mais uma
No encerramento do congresso do PSD madeirense, Passos Coelho confessou o que já há muito se suspeitava: que não está interessado em promover uma reforma profunda do modelo político que nos trouxe até aqui, mas remendá-lo, para o poder manter e desenvolver no futuro. Ele quer, com o dinheiro dos nossos impostos, «salvar o estado social», «distribuindo o mal pelas aldeias», o mesmo é dizer, manter o estado como ele é, reduzindo somente o seu financiamento, por imposições de circunstância. O problema, que ele já devia ter compreendido, é que o «mal distribuído» não pára de aumentar, e a salvação do bicho parece cada vez mais remota e distante. O PSD e a direita parecem querer perder, deste modo, mais uma oportunidade histórica de se distanciarem do padrão socialista de olhar para o estado e a sociedade, e de marcarem a diferença com o que tem sido a governação do país nos últimos anos.

capitalismo selvagem…
pois…esperavam q fosse no Ocidente………..não keriam + nada
CHINA COMUNISTA:
http://www.asianews.it/news-en/Henan,-economic-growth-does-not-even-spare-the-dead-or-cemeteries-26441.html
a máfia do imobiliário chinês até destrói cemitérios na ganância do lucro e do desprezo por sentimentos humanos
MATERIALISMO MARXISTA…..+ CAPITALISMO SELVAGEM
em poucos meses, foram “destruídas” 2 milhões…….DOIS MILHÕES de campas na província de Henan
é obra
gandas comunas….
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E esse assunto semi-esquencido da privatizaçazoininha (em diminutivo) porque outra coisa ja nao esperamos ver …vai p´alante ou nao?.
Hum. Parece que tem a ver mas o tema que com comuniçacoes com assuntos e decissoes pala-cegas.
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A ideia de que este governo era de direita (que horror) já era.
Pensam à esquerda governam ao centro, ou arrepiam caminho ou nas próximas eleições são o Mas ao quadrado.
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Caro O Sátiro, o senhor tem a capacidade de se esquecer que a China assumiu que tem um país, mas dois sistemas. Como tal, esquece-se que de comunista, a China só tem o nome. Como é burro, e gosta de dar argumentos para cego ver (percebeu a ironia?), ainda não compreendeu que a China não é exemplo para nada.
Em relação ao post do Rui A. tenho só umas questõezitas, nada de importante. Qual é a forma que o senhor propõe para se manter a liberdade dos cidadãos em Portugal sem o Estado Social? Eu sei, a pergunta é parva… Mas vamos ver umas coisas. Imagine que viviamos num Estado Mínimo. Os meus pais até tinham tido oportunidade de estudar, mas não o fizeram. Eu, até queria estudar, mas não podia. Ambos os meus pais ganhavam 485€ por mês, o que faz 930€ no conjunto. Imaginando que tinham dois filhos, daria uma família de quatro pessoas. Então, teriam de gastar uma renda de casa que desse para viver quatro pessoas, vamos ver, dois quartos. Como até nem moravam no centro da cidade (nem lá perto), tinham uma renda de só 300€ por mês. Faça as contas, o rendimento já vai em 630€. Depois, há a alimentação. Aí, eles gastavam mais ou menos aquilo que a minha família gasta (também para quatro pessoas), cerca de 100€ por semana (rendimento passa para 230€ por semana). Vejamos agora as contas da água e eletricidade (nem falando de gás, que esse seria comprado em bilhas), façamos menos 50€ por mês (o rendimento passa a 170€ mensais). Agora, com esses 170€, teríamos de conseguir que ambos fossem trabalhar. Felizmente, um deles trabalho perto de casa e vai a pé para o trabalho. O outro, teria de gastar um passe igual ao da minha mãe, de 146€ mensais. Então, o rendimento ficaria reduzido a uns meros 24€. Ótimo, com estes 24€ o senhor vai ter de encaixar os seguros de saúde, as mensalidades do colégio (porque não se esqueça que eu preciso de estudar para ter educação e ser livre de escolher o meu futuro) e ainda poupar para a reforma, visto que não existe segurança social.
Como é óbvio, neste exemplo esqueci-me de descontar os impostos para a segurança, que também não seriam baratos.
A sério, explique-me onde estava a minha liberdade. Eu não escolhi em que barriga nascer, também não escolhi a vida dos meus pais, no entanto, tenho de levar com tudo. Isso não é liberdade, é esclavagismo.
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Passos Coelho também disse que não vale a pena gastar latim com a choradeira hipócrita de Seguro. Este sabe que não é possível o PSD alterar a Constituição a seu belo prazer. Sem a concordância do PS nem se coloca a questão de parir uma nova lei fundamental. E no entanto o actual Secretário Socialista não pára de agitar esse fantasmagórico espantalho. Para conversa da treta temos homem.
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rui a. é difíicil ser mais explícito em tão poucas palavras. Passos não vai a lado nenhum, na melhor das hipóteses com ele empobrecemos humilde e progressivamente. Não há chama naquela cabeça.
Se fosse com a esquerdalhada era o fim. E talvez não fosse mal de todo porque um dia o assunto teria que ser resolvido de vez. Mas é arriscado, que eles quando sobem ao poleiro utilizam todos os truques pata lá se manter.
O ponto de vista do André é muito respeitável. Preto no branco como está posto vê-se que não dá. É preciso muito mais imaginação, é preciso saber quem são os nossos aliados, a Galiza já ouviu falar? O tipo de vida tem que mudar radicalmente, o que não quer dizer ficarmos pobres, pelo contrário.
Uma coisa é certa, somos 10 milhões, cinco a alimentar os outros cinco. Um país com os recursos que tem, pode deixar de ser um protectorado ou uma secção bafienta da 3ª ou 4ª internacional.
Há cinco milhões que têm que ir para um lado e cinco milhões que têm que ir para o outro. Talvez apareça que consiga fazer isso sem trauma. Talvez não. Os “progressista” ficam no sul onde na prática já estão, é mais quentinho, têm as praias do algarve e o alqueva para arranjar comida se decidirem mexer-se. Ficam com uma cidade muita linda à beira Tejo para turista ver. Eu prometo que do Tejo para baixo não ponho lá os pés nem peço passaporte.
O processo já está em curso com a emigração acelerada, só que assim desintegra-se tudo. É o mais provável. Toda a gente sabe que um tipo novo, capacitado para trabalhar acabará por zarpar. Então a proporção passa a ser de 4 para 5, um milhão vai depressa, felizmente para eles. Sempre a descer eles sempre a atirar pedras e a comer sandes. Quando chegar à proporção de 3 para 5, esses também vão começar a diminuir, porque o estado social acaba. Já cá não estarei.
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«O ponto de vista do André é muito respeitável. »
.
LOL
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MAS PORQUE RAZÕES ANDAM TÃO PREOCUPADOS ?
AINDA NÃO PERCEBERA M!
ARRE QUE SÃO BURROS.
O QUE A POLITICA NÃO FAZ A ECONOMIA ENCARREGA-SE DE FAZER.
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Rui e outros
Raro é o dia que não vem aqui nenhum artista dizer que ainda não se fez nada.
Só para recordar.
Há 5 anos havia 700000 funcionários públicos, agora são 610000.
Descontando a inflação! Desde o ultimo ano Sócrates e até agora cortaram 25% do salário.
.
Eu sei que o seu gozo era ver todos os funcionários públicos na sopa dos pobres, eventualmente um problema psiquiátrico mal resolvido por ter sido aluno mediano e ter inveja dos bons alunos do seu tempo que foram dar aulas no ensino superior, ou para médicos, etc..
Mas para lá de todos os devaneios, se é para acabar com tudo o que existe de social para que é que existe sociedade?
.
Outra coisa é viver dentro das possibilidades, e para esse debate podemos todos estar disponíveis.
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Paulo,
Apesar de ser defensor do Estado Social e concordar com grande parte daquilo que o senhor diz, não compreendo um coisa, o número de funcionários públicos.
Portugal tem cerca de dez milhões de habitantes, como tal, não pode ter cerca de 700000 funcionários públicos. Isso não daria sequer para o SNS e para a educação. Provavelmente seriam 7 milhões?… Não sei, acho improvável e surreal. No entanto, acho que três milhões de funcionários públicos seria algo aceitável (não ultrapassa a cota dos 30% de FP).
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Bastou 1 ano de exercícios e manobras patéticas para demonstrar a incompetência e risibilidade deste governo e desta impotente maioria (!)…
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1º) Com a exceção “Serviço Nacional de Saúde”, onde é que existe essa coisa do “Estado Social” em Portugal?
2º) P. Coelho está a “salvar” o quê?
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Embora pegar em armas Rui A?
Embora dar cabo dos sindicatos?
Embora dar cabo do Governo protocomunista de Passos e Gaspar?
Onde é que estão as armas entregues no 25 de Novembro ?
Ainda estão boas?
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O actual governo já demonstrou que não é alternativa ao PS pois está a fazer o que o PS faria se lá estivesse.
Como foi dito atrás pelo José Dias : ” A economis fará aquilo que os politicos não querem fazer”
Assim , quer os partidos politicos queiram quer não queiram se a despesa do estado não for substancialmente reduzida não haverá liquidez porque a economia colapsa e os estrangeiros não quererão pagar as contas que não lhe pertencem .
Sendo assim , não se conseguirá nada com governos sem imaginação , sem rasgo e sem uma visão de futuro.
Para grandes males e é o caso , só grandes remédios . E é isso que não se vê.O governo só sabe aumentar impostos até ao colapso final.
E a justiça a funcionar ?
E as leis simples , claras e universais?
E a corrupção e o roubo?
E as regulações para tudo e nada?
E os organismos parasitas e inuteis?
E a obstrução sistematica dos mangas de alpaca á economia?
E o sistema de impostos autofágico?
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Caro Sátiro.
Você esqueceu que a China, mas quem na China? decidiu ter dois sistemas? Não esqueça que foi o Coimité Central do Partido Comunista da China que decidiu. Não foi China nenhuma como parecem querer esquecer ou ludibriar.
Decidiu está decidido. Decidiu enveredar pela exploração capitalista do homem pelo homem. com condições de trabalho e ambientais que envergonhariam qualquer industrial da primeira revolução industrial, com condições miseráveis de trabalho, férias, assistência, sem sindicatos e proibição de greves. Caso existam cerca-se a fábrica com militares, corta-se a água e a luz deixa-se os trabalhadores apodrecer uma semana e se não se renderem passam a ser contra-revolucionários e acabam num qualquer campo de futebol com um tiro na nuca com a bala paga pela família.
Não esqueça também que apesar desse neoliberalismo capitalista eufesmisticamente decidido pela “China” ela própria decidiu que em termos politicos não há mais nada senão o partido e quem for contra ele é contra a China, ou seja, deve ser abatido, preso e torturado até aprender o que a “China” decidiu.
Claro que em chegando ao dito “estado social” a China não é exemplo para nada, nem a China nem a Coreia do Norte, nem Cuba e quiçá nem a antiga União das Repúblicas Socialistas que faliram.
Esta gente perceberá o que é e até onde um “estado social” pode ir quando perceber aquilo que ia na cabeça do camionista que tendo atropelado uma criança ainda lhe passou mais duas vezes em cima, assegurando que o matava com a “justificação” de que teria o dinheiro para pagar o funeral mas nunca os tratamentos. Sintomaticamente na China, pois claro, aquela que só serve de exemplo quando e porque alguém não identificado escolheu ter dois sistemas.
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Para nosso grande desgosto…
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Apesar de Passos Coelho ter adiado a intenção de revisão da Constituição, fez questão de salientar que só o fazia porque o PS fincou pé nessa não alteração. Ora, sem o PS nada feito o que colocou Passos Coelho na posição de “não perder mais tempo nisso”.
O que não impede a justeza do comentário. Passos Coelho vai gerir o País de forma “socialista” (o que tem feito) retirando espaço aos reformistas e aos social-liberais. Onde, na minha opinião estaria a única possibilidade de nos safar da situação problemática atual.
Mas enfim, é isto que temos…
Um PS que tudo trava e nada propõe.
Um PSD que aceita a situação e actua fora da sua área ideológica.
Para os sociais-liberais é caso para dizer que Passos Coelho, nem faz, nem sai de cima…
Haveria que mudar alguma coisa.
http://notaslivres.blogspot.pt/search/label/Erros%20Governa%C3%A7%C3%A3o
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Caro Tiradentes, percebi o seu sermão de St. António.
No entanto esquece-se que independentemente de a decisão ter sido do Comité Central, estamos perante uma decisão de um país. Para mais, todos os meios de tortura de que falou como sendo exclusivamente comunistas foram aplicados durante a sua referida 1.ª Revolução Industrial (à exceção dos cortes de água e luz, visto que ainda não havia). Quando diz que as condições chinesas envergonhariam qualquer industrial da primeira revolução, esquece-se das condições reais existentes nessa época. Em relação à poluição, infelizmente a China polui menos per capita que os Estados Unidos (e ambos podem fazer muito melhor).
Em relação ao seu parágrafo sobre as comparações com o Estado Social, não se esqueça de que um regime comunista (ou capitalista de Estado, mas isso é outra história…) não tem qualquer comparação com o Estado Social. Um Estado Social baseia-se numa Função Pública de 30% da população que assegura apenas alguns serviços. Um Estado Totalitário baseia-se no controlo total da economia. Duas teorias completamente distintas, ainda que ambas se tenham baseado no marxismo.
P.S. Não sou desse tempo, mas os chineses faziam os massacres nas manifestações, quem matava nos estádios de futebol era o Pinochet.
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Ele quer, com o dinheiro dos nossos impostos, «salvar o estado social», «distribuindo o mal pelas aldeias»
Distribui o mal pelas aldeias, e entrega o bem na cidade.
Ou, por outras palavras, continua a fazer o que tem feito até aqui: tira aos pobres e dá aos ricos.
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TUDO ISTO E OUTRAS TEORIAS NÃO SÃO MAIS DO QUE TRETAS PARA EVITAR FALAR NA REVISãO DA
REVISÃO DA CONSTITUIÇÃO
DIGAM AS TRETAS QUE QUISEREM. MAIS CEDO OU MAIS TARDE (NÃO ME REFIRO ÀS LIBERDADES E
GARANTIAS) ESTA CONSTITUIÇÃO TEM SE ADAPTADA À REALIDADE DA EUROPA E DO SÉCULO XXI.
DE OUTRA MANEIRA QUEM CONTINUA A GANHAR É O CUNHAL E OS DINOSSAUROS
QUE CONTINUAM A ACREDITAR NO AMANHÃ QUE CANTA.
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Caro André
Estar perante a decisão de um país diz você, que não aceita decisões de “um país” mesmo que os governantes sejam democraticamente eleitos.Essa dualidade de critérios é que não entendo. Mesmo ditatorial passa uma esponja sobre a dita decisão como se ela fosse a coisa mais normal do mundo.
Se você leu que os meios de tortura eram exclusivamente comunistas leu em qualquer outro lado não naquilo que eu escrevi. A comparação com a I revolução industrial foi feita de propósito, senão não teria cabimento. Apenas dois “senões” que são evidentes e que deviam ser tidos em conta são os de já terem passado dois séculos sobre a primeira revolução industrial e supostamente se ter ganho “conquistas civilizacionais” como agora lhes chamam e o segundo, é ser dirigido por uma ideologia supostamente virada para o homem, a sua não exploração, igualitária, São apenas dois “senões” que pouco importam a si, talvez.
Quanto à poluição per capita , quer dizer vc que no dia em que eles poluirem tanto como os EUA é que estar~
ao bem? É que de outra forma em termos brutos se poluem mais com menos desenvolvimento a balança fica desequilibrada outra vez para eles. Que haja meio milhão de chineses rurais que não poluem mas que também não tem minimas condições de vida é argumento para dividir?.Esse é outro dos argumentos de critério apenas com sentido de atacar o ocidente e o seu capitalismo e tentar desculpar o deles.Por esse critério Moçambique a título de exemplo é um dos melhores países do mundo…..a esperança de vida é de 40 anos com tendência a diminuir para os 35.Per capita produz muito menos que a grande maioria dos países a começar por Portugal.
Quanto ao Pinochet/China verdade seja dita, eles conseguiram matar tanto numa manif , 3.000 em Tienamen, quanto o terrível ditador em 13 anos. Mas não sendo do tempo, não precisa de o ser para saber história e factos, as execuções na China continuam a ser públicas, normalmente em estádios para onde familiares e outras pessoas são devidamente encaminhadas para assistirem, sendo que os familiares pagam a bala que lhes enfiam na nuca.
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É uma tristeza sem fim, uma coisa que já ultrapassa a origem do fado e da tragédia (grega, naturalmente).
É necessária uma enorme falta de vergonha de Passos Coelho para, sequer, passar perto de Jardim, quanto mais estar presente numa festa que o aplaude.
É quase alucinante que não se tenha falado, com a devida pompa, na imprensa sobre os mais 1MM que se asseguraram à Madeira; foi o preço de entrada na festa mas, na minha opinião, um bocado exagerado.
A finalizar, temos, do outro lado, o Seguro.
O resultado desta equação é que estamos completamente f*didos.
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