Esperança dá fadiga
17 Outubro, 2012
Adriano Moreira: “O Estado social é uma esperança que não se pode deitar pela janela”
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Adriano Moreira: Carga fiscal está a ultrapassar o limiar da fadiga tributária
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Em duas intervenções diferentes, Adriano Moreira expõe o bloqueio a que nos conduziram as últimas 2 gerações de políticos portugueses: querem o Estado Social mas ficam com fadiga quando têm que o pagar. Se dá fadiga, talvez possam meter baixa …
14 comentários
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E eis que surge mais um blogger a querer altear-se à muita remota possíbilidade de um face a face com a superioridade intelectual de Adriano Moreira.
Onde isto chegou.
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O processo de resgate estava a correr bem até que chegou a ignóbil decisão do TC e lançou o país no caos.
Curioso os palermas do TC que lixaram a vida ao país estarem a passar entre os pingos da chuva no debate político
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Com 90 anos de idade, o senhor Adriano tem o saber que a idade e a vida lhe deu, apesar da fadiga.
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O pensamento de esquerda vem muitas vezes de onde não se cuida (da direita cristã conservadora, dos doutrinadores sociais da igreja, dos arautos da “caridade” e da “compaixão” compulsiva): O ESTADO SOCIAL É OPTIMO MAS TEM DE SER PAGO POR … (TODOS/PELO MEU VIZINHO TAMBEM/PELOS MAIS RICOS-) risque o que não quiser.
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Oh João, você sabe muito bem que o que se está a pagar com a fadiga não é o estado social.
É a dívida do estado que foi contraída não para sustentar o estado social, mas para alimentar o estado corrupto dos nossos políticos com obras desnecessárias e negociatas feitas à medida dos patrocinadores dos partidos.
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Diga lá se é ou não é assim…
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JC,
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Isso não faz sentido. Já viu com atenção como estão distribuidos os gastos públicos?
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João,
então falemos dos gastos públicos.
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Que parte do défice corresponde a pagamento de dívida? Não é tb esse pagamento que estrangula as finanças públicas?
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Que percentagem dos gastos públicos apenas sustentam clientelas políticas e alimentam o sonho de governantes e deputados virem a ser alguém após o fim do mandato? Não será de fácil cálculo, aceito. Mas basta olhar para as fundações, institutos, organismos, observatórios, and so on…
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Cortar as despesas “indo” somente à maior fatia revela apenas preguiça, não concorda?
Há uns meses usava-se muito a analogia da família endividada em excesso, para convencer os portugueses da necessidade de austeridade. Agora abandonou-se essa analogia. Mas repare, será que uma família com dívidas em excesso começa por cortar nos gastos essenciais, por muito elevados que sejam, ou tentará primeiro cortar nas pequenas coisas, desnecessárias e supérfluas?
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Só ouvi falar de um Adriano Moreiara que era ministro do Salazar, é o mesmo?
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os multiplicadores de Gaspar parece que estão fatigados:
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=595953&tm=6&layout=121&visual=49
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” superioridade intelectual de Adriano Moreira.”
Hahah! onde? dizer coisas impossíveis e c ontraditórias com voz de senador dá superioridade das aparências quando muito.
“Diga lá se é ou não é assim…”
Não é assim. No último ano do consulado Sócrates a nova dívida foi de 20 mil milhões de Euros.
1/4 do Orçamento.
Ou seja, 3 meses do ano o gasto do Estado foi só possível pagar com dinheiro pedido emprestado. Outubro, Novembro, Dezembro.
Quais foram as misteriosas obras para onde foram 20 mil milhões de euros?
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Não é pelo estado social que estamos confrontados com a pesada dívida! Tudo se resume à falta de
vontade dos políticos que se têem servido do Estado à pala de siglas partidárias, à corrupção, ao
nepotismo e, não menos importante, aos colossais desvios nas obras públicas !
As leis parecem ser feitas para ajudar os “expertos” na trapaça, a Justiça tão falada…há muito que
não actua convenientemente, punindo os infratores e confiscandos os bens obtidos fraudelentamente!
O regime chegou ao chamado ponto de implosão, todos vêem que o des-governo é incompetente, não
sabe defender os interesse do País, estão contra o O.E. mas, rezam para que os estarolas fiquem mais
algum tempo…só se é para fechar mais uns negócios de arromba!!!
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Quem percebe esta corja?
Ora se afadigam a zurzir no dinheiro mal gasto em obra (auto-estradas, estádios, rotundas e quejandos), ora dizem que a culpa foi das luvas em “portos livres” e para fazer flutuar bancos de larápios, ora vêm dizer que os gastos são com os funcionários públicos, fundações e balhana associada ora, como agora convém, que foi o estado social que levou o dinheiro.
Na cartilha idiota-liberal, já nem o velho Adriano tem razão. Ele que andava a dizer, há décadas, que assim não iamos lá.
O problema não está no Estado Social; está neste Estado parasitado por gente que devia ter passado pelo fio da catana.
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UM CAOS ORGANIZADOS POR ALGUNS:
– quem falou que a dívida estava a crescer demasiado (ex: Manuela Ferreira Leite) foi enxovalhado pelos Media (nota: são controlados pela superclasse)… e os Media deram amplo destaque a marionetas/bandalhos: «há mais vida para além do deficit»;
– há cortes no estado Social… mas ficam incólumes as PPP’s, os juros agiotas, a nacionalização de negócios ‘maddofianos’ (nacionalização de prejuízos, privatização de lucros)…
– eurobonds e implosão das soberanias…
—>>> Dividir/dissolver Identidades para reinar…
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-> A superclasse (alta finança internacional – capital global, e suas corporações) não só pretende conduzir os países à IMPLOSÃO da sua Identidade… como também… pretende conduzir os países à IMPLOSÃO económica/financeira.
-> Só não vê quem não quer: está na forja um caos organizado por alguns – a superclasse: uma nova ordem a seguir ao caos… a superclasse ambiciona um neo-feudalismo.
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“Não é pelo estado social que estamos confrontados com a pesada dívida!”
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Nesta altura do campeonato só resta dizer isto: Mentiroso.
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