Figuras
À falta de melhor assunto e provavelmente na ausência de inspiração – isso de ter de ter graça por obrigação deve ser dificílimo – Bruno Nogueira faz uma crónica a propósito de um telefonema que lhe foi feito por uma jornalista presumo que dessas revistas do social. Bruno Nogueira trata a jornalista com sobranceria e arrogância. Enfim a pergunta era tão tonta quanto aquelas que os actores e humoristas acham muito interessantes quando estão à procura de trabalho e muito estúpidas quando estão na mó de cima. Mas enfim só responde quem quer e pode ser que a jornalista em causa que não sei quem é nem onde trabalha ao menos aprenda com esta crónica que Bruno Nogueira lhe dedicou que nem tudo é o que parece. Mas sempre pode responder-lhe que ela faz as perguntas tontas que lhe mandam fazer na redacção. Já ele tem estatuto suficiente para não fazer figuras tristes como sucedeu na crónica em que referiu o comandante Oliveira e Carmo.

A crónica na qual ele critica o comandante Oliveira e Carmo é de uma imbecilidade sem limites para não falar na falta de consideração para com os seus familiares que a possam ter escutado. Podemos concordar, ou não, da ação de Oliveira e Carmo mas, ele estava, de facto, a defender um território que, à época pertencia a Portugal. Trazer para o presente os mortos do passado ou daqueles que viveram situações-limite e julgá-los à luz da mentalidade atual revela uma doença intelectual grave da qual prescindiríamos de bom grado.
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Quando o humor são meras construções mais ou menos habilidosas sobre perspectivas de temas em que se sabe, à partida, que a maioria do público-alvo concorda, fica assim: humor pimba com ar de sofisticação!
Ou isso ou quando, doutro modo, ignora e/ou se confunde com uma moral fácil e consensual.
O que chateia é que é um tipo de humor vulgar vulgar…
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A ver se eu percebi:
O Bruno Nogueira achou estúpido que uma “jornalista”, com aspas, lhe perguntasse sobre a hora de jantar.
A jornalista Helena Matos acha estúpido que o Bruno Nogueira ache estúpido que uma “jornalista”, com aspas, lhe faça perguntas sobre a hora de jantar.
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Não sei como arranjam tempo para ouvir esse fulano.
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O tipo é um imbecil, e no nosso panorama de comediantes não é o único.
Alias, quase todos dizem de vez em quando umas coisas “bem apanhadas” mas na maioria das vezes é idiotice pura.
Muito disto é causado pela necessidade diária de dizerem alguma gracinha, mais ou menos o mesmo que sucede com os jornalistas que precisam de encher horas e horas de noticiários por dia, num país do tamanho do nosso.
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A partir do momento que vi este vídeo, o Bruno Nogueira ficou apresentado:
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“Já ele tem estatuto suficiente para não fazer figuras tristes”
Tem? Onde é que ele está? Qual foi a sua apresentação que não obrigou a uma mudança imediata de canal?
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Humorista (s)?
Mete dó tanta imbecilidade deste e de muitos outros…
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Esse alarve é a prova provada de que a natureza não é perfeita.
Cumpts
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O que é que esta gente terá jantado que os indispôs tanto?
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Mas este senhor é artista?
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A pergunta é idiota, mas também é idiota fazer um programa a partir da pergunta.
E acho que fiquei um pouco mais idiota por ter sido exposto a tudo isto.
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“Já ele (Bruno Nogueira) tem estatuto suficiente para não fazer figuras tristes ”
Como outros escreveram antes, o Bruno Nogueira é um imbecil e só tem piada por acaso (até um relógio parado está certo duas vezes por dia). É um mistério que consiga trabalho numa área para o qual não tem o mínimo jeito.
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> É um mistério que consiga trabalho numa área para o qual não tem o mínimo jeito.
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Se fosse só ele …
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Mas temos de confessar que a área da governação atrai amigos do alheio muito hábeis. Como dizia o camarada Clemens acerca do seus: “It could probably be shown by facts and figures that there is no distinctly native American criminal class except Congress.”
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(Estamos à espera, devidamente sentados, da prova cabal com números. Já houve uns esboços, mas tipo comédia ligeira, “olha que giro”.)
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Está com sorte, Helena. O seu clube de fãs (eu também gosto de si, confesso, mas acho que se tem andado a esparralhar em demasia) e comentadores vivem tão obcecados à procura do argueiro no olho alheio que não descobrem um barrote nos seus próprios olhos.
A Helena descasca muito mais em artigos do jornal Público e do Expresso do que Bruno Nogueira “descascou” (ou tentou fazer humor) numa “jornalista” que lhe fez uma pergunta perfeitamente idiota.
E ainda há dias, aqui no Blasfémias, se defendia com vigor uma coluna do jornal do governo angolano que arrasava figuras do nosso país. Não temos todos de pensar o mesmo, mas não basta criticar Bruno Nogueira por não conhecer um nome de um ilustre marinheiro e utilizá-lo no seu humor. Quando se fala de patriotismo não podemos estar imunes a agressões externas.
O seu clube de fãs também não prima lá muito pelo patriotismo.
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Que alguém ache piada, já nem digo graça porque seria pedir demais, a esse palerma de subúrbio é prodígio maior que merkel prenhe.
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Bruno só de cuecas amarelas ou verdes, pá. Esse toino nogueiral nem no Casaquistão, só aqui, ou na alemanha, auando a merkel tiver emprenhado. Esta imitação está a sair demasiado má, porque o astrágulo não é capaz de um trocadalho sem um esgar de vómito.
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Caramba, ja há muito tempo que nao via tanta gente ressabiada.
Deve ser chato só ter tempo de antena em comentários de internet.
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O Bruno não fez a piada com a pessoa em si (o comandante) mas apenas com o nome (a sonoridade , soa a nome de farmácia) . Agora não se podem fazer piadas com o nome das pessoas independentemente daquilo que fizeram, querem lá ver. Tóinos.
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Se o comandante tivesse salvo o mundo de uma invasão extraterrestre , por mar, e o seu nome fosse, por exemplo, Omar Gregório, não deixava de ser um herói mas era inevitável aflorar o tema do ponto de vista da comédia. Por exemplo, no meu entender, Lena Matos , seria excelente nome para senhora que gosta de senhoras. Etc.
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Lena Matos é material para um L Word à portuguesa!
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Ao ler a maioria dos comentários aqui escritos fui invadido de um sentimento que não gosto de ter, que é o sentimento de pena. Dá-me ideia que há muita gente de mal com a vida e mentes extremamente fechadas. Fico na dúvida se é inveja do talento dos outros, se é apenas amargura em relação a si próprio.
Relaxem um pouco que a vida há-de vos correr melhor.
Um abraço!
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“A Blasfémia é a melhor defesa contra o estado geral de bovinidade” FIM
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Ia dizer qualquer coisa mas depois do comentário sobre Lena MATOS acho que já na vale a pena.
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