Estarão a referir-se aos desgraçados a que Aleksandr Solzhenitsyn se referiu no seu livro o Arquipélago Gulag sobre o sistema de campos de trabalho forçado soviético? Curiosamente desde a dissolução da União Soviética e da formação da Federação Russa , o Arquipélago Gulag passou a estar incluído no programa de ensino médio na Rússia como leitura obrigatória em 2009. É pena não fazerem omesmo cá.
Acontece que na parvónia, uma zona virada a sul com epicentro em Lisboa, são os seguidores do leninismo e continuam a enaltecer o stalinismo que mais acusam quem procura “abrir” o sistema caduco e insustentável em que mergulhámos. Em todo o lado encontram repressão, atentados às liberdades. Estão desesperados. Era bom que percebessem que, apesar de quase toda a informação medíocre que ainda controlam, a maior parte das pessoas já começa a abrir os olhos.
Mas os nossos esclarecidos “progres” , tanto os profissionais de toda uma vida , como os do pcp, ou os mais “light”, tendência retro ( bloco e equiparados…) nunca tiveram uma conversazita com elementos da colónia imigrada ucraniana, ou moldava, sobre o “real McCoy?
Penso que a realidade, por muito cruel que seja, deve ser dada a conhecer a todo o povo .Existe muito medo que o povo defenestre os traidores que nos têm governado e continuam a mentir.
A forma como o relatório do FMI foi divulgado já tinha inaugurado as suspeitas, mas agora é oficial: o Governo quer sustentar o mais importante debate sobre o futuro próximo do país em contas de tecnocratas e nos silêncios dos bastidores. Ao limitar por interposta pessoa (Sofia Galvão, ex-dirigente do PSD) o trabalho dos jornalistas na conferência sobre a reforma do Estado que se iniciou nesta terça-feira, o Governo decretou que o silêncio e o anonimato se devem sobrepor à crítica e à liberdade de pensamento.
Ao exigir que a divulgação de opiniões dos participantes seja sujeita a autorização prévia transformou um exercício que reclama transparência e honestidade num conclave maçónico onde a reverência do salamaleque e a cobardia do segredo imperam. A discussão sobre o que deve ou tem de ser o Estado é uma discussão que interessa à comunidade nacional e nada do que for reflectido ou dito lhe deve ser cerceado ou censurado. Esta conferência é, por isso, um insulto.
Se o Governo quiser discutir a segurança nacional com especialistas num encontro secreto, que o faça: todos havemos de perceber que até em democracia há coisas que exigem recato. Se quiser ouvir um sinédrio de especialistas em finanças públicas ou de peritos em modelos de organização sobre o futuro do Estado, que o faça: um pouco mais de ponderação e de saber é algo que se pressente estar em falta. Se sobre a reforma ou refundação do Estado ou do Estado social decidir pedir pareceres a burocratas tão ignorantes da realidade do país que não sabem que a nossa dependência de cereais é tão antiga que até nos levou à conquista de Ceuta, que peça. Mas se todas estas estratégias são admissíveis, pensar que é desejável e possível organizar uma conferência sob o signo do murmúrio ou da verdade controlada não é só uma estupidez, é também como um abuso.
O que receará o Governo com este tapume? Que lhe digam o que não quer ouvir nem pode admitir aos credores internacionais? Mas então, se for esse o receio, talvez fosse melhor contratar papagaios para repetirem a mensagem pré-escrita. Terão os seus convidados medo de dizer o que pensam aos seus concidadãos? Mas, se for esse o caso, por que razão não se fecham nas suas convicções e se dispõem a entrar no jogo do Governo? Afinal, não pediu Carlos Moedas “uma ideia clara do que a sociedade civil pensa” sobre a reforma? Não quer a organizadora da conferência, Sofia Galvão, uma sociedade civil “crítica, exigente e madura”?
Das apologias aos actos houve aqui uma enorme distância, alguma hipocrisia e uma evidente ausência de espírito democrático. A intelectualidade portuguesa, seja a da academia, da administração, das fundações ou das empresas não se tem eximido às suas responsabilidades cívicas e tem dito o que lhe parece ser a verdade e o interesse nacional. O que leva o Governo a temer que os cidadãos saibam o que os presentes na conferência pensam ou dizem é o medo da sua própria insegurança e fragilidade. O que o Governo receia são análises profundas e realistas do que é o Estado e o país. O que o Governo teme é que alguém levante o dedo para dizer que a reforma do Estado tal como o Governo a concebe e deseja é um arquétipo ideológico que ameaça estilhaçar-se ao primeiro choque com a realidade. O que o Governo mostra com esta insegurança em relação ao debate livre e frontal é o pavor de que alguém lhe diga o que já muitos perceberam: que é mais fácil pedir ao FMI para escrever um paper técnico do que inventar uma receita política para uma reforma que se adivinha tão difícil como necessária.
…a comunicação social portuguesa….100% free army!!!! palhaços…é só judeus na comunicação social portuguesa!! a aliança Judaica-Saudita estende-se à comunicação social da Judearia de Portugal…regime português, 100% free army…
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> Portugal gasta menos que a média do países da UE na saúde em relação ao PIB
Tomando como bom esse facto, falta notar que o PIB/capita é notóriamente inferior à média. As questões básicas de sobrevivência, ensino e defesa não são mais baratas em termos absolutos, portanto sobram menos pontos percentuais de PIB/capita para gastar no que falta.
A bem da dignidade da pessoa humana, eu pessoalmente espero que ninguém invoque as regras da Chantam House para o que se passou com os jornalistas nesse extraordinário evento em que se está a escutar a sociedade civil. A desculpa não seria patética, seria insultuosa. (in União de facto)
O grande problema é ficarmos a saber que as posições públicas não coincidem com as privadas. Logo, para resolver as reticências pessoais e os conflitos partidários o melhor seria incentivar a disseminação de tertúlias pelo País. Depois, mais tarde, organizava-se um Festival ou uma quermesse (conforme as opções políticas).
Euro 2cent
Está muito mal informado.
Despesas com saúde diminuem na UE
16-11-12
As despesas com saúde diminuíram em toda a União Europeia em 2010, pela primeira vez em décadas, com os governos a travarem os gastos para ajudar a reduzir os défices orçamentais, segundo um relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico OCDE divulgado hoje.
A OCDE, adverte que a redução ou abrandamento da despesa em quase todos os países da União Europeia poderá ter um impacto a longo prazo nos cuidados de saúde.
“É importante assegurar um acompanhamento contínuo dos dados e dos indicadores no domínio da saúde e dos sistemas de saúde, a fim de obter indícios do impacto potencial da alteração das circunstâncias económicas e das políticas de saúde ao nível do acesso aos cuidados, da sua qualidade e dos seus resultados”, refere o relatório.
A redução da despesa pública nesta área foi conseguida através de medidas que incluíram a redução de salários, o aumento dos pagamentos directos por parte dos utentes e a imposição de restrições orçamentais nos hospitais.
A percentagem do PIB dedicada à saúde estabilizou ou desceu em 2010, com os estados-membros a afectarem em média nove por cento do respectivo PIB.
Portugal situa-se ligeiramente acima desta média, com 10,7 por cento, surgindo em sexto na lista dos países em que o peso das despesas com a saúde no PIB foi mais elevado.
“Todos os cidadãos têm o direito de ser esclarecidos objectivamente sobre actos do Estado e demais entidades públicas e de ser informados pelo Governo e outras autoridades acerca da gestão dos assuntos públicos.” – Lê-se no art.48º da Constituição.
Se a gestão é da coisa publica, que se publique a coisa.
Depois conversamos.
Eu que não me considero uma pessoa de esquerda, considero uma enorme “falta de educação” debater o Estado Social com a aplicação da “chatham house rule”, ou seja, sem permitir a identificação de quem defende o quê, impedindo os jornalistas de fazer o seu trabalho como deve ser.
Sendo uma pessoa de direita, considero até a aplicação da “regra” como um princípio fascista, no verdadeiro significado etimológico do termo e não no sentido pejorativo que ao longo do tempo foi adquirindo entre nós.
Carlos: Existe uma realidade que ninguém assume: com as funções de estado actuais não somos viáveis como estado ,ponto. Somos um protectorado e teremos de abdicar de funções do estado para que a receita ,com a economia que temos,sustente a despesa.O debate vai ter de fazer-se sobre o que o estado pode fazer ,porque o emprobecimento que se enxerga ,em breve, transforma-nos num estado corrupto e indigente,e caminharemos para província do Brasil ou de Angola,estados emergentes e com futuro.Estamos neste ponto e os políticos escondem a nossa triste sina.
Encerra hoje, em Lisboa, uma conferência sobre a reforma do Estado. Já se sabe o que em português corrente isso significa: trata-se de perguntar onde é que o nosso débil “Estado social” pode ser (ainda mais) sangrado para se atingir o desiderato de reduzir quatro mil milhões de euros na despesa.
A hostilidade deste Governo contra as políticas públicas de proteção social assenta em duas premissas ideológicas, totalmente erradas.
A primeira consiste em acreditar que o Estado social nasceu de uma posição política de esquerda. A segunda assenta na ideia de que só em períodos de crescimento se poderá consentir no “luxo” de políticas sociais.
A história – essa dimensão do conhecimento esquecida por quem hoje manda na Europa – ensina-nos o contrário.
O Estado social moderno nasceu com o chanceler Bismarck, numa Alemanha recentemente unificada. Bismarck era profundamente hostil a tudo o que cheirasse a “socialismo”, mas integrou a classe operária alemã no contrato social através da Lei dos Seguros de Saúde (1883), da Lei do Seguro de Acidentes de Trabalho (1884), da Lei do Seguro de Velhice e Invalidez (1889).
A segunda premissa também está errada. O impulso para o Estado social foi dado no meio das ruínas da Grande Depressão dos anos 30, com altos níveis de desemprego e a queda brutal do PIB. Foi em 1933 que Salazar lançou o Estatuto do Trabalho Nacional. Foi em 1935 que Roosevelt fez aprovar o Social Security Act. Foi em 1936 que, na França governada por Léon Blum, os trabalhadores tiveram férias pagas e na Suécia se efetuou o grande acordo entre patronato e sindicatos que ainda hoje explica como esse país se tornou um farol de civilização. Mas numa conferência inaugurada por Carlos Moedas seria demasiado pedir que os factos contassem para alguma coisa.
.
Não me parece sequer que haja alguma “Chatham House rule“ que no caso vertente não é uma o que se diz ser, uma consulta à sociedade civil. Quanto muito uma conversa entre um grupo de amigos convidados que são apenas uma minuscula prate da Sociedade Civil, se nalguns casos até sejam o que se possa ser considerado Sociedade Civil.
.
Nessa linha de ‘Consulta á Sociedade Civil” qualquer outro Partido, Associação, Sindicato, Autarquia também pode dar uma marretada comunicacional com outra ‘Consulta à Sociedade Civil’ convidando amigos, conhecidos e escolhidos do pessoal do cartão e adjacentes.
.
Na sequência lá virão no caso em apreço os ‘sacerdotes’ abençoarem com a treta que foi outro ‘erro de comunicação do Governo’, tem que se desculpar. Sequer é. É dum amadorismo fanático misturado com arrogância vaidosa que ‘brada aos Céus. Foi mal amanhado.
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Nem tem discussão que se deseja acima da média, como omega de qualquer Governança mediana para não elevar para Estadismo.
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Por muito que possa custar a alguns, esta minha posição sequer é uma posição contra o Governo porque nem precisa de ser perante o caso vertente.
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Seria engraçado por exemplo, a Comunicação Social perante as restrições de que foi objecto, também ‘fazer greve’ às noticias deste Encontro duma pequena parte daSociedade Civil tal qual este mesmo Encontro “fez greve” á Comunicação Social, definindo ela propria as regras de jogo. Mas vá lá sejam uns gajos porreiros e passem uns bonecos e umas psyops duma parte da Sociedade Civil que se apresenta como a Sociedade Civil. O que nem era necessário ……
.
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JSF exatamente isso, pode-se ir mesmo a seculos anteriores com Hospitais etc. É a construção da Civilização Europeia, os Direitos Civilizacionais irreversiveis que ao longo de muitos foram sendo construidos por vários regimes, Sistemas e Partidos Politicos de Direita, Centro e Esquerda etc etc e tal
.
O erro monumental foi uma certa elite oportunista chegada à ultima hora apropriar-se do que são DIREITOS CIVILIZACIONAIS IRREVERSIVEIS pavoneando-se passando-lhe a chamar obra exclusivamente sua rotulando-a de ESTADO SOCIAL, é a responsavel pelo CONFLITO ATUAL.
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O direito da pernada não derivou do empernanço por baixo da mesa dum gajo ou duma gaja para o engate direito adquirido desde a pré-história e hoje transversal a todas as classes sociais ? :::))))
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Não se zangue, ria-se.
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Judeus….Sauditas….Turcos…Portugal Judaico… a destruírem a Cristandade Assyria…
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Estarão a referir-se aos desgraçados a que Aleksandr Solzhenitsyn se referiu no seu livro o Arquipélago Gulag sobre o sistema de campos de trabalho forçado soviético? Curiosamente desde a dissolução da União Soviética e da formação da Federação Russa , o Arquipélago Gulag passou a estar incluído no programa de ensino médio na Rússia como leitura obrigatória em 2009. É pena não fazerem omesmo cá.
Acontece que na parvónia, uma zona virada a sul com epicentro em Lisboa, são os seguidores do leninismo e continuam a enaltecer o stalinismo que mais acusam quem procura “abrir” o sistema caduco e insustentável em que mergulhámos. Em todo o lado encontram repressão, atentados às liberdades. Estão desesperados. Era bom que percebessem que, apesar de quase toda a informação medíocre que ainda controlam, a maior parte das pessoas já começa a abrir os olhos.
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Mas os nossos esclarecidos “progres” , tanto os profissionais de toda uma vida , como os do pcp, ou os mais “light”, tendência retro ( bloco e equiparados…) nunca tiveram uma conversazita com elementos da colónia imigrada ucraniana, ou moldava, sobre o “real McCoy?
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Penso que a realidade, por muito cruel que seja, deve ser dada a conhecer a todo o povo .Existe muito medo que o povo defenestre os traidores que nos têm governado e continuam a mentir.
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A forma como o relatório do FMI foi divulgado já tinha inaugurado as suspeitas, mas agora é oficial: o Governo quer sustentar o mais importante debate sobre o futuro próximo do país em contas de tecnocratas e nos silêncios dos bastidores. Ao limitar por interposta pessoa (Sofia Galvão, ex-dirigente do PSD) o trabalho dos jornalistas na conferência sobre a reforma do Estado que se iniciou nesta terça-feira, o Governo decretou que o silêncio e o anonimato se devem sobrepor à crítica e à liberdade de pensamento.
Ao exigir que a divulgação de opiniões dos participantes seja sujeita a autorização prévia transformou um exercício que reclama transparência e honestidade num conclave maçónico onde a reverência do salamaleque e a cobardia do segredo imperam. A discussão sobre o que deve ou tem de ser o Estado é uma discussão que interessa à comunidade nacional e nada do que for reflectido ou dito lhe deve ser cerceado ou censurado. Esta conferência é, por isso, um insulto.
Se o Governo quiser discutir a segurança nacional com especialistas num encontro secreto, que o faça: todos havemos de perceber que até em democracia há coisas que exigem recato. Se quiser ouvir um sinédrio de especialistas em finanças públicas ou de peritos em modelos de organização sobre o futuro do Estado, que o faça: um pouco mais de ponderação e de saber é algo que se pressente estar em falta. Se sobre a reforma ou refundação do Estado ou do Estado social decidir pedir pareceres a burocratas tão ignorantes da realidade do país que não sabem que a nossa dependência de cereais é tão antiga que até nos levou à conquista de Ceuta, que peça. Mas se todas estas estratégias são admissíveis, pensar que é desejável e possível organizar uma conferência sob o signo do murmúrio ou da verdade controlada não é só uma estupidez, é também como um abuso.
O que receará o Governo com este tapume? Que lhe digam o que não quer ouvir nem pode admitir aos credores internacionais? Mas então, se for esse o receio, talvez fosse melhor contratar papagaios para repetirem a mensagem pré-escrita. Terão os seus convidados medo de dizer o que pensam aos seus concidadãos? Mas, se for esse o caso, por que razão não se fecham nas suas convicções e se dispõem a entrar no jogo do Governo? Afinal, não pediu Carlos Moedas “uma ideia clara do que a sociedade civil pensa” sobre a reforma? Não quer a organizadora da conferência, Sofia Galvão, uma sociedade civil “crítica, exigente e madura”?
Das apologias aos actos houve aqui uma enorme distância, alguma hipocrisia e uma evidente ausência de espírito democrático. A intelectualidade portuguesa, seja a da academia, da administração, das fundações ou das empresas não se tem eximido às suas responsabilidades cívicas e tem dito o que lhe parece ser a verdade e o interesse nacional. O que leva o Governo a temer que os cidadãos saibam o que os presentes na conferência pensam ou dizem é o medo da sua própria insegurança e fragilidade. O que o Governo receia são análises profundas e realistas do que é o Estado e o país. O que o Governo teme é que alguém levante o dedo para dizer que a reforma do Estado tal como o Governo a concebe e deseja é um arquétipo ideológico que ameaça estilhaçar-se ao primeiro choque com a realidade. O que o Governo mostra com esta insegurança em relação ao debate livre e frontal é o pavor de que alguém lhe diga o que já muitos perceberam: que é mais fácil pedir ao FMI para escrever um paper técnico do que inventar uma receita política para uma reforma que se adivinha tão difícil como necessária.
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Jovitudo:
Só quero lembrar que Portugal gasta menos que a média do países da UE na saúde em relação ao PIB
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…a comunicação social portuguesa….100% free army!!!! palhaços…é só judeus na comunicação social portuguesa!! a aliança Judaica-Saudita estende-se à comunicação social da Judearia de Portugal…regime português, 100% free army…
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> Portugal gasta menos que a média do países da UE na saúde em relação ao PIB
Tomando como bom esse facto, falta notar que o PIB/capita é notóriamente inferior à média. As questões básicas de sobrevivência, ensino e defesa não são mais baratas em termos absolutos, portanto sobram menos pontos percentuais de PIB/capita para gastar no que falta.
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A bem da dignidade da pessoa humana, eu pessoalmente espero que ninguém invoque as regras da Chantam House para o que se passou com os jornalistas nesse extraordinário evento em que se está a escutar a sociedade civil. A desculpa não seria patética, seria insultuosa. (in União de facto)
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não foi a partir duma varanda do Palácio Foz – onde está a decorrer um evento maçónico/clandestino – que um tal de Vasconcelos ficou na história?
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O grande problema é ficarmos a saber que as posições públicas não coincidem com as privadas. Logo, para resolver as reticências pessoais e os conflitos partidários o melhor seria incentivar a disseminação de tertúlias pelo País. Depois, mais tarde, organizava-se um Festival ou uma quermesse (conforme as opções políticas).
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A realidade é esta : estamos falidos e caminhamos a passos largos para a indigência” albaneza”.É a vida ….
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Euro 2cent
Está muito mal informado.
Despesas com saúde diminuem na UE
16-11-12
As despesas com saúde diminuíram em toda a União Europeia em 2010, pela primeira vez em décadas, com os governos a travarem os gastos para ajudar a reduzir os défices orçamentais, segundo um relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico OCDE divulgado hoje.
A OCDE, adverte que a redução ou abrandamento da despesa em quase todos os países da União Europeia poderá ter um impacto a longo prazo nos cuidados de saúde.
“É importante assegurar um acompanhamento contínuo dos dados e dos indicadores no domínio da saúde e dos sistemas de saúde, a fim de obter indícios do impacto potencial da alteração das circunstâncias económicas e das políticas de saúde ao nível do acesso aos cuidados, da sua qualidade e dos seus resultados”, refere o relatório.
A redução da despesa pública nesta área foi conseguida através de medidas que incluíram a redução de salários, o aumento dos pagamentos directos por parte dos utentes e a imposição de restrições orçamentais nos hospitais.
A percentagem do PIB dedicada à saúde estabilizou ou desceu em 2010, com os estados-membros a afectarem em média nove por cento do respectivo PIB.
Portugal situa-se ligeiramente acima desta média, com 10,7 por cento, surgindo em sexto na lista dos países em que o peso das despesas com a saúde no PIB foi mais elevado.
http://www.indexmundi.com/map/?t=0&v=2225&r=eu&l=pt
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judeus…sauditas… aliança Judaica-Sauditas…
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Sim: http://lishbuna.blogspot.pt/2013/01/jornalismo-e-publicar-aquilo-que-alguem.html
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Será que estão de avental?
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A transparencia e’ uma caracteristica dos marcianos…….
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“Todos os cidadãos têm o direito de ser esclarecidos objectivamente sobre actos do Estado e demais entidades públicas e de ser informados pelo Governo e outras autoridades acerca da gestão dos assuntos públicos.” – Lê-se no art.48º da Constituição.
Se a gestão é da coisa publica, que se publique a coisa.
Depois conversamos.
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Eu que não me considero uma pessoa de esquerda, considero uma enorme “falta de educação” debater o Estado Social com a aplicação da “chatham house rule”, ou seja, sem permitir a identificação de quem defende o quê, impedindo os jornalistas de fazer o seu trabalho como deve ser.
Sendo uma pessoa de direita, considero até a aplicação da “regra” como um princípio fascista, no verdadeiro significado etimológico do termo e não no sentido pejorativo que ao longo do tempo foi adquirindo entre nós.
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Carlos: Existe uma realidade que ninguém assume: com as funções de estado actuais não somos viáveis como estado ,ponto. Somos um protectorado e teremos de abdicar de funções do estado para que a receita ,com a economia que temos,sustente a despesa.O debate vai ter de fazer-se sobre o que o estado pode fazer ,porque o emprobecimento que se enxerga ,em breve, transforma-nos num estado corrupto e indigente,e caminharemos para província do Brasil ou de Angola,estados emergentes e com futuro.Estamos neste ponto e os políticos escondem a nossa triste sina.
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O Estado social
por VIRIATO SORMENHO-MARQUESHoje5 comentários
Encerra hoje, em Lisboa, uma conferência sobre a reforma do Estado. Já se sabe o que em português corrente isso significa: trata-se de perguntar onde é que o nosso débil “Estado social” pode ser (ainda mais) sangrado para se atingir o desiderato de reduzir quatro mil milhões de euros na despesa.
A hostilidade deste Governo contra as políticas públicas de proteção social assenta em duas premissas ideológicas, totalmente erradas.
A primeira consiste em acreditar que o Estado social nasceu de uma posição política de esquerda. A segunda assenta na ideia de que só em períodos de crescimento se poderá consentir no “luxo” de políticas sociais.
A história – essa dimensão do conhecimento esquecida por quem hoje manda na Europa – ensina-nos o contrário.
O Estado social moderno nasceu com o chanceler Bismarck, numa Alemanha recentemente unificada. Bismarck era profundamente hostil a tudo o que cheirasse a “socialismo”, mas integrou a classe operária alemã no contrato social através da Lei dos Seguros de Saúde (1883), da Lei do Seguro de Acidentes de Trabalho (1884), da Lei do Seguro de Velhice e Invalidez (1889).
A segunda premissa também está errada. O impulso para o Estado social foi dado no meio das ruínas da Grande Depressão dos anos 30, com altos níveis de desemprego e a queda brutal do PIB. Foi em 1933 que Salazar lançou o Estatuto do Trabalho Nacional. Foi em 1935 que Roosevelt fez aprovar o Social Security Act. Foi em 1936 que, na França governada por Léon Blum, os trabalhadores tiveram férias pagas e na Suécia se efetuou o grande acordo entre patronato e sindicatos que ainda hoje explica como esse país se tornou um farol de civilização. Mas numa conferência inaugurada por Carlos Moedas seria demasiado pedir que os factos contassem para alguma coisa.
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Quero lá saber da chatham houve rule.
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Não me parece sequer que haja alguma “Chatham House rule“ que no caso vertente não é uma o que se diz ser, uma consulta à sociedade civil. Quanto muito uma conversa entre um grupo de amigos convidados que são apenas uma minuscula prate da Sociedade Civil, se nalguns casos até sejam o que se possa ser considerado Sociedade Civil.
.
Nessa linha de ‘Consulta á Sociedade Civil” qualquer outro Partido, Associação, Sindicato, Autarquia também pode dar uma marretada comunicacional com outra ‘Consulta à Sociedade Civil’ convidando amigos, conhecidos e escolhidos do pessoal do cartão e adjacentes.
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Na sequência lá virão no caso em apreço os ‘sacerdotes’ abençoarem com a treta que foi outro ‘erro de comunicação do Governo’, tem que se desculpar. Sequer é. É dum amadorismo fanático misturado com arrogância vaidosa que ‘brada aos Céus. Foi mal amanhado.
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Nem tem discussão que se deseja acima da média, como omega de qualquer Governança mediana para não elevar para Estadismo.
.
Por muito que possa custar a alguns, esta minha posição sequer é uma posição contra o Governo porque nem precisa de ser perante o caso vertente.
.
Seria engraçado por exemplo, a Comunicação Social perante as restrições de que foi objecto, também ‘fazer greve’ às noticias deste Encontro duma pequena parte daSociedade Civil tal qual este mesmo Encontro “fez greve” á Comunicação Social, definindo ela propria as regras de jogo. Mas vá lá sejam uns gajos porreiros e passem uns bonecos e umas psyops duma parte da Sociedade Civil que se apresenta como a Sociedade Civil. O que nem era necessário ……
.
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.
JSF exatamente isso, pode-se ir mesmo a seculos anteriores com Hospitais etc. É a construção da Civilização Europeia, os Direitos Civilizacionais irreversiveis que ao longo de muitos foram sendo construidos por vários regimes, Sistemas e Partidos Politicos de Direita, Centro e Esquerda etc etc e tal
.
O erro monumental foi uma certa elite oportunista chegada à ultima hora apropriar-se do que são DIREITOS CIVILIZACIONAIS IRREVERSIVEIS pavoneando-se passando-lhe a chamar obra exclusivamente sua rotulando-a de ESTADO SOCIAL, é a responsavel pelo CONFLITO ATUAL.
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Chatham House
“Our Patron is Her Majesty The Queen.”
Eu até sou republicano . Portugal já nao sei bem
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O direito de “pernada”, se hoje existisse, também poderia ser considerado um direito adquirido?
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O direito da pernada não derivou do empernanço por baixo da mesa dum gajo ou duma gaja para o engate direito adquirido desde a pré-história e hoje transversal a todas as classes sociais ? :::))))
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Não se zangue, ria-se.
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