‘E por acaso eu gostei. Pois que não é isto e aquilo…
“mas o amor. O amor por um modo de vida comum e similar, pelas raízes, pela história, pelas tradições, pelos antepassados, pela família, pelo espaço e pela geografia, por aqueles com quem diariamente partilhamos a nossa vida, e pelos símbolos que representam tudo isso (na comunidade católica, pelo Papa, que não sendo somente um símbolo, é um símbolo também), uma bandeira, um acontecimento, um livro, uma data, uma pessoa.”
E porém lá pensará Arroja, pois sim, como a mesma máfia, reforçada na maçonaria apregoa isso muito bem entre nós, que, vai-se a ver serve perfeitamente aos negócios da fina flor político-financeira que se governa à nossa custa, por entre os amigos e boys que é que a levam, enquanto os pobres e trabalhadores estranhos à seita desde alguma jota se lixam, pior que gentios, ou lá vá perguntá-lo ao passos e gaspar, com portas e o álvaro e os mais, cambada de enredados à banca de cá e de lá e mais gente de contrato e negócios, tal um bando de ladrões.
Ai, e fala-nos você, rui a., tão bem de Amor que quem me dera a mim, a nós todos e ao Pedro que você caísse a primeiro ministro e tivesse a força de se apresentar tão puro e autêntico por defender a Pátria dos seus vendilhões.
Que eu creio que não se safava. Se não, olhe o Passos, tão cordato e justo, inteligente, honesto, como compassivo com aquela criança que se viu por Vila Franca, vai dizer à mãezinha, que eu sou diferente, sou bom, sou amigo e tenho palavra, dito assim mesmo de amor e coração…
Até se ver o presunçoso, vaidoso, pavão, de peito forte, qual machão, “não tenho medo de ninguém, ninguém, que se lixe e emigre ou se mata, lá sei, que eu cá c’o relvas dos negócios e gaspar robot, mais os meus especialistas da jota, damos conta disto, ai, eu cá sou assim, sem palavra nem honra, mas muito machão, é que é .
Amor ? nao foi Pedro Arroja que disse numa entrevista à Visão que ” o Chile de Pinochet, o Portugal de Salazar e a Espanha de Franco foram exemplos de milagres económicos” ? Ou estarei enganado?
Eu, desde que li emocionado e lacrimejante este post de Rui A., decidi finalmente aceitar os convites para integrar a maçonaria e o Opus Dei. Lá chegado, se verá : se sonso passivo e sempre cordato, ou pulha activo na manjedoura do regime-qualquer-que-ele-seja.
Darei notícias.
Jonas
e
Jorge,
Pois. Alguns dos maiores bandidos de colarinho branco que conheci e conheço, são todos e só pelo “amor”… Luz… Fé… Esperança…Trabalho…Família…Paz…
Parabéns pelo seu texto no Portugal Contemporâneo. Está excelente. É um problema que como cristão católico enfrento: como conciliar liberalismo económico e catolicismo?
Muito obrigado, António Parente. Quanto à sua questão, acredito que não existe qualquer incompatibilidade entre liberalismo e catolicismo. Essa ideia resulta da convicção equivocada de que o liberalismo e o jacobinismo são a mesma coisa, o que, não só não corresponde à verdade, como podemos dizer que são os antípodas um do outro.
Especificamente sobre o tema, há um livro do Michael Novak (O Espírito do Capitalismo Democrático) traduzido e editado em Portugal que lhe poderá dar uma ajuda. Por outro lado, quanto aos diversos tipos de liberalismo, recomendo algumas várias obras do Professor José Manuel Moreira, que penso encontrará sem dificuldades nas livrarias.
Saudações,
‘E por acaso eu gostei. Pois que não é isto e aquilo…
“mas o amor. O amor por um modo de vida comum e similar, pelas raízes, pela história, pelas tradições, pelos antepassados, pela família, pelo espaço e pela geografia, por aqueles com quem diariamente partilhamos a nossa vida, e pelos símbolos que representam tudo isso (na comunidade católica, pelo Papa, que não sendo somente um símbolo, é um símbolo também), uma bandeira, um acontecimento, um livro, uma data, uma pessoa.”
E porém lá pensará Arroja, pois sim, como a mesma máfia, reforçada na maçonaria apregoa isso muito bem entre nós, que, vai-se a ver serve perfeitamente aos negócios da fina flor político-financeira que se governa à nossa custa, por entre os amigos e boys que é que a levam, enquanto os pobres e trabalhadores estranhos à seita desde alguma jota se lixam, pior que gentios, ou lá vá perguntá-lo ao passos e gaspar, com portas e o álvaro e os mais, cambada de enredados à banca de cá e de lá e mais gente de contrato e negócios, tal um bando de ladrões.
Ai, e fala-nos você, rui a., tão bem de Amor que quem me dera a mim, a nós todos e ao Pedro que você caísse a primeiro ministro e tivesse a força de se apresentar tão puro e autêntico por defender a Pátria dos seus vendilhões.
Que eu creio que não se safava. Se não, olhe o Passos, tão cordato e justo, inteligente, honesto, como compassivo com aquela criança que se viu por Vila Franca, vai dizer à mãezinha, que eu sou diferente, sou bom, sou amigo e tenho palavra, dito assim mesmo de amor e coração…
Até se ver o presunçoso, vaidoso, pavão, de peito forte, qual machão, “não tenho medo de ninguém, ninguém, que se lixe e emigre ou se mata, lá sei, que eu cá c’o relvas dos negócios e gaspar robot, mais os meus especialistas da jota, damos conta disto, ai, eu cá sou assim, sem palavra nem honra, mas muito machão, é que é .
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Amor ? nao foi Pedro Arroja que disse numa entrevista à Visão que ” o Chile de Pinochet, o Portugal de Salazar e a Espanha de Franco foram exemplos de milagres económicos” ? Ou estarei enganado?
Amor? por Mor de Deus
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Eu, desde que li emocionado e lacrimejante este post de Rui A., decidi finalmente aceitar os convites para integrar a maçonaria e o Opus Dei. Lá chegado, se verá : se sonso passivo e sempre cordato, ou pulha activo na manjedoura do regime-qualquer-que-ele-seja.
Darei notícias.
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Jonas
e
Jorge,
Pois. Alguns dos maiores bandidos de colarinho branco que conheci e conheço, são todos e só pelo “amor”… Luz… Fé… Esperança…Trabalho…Família…Paz…
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em Portugal, Miguelista…em Espanha, Carlista…
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http://www.youtube.com/watch?v=8Xow0lP9tYE
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O Arroja continua beato.
Já era.
Apenas terá mudado de seita.
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Parabéns pelo seu texto no Portugal Contemporâneo. Está excelente. É um problema que como cristão católico enfrento: como conciliar liberalismo económico e catolicismo?
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Muito obrigado, António Parente. Quanto à sua questão, acredito que não existe qualquer incompatibilidade entre liberalismo e catolicismo. Essa ideia resulta da convicção equivocada de que o liberalismo e o jacobinismo são a mesma coisa, o que, não só não corresponde à verdade, como podemos dizer que são os antípodas um do outro.
Especificamente sobre o tema, há um livro do Michael Novak (O Espírito do Capitalismo Democrático) traduzido e editado em Portugal que lhe poderá dar uma ajuda. Por outro lado, quanto aos diversos tipos de liberalismo, recomendo algumas várias obras do Professor José Manuel Moreira, que penso encontrará sem dificuldades nas livrarias.
Saudações,
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Muito obrigado pelas sugestões, Rui A. Vou procurar.
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