Coisas que um governo de direita ainda poderia fazer para salvar o orçamento
27 Setembro, 2012
1. Aumentar as deduções fiscais com despesas de saúde fora da ADSE e SNS;
2. Aumentar o tempo de trabalho na função pública e vender horas aos funcionários;
3. Obrigar a que a reposição de parte dos salários da FP seja feita com o orçamento dos próprios serviços podendo estes decidir que percentagem de reposição querem fazer.
14 comentários
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LOL: Mais uma PATETADA do MIRANDISMO.
Segue o tiro ao alvo na senda do salve-se quem puder, e sobretudo nós…
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De direita ou de esquerda, legislar neste sentido é que era boa ideia (claro que é preciso acreditar no Pai Natal): http://lishbuna.blogspot.pt/2012/09/blog-post_7452.html
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Do melhor que já vi por aqui. É um fartote.
Com posts destes o JM corre o risco de se tornar o verdadeiro postal.
Mais umas pérolas destas e o JM pode fazer um colar.
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“Coisas que um governo de direita AINDA poderia fazer para salvar o orçamento”
Ó João Miranda, não percebeu ainda que já é tarde?! — Nesta altura do campeonato já está tudo …udido!
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Para os gajos da regisconta, perdão, das sebentas: http://tinyurl.com/9ta39kl
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É só rir com os indigentes mentais deste país. ejehehehehheh
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João Miranda, este governo é tão de direita como seria um governo do Partido Socialista!
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Podia também lançar a prática do eugenismo.
Estupido que sou! Já está prevista e vem a caminho.
http://expresso.sapo.pt/porta-aberta-a-cortes-no-tratamento-do-cancro-e-da-sida=f756163
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O Portugal dito “moderno” acabou. Os nossos avanços – que existiram de facto – foram assentes em alicerces de barro. De repente surgiu uma nova classe média, sem tradições, sem valores e com uma voragem consumista pouco recomendável. A educação foi a do dinheiro. Pior: foi pelo dinheiro. E assim nasceram e cresceram as vítimas (paradoxalmente co-autoras) deste descalabro.
Extremamente informada – mais do que nenhuma outra geração, arrisco dizer –, com uma série de pregaminhos académicos de qualidade duvidosa e sem qualquer espécie de base cultural (nem tradicional por vergonha, nem erudita por desconhecimento) a nossa classe média foi votando de forma sistemática e acrítica em quem lhe prometia mais.
Na política as velhas elites (ou gente que se foi formando com alguma substância e pensamento crítico) foram-se afastando sistemáticamente do poder. Da esquerda à direita a qualidade dos agentes políticos diminuiu de forma assustadora. As decisões, como seria de esperar, foram cada vez mais desastrosas.
Hoje Portugal enfrenta uma das piores crises de sempre. A classe média é, na verdade, pouco média: é apenas baixa com um empréstimo às costas. Foi construída à imagem e semelhança do seu país, uma terra estruturalmente pobre onde foram injectados (e desperdiçãdos) largos milhões. Como seria de esperar ninguém aguenta uma situação desta natureza. E o pior ainda está para vir. O país que se prepare.
http://www.odiabo-coxo.blogspot.com
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Acrescentaria , alargar a ADSE a todos os contribuintes !
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“Aumentar o tempo de trabalho na função pública e vender horas aos funcionários;”, acho que o tempo dos servos da gleba já acabou na Baixa Idade Média. A motivação dos funcionários seria baixa e pouco produtiva e até esta medida seria destruidora de valor pois os funcionários estariam a pagar da remuneração do posto de trabalho para trabalharem menos no mesmo posto de trabalho, ou seja seria mais um imposto camuflado a promover menos produtividade. Qualquer CEO de sucesso deste milénio de uma empresa num sector competitivo rejeita tal medida. Se o problema da FP é ter demasiada gente então que se despeça, o que menos se quer é mais horas de não fazer nada.
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Diabo Coxo
Na Mouche. E o pior é que esta classe média que no fundo é baixa é deslumbrada e parola que até mete dó.
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4. Aumentar as contribuições do funcionalismo público para ADSE para que este sistema deixe de ser financiado pelo OE e permitindo a que os trabalhadores tb têm acesso ao sistema nos mesmos moldes do fp.
5. Baixas médias iguais para todos, sejam trabalhadores ou fp.
6. Recalcular o valor das pensões de reforma de todos os actuais reformados aplicando-se a fórmula actualmente em vigor para os novos reformados do regime geral da segurança social.
7. Reduzir a ZERO os pagamentos à fundação do Soares e à do Berardo.
8. Vender os Audis A8 de 95.000 euros em que circulam juízes do tribunal de contas, do constitucional e ministros.
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Este blogue está cada vez mais comunista, porra!
Um dia destes começam a exigir que andemos todos vestidos de igual com os mesmo kispos, tipo Coreia do Norte! 😉
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