C’est comme ça en France…
20 Fevereiro, 2013
É mais uma fábrica francesa que fecha. Desta vez de pneus. A carta em que isso é explicado ao Governo francês é de uma clareza cristalina:
50 comentários
leave one →
É mais uma fábrica francesa que fecha. Desta vez de pneus. A carta em que isso é explicado ao Governo francês é de uma clareza cristalina:
Isto explica tudo:
“Titan va acheter un fabricant de pneus chinois ou indien, payer moins d’un euro l’heure de salaire et exporter tous les pneus dont la France a besoin”
GostarGostar
Ó Grunho, olha que eu faria o mesmo que a Titan. Estás a ver porquê?
GostarGostar
Malandros dos franceses. Olhem para os Indianos e paquistaneses , esses sim sao trabalhadores.
Como dizia um comentário à noticia Titan ne s’est pas suffisamment renseigné : ils ont oublié de préciser dans leurs arguments que les français avaient des congés payés, des congés maternité, la sécurité sociale, les prud’hommes. En plus il faut les payer à la fin du mois et comble de malheur, les enfants n’ont pas le droit de travailler et le travail de nuit est encadré par la loi pour les femmes… autant de bonnes raisons pour faire faire aux chinois et aux indiens les pneus.
Por este post podem ver que tipo de sociedade querem estas Madame La Marquise, pindéricas.
GostarGostar
Entretanto o Guru Gaspar já corrigiu o decréscimo do PIB . Diz que vao ser -2% em vez de -1%. Diferenca pequena , 100% de engano.
GostarGostar
O francês é accionista da goodyear e a Madame Lá Marquise tambem.
GostarGostar
Ahah Lá está. o jmf adora titans.
GostarGostar
Pela parte que toca ao Duarte, a empresa mantinha-se em território Francês. Como o Duarte agora não tem tanto dinheiro infelizmente não põe do seu na empresa. Mas fala sobre isso e manda bitaites sobre isso.
Compreendo a alma chorosa e o sentimento muito profundo do Duarte.
Força Duarte.
Fuga para a vitória!
R.
GostarGostar
Tous vas tres bien, Madame La Marquise
GostarGostar
Como diriam os súbditos de sua majestade: Cristal and clear!!!
Os Governos Socialistas, na sua prepotência de tecnocratas, exigem quando deviam implorar…
GostarGostar
Meninos, n´emigrez pas pour la France parce que lá C’est comme ça. Jmf1957 a très admirablement observé…
GostarGostar
O pneu francês é o Michelin, com mais de uma centena de vitórias na Fórmula 1.
Se os americanos da Goodyear querem fechar a fábrica em solo francês, que paguem as indemnizações.
Qual é a dúvida?
GostarGostar
Claro que vai comprar uma fabrica chinesa ou indiana em que paga menos de um euro hora porque o que paga na europa é dez vezes mais para fazerem pausas e reuniões saindo cada pneu vinte vezes mais caro e os grunhos depois irem equipar os seus carros com os pneus mais baratos vindos da china ou da india, e eles ficarem com os stocks até ao teto.
GostarGostar
Já dizia um angariador chinês de trabalhadores no Dubai, faz uns anos, que os indianos e nepaleses eram muito preguiçosos, queriam muito dinheiro e muitas folgas por poucas horas de trabalho.
Os indianos queriam 150 euros/mês por jornadas de seis dias semanais cada dia a 8 horas e ele “oferecia” trabalho chinês de 12 horas diárias sete dias por semana a 100 euros/mês.
Mas pronto….este angariador era chinês, devidamente creditado pelo governo do respectivo país, que como se sabe,também é muito chegado à Madame de la Marquise.
GostarGostar
Um pouco na linha de muitos dos deputados portugueses…
GostarGostar
Madame La Marquise e o seu pais de sonho: O Paquistão .
GostarGostar
C’est comme ça goodyear
The federal Securities and Exchange Commission is investigating accounting problems at Goodyear Tire & Rubber Co., the world’s largest tire maker said Wednesday.
News of the investigation sent Goodyear shares down Wednesday on the New York Stock Exchange. The stock had been rebounding recently as the company pushed a new line of tires that analysts said could help make Goodyear profitable again.
But in a filing Wednesday with the SEC, Goodyear said the accounting investigation and other issues could negatively affect the company’s finances.
“The company cannot assure you that it will be able to achieve future profitability,” the filing stated.
The SEC told Goodyear last week that it was moving from an informal inquiry of the accounting problems revealed late last year to a formal investigation. The Akron-based company said it is cooperating fully.
In December, Goodyear said it was investigating possible improper accounting issues in its Europe operations and whether the problems would affect its financial report. On Wednesday, the company said that investigation continued.
In October, Goodyear announced the discovery of accounting system errors that forced it to lower net income since 1998 by $84.7 million. The company said an accounting system implemented in 1999 caused the mistakes. It promised to fix the problems, but in the SEC filing said it hasn’t completed its plan to improve internal controls.
Goodyear has lost more than $1 billion, cut 20,000 jobs and closed eight plants worldwide in recent years.
The filing said the future of the company depends on the success of its turnaround plan that includes reducing costs such as wages and benefits by $1 billion to $1.5 billion by the end of 2005 and possibly selling some of its non-tire businesses.
Goodyear has about 88,000 employees and makes tires, engineered rubber products and chemicals in 28 countries.
GostarGostar
Caro piscoiso ele também diz que dentro de cinco anos a Michelin deixará de fabricar pneus em França.
Diz também que os agricultores franceses querem os pneus baratos, quer sejam fabricados em França, na China ou na Índia.
Mas isso também acontece em Portugal, lembra-me quando tudo que era activista não queria nada que fosse da Indonésia (excepto as sapatilhas, polos, jeans, etc, etc que eram fabricados lá).
Nos anos noventa também houve na Alemanha uma crise com a falta de produtividade (e qualidade) das fábricas alemãs.
Mas depois recuperaram.
Se foi pela abertura a Leste não sei (mas desconfio).
GostarGostar
Já em Moçambique faz poucos anos na reconstrução e ampliação do aeroporto de Maputo assisti sem querer a uma revolta de trabalhadores moçambicanos que fazia parte em cerca de 30% da força laboral naquela obra ao abrigo do acordo entre os dois países (China-Moçambique).
A razão da revolta, contada de viva voz, prendia-se com o facto de os encarregados chineses além de quererem obrigar os moçambicanos a dormir nos contentores de chapa postos dentro do aeroporto e de onde os chineses não saíam, além disso, andarem munidos de chicote para “chamar a atenção” aos mais “calaceiros”.
Dizia então o homem de cerca de 30 anos e que não tinha conhecimento da época colonial mas que por histórias dos mais velhos já o branco (portuga) não batia e agora que vinha o amarelo bater nele?
Mas “prontes” estas coisas vindas de um país governado por duartes são coisas do desenvolvimento, da “coltura” e coisas afins, nunca de um capitalismo feroz e explorador como o nosso que além das horas que não trabalham ainda desconta para seguros, seg, social uma catrefa de outros impostos e outras conquistas civilizacionais.
GostarGostar
E na Malásia?
Goodyear workers picket in Malaysia
Hundreds of employees at the Goodyear tyre manufacturing plant in the city of Shah Alam, 2 kilometres south of Kuala Lumpur, picketed on January 6 against the company’s recruitment of contract workers. The picket began mid-afternoon and continued through each oncoming shift. Police constantly monitored the picket.
The National Union of Employees in Companies Manufacturing Rubber Products organised the picket. Union vice-president and worksite committee chairperson Sulaoman Amin said many of the contract workers are brought in from India, Pakistan and Bangladesh. He said management “discriminates” against the foreign workers and “violates” their rights by paying them paltry wages and denying them leave or bonuses.
Goodyear’s treatment of overseas workers is in breach of its own contractual agreements and government labour laws. Despite meetings with the company’s human resources department and letters to the Human Resources Ministry and immigration department regarding the issue, the Goodyear workers’ concerns have been ignored.
In a related issue, the company is alleged to have suspended a union executive committee member for being absent for three days, although the leave had been approved. Goodyear employs 700 people to produces car tyres.
GostarGostar
E na América os trabalhadores tambem nao trabalham
Goodyear Closes Tennessee Plant
The Goodyear Tire & Rubber Company today announced that it has ceased production at its tire manufacturing facility in Union City, Tenn. On February 10, Goodyear had announced its intention to close the plant by the end of 2011.
“When we announced our intention to close the plant, we expected the shutdown would occur by year-end,” said Chairman and Chief Executive Officer Richard J. Kramer. “Since then, the product transfers to the other Goodyear plants have been completed more quickly than expected. We are now able to meet the needs of our consumer tire customers without further production in Union City.”
This action is consistent with plans outlined at the company’s investor meeting earlier this year.
As a result of the accelerated closure and payments to approximately 1,800 associates under the federal Worker Adjustment and Retraining Notification Act, Goodyear expects to record additional after-tax charges of approximately $20 million. The majority of these additional charges will be recorded in the second quarter of 2011.
Additional information, including details on the timing of charges and savings, will be provided in conjunction with Goodyear’s second quarter 2011 earnings announcement.
Goodyear is one of the world’s largest tire companies. It employs approximately 72,000 people and manufactures its products in 54 facilities in 22 countries around the world. For more information about Goodyear and its products, go to http://www.goodyear.com.
Certain information contained in this press release may constitute forward-looking statements for purposes of the safe harbor provisions of The Private Securities Litigation Reform Act of 1995. There are a variety of factors, many of which are beyond our control, that affect our operations, performance, business strategy and results and could cause our actual results and experience to differ materially from the assumptions, expectations and objectives expressed in any forward-looking statements. These factors include, but are not limited to: our ability to realize anticipated savings and operational benefits from our cost reduction initiatives or to implement successfully other strategic initiatives; increases in the prices paid for raw materials and energy; pension plan funding obligations; actions and initiatives taken by both current and potential competitors; deteriorating economic conditions or an inability to access capital markets; work stoppages, financial difficulties or supply disruptions at our suppliers or customers; the adequacy of our capital expenditures; a labor strike, work stoppage or other similar event; our failure to comply with a material covenant in our debt obligations; potential adverse consequences of litigation involving the company; as well as the effects of more general factors such as changes in general market, economic or political conditions or in legislation, regulation or public policy. Additional factors are discussed in our filings with the Securities and Exchange Commission, including our annual report on Form 10-K, quarterly reports on Form 10-Q and current reports on Form 8-K. In addition, any forward-looking statements represent our estimates only as of today and should not be relied upon as representing our estimates as of any subsequent date. While we may elect to update forward-looking statements at some point in the future, we specifically disclaim any obligation to do so, even if our estimates change.
GostarGostar
um euro por hora uau!!!
. no dia em que a Europa bloquear os pneus dos lugares que pagam um euro hora talvez o assunto mude de figura.
GostarGostar
tudo mto lindo, lindo, lindo e nnnn lucrativo, enquanto se se aproveita simultaneamente do “mercado livre” e aberto europeu e do mercado escravo pago a 1 euro/hora…
GostarGostar
mas pelo menos foi honesto e transparente ao escrever que vai pagar um euro/hora. Se fosse neste lugar obscuro omitiriam convenientemente essa parte ou arranjariam uma empresa amiga de estudos que mascarasse isso com contas n complicadas e especializadas…
GostarGostar
obviamente que quando cada lar consegue um rendimento mediano de 3.500 euros mensais, como os franceses, tem de ser um Estado n produtivo, ou com marcas mto prestigiadas, como a Mercedes, a Audi, etc, ou as contas n batem certo…
GostarGostar
Large-scale demonstations are taking place today (12 February) outside Goodyear’s French headquarters at Rueil-Malmaison in Paris, as government sources confirmed US tyre manufacturer, Titan, had withdrawn from the Amiens site discussions.
Goodyear plans to close the factory with the potential loss of almost 1,200 jobs, a move that has incensed unions, notably the hardline CGT labour body, which previously noted the factory had been the subject of ” a judicial battle for five years.”
Following Titan’s decision to abandon talks concerning the Amiens plant, French Economics Redevelopment Minister, Arnaud Montebourg, said the government has asked the Agence Francaise des Investissements Internationaux to look for a buyer.
GostarGostar
O Duarte não come, mas hoje começou a “trabalhar” muito tarde,. quase ao meio dia. Para justificar o salário vai ter que trabalhar mais tempo na jornada complementar…
GostarGostar
O jmf defende, portanto, que para a fábrica não se ir embora, os sindicalistas franceses devem aceitar que os trabalhadores que representam trabalhem por 1 €/hora. É isso não é?
Repare que poderia ter usado o mesmo facto para questionar o comércio livre e as suas regras. Poderia ter refletido sobre o nível de vida das duas sociedades. Poderia até relacionar este facto com a existência ou não de liberdade democrática.
Mas não. É pena.
GostarGostar
O trill, o Duarte e o Tiradentes quando forem comprar pneus vão ignorar o preço. Vão comprá-los a quem pague melhor aos trabalhadores.
GostarGostar
Há gente aqui que para ter um pneu barato nem se importaria que fossem criancas a fazê-lo ou entao escravos. Isso sim é que é uma sociedade livre.
Tenham vergonha na cara e pelo menos aprendam a disfarçar.
GostarGostar
Caro Duarte.
“Há gente aqui que para ter um pneu barato nem se importaria que fossem criancas a fazê-lo ou entao escravos.”
Se o pneu for caro já ficará de bem com a sua consciência?
Ó meu amigo, não tenha problemas, basta procurar os sítios mais caros para fazer as suas compras.
Conheço muitos comerciantes que gostam de pessoas como o meu caro amigo.
Já experimentou andar de sandálias e peúgas brancas?
Vai ver que faz bons negócios.
GostarGostar
Exato Eleitor.
É isso mesmo que vão fazer.
R.
GostarGostar
O chamado “custo justo”.
Para o comprador.
Não para o produtor.
(Mas isso é marketing.)
Coisa muito complicada para si.
GostarGostar
O Duarte janta todos os dias no Tavares Rico. As compras fá-las no El Corte Inglès.
Porque, lá, é tudo mais caro e mais humano.
R.
GostarGostar
Alias esta industria é especialista em escravatura e mão de obra infantil
In 2005, a case against Firestone[23] was brought by the International Labor Rights Fund which states,
“ The Plantation workers allege, among other things, that they remain trapped by poverty and coercion on a frozen-in-time Plantation operated by Firestone in a manner identical to how the Plantation was operated when it was first opened by Firestone in 1926 ”
Firestone’s management rejects these allegations citing that the corporation has provided employment and pensions to thousands of Liberians as well as health care. The company also provides education and training opportunities to employees and their children.[24]
Latex Collection
In May 2006, the United Nations Mission in Liberia (UNMIL) released a report detailing the state of human rights on Liberia’s rubber plantations. According to the report, Firestone managers in Liberia admitted that the company does not effectively monitor its own policy prohibiting child labor. UNMIL found that several factors contribute to the occurrence of child labor on Firestone plantations: pressure to meet company quotas, incentive to support the family financially, and lack of access to basic education. The report also noted that workers’ housing provided by Firestone has not been renovated since the houses were constructed in the 1920s and 1930s.[25]
Dan Adomitis, President of Firestone Natural Rubber Company, made the following statement on CNN in reference to the production quotas and child labor:
“ OKE: The individual workload is reasonable, says Dan Adomitis, president of Firestone Natural Rubber.
ADOMITIS: Well, I think the work is fairly balanced, we – each tapper will tap about 650 trees a day, where they spend perhaps a couple of minutes at each tree.
OKE: But listen again to what Adomitis told CNN.
ADOMITIS: Each tapper will tap about 650 trees a day where they spent perhaps a couple of minutes at each tree.
OKE: Six hundred and fifty trees a day, at two minutes per tree, it’s 1,300 minutes, or more than 21 hours of work a day. It’s that kind of workload that has caught the attention of human rights groups.[26]
GostarGostar
A esquerdalhada atrasada mental, preguiçosa e que quer viver à custa dos outros, que infesta os comentários deste blogue e o país, fica bem documentada pela palhaçada dos comentários a este artigo.
Para nenhum deles o problema alguma vez será o trabalharem três horas e receberem um dia completo. Acham normal o “em França é assim” porque cá dizem o mesmo, com a fórmula mais pedante e pomposa dos “direitos adquiridos” (adquiridos por eles, claro! porque os outros a única coisa que adquiriram foi o dever de lhes pagarem esses “direitos” – e ainda terem de pedir factura).
Como se pode construir um país com gentalha desta? Nem isso lhes fará muito sentido, construir toca a quem tem a ideia de trabalhar. A eles toca saquear, saquear o que há, o que outros fizerem ou fizeram, sem a mais pequena preocupação sobre se continuará a haver à volta das ruínas que, quais vândalos, vão espalhando, a possibilidade de existir um país. Os grandes parasitas são assim, acabam por morrer prematuramente (sim, sim, muito mais prematuramente do que está à espera um tonto que lê esta carta e responde como aqui, a cima, se vê) porque tendo feito da sua forma de viverr tudo matar à volta, nada mais lhes resta para matar, mas devem morrer satisfeito se forem os últimos a morrer. Construir é que não é com eles.
Nem prestar contas. Prestar contas a ninguém ou a nada. Que lhes seja igual ou superior. Superior, porque a fanática religião esquerdalha não permite outras (embora invente umas crendices, como o ecologismo para lhes mitigar a falta que sentindo não reconhecem), por isso para eles a vida, esgotando-se em si mesa e sem a ideia de responsabilização inevitável pelos actos cometidos, justifica o chico-espertismo permanente do enterrar os outros para se irem safando eles (parece que lhe chamam luta de classes, mais uma pomposa e pedante expressão para significar oportunismo, até porque ai das classes, que não sendo a deles, se atreverem a lutar, que a única luta permitida é a da esquerdalhada). Igual, porque aqueles que toleram os outros, apenas na estrita medida em que pensem que vão precisando deles para os espremerem, são, evidentememnte e sem necessidade de justificação superiores. Por isso mesmo, o seu tão constantemente auto-apregoado sentimento de “justiça” não vê problema nenhum em parasitá-los, em fazê-los pagar os seus supostos “direitos”, “direitos” que, quem lhos paga, nunca terá (nem tinha nada que ter, porque não pertence aos “superiores”; os animais são todos iguais, mas os porcos são mais iguais que os outros).
Obviamente os parasitas vão morrer. Não se sabem sustentar, nem querem. Estão condenados a morrer. A única dúvida é se vamos deixar que nos matem primeiro. Isto de só eles lutarem já no verão de 75 lhes saíu um bocadinho furado (não muito que nós deixámo-los livres de, por trás, infectarem o país, ao ponto a que hoje se chegou). É que, para a parasitagem que vive à custa dos outros lutar, lutar mesmo, não é aquelas patetices de adolescentess mimados e birrentos em manifestações, dá trabalho e trabalho, para eles… para isso está melhor preparado quem, querendo lutar, lutar mesmo, pela sua vida, todos os dias, se vê impedido de o poder fazer, pela parasitagem e os seus “direitos” adquiridos.
GostarGostar
A Tailândia outro exemplo de um pais de trabalhadores bom para a Goodyear e para Madame La Marquise
Tenham vergonha na cara!
Thailand: Forced Labour, Child Labour, Discrimination
Tuesday, 29 November 2011, 1:09 pm
Press Release: ITUC
Brussels, 28 November 2011 (ITUC OnLine): A new report by the ITUC on core labour standards in Thailand, published to coincide with the World Trade Organisation’s (WTO) review of its trade policies, reveals serious violations of fundamental workers’ rights including a high degree of prevalence of forced labour.
Both local suppliers and multinational enterprises such as Ford, Mazda, Michelin and Goodyear make extensive use of anti-union practices including lockouts, dismissals, unfavourable work assignments and eviction of union members in order to limit union membership and activities. Employers often use contract labour to weaken bargaining power in Thailand. Moreover, the laws discriminate against migrant workers allowing them only limited rights to organise.
Many children are victims of the worst forms of child labour, mainly in agriculture, shrimp farms, fisheries, prostitution and domestic servitude. They often have to carry heavy loads, work long hours and deal with pesticides and other dangerous substances. A 2006 survey found that 12.3 per cent of working children between the ages of 5 and 14 in agriculture performed unpaid work. Girls are often employed as domestic servants where they work long hours and are vulnerable to sexual and physical abuse.
The report also reveals that women, disabled persons and other groups face discrimination in various aspects of employment, including in hiring and remuneration. The laws do not effectively protect migrant workers, ethnic groups, indigenous and stateless people from forced labour and human trafficking. In practice, forced labour and human trafficking are rife. One study found that 57 per cent of the Burmese migrant workers in the seafood industry in the province of Samut Sakhon were working in conditions of forced labour. Usually, the workers are recruited under false promises or required to pay high recruitment fees or travel expenses which bind the victims until repayment. According to the United Nations Interagency Project on Human Trafficking (UNIAP), more than half of the migrant fishermen surveyed on Thai boats have witnessed killings of other fishermen when they become too weak to work.
*******
GostarGostar
Para a Goodyear os trabalhadores nos US tambem sao mandriões
Tenham vergonha
Production at the Goodyear Tire & Rubber plant in Union City abruptly ended Monday — well before the plant was expected to close for good.
PHOTO BY THE COMMERCIAL APPEAL FILES
Many workers at the Goodyear Tire & Rubber plant in Union City learned of its closing as they arrived for work Monday.
Search employment trends
Search our databases
The news came as a surprise to workers and officials in this corner of Northwest Tennessee, about 115 miles northeast of Memphis, where Goodyear Tire has been the dominant employer since opening in 1968.
In February, when the Akron, Ohio-based tiremaker announced its intentions, it said the closing would take place by “year end.”
But on Sunday, the company informed Local 878L of the United Steelworkers that it was over.
Many of the 1,800 workers still employed at the plant learned of the closing as they arrived at work at the beginning of their shift. The first group informed were employees arriving to work third shift at 11 p.m. on Sunday; first-shift workers received word at 7 a.m. Monday.
“We are very angered by the company’s announcement,” said Leo W. Gerard, USW international president. “Nothing we can say minimizes the impact this decision has on the lives of our members who work there, their families and the community.”
The company said Monday that it took a $20 million additional charge to move production to its other plants, and accelerate the closing.
That is in addition to $160 million it already had budgeted for costs related to the closing.
“Product transfers to the other Goodyear plants have been completed more quickly than expected,” Goodyear chairman and CEO Richard J. Kramer said in a statement. “We are now able to meet the needs of our consumer tire customers without further production in Union City.”
Part of those funds tied to the closing go to pay former Union City employees for the next 60 days, under the federal Worker Adjustment and Retraining Notification Act.
“I knew it was coming but the reality of the shutdown is sort of tough,” said Union City Mayor Terry Hailey, noting that the company has been an important employer and community partner in its 43 years there. “I’m thinking of those people who are losing their jobs and those who work in support industries and of those who are having to move away from our community because of this.”
Hailey said the closing never had a specific date on it but “no one was under the impression that it would stay open until the end of the year.”
U.S. Rep. Stephen Fincher, R-Tenn., called the closure “a tragic loss” and blamed “the job-killing policies coming out of Washington.”
“Our economy has been through trying times and Goodyear’s announcement to shutter its plant’s doors certainly does not ease the pain,” Fincher said in a statement. “I have spent much time meeting with people throughout the community and I am confident that its roots are strong and we will rebuild better than before.”
State Sen. Roy Herron, D-Dresden, also denounced the closing.
“Goodyear is firing Tennesseans while they are hiring Chinese,” he said. “I have driven my truck 417,000 miles on American-made Goodyear tires, but this American will never buy a single foreign-made Goodyear tire.”
The plant’s closure comes after the company reported first-quarter 2011 sales of $5.4 billion, the highest achieved by the company in any quarter in its 113-year history.
GostarGostar
As milicias marcianas seguem o guiao que nao muda. Porque sempre “funciona”…..
.
.
Talvez estes documentarios, extraidos dos arquivos marcianos, façam alguns pensar.
GostarGostar
Claro que há muita gente aqui que não se importaria em comprar produtos fabricados por crianças. Já os duartes não se importam que os seus correlegionários politicos ponham essas crianças e adultos a serem exploradas.
Dentro do possível não compro a maioria dessas porcarias falsificadas e de má qualidade resultantes da exploração esclavagista imposta sobretudo pela segunda potência comercial do mundo governada por duartes.
GostarGostar
Cada um deita-se na cama que faz; os europeus vão-se deitar nas camas que andam a fazer. Ainda não descobriram que o colchão não é molaflex: é de pregos, que depois podem aproveitar pró caixão.
GostarGostar
“Ainda há quem fale de “reindustrialização” da Europa…” jmf
Oh, deus, a China e a Índia fazem-nos tudo por uma tuta e meia e ainda há quem fale de “reindustrialização” do mundo evoluído, dos EUA e, incluído Portugal e a França, da mesma Europa.
Ai, que ainda ontem vi um documentário sobre o se passa nos EU da América, onde cidades de tendas de desempregados de todas as idades florescem por entre as árvores da floresta, enquanto 1% da gente acumula a riqueza toda e 99%, votados à insegurança , reclamam em vão o seu direito, “nós somos 99, nós somos 99%”, que ninguém parece poder lá seja o que for contra a miséria disso e esse estado de facto.
Os estudantes universitários endividam-se para estudar, como uma raparida dizia, que levava já 92 mil dólars de dívida, a um trimestre de acabar o curso e não sabia aonde iria arranjar trabalho, de seguida, e se algum dia acabaria de pagar o que já deve .
Pior que nos anos trinta, dizia o documentário, porque, afinal, nos habituámos o direito de um Way of Life, americano, que incluía ter casa própria, emprego para a vida e ao fim uma reforma, que hoje está posto de todo em causa, pior que na recessão dos anos trinta, a a vários aspectos, por causa do que sonhámos, sim, também por causa disso.
GostarGostar
Pois também lá.
Que mais que tudo devido ao roubo de uns marmanjos, de uns ladrões, com a a complacência e cumplicidade dos governos, enredados lá, também, em negócios mafiosos de clientela e seitas de amigos .
GostarGostar
A esquerdalhada, diz um anti tudo, é a culpada disto, ela é que roubou, que o levou a offshores, de passagem para as bahamas… o anti-gatunagem, traste ali acima .
GostarGostar
O Duarte vê um título que lhe parece estranho, vai ao Google Translator e depois é só copia e cola.
Mas não se arrisca a usar a mesma ferramenta com o artigo, para não passar por tolo.
Nem ele imagina o quão tolo é.
GostarGostar
O “Insurgente” traz o texto da carta , completo e na língua original.
Torna a questão mais compreensível…( depois de tantos secs., Reforma e Contra-Reforma sempre ao barulho, mesmo que os intervenientes queiram disfarçar a coisa…)
GostarGostar
Vai ser giro quando o número de pobres for tão grande na CEE que a compra de pneus à India baixe 50%.
GostarGostar
Obviamente nenhum dos comentaristas se tivesse uma fábrica de pneus e os pudesse produzir a 1 euro para os vender a 200, os preferiria produzir a 30 euros. Basta terem a liberdade de escolher: querem 29 euros de graça ou estão bem assim, obrigado?
Obviamente que se colocarmos tarifas aos Chineses também deixamos de poder lá produzir a 1 euro/hora e sobretudo deixamos de vender aos mil milhões de chineses que todos os anos crescem 10% e estão mais ricos todos os dias e compram tudo o que conseguirmos e não conseguirmos lá vender.
A globalização tem vantagens e desvantagens, mas quem quiser recuar e entrar em guerra comercial (e de moeda) convém não se esquecer que quando quiser fechar a porta vai encontrar 27 portas soberanas para trancar, mais umas quantas janelas e ainda uns valentes alçapões. Enquanto que do outro lado só há uma.
Portanto lembrem-se disso da próxima vez que atrasarem o federalismo Europeu, com as dúvidas do costume.
E sobretudo quem produzir alguma coisa que precise de vender, lembre-se de diversificar o risco, vender para o chinês, o australiano, o africano, o brasileiro, o colombiano, o alemão, o russo, etc. e sobretudo não depender exclusivamente de nenhum deles para sobreviver. No mundo real estes episódios vão ser cada vez mais frequentes e choramingar adianta muito pouco.
Cumps
Buiça
GostarGostar
O mundo do jmf1957 é este: Titan va acheter un fabricant de pneus chinois ou indien, payer moins de 1 euro l’heure de salaire et exporter tous les pneus dont la France a besoin.
Assuma-o homem! Diga sem vergonha que os americanos gostavam que os franceses recebessem de salário menos de 1 euro à hora. Anuncie-nos a boa nova dos salários de miséria para onde nos querem empurrar. Não tenha vergonha, não se esconda!
GostarGostar
O ministro francês já respondeu: podem ver aqui
http://www.caradisiac.com/Goodyear-Amiens-Nord-la-reponse-d-Arnaud-Montebourg-a-Titan-84717.htm
GostarGostar
Ja estamos quase quase como na Tailândia
Por Jornal i, publicado em 21 Fev 2013 – 18:02 | Actualizado há 7 minutos 35 segundos
Share on printImprimir Share on emailEnviar
O IEFP publicou uma oferta de trabalho para uma empresa de Coimbra para um técnico de relações públicas. A empresa paga uma salário de 485 euros, cinco euros de subsídio de alimentação e contrato a termo certo, com duração de sis meses.
Mas isto não é tudo. Para conseguir o lugar, o candidato tem de saber falar português, inglês, alemão, espanhol, italiano e mandarim, que tenha “fácil acesso ao Irão”, com “habitação em Teerão e ainda “contactos comprovados com empresas de peles, especiarias, materiais electrónico e informático.”
Deve ainda saber introduzir informação “directamente em base de dados e páginas web”, ter conhecimento de tarefas contabilísticas e trabalhar em ambientes Linux [sistema operativo open source].
Pelo mesmo preço, o candidato deve ter noções de programação de aplicações e bases de dados, design web, redes de comunicação, normas ISO9000 e ISO9001 e ainda contabilidade internacional.
GostarGostar