Entretanto, no 169º mercado de trabalho mais livre do mundo
2 Outubro, 2012
Se os salários no sector privado resultam do livre jogo da oferta e da procura, porque é que a taxa de desemprego já atingiu os 16%? Porque é que os salários dos contratos antigos são maiores que os salários dos novos contratos? Porque é que a taxa desemprego jovem é mais do dobro da taxa média de desemprego?
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Nota: Há 10 países com mercados de trabalho menos livres que Portugal, são eles: Comores, Honduras, Turquemenistão, Zimbabwe, Marrocos, Paraguai, Birmânia, Cuba, Líbia e Coreia do Norte.
89 comentários
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E no entanto os salários do PÚBLICO perderam 6x mais que os do PRIVADO…
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Porque de acordo com as leis da oferta e da procura, quando há muita procura para pouca oferta, as condições agravam-se para quem procura. Segundo os economistas e os sociólogos isso acontece muito. Segundo os historiadores, até é um facto histórico.
Quanto à diferença de ordenados entre os novos contratos e os antigos, é simples: os antigos são trabalhadores dos quadros das empresas e têm condições salariais do tempo de Cavaco e Guterres. Os novos têm salários de Passos Coelho e fim de Sócrates (que se traduz em salário mínimo já é muito).
Mas sabe como combater o desemprego neste país? Fazendo o que eu fiz. Encontrar trabalho na minha área noutro país e trabalhar lá (com salários elevados). Se todos os portugueses desempregados fizessem isso, as leis da oferta e da procura seriam alteradas. Os patrões teriam de pagar mais para que a mão de obra permanecesse no país. Aí sim, teríamos condições de vida e dinheiro para pagar a austeridade que este governo nos impõe.
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Mais uma vez brincando (para não dizer uma coisa mais feia) com as palavras.
Frasquilho não disse com o “livre” jogo da oferta e da procura e isso faz toda a diferença.
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Caro JM, há outro problema. Quanto mais livre o mercado de trabalho, maior o défice orçamental e mais despesas públicas.
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É perguntar ao Rui A. como ele resolve esta “contradição”. Quanto mais liberdade na economia privada, mais défice e mais despesa. ehehheehh
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Já sei, já sei. Vai-lhe dizer que ele não tem nenhuma obrigação de propôr alternativas. Só dizer mal. Tipo um daqueles marretas no teatro. ehhehehhhh
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Devia ser o 159º, como a Alemanha; ou o 154º, como a Finlândia!
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Caro Madureira, Vc. defende a mesma carga fiscal em Portugal que a da Finlandia ou daAlemanha? Se defende a despesa também tem obrigação de defender a carga fiscal para pagar essa despesa. Ou quer fazer como o Sócrates: para as Calendas gregas. ehehhheh
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Segundo o link que o João Miranda teve a amabilidade de nos dar a acesso, a Alemanha é o 159º mercado de trabalho mais livre do mundo. Só está 10 lugares à nossa frente. Qual é a taxa de desemprego da Alemanha? 5,5%. Conclusão: A “liberdade” do mercado de trabalho não tem nada a ver com desemprego.
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Nota: Há 20 países com mercados de trabalho menos livres que a Alemanha, são eles: Equador, Luxemburgo, Nigéria, Bolívia, Turquia, Moçambique, Congo, Grécia, Venezuela, Portugal, Comores, Turquemenistão, Honduras, Zimbabwe, Marrocos, Paraguai, Líbia, Cuba, Burma e Coreia do Norte.
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Sim.
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Pronto, está bem. Então diga lá aos seus compatriotas o quanto faltam aumentar os impostos para pagar a actual despesa estatal. Não lhes minta. Tem que lhes dizer. E tem que se juntar ao antigos apoiantes do José Sócrates.
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“Só está 10 lugares à nossa frente. Qual é a taxa de desemprego da Alemanha? 5,5%. Conclusão: A “liberdade” do mercado de trabalho não tem nada a ver com desemprego.”
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Uma andorinha não faz a Primavera. E a taxa de desemprego não depende apenas da liberdade do mercado de trabalho.
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Boa! Agora sim, a Grécia está no bom caminho: http://tinyurl.com/8udvcat
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Bem, nesse grafico vemos os EUA em primeiro lugar e vemos a alemanha em 158º lugar um bocadinho acima de Protugal. Em face disto, o que é o caro JM conclui??????
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Rb
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Segundo o link que o João Miranda teve a amabilidade de nos dar a acesso, a Alemanha é o 159º mercado de trabalho mais livre do mundo. Só está 10 lugares à nossa frente. Qual é a taxa de desemprego da Alemanha? 5,5%. Conclusão: A “liberdade” do mercado de trabalho não tem nada a ver com desemprego.
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Ele nao conclui nada porque ja faz tempo conclui com todo o que se move…Como muito dirá que a Alemanha so faz excepçao na regra geral , mesmo -mesmo como ele mesmo. Excepcao a regra neo (gosta sempre de nadar a contracorente ) e olhe que ele vai saltitando daqui para lá, e que quem vive o cab***. So fica averiguar se é como esta cambada toda de neos que vive de uma ou outra forma a conta de (ou encostado ) no estado…
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a explicação é facil jm, isto está tudo uma merda porque vão bebendo aos poucos doses da vossa ideologia de neo-escravatura dos trabalhadores.
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Caro anti comuna:
Sim, mas também acredito que haja muita despesa pública que possa ser cortada por ser ineficiente, ineficaz ou imprópria.
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“Sim, mas também acredito que haja muita despesa pública que possa ser cortada por ser ineficiente, ineficaz ou imprópria.”
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Não acha estranho nesses países estarem a cortar no seu “Estado Social” e o amigo a ir ao encontro deles? Está a ver onde eu quero chegar? O meu amigo está a adoptar políticas que eles querem reformar e reduzir.
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Dê-me documentação sobre esses cortes nesses países. Depois, poderei ter alguma opinião.
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Caro Madureira, eu tenho a impressão que o meu amigo está contra a corrente: http://ec.europa.eu/europe2020/pdf/nd/sp2012_finland_en.pdf
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Sem falar na Alemanha, claro.
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Aqueles países que vê como referência, desde há 20 anos que andam a cortar e a controlar a despesa pública e a baixar a carga fiscal. E continuam. Estão a liberalizar e a privatizar bastantes serviços públicos. E o meu amigo quer cometer o mesmo deles que os levou, há mais de 20 anos, à maior crise de sempre, desde a Década de 30?
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Não acha estranhos, os tais países campeões do Estado Social estarem-no a reduzir e a reformar? E o meu amigo quer cometer os mesmos erros deles?
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Não acha estranho, caro Madureira, que a Dinamarca seja hoje o país mais “neoliberal” da Europa comunitária, sem salário minimo, sem subsidio de desemprego estatal e quase sem restrições em matérias de contratação e despedimentos dos trabalhadores?
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Não acha estranho que esses países, desde a Finlandia à Suécia, estejam todos a inverter os erros cometidos, que os levou a viverem uma crise semelhante à actual portuguesa, há mais de 20 anos?
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O que eu acho estranho é o amigo Madureira estar atrasado mais de vinte anos nesta temática. Por onde tem andado, caro Madureira?
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Copiei do documento que indicou. Parece-me muito bem.
Table 9. General government expenditure by function
COFOG- 2010 2016
code % of GDP
1. General public services 1 6.9 6.5
2. Defence 2 1.6 1.5
3. Public order and safety 3 1.5 1.5
4. Economic affairs 4 4.9 4.7
5. Environmental protection 5 0.3 0.3
6. Housing and community amenities 6 0.5 0.5
7. Health 7 7.9 7.8
8. Recreation, culture and religion 8 1.2 1.2
9. Education 9 6,5 6,3
10. Social protection 10 23,9 23,8
11. Total expenditure (=item 7=24 in Table 2) TE 55,2 54,0
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“Copiei do documento que indicou. Parece-me muito bem.”
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Mas a eles não. Querem reduzir a despesa pública. E têm um excedente orçamental, têm uma dívida pública baixa e até um excedente na Balança Comercial.
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A si parece-lhe bem. A eles, mal. Veja lá o seu azar. Vc. quer imitar os erros deles. E eles querem mudar aquilo.
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Muito bem. Quando V. chegar ao nível deles, eles estão já noutra galáxia. eheehheheh
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O amigo Madureira ainda está na “Idade da Pedra” e eles, os seus herois finlandeses, já há anos que se debatem com estas questões: http://www.suomenpankki.fi/en/julkaisut/tutkimukset/keskustelualoitteet/documents/9901.pdf
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O meu amigo ainda está a debater a despesa, eles já há muito que estão na fase do “ajustamento prolongado”.
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O meu amigo deveria então tentar aprender com eles, sobretudo a evitar os erros deles e a colher os bons ensinamentos. Mas, parece-me, o meu amigo quer copiar os maus vícios deles e evitar os seus bons hábitos. Copiar, por mau copiar, mais vale estar quieto, amigo Madureira.
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anti-comuna, não é só a Dinamarca que não tem salário mínimo. Não tem a Alemanha, a Noruega, a Islândia, a Suiça, etc..
Não é só a Dinamarca que não prevê indemnizações por despedimento. A generalidade dos países que apontei atrás também não tem.
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Já agora, de que vive um “caga-lampanas” profissional? Que raio de contributo dá para a vida nacional, além de ficar salivando pelo próximo post do génio Miranda?
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Já agora também o Madureira também pode comparar o número de quilómetros de auto-estradas e pontes na Finlândia.
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É pena que o TC não seja tão lesto a declarar os elefantes brancos de inconstitucionais antes deles serem construídos. No que toca a esbanjar nunca há inconstitucionalidades
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Estimado Pinto, era precisamente esse ponto. Os países tidos como referência para os social-democratas portugueses estiveram estes anos todos a fazer reformas, ditas em Portugal como “neo-liberais”. E grande parte deles dão primazia ás negociações entre sindicatos e entidades patronais. Em Portugal eles preferem chntagear o poder político e impôr de cima para baixo. Com algumas excepções.
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O que não se pode é mentir aos portugueses. Não se pode dizer: vamos ter a despesa pública na média dos países mais “avançados” e depois dizer que a porcaria da Curva de Laffer se aplica e não se pode aumentar a carga fiscal também para essa média. Isso é mentir aos portugueses. E é criar problemas enormes que dão estoiros monumentais.
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Esta é a verdade que os nórdicos sabem. E sentem. O tal Estado Social é um enorme fardo fiscal para as sociedades deles. E estão a tentar emendar o erro deles. Sem sacrificar em demasia os tais consensos deles e redes de protecção social, que acham que deve existir.
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Mas não se pode estar contra o corte da despesa estatal e, em simultâneo, não querer subir os impostos aos portugueses. Porque, se há despesa tem que ser paga. Ou hoje ou amanhã. Hoje, com mais impostos. Amanhã, primeiro com dívida, depois ainda mais impostos.
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Pinto,
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«No que toca a esbanjar nunca há inconstitucionalidades»
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O TC acha que é necessário apoiar a Mota-Engil com o Rendimento Máximo Garantido.
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O trabalho de formiguinha para os comunistas implodirem com a economia portuguesa e depois atirarem as culpas para a “direita”:
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“Portos
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Lisboa já perdeu 15 mil passageiros de cruzeiro desde o início da greve
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Agentes do turismo alertam para o risco de Lisboa sair da rota dos principais operadores”
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in http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=581715&pn=1
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Eles não comem criancinhas ao pequeno almoço? Mas devem comer papalvos. ehehhheehh
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Os comunistas estão a fazer tudo para implodir com a economia portuguesa. E a nossa direita, impávida e serena, a assistir a esta estratégia deliberada de “terra queimada”…
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“Greve nos portos torna exportações mais caras
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Leixões e Sines, portos menos perturbados pela greve que durahá semanas, estão a atenuaro impacto económico da paralisação. As empresas exportadoras queixam-se de atrasos nos carregamentos, da subida dos custos de transporte e de matérias-primas presas nos portos”
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in http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=581737&pn=1
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A direita que não explique ao povo o que os comunas andam a fazer e depois não se queixem. No fim, os comunistas dizem: foram eles que destruiram Portugal. Estratégia comunista é tão velha… Mas continua a dar resultado.
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O JM parece não entender que o numero de empregos depende da procura agregada final, o famoso PIB
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Se o PIB baixa 3% é natural que o desemprego baixe 3%.
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a pergunta correcta é : o que fazer para aumentar o PIB ?
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resposta é apena uma : aumentar o consumo e a produção interna , mantendo uma balança corrente equilibrada.
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Como diria a outra : There is no Alternative.
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A receita neotonta de reduzir salários à bruta nunca funcionou e não está a funcionar
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Felizmente o Passos ou muda ou vá para casa estudar economia .
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“O JM parece não entender que o numero de empregos depende da procura agregada final, o famoso PIB”
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E se eu inventar uma máquina que me dá de comer, com inputs da atmosfera? O emprego depende da procura agregada? hehehhehehh
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Este PMP (que noutros blogues escreve com outra alcunha) é cá um cromo. É assim mesmo rapaz: a luta continua!
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A-C a fazer render o seu nick 🙂
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“A-C a fazer render o seu nick :-)”
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ehehheehehehh
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“resposta é apena uma : aumentar o consumo e a produção interna , mantendo uma balança corrente equilibrada.”
Uau! tão fácil!! Não sei como é que durante estes tempos todos de socialismo e politicas de crescimento e investimento público, não se lembraram de aplicar essa receita!
Vamos lá aumentar o consumo pessoal!! Consumam agora e paguem depois!
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Em todos os países há salário mínimos. São negociados pelos governos centrais ou regionais, associações patronais e sindicatos.
http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_minimum_wages_by_country
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Caro Madureira, qual é o salário minimo na Alemanha? Na Dinamarca? E na Finlándia? Obrigado.
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O aumento do consumo, para ter efeitos realmente positivos na economia, só pode acontecer por consumidores “verdadeiramente privados”. O consumo público, neste momento, só é possivel com recurso a mais divida ou a mais impostos (que são redundantes). O que escolhem?
O aumento da produção para consumo interno só pode acontecer da mesma forma, por aumento do poder de compra e da procura de privados. Tal só pode acontecer por via do aumento das exportações. Tal só pode ser promovido (via estado) pela diminuição dos custos do trabalho sem que isso acarrete aumento de despesa, ou seja, via negociação livre do mercado de trabalho ou manipulações da TSU pelo estado, fomentando a negociação entre partes do privado.
Tirando isso restam as vendas de património e activos do estado e dos particulares… No estado actual de recessão só podemos contar com os nossos amigos angolanos e, por enquanto, chineses…
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Não se preocupe tanto. Eles existem. E com a vantagem de não serem iguais para todas as atividades económicas. São negociados pelos sindicatos e pelas associações patronais. O que é importante é que não pode haver salários mais baixos do que aqueles que foram acordados socialmente.
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O AC ainda não percebeu o básico de macroeconomia e por isso continua a dizer disparates uns atras dos outros !
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É muito dificil de entender que o numero de empregos é proporcional ao PIB a dividir pela produtividade média ?
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E se diminui o PIB diminuem os empregos e se aumenta a produtividade para o mesmo PIB diminuem os empregos ?
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Não é engenharia aeroespacial !
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Não existe alternativa ao aumento do PIB, tudo o resto destroi a economia privada e a seguir a publica.
Só num regime comunista é que poderia ser de outra forma !
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“Não se preocupe tanto. Eles existem. E com a vantagem de não serem iguais para todas as atividades económicas. São negociados pelos sindicatos e pelas associações patronais. O que é importante é que não pode haver salários mais baixos do que aqueles que foram acordados socialmente.”
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Está a ver como mete água. Sim, há países onde metem minimos, mas nos que Vc. tem como referência, não existem minimos legais, apenas referenciais. E são negociados entre sindicatos e entidades patronais, não obstante nada impede que haja quem fure os acordos conseguidos.
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Esses países são mesmo “neo-liberais” e sem consciência social. Onde já se viu não haver o minimo dos mínimos? http://tinyurl.com/7zlvhgu
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Estimado Madureira, o meu amigo parou no tempo e com uma Utopia. Vá lá que não é marxista, mas quase… 😉
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“É muito dificil de entender que o numero de empregos é proporcional ao PIB a dividir pela produtividade média ?”
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Se Vc. subir a produtividade, diminui os empregos mesmo que o PIB suba, basta para tal o diferencial penda positivamente para o lado da produtividade. ehehehheeh
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Ó PMP, para onde Vc. vai, eu já de lá vim há muito, amigo. Vá, vá para os blogues de esquerda vender as suas mirabolantes teorias. 😉
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Já agora, amigo Madureira, eu não sou contra o salário minimo. Tome nota deste ponto. Não sou. eheheheheh
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neste momento é mais a economia publica que destroi a privada…
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Afinal o AC não é tão distraido como tenta fazer parecer á malta.
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Ele afinal sempre soube que o numero de empregos é directamente proporcional ao PIB .
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Afinal o AC é fixe !
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O PMP parece que não sabe ler:
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“Se Vc. subir a produtividade, diminui os empregos mesmo que o PIB suba, basta para tal o diferencial penda positivamente para o lado da produtividade. ehehehheeh”
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Quer em linguagem de operário?
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É assim, mesmo que a procura suba, o número de trabalhadores pode cair se as tecnologias evoluirem mais rápidamente que essa procura.
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Se não compreender esta linguagem de operário, também chumba no 1º ano do sindicalismo. ehheheheh
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Despesa pública da Finlândia de 1982 a 2011 em % do PIB:
42,8 44,6 44,6 46,5 47,2 48,0 46,6 44,7 48,2 57,1 62,4 64,9 63,6 61,5 60,1 56,6 52,9 51,7 48,3 48,0 49,0 50,3 50,2 50,3 49,2 47,4 49,2 56,1 55,5 54,2
Os finlandeses acham mal e estão há 20 anos a fazer o quê?
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Olhem, afinal o AC também sabe que se a produtividade subir o numero de empregos desce !.
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Só falta agora o AC explicar isso devagarinho ao JM, para ele explicar ainda mais devagarinho ao Borges e ao Passos.
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O AC até pode ser a pessoa chave para esta crise.
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vamos em frente AC , o país está primeiro !
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“Os finlandeses acham mal e estão há 20 anos a fazer o quê?”
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A reduzir a despesa pública. E a carga fiscal. Olhe bem para os números.
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PMP, eu gosto de debater com gente honesta e inteligente. Infelizmente, Vc. não é uma coisa nem é outra.
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Vc. foi o burrinho que escreveu isto, até que eu lhe dei um exemplo que mostrava que Vc. estava errado:
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““O JM parece não entender que o numero de empregos depende da procura agregada final, o famoso PIB””
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Quem foi o burro que escreveu isto? Foi Vc., PMP. Mas depois é que descobriu a coisa da produtividade e, portanto, op número de empregos não depende apenas na procura agregada. Mas além de burro, o amigo é desonesto. Bolas, lá para o rapaz.
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Anti-Comuna,
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«Se Vc. subir a produtividade, diminui os empregos mesmo que o PIB suba, basta para tal o diferencial penda positivamente para o lado da produtividade. ehehehheeh»
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Cometeu aqui um erro metodológico, compreensível. Só pode considerar isso se não considerar subida em valor absoluto do PIB para actividades externas (como exportação). Se a produtividade subir em valor absoluto o mesmo que sobem as exportações, o número de empregos de certeza não diminuirá, mantém-se, apesar de o PIB subir.
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Caro Colaço, sim, sim. Mas eu apenas usei o exemplo de um economia fechada (ou global/planetária) para calar o PMP.
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E até poderia dizer que nem toda a produtividade é igual. Mas enfim. Só não gosto de debater com gente desonesta. Errar, erramos todos. E muito erro eu e fico feliz quando leio quem me aponte dados e factos que me mostram que estou errado. Agora, se erro e tenho consciência disso, peço desculpa e agradeço quem me ilumina o caminho. E não ando a chamar burro aos outros depois de fazer de conta que não errei, como este PMP. Gulp!
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O AC continua com a senda de disparates, só para disfarçar o que afinal ele já entendeu mas não quer admitir aqui no blog, porque vai contra a defesa do tonto do Passos / Borges / Gaspar.
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É óbvio para quase toda a gente menos para o Passos / Borges / Gaspar , e para o JM, LR e AC que a única saida é o aumento do PIB !.
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A lengalenga da austeridade a qualquer preço não funciona, nunca funcionou em nenhum país do mundo e não vai funcionar.
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Mas o AC mesmo assim está um bocadinho á frente porque já percebeu isso , só não o quer admitir , enquanto os outros parece que ainda não chegaram lá.
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Por isso o AC pode ter um grande papel ao explicar devagarinho ao JM estas coisas da macroeconomia, para ele depois explicar ao Borges e ele explicar ao Passos. O Gaspar pode continuar a ser o contabilista !
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Anti-Comuna,
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«E se eu inventar uma máquina que me dá de comer, com inputs da atmosfera? O emprego depende da procura agregada? hehehhehehh»
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Vai atrasado. já foi há muito inventada. Chama-se planta.
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“É óbvio para quase toda a gente menos para o Passos / Borges / Gaspar , e para o JM, LR e AC que a única saida é o aumento do PIB !.”
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Ai sim? E então como explica o crescimento do emprego na casa do 1% ao ano na Alemanha e o PIB está estagnado? Explique isto cá aos seus leitores. eheheheheheh
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“Vai atrasado. já foi há muito inventada. Chama-se planta.”
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Mas isso deve ter sido deus, se deus existe. E nessas coisas, já sabe, eu não me meto. 😉
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Anti-Comuna,
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Se a economia era planetária, ainda não exportamos para Marte. No entanto tudo no nível global dependerá do nível de consumo. A produtividade pode subir este ano sem consequências no emprego porque trezentos milhões de pessoas acedem à classe média este ano.
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Se se manterão na classe média em 2013 é um poço de incógnitas. Sinceramente não sei porque há doidos que fazem previsões anuais e bi-anuais quando é impossível saber o que acontecerá à economia nas próximas duas semanas.
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“Sinceramente não sei porque há doidos que fazem previsões anuais e bi-anuais quando é impossível saber o que acontecerá à economia nas próximas duas semanas.”
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Olhe que por vezes é mais fácil fazer previsões a dois anos que a duas semanas. 😉
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«É óbvio para quase toda a gente menos para o Passos / Borges / Gaspar , e para o JM, LR e AC que a única saída é o aumento do PIB !»
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Se me disser como aumentar o PIB, tenho a certeza de que o Passos, o Borges, o Gaspar, o João Miranda, o Luís Rocha e o Anti-Comuna (não, não se sabe o seu nome verdadeiro por cá), e até eu, estaremos interessadíssimos em o ouvir. Não vale contudo dizer:
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1) Investimento Público; (foi o problema e não é a solução)
2) Baixa imediata de impostos; (não resolve o problema imediato)
3) Abandono da TSU; (volta-se à situação gerada pela descida de impostos)
4) Impostos sobre propriedade; (lá vai a malta vender à pressa as casas e mandar o dinheiro para a Suíça)
5) Impostos sobre transacções financeiras; (mal o diz, duas teclas no computador e o dinheiro está na Suiça)
6) Taxa Hollande (o dinheiro dos franceses ricos vai mais cedo para a Holanda que para o Hollande).
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Estou interessado no que tem a dizer. Mas pense bem. Não se espete.
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A resposta dele vai desembocar nessas, caro Colaço. eheheheehhe
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Repare que, o mais chocante, é que ele pretende o crescimento económico para hoje quando devia para amanhã. E o que Portugal está hoje a fazer é criar as condições para o crescimento do amanhã. Quem quer crescimento imediato hipoetca o futuro. É como o tipo que só pensa em consumir baseando-se em dívidas e cartões de crédito. Consome mais hoje mas consumirá menos que amanhã.
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A esquerda e os comunas vivem de utopias e teorias mirabolantes. Antes tinhamos o narxismo, agora temos outra fantochada chamada Moderna Teoria Monetária, ou lá o que raio é, que é a mesma falácia do costume. Andam á caça de gambuzinos e a hipotecar o futuro de Portugal. E burro quem acredita neles. ehehheehh
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O nosso país está povoado de avestruzes a todos nos níveis, desde as figuras mais altas do estado até aos cidadãos mais modestos e anónimos.
Temos que perceber que não vale a pena negar as evidências.
1. O nosso modelo social não é compatível com o nosso modo de sermos sociedade.
Não temos a produtividade nem a mentalidade necessárias à sua manutenção.
2. Somos um país de velhos!
Durante 900 anos conseguimos aguentar esta nobre nação apesar dos muitos desvarios que nos levaram a desbaratar um imenso património de um império. Passámos já por muitas crises e sempre conseguimos ultrapassá-las. Mas sempre contámos com uma população vigorosa!
Hoje estamos velhos… Somos o 2º país do mundo com maior envelhecimento e temos uma natalidade mínima!
E só não somos mais velhos ainda graças à contribuição da grande imigração dos últimos 20 anos!
Mas Portugal cada vez menos é atractivo para imigrantes. Pelo contrário! O aumento da emigração é por demais evidente e cresceu exponencialmente nos ultimos 4 anos.
A crise instalada para os próximos 10 ou 20 anos (vamos ser optimistas) também não augura o aumento da natalidade ou da imigração.
Continuamos a promover o aborto em detrimento da natalidade…
3. Em resultado de 1 e de 2 temos que há uma pequena multidão (cada vez mais pequena, é certo) de trabalhadores no activo que são obrigados a contribuir para um sistema em falência. Não há forma de garantir as regalias dos reformados actuais aos trabalhadores no activo, que sustentam o sistema.
4. Este é um país de mentiras! Não há direitos adquiridos, não há salário mínimo, não há educação nem saúde grátis! Tudo é pago a peso de ouro, sobretudo pela classe dita média (em risco de extinção). Num salário bruto de 1000 euros, cerca de 600 são entregues ao estado sob a forma mais variada de impostos, do IRS ao IVA.
5. Temos uma dívida impagável!!!!
6. Temos uma constituição obsoleta! Temos uma constituição que apenas admite o modelo socialista de sociedade!
7. Em resultado de 6 (e de outras coisas), não temos alternativas políticas!
8. Em consequência de 7 nao temos DEMOCRACIA!
Por tudo o descrito acima lamento informar que:
9. Não temos futuro enquanto país.
RIP Portugal…
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http://www.economist.com/node/21536648
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Merkel e o salário mínimo:
At its convention in Leipzig in mid-November the CDU is likely to back an economy-wide minimum wage.
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Trabalhos mal pagos:
Germany is one of the few European countries to lack a statutory minimum wage. Unions and employers negotiate wages sector by sector. In ten sectors agreed minimums apply to all. But jobs are growing in fragmented services not in manufacturing. Just over half of workers in western Germany are now covered by central agreements; in the east it is only a third. In 2007, 3.7m workers earned under €7 ($9) an hour and 1.2m under €5.
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Caro Madureira, afinal agora reconhece que a Alemanha não tem salário minimo… ehhehheeh
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Pronto, está desculpado. 😉
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O que é que chama aos salários mínimos por setores?
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“O que é que chama aos salários mínimos por setores?”
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Um salário minimo é compulsivo. Por sectores é voluntário. Está a ver a diferença?
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E repito-lhe. Sou a favor de salários minimos, compulsivos, desde que negociados de baixo para cima e o Estado sem grande peso, apenas o de legislar nesse sentido. E porquê? Para impedir a concorrência desleal. Para evitar dispersão de tal forma de condições, que acabam por penalizar os mais fracos.
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Mas, tenha bem atenção, caro Madureira: um salário minimo é compulsivo.
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“In ten sectors agreed minimums apply to all” não parece que sejam voluntários.
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O salário mínimo português também é negociado. Há algum tempo os sindicatos queriam que o smn fosse 500 €, os patrões não concordaram e ficou em 485 €.
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Se eles violarem os acordos não são sancionados. Portanto, é voluntário, caro Madureira.
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“O salário mínimo português também é negociado. Há algum tempo os sindicatos queriam que o smn fosse 500 €, os patrões não concordaram e ficou em 485 €.”
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Mas é um salário para todos sectores e de cima para baixo. Por exemplo, nalguns países que Vc. tem como referência, o Estado nem sequer se mete nas negociações. Liberdade implica alguma dose de conflitualidade e negociação. Mas logo que chegam a acordo, cumprem. (Na Escandinávia é o mais evidente.)
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Mas é flexível ao ponto de permitir baixar salários ou até mesmo aumentar as horas de trabalho (agora chamam de “banco de horas” e mesmo assim não é bem assim) caso a empresa esteja em dificuldades conjunturais.
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No caso alemão, para não perderm know-how usam outro tipo de medidas. (Não originais de lá, mas muito em voga agora) Por exemplo, se um sector industrial for muito sensível ao ciclo económico (como automóvel, bens de equipamento, que são sectores com uma procura muito volátil) o Estado pode subsidiar formação no posto de trabalho, sem que as pessoas percam tudo e sejam corridos dos seus postos de trabalho. Isto tem vantagens evidentes para este tipo de sectores industriais. Como a sua procura é volátil e muito mais rápida que a própria formação e recruamento de recursos humanos, quando o ciclo inverte, são muito mais rápidas a conquistar quotas de mercado. Ou seja, enquanto noutros países, a indústria reaje tarde a esta nova procura, na Alemanha, as empresas reajem rapidamente e podem exportar muito mais. Estes alemães são espertos do cabeç, amigo Madureira. eheheheheh
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Agora, em Portugal, quando se estabelece um salário minimo, como o Estado é o maior interessado nele (porque tem bastantes despesas associadas a este “número mágico”), as empresas e os sindicatos apenas tentam interferir o máximo possível, mas sem atender á especifidade de cada sector. E da conjuntura. E nem sequer podem descer o salário, caso haja uma emergência económica. É um erro enorme. O mercado de trabalho não pode ser uma selva nem de uma rigidez gigante, que lhe pode complicar ainda mais a vida.
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Não é bem assim. Estão previstas multas para quem viola os acordos, pagando menos do que os mínimos do setor. Nalguns casos, por exemplo, empresas com menos de 5 trabalhadores, ficam livres dessas multas. Discute-se na Alemanha a má aplicação e o controlo dos acordos.
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A minha tia Clotilde farta-se de rir a ler o anti-comuna.
Diz que lhe faz lembrar o marido que já morreu com uma cirrose.
Sempre que bebia um bagaço, expelia um “eheheheheh”!
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Mas não são sancionados depois, mesmo que tentem multar. Senão, como explica a própria noticia que meteu aqui?
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Não quer dizer que na Alemanha não tenham herdado resquicios da Idade Média, mas não é tão rigido como se pensa (por causa dos madrões anglo-saxónicos) nem tão livre como também alguns desejariam.
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Uma economia deve ser o mais livre possível. Mas deve haver também as regras minimas. E a quetsão da negociação democrática faz muito sentido nessas sociedades. Debatem, negoceiam, mas depois cumprem o acordado. Na Alemanha é que há menos respeito pelos acordos e as multas, a maioria das vezes, é para inglês ver. eheheheh
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As empresas alemãs queixam-se, mais do que as portuguesas, das leis laborais restritivas.
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Anti-Comuna, Madureira,
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«Agora, em Portugal, quando se estabelece um salário minimo, como o Estado é o maior interessado nele (porque tem bastantes despesas associadas a este “número mágico”), as empresas e os sindicatos apenas tentam interferir o máximo possível, mas sem atender á especifidade de cada sector.»
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Eis aqui o problema. Demasiadas pessoas em Portugal recebem o salário mínimo porque precisamente ele é negociado sem atender à livre concorrência da procura de trabalhadores e da oferta de trabalho. O salário mínimo é uma referência demasiado alta para os trabalhadores e penso que serve mesmo de conformação.
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Sou a favor de um salário mínimo compulsório, note-se. Contudo, acho que seria mais importante fazer acordos sectoriais e por categoria profissional para além das CCT, que são quase letra morta e resíveis na sua aplicação.
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Trabalho na àrea laboral e há três coisas que não concordo neste estudo:
1. Taxa de Desemprego Português 2012: 10,8%
2. Crescimento do PIB: 1.4% em 2012
3. Como é possível que a Labour Freedom tenha atingido um índice de 43.8 em 2008 e tenha decrescido sucessivamente? Em que é que se baseiam para estes dados?
Conclusão: estudos encomendados por entidades “supostamente” independentes.
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O João Miranda vai buscar uns dados a um site dos republicanos conservadores “maricanos” e a malta gasta o sabão a lavar a cabeça a burros.
É emigrar, JM, emigrar! Para os flexíveis states.
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“Contudo, acho que seria mais importante fazer acordos sectoriais e por categoria profissional para além das CCT, que são quase letra morta e resíveis na sua aplicação.”
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Exacto.
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É até curioso que o mundo anglo-saxónico tente copiar o que se faz na Europa (centro e norte, claro) e apele à chamada Liberdade e auto-regulação mas depois distorcem tudo. Nestas sociedades existe uma enorme Liberdade e o Esado evita meter-se nessas negociações é é mais um ajudante que um negociador. E são as próprias partes envolvidas que discutem os problemas sectoriais e chegam aos tais acordos. Depois cumprem ao máximo, pois Liberdade implica aceitar negociar e respeitar os acordos estabelecidos.
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Para quem vive de sebentas e vive formatado pela ideologia anglo-saxónica, isto pode parecer um anacronismo. (No fundo, é herdade do fim da Idade Média.) Mas isto é mesmo liberdade económica, sociedades dmeocráticas e livres, e a chamada auto-regulação. Regulação essa que tem que respeitar os príncipios hierarquicos legislativos. Por exemplo, normas de segurança industriais não podem violar a legislação geral em vigor. Mas depois, cada sector e cada industria pode acordar uma multiplicidade de normas, que são muito varidas. Chegando ao cúmulo de numas inudustrias serem proibidos determinadas coisas, que noutros sectores já são permitidas. Mas são regulações sectoriais.
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Já em Portugal, parte tudo de cima para baixo e exigem que o Estado tudo regule, para alijarem responsabilidades. Para muitas vezes, também, depois fugirem ás normas que pedem em termos genéricos.
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Arnaldo,
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O salário mínimo em Portugal é um factor de centralização e de desertificação do interior.
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Então, é melhor copiar o salário mínimo de outro país.
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Acho que as pessoas em Portugal deviam ser obrigadas a ouvirem o que este senhor tem para dizer: http://tinyurl.com/8g2z3mw
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O que é importante deste post é que o AC concorda e apoia que o emprego ( e o desemprego) são directamente proporcionais á procura (ao PIB ) e à produtividade.
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Para um blog como este , onde se confunde sistemáticamente neoliberalismo (uma crença do tipo religioso) com liberalismo , e se insiste na ignorãncia sobre o funcionamento do sistema capitalista, é um grande avanço.
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O AC merece os parabens por esta constatação e agora resta esperar que o JM consiga apreender o alcance desta tese.
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Sobre o debate que importa que é como conseguir o crescimento do PIB , já que não há alternativa (a TINA é tramada !) , diria ao F. Colaço o seguinte :
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1- Redução do IRC e da TSU faseada começando nos sectores tanscionáveis, de forma a alterar as expectativas dos investidores
2 – Reorientação da CGD para ser um Banco de Fomento para os sectores transacionáveis, quer a novel do credito quer a nivel de Banca de Investimentos
3 – Reorientação da Investigação Publica de forma que seja maioritariamente dirigida ás empresas
4 – Regionalização do Ministério da Economia e do Ministerio da Cristas dando objectivos quantitativos para aumento da produção interna regional de bens e serviços transacionaveis, que determinariam os prémios das chefias desses ministérios
5- Eliminação de pelo menos 30% das entidades públicas centrais , empresariais , regionais e locais
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O exagero do mercantilismo misturado com neoliberalismo alemão e a taxa de desemprego martelada da Alemanha :
German “mini-jobs” are just what it says on the tin: precarious employment for up to €400 (£315) per month, likely to be extended to €450 in 2013. Whether a “mini-job” is an additional or a main job, “mini-jobbers” are exempted from tax and social insurance payments for earnings of up to €400, and employers’ social insurance contributions are considerably below those for equivalent regular jobs.
“Mini-jobbers” thus forgo core benefits of regular employment, such as building up pension claims. Beyond a basic threshold, income from “mini-jobs” also entails the reduction of unemployment benefit for recipients. In March 2012, an initiative, led by the social-democratic governed Länder in Germany’s upper chamber in March 2012, to impose a limit of 12 weekly hours for “mini-jobbers” – and thus effectively a minimum hourly wage – failed.
According to the most recent figures of the German Employment Agency, 7.3 million Germans, or one in every five employees, held “mini-jobs” in September 2010 – an increase of 1.6 million since 2003. The number of workers taking “mini-jobs” as additional side-jobs to make ends meet almost doubled from 1.3 million in 2003 to 2.4 million in 2010. About two thirds of “mini-jobbers” are women, and most “mini-jobs” are to be found in the low-skill segments of service sectors, led by catering, hospitality and construction.
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Sobre liberdade, democracia e negociações.
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Um sindicato como a CGTP não durava muito tempo num país democrático a sério, daqueles que tanto se ouve por aí como benchmark.
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Nas sociedades nórdicas, um sindicato que sistematicamente se senta à mesa das negociações mas nunca assina acordeos, deixa de estar à mesa das negociações. Um sindicato, como uma entidade patronal, têm que livremente tentar negociar e acordar. Se nunca assinam é porque não aceitam negociar. São totalitários. E são excluídos do jogo democrático e os parceiros sociais ignoram este tipo de sindicalismo.
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Por aqui dá para ver como Portugal está a milhas de uma sociedade livre e democrática.
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Porquê que o sindicalismo funciona na Autoeuropa e não funciona, na generalidade, no resto da economia portuguesa?
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Porque os sindicatos da Autoeuropa não são meras correias de transmissão do poder político nem o Estado está metido ao barulho.
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No dia em que os partidos dominarem os sindicalistas na Autoeuropa e os acordos forem intermedidados/impostos pelo Estado, a Autoeuropa fecha e vai tudo para o olho da rua.
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Façam-se mais acordos com os da Autoeuropa e se exclua o Estado das suas negociações.
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O AC tem razão :
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Façam-se mais AutoEuropas e temos um pais melhor !
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Precisamos é de uns uns 200 milhões de euros por ano desde há 15 anos de subsidios para ter as Autoeuropas por cá, senão vão para a Alemanha, Hungria, R. Checa, Polonia, que por artes do diabo arranjam esses 200 milhões para dar ás Autoeuropas.
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Claro que a malta faz as contas e verifica que os 200 milhões por ano são trocos face ao que produzem e geram de receita fiscal directa e indirecta.
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isto do capitalismo moderno é uma chatice , no sec. XIX é que era bom
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Olha esta hem !
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Examples of ‘Fiscal Devaluation’
Denmark 1988, Sweden 1993: Cut in Employer
Social Contribution (SCR) rates financed by VAT
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Olhem o Passos a aprender depressa :
A agência que gere o crédito público anunciou que irá fazer uma operação de troca de dívida amanhã, disponibilizando-se para comprar obrigações com maturidade em Setembro de 2013 e vender títulos que vencem em 2015. Esta operação de troca, caso suscite o interesse dos investidores, permitirá ao Estado diminuir o montante a devolver aos mercados em Setembro de 2013, altura em que quer regressar aos mercados para se financiar.
http://economico.sapo.pt/noticias/portugal-vai-fazer-uma-operacao-de-troca-de-divida_153056.html
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LR,
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Discordando de si (alguma há-de haver), se não fosse o salário mínimo já toda a gente estaria no litoral ou mesmo em Lisboa.
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Boa discussão sobre fórmulas económicas!
As fórmulas ajudam muito a compreender alguns mecanismos já estudados à exaustão, mas é importante ter a humildade de não esquecer que se nos centramos numa qualquer variável aquela partezinha do “tudo o resto constante” não existe no mundo real, daí ser tão complicado encontrar a “fórmula certa” para o que já se chamou “progresso” ou “desenvolvimento” e hoje em dia tá na moda chamar de “crescimento.
Por outro lado, da complexidade do mundo real não adianta nada fugir fechando os olhos e repetindo dogmas vazios como “a única alternativa é aumentar o PIB”, confesso que um dos meus favoritos, lá em cima com o “a única alternativa é o crescimento” dos Tó Zés e dos François, ou mesmo “é preciso aumentar o consumo”.
Tratando a Economia de buscar a maneira de melhor utilizar recursos escassos para o bem-estar de todos há aqui uma variável que os mais felizes países Europeus já entenderam há muitos anos e que está por detrás de muitas das estatísticas aqui discutidas: a SUSTENTABILIDADE.
Por exemplo, por mais que o consumo dê bonitas fábulas estatísticas, não é sustentável viver décadas inteiras em ciclos (quase sempre eleitorais) de criação desses consumos sustentados em crédito externo ou interno mais dissimulado ou menos dissimulado. Como está fácil de ver a conta chega sempre. E sai caríssimo.
Outro exemplo que o senhor Schauble da Alemanha explica muito bem é o da falácia de povos inteiros ficarem escravos da fórmula do PIB. Quando lhe perguntam se não lhe preocupa a Alemanha não “crescer” mais do que 0.5% ao ano ou ainda menos, ele responde que se dedicam mais a desenvolver uma sociedade com menos diferenças entre ricos e pobres, a distribuír melhor a riqueza, a pensar a melhor maneira e a atingir nivéis absolutamente históricos de baixo desemprego, a criar um ambiente seguro a 100 anos para investidores, a com isso acabar a pagar praticamente zero pela dívida pública, a bater todos os recordes de exportações sustentadas na qualidade técnica e utilidade para o planeta inteiro das coisas que produzem em variadíssimas indústrias, etc, etc, etc. Muito resumidamente a praticar BOA ECONOMIA, SUSTENTÁVEL. E termina assegurando que se perguntarem aos Alemães se no seu dia a dia sentem muito o “efeito devastador” de o seu PIB crescer pouco percentualmente (nem vale a pena entrar no detalhe deste “pouco” ser em valor absoluto PIBs inteiros de muitos países), a resposta será que isso não é o mais importante.
Outro contributo que gostava de deixar é que por exemplo em Inglaterra o salário mínimo é horário. Ligeiramente abaixo das 6 libras por hora. Com certeza que há umas excepções, mas parece-me bastante mais flexível. Eu não sou obrigado a pagar quase 1000 libras mensais por um “emprego” de 40 horas semanais e posso ajustar com bastante flexibilidade as horas que preciso de cada trabalhador consoante o meu processo produtivo ou os ciclos económicos.
Cumps
Buiça
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