O diabo está nos detalhes
6 Outubro, 2012
O que sucedeu com a bandeira neste 5 de Outubro não é alvo de investigação? Pois se não é devia ser. Cavaco Silva e António Costa hasteiam a bandeira. Esta está ao contrário. Mas não foram certamente Cavaco Silva ou António Costa quem colocou a bandeira ao contrário. Eles limitaram-se a hasteá-la. Quem a colocou naquela posição? Fê-lo por negligência ou por má fé? A CML além de um pedido de desculpas deve uma explicação pelo sucedido.
68 comentários
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Pode ser que não tenha captado alguma ironia, mas… qual investigação? A bandeira foi hasteada ao contrario por “palermice”. Basicamente, a bandeira é atada a um cordel tipo o de um estendal de roupa, se o fio fosse puxado num sentido, a bandeira subia bem, se fosse puxado pelo outro lado, subia ao contrario. ora so o Costa e o Cavaco terem trocado os fios que tinham nas mãos e o movimento que estavam a fazer levantava a bandeira correctamente. Mas estupidamente, e apesar de ser evidente o triste espetaculo que estavam a dar, ninguém se preocupou com isso. Agora investigar? Gastar recursos com este tipo de acontecimentos seria uma idiotice ao nivel da do hastear da bandeira ao contrario.
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No mínimo!
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Então, mas… o PR e o Presidente da CML hasteiam uma bandeira de pantanas e não reparam?!
Que conhecimento e/ou respeito pelos símbolos da nação é este?
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o pr e o ac é que estão ao contrario
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Alguém acredita que isto foi por acaso? E as cavalheiras que entraram lá pelo tal pátio adentro (acesso condicionado só para Vips com convite) – alguém acredita que entraram à má fila…? Mas, à boa maneira portuguesa, nada vai acontecer… a desgraçada da culpa continua a morrer solteira! Ninguém vai explicar a cena da bandeira nem a entrada no recinto das “protagonistas do dia” , como os jornaleiros lhes chamaram.
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Quem fez a coisa foi um patriota: o escudo tem uma base plana com a bandeira invertida, e na posiçao normal está num tem-te não caias…
Ou:
a bandeira foi importada da china ao abrigo da venda da edp e vem sem instruções “this side up”
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Se não houver um culpado passamos mal. Sofremos. Formatados entre o Céu e o Inferno, vigiados desde os delatores da Inquição aos esbirros de Pina Manique e de Salazar, vivemos de dedo em riste, acusatório. Só estamos bem a deitar culpas, como uns pobres aleijados morais por viciação histórica. Foi possivelmente graças a essas formidáveis «qualidades» que aqui vingou, ainda recentemente, a mais prolongada das ditaduras de todo o ocidente europeu.
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E já se fala em surdina na eliminação física do Passos Coelho.
Se não travarem a tempo as Esquerdas fora de tempo……
Já não se lembram da A.R.A. ?
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Se a camara nao fosse dirigida pelo Costinha aqui a amiga Helena estaria indignada pelas vozes da esquerda a pedir explicacoes, clarificando que so poderia ter sido um acidente. Haja pachorra
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De acordo com este seu post !
Ontem, noutros posts do Blasfémias, chamei a atenção para a anormal colocação da bandeira ao contrário no fio que a içou.
1 – Quem colocou a bandeira no fio, não foi o primeiro polícia de giro encontrado nem o primeiro cidadão semi-acordado; foi um experiente funcionário da CML que tinha a obrigação de rectificar a posição correcta da bandeira. Qualquer pessoa que faça aquele tipo de trabalho, com qualquer bandeira, deve ter essa preocupação.
2 – Naquela cerimónia é indesculpável.
3 – Dada a convulsão social vigente, o descredito nas instituições estatais, conviria a certas pessoas o achincalhamento público do “estado da nação”. Do Estado, dos actuais governantes, do PRepública, não propriamente da República. A bandeira ASSIM COLOCADA, foi içada PELO PR, que após essa cerimónia seria confrontado com o discurso de ACosta.
4 – Curiosamente naquela varanda, aos primeiros sinais da bandeira içada ao contrário, ninguém teve o discernimento (a começar pelo funcionário camarário !, passando por ACosta !!) de criar um oportuno “problema técnico” para resolver o caso. Ou, não quiseram ?
5 – Seguiu-se o discurso de ACosta, que não deve ter vivido no Portugal socrático entre 2007 e 2011…
6 – “Mãozinha” de monáaquico no incidente ? — não creio ! “Mãozinha” de republicano ou de republicanA ?
7 – A quem conviria a colocação da bandeira ao contrário, no último feriado comemorativo, assim imposto pelo governo ?
Etc.
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Acresce que aquele acto foi registado e editado em directo pelas televisões.
Poucos cidadão o viram, na Praça do Município, porque esta foi convenientemente isolada (pela primeira vez !) e interdita à participação dos cidadãos.
Visitado (Município) cobardolas(!) e igualmente cobardolas os visitantes (PR, governo, políticos que têm passado por governos).
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Sim, Helena Matos, peça uma investigação ao mexilhão. Eu peço o julgamento de Cavaco Silva, um dos grandes responsáveis deste estado de coisas em Portugal. Helena Matos e serventuários de serviço, o vosso ocaso aproxima-se depressa.
Bem disse Luísa Trindade, uma mulher do povo que não tem medo, nas comemorações escondidas do 5 de Outubro, dia da implantação da República.
– Como é que esta gente vivendo bem nos deixaram chegar a esta situação! Todos emproados, todos de barriga cheia!
– Vocês não têm vergonha de olhar para nós, vocês não têm vergonha de olhar para a nossa miséria!
– Vocês não têm vergonha de olhar para o povo!
– Não fizemos o 25 de Abril para estes senhores andarem aqui todos pomposos, não foi para o Cavaco Silva e esta gente toda governarem-se à grande! Eles aproveitaram-se de tudo, enganaram as pessoas, fizeram tudo e agora estamos nesta situação!
– (Para Nuno Magalhães, lider parlamentar do CDS) Vocês sabe, você que anda aí na televisão, iIsto chegou a um estado que ninguém pode e você aproveitou-se muito bem disto tudo!
– Filhos da mãe!
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Formalmente a responsabilidade é da Casa civil do Presidente que tem obrigação de garantir que todas as cerimónias em que o Presidente é o actor principal correm bem (excepto nas militares).
Mas já agora, tanto problema por uma bandeira ao contrário? o essencial é o que lá foi dito e não dito (nalguns casos, por manifesta falta de presença…).
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3 pontos:
(i) quem puxou o fio foio PR e o presidente a CML, faz pouco sentido o aproveitamento partidário
(ii) acho que a bandeira estava no chão presa num fio que pode ser puxado dos dois lados. No início há um senhor que tenta distinguir qual das pontas se deve puxar e enganou-se.
(iii) reparar no erro imediatamente e voltar a baixar para puxar o outro fio podia ter sido um momento de descontracção entre tanta gente tão empertigada e a ranger os dentes, mas dificilmente se esperaria isso de quem nunca se engana e raramente tem duvidas
Cumps
Buiça
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Uma bandeira muito irreverente, cheia de sentido de humor. Lá do alto parece dar uma gargalhada imensa na cara de alguns políticos.
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Minudências, empolamentos… Ramalho Eanes – falou o bom senso!
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Confesso que gostaria de ter visto o comandante das forças militares presentes na cerimónia recusar-se a manda tocar a banda.
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Alguém me sabe dizer que valor musical tem a música do Lopes Graça?? Não a suporto. E ouço música erudita moderna, contemporânea regularmente.
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SM,
.
Diga lá, também quer um «governo patriótico e de esquerda», com campos de reeducação, matanças da Páscoa e o ПРАВДА como órgão oficial do regime?
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Vasco,
.
Realmente, gosto mais de Freitas Branco e de Viana da Mota (para além do barroco português). Lembro-me no entanto de ter há muito ouvido uma obre de Lopes Graça de que gostei, cujo nome não conheço, embora fosse caso único.
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A Helena também conhece aquela historia triste, em que um cavalheiro morreu de fome porque o empregado de mesa colocou o prato ao lado?
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A não ser que o Cavaco e o Costa estivessem mais distraídos do que é suposto, o PR devia ter suspenso imediatamente a operação de içar a Bandeira e mandar alguém colocá-la como deve ser. Uma reacção enérgica do Cavaco ou do Costa tê-los-ia prestigiado. Perderam essa oportunidade que também seria carregada de simbolismo.
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O que m’espanta é haver 12 pessoas ( da foto) naquela varanda e nenhuma se ter apercebido de que a bandeira estava ao contrário.
Quanto ao culpado, parece ser o Presidente da Câmara. Eu explico.
A bandeira está fixa a um fio contínuo que passa por uma roldana no topo do mastro.
Cavaco começou por puxar o fio de modo correto, mas Costa induziu Cavaco a puxar pelo outro o lado, o incorreto.
Costa devia apresentar a sua demissão por ter enganado o Presidente da República.
O Presidente da República devia demitir-se por não saber impor a sua autoridade, acedendo a um ato condenável e simbolicamente deprimente.
Entretanto a senhora de 45 anos fartou-se de rir.
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EMS,
destaco de Lopes Graça uma obra para violoncelo e orquestra (creio que dedicada a Rostropovich), a obra para piano e pouco mais. A sua música coral dispenso.
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António Costa assume responsabilidade pelo hastear da bandeira ao contrário (TSF)
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Segundo notícia surgida há pouco no SAPO, ACosta enviou uma carta ao PR pedindo desculpa pelo incidente.
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Bela metáfora do ” estado do sítio”…
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Na imprensa espanhola:
«En el Día de Implantación de la República
La bandera de Portugal izada por error al revés, símbolo de un país ‘patas arriba’
Virginia López | Lisboa – Actualizado viernes 05/10/2012 17:30 horas
Es el último año que en Portugal se conmemora el Día de la Implantación de la República (5 de octubre de 1910) con un festivo nacional. Es uno de los cuatro, dos civiles y dos religiosos, que ha suprimido el gobierno de Passos Coelho a partir de 2013, con el objetivo de aumentar la competitividad de la economía portuguesa.
Lo más curioso del día, que ha contado con los tradicionales discursos políticos, se ha vivido precisamente al comienzo de la ceremonia, cuando el presidente portugués se disponía a izar la bandera nacional en el balcón principal de la casa consistorial de Lisboa. Para sorpresa de los pocos asistentes que había en ese momento, muchos menos que otros años, en la Plaza del Municipio, la bandera lusa empezó a subir por el asta colocada al revés, con el escudo para abajo.
“Es el estado del país que tenemos, que está patas arriba”, comentaron algunos de los presentes, que trataron de avisar del error. Aún así, la bandera aún estuvo mal colocada varios minutos, en los que las autoridades trataron de disimular el error con el que han abierto los informativos de todas las televisiones.
Y no han terminado ahí los incidentes del día. Los discursos políticos se han realizado a puerta cerrada, en una ceremonia de carácter particular, algo que también ha molestado a muchos portugueses que consideran que la conmemoración de la implantación de la República tendría que tener un carácter más popular.
Tras las intervenciones del alcalde de Lisboa, Antonio Costa, y del presiente de la República, Aníbal Cavaco Silva, ha irrumpido en la sala una mujer de 57 años que entre gritos y protestas se ha quejado de que con su pensión de 227 euros al mes no le llega ni para medicamentos. “Si no fuese por mi hijo viviría en la más absoluta miseria, es el momento de que las personas empecemos a gritar porque todo esto es un disparate”, ha protestado la mujer, a la que varios miembros de seguridad han bloqueado el paso, impidiéndole que se acercase a los políticos, a los que ha acusado de llenarse los bolsillos con el dinero de los portugueses.
No ha sido la única espontánea en el acto. Después de los gritos desesperados de la jubilada, fue el turno de la cantante lírica Ana Maria Pinto, que interpretó a capela la canción “Firmeza”, del músico portugués Lopes-Graça. Y aunque se trataba de una acción de protesta, su actuación fue aplaudida por los presentes, que pensaron que formaba parte de las conmemoraciones oficiales.
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A história da bandeira acontece porque a cerimónia da varanda da CML foi improvisada (semi-clandestina) e feita a correr (10 minutos antes da hora protocolar). Os altos representantes do Estado sentiam-se a mais, observados e na eminência de ser vaiados. O que é natural em tempos de profusa propaganda acerca do ‘emagrecimento’ do aparelho de Estado.
António Costa, o anfitrião, não queria entrar neste filme. Apareceria mais tarde no Pátio da Galé a zurzir forte e feio no Governo. Cavaco, surpreso, bateu-lhe palmas. A. J. Seguro sorridente acabaria por sair acabrunhado…
Cavaco terá sentido que deveria ter feito o discurso de Costa e Seguro compreendeu que lhe estragaram as comemorações de Alenquer.
O País tornou-se um sombrio palco de múltiplas ‘jogadas’. Umas postecipadas, outras antecipadas. de fora ficam as que os cidadãos se encarregarão de anular.
Este o Estado da Nação!
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Um gajo vai de férias aos Galápagos, volve ao Blsfémias e dá de caras com o atrasado do Piscoiso?
O Sportém perdeu?
Enfim.
R.
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Eles virão tudo e não disseram nada.
Vejam o estudo sobre o drama da bandeira aqui: http://www.portugalemdiferido.com/o-dois-o-cinco-e-o-10-viram/
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Qual destes senhores:
António Spínola – Costa Gomes – Ramalho Eanes – Mário Soares – Jorge Sampaio
… teria também aceitado içar a bandeira ao contrário?
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Finalmente para a maioria do Algarvios esta comemoração como feriado acaba. Como devem saber o 5 de Outubro de 1910 representa a anexação do território do Algarve a Portugal.
Por coincidência o pivô deste incidente é um algarvio… será que foi de propósito ter-se aproveitado do facto?
Pessoalmente acho que não… o homem anda tão perdido que já nem sabe o que anda a fazer. E o Costa?
Esse está tão obcecado com outro filme que já não foca na bandeira. Os outros para variar não querem chamar à atenção porque não vá o diabo tece-las e o caldo entornar…
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É impensável com os PR militares.
Quanto a Soares, talvez não reparasse no momento, mas quando desse pelo lapso, chamava um criado e pedia para pôr aquilo em condições.
Já Sampaio, começava ali uma longa conversa com Costa sobre a arte de içar bandeiras, tentando explicar-lhe que a bandeira se içava pelo outro lado.
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@ Piscoito — AHAHAHAHAH
… ou seja, da “turna” toda, o Cavaco é o único a pensar que o “facto” passa despercebido… Esta fica para a História! Mesmo que se aceite que não tem simbolismo nenhum…
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Troco os ROUBOS fiscais da canalha psd-cds por todas as bandeiras de avesso.
Falemos de coisas sérias, deixem bandeiras, numero de deputados e outras merdas e marquem eleiçöes.
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Para quando uma reforma administrativa? Dr. Portas, então?!!
Sim, não será fácil ficar 18 câmaras por serem tantos os distritos? Alguém morria? Claro despedia-se, pois. Há muitos que PAGAM.
Mas está a acabar…poderá haver poucos a pagar.
Aí os TIRIRICAS locais vão emigrar…pois ninguém dá um cêntimo pelo “trabalho” desta gente.
Em Espinho, sem obra (n há dinheiro(se assim fosse há 20 anos, a cidade ficava muito melhor, hoje)) a câmara amplifica a quantidade de pombos a estragar o imobiliário.., para além dos 500 que trabalham na câmara de um concelho de 8km2! É ver os donos a limparem a merda de pombo ao sábado com a ÁGUA MAIS CARA do País.
Em Serpa há ciclovias para a malta passear…fitness (no discurso do tiririca), e passam-se umas boas horas sem um ciclista….
Outro concelho vizinho, o tiririca clamou que nao tem guito para as infra-estruturas (piscina e outros quejandos)…
Dr. PORTAS, é OLHAR e ESTUDAR…18 câmaras.
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A bandeira foi um gesto de protesto mais eficaz e conseguido que qualquer manifestação da CGTP cheia de hinos da internacional comunista. Quem teve o rasgo de génio e inspiração para pôr o PR a astear esta bandeira deveria receber uma medalha.
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… dizia-me um Membro da Entidade Reguladora que na TV é Sitio de Portugal onde há mais —– por metro quadrado . …dizia-me um arquitecto que na CML é o Sítio de Portugal onde há mais ……… por metro quadrado
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Procurem saber a que partido pertence o funcionario camarario que há vários anos faz aquele serviço e analisem a questão depois.
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O que é que se pode fazer a um presidente da república que iça a bandeira ao contrário? Pune-se o funcionário camarário que a dobrou?
–
“O artigo 332.º do Código Penal, pune com pena de prisão até dois anos ou com pena de multa até 240 dias “quem publicamente, por palavras, gestos ou divulgação de escrito, ou por outro meio de comunicação com o público, ultrajar a República, a bandeira ou o hino nacionais, as armas ou emblemas da soberania portuguesa.”
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Luis FA
Nada se pode fazer . O Presidente está blindado . Nada se pode fazer sem o consentimento de pelo menos dois terços dos Deputados !…
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> – Filhos da mãe!
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Não sei se chegam a isso. Mais tipo aqueles parasitas de filme de horror.
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Não só os presentes na foto, não há deputado ou subsecretário que não seja cúmplice.
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(“Eles comem tudo/ Eles comem tudo/ E não deixam nada” como observou o Zeca Afonso, que ainda não tinha visto nada …)
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Ainda bem que levanta este grave incidente neste seu post . A culpa foi do cavaco que preferiu puxar a corda do costa em vez da sua . A partir dessa imagem não pode haver dúvidas que cavaco um ex oficial do exército deverá ser penalizado por isso . Isto ultrapassa de sobremaneira o filme da ponte ( realizado por cavaco & loureiro ), rua com esta gente de baixo nível !
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Francisco Colaço,
Continue a assobiar para o ar e a atirar as bolas para as pitas. Aliás, continuem assim que quando acordarem já passaram à história. Como passaram alguns dos exemplos que citou.
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Eu acho este assunto da bandeira uma completa palermice, porque os culpados foram António Costa e Cavaco Silva. Vejam bem o filme. Olhem com atenção para as imagens.
Cavaco, como vem sendo seu apanágio, puxou o lado errado do cordel.
Mas foi induzido a isso pelo Presidente da Câmara de Lisboa. Vejam bem o filme.
1º – Cavaco está a puxar o cordel do lado certo;
2 º Costa começa a puxar desesperadamente o que está do seu lado;
3 º Cavaco hesita (como é seu hábito), muda e passa a puxar o lado de Costa.
Aí vem a “barracada” total.
Por favor, olhem bem para as imagens !!!!
Estão aqui: http://www.youtube.com/watch?v=oLYVnWNjIPM&feature=related
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Imagino o barulho que seria se o Presidente da Câmara fosse, por exemplo. o Dr. Santana Lopes! Já haveria manifestações neste momento e exigir a demissão, as 1ªas páginas e aberturas dos telejornais já estariam a mostrar entrevistas com várias figuras gradas da Nação, com declarações de repulsa, a exigir o desagravo e a apoiar manifestações várias pela ofensa à Pátria…Mas com o Dr. António Costa está tudo bem, é um bom presidente da Câmara, como se tem visto…
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(ii) acho que a bandeira estava no chão presa num fio que pode ser puxado dos dois lados. No início há um senhor que tenta distinguir qual das pontas se deve puxar e enganou-se.
…
parecem todos parvos! a bandeira só pode ser puxada por aquele fio, que é o único q passa na roldada superior da haste. Foi simplesmente presa aos fios de modo incorrecto.
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Querem que faça um desenho?

Aqui vai ele:
Se puxarem pela esquerda sai correto.
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Acho que o desenho está errado. Cavaco ia puxar na direcção certa (o fio da sua direita), mas António Costa deu-lhe o fio errado. A bandeira é presa em dois orificios distintos.
Podem chegar ao filme por aqui: http://www.pontoblogue.com/2012/10/a-bandeira-nacional-e-mentira-de.html
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@ Piscoito — De acordo com o desenho entende-se então que quando se puxa a bandeira para a direita algo corre mal…
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Bem. isto de facto não tem importancia nenhuma…mas acho que nunca içaste nenhuma bandeira, pelo menos as que conheço, “oficiais” ou com bandeira nacional.
A corda/fio (ou adriça) não fez essa volta completa que tu para aí desenhas. Passa pela roldana e tem 2 pontas: uma fixa-se na bandeira (e tem q ser no canto correcto), a outra puxa-se! Há 1 outra corda, q se fixa no canto inferior e q serve para manter a bandeira esticada
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… queixa contra o Presidente da República e o Presidente da Câmara de Lisboa por “ultraje de símbolos nacionais” – http://goo.gl/cixsr
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Gasel, nestes tempos de poupança, a utilização de duas cordas é um desperdício.
A mesma corda que fixa o canto inferior da bandeira, dá a volta pela roldana e vem fixar-se ao canto superior da bandeira, conforme se vê no início do vídeo abaixo. O que mantém a bandeira esticada é a fixação da corda a uma alça existente no mastro, ou mesmo na varanda.
Luís, a parte esquerda ou direita, depende das coordenadas do observador relativamente ao mastro.
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Neste vídeo é mais visível o pormenor da corda.
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Gostei! É mais do que evidente que Portugal está sem soberania e, após a ce, aentrada do FMI foi o golpe final não só na nossa soberania como na nossa economia. É motivo mais do que suficiente para que este antigo grito de alerta e pedido de socorro tenha sido emitido.
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Acham que foi mesmo por acaso? Também terá sido por acaso que aquela senhora consegui chegar ao local das cerimónias, apesar da Comunicação Social nos dar conta de um apertado cordão policial? E a jovem que cantava enquanto o Sr PR discursava, também estava lá por acaso? Se procurarem saber quem são realmente aquelas senhoras, quais as ligações que possuem certamente terão grandes surpresas.
Não sejam anjinhos, abram os olhos.
António Costa não foi aquele que teve excursões de Resende e Cabeceiras de Basto a festejarem a sua vitória em Lisboa? António Costa não era o braço direito de Sócrates e o assalto a Lisboa não fez parte da estratégia traçada pelos dois para o controlo do poder total. Alguém conhece uma critica por pequena que fosse ao desbaratar de dinheiros públicos dos últimos governos Socialistas de que aliás fez parte? Não iam de Lisboa os autocarros com imigrantes Asiáticos e Africanos para os comícios do PS.
Levem António Costa para o governo e vejam o anjinho que era o Sócrates.
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Helena veja o vídeo, só lhe faz bem.
Lamento mas perdeu uma oportunidade de estar calada…
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O crime de Cavaco com a cumplicidade de Costa , não foi terem cometido o erro de içar a Bandeira Nacional , mas sim de não terem atempadamente corrigido o erro evitando assim ultrajar esta já tão decadente Republica que bem merece os Governantes que tem …
Não foi o Povo que os elegeu ?
Tarde piaste , pajarito !…
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Nada mais simples:
http://flagrunners.com/flag-pole-parts/
Um pouco mais complexo:
http://paineis.org/C05.htm#Simetria_cromatica
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O que mais impressiona — se exceptuarmos a incompreensão bovina do reformado público número um — é a falta de sofisticação dos monárquicos que obviamente continuam a não perceber nada de nada (e em especial dos adeptos do bigodaças e da transmissão hereditária do pecado original).
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SM,
.
Os que agora andam por aí a falar de eleições e de governos patrióticos são aqueles que historicamente se negaram sempre a ser julgados e substituídos em eleições, mal apanham o poder.
.
Quanto a um António Costa num putativo governo, será o mesmo que o Hollande: língua longa e pavio curto.
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Não se investiga nem se faz mais berraria, porque o responsável como já assumiu, numa pequena notícia (não nas televisões porque aí toda a gente via) é antónio Costa presidente da CML. Imaginem lá se fosse Santana Lopes ou Carmona Rodrigues o presidente da CML e acontecesse isto? Imaginam que Portugal era já notícia internacional da falta de vergonha e de respeito pelos seus simbolos? Mas claro como é um socialista que não interessa nada denegrir, vamos a falar de tudo menos do que interessa.
Um nojo de gente e de comunicação social.
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E por que diabo havia uma homenagem à bandeira de ser castigada?
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Não deixa de ser irónica, toda esta histeria a propósito de um contratempo causado pelo normal desleixo a que este regime nos habituou. Precisamente os republicanos, eis que surgem estes indignados por ofensas feita ao pano, como se eles se ralassem minimamente – até à data – com peripécias destas…. Bem sei que durante a segunda versão da coisa de 1910, existiu um esmagador culto à bandeira e já agora, ao “Venerando” presidente. Bem vistos os factos, foi aquela segunda versão que possibilitou a sobrevivência da gerigonça e esta opípra terceira em que vegetamos. Quanto aos crocodilamente lacrimosos indignados, eles que tomem boa nota de outros acontecimentos protagonizados por certa gente cujo líder, por sinal, também era um Costa que não do Intendente: no 1º de Dezembro de 1910, milhares de bandeiras nacionais – as verdadeiras – foram queimadas em auto-sa-fé em plena Praça dos Restauradores. As milícias de bandidos andaram casa a casa a vasculhando os baús, revistando malas, armários e outros esconderijos onde pudessem estar escondidas as ditas bandeiras constitucionais. Levaram-nas para a rua e queimaram-nas. Quem é esta gente para agora espernear tanto? Realmente, após o auspicioso acontecimento protagonizado pelo 31 da Armada na famigerada varanda camarária, dir-se-ia que as coisas se vão precipitando. Ainda bem.
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Monarquia ou pluriarquia é uma história, embora, é claro, o respeito pela coisa pública seja apanágio de todas os pseudo-monos que felizmente se adaptaram à modernidade. Eliminar de todo o verde de Avis, tão oportunamente cosido sobre o vermelho, como na velha bordadura — e no pleno respeito tanto da velha heráldica, em boa e patriótica hora c0nservada, como do acerto vexilológico (sincrónico ou não, tanto faz) — é outra história completamente diferente.
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Note o prezado cavaleiro do Castelo Branco que eu por mim aceito de bom grado um lugar fixo e um estipêndio em conta para o bigodaças poder entreter as revistas especializadas, um pouco como a família real britânica, se ao menos os monos de serviço aceitarem por esta vez, a bem do afonsinho do condado, que as virtudes e pecados não se transmitem hereditariamente, pelo menos desde que Nosso Senhor foi inventado.
O problema principal continua a ser a presença ou ausência da cor diabólica.
Mas o verde republicano não nasceu, ao contrário do que geralmente se supõe, de nenhum «federalismo» no sentido iberista, que teria depois tido eco na bandeira da segunda Carbonária (a contemporânea da república, i.e. a ressuscitada em 1907 pelo Luz Almeida, que nada tinha a ver com a primeira, a do padre português conhecido por «Ganganelli», que foi fundada em 1848, nunca cresceu muito e desapareceu por volta de 1864). Até hoje ainda ninguém foi capaz de mostrar alguma ligação coeva do verde a algum federalismo desse tipo. O desejo unionista ibérico existia de facto, por exemplo por parte do Oliveira Martins, mas não adoptava o verde simbólico. O nosso «federalismo» verde era abstracto, ideológico, filo-brasileiro e republicano, e é nesse contexto que se pode e deve falar na cor do futuro e da Esperança, para os positivistas como para a tradição originada na liturgia cristã medieval.
Observe com atenção a seguinte sequência cronológica:
— 15 Novembro de 1889 — Proclamação da república brasileira.
— 11 de Janeiro de 1890 — Ultimato inglês a Portugal.
— 11 de Janeiro de 1891 — Fundação do «Centro Democrático Federal 15 de Novembro» (data da república brasileira), «clube republicano fundado no Porto, no primeiro aniversário do Ultimatum britânico, e tendo entre os seus iniciais 150 membros, os destacados dirigentes republicanos Alves da Veiga (advogado e publicista), Magalhães Lima (fundador e ex-director do jornal “O Século”) e Teófilo Braga (professor universitário)».
— 31 de Janeiro de 1891 — Revolta no Porto, escassos 20 dias depois da fundação do «Centro Democrático Federal 15 de Novembro». O presidente do Centro, Alves da Veiga, proclama a república da varanda da Câmara Municipal do Porto, sendo hasteada a bandeira do referido Centro, com as cores vermelha e verde.
— 1910 — República em Portugal: a própria Comissão da bandeira escreve no seu relatório justificativo que o verde é a cor «da Esperança» e «dos homens do porvir», e que a sua adopção como símbolo de uma «legítima e sagrada aspiração patriótica, entre nós, data de há 20 anos» (i.e. de 1890).
Traduzindo: o processo é ao contrário do que o clube anti-verde-rubro julga saber (mas nunca sabe explicar ou mostrar exemplos demonstrativos das suas teses): não é a República que adopta as cores da Carbonária (presumivelmente com anterioridade independente, vindas do estrangeiro ou de algum planeta misterioso), e sim a 2ª carbonária (a que o Luz de Almeida funda em 1907, e nao a 1ª que já não existia e, que se saiba, nunca assumiu nenhuma cor específica) que adopta as cores republicanas de 1889 (Brasil), 1890 (reacção ao Ultimato) e 1891 (revolta do Porto).
Ou seja, o verde da bandeira não se deve a nenhuma tradição obscura de federalismo ibérico ou italiano, ou a uma seita anterior à sua adopção, que por essa altura nao existia em Portugal e nem sequer adoptava o verde como sua cor representiva nos sítios onde de facto existia (os carbonários franceses e italianos adoptavam sobretudo o negro do carvão e da anarquia), e sim ao republicanismo brasileiro, onde o verde tem justamente a conotação simbólica e ideológica de esperança, progressismo positivista e fé no futuro colectivo como «terra prometida», por assim dizer.
Para mais, a cor verde (obviamente a manifestação deste simbolismo básico não é independente da tradição ocidental e cristã em que ele nasceu) é muito explicitamente consagrada desde a Idade Média como uma das 5 cores litúrgicas: a que representa a virtude teologal da Esperança.
Logo a resposta concisa e correcta à pergunta «que representam as cores verde e vermelha da bandeira?» é, como qualquer pessoa de condição humilde com alguma informação tradicional sabe (sem saber que sabe, e a par dos afortunados com mais bagagem cultural e histórica, o que acrescenta algum picaresco a este «esoterismo fortuito»), a seguinte: «o verde representa a Esperança e o vermelho, o Sacrifício».
Por que diabo querem os bragantinos de serviço retirar a Esperança aos portugueses?
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