinal de 6ª feira, sobre as famosas AE’s paralelas… Não é que na tarde dessa mesmíssima 6ª feira, as TV’s foram encontrar o ABUTRE numa manifestação autárquica da sua região a EXIGIR a formalização dos contrato de construção de uma dessas AE paralelas que passava pelo seu munícipio?!… E indignava-se o ABUTRE ante os microfones, dizendo que os cidadãos do seu concelho não mais tolerariam atrasos e o ver-se remetidos para uma 2ª linha de potencial de desenvolvimento, e que aquela AE era para o concelho como a água para os campos de arroz!…
O ABUTRE era o mesmo que na manhã do mesmo dia rasgara as vestes na AR ululando e uivando sobre as essas mesmas AE’s…
E são estes os representantes do Povo…
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Francisco Colaço,
Ok.
E a sociedade civil não fez nenhuma manifestação por causa do contrato PPP da A29 ou da A17? Nem se manifestou quando o autarca de Gaia disse pretender três pontes e um tunel?
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jornalismo de causas para HFM:
http://economia.elpais.com/economia/2012/09/14/actualidad/1347647254_821412.html
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escreve-se Mirabolantes
Miram Bolantes parece nome de turko ou askenaze com dor de dentes nas bolas
a maior parte dos créditos das PPP’s não estão no Banko Europeu de Investimenta?
o tal do BES e BCP tinham dinheiro pra tanto..
se aquilo é da Mota-Engil faz-se uma OPA à mota engil e por uns centos de milhões ficamos com as PPP’s todas
aqui só há imbecis como o alberto joão
ou parecem que são imbecis mas são jardins de Ai-dei-as?
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eu quero mais quatro rotundas sequenciais em castro marim
que oito é número de sorte e atrai chinês
e 8 rotundas num quilómetro deve ser recorde do guiness
e se não for põem-se mais quatro
e alargam-se as 4 pistas para 6 que assi até um jacto aterra de emergência…
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Sebastien De Vries,
sabe bem que as massas só podem manifestar-se pelo que realmente sabem pelo sentir.
E também sabe como o maralhal político se aproveita disso.
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só autarcas têm contas em Gibraltar aquilo é para a piolheira política
vai lá ver se Sócrates paga as contas do au-par-ta-mento com contas de gibraltar..
inté o Cruz as tinha na nova zelândia
se atualiza pô….
se calhar há só ares de Baer Bank não…
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aqueles citadinos barrigudos que ontem caminharam pelo país hoje têm menos colesterol, mas mais ácido láctico a provocar-lhes dores musculares
para a próxima deviam ir de automóvel em marcha lenta.
aquilo não era constituído por pobres e desempregados, mas por malandragem que quer continuar a viver bem à custa dos contribuintes, ausentes destas manifestações.
se fosse na urss já estavam na Sibéria
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O tintin não come massas?
é glúten free? port?
ou free buccaneer?
só saem corsários das ilhas neste naipe
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Ontem foi um dia engraçado…
O povo a desesperar, a maçonaria a inaugurar e o Sócrates a jantar…
Como diria o outro, isto anda tudo ligado.
http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=59170
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/exclusivo-cm/socrates-reune-estado-maior
http://vivendi-pt.blogspot.com
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Ó jif se sabe tanto…porque razão não diz o que sabe em sede própria…?
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se fosse na URSS eram apparatchiks e gente na fila das batatas
ontem houve de tudo
desde professores de observatórios de risco barrigudos a 5000 ao mês
a desgraçados sem RSI talvez
e a gordura estatal enche
os pobres também são gordos
inda só ucraniano morre de fome
e brasuca come pombo e cabeça de peixe
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ó estrangeirado em sede própria dá Pequito Rebelo sem trabalho de jeito desde 1992
bolas pá eu gosto das minhas gordurinhas estataes
vai tu em sede própria
queu não quero ser processado
como a outra que dizia que o avô tinha visto alguém a pisar aquele trapo com que andaram ontem a limpar o suor da cabeça e a pôr debaixo do cu
de vrai seu vries ça ira
mais ira sans moi
que sou parvo
ma nã sou tanto…
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Tim / Francisco Colaço
Parabéns pelas afirmações.
Quem será o proxeneta (PSD) referido pelo Tim?
Problema: o resultado da sondagem a dar o PS a ultrapassar o PSD.
A comprovar duas coisas:
a) O eleitorado tarda em perceber que arrisca mais do mesmo, com a “Sociedade PS, SA”;
b) O PCP parece continuar interessado em não constituir alternativa; satisfeito a viver do Sistema/AR?
Logo, talvez não haja mesmo solução (decente).
Salut.
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Bom vou gastar as gorduras que ganhei nos idos de 86…
01.01.1986
22.500 $
16,9% só de aumento…
no ano anterior passei dos 15 contos para os 19 e 500
e em 86 só 3 contos de aumento..pôrra nem uma rotunda nota de cinco
e fiz 3 rotundas em recibos verdes…
quantos anos é que agora demoram os crimes a prescrever?
crimes é exagero…con tabilidade com habilidade creativa…
manga de alpaca é doente num é criminoso
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Nabal é Portugal inteiro.
Quem é que aí não é um grandr nabo?
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O PCP é alternativa só nas ilhas Chipre Madeira
e no deserto onde faz palacetes da cultura ao estylo de Ceausescu
mas a 8 milhões e meio cada…e pequeninos pois é para encher de moscas
o Bloco Idem
viva o PRD e o general capitão-major Eanito el estatico
bolas boçês messias de serviço
só descançam
quando ele sahir do neboeiro?
o PeCêPê alternativa só em corrente contínua….mas acho que vão mais à bala
que no gulag a corrente falha
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vamos optar pelo dinheiro…e em troca oferecemos-lhes a destruição do país…chama-se a isto dinheiro judaico!! quando é que Portugal sai do Euro !!
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eu nã sou um gandr ou grandr nem grande…sou um animal e pequenino
lá os nabos e estevas grandes adeviam formar um partido
o partido Taxista ou cousa assi
Política XXII porque isto é pra durar até ao degelo de 2157…
depois os holandeses colonizam as terras altas…e os krauts vão a banhos
aumento da poupança e redução de con sumo de importados…fozga-se
o qué nazional são as massas
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Sai quando houver notas de 20 e 500 escudos
e notas de 2000 de reserva como as do Pedro V
quando o salário mínimo passa de 5700$ para 7500$ em 1979
30 % de aumento…
Chapa: 11
Maqueta: João de Sousa Araújo
Impressão: Bradbury, Wilkinson & Co, Ltd (Inglaterra)
Emissão de 77.046.000 de notas com a data de 28 de Maio de 1968
e só circulam pós 25 de Avril Primeira Emissão: 12 de Outubro de 1979
Emissão de 99.895.000 de notas com a data de 16 de Setembro de 1980
Emissão de 49.900.000 de notas com a data de 03 de Dezembro de 1981
Emissão de 9.993.000 de notas com a data de 21 de Setembro de 1982
Emissão de 52.534.000 de notas com a data de 26 de Outubrode 1982
é só fazer as con tásse?
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e notas feitas pelos checos ficam mais baratas…
ou chinesas
felizmente temos mais escolhas
e até impressoras já usadinhas
não convem fazer muitas….
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“Sol na eira e chuva no nabal”.
Uma vez que considera que Soares e Jardim serão ovacionados, isto é, serão o SOL para os manifestantes, quer dizer que os outros, os apupados, são um NABAL?
Mazinha! 😉
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Sebastian de Vries,
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Amigo, a dita «Sociedade Civil» (um amálgama de bancarrotos, emperresários, pasquineiros e sindicratas — grafias intencionais) nunca iria falar contra as PPP, a A23 e aa A17. Caro Vries, o povo pode falar, mas a sociedade civil nunca falará.
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Temo um novo governo PS. Seria ou a aceitação da hipocrisia (diria altro, faria o mesmo, como o Hollande) ou então o desastre total, com banda sonora e festa rija.
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Temo um governo PSD/CDS. Será ou a continuação do socialismo ou o socialismo continuado.
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Asalternativas não se encontram porque não fazem parte da «sociedade civil», nem podem nela ser admitidos pelos incumbentes.
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jif,
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Qual era a inflação em 1986? E em 1980?
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A origem destas manifestações e o carinho com que são tratados pela SIC e pela TVI e pela RTP tem um mote:
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NÃO À PRIVATIZAÇÃO DA RTP, DIVIDINDO O MERCADO DA PUBLICIDADE.
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Tudo o resto passa ao lado. C’est la raison de la foule.
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Todos os dias nasce por aqui mais um papagaio que fala de cátedra de meia dúzia de chavões que ouviu lá na rua.
Hoje é um Sebastian.
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Entre cortes a torto e a direito por todo o lado, lá veio misturar os funcionários das autarquias (que quer cortar a 50%) com as decisões de alguns autarcas vaidosos.
Fez-se uma rotunda a mais, despedem-se 10, duas rotundas são 20, uma rotunda e um pavilhão talvez 50. Se calhar sempre que algum Isaltino meter um milhão ao bolso a solução/pena é despedir 100 funcionários.
Eu gostava era de ver alguém comparar as competências das autarquias em 1960 e agora, e já nem estou a pensar na água e esgotos (que eram medievais) , e depois então dizer se conseguia fazer o quê com que pessoas.
Como nota, as rotundas e muitas outras tretas são normalmente feitas por contratação.
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Por estas e outras é que fazer correções é justificável, muitas vezes imperativo, mas com idiotas constantemente a ofenderem tudo e todos (onde se incluem ministros das finanças!), não se fará nada a bem, e vai deixar tudo muito pior. Depois fica mesmo caro porque não se fará nada, e regredimos 50 anos.
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On culpado é o ladrão do Passos. Os do BPN nem se fala ,os das ppp , TGV , pontes sobre o tejo tambem não. os politicos que por aí andam o joão jardim, Soares , freitas etc tambem não se diz nada , tudo gente fina .Enfim
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Paulo,
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«Como nota, as rotundas e muitas outras tretas são normalmente feitas por contratação.»
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Alguém paga, nada se faz sem dinheiro. Além disso, existem parques de máquinas significativos e respectivos funcionários que não trabalham, porque o trabalho é subcontratado a um amigo do primo da mão do vizinho do «perresidente». É assim no Fundão e na Covilhã, onde os funcionários devem ter calos nas gónadas a ponto de as tornar mais rijas que Kevlar.
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Esses funcionários custam dinheiro e juros. As máquinas custam manutenção e juros. Ambos estão injustificados, Paulo.
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O problema não está na existência dos funcionários (se houver trabalho para pelo menos duzentos dias por ano para eles, é melhor que subcontratar). O problema está em TER funcionários e ainda assim SUBCONTRATAR.
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Esses funcionários custam o seu salário mais 6% a 8% de juros (a taxa marginal mais alta, para empréstimos à tesouraria). As máquinas, mesmo quando paradas, custam os juros e a execução dos planos de manutenção, os quais nunca estão ausentes do despesismo. E por isso duplicam o valor de aquisição em menos de dez anos.
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Por exemplo, Paulo, a criação dos serviços de saneamento e de águas apenas foi feito para entachar amigos e espoliar os cidadãos com taxas crescentes, dentro de um monopólio socialíssimamente proclamado, ajaezando os cidadãos com suprema canga e correntes de aço.
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Duas funções que não proclamam mas realizam na perfeição.
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O socialismo prende os cidadãos com fios de linho, um por um, dizendo-os inofensivos e fracos. Mas urdindo fio a fio, forma uma grosso cabo que impede os movimentos e tolhe a liberdade.
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Colaço
Isso é má gestão.
Quer saber qual é a solução encontrada?
Manter todos os funcionários e despedir os dirigentes intermédios, ou seja, vai manter os de cima (vereadores e assessores), vai manter os de baixo (chefes de seção e encarregados), e corta nos do meio que eram os únicos em comissão de serviço de 3 anos e que não tinham tacho assegurado.
Sim também há directores de serviço do partido, mas o que nunca se viu foi uma empresa dirigida sem chefias.
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Sobre a sua empresa de águas, andei a averiguar.
Parece que dentro do grupo AdP estão a fazer agrupamentos, e à EPAL saiu na rifa a sua, que ninguem quer pois dá prejuízo aos milhões.
Talvez tenha má gestão, mas um negocio da China não é nem lá perto, vendida nem a preço negativo aparecem interessados.
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O governo caiu hoje e, como se esperava, não foi obra de Seguro.
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este pedaço de ironia – mas a cheirar a podre – poderia ter sido escrito no Blasfémias; foi escrito no Insurgente :
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(…) Falhou o golpe de Estado da “classe média” e do poujadismo dos crédito-dependentes. Em Lisboa, não obstante a fúria da SIC e da TVI – de facto, os verdadeiros organizadores da lamúria – os indignados não terão excedido 10 000. No Porto, terão sido, quando muito, 5 000. As imagens vistas do ar não eganam, mas há quem queira inchar e mitificar. Os 0,15% que acorreram a estas pândegas manifestações não oferecem manobra para Belém recorrer ao Conselho de Estado e, assim , tutelar um golpe de Estado contra o governo saído das urnas há um ano. Passos que continue, mas deve assestar o golpe na imensa rede de favoritos, nipoti e Odoricos Paraguaçús do regime. Se o não fizer agora, perde o apoio dos 60% de portugueses, aqueles que, sendo pobres, não se indignam.(…)
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Daniel Oliveira chama-lhe “O momento ministro da propaganda de Sadam dos fanáticos do regime”, onde inclui Helena Matos.
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http://arrastao.org/2632037.html#comentarios
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Terrorismo.
Para reflectir.
A União Nacional dos Tachos, que nos governa já á 35 anos, é useira e vezeira a utilizar nos seus combates combinados para a rotatividade nos cargos governativos, em usar a cassete ou nós ou o caos.
Esta forma de terrorismo tem sido usada até á exaustão, mais uma ver o governo de turno a vem utilizar, é pena que os portugueses ainda se deixem enganar por esta gente, com este truque já tão gasto, decerto todos nos lembramos do senhor da tanga.
E o resultado final é sempre o caos, se não reparemos na composição dos actuais conselheiros de estado.
Os conselheiros de Estado eleitos pelo Parlamento são António José Seguro, Manuel Alegre, Francisco Pinto Balsemão, Luís Marques Mendes e Luís Filipe Menezes.
Os conselheiros de Estado designados pelo Presidente da República são João Lobo Antunes, Marcelo Rebelo de Sousa, Leonor Beleza, Vítor Bento e António Bagão Félix.
O Conselho de Estado é ainda constituído por membros que o são por inerência dos cargos que desempenham ou que ocuparam: a presidente da Assembleia da República, o primeiro-ministro, o presidente do Tribunal Constitucional, o Provedor de Justiça, os presidentes dos Governos Regionais dos Açores e da Madeira e os ex-presidentes da República, Ramalho Eanes, Mário Soares e Jorge Sampaio.
Com esta composição, o Conselho de Estado integra neste momento cinco antigos líderes do PSD – o próprio Presidente da República, Francisco Pinto Balsemão, Marcelo Rebelo de Sousa, Luís Marques Mendes e Luís Filipe Menezes – além do actual presidente social-democrata, Pedro Passos Coelho, e do líder do PSD/Madeira, Alberto João Jardim.
Como podemos constatar, o Conselho de Estado é composto apenas por elementos, que desempenharam cargos ou são próximos da União Nacional dos Tachos, nem sequer contempla o espectro politico que compõe o parlamento, porque será?
Que podemos esperar deste conselho apenas a continuação do caminho que nos conduzirá ao caos completo.
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governo em mode Relvas.
http://www.publico.pt/Pol%C3%ADtica/psd-vai-reunir-orgaos-dirigentes-para-responder-a-portas-1563314
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O Al Berto Gonç Alves já foi homem a dias? Será a Hel Ena a sua mulher a dias?
Não, pois a gaja é uma fufa.
Então a Alemanha anda a sustentar-nos? Ai sim? Então empresta 10 euros e recebe 20 ou 30 depois de pagos os juros e a Alemanha é que nos anda a sustentar?
Ó Lena, fode com um homem a sério que reganhas a sanidade.
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Paulo,
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A empresa (penso que fala do SMAS Covilhã) não é minha. Se fosse, garanto-lhe que 1) não dava prejuízo, 2) não se subcontratava enquanto houvesse capacidade instalada suficiente para realizar trabalhos e 3) não se fazia obra por obra (para ajudar uns subcontratados que, coitados!, ficam na penúria sem os trabalhos públicos).
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As chefias eram reduzidas ao essencial (se lhe dissesse que só já fui o elo de ligação entre a administração e mais de seiscentas pessoas, com apenas mais um nível debaixo de mim — dois nos sítios remotos —, aposto que não poderia conceber isso pela administração pública).
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Resultados sobrepôem-se a qualquer método. O Estado pode parecer o mais justo por fingir ser de todos, mas quando o Estado entra na economia desenvolve-se o capitalismo do amigalhaço, a diarreia legislativa; e a concorrência, coisa chata para os amigalhaços, definha. Novos negócios, porventura mais eficientes e inovadores, deixam de ser criados; e as ideias morrem por mau terreno na mente dos inovadores.
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Tal como na parábola do semeador, contada por Cristo, o problema está no terreno. O Estado o espinheiro, onde as sementes não se desenvolvem por falta de luz. A falta de ordem social (países como a República Democrática do Congo) é o terreno duro, onde as sementes não podem medrar e os estrangeiros acabam por levar os melhores talentos. O mercado livre, justo e ordeiro, é terreno onde a semente se desenvolve, e dá, para bem de todos, dez e cem por um.
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Gostava de ouvir em castelhano:
Tonterias de Helena Matos.
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Há 38 anos que nos andam a iludir. A troco de uns tostões, venderam Portugal, mas engordaram uma certa classe e o povo engoliu. E engoliu porque não era preciso trabalhar muito para que uma pequena quantia lhes entrasse casa dentro. Mas esta oferta valia milhões noutras bolsas e o povo embarcava em festas. O Estado, que somos todos nós mas esbanjado por meia dúzia de tubarões, levava-nos à ruina. Hoje as cestezas são mais que indignas. Estamos mais pobres que em 1974. Aquilo que nos ofereceram neste tempo, tem que ser pago por todos, enquanto essa meia-dúzia é que levou o país à ruina. Mas o povo deu um ar da sua desgraça e veio à rua dizer, mas não disse ainda o que devia. Que começasse na AR, nas instituições públicas, Câmaras Municipais, a dar o exemplo de poupança, no equilibrio do despesismo retirando as viaturas oficiais àqueles se poveiem em supermercados e prais em viaturas do Estado. O próprio Estado que demonstre o exemplo desde despesismo onde os mercedes e BMWs circulam e derrapam à custa dos nossos impostos. Que os Ministros, presidentes de câmara e direções gerais andem à custa deles na deslocação para casa e vice versa. Que os assessores, aqueles que não aparecem ao trabalho lhes seja descontado na mensalidade. etc…
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O que abaixo transcrevo, demonstra uma milionésima do desperdicio nacional ao longo de 38 anos.
valeu-me um ano de inatividade profissional, aplicado pelo Dgeral.
Em Tribunal o assunto ficou-me em 3 700€
Portanto, não tenho pena que aqueles que se reuniram naquele sábado, 38 anos da venda do país, ainda não se tenham apercebido que, dia a dia, estão sendo enganados.
Camarada, …amigo… ,
Estava para apanhar outro barco sem me despedir de ti, mas resolvi deixar-te esta mensagem de desilusão, pelo passado recente vivido nesta casa. Aqui encontrei de tudo um pouco, os seres racionais e os irracionais. Para vós racionais que me mereceram e merecem o maior respeito, transmito a minha desilusão.
O que vou contar foi um pesadelo vivido em determinado Departamento com responsabilidades, designado por DAG.
Nesse Departamento fiz de tudo um pouco, coisa que anteriormente alguém se deu ao cuidado de o desempenhar, no seu todo:
-Carregador; mecânico; electricista; motorista, carteiro, latoeiro, operador de reprografia, etc.
Claro que consegui «arrastar» colegas para a colaboração, pois sozinho não poderia levar o barco a bom porto, o que lamento é que ao fim deste tempo no sector a dirigente do departamento não tenha reconhecido nem aproveitado as capacidades dos funcionários sob as suas ordens, o que me deixa muito preocupado, tal o estado de falência profissional do patrão «Estado» que não deve esbanjar a matéria prima ao seu alcance.
Não foi fácil a vida na SAG, mas na desportiva tudo se foi resolvendo com maior ou menor brio profissional ao cabo de dois anos.
Para mim, os problemas seguintes surgiram porque teriam forçosamente de surgir e até digo que o problema foi premeditado. Ainda há rastos – as ameaças a quem trabalha subsistem
Depois do trabalho executado nas anteriores instalações e instalados neste «edifício», aconteceram coisas que só ao diabo lembra e que só a um dirigente sem responsabilidades, é que pode criar a tal instabilidade, por falta de comunicação com os seus subordinados.
Que reacção esperam de um sector quando à boca cheia a sua Directora afirmou não ter outro lugar para instalar determinado «chefe de secção» e também quando essa mesma Directora se não dá ao cuidado de ouvir os verdadeiros interlocutores da SAG? A quem pensava ela que estava a atestar a incompetência? A mim e a aos meus colegas de secção que com o sacrifício deram muito ao departamento naqueles dois, ou a do dito «chefe de secção» que apenas sabe desembolsar dos cofre do Estado?
Vocês melhor que eu conhecem o avivado «chefe de secção».Em termos de trabalho conjunto, não tive um metro de trabalho a seu lado, mas também não adormeci à sombra dos dois anos que passei no edifício de Alcântara.
Seleccionei as suas atitudes «dele», a forma de tratamento e vivência para com os colegas, o constante mudar de secção e a instabilidade de adaptação nos locais de trabalho, foram suficiente para que um «colega » desta natureza fosse bem recebido, e ainda mais grave , para chefiar a secção onde eu trabalhe.
Mas a culpa até lha não direcciono – há o exemplo da frase «não tenho onde o meter»-estava tudo dito.
Ainda não me tinha apercebido que a tramóia da directora de serviços estava lançada, para denotar que algo estranho estava acontecendo de anormal na secção, quando regressei de férias.
Tendo trabalhado à porta aberta durante o período de tempo que tinha passado em Alcântara, denotei nestas instalações « Av. Brasil»e já com o cujo a tomar folgo para a tomada de posse da secção, que havia um reboliço nos materiais à minha guarda.
Não é que o tipo escondia as coisas e depois vinha-me perguntar por elas?
Pois é meus amigos, a partir do momento em que fez isso, instalou-se o caos na secção, pois não lhe aparei mais o jogo. As pedras estavam lançadas e não tive dúvidas para confirmar o anteriormente ditado por outros colegas mais antigos.
Outros casos graves se seguiram e viriam a suceder, levando-me a não estar interessado em colaborar com aquele departamento nem com a sua Directora.
Se o desaparecimento da viatura da DG me ficou na garganta, o desaparecimento dos telemóveis, veio-me até ao estômago.
Camaradas, amigos, colegas (…) – Vocês acreditam na versão de um indivíduo que ao afirmar que é o último a sair das instalações da «DG» e o primeiro a entrar, e que guardando determinado número de telemóveis onde ninguém sabe, que estes desaparecem por mero acaso?
O mesmo possa afirmar quanto ao desaparecimento da viatura do parque da DG. Se eu chegasse junto de vocês e vos perguntasse qual o estado da viatura e outras coisas mais e passados três ou quatro dias «período que planeava para o meter na garagem» este desaparecesse, qual a vossa reacção?
Foi a que eu tive. Não retiro uma linha e está escrita a minha versão no inquérito levantado para o efeito. Desconheço o resultado final do inquérito.
Fui ameaçado com um processo disciplinar, pela senhora Directora de Serviços da DAG.
Foi a primeira e «pouco corajosa» ameaça não concretizada « que ao longo de 32 anos de serviço efectivo ao serviço do Estado», ouvi. Nem na tropa « entre 1973/75 e na guerra colonial» alguém ousou contra a minha pessoa utilizar a versão vocal de tal palavrão.
Saí do Departamento e outros colegas me desejariam seguir o caminho, por enjoo.
Os que não o podem fazer «pessoas com capacidades extraordinárias de trabalho, não reconhecido» vêm sendo ameaçados e perseguidos.
Não nasci para ser escravo de ninguém, muito menos numa instituição onde há dirigentes que não dão valor ao trabalho desenvolvido pelos seus funcionários, -será por falta de conhecimento da matéria o mesmo leiguismo?
A forma como se continua a gastar dinheiro na secção do dito «chefe de secção», faz bem da prova do muito desperdício a que estamos sujeitos.
Querem uma ou mais provas? Aqui vai.
1 – Troca de secretárias da sala «122», quando as anteriores serviram os anteriores locatários.
2 – A troca dos chaveiro artesanais fabricados nas instalações e os vindo das anteriores instalações, foram deitados ao lixo e trocados por novos chaveiros.
3- A destruição das estantes em cantoneira, e substituídas por armários novos para colocar em locais sujeitos a humidades elevadas e a inundações «garagem» caso o responsável não atendesse convenientemente ao bom funcionamento do equipamento instalado. Relembro que o anterior mobiliário foi instalado pelos funcionários antigos e a custo zero, enquanto a recente instalação de novos recorreram à ajuda de pessoal especializado para o efeito.
Meus amigos, eu não vim para a DG para servir de cobaia a certos dirigentes, totalmente leigos nas matérias da minha formação. Não vim para aqui mostrar papéis ou diplomas de dois meses «comprados na feira-da-ladra» mas sim de 14 anos de estudo e formação profissional, não cobrados o quanto baste ao «Estado» como patrão, para me tomarem como um inútil e servidor de uns incapazes. Propus à senhora Directora da DAG para me deixar ficar com as tarefas adstritas às empresas que fazem manutenção às instalações da DG e dar-lhe o desenvolvimento «adequado», não aceitando
É verdade que as pessoas não nascem ensinadas e foi para o alargamento dessa valorização profissional que foram criadas as escolas e os centros de formação.
Outra das desgraças, vista a olho nu a simples mortal:
-Quem nesta casa ainda não se apercebeu que sempre que haja uma inundação as pessoas envolvidas nas tarefas de limpeza, ficam completamente sujeitáveis ao perigo eminente?
Para que servem as normas vigentes da «Higiene e Segurança no Trabalho» se os ditos e intitulados responsáveis desconhecem as essas normas?
Abençoada a hora em que abandonei a SAG.
Nestes anos consequentes, fiz os possíveis para me reabilitar e adaptar às novas tarefas «na desportiva» mas não consegui pelo anteriormente sucedido; a minha forma de estar na vida não é esta e mesmo conversando com os perceve, com os mexilhões, com as ostras e com os novos companheiros de sala, não consegui desligar o cérebro – uma ameaça com processo disciplinar, depois de tanto esforço dispendido na SAG não me é um bem digestivo.
A escravatura passada na “24 de Julho e V. da Gama” jamais esquecerei – e tu camarada de trabalho, sentistes-te agraciado?. O equipamento que vi atirar pela porta fora, para o lixo e ainda em estado funcional é outra azia vivida e problema a resolver me deixa triste, tal a falta de dinheiro «dizem uns, gastam outros».
Vi desperdiçar mobiliário em madeira, em nogueira em mogno (…), senti a compra por outro muito pior. Vi deitar mobiliário em estado razoável ao lixo, e comprar novo da mesma matéria-prima, quando dizem não haver dinheiro. Será esta uma boa gestão financeira? E a central telefónica instalada num local pouco arejado e húmido?
Se a destruição da riqueza mobiliária contida nas antigas instalações desta Direcção-Geral foi vivida com uma grande azia e jamais esquecida, porque me fazia crer que a abundância monetária era muita na DG –e agora saio desta confrontado com a falta de dinheiro para papel.
Outra da imagem que levo destas instalações é de que os seus funcionários estão superiormente vigiados, com câmaras de vídeo por tudo quanto é sítio. Com certeza que uma prisão «em Portugal» não terá tão forte dispositivo de segurança como esta Direcção-Geral. Será que os seus funcionários são cadastrados? Sempre tive a minha secretária aberta e curiosamente ninguém se deu à ousadia de lá colocar ou retirar algo.
Mas não foi sob tanta vigilância que as coisas desviadas, «as poucas coisas desaparecidas» foram-se nas barbas das câmaras e não mais voltaram ao lugar do dono, sem que se instigasse o assunto?
A constante ondulação da húmida brisa instalada na DG não serve os meus planos por isso vou-me embora. Ao partir, levo em mente que esta embarcação tem um Comandante que mereceu a minha confiança e com a ajuda em mais meia dúzia de marinheiros de qualidade que a bordo detêm a navegabilidade, complementar-se-ia com o apoio de um ou dois bons Imediatos.
As «Alka-Seltzer» de Natal, nunca me fizeram esquecer os restantes 364/5 dias.
Escreveram nos dicionários que o significado de «EXCELENTE» é – Muito bom; – Distinto; -Magnífico; -Aquele que se eleva acima de.
Como estes termos não me complementam porque sempre me considerei um funcionário suficientemente capaz, a minha missão chegou ao fim – talvez, não como o desejaria, mas pela obrigatoriedade a que fui sujeito.
Camaradas e amigos (…) o meu desejo é que fiquem e sejam muito felizes, porque a vida neste país está-se tornando muito difícil e eu não contribui para tal…
Obrigado por me terdes aturado neste período de tempo.
ribas
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