The British Royal Family sure is familiar with the sting of ridicule and public embarrassment. From affairs to outrageous and criminal behavior, royal scandals have long been a source of public attention over the years. Here are just a few incidences, both old and recent, of major indiscretions carried out by British nobility.
King Edward VIII’s marriage scandal
King Edward VIII’s affair with twice-divorced American Wallis Simpson caused quite a stir in Britain in the 1930s. Despite urgings from the prime minister to keep the relationship discreet, the pair decided to wed in November 1936. The public majority refused to accept Simpson as its queen, pushing King Edward to abdicate the throne on Dec. 10, 1936. More drama ensued after the death of King Edward; FBI files suggest that Edward was forced to abdicate not only because of Simpson’s divorce status, but because she was a Nazi sympathizer, passing on royal secrets to her on-the-side Nazi beau.
Princess Diana and Prince Charles
Princess Diana first met her future husband at the age of 16. At the time, he was dating her older sister, Sarah. Fast forward three years later, the pair met again when Diana visited her sister, whose husband was working for the queen. They began dating and just six months later he proposed. Diana became the first British citizen to marry an heir to the British throne in almost three centuries.
Captain Mark’s affair and love child
In 1973, Queen Elizabeth’s only daughter Princess Anne married an army lieutenant, Mark Phillips. Not long after, Mark had an affair with a New Zealand woman and in 1985 fathered a child with her. Princess Anne and Mark divorced in 1992, and Anne remarried Commodore Timothy Laurence, making her the first royal divorcée to remarry since Henry VIII. Mark went on to divorce two times after his marriage to Princess Anne and their children, Peter and Zara Philips, do not carry royal titles, the first grandchildren of a reigning monarch to not do so in more than 500 years.
Sarah Ferguson’s bribery scandal
The Duchess of York has had her fair share of royal scandals. In 1992, a photo was snapped of her with her toes in the mouth of wealthy businessman John Bryan from Texas. The shot was embarrassing, even though she had already announced her separation from Prince Andrew at that time. Most recently, she was involved in a bribery scandal involving Prince Andrew, whom she was married to for 10 years. She was caught on tape by British tabloid News of the World offering “open doors,” or access to the prince for a price of more than $700,000. Deep in debt, she apologized for her lapse of judgement, but she had already brought undignified attention to her name.
Princess Diana’s five-year affair
Princess Diana has confirmed her five-year affair with horse riding instructor and military man, James Hewitt. Their relationship started in 1987 and declined when Hewett was dispatched to Germany in 1989, serving in the Gulf War in 1991. Rumors were instantly spread that Hewitt was the father of Prince Harry, which couldn’t be true since Harry was already a toddler at the time he met Princess Diana. After her death, Hewitt published books describing in detail the nature of their relationship and even tried to sell her love letters.
Prince Charles’ mistress
Prince Charles has said that his mistress, Dale Elizabeth Harper, was “the only woman who ever understood me.” She was nicknamed Kanga and was one of the least mentioned mistresses. She died tragically at a young age because of health issues, addiction to pain killers, alcohol, and even heartbreak. She confided in a handful of trusted journalists about her bitter rivalry with Camilla. While undergoing rehab treatment, Kanga was found lying beneath a window at the treatment facility — she claims she was pushed, while workers say she jumped. Kanga was a paraplegic the last year of her life and in 1997 she died of septicemia at the age of 49. Her funeral was hasty and The Prince of Wales did not attend.
Henry VIII’s six wives
Who can forget the notorious reign of Henry VIII and his six wives? King Henry seemed to be infatuated with so many women, yet his marriages lasted on average a year or less. He beheaded Anne Boleyn after she gave birth to a girl, and Catherine Howard because of her adulterous behavior. His polyamorous adventures didn’t just affect his mistresses — both Mary I and Edward VI are believed to have suffered from congenital syphilis.
The mystery behind the Tower of London
The Tower of London was built by King William the Conqueror shortly after he became king on December 25, 1066. Originally built as a fortress, the building was used for a number of functions: as a royal residence, medieval prison, and as a place for executions. Its bloody history includes the torture and burning of many English poets including Anne Askew and Sir Thomas More. The disappearance of Prince Edward V and Richard, The Duke of York has been tied to The Tower of London. The story is that the Duke of Gloucester imprisoned his nephews within the Tower of London in 1483 so that he could seize power. It is generally believed that Richard had his nephews murdered and housed in the tower. Nearly 200 years later in 1674, laborers found the bones of two children while removing a staircase that led up to the tower’s chapel. Though it has never been confirmed or proven, the Tower of London is the final resting place of Richard’s two nephews and proves that Richard was indeed a murderer.
E no entanto, a monarquia inglesa existe resiste, persiste. Porquê? Pelo simbolo que é. Ou seja, o Duarte lê, lê, lê, e não percebe nada do que acabou de ler porque “está do contra”.
Pois existe . E depois?
A republica também existe em Portugal e persiste e resiste, não é? E em França também nao é?
Pelo facto de as situações existirem não lhes garante a bondade da sua existência.
As razoes políticas, históricas e culturais para a existência das republicas e das monarquias divergem de pais para pais e parece-me completamente ridículo e e nao entender nada da historia de Portugal querer agora instalar uma monarquia em Portugal. So faz sentido para os neoliberais que pretendem a desfrutação total do mercado e com uma rei ou uma rainha de fachada, alimentados pelos contribuintes portugueses.
Em Portugal o ‘trono’ está ocupado! Instalou-se lá uma monarquia financeira. Há 1 século (pelo menos) que as dinastias bancárias se perpetuam e revezam no poder…
Desde o início da nacionalidade que as populações, para acudir às necessidades locais, que nunca foram preocupação para a Coroa, instituíram no âmbito dos concelhos o tributo da sisa. Quando as necessidades eram maiores, cobrava-se localmente mais sisa. Quando eram menores, menos. Até que um dia, “vendo os reis tais rendas e sisas, havendo vontade de as haver, mostravam ao povo necessidades passadas ou que eram por vir, e pediam-lhes graciosamente por dois ou três anos, e que logo as deixariam; e, outorgadas por esta guisa, [apresentavam] depois outra necessidade para que as haviam mister, e pediam-nas assim por mais tempo. E assim lhe ficou [a el-rei] a posse delas,” reporta Fernão Lopes.
Depressa a sisa se tornou permanente, e a principal fonte de receita para o Estado, e um imposto odioso para o povo. Repetidamente requereu este, nas Cortes, a sua extinção. Sempre debalde. A D. Fernando, “o Dissipador”, nenhum dinheiro era bastante. D. Duarte tinha dela necessidade. O regente D. Pedro respondeu não ter autoridade para tanto. D. Afonso V alegou que não a podia dispensar. D. João II respondeu varonilmente, como lhe era hábito, que “todo o povo deve e é obrigado por direito, e pode ser constrangido de manter e prover o seu rei de tudo o que lhe for necessário.” Dito de outro modo: “Paga as minhas despesas e cala-te!” D. Manuel I, mais redondo que seu primo, deu-se ao trabalho de explicar ao povo os benefícios que advinham para o reino deste tributo, que eram, segundo escreve Damião de Góis, “moradias, casamentos, tenças e assim outras ajudas de vida e encaminhamento a filhos e filhas de fidalgos, cavaleiros, escudeiros, e a todo outro género de nossos naturais.”
a república está esgotada, seria inteligente permitir um referendo sobre a possibilidade de escolhermos um regime monarquico. a monarquia não quer usar os mesmos metodos que a republica usou para alcançar o poder. não percebo o receio dos republicanos maçons nesta possibilidade.
se o “capitalismo financeiro” fôr bloqueado, se o seu $$$ não fôr aceite, o $$$ do “capitalismo financeiro” passa a lixo. Ou seja: se uma Europa pós senhora Merkel se recusar a aceitar o investimento do capital financeiro, se a Europa se fechar sobre ela mesma como defesa, sendo auto-suficiente, o $$$ das sociedades financeiras, o parecer das “agências”, vai todo para África? Ou para a Ásia que no futuro dispensará os usd? Que acontecerá ao capitalismo financeiro se a Europa como bloco o bloquear (vão salvar-se com os ingleses, ou com os escoseses depois de independentes?)
os derivados – que são a essência do “capitalismo financeiro” actual – existem para ser possível manter-se uma certa estabilidade de preços face à variabilidade da produção/cultivo dos bens. Se uma Europa fechada fôr capaz de manter a regularidade da sua distribuição todo o sistema do capitalismo financeiro passa a valer zero no território Europeu, que pode determinar a mudança de paradigma mundial. A China não tem paradigma, adopta o que lhe convier a cada momento e nest momento está a desfazer-se dos usd das suas reservas.
No actual momento e perante as dificuldades económicas e financeiras que nos assolam a ‘questão monárquica’ é uma aberração.
Já ninguém se lembra dos ‘adiantamentos reais’ que serviram, p. exº., para D. Carlos sustentar amantes à custa do erário público?
Já aqui disse e volto a repetir: conheço e vivi nalguns países e Portugal é o país mais “monárquico” que encontrei. E digo “monárquico” no pior sentido da palavra. Não é preciso rei algum para a cabeça das pessoas funcionar monarquicamente. No fundo, todos nós, nas nossas posturas, vaidades e ambições somos pequenos reizinhos (lembram-se dessa banda desenhada norte-americana?).
“seria inteligente permitir um referendo sobre a possibilidade de escolhermos um regime monarquico”
… ou uma teocracia islâmica! Eu voto nesse. Sai cada ideia…
A Monarquia e o Poder Popular são a mesma coisa.
Só existem no nosso imaginário.
Cada qual come do que gosta.
Claro que mais tarde irá pagá-lo com colesterol, diabetes, aterosclerose, artrites, etc
Enfim, cuidados paliativos .
Estes talibãs da democracia cortaram-me o comentário . E viva a liberdade de expressão! Não vou cantar o vila morena,mas vou mandá-los para a puta que os pariu. Se é que foram paridos e não cagados .
Agradecia que publicassem o comentário que me foi cortado e retirassem o meu outro acima (das 2.30,do dia 22),que reconheço ser insultuoso e por isso inadmissivel. Em consequência apresento as minhas desculpas.
A monarquia inglesa aqui dada como exemplo
The British Royal Family sure is familiar with the sting of ridicule and public embarrassment. From affairs to outrageous and criminal behavior, royal scandals have long been a source of public attention over the years. Here are just a few incidences, both old and recent, of major indiscretions carried out by British nobility.
King Edward VIII’s marriage scandal
King Edward VIII’s affair with twice-divorced American Wallis Simpson caused quite a stir in Britain in the 1930s. Despite urgings from the prime minister to keep the relationship discreet, the pair decided to wed in November 1936. The public majority refused to accept Simpson as its queen, pushing King Edward to abdicate the throne on Dec. 10, 1936. More drama ensued after the death of King Edward; FBI files suggest that Edward was forced to abdicate not only because of Simpson’s divorce status, but because she was a Nazi sympathizer, passing on royal secrets to her on-the-side Nazi beau.
Princess Diana and Prince Charles
Princess Diana first met her future husband at the age of 16. At the time, he was dating her older sister, Sarah. Fast forward three years later, the pair met again when Diana visited her sister, whose husband was working for the queen. They began dating and just six months later he proposed. Diana became the first British citizen to marry an heir to the British throne in almost three centuries.
Captain Mark’s affair and love child
In 1973, Queen Elizabeth’s only daughter Princess Anne married an army lieutenant, Mark Phillips. Not long after, Mark had an affair with a New Zealand woman and in 1985 fathered a child with her. Princess Anne and Mark divorced in 1992, and Anne remarried Commodore Timothy Laurence, making her the first royal divorcée to remarry since Henry VIII. Mark went on to divorce two times after his marriage to Princess Anne and their children, Peter and Zara Philips, do not carry royal titles, the first grandchildren of a reigning monarch to not do so in more than 500 years.
Sarah Ferguson’s bribery scandal
The Duchess of York has had her fair share of royal scandals. In 1992, a photo was snapped of her with her toes in the mouth of wealthy businessman John Bryan from Texas. The shot was embarrassing, even though she had already announced her separation from Prince Andrew at that time. Most recently, she was involved in a bribery scandal involving Prince Andrew, whom she was married to for 10 years. She was caught on tape by British tabloid News of the World offering “open doors,” or access to the prince for a price of more than $700,000. Deep in debt, she apologized for her lapse of judgement, but she had already brought undignified attention to her name.
Princess Diana’s five-year affair
Princess Diana has confirmed her five-year affair with horse riding instructor and military man, James Hewitt. Their relationship started in 1987 and declined when Hewett was dispatched to Germany in 1989, serving in the Gulf War in 1991. Rumors were instantly spread that Hewitt was the father of Prince Harry, which couldn’t be true since Harry was already a toddler at the time he met Princess Diana. After her death, Hewitt published books describing in detail the nature of their relationship and even tried to sell her love letters.
Prince Charles’ mistress
Prince Charles has said that his mistress, Dale Elizabeth Harper, was “the only woman who ever understood me.” She was nicknamed Kanga and was one of the least mentioned mistresses. She died tragically at a young age because of health issues, addiction to pain killers, alcohol, and even heartbreak. She confided in a handful of trusted journalists about her bitter rivalry with Camilla. While undergoing rehab treatment, Kanga was found lying beneath a window at the treatment facility — she claims she was pushed, while workers say she jumped. Kanga was a paraplegic the last year of her life and in 1997 she died of septicemia at the age of 49. Her funeral was hasty and The Prince of Wales did not attend.
Henry VIII’s six wives
Who can forget the notorious reign of Henry VIII and his six wives? King Henry seemed to be infatuated with so many women, yet his marriages lasted on average a year or less. He beheaded Anne Boleyn after she gave birth to a girl, and Catherine Howard because of her adulterous behavior. His polyamorous adventures didn’t just affect his mistresses — both Mary I and Edward VI are believed to have suffered from congenital syphilis.
The mystery behind the Tower of London
The Tower of London was built by King William the Conqueror shortly after he became king on December 25, 1066. Originally built as a fortress, the building was used for a number of functions: as a royal residence, medieval prison, and as a place for executions. Its bloody history includes the torture and burning of many English poets including Anne Askew and Sir Thomas More. The disappearance of Prince Edward V and Richard, The Duke of York has been tied to The Tower of London. The story is that the Duke of Gloucester imprisoned his nephews within the Tower of London in 1483 so that he could seize power. It is generally believed that Richard had his nephews murdered and housed in the tower. Nearly 200 years later in 1674, laborers found the bones of two children while removing a staircase that led up to the tower’s chapel. Though it has never been confirmed or proven, the Tower of London is the final resting place of Richard’s two nephews and proves that Richard was indeed a murderer.
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E no entanto, a monarquia inglesa existe resiste, persiste. Porquê? Pelo simbolo que é. Ou seja, o Duarte lê, lê, lê, e não percebe nada do que acabou de ler porque “está do contra”.
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Pois existe . E depois?
A republica também existe em Portugal e persiste e resiste, não é? E em França também nao é?
Pelo facto de as situações existirem não lhes garante a bondade da sua existência.
As razoes políticas, históricas e culturais para a existência das republicas e das monarquias divergem de pais para pais e parece-me completamente ridículo e e nao entender nada da historia de Portugal querer agora instalar uma monarquia em Portugal. So faz sentido para os neoliberais que pretendem a desfrutação total do mercado e com uma rei ou uma rainha de fachada, alimentados pelos contribuintes portugueses.
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Desregulacão total do mercado em vez de desfrutacao
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Em Portugal o ‘trono’ está ocupado! Instalou-se lá uma monarquia financeira. Há 1 século (pelo menos) que as dinastias bancárias se perpetuam e revezam no poder…
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Para bom entendedor……
.
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A monarquia e os impostos
Desde o início da nacionalidade que as populações, para acudir às necessidades locais, que nunca foram preocupação para a Coroa, instituíram no âmbito dos concelhos o tributo da sisa. Quando as necessidades eram maiores, cobrava-se localmente mais sisa. Quando eram menores, menos. Até que um dia, “vendo os reis tais rendas e sisas, havendo vontade de as haver, mostravam ao povo necessidades passadas ou que eram por vir, e pediam-lhes graciosamente por dois ou três anos, e que logo as deixariam; e, outorgadas por esta guisa, [apresentavam] depois outra necessidade para que as haviam mister, e pediam-nas assim por mais tempo. E assim lhe ficou [a el-rei] a posse delas,” reporta Fernão Lopes.
Depressa a sisa se tornou permanente, e a principal fonte de receita para o Estado, e um imposto odioso para o povo. Repetidamente requereu este, nas Cortes, a sua extinção. Sempre debalde. A D. Fernando, “o Dissipador”, nenhum dinheiro era bastante. D. Duarte tinha dela necessidade. O regente D. Pedro respondeu não ter autoridade para tanto. D. Afonso V alegou que não a podia dispensar. D. João II respondeu varonilmente, como lhe era hábito, que “todo o povo deve e é obrigado por direito, e pode ser constrangido de manter e prover o seu rei de tudo o que lhe for necessário.” Dito de outro modo: “Paga as minhas despesas e cala-te!” D. Manuel I, mais redondo que seu primo, deu-se ao trabalho de explicar ao povo os benefícios que advinham para o reino deste tributo, que eram, segundo escreve Damião de Góis, “moradias, casamentos, tenças e assim outras ajudas de vida e encaminhamento a filhos e filhas de fidalgos, cavaleiros, escudeiros, e a todo outro género de nossos naturais.”
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Para ver com atençao….
.
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http://psicanalises.blogspot.pt/2013/02/vitor-gaspar-quando-jovem.html
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a república está esgotada, seria inteligente permitir um referendo sobre a possibilidade de escolhermos um regime monarquico. a monarquia não quer usar os mesmos metodos que a republica usou para alcançar o poder. não percebo o receio dos republicanos maçons nesta possibilidade.
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http://psicanalises.blogspot.pt/2013/02/porque-islandia-e-importante-o-fim-de.html
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se o “capitalismo financeiro” fôr bloqueado, se o seu $$$ não fôr aceite, o $$$ do “capitalismo financeiro” passa a lixo. Ou seja: se uma Europa pós senhora Merkel se recusar a aceitar o investimento do capital financeiro, se a Europa se fechar sobre ela mesma como defesa, sendo auto-suficiente, o $$$ das sociedades financeiras, o parecer das “agências”, vai todo para África? Ou para a Ásia que no futuro dispensará os usd? Que acontecerá ao capitalismo financeiro se a Europa como bloco o bloquear (vão salvar-se com os ingleses, ou com os escoseses depois de independentes?)
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os derivados – que são a essência do “capitalismo financeiro” actual – existem para ser possível manter-se uma certa estabilidade de preços face à variabilidade da produção/cultivo dos bens. Se uma Europa fechada fôr capaz de manter a regularidade da sua distribuição todo o sistema do capitalismo financeiro passa a valer zero no território Europeu, que pode determinar a mudança de paradigma mundial. A China não tem paradigma, adopta o que lhe convier a cada momento e nest momento está a desfazer-se dos usd das suas reservas.
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admito absolutamente que a monarquia possa ser mais eficaz que esta $#$%/& deste república.
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No actual momento e perante as dificuldades económicas e financeiras que nos assolam a ‘questão monárquica’ é uma aberração.
Já ninguém se lembra dos ‘adiantamentos reais’ que serviram, p. exº., para D. Carlos sustentar amantes à custa do erário público?
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“admito absolutamente que a monarquia possa ser mais eficaz que esta $#$%/& deste república.”
.
Eu também, mas só se me derem o trono.
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“só se me derem o trono”
.
esteja à vontade q os tugas tanto podem aclamar um rei como de seguida o atacar pelas costas.
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Já aqui disse e volto a repetir: conheço e vivi nalguns países e Portugal é o país mais “monárquico” que encontrei. E digo “monárquico” no pior sentido da palavra. Não é preciso rei algum para a cabeça das pessoas funcionar monarquicamente. No fundo, todos nós, nas nossas posturas, vaidades e ambições somos pequenos reizinhos (lembram-se dessa banda desenhada norte-americana?).
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“seria inteligente permitir um referendo sobre a possibilidade de escolhermos um regime monarquico”
… ou uma teocracia islâmica! Eu voto nesse. Sai cada ideia…
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tanto medo. porquê?
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A Monarquia e o Poder Popular são a mesma coisa.
Só existem no nosso imaginário.
Cada qual come do que gosta.
Claro que mais tarde irá pagá-lo com colesterol, diabetes, aterosclerose, artrites, etc
Enfim, cuidados paliativos .
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Estes talibãs da democracia cortaram-me o comentário . E viva a liberdade de expressão! Não vou cantar o vila morena,mas vou mandá-los para a puta que os pariu. Se é que foram paridos e não cagados .
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Agradecia que publicassem o comentário que me foi cortado e retirassem o meu outro acima (das 2.30,do dia 22),que reconheço ser insultuoso e por isso inadmissivel. Em consequência apresento as minhas desculpas.
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