até tu, pedro?
11 Janeiro, 2013
“Nesta mesma noite, antes que o galo cante, três vezes me negarás” (Mateus 26:34).
A primeira já está e com referências premonitórias à Bíblia. Faltam ainda duas para enfiar o relatório, de vez, na gaveta.
25 comentários
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Nem com Pedro ou Paulo o Passos tem vergonha, e desampara a loja!
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O Relatório do FMI tem medidas acertadas e absolutamente necessárias… à mistura com asneiras das grossas.
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As acertadas e necessárias, este Governo já não tem condições políticas para as tomar. Aposto que continuarão a armarem-se em parvos e que vão tentar aplicar as outras!
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É só um esforçozinho de compreensão: http://lishbuna.blogspot.pt/2013/01/blog-post_5281.html
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O relatório do FMI (e governo) elevado ao estatuto de Cristo na terra. A direita radical sob efeito do LSD.
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Ele nem sequer privatiza ou dá a RTP quanto mais aplicar um relatório daqueles.
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No espaço de dois dias, dois valentes favores a este governo : o relatório “do FMI” daquele modo tornado público para aquilatar as reacções da populaça (método gasto mas ainda usado…), e hoje a visita elogiosa ao governo, do presidente do Parlamento Europeu.
PPCoelho escusava invocar a Bíblia, porque o Diabo já tomou conta do país.
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o relatório é um nado-morto, até pelas desonestidade de algumas comparações ( a Suécia para as Pensões, dados do início da década de 2000, quando existem elementos mais recentes para comparações na Educação e ausência de mapas/gráficos quando as comparações não interessam …)
Como diz o padre Lima, hoje no jornal “i” – cito de cor :
Um Estado ou é Social ou não é Estado!
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Relatório? qual relatório?
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Eu demitia o Passos Coelho e punha o Moedas a primeiro ministro. Esse sim um verdadeiro apostolo.
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Duarte,
“pois” eu colocava Vitalino Canas como PRepública e José Lello como PM.
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Sopa de constituição
ingredientes:
os primeiros 10 artigos da constituição
Lt feijão encarnado
1 kg orelha e cabeça de porco
200 g entrecosto
250 g carne de vaca p/guisar
100 g toucinho entremeado
1 chouriço de carne
1 morcela
1 farinheira
1 couve lombarda
400 g batata(s)
2 cenoura(s)
2 cebola(s)
2 dente(s) de alho
q.b. sal
q.b. hortelã
q.b. coentros
preparação:
1. Prepare de véspera a orelha e cabeça de porco, raspando e limpando, e salgam-se juntamente com o entrecosto.
2. Coloque também o feijão de molho temperado com o primeiro artigo da constituição.
3. No dia seguinte lavam-se as carnes e os enchidos e põem-se a cozer em água e sal.
4. Separadamente, põe-se também o feijão a cozer em água.
5. À medida que forem cozendo, vai-se retirando as carnes sucessivamente, para não se espapaçarem uma vez que a carne de porco coze muito mais depressa que a de vaca, o mesmo acontecendo com a morcela em relação ao chouriço.
6. Logo que se retirarem todas as carnes, juntam-se cortadas em pedaços, a couve, as cenouras, a cebola, os alhos picados, e algum tempo depois as batatas também em pedaços com o segundo artigo da constituição.
7. Entretanto, escorre-se o feijão, do qual se retiram duas conchas que se passam no passe-vite.
8. Quando os legumes estiverem cozidos juntam-se-lhe os feijões inteiros e os passados. Deixa-se ferver tudo para apurar e rectifica-se de sal sem esquecer o terceiro artigo da constituição.
9. Cortam-se as carnes de porco e de vaca em bocados, os enchidos em rodelas e o toucinho em fatias.
10. Deitam-se as carnes na panela e, logo que levantar fervura, adicionam-se os enchidos e o toucinho, servindo-se imediamente com os restantes sete artigos da constituição.
nota: E para dar nome a esta rica sopa, põe-se em cada prato uma pedra redonda, tipo seixo rolado do rio, previamente bem lavada com os artigos da dita bem visíveis para matar a fome mais eficientemente.
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De Pedro a Judas era a distância de um lugar ao lado do JC…
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Não li a Bíblia, mas aprendi umas passagens com Tarantino em Pulp Fiction.
E do Relatório do FMI não há nenhum filme?
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E do Relatório do FMI não há nenhum filme?
O “Relatório do FMI” é, ele próprio, uma grande fita.
Lembram-se do “Relatório «da OCDE» sobre a Educação”?
É de outro realizador.
Mas o produtor é o mesmo.
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Este filme já aconteceu em outros lugares
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Carlos Moedas disse que foram ouvidas outras instituições, como a OCDE, para a elaboração do famoso “relatório do FMI”;
A OCDE nega qualquer pedido de contributo para a elaboração do famoso “relatório do FMI”;
Moedas, ao que se diz, trabalhou para o Goldman Sachs;
O Goldman Sachs cumpre as leis em vigor, ou seja as insuficientes que existem, mas, segundo todas as abordagens que conheço sobre o Banco (que governa o mundo), e ainda mais Marc Roche e o seu livro sobre o dito, esquece-se da ética e da moral;
O descrito no livro, comparado com a sua declaração de princípios é comparável àquilo que Passos Coelho anunciava quando se candidatou às eleições e aquilo que diz agora;
CONCLUSÃO: A confiança que podemos ter nuns e noutros é exatamente a mesma; ou seja NENHUMA.
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Como eu explanava antes das eleições que elegeram Passos Coelho a amigos do PSD, que, aliás, eles ouviam com atenção, apesar da discordância, a diferença principal entre Passos Coelho e Sócrates eram a marca dos fatos.
Hoje é o que constato. Uma vez que não se sabia nada da vida profissional de Passos Coelho, o que eu achava absurdo, até aquilo que eu previa sobre o assunto está a bater certo. Só que já nem os cidadãos nem a comunicação social querem saber disso. Qualquer coisa lhes serve. Temos o que merecemos.
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Em surdina, nos corredores da trilateral: “Uma coisa é certa, ou pagam a dívida até 2090 ou regressam a 1890”.
Já por essa altura Eça, ele que nos conhecia bem, escrevia sem rebuço:
Política de Interesse
Em Portugal não há ciência de governar nem há ciência de organizar oposição.
Falta igualmente a aptidão, e o engenho, e o bom senso, e a moralidade, nestes dois factos
que constituem o movimento político das nações.
A ciência de governar é neste país uma habilidade, uma rotina de acaso, diversamente
influenciada pela paixão, pela inveja, pela intriga, pela vaidade, pela frivolidade e pelo interesse.
A política é uma arma, em todos os pontos revolta pelas vontades contraditórias;
ali dominam as más paixões; ali luta-se pela avidez do ganho ou pelo gozo da vaidade;
ali há a postergação dos princípios e o desprezo dos sentimentos;
ali há a abdicação de tudo o que o homem tem na alma de nobre, de generoso, de grande,de racional e de justo;
em volta daquela arena enxameiam os aventureiros inteligentes, os grandes vaidosos,
os especuladores ásperos; há a tristeza e a miséria; dentro há a corrupção, o patrono, o privilégio.
A refrega é dura; combate-se, atraiçoa-se, brada-se, foge-se, destrói-se, corrompe-se.
Todos os desperdícios, todas as violências, todas as indignidades se entrechocam ali com dor e com raiva.
À escalada sobem todos os homens inteligentes, nervosos, ambiciosos
(…) todos querem penetrar na arena, ambiciosos dos espectáculos cortesãos,
ávidos de consideração e de dinheiro, insaciáveis dos gozos da vaidade
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Vejam se entendem de uma vez por todas o que é a trilateral. Se perceberem deixam de acreditar para sempre nos partidos que nos rodeiam e tentam enganar das mais diversas formas, todos os partidos, seja qual for a cor.
Aprendam com Noam Chomsky. “Work, Learning and Freedom” (in English). New Left Project. Retrieved 3 January 2013.” What happened in the 60s is that it was too democratic, there was a lot of popular activism, young people trying things out, experimentation – it’s called ‘the time of troubles’: that’s where you get civil rights, the women’s movement, environmental concerns, opposition to aggression. It’s a much more civilised country as a result but that caused a lot of concern because people were getting out of control. People are supposed to be passive and apathetic and doing what they’re told by the responsible people who are in control. That’s elite ideology across the political spectrum – from liberals to Leninists, it’s essentially the same ideology: people are too stupid and ignorant to do things by themselves so for their own benefit we have to control them. Let’s turn people back to passivity and obedience so they don’t put so many constraints on state power and so on”.
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javitudo: a riqueza da nossa idiossincracia é essa, passados 120 anos ,mudámos pouco.
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Chega, vamos descobrir as carecas:
11 JANEIRO 2013 não para ser Reformado
O Presidente da República é o nosso representante supremo, eleito pela maioria dos portugueses. Porém, o homem que nós temos na Presidência da República é um reformado, um reformado com múltiplas pensões de reforma.
Os portugueses elegeram este homem Presidente da República e cuidaram, para que ele os pudesse representar bem, de lhe pôr à disposição um vencimento generoso, um palácio para habitar, segurança pessoal, uma série de outras despesas pagas e muitas outras prerrogativas.
E não é que este homem decide renunciar ao vencimento generoso de Presidente da República que os portugueses lhe puseram à disposição para receber, em lugar disso, pensões de reforma, múltiplas pensões de reforma a que nenhum português que tenha trabalhado a vida inteira teria direito?
A primeira coisa a fazer na moralização do Estado é dizer ao Presidente da República: “Não há conversas, nem continhas de tostões para ver como é que ganha mais. O senhor recebe o vencimento de Presidente enquanto for Presidente da República. Nós elegemo-lo para ser Presidente da República, não para ser Reformado”. Pedro Arroja.
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Em cima, na comparação Passos Coelho/Sócrates, refiro-me à qualidade, à mentira, ao alheamento da sociedade e às suas construções mentais.
Politicamente, Passos Coelho tinha uma agenda escondida mais intensa, dita liberal, e fundamental de transferência da riqueza das classes médias e pobres para os mais poderosos. Mais intensa, quer dizer, o golpe definitivo, porque, no fundo Sócrates tornou o processo viável.
E este resultado ele vai atingi-lo 100%. Isto é, sem falhas.
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Vamos descobrir narcisos.
Vamos descobrir os amigos
http://www.dreuz.info/2012/04/richard-descoings-une-mort-gay/
Vamos descobrir notícias que em breve serão esquecidas pelos mídia.
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/politica/deputada-do-ps-alega-imunidade
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Os boys do sistema e a agitprop !
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é evidente que o governo no seu jeito chico-espertista-relvático procura apresentar base “teórica”, supostamente “científica”, para fazer o que sonha: PPP em tudo o que mexe, sobretudo no ensino obrigatório que tem clientela gratuíta para sempre, com rendas fantásticas pagas peloi Estado e com docentes precários abrangidos pelas novas leis dos despedimentos.
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(escusado de dizer que o grande inspirador deste governo no que toca ás ppp foi o “inginheiro” que agora diz ser estudante em CiencesPo e se lambuza nos 3 estrelas michelin parisienses – com que $$$? eis a questão não questão porque Portugal não éo Brasil onde os poderosos “foram dentro” – Portugal é o mísero reino da impunidade sempre igual a si próprio até ao estouro final — Mas isto não dá qq autoridade moral a este governo para despedir e conduzir as pessoas que já sofreram as agruras do “inginheiro”, à miséria – este governo não tem mandato para proceder a despedimentos na fp mas insiste em fazer que não percebe porque os milhões que os grupos amigos podem ganhar nas ppp que se seguiriam aos despedimentos na fp superam qq receio ou obstáculo).
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Dos grandes gestores tugas (depois a culpa da falência do lugar – junte-se o BPN mais o resto – é dos fp’s):
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“Empresas públicas com buraco financeiro de 3 mil milhões de euros” (Expresso economia pag 13)
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