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“quando eu era «fascista»”

10 Janeiro, 2013
by

No Portugal Contemporâneo.

45 comentários leave one →
  1. MJRB's avatar
    10 Janeiro, 2013 18:00

    Não foi “só” a guerra e guerrilha no Ultramar (e seus “custos” económicos, financeiros, políticos e humanos), que provocou o desejo de derrubar o regime herdado e levemente “liberalizado” por Marcello Caetano.

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  2. zeca marreca's avatar
    zeca marreca permalink
    10 Janeiro, 2013 18:38

    Temos pena que a sua história pessoal no PREC tenha sido de uma indigência atroz… pelos vistos assim continua actualmente…

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  3. Portela Menos 1's avatar
    Portela Menos 1 permalink
    10 Janeiro, 2013 18:41

    estados de alma …

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  4. Duarte's avatar
    Duarte permalink
    10 Janeiro, 2013 18:46

    Pior que um fascista é um fascista que não tem coragem para se assumir.
    O seu texto encerra toda a terminologia, narrativa e simbologia do fascismo.
    Talvez se queira enganar a si próprio, mas a alguem que não seja parvo, não engana.
    A sua concepção de “estado mínimo” corresponde , actualizada para as circunstancias actuais à concepção do “Estado Novo” de Oliveira Salazar . São contrarias à concepção democrática porque implicam a ausência da política, da participação da sociedade, tal como no período de Salazar e Caetano. Como sabe Salazar dizia que tinha horror aos políticos. Tal como Salazar , nao entende o conceito de classes numa sociedade. Aliás , como dizia Margareth Thatcher ” sociedade é coisa que não existe” . O que fez Salazar senão impedir por todos os meios , incluindo os criminosos , que a sociedade não desse mostras de vida?

    Quanto às colónias que ainda apelida de ” ultramar” conforme a linguagem oficial d o “regime anterior” , paciência, é a vida.

    John Stuart Mill (1806-1873), um liberal bastante avançado para sua época, chegou a declarar: “Considero inadmissível que uma pessoa participe do sufrágio sem saber ler, escrever e, acrescentaria, sem possuir os primeiros rudimentos de aritmética”. Em outra passagem, sem meias palavras, afirmou: “Um empregador é mais inteligente do que um operário por ser necessário que ele trabalhe com o cérebro e não só com os músculos (…) Um banqueiro, um comerciante serão provavelmente mais inteligentes do que um lojista, porque têm interesses mais amplos e mais complexos a seguir (…) Nestas condições, poder-se-iam atribuir dois ou três votos a todas as pessoas que exercessem uma destas funções de maior relevo”

    Paradoxalmente, no início do século XX, os ideólogos do fascismo foram buscar no arcabouço liberal clássico muitas de suas teses iniciais sobre o direito à participação política das massas populares. Vejamos o que afirmou Mussolini, em 1925, logo após a sua triunfal “Marcha sobre Roma”: “é absurdo conceder os mesmos privilégios a um homem inculto e a um reitor de universidade. Não é abaixando as classes elevada que se cria a igualdade (…) Atribuem-me a idéia de restringir o sufrágio universal. Não! Todo cidadão conservará seu direito de voto ao parlamento de Roma. Mas um professor universitário ou um grande técnico deve ter mais uma palavra a dizer do que um carregador e um analfabeto”. Mussolini também, como a maioria dos liberais dos séculos XVIII e XIX, era contrário ao sufrágio feminino. No mesmo discurso, citado acima, declarou: “Sou partidário do sufrágio universal, mas não do sufrágio feminino”.
    Naquela época, poucos se espantaram com tal declaração, pois ela estava dentro do senso comum liberal-conservador imperante. Mesmo o sufrágio universal masculino era uma novidade na grande maioria dos países capitalistas e as mulheres ainda não tinham direito ao voto nem na Inglaterra, mãe do liberalismo, e nem na França, terra da revolução liberal-democrática.

    Este descompasso entre democracia política e liberalismo ainda podia ser sentido na segunda metade do século XX. Um dos fundadores do neoliberalismo, Von Hayek, chegou a defender que não haveria nenhuma incompatibilidade entre sufrágio censitário, exclusão política das mulheres e a democracia. Escreveu ele: “É útil recordar que, no país em que a democracia é mais antiga e mais bem-sucedida, a Suíça, as mulheres ainda são excluídas do voto e, pelo que parece, com a aprovação da maior parte delas. Também parece possível que, numa situação primitiva, um sufrágio limitado, por exemplo, somente aos proprietários de terra consiga formar um Parlamento tão independente do governo que possa controlá-lo de modo eficaz.”
    Continuou o decano do neoliberalismo: “nem o mais dogmático dos democratas pode afirmar que toda e qualquer ampliação da democracia é um bem.. Independentemente do peso dos argumentos a favor da democracia, ela não é um valor último, ou absoluto, e deve ser julgada pelo que realizar. (…) a decisão relativa à conveniência ou não de se ampliar o controle coletivo deve ser tomada com base em outros princípios que não os são da democracia em si”. Os princípios aos quais ele se refere são: a defesa da propriedade privada e da “livre iniciativa” (para o capital). Dentro deste esquema limitado, as ditaduras de direita, sob determinadas condições, também poderiam se tornar “os melhores métodos” para os fins últimos propostos. Não deixa de ser irônico que os liberais ainda sustentem que é a esquerda que tem uma visão limitada e instrumental da democracia política.

    Com vê não mudou assim tanto. Nem toda a gente é parva.

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  5. Duarte's avatar
    Duarte permalink
    10 Janeiro, 2013 19:07

    Acrescento,sobre o mesmo tema o seguinte artigo de Augusto Buonicore** Historiador, mestre em ciência política pela Unicamp
    LIBERALISMO E COLONIALISMO
    Mas é em relação ao problema do colonialismo que o velho e o novo liberalismo mais se aproximam das teorias reacionárias e proto-fascistas. Ao contrário do que geralmente se pensa, o liberalismo na sua forma clássica não se constituiu um entrave ao colonialismo e ao imperialismo nascente. Ele forneceu as justificativas ideológicas para expansão européia – e mais tarde a norte-americana – sobre a África, a Ásia e a América Latina.

    Um liberal do porte de um Tocqueville comemorou assim a vitória inglesa sobre a China na infame Guerra do Ópio: “Eis afinal a mobilidade em combate contra o imobilismo chinês! Trata-se de um acontecimento grandioso, sobretudo quando se considera que é mera continuação, última etapa numa série de acontecimentos da mesma natureza, que gradativamente vão empurrando a raça européia para além de suas fronteiras, submetendo sucessivamente todas as outras raças ao seu império ou sua influência (…); é a sujeição das quatro partes do mundo, por ora da quinta parte. Por isso, é bom não se maldizer demais o nosso século e a nós mesmos; os homens são pequenos, mas os acontecimentos são grandiosos”.

    John Stuart Mill, por sua vez, na sua obra clássica Da Liberdade, afirmou: “O despotismo é uma forma legítima de governo quando se está a lidar com bárbaros, desde que o fim seja o progresso e os meios sejam justificados pela sua real consecução. A liberdade, como princípio, não é aplicável em nenhuma situação que anteceda o momento em que os homens se tenham tornado capazes de melhorar através da livre discussão entre iguais. Até então não haverá nada para eles, salvo a obediência absoluta a um Akbar ou a um Carlos Magno se tiveram sorte de encontrá-los.” Para ele, liberdade e democracia só teriam plena validade no mundo ocidental-capitalista e não poderiam ter nenhum valor universal.

    Estas idéias continuam presentes quase dois séculos depois. Karl Popper – liberal e defensor das chamadas “sociedades abertas” – num artigo recente escreveu: “Libertamos esses Estados (as colônias) de modo muito apressado e simplista” e comparou este fato ao de “se abandonar uma creche a si mesma”. O que ele se esqueceu de dizer é que a libertação das colônias não foi dádiva das metrópoles, mas uma conquista arrancada com muita luta, em muitos casos precisou-se de anos de guerras de libertação sangrentas. As potências ocidentais, entre elas a França, utilizaram-se dos meios mais bárbaros para manter seus impérios coloniais. O filme Batalha de Argel retratou bem esses métodos ditos civilizados.

    O fim da União Soviética e das experiências socialistas no Leste Europeu ocasionou uma profunda alteração na correlação de forças mundial a favor do imperialismo. Isso teve impacto no campo da luta de idéias. O liberalismo – na sua versão neoliberal – tornou-se amplamente hegemônico e velhos valores, anteriores as revoluções socialistas e anti-coloniais, adquiriram um novo vigor. Hoje, justifica-se a guerra e a ocupação de territórios do terceiro-mundo em nome da liberdade, a democracia e dos direitos do homem. Novamente, a barbárie capitalista se impõe em nome da civilização e do progresso.

    Conclusão

    Não pretendemos aqui colocar um sinal de igualdade entre liberalismo e fascismo. Após a trágica experiência de ascensão de Hitler ao poder na Alemanha, a esquerda aprendeu a importância de distinguir fascistas de liberais. A confusão neste terreno conduziu os trabalhadores a uma das maiores derrotas de sua história, que ocorreu num fatídico janeiro de 1933.

    Se fascismo e liberalismo não são iguais, tão pouco existe entre eles uma muralha intransponível. Diria mesmo que existem mais pontos de convergência do que sonha nossa vã filosofia. Isso se explica, fundamentalmente, pois os dois são expressões ideológicas de uma mesma e única classe: a burguesia. Esta constatação não é secundária.

    Durante as últimas décadas, os ideólogos burgueses procuraram reverter o jogo e colocaram um sinal de igualdade entre o comunismo e o nazismo, taxando-os indistintamente de totalitários. Neste esquema, a contraposição ao totalitarismo (comunista e nazista) seria feita pelo liberalismo. Numa mesma operação ideológica, o termo liberalismo foi amalgamado com o de democracia. Os pais do liberalismo foram promovidos a pais da democracia moderna. Constituiu-se, assim, o mito ou a fórmula mais eficiente da política moderna: igualar liberalismo e democracia.

    Ironicamente escreveu Quartim de Moraes: “Os politicólogos liberais costumam enfatizar as semelhanças entre fascismo e comunismo, apresentando-os como duas variantes do que chamam de totalitarismo (…) (mas) qualquer estudo histórico-estatístico minimamente objetivo mostraria que a quantidade de liberais que aderiram ao fascismo foi incomparavelmente maior do que a de comunistas”. Por fim, não “foi nos países do extinto bloco soviético que os exterminadores de judeus e de comunistas, membros da SS ou esquadrões da morte (…) encontraram refúgio, mas principalmente no muito liberal Canadá”. Acrescentariamos que, atualmente, já se comprovou a existência de uma operação secreta realizada pelo governo norte-americano – em conluio com o Vaticano – para dar cobertura para a fuga de criminosos de guerra, especialmente de cientistas alemães.

    No entanto, foi no nosso continente que o conluio entre liberais e fascistas tornou-se mais evidente – uma aliança que produziu uma das páginas mais sombrias da nossa história. Os liberais latino-americanos foram a vanguarda política da maior parte dos golpes militares ocorridos ao longo do século XX, inclusive no Brasil. Por aqui, em 1964, os muito liberais Estadão, o grupo Folha e a UDN, conclamaram abertamente a intervenção militar e aplaudiram a repressão que se seguiu à autodenominada “redentora”.

    Os ideólogos neoliberais fizeram um grande esforço para retirar as ditaduras sangrentas, como a de Pinochet, da lista de regimes ditos totalitários. Eles foram definidas apenas como regimes autoritários. Mal menores diante da ameaça do totalitarismo comunista.

    Escreveu Von Hayek, “o oposto de democracia é governo autoritário: do liberalismo é totalitarismo. Nenhum dos dois sistemas exclui necessariamente o oposto do outro: a democracia pode exercer poderes totalitários, e um governo autoritário pode agir com base em princípios liberais”. E continuou: “Devo confessar que prefiro governo não-democrático sob a lei a governo democrático ilimitado”. Por isso ele e Friedman – dois papas do neoliberalismo – deram apoio aberto e assessoraram o governo “não-democrático” de Pinochet.

    Maior exemplo da possibilidade de articulação entre neoliberalismo e fascismo pode ser extraído da vergonhosa entrevista dada pelo próprio Hayek ao jornal chileno EL Mercúrio em abril de 1981. Depois de apoiar a ditadura, justifica: “Uma sociedade livre requer certas morais que em última instância se reduzem à manutenção das vidas; não à manutenção de todas as vidas, porque poderia ser necessário sacrificar vidas individuais para preservar um número maior de vidas. Portanto, as únicas normas morais são as que levam ao ‘cálculo de vidas’: a propriedade e o contrato”. Naquele momento, em que o Hayek dava tranquilamente sua entrevista, muitas vidas estavam sendo sacrificadas nos porões da ditadura fascista do general Pinochet.

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  6. neotonto's avatar
    neotonto permalink
    10 Janeiro, 2013 19:18

    Nem tanto ao mar Duarte.O nosso Rui A. so pretendia revindicar um regresso s casa paterna (tao anhorada) depois de um exilio forzosso por esses blogues do mundo de Deus.
    De feito nao foi aqui onde expus certos estados de alma que diria o portela.
    Comtudo descobrir que estes racionais liberais tambem vao equipados da sua fibra sentimental e um delicado coracaozinho da para pensar…
    Efectivamente ainda que o tema tenha seus antecedentes latinos esta coisa neo e invento ocioso do diabo, digo destes precupados e ocupados prots com seus raciocinios.

    a para uma ternura…

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  7. SRG's avatar
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    10 Janeiro, 2013 19:18

    Excelente texto Rui A.
    Deixe os cães ladrar, que, pelos uivos, devem ser autênticos chacais.
    Nestes 38 anos, a evolução seria tão natural como o nascimento dos frutos num pomar, ou seja, com ou sem 25/4. Sempre vivi do meu trabalho durante 50 anos, e pela experiência de vida, sempre acreditei que íamos descambar neste emaranhado de contradições políticas. Os interesses de grupo sempre se sobrepuseram à voz da razão, por isso, ninguém estranhe as malfeitorias que assistimos diariamente , e que infelizmente por certo ainda iremos assistir até ao descalabro final. Oxalá me engane.

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  8. samuelquedas's avatar
    samuelquedas permalink
    10 Janeiro, 2013 19:24

    Ah!… Já não é?! 🙂 🙂

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  9. neotonto's avatar
    neotonto permalink
    10 Janeiro, 2013 19:25

    Ah, Duarte
    Recorde que a mesmissima dama de ferro nao comungabs com certos excesos chilenos que nao via factiveis nem aplicaveis em UK.
    Portanto uma nao sei que coisa genetica , I supose…

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  10. piscoiso's avatar
    piscoiso permalink
    10 Janeiro, 2013 19:41

    …em momentos revolucionários e de grande agitação política, ou se é comunista, ou fascista, ou parvo.
    .
    Que parvoíce de afirmação.

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  11. Portela Menos 1's avatar
    Portela Menos 1 permalink
    10 Janeiro, 2013 19:48

    esta também precisava de um bom PREC:
    http://arrastao.org/2725545.html#comentarios

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  12. Duarte's avatar
    Duarte permalink
    10 Janeiro, 2013 19:51

    “…em momentos revolucionários e de grande agitação política, ou se é comunista, ou fascista, ou parvo.”

    É um típico raciocínio Salazarista. Quem não apoiava o regime era logo apelidado de comunista. Certos tiques nunca mudam. Estão nos genes.

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  13. MJRB's avatar
    10 Janeiro, 2013 20:10

    Resumindo : o autor da frase que ainda hoje é mencionada (conhecido “estratega”, historiador e “filósofo” da direita tuga), colhe reverencias e aglutina seguidores por causa duma conclusão parva, leviana.

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  14. Tiradentes's avatar
    Tiradentes permalink
    10 Janeiro, 2013 21:54

    Certo é que os genes tem muita força. Nota-se sobretudo pela catalogação que os ditos moderados experts cínicos, põem o odioso nos outros.Porventura os tiques dele não são tão estranhos assim pois rapidamente se v~e os mesmos nos outros, ou quiçá…os genes da terceira categoria.

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  15. silva's avatar
    silva permalink
    10 Janeiro, 2013 22:01

    Estou alegre por saber que o pulha nº1 do Casino Estoril saiu da administração, resta saber se vai haver justiça para com os despedidos no coletivo e que o pulha pague a fatura.

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  16. Portela Menos 1's avatar
  17. Expatriado's avatar
    Expatriado permalink
    10 Janeiro, 2013 23:02

    Desta parte:
    .
    “Tínhamos ficado no e com o rectângulo, e o Partido Comunista abrandara a marcha da revolução, não apenas por ter sido obrigado a fazê-lo pela resistência popular que o livro do Jaime relata muito bem, mas, sobretudo, porque a descolonização fora feita, em pleno, pelo diapasão dos interesses soviéticos, aos quais o seu internacionalismo proletário devia obediência. O objectivo principal fora cumprido e o resto podia aguardar.”
    .
    Destaco esta:
    .
    “……a descolonização fora feita, em pleno, pelo diapasão dos interesses soviéticos, aos quais o seu internacionalismo proletário devia obediência. O objectivo principal fora cumprido e o resto podia aguardar.”
    .
    E o “resto” começou com a elaboraçao da CRP “rumo ao socialismo” e resultante instituiçao de um sistema de ensino “enformativo”, cujos frutos se podem ver e ler hoje em dia.
    .
    Eles pensam que valeu a pena “aguardar” pela colheita do que semearam durante uma geraçao e meia….
    .
    Os marcianos que se cuidem…… Nao sera’ tao facil quanto pensam.

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  18. Aryan's avatar
    Aryan permalink
    10 Janeiro, 2013 23:20

    Você conhece-se bem e não tem vergonha nenhuma na cara. É bom sabe-lo para não ter de me cruzar consigo!

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  19. jo's avatar
    10 Janeiro, 2013 23:22

    Viveu num Portugal desconhecido. No Portugal que existe o Partido Comunista nunca teve votações acima dos 20% e a extrema esquerda sempre foi residual.
    Não estará a inventar preseguições que não existiram?

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  20. Portela Menos 1's avatar
    Portela Menos 1 permalink
    10 Janeiro, 2013 23:50

    este pessoal gosta de fantasmas, é só ler Expatriado!

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  21. MJRB's avatar
    11 Janeiro, 2013 00:45

    Expatriado 23:02,
    Vc. está “colonizado” pelas conclusões doutrem ?!

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  22. tric's avatar
    tric permalink
    11 Janeiro, 2013 02:40

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  23. O SÁTIRO's avatar
    11 Janeiro, 2013 05:21

    ó duarte
    pronto….deixa lá
    tás ressabiado
    e frustrado
    com o fim dos campos de concentração na URSS
    querias que esses assassinos continuassem a matar inocentes
    mas isso acabou
    a civilização ganhou
    e não tarda vai ganhar tb
    na china….cuba….coreia do norte …irão….etc…
    não chores mais….só te faz mal

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  24. O SÁTIRO's avatar
    11 Janeiro, 2013 05:24

    pelos vistos, o sofrimento de seres humanos não provoca abaixos assinados como este
    http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=92205
    por ex
    pq não assinam esses heróis qqer coisa a favor dos
    SERES HUMANOS..que vivem no chão das ruas de lisboa????
    sabendo-se q a Câmara tem centenas de casas particulares
    onde vivem pobrezinhos como o
    baptista-bastos……?

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  25. O SÁTIRO's avatar
    11 Janeiro, 2013 05:36

    lembram-se dos profissionais da MENTIRA
    do EMBUSTE
    da DEMAGOGIA
    que gritavam
    HOLLANDE VAI ACABAR COM A AUSTERIDADE NA UE………?
    q bastava o hollande dizer………crescimento………..e o PIB subia de imediato?
    pois esses papagaios da política e dos media, não passam de tótós ou experts de fraudes mentais:

    “””
    A segunda economia da União Europeia entrou em recessão seis meses depois da eleição do socialista François Hollande para presidente da República e de muitas promessas de mudar as políticas e agendas europeias, com a tónica principal no crescimento económico. Agora as notícias não podiam ser piores. O produto interno bruto (PIB) de França caiu 0,1% no quarto trimestre de 2012, segundo estimativas publicadas ontem pelo Banco de França, pressupondo assim que o país está em recessão técnica por apresentar dois trimestres consecutivos em queda.

    Na sua análise mensal de conjuntura da indústria e serviços, o banco central francês manteve sem alterações, pela terceira vez consecutiva, as previsões de diminuição de 0,1% do PIB entre Outubro e Dezembro.”””

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  26. neotonto's avatar
    neotonto permalink
    11 Janeiro, 2013 06:21

    .
    M O produto interno bruto (PIB) de França caiu 0,1% no quarto trimestre de 2012, segundo estimativas publicadas ontem pelo Banco de França, pressupondo assim que o país está em recessão técnica por apresentar dois trimestres consecutivos em queda.


    ai,ai
    quem nos desse essa mesma tragedia economica.

    ai,ai

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  27. pedro's avatar
    pedro permalink
    11 Janeiro, 2013 09:29

    Dr Rui: gostei do seu artigo ,mas não concordo com a sua visão romãntica do período pós-estado novo. Houve momentos de confronto ,morreram pessoas e não me esqueço do cerco da constituinte e do cerco ao comício do CDS no palácio de cristal e outros. Mas ao ponto a que chegámos, com o estado totalmente capaturado pela finança e pelas corporações ,esta democracia está mais corrupta que o regime anterior e a mudança não pode ser para um estado mínimo ,pois em breve poderemos ter um banqueiro a 1º ministro e não se notaria grande diferença.Em resumo deve ser o poder político a mandar no país e não o financeiro .

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  28. Wall Streeter's avatar
    Wall Streeter permalink
    11 Janeiro, 2013 10:03

    Deixa-me rir…

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  29. zeca marreca's avatar
    zeca marreca permalink
    11 Janeiro, 2013 10:39

    “não me esqueço do cerco da constituinte e do cerco ao comício do CDS no palácio de cristal e outros”

    Mas esquece-se da rede bombista, dos incêndios às sedes do PCP no Norte, et al… e esquece-se do que acontecia no próprio estado novo, desse sim terá uma visão romântica…

    Tem uma memória muito selectiva, o amigo pedro…

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  30. PiErre's avatar
    PiErre permalink
    11 Janeiro, 2013 11:12

    Duarte,
    Por acaso não se terá esquecido disto?:
    Negociações sobre a adesão da União Soviética ao Eixo
    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
    (…)
    Em agosto de 1939, a Alemanha nazista e a União Soviética entraram no Pacto Molotov-Ribbentrop, um tratado de não agressão que continha protocolos secretos que efetivamente dividiam a Europa Oriental entre as partes. Posteriormente, os países invadiram e anexaram os países do leste europeu nas suas “esferas de influência” no âmbito do acordo. Os países também assinaram uma série de acordos comerciais, que começou um relacionamento econômico de quase dois anos, na qual a União Soviética forneceu matérias-primas para a Alemanha em troca de armas e tecnologia. Em 27 de setembro de 1940, a Alemanha entrou em uma relação em separado, o “Pacto do Eixo”, (Pacto Tripartite) com a Itália fascista e o Império do Japão, que efetivamente dividiu o mundo em esferas de influência.
    Depois que a Alemanha nazista entrou em um Pacto Tripartite com o Japão e a Itália, em outubro de 1940, Ribbentrop escreveu a Josef Stalin sobre a “missão histórica das Quatro Potências – União Soviética, Itália, Japão e Alemanha – a adoção de uma política de longo alcance e de orientar o desenvolvimento futuro de seus povos para os canais externos pela delimitação de seus interesses em escala mundial.”[1] Stalin respondeu, referindo a celebração de um acordo sobre uma “base permanente” de seus “interesses mútuos”.[2] Stalin mandou Molotov a Berlim para negociar os termos para a União Soviética se juntar ao Eixo e, potencialmente, beneficiar dos despojos do pacto.[3]
    (…)

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  31. zeca marreca's avatar
    zeca marreca permalink
    11 Janeiro, 2013 11:50

    PiErre,

    Ainda bem que POSTERIORMENTE a esse pacto fascista ocorreu uma dita conferência de Munique em que os “Ocidentais” cederam a única demcoracia da região à Alemanha, nuns ditos acordos de Munique…

    valha-nos a providência e tacticismo das potências Ocidentais de com 18 milhões de vítimas travaram o Nazismo…

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  32. Miguel Lx's avatar
    Miguel Lx permalink
    11 Janeiro, 2013 12:10

    Zeca marreca,
    Todas as suas intervenções são uma maravilha, mas aqui entre nós, Munique foi em 1938 e o pacto entre nazis e comunas foi em 1939, uma semana antes da invasão da Polónia.
    De resto, continue a brindar-no com as suas pérolas, é sempre bom confirmar que há vida noutros planetas.
    Cumprimentos

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  33. zeca marreca's avatar
    zeca marreca permalink
    11 Janeiro, 2013 12:20

    “Todas as suas intervenções são uma maravilha, mas aqui entre nós, Munique foi em 1938 e o pacto entre nazis e comunas foi em 1939, uma semana antes da invasão da Polónia.”

    Estava a ser irónico, por isso sublinhei o POSTERIORMENTE… tal como nos 18 milhoes de vitimas no combte ao Nazismo… não foram os ingleses certamente…
    A IRONIA PRESSOPÕE A INTELIGÊNCIA DO INTERLUCUTOR, COISA QUE SUBSTIMEI…

    “De resto, continue a brindar-no com as suas pérolas, é sempre bom confirmar que há vida noutros planetas.”

    Faço minhas as suas palavras…

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  34. Miguel Lx's avatar
    Miguel Lx permalink
    11 Janeiro, 2013 12:25

    Ehehe, continua em grande, Caríssimo, muitos parabéns.
    Mais, por favor

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  35. zeca marreca's avatar
    zeca marreca permalink
    11 Janeiro, 2013 12:26

    Nem com o “caps lock” o meu amigo lá chegou… porra, deviamos mesmo ceder o ensino obrigatório à Tecnoforma, para ver se isto melhora!

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  36. Expatriado's avatar
    Expatriado permalink
    11 Janeiro, 2013 12:29

    PiErre.
    .
    Esse foi assim como que um “Tratado de Tordesilhas” mais moderno……
    .
    Os marcianos arrepiam-se quando se lhes afincam com factos historicos nas trombas. Nao gostam, levantam o pelo, baixam a cabeça e rosnam…..

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  37. Miguel Lx's avatar
    Miguel Lx permalink
    11 Janeiro, 2013 12:29

    Caríssimo, está mesmo imparável! Reitero os parabéns e curvo-me respeitosamente, ehehe

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  38. Duarte's avatar
    Duarte permalink
    11 Janeiro, 2013 12:42

    Respondo apenas à questão levantada pelo piErre, os outros “comentários” onde é referido o Duarte ou são despropositado ou insultuosos.

    A no tempo URSS não invadiu a Polónia se quiser ter a paciência de consultar aqui http://msuweb.montclair.edu/~furrg/research/mlg09/did_ussr_invade_poland.html

    Sem duvida , sabe-se hoje que o motivo desta falsificação teve a ver com:
    ” No doubt a big reason for this falsehood is this: Britain and France did sign a Nonaggression Pact with Hitler that “partitioned” another state — Czechoslovakia. That was the Munich Agreement of September 30, 1938. Poland too took part in the “partition” of Czechoslovakia too. Poland seized a part of the Cieszyn area of Czechoslovakia, even though it had only a minority Polish population. This invasion and occupation was not even agreed upon in the Munich Agreement. But neither France nor Britain did anything about it. Hitler seized the remaining part of Czechoslovakia in March 1939. This had not been foreseen in the Munich Agreement. But Britain, France, and Poland did nothing about it.”

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  39. Expatriado's avatar
    Expatriado permalink
    11 Janeiro, 2013 12:48

    ….Historia marciana…..

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  40. zeca marreca's avatar
    zeca marreca permalink
    11 Janeiro, 2013 12:57

    “….Historia marciana…..”
    Será, mas não para os Checos, que independentemente do resto (primavera de Praga e tal), não esqucem (pelo menos por agora), que foram vendidios ao nazismo em Munique, pelas suas congeneres democracias burguesas ocidentais…

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  41. Expatriado's avatar
    Expatriado permalink
    11 Janeiro, 2013 13:58

    Ainda gostava de ver um governo marciano em Portugal.
    .
    Era remedio santo…….

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  42. zeca marreca's avatar
    zeca marreca permalink
    11 Janeiro, 2013 14:01

    “Ainda gostava de ver um governo marciano em Portugal.”

    Vocemercê não tem visto as notícias nos últimos tempos..

    Governo Marciano… é falar com o Dr. Relvas…

    “Era remedio santo…….”
    Pois vai ser vai… de-lhe mais uns meses e depois falamos…

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  43. neotonto's avatar
    neotonto permalink
    11 Janeiro, 2013 14:46

    A IRONIA PRESSOPÕE A INTELIGÊNCIA DO INTERLUCUTOR, COISA QUE SUBSTIMEI…

    Depois de tanto ler posts do JM e o Miguel lx ainda nao domina a novedosa arte de perceber o modo ironico?
    Castigado a repeter por 50 vezes o paragrafo acima citado para nunca mais esquencer o pfimordial quando um entrs neste blog bovino…

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  44. neotonto's avatar
    neotonto permalink
    11 Janeiro, 2013 15:13

    De aparecer estas anecdotas da Historia Nazi porque melhor nao perguntar ao “fascista”Rui A.
    Talvez possa nestes temas assessorar..

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  45. Expatriado's avatar
    Expatriado permalink
    11 Janeiro, 2013 22:13

    Os amigos dos marcianos fazem o pagamento do “favor”…..
    .
    http://jornaldeangola.sapo.ao/19/46/privilegiados_contra_desesperados

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