Cumpriu-se o défice?
Ora bem, se aos valores aqui apresentados para o sector Público Administrativo retirarmos:
- A “receita contingente” de 800 milhões relativa à concessão da ANA, que ainda terá de ser validada pelo Eurostat;
- Receitas de 2,9 bi cobradas em 2012 mas que já haviam sido registadas em 2011 e respeitantes, na sua quase totalidade, à transferência dos fundos de pensões da banca;
- O pagamento de dívidas do SNS no valor de 1,5 bi contraídas em anos anteriores;
Chega-se a um défice a rondar os 8,8 bi, cerca de 5,3% do PIB. Faltam porém outros ajustamentos em várias rubricas para se apurar o valor em Contabilidade Nacional, o relevante para aferição do cumprimento do défice. Tudo dependerá do netting daqueles ajustamentos, uns positivos, outros negativos. Por exemplo, nos juros, é muito provável que o valor a considerar baixe cerca de 500 milhões, decorrente da sua mensualização e da consolidação entre as Administrações Públicas. Basta que o ajustamento global líquido seja positivo por aquele montante, para que se atinja o objectivo dos 5%. O que pode ser facilitado, se o Gaspar errar outra previsão e o PIB descer menos de 3%.
Independentemente de tal se verificar, a descida real do défice será sempre superior a 4 bi (estou a considerar em 2011 um défice de 13,5 bi, sem a “maquilhagem” dos fundos de pensões da Banca), não obstante a quebra em mais de 3 bi nas receitas fiscais e contribuições sociais. Ou seja, uma redução da despesa da ordem dos 8 bi ou superior, o que faz de 2012 um ano histórico, porventura irrepetível em termos de consolidação orçamental.
Só lamento que Vítor Gaspar, o tipo que não acerta uma previsão, tenha chegado às Finanças com mais de uma década de atraso.

Este é dos tais posts, mesmo que estivesse escrito em chinês, não percebia puto.
Mas aprecio o bom gosto de estar escrito em azul.
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Diga lá você, LR que conhecimentos tem de economia e de politica internacional para opinar contra Vitor Gaspar.
Você fala mas nada percebe de economia internacional, dos seus mecanismos, das envolv~encias politico-estratégica e geo-politica.
É fácil mandar bocas.
Você e outros que tais são sempre os “opinadores” de serviço, muitos deles a viver do Estado. Ou não é?
É precsio ser parvo – no sentimo etimológico pois significa “pequeno” , para se pensar que Portugal – que em 1974 ainda tinha gente a viver no 1º andar e as cabras e vacas no r/c para o estrume aquecerem os donos – agora resolvia tudo quando a Alemanha, os EUA, a Itália, a Espanha, a França estão com deficites enormes!
Vá aprender um pouco e depois fale.
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Tem muitos “ses”, mas os tempos do irresponsável estudante de filosofia estão longe.Existem coisas que o ministro não controlava, como os buracos escondidos ,tipo Madeira.Considerando como bom que já sabemos o chão que pisamos ,agora está na altura de pôr o país a crescer e continuar a cortar no desperdício,começando pelo governo,ou seja,viaturas do estado e vencimentos dos “especialistas” e de seguida continuar no desperdíco,antes de castigar pessoas e empresas.Com crescimento negativo temos de ter um corte na dívida de 40% e não preciso das recomendações dos economistas comunistas.
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Não é preciso saber chinês para perceber o post. Basta saber física quântica teórica e prática, entendida à luz do Alcorão.
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Está a custar engolir! É maior que um elefante! Imagine-se que o governo conseguiu voltar aos mercados antes do previsto! E parece que também conseguiu atingir a meta dos 5% de deficit em 2012! Contra todas as previsões, contra todos os políticos de esquerda, contra todos os comentadores e economistas! E parece que o governo não pediu mais tempo para atingir as metas previstas em termos de equilíbrio das contas públicas, apenas pediu um reescalonamento da dívida a pagar em anos futuros, equilibrando as quantias a pagar em 2014 e seguintes, o que faz todo o sentido. Lembro-me que as dívidas contraídas com as PPP começam a doer no ano que vem. E essas dívidas foram contraídas principalmente por Sócrates. Mas disso não é bom falar. Teremos que pagar mais por isso? Talvez não, dependendo da capacidade de negociação do Gaspar. Uma boa notícia para o governo, uma péssima notícia para a propaganda da esquerda, PS incluído. O sapo continuará com as perninhas de fora por mais algum tempo.
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Isto são projecções teóricas de economistas teóricos…
Ainda por cima, números que representam a execução de políticas miseráveis – conluiadas com os grandes lóbis da banca… – cujos desígnios tem sido empobrecer cada vez mais as pessoas para as transformar em escravos que trabalharão por um prato de sopa diário…
O que interessa realmente é saber se a condição de vida dos miseráveis – em que este governo está a transformar os Portugueses – melhorou ou vai melhorar…
A taxa de desemprego desceu? Os jovens e menos jovens têm agora mais oportunidades de trabalhar e de se realizar? O Estado – finalmente ! – avançou com o corte de “gorduras” ? O Estado reduziu para metade os deputados parasitas, e obriga-os agora a trabalhar tantos anos quanto os funcionários públicos para obter a reforma ?
O Estado vendeu ou vai vender os carros de topo de gama que tem adquirido ao longo dos anos para os “senhores importantes” ?
O Estado reduziu drasticamente os administradores da REFER que dá prejuízos sistemáticos de milhões, enquanto as linhas de comunicação – que deviam servir as populações – vão desaparecendo… mas os tais gestores arrecadam cada vez mais, prémio do seu “excelente” trabalho….?
Etc., etc. …
Quando essas e tantas outras despesas supérfluas e iníquas, verdadeiro atentado ao Povo, forem suprimidas, darei os parabéns a este ou a qualquer governo !
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Entretanto as políticas de desenvolvimento da economia fomentadas por este governo vão de vento em popa. Depois do spread it , um novo produto – branco à volta com a gema no centro.
Podemos estar descansados que assim pagaremos a divida .
http://www.youtube.com/watch?v=MSjqDhHBZnY&sns=em
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Somar 800 milhões com bi (biliões?) ?? O rigor, os números, e a língua portuguesa que se fodam todos.
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” o que faz de 2012 um ano histórico, porventura irrepetível em termos de consolidação orçamental.”
Claro que faz. O pagode não aguenta que a receita em impostos (directos e indirectos) desça, apesar de os impostos terem aumentado todos. Também não aguenta que a descida da despesa saia do seu salário! E uma dívida de 125% do PIB, também não sei se aguenta pagar… Por isso é irrepetivel, é!
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Ora aqui está como os empréstimos ajudam a cumprir o défice!
“Sócrates justifica luxos com empréstimo. A viver em Paris desde 2011, quando deixou o cargo de primeiro-ministro, José Sócrates mantém um estilo de vida luxuoso, com gastos que chegam aos 15 mil euros por mês”. JN
Ele só regressa quando voltar a fazer novo empréstimo, a vida por cá está cada vez mais cara.
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Ali a cima voltou o CAA. O homem que meteu o liberalismo na gaveta e o substituiu pelo Relvismo de elevada moral e competência. E esse não reconhece nada?
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qualquer análise que considere salários e pensões como gorduras de Estado é um embuste.
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Portela,
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Quem só aceita cortar tostões não pretende de facto reduzir a despesa. É apologista do aumento de impostos.
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quem não tem coragem para anular contratos leoninos – como anulou os de salários e pensões – é apologista do aumento de impostos.
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… e qualquer deficit que inclua receitas extraordinárias (ainda não aceites pela UE) é um engano.
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E uma parte disto nao é do pobre contribuinte?
Ou queremos continuar a aumentar impostos?
Ou queremos acabar com o SNS ?
Mais-valias
Bancos ganham 15 mil milhões com dívida pública em 2012
Marta Marques Silva
18/01/13 00:06
Mais-valias potenciais terão impacto nos capitais próprios dos bancos portugueses. Venda de títulos gera lucros e suporta imparidades.
A carteira de dívida pública portuguesa dos bancos nacionais, a mais de um ano, valorizou cerca de 60% em 2012. O que significa que, segundo contas realizadas pelo Diário Económico, os bancos fecham 2012 com mais-valias potenciais em torno dos 15 mil milhões de euros. Os ganhos são apenas potenciais uma vez que serão contabilizados como lucro somente em caso de venda dos títulos ou no caso de se encontrarem alocados à carteira de ‘trading’ dos bancos. No entanto a larga maioria destes títulos encontram-se na carteira de “activos disponíveis para venda”, o que significa que o impacto da sua valorização será principalmente sentido nos capitais próprios das instituições.
“Sim. Sem dúvida que os bancos terão uma grande valorização nos capitais próprios nas contas de 2012. Mas acredito também que, tal como já aconteceu nas contas do terceiro trimestre, muitas instituições optem por um mix. Ou seja, por venderem parte da carteira realizando assim lucros ou de forma a suportarem imparidades de crédito, e utilizando outra parte para reforçarem capitais próprios”, avança um especialista do sector ouvido pelo Diário Económico.
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Portela,
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Não quer fundamentar com números? Quanto se poderia cortar e onde?
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“Portela,
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Não quer fundamentar com números? Quanto se poderia cortar e onde?”
Geralmente, a seguir a esta pergunta, faz-se silêncio. Ou então mandam-se uns bitaites sobre a frota automóvel do Governo.
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Ou seja se retiramos os 1,5 mil milhões de despesas extraordinárias para o SNS, os 2,78 do fundo de pensões e os 800 milhões da ANA temos um défice real de 11,06 mil milhões de euros, ou seja 6,6% do PIB, 17% da receita total.
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Ou seja..
retirar-mos tudo o que o PS assinou no acordo com a TROIKA…..
ou seja…
as medidas tinham que ser outras menos as que estavam no acordo…
ou seja…
quais? não importa nada para a conversa agora…
ou seja…
era muito melhor estarmos a falhar…
ou seja..
badamerda pá
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Guillaume Tell,
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Convinha que você lesse a posta com atenção e revisse algumas noções básicas de álgebra.
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LR: veja lá se chega
lapizarro: todos temos direito a dizer disparates
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Finanças calculam custo das PPP em 26 mil milhões
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O relatório que a troika exigiu sobre as Parcerias Público-Privadas diz que a maior parte dos encargos a pagar até 2051 diz respeito às obras rodoviárias. A factura para o país ronda os 15% do PIB, vai disparar em 2013 e ainda pode aumentar muito mais, uma vez que o Estado assumiu nos contratos muitos dos riscos do negócio.
ARTIGO | 22 OUTUBRO, 2011 – 11:35
26 mil milhões é quanto o Estado prevê pagar pelas PPP até 2051. Mas a factura ainda deverá aumentar muito para além disto. Foto mariag/Flickr
Dos 26 mil milhões calculados pela Direcção Geral do Tesouro e Finanças, os encargos com as obras rodoviárias – auto-estradas e SCUTs – somam mais de 21,5 mil milhões. Há que juntar ainda 3,1 mil milhões em PPP no sector da Saúde e 364 no sector da Segurança, indica o semanário Expresso.
No próximo ano, o país terá de pagar 1036 milhões de euros de encargos com estes negócios em que intervêm os maiores bancos nacionais e que permitiram ao último governo de Cavaco Silva e a todos os que lhe sucederam adiar o pagamento dos custos das obras, oferecendo em troca uma renda aos privados.
Como foi várias vezes denunciado pelo Tribunal de Contas, os contratos das PPP são desfavoráveis para o interesse público, em grande medida por transferirem para o Estado o risco natural dos negócios do privado. Ou seja, se o negócio corre bem, a empresa fica com os lucros, mas se correr mal o país paga a factura do prejuízo. É o caso das subconcessões da Estradas de Portugal, em que o risco de procura é assumido sobretudo pelo Estado, que terá de pagar aos privados no caso provável da diminuição de tráfego em relação às previsões. E segundo o relatório que analisou 36 contratos de PPP, essas previsões são demasiado optimistas, no que respeita ao sector dos transportes.
Se nada for feito para renegociar estas parcerias, a despesa do Estado com as PPP vai disparar a partir de 2013 e atingir o pico em 2015, altura em que deverão sair dos cofres públicos 1545 milhões de euros, mais de 1% do PIB.
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” Não quer fundamentar com números? Quanto se poderia cortar e onde?”
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Quantos políticos há? É aí que se deve cortar. Com a guilhotina.
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Portela,
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O que propõe então? Não pagar nada das PPP?
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LR,
Nao pagar nada è uma boa opçao mas tambem poderia ser “Refundaçao” dos contratos, socializar lucros, privitizar prejuizos, enfim, ha por onde escolher. Perguntaram a alguem antes de rasgarem os contratos dos pensionistas – cga e regime geral – e dos func.publicos ?
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Caro LR, o Governo tem um grande mérito em ter chegado de novo aos mercados, mas se for para adiar reformas como já estão a pensar fazer, todo este esforço será em vão e Portugal morrerá na praia.
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Se este governo abrandar a austeridade, como já pedem os tachistas governamentais, Portugal voltará a ficar sem acesso aos mercados. E se voltar a ficar acesso aos mercados irá implicar muitos, mas muitos sacrificios, que desta vez é que vai fazer doer a sério. Porque, a bem dizer, estas dores da austeridade que Portugal passou são peanuts com aqueles que virão se Portugal deixar as coisas a maior e as reformas inadiáveis a serem empurradas pela barriga. E os sinais de hoje mesmo já são preocupantes. Ainda mal nos refizemos do suto, aind mal levantamos a cabeça e já querem deixar as reformas a meio. E isso será mesmo trágico e um retorno aos mercados, depois de uma recaída, serão apenas conseguidos com muito, mas muito sofrimento.
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Para bem de todos os portugueses, é bom que nãos e pense em refrear a austeridade e as refomas, em especial do Estado. Senão, a dor que o país vai sofrer será muito mas muito pior que aquela que sofreu nos últimos meses.
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Caro LR, esperemos que estes governantes não se desleixem, porque Portugal apenas ganhou uma batalha decisiva mas ainda não ganhou a guerra.
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“Portugal apenas ganhou uma batalha decisiva mas ainda não ganhou a guerra”
ou, por outras palavras, empobrecemos o pessoal mais ainda têm sinais vitais 🙂
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Ora aqui esta uma “excelente” ideia vinda de um Partido liberal irmão que nao deixara de ter apoio efusivo por estas bandas , para combater o deficit
Ministro japonês diz que idosos doentes devem “morrer rapidamente” para o bem da economia
PÚBLICO 22/01/2013 – 18:26
Os custos dos tratamentos que prolongam a vida a pessoas com doenças sem recuperação são desnecessários para a economia japonesa, defende Taro Aso.
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Caro LR, do site DGO temos :
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despesa corrente primária 2011 = 61.625,6
despesa corrente primária 2012 = 61.182,4
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Ou seja 500 milhões de cortes na despesa, que devem ser essencialmente os cortes nos subsidios de natal e ferias .
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O Zé deve ser informado. O Zé diz que não contraíu dívida. Ninguém lhes diz que um pensionista que tem 500€ entra num hospital e a sua operação pode custar 100.000€ e a sua assistência pode custar 10.000€ por ano. Ou seja, por conta da sua doença tem vários; especialistas, enfermeiros, técnicos, administrativos, várias máquinas que custam muitos milhares, analistas ( análises, exames- várias por dia) etc.etc.
ADSE despesa de 2011 – 800M€) contribuições 220M€ – quem paga a diferença 600M€?
O Zé é pobre, recebe pouco, mas há muitos que recebem para cima de 2000€/mês com o dinheiro que vem dos alemães, franceses, holandeses e austríacos e depois devolvem-no comprando produtos estrangeiros e são estes que fazem mais barulho.
Resumo, todos gastamos muito e isto tem de se pagar.
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Portela,
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Você parece que ainda não percebeu ou não quer perceber que o que se paga aos concessionários não é tudo lucro. Imagino que entenda que as auto-estradas por onde circula e por cuja adjudicação e construção não me recordo de o ter visto a protestar, não se fizeram a partir do ar, tiveram custos com projectos, expropriações, construções e manutenção permanente a partir da entrada em serviço. O que está em causa em algumas PPP é a exagerada margem negociada com os concessionários (14%, sendo que o standard a nível internacional anda entre os 7 e os 10%) e a renegociação feita pelo Sócrates / Paulo Campos quando assumiram para o Estado o risco de tráfego e aceitaram pagar a título de “taxa de disponibilidade”. Ou seja, é a margem exagerada dos concessionários que pode vir a ser renegociada (e já o terá sido em alguns casos, a tal “refundação” dos contratos), mas isto representa uma pequena percentagem do custo global do investimento. Se considerarmos que todas estão com margens excessivas (o que não é verdade) estaremos a falar, no máximo, numa redução da ordem dos 1,5 bi a repartir por 20 a 25 anos.
Mas vamos admitir que, “revolucionariamente”, se escolhia a “boa opção” de não pagar nada, bem mais radical do que reduzir salários e pensões. E estamos a assumir que o BEI e outros Bancos internacionais que financiaram cerca de 2/3 dos investimentos assumiam prazenteiramente o prejuízo e não executavam as garantias que têm sobre a Banca nacional, prevenindo assim que o País entrasse em default. Estaremos a falar numa poupança média anual de 1,3 bi no máximo (estou a considerar uma maturidade de 20 anos, mas julgo que é algo superior). Considerando como base de partida um défice de 8,8 bi, você tem ainda que descobrir “gorduras” para eliminar 7,5 bi. Dou-lhe já uma ajuda para evitar a lenga-lenga do costume: acabando com todos os automóveis do Estado (uma ficção, mas tudo bem), reduzindo os deputados a metade, cortando a zero os subsídios às fundações e a tudo quanto é associação recreativa e cultural (fazível), reduzindo igualmente a zero todas as reformas superiores a 4.000 euros (inconstitucional, mas andor, os Bagões e Mira Amarais que se desunhem) poupará, com muito exagero e boa vontade, 500 milhões / ano. Venham então daí “gorduras” a valerem 7 bi.
Alternativamente, pode tentar impostos tipo Hollande, mas arriscaria a que os nossos ricos deslocalizassem para a Rússia. Ou expropriar esses sacanóides. Dizem que as 15 maiores fortunas valem 14 bi, o que lhe dava para cobrir 2 anos de défice. Ou nem isso, porque deixaria de ter os impostos dos ricos e no 3º ano o buraco seria ainda maior. Mas tem de haver um milagre, porque “as pessoas não são números!”…
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Caro Anti-Comuna,
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Você tem razão e basta ouvir uns meninos do CDS para concluir que estão mortinhos por gastar dinheiro. A minha esperança é que, enquanto lá estiver o “Gasparov” e tivermos a Troika a monitorar, o programa de ajustamento irá continuar. A partir de 2014 pode ser problemático, mas teremos sempre a vigilância dos mercados e espero que da Ângela. Se as contas públicas descambam, as taxas de juro trepam de imediato.
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Podem dar as voltas que quiserem. Aumentar os impostos, destruir o estado social, fazer as duas coisas ao mesmo tempo. Sem crescimento económico , Portugal com esta canga da divida em cima e no Euro nao é solvente. Sem investimento produtivo chapéu!
Agora pode ser um pais com 4 ou 5 milhoes de pobres e indigentes. Isso pode.
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PMP,
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Releia a posta e reveja os conceitos basilares de contabilidade pública e nacional e de consolidação ao nível do Sector Público Administrativo.
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Duarte,
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Sem subir impostos e(ou) reduzir despesa, quanto acha que teria de crescer o PIB para eliminar o défice em 3 anos? Digo 3 anos porque é, grosso modo, o período de ajustamento negociado com a Troika.
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Caro LR,
Você hoje deu.lhe para discutir à séria. Assim de repente as propostas de CGTP:
Aumento da Receita no Orçamento de Estado 2013
Criação de uma taxa de 0,25 sobre as transacções financeiras: 2.038,9
Criação de um novo escalão na taxa de IRC dos quais provenientes do sector financeiro: 1.474,7 (375,7)
Tributação adicional dos dividendos 1.665,7
Combate à Fraude e Evasão Fiscal 1.162,9
Total 6 342,20
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Zeca,
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Acha que a economia é estática e que os agentes económicos não reagem? O que lhe garante que iria buscar esses 6 bi?
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LR,
tudo o que indica, os ajustamentos sobre as outras rúbricas, entre as coisas os juros, e o desconhecimento quanto ao crescimento do PIB são irrevelantes, continuam a ser uma forma de engenharia financeira. O facto é que o défice que conta para o triunvirato é de cerca de 8,98 mil milhões. Mas isto não é o défice real, para este temos de retirar os 1,5 mil milhões da despesa extraordinária do SNS (o défice fica em 7,48 mil milhões) e depois para temos de acresentar os montantes com as receitas extraordinárias, os 2,68 mil milhões do fundo de pensões (enganei-me em cima, pus 100 milhões a mais) e os 800 milhões da ANA, o que dá um défice real, sem maquilagem, de 10,96 mil milhões de euros.
Um défice real de 10,96 mil milhões de euros, cerca de 17% de prejuízos em relação às reais receitas do Estado, a saber as receitas dos impostos e das contribuições sociais. Pode ser um progresso, mas continua a ser medíocre porque os Islandeses já estão à beira do excedente e gastam actualemente 20% a menos que em 2008. Nós ainda gastamos praticamente o mesmo…
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Parte da mantra marciana, com umas mudanças de virgulas aqui e ali….
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“……Aumentar os impostos, destruir o estado social, fazer as duas coisas ao mesmo tempo. Sem crescimento económico , Portugal com esta canga da divida em cima e no Euro nao é solvente. Sem investimento produtivo chapéu!
Agora pode ser um pais com 4 ou 5 milhoes de pobres e indigentes. Isso pode.”
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Os marcianos “rezam” para que o numero citado se torne uma realidade para, pensam eles, talvez terem uma maioria em hipoteticas eleiçoes.
Mesmo assim…… tenho duvidas e raramente me engano. rsrsrsrsrsrs
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Guillaume Tell,
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Repito-lhe, releia a posta e refaça as contas.
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Bom post, parabéns. Esperemos que não seja irrepetível, ainda faltam 5% para chegar ao défice zero, quanto mais tarde pior.
Também concordo quem quem diz que precisamos de “investimento produtivo” desde que não seja a habitual pescadinha de rabo na boca de serem os impostos que pagamos a sustentar esse investimento. E para quem tem dinheiro para investir estar disposto a fazê-lo se calhar convém não andarmos a rasgar contratos e deixar de cumprir o pagamento de dívidas assumidas, confiscar empresas ou outros disparates,
Uma das maiores lições de Gaspar é também a de que a confiança não se ganha aparecendo muito na TV ou com discursos bonitos ou floreados. Ganha-se passo a passo, traçando o caminho e percorrê-lo, com a humildade de o adaptar a mudanças na realidade se isso for mesmo imprescindível, mas mantendo o rumo e não a ouvir cada tolinho histérico a quem metem o microfone à frente.
Cumps,
Buiça
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conclusão de LR:
acordos com grupos financeiros, empresas privadas e afins – nomeadamente escritórios de advogados intermediários no eixo Saldanha/Marquês/Liberdade – são inegociáveis.
ps:
tendo sido uma venda de dívida por um sindicato de bancos, de quanto foram as comissões/fees pagos pelo Estado-Governo?
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Pronto, lá vem você com a típica demagogia da esquerda caviar: distorção do argumento do interlocutor, luta de classes ao barulho e dispersar a conversa para outros temas totalmente alheios ao debate. A culpa é sempre duns vampiros que só nos querem sugar o sangue.
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alguma dúvida?
esquerda caviar? ops, não há melhor elogio 🙂
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“Acha que a economia é estática e que os agentes económicos não reagem? O que lhe garante que iria buscar esses 6 bi?”
Não, e até dou de barato um resultado de 50% do apresentado, ou seja 3 bi. Mas o efeito recessivo destas medidas (os tais multiplicadores) parece-me que são bem menores que o “ajustamento” da populaça. Assim, e como a eonomia não é estatica as receitas fiscais (IVA, IRS, contribuições) seriam maiores…
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LR,
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Do site da DGO Execução de Dezembro, a redução da despesa corrente primária é cerca de 500 milhões de 2011 para 2012.
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Onde está o meu erro ?
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Zeca,
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E consegue estimar o impacto no investimento e na deslocalização da poupança?
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PMP,
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“Onde está o meu erro?”
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No ajustamento que tem de fazer para contabilidade nacional
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“E consegue estimar o impacto no investimento e na deslocalização da poupança?”
Caro LR,
50%, metade, não lhe chaga? Mas vamos tentar, individualmente:
Criação de uma taxa de 0,25 sobre as transacções financeiras – provavlmente a liquedez/especulação descia para metade (prai a centena e meia de especuladores que cá temos faliam), mas em termos genericos ficava tudo na mesma. Os chineses em vez de comprar a EDP a 2,36, compravam a 2,34, o mercado ajusta. E se isentassemos os aumentos de capital da taxa… até facilitavamos a capitalização da economia real…
Criação de um novo escalão na taxa de IRC dos quais provenientes do sector financeiro – dava o mesmo quêm entra neste escalão não são todos (RDP, REN PT). E disse.
Tributação adicional dos dividendos – Podia ser só 50% (800 M€) do valor, mas em contrapartida aumentava o capital disponível nas empresas.
Combate à Fraude e Evasão Fiscal – Não comento…
Total 3 bi, mais coisa menos coisa…
Quanto à poupança, não estou a vêr o seu problema, quem poupa cá, paga impostos cá, quem pode investir além fronteiras, há muito que o faz, ou não?
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Mau. Ja andamos tb na trafulhice?
A Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO) considera que o défice orçamental em contabilidade pública divulgado esta semana poderá não estar em conformidade com os critérios da ‘troika’ por incorporar receitas que o memorando não permite.
Segundo uma análise preliminar da UTAO à execução orçamental em contabilidade pública hoje enviada aos deputados, a transferência da restante parte da compensação devida pela Portugal Telecom pelos fundos de pensões que foram transferidos para a Caixa Geral de Aposentações – em 476,1 milhões de euros – foi considerada como receita para efeitos de programa.
Mas “a contabilização desta operação enquanto receita para efeitos do limite do PAEF poderá não estar em conformidade com os termos definidos no referido Memorando Técnico, uma vez que este explicita que, de 2012 em diante, as receitas provenientes de fundos de pensões não serão consideradas no cálculo do limite quantitativo do PAEF”, explica a UTAO.
Os técnicos independentes que trabalham junto da Comissão parlamentar de Orçamento, Finanças e Administração Pública notam que o encaixe dos fundos de pensões da banca transferidos para o Estado no final de 2011 e cujas transferências em contabilidade pública continuaram até ao final deste ano “não foi contabilizado como receita para este efeito, fazendo parte dos ajustamentos efetuados para efeitos do PAEF”.
De acordo com Direção-Geral do Orçamento, o défice orçamental em contabilidade pública (fluxos de caixa) ficou 699 milhões abaixo do limite estabelecido pela ‘troika’ para o final do ano.
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Zeca,
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Mas desde quando é que o aumento de impostos é favorável à economia? E a consolidação orçamental feita pelo lado da receita é perversa, pois a historia diz-nos que um aumento da receita provoca sempre um ajustamento da despesa em alta. Desde logo no subsídio de desemprego, como aliás estamos a assistir. De resto, e quanto a essas medidas:
1. A Suécia chegou a implantar a taxa sobre transacções financeiras há uns anos atrás e acabou com ela. Não só a receita era insignificante, como não compensava a deslocalização de empresas para outros mercados; de resto, essa sanha contra os especuladores é contra-producente. Corra com eles e deixa de ter mercado.
2. Aumento de IRC (um imposto estúpido que não devia existir) para os bancos, implicava a sua repercussão na taxa de juro. Óptimo para o investimento e um excelente subsídio aos bancos estrangeiros que captariam clientes portugueses;
3. Tributar os dividendos é penalizar a poupança, a variável fundamental para o crescimento económico. Porque iriam os investidores financiar as empresas portuguesas? Deslocavam os capitais e eles iriam tb para regiões com regimes fiscais mais favoráveis;
4. Combate à fraude e evasão fiscal não passa de um chavão. Ela será tanto maior quanto maior os níveis de tributação. E quando conseguirem implantar o perfeito Big Brother, arriscam não ter a quem tributar.
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Repito, é um erro procurar fazer a consolidação orçamental pelo lado da receita. Não consegue e penaliza muito mais a economia.
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” é um erro procurar fazer a consolidação orçamental pelo lado da receita. ”
Porra vá dizer isso ao palerma do Gaspar! sim porque aumentos de impostos sobre salários (FP e privados, ou rdução de salários da FP) não é aumento de impostos. Poupe-me!
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“Só lamento que Vítor Gaspar, o tipo que não acerta uma previsão, tenha chegado às Finanças com mais de uma década de atraso.”
“” é um erro procurar fazer a consolidação orçamental pelo lado da receita. ”
Estamos a falar do ENORME AUMENTO DE IMPOSTOS (SOBRE O TRABALHO)?
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” E quando conseguirem implantar o perfeito Big Brother, arriscam não ter a quem tributar.”
Mais uma vez é falar com o maravilhoso génio que chegou ao minfin com 1 decada de atraso…
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LR,
–
acabei por encontrar o valor que se aproxima dos seus 8,8 mil milhões. Página 8, saldo global da Administração Central e a Segurança Social segundo o PAEF para o universo real, que fica em 8,7632 mil milhões (e não está lá a ANA).
–
Mas também vejo que o défice “relevante para efeitos de aferição do cumprimento do PAEF” terá ficado em 9,6533 mil milhões, e este também não contem a ANA (o que explica o diferencial com o meu número).
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Eu prefiro o seu número até, porque inclui mais coisas que o défice para o triunvirato (os tais 8,98 ou 9,53) visto que este se limita em contabilizar o subsector Estado (Administração Central + SFA) sem a Segurança Social (e mesmo assim o número não inclui tudo porque faltam as Administrações Locais e Regionais, o que tornaria o défice menor mas o monstro maior, 81,2994 em vez de 73,5749 mil milhões de euros).
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É isto então o que não li?
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PS: a próxima vez que cita um número pode dar a página.
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Ah e no caso mais positivo continua a dar um perda de quase 14% em relação à receita total, uma perda de 117% em relação à receita fiscal, ou ainda uma perda de 142% em relação ao que pagamos directamente (impostos directos + contribuições para a SS).
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Zeca,
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Lembro que o “enorme aumento de impostos” (palavras do Gaspar) se seguiu à desistência da TSU que praticamente não aumentava a carga fiscal no sector privado. Pouquíssimos perceberam a TSU e o governo amedrontou-se. Foi pena, porque a alternativa foi horrorosamente pior. Mas você em cima desse enorme aumento de impostos ainda quer pôr os sugeridos pela CGTP…
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” “enorme aumento de impostos” (palavras do Gaspar) se seguiu à desistência da TSU ”
Vá vender essa tese a outro… em termos de receitas publicas (e, portanto deficit público) uma coisa não têm nada a ver com a outra… E estamos a falar em bi´s de euros… Mas se quiser fazer as contas podemos…
Estamos a falar de um incremeto de 1,25% em impostos sobre a massa salarial privada vs 3,5%. E no público seria uma poupaça de 7% vs 7% (roubo de subsidio) + sobretxa 3,5%. E isto dando de barato a roubalheira dos novos escalões… seja sério…
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oh LR, há algo que não percebo em si.Lá acima num comentário diz que uma consolidação orçamental baseada na receita é perversa.Mas ao mesmo tempo o senhor enaltece a politica do governo que tem baseado a consolidação na receita! Então mas em qual é que ficamos? Assim as duas coisas não dá
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Guillaume,
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Safa, que você recusa-se mesmo a ler. Vou repetir a 1ª frase da posta:
“Ora bem, se aos valores aqui apresentados para o sector Público Administrativo retirarmos:”
O “aqui” tem link para a DGO. Vá à folha Excel, 4ª sheet (Conta Consolidada das AP) e pegue no saldo das Administrações Públicas (valores ainda provisórios e incompletos, pois faltam contas de algumas Câmaras). A esses, faça os ajustamentos que indico nos pontos seguintes (se quiser os valores exactos dos “Ajustamentos PAEF”, pode vê-los na sheet anterior, última coluna).
Chega aos 8,8 bi de que falo que deve ser dividido pelo PIB estimado para 2012. Considerei 166,4 bi, resultante da afectação ao PIB de 2011 (171 bi, INE) do deflactor do PIB (0,3%, Relatório do OE 2013) e da taxa de crescimento prevista (3%), embora esta última possa melhorar.
Ficou claro?
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Nem ANA nem nenhuma martelada contabilistica são suficientes para alterar a realidade:.Deficit de 6% em 2012.
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http://www.publico.pt/economia/noticia/6-do-pib-a-falesia-orcamental-1582085
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os truques da chico-espertice na análise orçamemtal do Abrantes:
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(…) Quem leia que “a execução da receita se situou 808,2 milhões abaixo do previsto” está a ser claramente ludibriado. A comparação que interessa e que deveria ser sistematicamente feita nos boletins é entre valores executados e valores orçamentados no Orçamento do Estado do mesmo ano.
A avaliação da responsabilidade política e técnica de um Governo, que elaborou um OE aprovado na Assembleia da República, mede-se precisamente do confronto entre essas duas variáveis. É por isso que os dados aqui apresentados mensalmente confrontam sempre dados executados e orçamentados. O Governo prefere comparar com os dados estimados (mais recentes), mas não o devia fazer, a bem da clareza e da transparência. A nossa metodologia de acompanhamento da execução orçamental é partir dos valores em contabilidade nacional apresentados no OE (rectificado em Maio), analisar os desvios em relação ao OE nas principais rubricas orçamentais e calcular o efeito final no défice. Este método tem a vantagem de não ser afectado por eventuais receitas ou despesas extraordinária (…)
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Zeca,
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Garanto-lhe que sou sério. Com a TSU você não teria a sobretaxa de 3,5%. E a nível privado haveria muitas empresas que ajustariam os salários para manter a situação anterior. As que não ajustassem ganhariam competitividade e evitariam com isso despedimentos. Era uma medida bem engendrada para contornar a decisão estúpida do Tribunal Constitucional sobre o corte dos subsídios na Função Pública sem, em termos agregados, penalizar significativamente o sector privado. Para além disso, constituía ainda uma medida de política económica potenciadora da competitividade das empresas e que combatia o desemprego. Com o “enorme aumento de impostos”, nenhuma empresa assume o pagamento da sobrecarga dos respectivos colaboradores. Tem a certeza que é preferível a situação em que ficámos?
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“E a nível privado haveria muitas empresas que ajustariam os salários para manter a situação anterior. As que não ajustassem ganhariam competitividade e evitariam com isso despedimentos”
E as que ajustassem, não perderiiam competitividade, provocando na sua lógica simplista, despedimentos?
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“E as que ajustassem, não perderiiam competitividade, provocando na sua lógica simplista, despedimentos?2
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Não, porque ajustariam aquelas que já são competitivas, designadamente as viradas para os mercados externos.
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E a nível privado haveria muitas empresas que ajustariam os salários para manter a situação anterior. ”
Esqueceu-se obviamente de dizer que para os salários ficarem na mesma, teriam que aumentar numa proporção muito maior do que a tsu descia, o que significa que esse ajuste nunca iria existir.
Uma coisa era a medida da tsu ser opcional, praticando-a quem quisesse, outra era ser obrigatória, pondo tudo no mesmo saco, como aconteceu.Esse era o problema da tsu
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“Garanto-lhe que sou sério”
Acredito, foi só uma forma de expressão…
“Com a TSU você não teria a sobretaxa de 3,5%”
Essa é que já duvido mais… então explique lá onde está o erro nas contas:
” um incremeto de 1,25% em impostos sobre a massa salarial privada vs 3,5%. E no público seria uma poupaça de 7% vs 7% (roubo de subsidio) + sobretxa 3,5%”
Privado com TSU: +1,25% massa salarial
Privado OE: +3,5% massa salarial
Público TSU: -7% TSU
Poublico OE: -7% Sferias + 3,5%
ficam a faltar na versão TSU
2,25 % massa salarial privados
3,5% massa salarial da FP
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Obrigado, mas podia ter dito que se referia a um quadro que vai até Novembro em que, aparentemente, o mês de Dezembro deverá ser neutro sobre o défice.
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Mas a mim parece-me demasiado enorme haver ajustes tão fortes em relação ao que foi escrito no OE 2013 para 2012 em contabilidade pública, é que eles falam de uma despesa de 81,8 e uma receita de 73,7 mil milhões, quando em Novembro estamos em 69,5 e 62,9. Espero por ver mais.
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Entao mas o deficit nao era para ser 4% sem receitas extraordinárias?
Nao ha pachorra!
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LR
O seu raciocínio é primariamente simplista e absolutamente contraditório.
A TSU pretende favorecer as exportadoras e a sua conclusão era de que eram exactamente estas que ajustavam – ou seja, e no seu próprio raciocínio, anulavam o efeito TSU.
Ora bolas, para a sua ciência.
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A tsu para simplificar significava baixar os custos do trabalho e tinha como consequência imediata o aumento do lucro das empresas para irem directamente para poket Money dos accionistas ou proprietários.
Nao servia para mais nada.
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Duarte, falta de lucros é um dos principais problemas em Portugal – o lucro é a razão pela qual alguém contrata outra pessoa, o desemprego a disparar é fruto da falta de lucros, logo uma medida que reponha os lucros incentiva o investimento e combate o desemprego.
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Incógnitus
O principal problema de Portugal é a falta de mercado interno. Nao ha mercado interno porque nao ha procura. Nao ha procura porque nao ha poder de compra. Naoona poder de compra porque ha desemprego, salários e pensoes baixas e 30% de pobres. Neste quadro o empresário que tiver lucros nao investe porque nao tem mercado para expandir e acumula lucro para especular fora da economia , ou aforra ou compra mais um Porche.
Depois ha muito lucro em certos sectores de bens nao transaccionáveis ou de quase monopólio, veja a EDP, veja a galp, veja os bancos ( recente BPI).
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http://www.jornaldenegocios.pt/economia/financas_publicas/detalhe/defice_de_2012_tera_ficado_nos_6.html
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