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Gun control

5 Fevereiro, 2013

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«Obama has signed off on roughly 350 U.S. drone strikes in Pakistan, killing between 2,600 and 3,400 people. (…) the total number of people killed by drone strikes there (between 1,900 and 3,200), less than 3 percent of them (51) were “militant leaders.” Furthermore, only 30 of these leaders were members of al Qaeda». (*)

27 comentários leave one →
  1. Zebedeu Flautista's avatar
    Zebedeu Flautista permalink
    5 Fevereiro, 2013 14:21

    Obama, o esquerdalho neocon. A pior estirpe das patologias neos.

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  2. Duarte's avatar
    Duarte permalink
    5 Fevereiro, 2013 14:22

    É comunista mesmo. Uma vez ele disse-me .

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  3. Duarte's avatar
    Duarte permalink
    5 Fevereiro, 2013 14:24

    O que é curioso é que estes posts sao colocados pelos lobistas dos comerciantes de armas . Vale tudo ate os métodos mais infames.

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  4. Fincapé's avatar
    Fincapé permalink
    5 Fevereiro, 2013 14:29

    Circula por aí uma foto do Obama a disparar uma arma (Helena Matos publicou a foto num post abaixo).
    Ora, o homem se calhar só deu um tiro e mesmo assim a direita tea partysta farta-se de o criticar. Mas se só deu um tiro é natural que lhe falhe a pontaria quando dispara sobre os indigentes da AlQaeda, pelos vistos agora tão apreciados pela direita. Dantes era apreciados pela esquerda, será que está a haver um pleno?
    (Eu sei, eu sei, tem havido vários problemas e mortos que não são desses indigentes apreciados pela tal direita. Só que a direita radical não se importou muito que o Bush, mais treinado em armas, andasse aos tiros por todo o lado onde havia petróleo para explorar. Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades. Deve ser a isto que se chama coerência.)

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  5. Duarte's avatar
    Duarte permalink
    5 Fevereiro, 2013 14:40

    Ja a Sarah da 150 us$ por cada pata esquerda de um lobo morto de avião.

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  6. Portela Menos 1's avatar
    Portela Menos 1 permalink
    5 Fevereiro, 2013 14:42

    volta Bush, os editores do Blasfémias andam perdidos e precisam de um momento zen…

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  7. Duarte's avatar
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    5 Fevereiro, 2013 14:50

    Tudo isto porque o “escurinho” quer muito timidamente controlar a venda de armas ?
    Tambem aqui recebem comissao pela venda de uma calibre 33?

    So para lembrar que o camarada Bush tambem fez drone strykes e nao foram poucos

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  8. Duarte's avatar
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    5 Fevereiro, 2013 15:07

    Eis a america, racista esclavagista e beligerante. A familia modelo do Blasfémias.

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  9. piscoiso's avatar
    piscoiso permalink
    5 Fevereiro, 2013 15:15


    É claro que Obama mantém a política de Bush com os drones.
    Porque no mínimo evita a morte de americanos no teatro de guerra.
    Basta ter uns putos bem treinados em jogos vídeo.

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  10. JDGF's avatar
    JDGF permalink
    5 Fevereiro, 2013 15:46

    Por falar em drones…
    Em que fase estamos acerca dos drones portugueses (UAV – Unmanned Aerial Vehicle) do projecto ‘Pitvant‘??
    Não seria um bom meio para a vigilância da ZEE e a prevenção dos ciclicos incêndios estivais?
    Ou o cambate ao narcotráfico e a segurança marítima (pescas, cabotagem, busca e salvamento ) está em stand by?

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  11. mariano's avatar
    mariano permalink
    5 Fevereiro, 2013 15:56

    Entretanto, em Espanha….

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  12. neotonto's avatar
    neotonto permalink
    5 Fevereiro, 2013 16:05

    between 2,600 and 3,400 people…
    .
    Os blasfemos sempre avidos e atentos as estádisticas quanto mais sejam assim serias e fiaveis…

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  13. MJRB's avatar
    5 Fevereiro, 2013 17:01

    News :
    Valente “tiro” — A Casa Branca processou a Standard & Poor’s por ratings fraudulentos que activaram a crise financeira nos USA e no mundo.
    Um presidente republicano procederia assim ?

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  14. Me's avatar
    5 Fevereiro, 2013 18:27

    de armas não sei , mas.. lá nos Usa são muto à frente e têm um conceito de serviço público mais próximo do meu e então lá andam a discutir o lógico no sec . xxi : redes públicas de net , freee ( ou quase ) . net para toda a gente , qual rtp , qual carapuça.

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  15. Expatriado's avatar
    Expatriado permalink
    5 Fevereiro, 2013 21:16

    Estes marcianos estao cada vez mais comicos……. Aparecem por aqui a chamar “racista” a quem nao soletra a sua mantra mas “esquecem-se” do outro marciano, membro do CC(CP), que chamou o representante do FMI de “escurinho”…..
    .
    No caso do chefe dos drones, o que lhe chamarao? “Cafe’ com leite”?

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  16. Balhelhas's avatar
    Balhelhas permalink
    5 Fevereiro, 2013 21:33

    Sempre vamos ter TGV. Agora sim, quais serão os argumentos?!

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  17. Duarte's avatar
    Duarte permalink
    5 Fevereiro, 2013 21:43

    Nos US quando se trata de matar republicanos e democratas estão de acordo. Nao foi assim tambem em Hiroshima?

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  18. oɥɿəoɔ șoșșɐɗ's avatar
    oɥɿəoɔ șoșșɐɗ permalink
    5 Fevereiro, 2013 21:52

    Então e o TGV?
    Vou estar muito atento aos próximos posts.
    A ideia do TGV em Portugal foi, (com toda a razão quanto a mim) atacada, desprezada, até vilipendiada, no tempo do estudante de filosofia.
    O que é que irão dizer agora os blasfemos, a começar pelo gordo bloguista secreto?
    Quem viver verá!…

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  19. A. R's avatar
    A. R permalink
    5 Fevereiro, 2013 22:34

    É o toyboy dos bares gay de Chicago

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  20. Expatriado's avatar
    Expatriado permalink
    5 Fevereiro, 2013 22:54

    Esta vai enviar os marcianos para uma orbita galactica…..
    .
    “O aleijadinho
    .
    .

    Num circo, durante a apresentação, um leão escapou da jaula e
    foi para cima do público.
    As pessoas começaram a correr de um lado para o outro, enquanto um
    aleijadinho, numa cadeira de rodas, se esforçava para sair dali.
    Alguns, ao verem o pobre deficiente, gritavam para que alguém o
    acudisse:
    – Olha o aleijado!!! Olha o aleijado!
    E o aleijado girava cada vez mais rapidamente na sua cadeira.
    – Olha o aleijado!!! Olha o aleijado!!!*

    E o aleijado, sem aguentar a pressão, gritou:

    DEIXEM O LEÃO ESCOLHER
    SOZINHO, PORRA!!!***”

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  21. Duarte's avatar
    Duarte permalink
    5 Fevereiro, 2013 22:58

    Tudo com dantes quartel geral em Abrantes

    Misconduct costs Barclays another $1.6 billion

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  22. javitudo's avatar
    javitudo permalink
    6 Fevereiro, 2013 00:13

    O hussein ainda vai dar muito que falar. Por agora é bom a Helena levantar um pouco do véu dos paradoxos.
    O bush era burro sim senhor, mas o hussein…cá estamos para ver.

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  23. A. R's avatar
    A. R permalink
    6 Fevereiro, 2013 00:34

    Vice de Obama em digressão europeia confunde Portugal com a Polónia. Estes democratas para gaffes é uma coisa fora de série.

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  24. Duarte's avatar
    Duarte permalink
    6 Fevereiro, 2013 01:01

    Olha o TGV esta de volta.

    Então , mas..então ..e gasto publico…e entao ? Mas é mesmo o TGV? Entao e o dinheiro..ãh!!! investimento publico….mas…entao …..???????

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  25. Portela Menos 1's avatar
    Portela Menos 1 permalink
    6 Fevereiro, 2013 01:19

    javitudo,
    então, “ás de Vila Diogo” no post Barriga cheia, cabeça vazia?

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  26. Tiradentes's avatar
    Tiradentes permalink
    6 Fevereiro, 2013 08:47

    O tal de TGV só é TGV na cabeça , a começar pelos ignorantes jornalistas portugueses, passando pelos que só têm má fé e acabam na boca dos esclarecidos maus caracteres que exploram a dita ignorância .
    Este “TGV” pouco mais é que um pendular em bitola europeia capaz de admitir comboios de mercadorias a um custo menor ao da metade do TGV. Além disso a “comparticipação” europeia para este tipo de infraestruturas é muitíssimo superior às previstas para o dito cujo.
    Assim para quem está sempre a perorar contra os bancos, o dinheiro necessário para financiar este “TGV” será muito menos do que aquele que eles queriam dar a ganhar aos bancos com a pipa de massa que iam pedir para construir o dito TGV que só seria de passageiros.
    Qualquer comparação tanto dos custos de construção, como de manutenção e finalidade e possível rentabilidade só é TGV em pura ficção.

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  27. Duarte's avatar
    Duarte permalink
    6 Fevereiro, 2013 13:37

    Mais serviço publico probono para perceber o que se passa em África com drones e tudo.

    – Uma licença para mentir como prenda de Hollywood

    por John Pilger
    Uma invasão da África de grandes proporções está em andamento. Os Estados Unidos estão a instalar tropas em 35 países africanos, a começar pela Líbia, Sudão, Argélia e Níger. Isto foi informado pela Associated Press no Dia de Natal, mas ficou omisso na maior parte dos media anglo-americanos.

    A invasão pouco tem a ver com “islamismo” e, quase tudo a ver com a aquisição de recursos, nomeadamente minérios, e com um acelerar da rivalidade com a China. Ao contrário da China, os EUA e seus aliados estão preparados para utilizar um grau de violência já demonstrado no Iraque, Afeganistão, Paquistão, Iémen e Palestina. Tal como na guerra-fria, uma divisão de trabalho exige que o jornalismo ocidental e a cultura popular providenciem a cobertura de uma guerra sagrada contra um “arco ameaçador” de extremismo islâmico, não diferente da falsa “ameaça vermelha” de uma conspiração comunista mundial.

    A recordar a Luta pela África no fim do século XIX, o US African Command ( Africom ) construiu uma rede de pedintes entre regimes colaboracionistas africanos ansiosos por subornos e armamentos americanos. No ano passado, o Africom ensaiou a Operação Esforço Africano (Operation African Endeavor), com as forças armadas de 34 países africanos a nela tomarem parte, comandadas por militares estado-unidenses. A doutrina “soldado para soldado” do Africom insere oficiais dos EUA a todo nível de comando, desde o general até o primeiro-sargento.

    É como se a orgulhosa história de libertação da África, desde Patrice Lumumba até Nelson Mandela, estivesse destinada ao esquecimento por uma nova elite colonial negra ao serviço do mestre cuja “missão histórica”, advertiu Frantz Fanon há meio século, é a promoção de “um capitalismo desenfreado embora camuflado”.

    Um exemplo gritante é o Congo Oriental, um tesouro de minerais estratégicos, controlado por um grupo rebelde atroz conhecido como M23, o qual por sua vez é dirigido pelo Uganda e o Ruanda, os procuradores de Washington.

    Planeada há muito como uma “missão” para a NATO, para não mencionar os franceses sempre zelosos, cujas causas coloniais perdidas continuam em prontidão permanente, a guerra à África tornou-se urgente em 2011 quando o mundo árabe parecia estar a libertar-se dos Mubaraks e outros clientes de Washington e da Europa. A histeria que isto provocou em capitais imperiais não pode ser exagerado. Bombardeiros da NATO foram despachados não para Tunis ou Cairo mas sim para Líbia, onde Muammar Kadafi dominava as maiores reservas petrolíferas da África. Com a cidade líbia de Sirte reduzida a escombros, as SAS britânicas dirigiram as milícias “rebeldes” para o que se revelou como um banho de sangue racista.

    O povo nativo do Saara, os tuaregues, cujos combatentes berberes Kadafi havia protegido, fugiu através da Argélia para o Mali, onde os tuaregues desde a década de 1960 reivindicam um estado separado. Como destaca o sempre vigilante Patrick Cockburn, é esta disputa local, não a Al-Qaida, que o Ocidente mais teme no Noroeste da África… “por pobres que possam ser, muitas vezes os tuaregues vivem em cima de grandes reservas de petróleo, gás, urânio e outros minérios valiosos”.

    Quase certamente a consequência do ataque francês/estado-unidense ao Mali em 13 de Janeiro, o cerco a um complexo de gás na Argélia que acabou de forma sangrenta, inspirou em David Cameron um momento 11/Set. O antigo relações públicas da Carlton TV enfureceu-se acerca de uma “ameaça global” que exigiria “décadas” de violência ocidental. Ele queria dizer a implementação dos planos de negócios do Ocidente para a África, juntamente com a violação da Síria multi étnica e a conquista do Irão independente.

    Cameron agora ordenou o envio de tropas britânicas para o Mali e enviou para lá um drone da RAF, enquanto o seu prolixo chefe militar, general sir David Richards, dirigiu “uma mensagem muito clara a jihadistas de todo o mundo: não nos provoquem e não nos embaracem. Trataremos disto de forma robusta” – exactamente o que jihadistas querem ouvir. O rastro de sangue de vítimas do terror do exército britânico, todos muçulmanos, seus “sistémicos” casos de torturas actualmente a caminho do tribunal, acrescenta ironia às palavras do general. Certa vez experimentei os meios “robustos” de sir David quando lhe perguntei se lera a descrição da corajosa feminista afegã Malalai Joya do comportamento bárbaro de ocidentais e seus clientes no seu país. “O senhor é um apologista do Taliban” foi a sua resposta (posteriormente desculpou-se).

    Estes comediantes lúgubres são extraídos directamente [do escritor] Evelyn Waugh e permitem-nos sentir a estimulante aragem da história e da hipocrisia. O “terrorismo islâmico”, que é a sua desculpa para o roubo continuado das riquezas da África, foi praticamente inventado por eles. Já não há qualquer desculpa para engolir a linha da BBC/CNN e não conhecer a verdade. Leiam Secret Affairs: Britain’s Collusion with Radical Islam de Mark Curtis (Serpent’s Tail) ou Unholy Wars: Afghanistan, America and International Terrorism, de John Cooley (Pluto Press) ou The Grand Chessboard de Zbigniew Brzezinski (HarperCollins) que foi o parteiro do nascimento do moderno terror fundamentalista. Com efeito, os mujahedin da Al-Qaida e os Talibans foram criados pela CIA, o seu equivalente paquistanês, o Inter-Services Intelligence, e o MI6 britânico.

    Brzezinski, conselheiro de segurança nacional do presidente Jimmy Carter, descreve uma directiva presidencial secreta em 1979 que principiou aquilo que se tornou a actual “guerra ao terror”. Durante 17 anos, os EUA deliberadamente cultivaram, financiaram, armaram e fizeram lavagem cerebral a extremistas da jihad que “saturaram de violência uma geração”. Com o nome de código Operation Cyclone, este foi o “grande jogo” para deitar abaixo a União Soviética mas que deitou abaixo as Torres Gémeas.

    Desde então, as notícias que pessoas inteligentes e educadas tanto distribuem como ingerem tornou-se uma espécie de jornalismo Disney, fortalecido, como sempre, pela licença de Hollywood para mentir e mentir. Está para ser lançado o filme Dreamworks sobre a WikiLeaks, uma trama inspirada por um livro de tagarelices pérfidas de dois jornalistas do Guardian que se enriqueceram, e há também o Hora negra (Zero Dark Thirty), filme que estimula a tortura e o assassínio, dirigido pela ganhadora do Oscar Kathryn Bigelow, a Leni Riefenstahl do nosso tempo, que promove a voz do seu mestre tal como fez a realizadora de estimação do Fuhrer. Este é o espelho de sentido único através do qual nós mal vislumbramos aquilo que o poder faz em nosso nome.

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