as necessidades do tozé
16 Novembro, 2012
Escutem bem o Tozé e depois não se queixem se alguma vez, com o vosso voto, ele chegar ao poder:
18 comentários
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Escutem bem o Tozé e depois não se queixem se alguma vez, com o vosso voto, ele chegar ao poder:
http://www.youtube.com/watch?v=KSETXVx_Aeo
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http://youtu.be/bICehKqjg4s
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http://youtu.be/KnaCOEzVTac
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Já sobre o voto que deu o poder a quem rejeitou o PEC IV porque era inadmissível uma nova sobrecarga de impostos, não me recordo alguma vez do rui se ter pronunciado.
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OK. O Rui desincentiva o voto no TóZé.
Diga lá então em quem votar.
Coelho não, obrigado.
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O TóZé prefere o crescimento à austeridade. A felicidade à tristeza. A bondade à maldade.
É um homem com valores claros e ideias profundas.
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«Já sobre o voto que deu o poder a quem rejeitou o PEC IV porque era inadmissível uma nova sobrecarga de impostos, não me recordo alguma vez do rui se ter pronunciado.»
Então, está com problemas de memória. Se tiver paciência, consulte os arquivos do blog.
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“O secretário-geral do PS, António José Seguro, afirmou hoje que, se assumir as funções de primeiro-ministro, a austeridade económica e financeira será uma “necessidade” mas não uma estratégia prioritária por parte de um seu Governo.”
.
se é necessidade…é prioritária…senão não era necessidade…
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Paulo,
“Já sobre o voto que deu o poder a quem rejeitou o PEC IV porque era inadmissível uma nova sobrecarga de impostos, não me recordo alguma vez do rui se ter pronunciado.”
O rui a. não teve paciência para lhe refrescar a memória mas eu vou ter. Os argumentos para recusar o PEC IV foi precisamente o oposto ao que refere, que as “medidas” lá contidas não eram suficientes e que acabaria por ser necessário um PEC V (e VI, VII, …), e que quem não tinha cumprido os PEC’s I, II e III não merecia confiança para implementar o PEC IV.
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E vejam lá, que sendo o tozé lá que for, diga lá o que disser, jamais poderá vir a ser o tratante, mentiroso e sem vergonha, semelhante ao presunçoso coelhone, rais o parta, edo pior que nos podia ter acontecido, francamente, disso ainda haverá alguém que duvide? No, que yo por lo cierto os digo .
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O Joaquim Amada do Lopes é bem da seita do farsante que nos engano, enganou o pobinho, que a mim não enganará ele nunca, mais agora que lhe sei o sem caráter, presunçoso, o pavão de m… que jamais sae viu entre nós, ó santa comba de um dia !
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‘não avia nexechidade’
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Que treta de conversa, falta de assunto . O Tó Zé gosta muito de dizer coisas
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O tozé é igual ao litro, é outro nabo igual ao fugitivo de Paris, até já lhe copia a linguagem gestual, assim com os dedos e com as mãos, e sim o pec 1v foi a consequência dos incumprimentos dos pecs anteriores a que se seguiriam outros tantos que não iriam ser cumpridos porque não tinham pernas para andar.
Este Governo é o que menos culpa tem da crise, é o que mais reformas estruturais tem criado e elas levam tempo a surtir efeito.
Há pouco mais de um ano as conversas giravam à volta do Freeport do aeroporto e do tgv.
Não se pode esperar que as medidas surtam efeito de um dia para o outro, é impossível.
Há pouco mais de um ano ninguém falava em reforma local.
Há pouco mais de um ano ninguém falava em reforma regional.
Há pouco mais de um ano ninguém falava em reforma das administrações públicas.
Nem em PPPs.
Nem em fundações.
Nem no sector público empresarial.
Ninguém falava das dívidas, interna e externa, porque as varriam para debaixo do tapete.
Têm-se tirado cá para fora esqueletos que estavam esquecidos.
Nem igualmente se falava da (in)sustentabilidade do Estado social.
No que diz respeito às prestações sociais na saúde elas só devem ocorrer para auxílio dos mais desfavorecidos, não é correcto que pessoas tenham salários e reformas de 1.500 euros, e mais, gastem dois terços e depositem o resto no banco e a assistência médico-medicamentosa seja de graça.
Vivemos no imediatismo do querer tudo e agora, com o terrorismo das televisões a entrarem-nos pela casa dentro a toda a hora e darem-nos só notícias negativas do governo.
Este Governo tem ano e meio, os anteriores tiveram décadas para acertar as contas e não fizeram a ponta de um chavelho para minimamente o fazer.
Deram cabo de tudo e agora este é que paga o patau…
Os portugueses são curtos de memória e rápidos no gatilho…e depois são cá uns queixinhas.
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Mais vale um tozé honesto que dúzias de moços presunçosos, mentirosos, falsos, tipo relvas e passos, mais dados à máfia de boys do partido, aventais e esbulho acelerado do bando bpn de sucesso .
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“Joaquim Amado Lopes
Posted 16 Novembro, 2012 at 15:09 | Permalink
Paulo,
“Já sobre o voto que deu o poder a quem rejeitou o PEC IV porque era inadmissível uma nova sobrecarga de impostos, não me recordo alguma vez do rui se ter pronunciado.”
O rui a. não teve paciência para lhe refrescar a memória mas eu vou ter. Os argumentos para recusar o PEC IV foi precisamente o oposto ao que refere, que as “medidas” lá contidas não eram suficientes e que acabaria por ser necessário um PEC V (e VI, VII, …), e que quem não tinha cumprido os PEC’s I, II e III não merecia confiança para implementar o PEC IV.”
Pois, isso é que querem fazer crer agora.
Mas… deixemos que o próprio Passos responda:
http://youtu.be/86BZjm0yU78
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Voltou à guerra semântica o rapaz, “crescimento” não “austeridade”, logo depois “austeridade” pode ser mas não como “prioridade” mas sim como “necessidade”… Enfim.
Noto que anda a vestir melhor, quem lhe andará a financiar os constantes eventos sempre cobertos por todos os media?
Desde que em todos os partidos só temos fantoches, é tudo o que me importa para saber quem manda: quem financia os fantoches? A quem respondem?
Cumps,
Buiça
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Esta do Tó Zé Seguro é ótima!!! É das melhores que lhe ouvi!
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