serve para quê?
14 Novembro, 2012
Numa mesma intervenção parlamentar sobre o sector público de comunicação social, Miguel Relvas conseguiu anunciar duas novidades impressionantes de tão contraditórias: que a Lusa continuará a pertencer ao estado e que «vai continuar a ser referência no contexto nacional e europeu» (de quê, ao certo, não disse), e que, por outro lado, essa agência noticiosa esteve de greve quatro dias e «ninguém se calou» no país, querendo com isto dizer que não nos faltaram notícias durante esse período. Ora, se a greve da prestigiosa agência noticiosa do estado não impediu a circulação de notícias, é caso para perguntar para que quer o governo uma empresa que não nos faz falta?
7 comentários
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Puro relvismo (e tudo o que ele representa !…) a solta ! — redea solta sem contraditorio.
Rui A., anote :
hoje, a criatura ja sabe o que vai fazer e o que beneficiara quando sair do governo. Entretanto Oliveira –esse mesmo !– agradece as transmissoes de jogos da I Liga sem “sinal aberto”. Outro : o multiusos Seara –post-mandato autarquico–, completara o duo administrativo. Nao ha jantares gratis !).
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Enfim, relvas no seu melhor
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Factos que a lusa e restante corja de defensores da barbárie (stalinista e islâmica) da tirania da corrupção
NÃO passm nas notícias:
http://www.asianews.it/news-en/Tibetan-woman-self-immolates-while-Communist-Party-humiliates-the-Dalai-Lama-26338.html
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Ridículo o Estado ter uma agência de notícias…
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Para o mesmo efeito da RTP com taxa. Não tarda e vão ver alguém no poleiro, contente e a servir-se de tal herança.
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Mr. Grasses é o espelho inconfundível deste governo: um mau gag, a destempo, e para finalizar um show catastrófico e desacreditado.
Fim de festa em todo o seu miserável esplendor.
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É o reverso da medalha!!!
Ao fazerem greve atrás de greve, certos Institutos e Empresas Públicas (Lusa incluída), correm o risco de demonstrar que pouca ou nenhuma falta fazem à Sociedade!
Houvesse coragem para acabar de vez com esses mamarrachos, sorvedores de dinheiro público, e parte significativa do problema do défice ficava resolvido!
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