Sempre os mesmos
30 Outubro, 2012
Quando alguém, infelizmente por excepção, defende os interesses dos eleitores directos que o elegeram, logo é apelidado de anti-patriota, paroquial, e outros mimos com que se tenta impedir e prevenir outros de fazerem o seu dever.
O cancro centralista, empobrecedor e terceiro-mundista, não faz acepção de partidos.
7 comentários
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Paulo Portas, sobremaneira, terá muito que explicar no CDS quando este governo acabar…
As contradições fundamentais são demasiadas e em estado galopante e surreal.
E depois lá vem com a aspirina populista do «patrioticamente»…
Haja paciência…
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Há uma grande diferença entre o blá-blá da defesa dos interesses dos eleitores e essa efetiva defesa.
Já agora, defendidos de quê e de quem?
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O gene corporativo polula por todo o país e por todo o tipo de corporações, mesmo nas mais inacreditáveis, como MP e Juízes.
Neste país, até a suposta Direita é corporativa, até as Legislativas são corporativas. Elegemos uma corporação, que desconhecemos, e esta corporação, como todas as outras, defende-se de qualquer inimigo externo.
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Pois, a CGTP e afins não são mais do que a imagem de todos os outros cuja maior diferença seja, talvez, o corte Armani.
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O CDS elegeu 24 deputados. Agora ficou com um. Nas próximas eleições não me esquecerei dos 23 traidores.
Viva José Manuel Rodrigues!
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Do facto asinalado resulta que; é urgente rever o método de eleição dos deputados e acabar com
a exclusividade da partidocracia na Assembleia da República!
É confrangedor que três más cabeças obriguem mais de cento e trinta paus mandados votar o O.E.!!!
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Para esse mal aconselho este remédio (como complemento)
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http://www.facebook.com/VotoEmBrancoConta
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