Sim. Ainda é o que vale a muito boa gente.
Se o Estado não tem força para tributar o quê, e aonde, devia tributar …
Quanto mais economia tributável, mais tributo o Estado gastará, e muito mal, como sempre.
O presidente do Tribunal de Contas é um bem intencionado, provavelmente um visionário que nesta quadra festiva faz uma profissão de fé no Pai Natal.
Quando diz: “…o documento (Memorando) “consagra um conjunto de providências” que acabarão por criar condições para “fazer com que a economia gere emprego e crie condições de desenvolvimento”… ou vive noutro País ou deve estar a sonhar.
As ‘providências da troika’, assentes em duras medidas de austeridade visando a obtenção ‘à la minute’ um almejado equilíbrio orçamental, não tem feito outra coisa do que criar desemprego e atirar-nos para situações de sub-desenvolvimento (quiçá de galopante pobreza).
Não sei – nem tenho de saber – qual a ‘receita’ para inverter esta situação. Só não quero que me obriguem a ver o ‘filme ao contrário’…
Que aconteceria se deixássemos de pagar? Provavelmente, os penduras do Estado, nesse mês, ficariam sem a mesada… Ms ficaria dinheiro de sobra par apôr a economia a mexer. Se, em vez de manifs da treta, se organizasse uma fuga generalizada aos impostos… Como seria?
Há muitos anos que se fala na evasão fiscal, assunto que não tem merecido a devida atenção
por parte dos governos! O número indicado pecará por defeito, como diz o autor, isto vai sa-
fando muita gente … quanto ao País acho que não! Com efeito, há muita gente a receber do
desemprego e RSI que acumula com os chamados “ganchos”, nas mais diversas áreas de acti-
vidade (C.Cívil, Comércio, etc.)! Por outro lado, tem servido de amortecedor para uma re-
volta popular mais violenta e, piores índices de criminalidade!!!
“é isto que (ainda) vai salvando o país”,
Eu acho que só não africaniza, porque o país já estava africanizado. Mas vai agravar a africanização por duas vias em curso. Pessoalmente, preferia a europeização, nem que fosse a germanização. Mas, enfim. O liberalismo também já não é o que era.
A concorrência entre quem foge e os que pagam tem mais ou menos a mesma moral que tem a venda de produtos chineses baratos, pagos em tigelas de arroz, com produtos feitos por trabalhadores ocidentais que recebem o justo para viver.
Deixem os vossos gabinetes confortáveis de Lisboa e Porto e vão passear pelo Portugal profundo para verem que o que ainda vai alimentando a nossa boa gente é a economia informal que foge às mãos compulsivas do estado cleptomaníaco em que vivemos. Só um idiota é que ainda acredita que se houvesse mais gente a pagar impostos o estado iria baixar os impostos a todas gente. Mentira… Quanto mais gente pagar impostos, quantos mais desgraçados forem apanhados na malha dos Xerifes de Nothingham das finanças, mais o monstros nos afinfa com os dentes… O estado transformou-se num monstro voraz que só poderá vir outra a vez a ser controlado quando o começarem a matar à fome e obrigarem a soltar cá para fora o monte de parasitas que o habita.
Algo de avassalador: o que é ROUBADO ao Estado anualmente, enquanto comunidade abstracta portuguesa, pela fuga ao fisco (+25% do PIB escapa a qualquer taxação) e outras formas mais de corrupção com impacto nas contas do Estado, seria mais do que suficiente para Portugal viver com todos os «desvarios» de que é acusado e ainda assim apresentar um crónico SUPERAVIT, e sem qualquer necessidade de um ENORME aumento de impostos, de malogradas experiências TSU e similares afins.
À boa maneira de Espanha!
Só assim se compreende que o País sobreviva com 25% de desempregados, alguns (cada vez mais) de longa duração…
É no que dá a política seguida pelos últimos governos portugueses, de roubar aos pobres e remediados para dar aos ricos !
Sim. Ainda é o que vale a muito boa gente.
Se o Estado não tem força para tributar o quê, e aonde, devia tributar …
Quanto mais economia tributável, mais tributo o Estado gastará, e muito mal, como sempre.
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O presidente do Tribunal de Contas é um bem intencionado, provavelmente um visionário que nesta quadra festiva faz uma profissão de fé no Pai Natal.
Quando diz: “…o documento (Memorando) “consagra um conjunto de providências” que acabarão por criar condições para “fazer com que a economia gere emprego e crie condições de desenvolvimento”… ou vive noutro País ou deve estar a sonhar.
As ‘providências da troika’, assentes em duras medidas de austeridade visando a obtenção ‘à la minute’ um almejado equilíbrio orçamental, não tem feito outra coisa do que criar desemprego e atirar-nos para situações de sub-desenvolvimento (quiçá de galopante pobreza).
Não sei – nem tenho de saber – qual a ‘receita’ para inverter esta situação. Só não quero que me obriguem a ver o ‘filme ao contrário’…
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Verdade! Vivam os corajosos e criativos que, sem gritaria, contestam todos os dias as tenazes do (con)fisco.
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Que aconteceria se deixássemos de pagar? Provavelmente, os penduras do Estado, nesse mês, ficariam sem a mesada… Ms ficaria dinheiro de sobra par apôr a economia a mexer. Se, em vez de manifs da treta, se organizasse uma fuga generalizada aos impostos… Como seria?
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Um novo caminho para a Europa…a Aliança Católica-Ortodoxos…ao contrário do que Monti ( Goldman Sach ) e a Judearia Europeia defendem…
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Há muitos anos que se fala na evasão fiscal, assunto que não tem merecido a devida atenção
por parte dos governos! O número indicado pecará por defeito, como diz o autor, isto vai sa-
fando muita gente … quanto ao País acho que não! Com efeito, há muita gente a receber do
desemprego e RSI que acumula com os chamados “ganchos”, nas mais diversas áreas de acti-
vidade (C.Cívil, Comércio, etc.)! Por outro lado, tem servido de amortecedor para uma re-
volta popular mais violenta e, piores índices de criminalidade!!!
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“é isto que (ainda) vai salvando o país”,
Eu acho que só não africaniza, porque o país já estava africanizado. Mas vai agravar a africanização por duas vias em curso. Pessoalmente, preferia a europeização, nem que fosse a germanização. Mas, enfim. O liberalismo também já não é o que era.
A concorrência entre quem foge e os que pagam tem mais ou menos a mesma moral que tem a venda de produtos chineses baratos, pagos em tigelas de arroz, com produtos feitos por trabalhadores ocidentais que recebem o justo para viver.
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Concordo. E vai aumentar mais, muito mais. Se o Estado é predador do rendimento privado, só nos resta mesmo tentar escapar às suas garras.
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Esta gente nao gosta de pagar impostos. Nao tém o mínimo de responsabilidade social. Vivem selvagens.
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Deixem os vossos gabinetes confortáveis de Lisboa e Porto e vão passear pelo Portugal profundo para verem que o que ainda vai alimentando a nossa boa gente é a economia informal que foge às mãos compulsivas do estado cleptomaníaco em que vivemos. Só um idiota é que ainda acredita que se houvesse mais gente a pagar impostos o estado iria baixar os impostos a todas gente. Mentira… Quanto mais gente pagar impostos, quantos mais desgraçados forem apanhados na malha dos Xerifes de Nothingham das finanças, mais o monstros nos afinfa com os dentes… O estado transformou-se num monstro voraz que só poderá vir outra a vez a ser controlado quando o começarem a matar à fome e obrigarem a soltar cá para fora o monte de parasitas que o habita.
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Já vi que temos um Conde Anarquista. abaixo o Estado nem que seja à bomba.
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Algo de avassalador: o que é ROUBADO ao Estado anualmente, enquanto comunidade abstracta portuguesa, pela fuga ao fisco (+25% do PIB escapa a qualquer taxação) e outras formas mais de corrupção com impacto nas contas do Estado, seria mais do que suficiente para Portugal viver com todos os «desvarios» de que é acusado e ainda assim apresentar um crónico SUPERAVIT, e sem qualquer necessidade de um ENORME aumento de impostos, de malogradas experiências TSU e similares afins.
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pela fuga ao fisco (+25% do PIB escapa a qualquer taxação) e outras formas mais de corrupção com impacto nas contas do Estado…
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Que há fuga ao fisco?
Soluçao mais eficaz para propor ao ministro das Finanças…corralito-corralito.
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À boa maneira de Espanha!
Só assim se compreende que o País sobreviva com 25% de desempregados, alguns (cada vez mais) de longa duração…
É no que dá a política seguida pelos últimos governos portugueses, de roubar aos pobres e remediados para dar aos ricos !
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